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Que contribuições podem trazer a contação
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 Esperamos que nos enquanto
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Agora,
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Obrigada!!!
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
BRUNO, Marilda Moraes Garcia. Educação Infantil: saberes e práticas de
inclusão: dificuldades d...
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Estudo Contos de fadas e suas contribuições para o processo ensino-aprendizagem

  1. 1. CONTOS DE FADA E SUAS CONTRIUIÇÕES PARA O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM. Palestrantes: Luce-Jaine Francisca Rosiclei soares Março de 2014
  2. 2. Algumas imagens valem mais que mil palavras...
  3. 3. Nas sociedades tribais primitivas a contação de histórias tinha um caráter funcional decisivo, pois os contadores de histórias eram os que conservavam e transmitiam a história e conhecimento acumulado pelas gerações preservados pela comunidade. Durante séculos, foi através da realidade que a cultura popular se manteve, sem pergaminhos, mas memória viva. Efetivamente, deve ser esta a primeira manifestação artística surgida depois da linguagem articulada.
  4. 4. PORQUE CONTAMOS HISTÓRIAS? Porque proporciona momentos mágicos de encantamento e significado permeados por muito prazer. Busatto ( 2003, p. 45) diz: (...) conto histórias para formar leitores; para fazer da diversidade cultural um fato; valorizar as etnias, manter a História viva; para se sentir vivo; para encantar e sensibilizar o ouvinte; para estimular o imaginário; articular o sensível; tocar o coração; alimentar o espírito; resgatar significados para nossa existência e reativar o sagrado.
  5. 5. Segundo Meireles (1979, p. 42), “ Conta-se e ouve-se para satisfazer essa íntima sede de conhecimento e instrução que é própria da natureza humana. Enquanto se vai contando passa o tempo do inverno, passa as doenças e as catástrofes (...)”.
  6. 6. Na Grécia Clássica, haviam os aedes, lugar que narravam histórias épicas, mas mesmo sem eles ainda encontramos verdadeiros narradores que fazem com que essas histórias se mantenham presentes até os dias atuais. Hoje essa imaginação criadora está ameaçada pela quantidade de imagens que os veículos de comunicação oferecem. A falta de tempo para conversar é um problema constante entre as pessoas, o convívio mais próximo perdeu o valor e, principalmente no lar, as histórias são cada vez menos contadas.
  7. 7. TÉCNICAS DE ESTUDO: O PODER DA RECOMPENSA Existem artifícios para melhorar a memória, um deles consiste em terminar o que se propôs a fazer, pois a memória funciona com gatilhos (códigos de memória), que criam uma verdadeira reação em cadeia, até que o assunto a ser evocado surja em sua mente. Ao distrair-se, a reação em cadeia é interrompida e a memorização volta mais uma vez ao início. O ideal é deixar a recompensa para o final do estudo.
  8. 8. O QUE É MEMÓRIA? Segundo Aurélio Buarque Holanda Ferreira, memória “é a faculdade de reter as ideias sensações e conhecimentos adquiridos anteriormente”.
  9. 9. O contador de histórias ao se dispor a preparar um texto para contá-lo, passa por estas três fases. Ele faz a leitura do texto e guarda por alguns instante. É recomendável utilizar-se da repetição para passar da memória de curta duração para a intermediária até alcançar a memória de longa duração, estando assim preparado para apresentá-la ao público.
  10. 10. TIPOS DE MEMÓRIA  Memória de curta duração: quando o cérebro armazena informações que ocorreram a poucos segundos atrás.  Memória intermediária: quando o cérebro armazena informações que ocorreram há horas ou dias atrás.  Memória de longa duração: permanece por meses anos ou por toda a vida. Para ativá-la é necessário estímulos e repetições.
  11. 11. O contador de histórias ao se dispor a preparar um texto para contá-lo, passa por estas três fases. Ele faz a leitura do texto e guarda por alguns instante. É recomendável utilizar-se da repetição para passar da memória de curta duração para a intermediária até alcançar a memória de longa duração, estando assim preparado para apresentá-la ao público.
  12. 12. MÉTODO PARA MEMORIZAR HISTÓRIA  Memória auditiva: ler o texto em voz alta, repetida vezes.  Memória motora: escrever o texto a ser memorizado inúmeras vezes.  Memória visual: ler o texto inúmeras vezes associando às imagens das ilustrações do texto.  Memória da imaginação: criar imagens de cada cena lida.
  13. 13. AEE- Contação de história  Melhora a noção de sequência de fatos;  Incentiva a capacidade imaginativa e desperta o senso crítico;  Enriquece o vocabulário;  Melhora o foco de atenção;  Facilita a contextualização do mundo imaginário com o mundo real desenvolvendo assim a capacidade das funções mentais superiores;
  14. 14. O PÚBLICO Pré – escolares Idade realista onde os contos devem ser curtos, conter muita ação e pouca descrição. Até 3 anos: Fase pré mágica • Histórias de bichinhos;] • Brinquedos, objetos, seres da natureza, (humanizados); • Histórias de crianças. 3 a 6 anos: Fase mágica • Histórias de repetições e acumulativas ( Dona Baratinha; a Formiguinha e a neve; etc.
