Gestao stock4º trabalho

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Gestao stock4º trabalho

  1. 1. Jorge Dias
  2. 2. Gestão de stocks ou Administração de stocks é uma área crucial à boa administração das empresas, pois o desempenho nesta área tem reflexos imediatos nos resultados comerciais e financeiros da empresa. Gestão de Stocks
  3. 3. <ul><li>Um inventário (stock) é uma reserva de materiais para facilitar a produção ou satisfazer a procura pelos clientes. </li></ul><ul><li>Os inventários incluem: </li></ul><ul><li>- Matérias-primas e componentes </li></ul><ul><li>- Produtos em vias de fabrico </li></ul><ul><li>- Produtos finais </li></ul><ul><li>Produção -> assegura a suavidade e eficiência da produção </li></ul><ul><li>Marketing -> assegura o serviço ao cliente </li></ul><ul><li>Finanças -> fundos alocados aos inventários </li></ul>
  4. 4. <ul><li>O objectivo da gestão de stocks envolve a determinação de três decisões principais: </li></ul><ul><li>quanto encomendar; </li></ul><ul><li>quando encomendar; </li></ul><ul><li>quantidade de stock de segurança que se deve manter para que cada artigo assegure um nível de serviço satisfatório para o cliente. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Necessidade de existência de inventários </li></ul><ul><li>Protecção contra as incertezas (procura aleatória, imprevistos) </li></ul><ul><li>Stocks de segurança </li></ul><ul><li>Produção e encomendas de acordo com critérios económicos </li></ul><ul><li>Lotes de fabrico e lotes de encomenda (descontos de </li></ul><ul><li>quantidade) </li></ul><ul><li>Cobrir antecipadamente flutuações da procura ou do fornecimento </li></ul><ul><li>(sazonais) </li></ul><ul><li>Cobrir necessidades de trânsito dos produtos </li></ul><ul><li>Produtos em vias de fabrico (entre postos de trabalho) </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Por que existem stocks na empresa? </li></ul><ul><li>São diversas as razões que estão na base da existência de stocks. Passo a enumerar: </li></ul><ul><li>Fluxo das entradas e fluxo das saídas com diferentes ritmos </li></ul><ul><li>Erros de previsão </li></ul><ul><li>Produção por lotes </li></ul><ul><li>Produzir mais do que é necessário </li></ul><ul><li>Prazos de fornecimento e pouca habilidade na negociação dos prazos acordados </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Deficiências de qualidade </li></ul><ul><li>Sistemas fabris não balanceados (diferenças de cadências entre os equipamentos) originando </li></ul><ul><li>stocks entre as operações. </li></ul><ul><li>E ainda, muitas vezes ligados ao processo do fabrico </li></ul><ul><li>produção antecipada para reduzir o prazo de satisfação dos clientes </li></ul><ul><li>produção antecipada para regular as oscilações da procura e para compensar irregularidades </li></ul><ul><li>da fabricação (avarias, paragens, etc.) </li></ul><ul><li>mudanças de fabrico. </li></ul>
  8. 8. Custos associados ao stock Os stocks suportam, para além do custo de ruptura, duas espécies de custo: custo de passagem encomendas para a constituição e reabastecimento e que vai somar-se ao preço de compra artigos e custo de posse inerente à sua existência e que vai agravar os preços de saída de armazém
  9. 9. Gestão administrativa de stocks O conhecimento das existências, em quantidade e em valor, responde a várias necessidades da empresa, servindo para alimentar a contabilidade, gerir a tesouraria e gerir os reaprovisionamentos.
  10. 10. <ul><li>A Gestão Administrativa dos Stocks controla os fluxos de informação e fiabiliza os dados recolhidos, ao mais baixo custo, através: </li></ul><ul><li>da gestão eficiente do processo de recepção </li></ul><ul><li>do registo correcto e funcional das movimentações </li></ul><ul><li>do controlo do inventário permanente </li></ul><ul><li>da gestão eficiente do processo do reaprovisionamento </li></ul><ul><li>do controlo contabilístico dos stocks. </li></ul>
  11. 11. Gestão económica dos stocks O problema da gestão económica dos stocks não se centra na aplicação de métodos de gestão, mas na selecção do melhor método para cada artigo, conforme a sua identidade, as suas características de consumo, de preço e de prazo, e os custos associados à armazenagem, reabastecimento e ruptura.
  12. 12. <ul><li>Trata-se de garantir o abastecimento dos utilizadores ao menor custo total através da: </li></ul><ul><li>A) minimização dos custos de posse e de passagem </li></ul><ul><li>B) redução dos obsoletos </li></ul><ul><li>C) redução das rupturas. </li></ul>Para o efeito é preciso saber calcular com exactidão o stock médio em quantidade e em valor e avaliar os resultados obtidos com os métodos aplicados
  13. 13. gestão económica dos stocks resume-se em saber: QUANDO ENCOMENDAR E QUANTO ENCOMENDAR de maneira a minimizar o custo global a suportar.
  14. 14. <ul><li>Os métodos clássicos de gestão de stocks </li></ul><ul><li>método de Ponto de Encomenda </li></ul><ul><li>método do Plano de Aprovisionamento (ambos inseridos nos métodos de consumo independente), </li></ul><ul><li>apoiam-se numa base de dados constituída por: </li></ul><ul><li>custo de passagem de uma encomenda; </li></ul><ul><li>custo de posse do stock; </li></ul><ul><li>consumo anual; </li></ul><ul><li>preço unitário; </li></ul><ul><li>prazo de entrega; </li></ul><ul><li>lei dos consumos mensais; </li></ul><ul><li>risco de ruptura aceite. </li></ul>
  15. 15. Método do ponto de encomenda O método de Ponto de Encomenda consiste em encomendar uma quantidade fixa, chamada Quantidade Económica, assim que o stock atinge o nível de reaprovisionamento chamado Ponto de Encomenda. Caracteriza-se por encomendar quantidades fixas em datas variáveis.
  16. 16. Método do plano de aprovisionamento Este método consiste em encomendar quantidades variáveis em intervalos fixos. Este método consiste em encomendar quantidades variáveis em intervalos fixos. È usado quando a um mesmo fornecedor compramos diversos materiais e pretendemos que o seu reaprovisionamento seja simultâneo, para reduzir custos de lançamento da encomenda, para reduzir custos de transporte, etc.

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