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Exame físico do quadril    Guilherme Wentz Biasuz R3
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anatomia
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Inspeção/Estáticaobservar a marchaatitude antalgicaexaminar a pelve a procura de cicatrizes,cirurgias, hematomas, manchas ...
Inspeção/Estáticaatrofia muscular, obliqüidade pélvicadiferença no comprimento de membrosaumento ou diminuição da lordosede...
Inspeção/Dinâmicaa mobilidade passiva deve ser testada paradeterminar se existe limitação de movimentoteste ativo pedimos ...
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Inspeção/Dinâmicaflexão 120˚
Inspeção/Dinâmicaabdução 50˚
Inspeção/DinâmicaAdução 30˚
Inspeção/Dinâmicarotação interna 40˚
Inspeção/Dinâmicarotação externa de 50˚
Inspeção/Dinâmicaextensão 30˚
Comprimento dos      membrosÉ realizado para avaliar discrepânciamedida entre a EIAS e o maléolo medial decada membro
Comprimento dos   membros
Testes de mobilidade       passivaTeste de Thomas -especifico para avaliarcontratura do quadril
Manobra de Thomas
Manobra de Thomas
Manobra de Thomas
Teste alternativo pararotações interno externa com o paciente em decúbito dorsal com as pernas pendendo a borda da mesa e ...
Teste alternativo pararotações interno externa
Teste alternativo pararotações interno externa
Teste alternativo pararotações interno externa
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Palpação ósseaface anterior  EIAS mãos rodeando a cintura, polegares  na projeção das EIASs  crista iliacas  tuberculos il...
Palpação óssea
Palpação ósseatrocanteres maiores - polegares sobre aEIAS e demais dedos esticados, envolvendoa face posterior de cada tro...
Palpação óssea
Palpação ósseaface posterior:  mais bem palpada com o paciente em  decubito lateral, com o quadril a ser  examinado(o do l...
Palpação óssea
Palpação ósseatrocânter maior: polegar sobre a EIPS,demais dedos deslocados para baixotuberosidade isquiática: localiza-se...
Palpação óssea
Palpação dos tecidos       molesa palpação dos tecidos moles e dividida em 5zonas clinicas: trígono femoral, trocântermaio...
Palpação dos tecidos       molesZONA I - trígonofemoral ou triângulode Scarpa
Palpação dos tecidos       molesZONA I - trígonofemoral ou triângulode Scarpa
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Palpação dos tecidos       molesZONA II - trocântermaior  Bursa  trocanteriana  glúteo médio  tenso do fascia
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Palpação dos tecidos       molesZONA III - nervociático
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Palpação dos tecidos       molesZONA IV - cristailíaca
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Palpação dos tecidos       molesZona V - Músculos do quadril e da pelve  grupamento flexor(quadrante anterior)-  ilipsoas, ...
Palpação dos tecidos       molesgrupamento extensor (quadrante posterior) -glúteo máximo, bíceps femoral, semitendineoe se...
Palpação dos tecidos       moles
Exame neurológico
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Testes e Sinais Especiais
Galeazzi
Trendelenburg
Trendelenburg
Teste de Ober
Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Teste da mobilização pélvica - com polegar sobre EIAS e as palmas sobre os...
Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Manobra de Volkmann - ambas as mãos sobre as EIAS forçando em um movimento...
Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Manobra de Volkmann - ambas as mãos sobre as EIAS forçando em um movimento...
Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Manobra de Lewin - decúbito lateral sobre o lado são e então é exercido pe...
Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Manobra de Lewin - decúbito lateral sobre o lado são e então é exercido pe...
Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Manobra de Mennel - paciente em decúbito lateral com o joelho fletido homol...
Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Sinal de Gaenslen _ paciente em decúbito dorsal com uma das nádegas fora d...