  15. 15. Escolares O interesse maior e pelo fantástico, valoriza- se a presença de seres mágicos, heróicos e cavaleiros valentes. 7 anos • Histórias de crianças; animais e encantamento; • Aventuras no ambiente próximo: família, comunidade; • Histórias de fadas. 8 anos • Histórias de fadas com enredo mais elaborado; • Histórias humorísticas. 9 anos • Histórias de fadas; •Histórias vinculadas a realidade. 10 anos • Aventuras, narrativas de viagem, explorações, invenções; • Fábulas, mitos e lendas. Público juvenil • Histórias de romance, aventura, ficção, humor e tragédia.
  16. 16. PARALISIA CEREBRAL / DEFICIÊNCIA INTELECTUAL •Histórias com poucos personagens. •Utilização da voz e recursos de apoio. •Repertório educativo DEFICIENTE VISUAL • Deve-se organizar elementos ou personagens da história para exploração tátil. •Livros sensoriais •Utilização de objetos concretos referentes a história para que o aluno D.V. possa tocar e compreendê-lo. DEFICIENTE AUDITIVO • É importante utilizar recursos visuais demonstrando sentimentos dos personagens (medo, admiração). • Ao contar histórias lidas, observar se o livro está sendo visto pelo D.A. •Procurar dar vida – cor, cheiro, textura e gosto – a história. •Contar a história na língua de sinais e mostrar as imagens.
  17. 17. Que contribuições podem trazer a contação de história em sala de aula?  Incentivo ao hábito da leitura e este deve ser dado desde os primeiros anos de vida;  Por meio da história podemos propiciar a aprendizagem significativa abordando assuntos acadêmicos e também temas transversais como ética, cidadania,etc, com uma comunicação mais facilitada e interessante;  A partir das histórias as crianças começam a reconhecer e interpretar suas experiências da vida real, entre outras...
  18. 18. Algumas dicas para contação de história para alunos DI  Utilize linguagem simplificada e descritiva;  Observe o tempo de concentração dos alunos para que a você possa escolher a história ou mesmo poder encurtá-la conforme a necessidade da turma;  Prepare o ambiente para que o foco de atenção seja dado ao contador;  Utilize-se de recursos como fantoches, modulação vocal, gravuras para que possa voltar a atenção sempre para o contador, entre outros;  Contextualize a história com situações vividas;
  19. 19. Algumas dicas para contação de história para alunos DV  Explore recursos táteis,  Cuidado para não utilizar expressões que necessite exclusivamente da visão;  Module a voz de acordo com o personagem;  Faça a contação de história utilizando a audio- descrição;  Não tenha medo de preparar o ambiente para torná-lo mais lúdico e explore isso com todas as crianças, inclusive com a criança DV;  Utilize recursos como audio-livros, ou livros de escrita Braille.
  20. 20. Algumas dicas para contação de história para alunos DA  Prepare com antecedência a contação juntamente com intérprete para que haja tempo de pesquisar os sinais desconhecidos;  Se necessário encurte a história para obter maior atenção do surdo;  Utiliza-se de recursos visuais de apoio como fantoches, figuras etc...  Prepare o ambiente para torná-lo mais lúdico.
  21. 21. Algumas técnicas poderosas para a contação de história  Conheça bem seu público para escolher uma história que lhe chame a atenção;  Conhecer previamente a história que irá contar;  Ao perceber a dispersão das crianças peça a elas que repita parte da história ou que faça gesto ou som do personagem;  Aguçar a curiosidade perguntando elas o que acham que vai acontecer em determinado momento da história;  Modular a voz de acordo com o personagem;
  22. 22.  Preparar o ambiente (isso pode ser com recursos adicionais ou mesmo organizado as mesas do alunos de modo a prestarem mais atenção em você);  Lembrar-se que em sua sala pode haver diferentes públicos, por isso fique atento às adaptações necessárias;  Permita que as crianças possam interagir com você na história;  Explore os gestos e emoção, pois há diferença entre LER e CONTAR uma história;
  23. 23.  Esperamos que nos enquanto professores, sejamos anunciadores de historias,  Para que entremos no mundo da fantasia, que possibilita o sonhar, o imaginar das nossas crianças
  24. 24. Agora, mãos à obra...
  25. 25. Obrigada!!!
  26. 26. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRUNO, Marilda Moraes Garcia. Educação Infantil: saberes e práticas de inclusão: dificuldades de comunicação sinalização: deficiência visual. 4ª ed. Brasília: MEC, Secretaria de Educação Especial, 2006. Educaja.com.br/2008/08/iincentivo_a_leitura_a_criancas_portadoras_de_necessid ades_especiais.html GWAYA Contadores de histórias – UFG. Curso: Contar Histórias, Uma Arte Milenar. Goiânia, 2009. MARRA, Silvia Cristina. Contando histórias para crianças com deficiências: uma possibilidade de atuação fonoaudiológica na estimulação da linguagem – Dissertação (Mestrado em Distúrbios do Desenvolvimento) – Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, 2006. In: www.andreluiz.org.br/pdf/dissertação_completa_silvia.pdf

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