a vontade suprema do coração
literatura
Dilson Fernandes
romantismo
1836 – Suspiros Poéticos e Saudades
Gonçalves de Magalhães
A vontade do coração em um movimento
que traduz arti...
Jornal da História
A independência do Brasil
deflagrou uma postura de
emancipação político cultural.
Guerras napoleônicas ...
 Liberdade artística e originalidade
características literárias
A liberdade de expressão é o que tanto anseia os
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 Sentimentalismo / individualismo
 Liberdade artística e originalidade
características literárias
A individualidade torn...
 Sentimentalismo e individualismo
 Liberdade artística e originalidade
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características literárias
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 Sentimentalismo e individualismo
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 Valorização do amor
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c...
 Sentimentalismo e individualismo
 Liberdade artística e originalidade
 Valorização do amor
 Evasão no tempo e no espa...
 Sentimentalismo e individualismo
 Liberdade artística e originalidade
 Valorização do amor
 Evasão no tempo e no espa...
 Sentimentalismo e individualismo
 Liberdade artística e originalidade
 Valorização do amor
 Evasão no tempo e no espa...
gerações da poesia romântica
nacionalista
Exalta a natureza
e o nativo do
Brasil, numa
poética ufanista e
indianista.
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Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
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Sobre o leito de flores reclinada,
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nacionalista ultra-romântica condoreira
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1 (CEAP-AM) Assinale a alternativa que exemplifica o Condoreirismo da Poesia
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Azevedo e Castro Alves d...
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Azevedo e Castro Alves d...
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3 (CESGRANRIO-RJ) O próprio Romantismo produziu uma literatura em
desacordo com certas tônicas do ...
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o romance romântico brasileiro
urbano
São histórias de aventura que giram em torno da descrição
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características
Apresentam comportamentos
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autores principais
Joaquim Manuel de Macedo
inaugura o romance brasileiro com
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05 (USF-SP) Observe as seguintes proposições, a respeito do Romantismo
do Brasil.
I. José de Alencar procurou documentar a...
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  1. 1. a vontade suprema do coração literatura Dilson Fernandes
  2. 2. romantismo 1836 – Suspiros Poéticos e Saudades Gonçalves de Magalhães A vontade do coração em um movimento que traduz artisticamente os anseios de uma burguesia promissora.
  3. 3. Jornal da História A independência do Brasil deflagrou uma postura de emancipação político cultural. Guerras napoleônicas Brasil independente Em consequência das guerras napoleônicas a família real transferiu-se para o Brasil.
  4. 4.  Liberdade artística e originalidade características literárias A liberdade de expressão é o que tanto anseia os novos artistas que primam pela originalidade.
  5. 5.  Sentimentalismo / individualismo  Liberdade artística e originalidade características literárias A individualidade tornar-se-á o parâmetro para exposição dos sentimentos – matéria-prima do estilo romântico.
  6. 6.  Sentimentalismo e individualismo  Liberdade artística e originalidade  Valorização do amor características literárias Dentre todos os sentimentos, o amor sobressai como o mais altivo e determinante das virtudes.
  7. 7.  Sentimentalismo e individualismo  Liberdade artística e originalidade  Valorização do amor  Natureza como parâmetro características literárias A natureza tornar-se-á um refúgio para os que amam, refletindo no seu aspecto o estado de alma do amante.
  8. 8.  Sentimentalismo e individualismo  Liberdade artística e originalidade  Valorização do amor  Evasão no tempo e no espaço  Natureza como parâmetro características literárias A fuga para o passado é uma forma de afirmação do não sofrimento. Nada no presente é bonito ou bom.
  9. 9.  Sentimentalismo e individualismo  Liberdade artística e originalidade  Valorização do amor  Evasão no tempo e no espaço  Natureza como parâmetro  Nacionalismo e arte popular características literárias A vontade de retratação da cor-local (natureza, nativo, cultura etc.) faz desta uma arte ufanista.
  10. 10.  Sentimentalismo e individualismo  Liberdade artística e originalidade  Valorização do amor  Evasão no tempo e no espaço  Idealização / imaginação  Natureza como parâmetro  Nacionalismo e arte popular características literárias As personagens, os sentimentos, os ambientes e os episódios são decorrentes da fantasia do autor.