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Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Teste de Patrick ou Fabere -
Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Teste de Patrick ou Fabere -
Manobras e Sinais para Luxação Congênita
Manobras e Sinais para Luxação Congênita Manobras de Ortolani e Barlow
Manobras e Sinais para Luxação Congênita Manobras de Ortolani e Barlow
Manobras e Sinais para Luxação Congênita Sinal de Peter-Bade : Assimetria de pregas inguinais e glúteas
Manobras e Sinais para Luxação Congênita Sinal de Hart: limitação da abdução com as coxas fletidas a 90˚
Manobras destinadas averificar a presença de     contratura ou   encurtamento de       músculos Manobra de Ely -
Manobras destinadas averificar a presença de     contratura ou   encurtamento de       músculos Manobra de Ely -
Manobras destinadas averificar a presença de     contratura ou   encurtamento de       músculos Manobra de Ducroquet I paci...
Manobras destinadas averificar a presença de     contratura ou   encurtamento de       músculos Manobra de Ducroquet II pac...
Manobras destinadas averificar a presença de     contratura ou   encurtamento de       músculos Manobra de Gamper - decúbit...
O examinador estenderá o quadril, se opaciente elevar o tronco sera devido acontratura do iliopsoas.
Teste para avaliação de     epifisiolistese Sinal de Drehmann- aumento da RE durante a flexão do quadril e do joelho, presen...
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    1. 1. Exame físico do quadril Guilherme Wentz Biasuz R3
    2. 2. Exame físico do quadril Guilherme Wentz Biasuz R3
    3. 3. introdução e anatomiaA articulação do quadril é profunda, estávele fornece grande grau de amplitude demovimentos3 articulações: a acetabulofemoral oucoxofemoral, a sacroíliaca e a sínfise púbica
    4. 4. introdução e anatomiaalem da idade, sexo (artrite reumatóidepredomina em mulheres), cor ( anemiafalciforme no negros), hábitos e medicaçõesutilizadas (alcoolismo, corticoides na necroseda cabeça do femoral), investigar osantecedentes pessoais( patologias dainfância ou fraturas) e os antecedentesfamiliares ( doenças reumatológicas, dedepósito ou hematológicas).
    5. 5. anatomia
    6. 6. anatomia
    7. 7. anatomia
    8. 8. anatomia
    9. 9. anatomia
    10. 10. anatomia
    11. 11. anatomia
    12. 12. anatomia
    13. 13. anatomia
    14. 14. anatomia
    15. 15. anatomia
    16. 16. anatomia
    17. 17. anatomia
    18. 18. anatomia
    19. 19. anatomia
    20. 20. anatomia
    21. 21. anatomia
    22. 22. anatomia
    23. 23. anatomia
    24. 24. anatomia
    25. 25. anatomia
    26. 26. anatomia
    27. 27. anatomia
    28. 28. anatomia
    29. 29. anatomia
    30. 30. anatomia
    31. 31. anatomia
    32. 32. anatomia
    33. 33. anatomia
    34. 34. anatomia
    35. 35. anatomia
    36. 36. Inspeção/Estáticaobservar a marchaatitude antalgicaexaminar a pelve a procura de cicatrizes,cirurgias, hematomas, manchas hipo ouhipercrômicas, drenos de cavidades ouassimetria de pregas cutâneas
    37. 37. Inspeção/Estáticaatrofia muscular, obliqüidade pélvicadiferença no comprimento de membrosaumento ou diminuição da lordosedeformidades, cicatrizes, massasintegridade do sistema nervoso centralquanto a consciência, a orientação e aoequilíbrio estático e dinâmico
    38. 38. Inspeção/Dinâmicaa mobilidade passiva deve ser testada paradeterminar se existe limitação de movimentoteste ativo pedimos para o paciente queexecute o movimento, a fim de identificarcontratura dos tecidos moles (cápsulaarticular, ligamentos, músculos) ou porbloqueios ósseos ( alterações na conformaçãodas superfícies articulares, fusões, saliênciasósseas)
    39. 39. Inspeção/Dinâmicateste passivo eliminam o fator muscular,visto que, nesse caso, a força passa a serdesprendida pelo examinador. a amplitudemédia de movimento do quadril:
    40. 40. Inspeção/Dinâmicaflexão 120˚
    41. 41. Inspeção/Dinâmicaabdução 50˚
    42. 42. Inspeção/DinâmicaAdução 30˚
    43. 43. Inspeção/Dinâmicarotação interna 40˚
    44. 44. Inspeção/Dinâmicarotação externa de 50˚
    45. 45. Inspeção/Dinâmicaextensão 30˚
    46. 46. Comprimento dos membrosÉ realizado para avaliar discrepânciamedida entre a EIAS e o maléolo medial decada membro
    47. 47. Comprimento dos membros
    48. 48. Testes de mobilidade passivaTeste de Thomas -especifico para avaliarcontratura do quadril
    49. 49. Manobra de Thomas
    50. 50. Manobra de Thomas
    51. 51. Manobra de Thomas
    52. 52. Teste alternativo pararotações interno externa com o paciente em decúbito dorsal com as pernas pendendo a borda da mesa e joelho fletido com o paciente sentado na mesa de exame com o quadril e joelho fletidos ou em decúbito ventral e joelhos fletidos a 90˚
    53. 53. Teste alternativo pararotações interno externa
    54. 54. Teste alternativo pararotações interno externa
    55. 55. Teste alternativo pararotações interno externa
    56. 56. Palpação ósseaavaliar o paciente em pé e deitadoambos os lados simultaneamentealgumas patologias são melhor notadas aosustentar o peso
    57. 57. Palpação ósseaface anterior EIAS mãos rodeando a cintura, polegares na projeção das EIASs crista iliacas tuberculos iliacos de 7 a 8 cm abaixo do ápice de cada crista; é um ponto em que a região se espessa
    58. 58. Palpação óssea
    59. 59. Palpação ósseatrocanteres maiores - polegares sobre aEIAS e demais dedos esticados, envolvendoa face posterior de cada trocântertubérculos púbicos - estão no mesmo níveldos ápices dos trocanteres maiores
    60. 60. Palpação óssea
    61. 61. Palpação ósseaface posterior: mais bem palpada com o paciente em decubito lateral, com o quadril a ser examinado(o do lado oposto ao do decubito) EIPS repouso imediatamente abaixo da depressão circular encontrada logo acima de cada nádega
    62. 62. Palpação óssea
    63. 63. Palpação ósseatrocânter maior: polegar sobre a EIPS,demais dedos deslocados para baixotuberosidade isquiática: localiza-se na linhamédia das nádegas, aproximadamente no níveldas pregas glúteasarticulação sacroilíaca: difícil de ser palpadadevido a superposição do ílio
    64. 64. Palpação óssea
    65. 65. Palpação dos tecidos molesa palpação dos tecidos moles e dividida em 5zonas clinicas: trígono femoral, trocântermaior, nervo ciático, crista ilíaca e músculosda pelve e do quadril.
    66. 66. Palpação dos tecidos molesZONA I - trígonofemoral ou triângulode Scarpa
    67. 67. Palpação dos tecidos molesZONA I - trígonofemoral ou triângulode Scarpa
    68. 68. Palpação dos tecidos molesZONA I - trígonofemoral ou triângulode Scarpa
    69. 69. Palpação dos tecidos molesZONA II - trocântermaior Bursa trocanteriana glúteo médio tenso do fascia
    70. 70. Palpação dos tecidos molesZONA II - trocântermaior Bursa trocanteriana glúteo médio tenso do fascia
    71. 71. Palpação dos tecidos molesZONA III - nervociático
    72. 72. Palpação dos tecidos molesZONA III - nervociático
    73. 73. Palpação dos tecidos molesZONA IV - cristailíaca
    74. 74. Palpação dos tecidos molesZONA IV - cristailíaca
    75. 75. Palpação dos tecidos molesZona V - Músculos do quadril e da pelve grupamento flexor(quadrante anterior)- ilipsoas, sartório e reto femoral grupamento adutor (quadrante medial) - pectíneo, grácil, adutor longo, adutor curto e adutor magno grupamento abdutor (quadrante lateral) - gluteo médio e mínimo
    76. 76. Palpação dos tecidos molesgrupamento extensor (quadrante posterior) -glúteo máximo, bíceps femoral, semitendineoe semimembranoso
    77. 77. Palpação dos tecidos moles
    78. 78. Exame neurológico
    79. 79. Exame neurológico
    80. 80. Exame neurológico
    81. 81. Exame neurológico
    82. 82. Exame neurológico
    83. 83. Exame neurológico
    84. 84. Exame neurológico
    85. 85. Exame neurológico
    86. 86. Exame neurológico
    87. 87. Exame neurológico
    88. 88. Exame neurológico
    89. 89. Exame neurológico
    90. 90. Exame neurológico
    91. 91. Exame neurológico
    92. 92. Testes e Sinais Especiais
    93. 93. Galeazzi
    94. 94. Trendelenburg
    95. 95. Trendelenburg
    96. 96. Teste de Ober
    97. 97. Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Teste da mobilização pélvica - com polegar sobre EIAS e as palmas sobre os tuberculos ilíacos, comprime a pelve em direção a linha media.