  11. 11. gerações da poesia romântica nacionalista Exalta a natureza e o nativo do Brasil, numa poética ufanista e indianista. Gonçalves Dias
  12. 12. Minha terra tem palmeiras, Onde canta o sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. Nosso céu tem mais estrelas, Nossas várzeas têm mais flores, Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida mais amores. Em cismar, sozinho, à noite, Mais prazer encontro eu lá; Minha terra tem palmeiras, Onde canta o sabiá. Minha terra tem primores, Que tais não encontro cá; Em cismar – sozinho, a noite – Mais prazer encontro eu lá; Minha terra tem palmeiras, Onde canta o sabiá. Não permita Deus que eu morra, Sem que eu volte para lá; Sem que desfrute os primores Que não encontro por cá; Sem qu’inda aviste as palmeiras, Onde canta o Sabiá CançãodoExílio DIAS, Gonçalves. In: Poesias completas. 2.ed. São Paulo: Saraiva, 1957.
  13. 13. gerações da poesia romântica nacionalista ultra-romântica Expressa a morbidez e a introspecção típicas do “mal- do-século”. Exalta a natureza e o nativo do Brasil, numa poética ufanista e indianista. Gonçalves Dias Álvares Azevedo
  14. 14. Pálida, à luz da lâmpada sombria, Sobre o leito de flores reclinada, Como a lua por noite embalsamada, Entre as nuvens do amor ela dormia! Era a virgem do mar! na escuma fria Pela maré das águas embalada! Era um anjo entre nuvens d’alvorada! Que em sonho se banhava e se esquecia! Era mais bela! O seio palpitando... Negros olhos as pálpebras abrindo... Formas nuas no peito resvalando... Não te rias de mim, meu anjo lindo! Por ti – as noites eu velei chorando, Por ti – nos sonhos morrerei sorrindo! Soneto AZEVEDO, Álvares. In: PoesiasCompletas. 2.ed. São Paulo, Saraiva, 1962.
  15. 15. gerações da poesia romântica nacionalista ultra-romântica condoreira Expressa a morbidez e a introspecção típicas do “mal- do-século”. Fala do amor sensual e da problemática social escravagista. Exalta a natureza e o nativo do Brasil, numa poética ufanista e indianista. Gonçalves Dias Álvares Azevedo Castro Alves
  16. 16. Deus! ó Deus! Onde está que não respondes? Em que mundo, em qu’estrela tu t’escondes Embuçado nos céus? Há dois mil anos te mandei um grito, Que embalde desde então corre o infinito... Onde estás, Senhor Deus?... . . . . . . . . . . . Basta, Senhor! De teu potente braço Role através dos astros e do espaço Perdão p’ra os crimes meus!... Há dois mil anos... eu soluço um grito... Escuta o brando meu lá no infinito, Meus Deus! Senhor, meu Deus!... CASTRO ALVES, Antônio de. Os escravos. Belo Horizonte, Itatiaia, 1977.
  17. 17. em dia com o vestibular 1 (CEAP-AM) Assinale a alternativa que exemplifica o Condoreirismo da Poesia de Castro Alves: a) “O Poeta trabalha!..a fronte pálida / Guarda talvez fatídica tristeza... / Que importa? A inspiração lhe acende o verso / Tendo por musa – o amor e a natureza!” b) “O seio virginal que a mão recata, / Embalde o prende a mão... cresce flutua... / Sonha a moça ao relento... Além na rua / Preludia um violão na serenata!...” c) “Caminheiro que passas pela estrada, / Seguido pelo rumo do sertão / Quando vires a cruz abandonada / deixa-a em paz dormir na solidão.” d) “Senhor Deus dos desgraçados! / Dizei-me vós, Senhor Deus, / Se eu deliro... ou se é verdade / Tanto horror perante os céus?!” e) “Se eu te dissesse que cindindo os mares / Triste, pendido sobre a vítrea vaga, / eu desfolhava de teu nome as pétalas / Ao Salvo vento, que as marés afaga...”