    98. 98. Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Manobra de Volkmann - ambas as mãos sobre as EIAS forçando em um movimento de abertura
    99. 99. Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Manobra de Volkmann - ambas as mãos sobre as EIAS forçando em um movimento de abertura
    100. 100. Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Manobra de Lewin - decúbito lateral sobre o lado são e então é exercido peso sobre a crista ilíaca
    101. 101. Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Manobra de Lewin - decúbito lateral sobre o lado são e então é exercido peso sobre a crista ilíaca
    102. 102. Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Manobra de Mennel - paciente em decúbito lateral com o joelho fletido homolateral, com uma mão sobre a nádega superior e a outra fazendo tração no sentido posterior do paciente
    103. 103. Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Sinal de Gaenslen _ paciente em decúbito dorsal com uma das nádegas fora da mesa com o membro pendente.
    104. 104. Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Sinal de Gaenslen _ paciente em decúbito dorsal com uma das nádegas fora da mesa com o membro pendente.
    105. 105. Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Teste de Patrick ou Fabere -
    106. 106. Teste da mobilização da articulação sacroilíaca Teste de Patrick ou Fabere -
    107. 107. Manobras e Sinais para Luxação Congênita
    108. 108. Manobras e Sinais para Luxação Congênita Manobras de Ortolani e Barlow
    109. 109. Manobras e Sinais para Luxação Congênita Manobras de Ortolani e Barlow
    110. 110. Manobras e Sinais para Luxação Congênita Sinal de Peter-Bade : Assimetria de pregas inguinais e glúteas
    111. 111. Manobras e Sinais para Luxação Congênita Sinal de Hart: limitação da abdução com as coxas fletidas a 90˚
    112. 112. Manobras destinadas averificar a presença de contratura ou encurtamento de músculos Manobra de Ely -
    113. 113. Manobras destinadas averificar a presença de contratura ou encurtamento de músculos Manobra de Ely -
    114. 114. Manobras destinadas averificar a presença de contratura ou encurtamento de músculos Manobra de Ducroquet I paciente sentado com pernas livres e então realiza flexão dos joelhos - se o tronco for p anterior e divido a retração do reto anterior.
    115. 115. Manobras destinadas averificar a presença de contratura ou encurtamento de músculos Manobra de Ducroquet II paciente sentado com pernas livres e então realiza extensão dos joelhos - se o tronco for p posterior e divido a retração do isquiotibial.
    116. 116. Manobras destinadas averificar a presença de contratura ou encurtamento de músculos Manobra de Gamper - decúbito dorsal com flexão dos quadris e extensão dos joelhos
    117. 117. O examinador estenderá o quadril, se opaciente elevar o tronco sera devido acontratura do iliopsoas.
    118. 118. Teste para avaliação de epifisiolistese Sinal de Drehmann- aumento da RE durante a flexão do quadril e do joelho, presente em patologias como epifisiolise
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