  18. 18. em dia com o vestibular 1 (CEAP-AM) Assinale a alternativa que exemplifica o Condoreirismo da Poesia de Castro Alves: a) “O Poeta trabalha!..a fronte pálida / Guarda talvez fatídica tristeza... / Que importa? A inspiração lhe acende o verso / Tendo por musa – o amor e a natureza!” b) “O seio virginal que a mão recata, / Embalde o prende a mão... cresce flutua... / Sonha a moça ao relento... Além na rua / Preludia um violão na serenata!...” c) “Caminheiro que passas pela estrada, / Seguido pelo rumo do sertão / Quando vires a cruz abandonada / deixa-a em paz dormir na solidão.” d) “Senhor Deus dos desgraçados! / Dizei-me vós, Senhor Deus, / Se eu deliro... ou se é verdade / Tanto horror perante os céus?!” e) “Se eu te dissesse que cindindo os mares / Triste, pendido sobre a vítrea vaga, / eu desfolhava de teu nome as pétalas / Ao Salvo vento, que as marés afaga...”
  19. 19. em dia com o vestibular 2 (FUVEST-SP) Tomadas em conjunto, as obras de Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo e Castro Alves demonstram que, no Brasil, a poesia romântica: a) Pouco deveu às literaturas estrangeiras, consolidando de forma homogênea e inclinação sentimental e o anseio nacionalista dos escritores da época. b) Repercutiu, com efeitos locais, diferentes valores e tonalidades da literatura européia: a dignidade do homem natural, a exacerbação das paixões e a crença em lutas libertárias. c) Constituiu um painel de estilos diversificados, cada um dos poetas criando livremente sua linguagem, mas preocupados todos com a afirmação dos ideais abolicionistas e republicanos. d) Refletiu as tendências ao intimismo e à morbidez de alguns poetas europeus, evitando ocupar-se com temas sociais e históricos, tidos como prosaicos. e) Cultuou sobretudo o satanismo, inspirando no poeta inglês Byron, e a memória nostálgica das civilizações da Antigüidade clássica, representadas por suas ruínas.
  20. 20. em dia com o vestibular 2 (FUVEST-SP) Tomadas em conjunto, as obras de Gonçalves Dias, Álvares de Azevedo e Castro Alves demonstram que, no Brasil, a poesia romântica: a) Pouco deveu às literaturas estrangeiras, consolidando de forma homogênea e inclinação sentimental e o anseio nacionalista dos escritores da época. b) Repercutiu, com efeitos locais, diferentes valores e tonalidades da literatura européia: a dignidade do homem natural, a exacerbação das paixões e a crença em lutas libertárias. c) Constituiu um painel de estilos diversificados, cada um dos poetas criando livremente sua linguagem, mas preocupados todos com a afirmação dos ideais abolicionistas e republicanos. d) Refletiu as tendências ao intimismo e à morbidez de alguns poetas europeus, evitando ocupar-se com temas sociais e históricos, tidos como prosaicos. e) Cultuou sobretudo o satanismo, inspirando no poeta inglês Byron, e a memória nostálgica das civilizações da Antigüidade clássica, representadas por suas ruínas.
  21. 21. em dia com o vestibular 3 (CESGRANRIO-RJ) O próprio Romantismo produziu uma literatura em desacordo com certas tônicas do movimento. Através da ironia, autores românticos revelam irreverência muitas vezes feroz. Assinale a opção em que o autor se mantém dentro dos preceitos mais conhecidos da escola romântica, tais como a glorificação do ideal e do sublime e o desapego ao mundo material. a) “Dos prazeres do amor as primícias, / De meu pai entre os braços gozei; / E de amor as extremas delícias / Deu-me um filho, que dele gerei.” (Bernardo Guimarães) b) “Como dormia! Eu profundo sono!... / Tinha na mão o ferro do engomado... / Como roncava maviosa e pura!... / Quase cai na rua desmaiado!”(Álvares de Azevedo) c) “(Damas da Nobreza:) / – Não precisa aprendê / Quem tem pretos p’herdá / E escravidão p’escrevê; / Basta tê / Burra d’ouro e casá.”(Sousândrade) d) “Porque Deus pôs em meu peito / Um tesouro de harmonia: / Deu-me a sina de seus anjos, / Deu-me o dom da poesia” (Junqueira Freire) e) “Nem há de negá-lo – não há doce lira / Nem sangue de poeta ou alma virgem / que lha o talismã que o oiro vibra!” (Álvares de Azevedo)
  22. 22. em dia com o vestibular 3 (CESGRANRIO-RJ) O próprio Romantismo produziu uma literatura em desacordo com certas tônicas do movimento. Através da ironia, autores românticos revelam irreverência muitas vezes feroz. Assinale a opção em que o autor se mantém dentro dos preceitos mais conhecidos da escola romântica, tais como a glorificação do ideal e do sublime e o desapego ao mundo material. a) “Dos prazeres do amor as primícias, / De meu pai entre os braços gozei; / E de amor as extremas delícias / Deu-me um filho, que dele gerei.” (Bernardo Guimarães) b) “Como dormia! Eu profundo sono!... / Tinha na mão o ferro do engomado... / Como roncava maviosa e pura!... / Quase cai na rua desmaiado!”(Álvares de Azevedo) c) “(Damas da Nobreza:) / – Não precisa aprendê / Quem tem pretos p’herdá / E escravidão p’escrevê; / Basta tê / Burra d’ouro e casá.”(Sousândrade) d) “Porque Deus pôs em meu peito / Um tesouro de harmonia: / Deu- me a sina de seus anjos, / Deu-me o dom da poesia” (Junqueira Freire) e) “Nem há de negá-lo – não há doce lira / Nem sangue de poeta ou alma virgem / que lha o talismã que o oiro vibra!” (Álvares de Azevedo)
  23. 23. o romance romântico brasileiro urbano São histórias de aventura que giram em torno da descrição dos costumes citadinos (romance urbano), de amenidades das zonas rurais (romance regional), da bravura de imponentes selvagens (romance indianista) e de episódios reais mesclados de ficção (romance histórico). regional indianista histórico
  24. 24. características Apresentam comportamentos previsíveis e dividem-se em heróis e vilões. A exaltação do bem e a punição do mal. O amor sempre triunfado sobre a vilania. forma conteúdo Publicação em folhetins Os capítulos são publicados em edições diárias nos jornais de grande circulação. Tempo cronológico os acontecimentos orientam-se em seqüência natural: começo, meio e fim. Personagens planas O amor como redenção O amor é visto como o único caminho para a plena realização dos objetivos. Heróis grandiosos e idealizados Os homens são corajosos, determinados e justos; as mulheres, frágeis, submissas e domesticas. Mensagens redundantes
  25. 25. autores principais Joaquim Manuel de Macedo inaugura o romance brasileiro com A Moreninha. Manuel Antônio de Almeida inova com Memórias de um Sargento de Milícias. Ambos urbanos Bernado Guimarães é o criador do regionalismo literário. A Escrava Isaura é a sua obra mais conhecida.Visconde de Taunay escreveu a obra prima do gênero: Inocência.
  26. 26. principal destaque José de Alencar foi o principal ibope do Romantismo brasileiro. Primeiro ficcionista de bom nível da literatura brasileira. Estilo poético. Pretendeu retratar o país em sua plenitude:urbano com Senhora; regional com O Sertanejo ; indianista com Iracema; e histórico com A Guerra dos Mascates.
  27. 27. 02 (Ceeteps-SP) Leia, com atenção, os trechos seguintes, que caracterizam as diferentes preocupações temáticas de José de Alencar: I. Procura focalizar a corte; retratar a vida burguesa da época, utilizando histórias de amor como assunto das narrativas. II. Foi uma das soluções encontradas pelo escritor brasileiro para repetir aqui a proposta européia de volta ao passado. A civilização indígena representou literariamente o aspecto mais autêntico da nossa nacionalidade. III. Pretende trazer à tona figuras históricas ou até figuras lendárias, situando-as em seu tempo e momento reais. IV. Retrata diferente partes do país, focalizando seus hábitos, costumes, linguagens, tradições, sempre em oposição aos valores urbanos da corte Tais características referem-se, respectivamente, aos romances: a) históricos, indianistas, urbanos, regionalistas. b) regionalistas, históricos, indianistas, urbanos. c) indianistas, históricos, regionalistas, urbanos. d) urbanos, indianistas, regionalistas, históricos. e) urbanos, indianistas, históricos, regionalista. em dia com o vestibular
  28. 28. 02 (Ceeteps-SP) Leia, com atenção, os trechos seguintes, que caracterizam as diferentes preocupações temáticas de José de Alencar: I. Procura focalizar a corte; retratar a vida burguesa da época, utilizando histórias de amor como assunto das narrativas. II. Foi uma das soluções encontradas pelo escritor brasileiro para repetir aqui a proposta européia de volta ao passado. A civilização indígena representou literariamente o aspecto mais autêntico da nossa nacionalidade. III. Pretende trazer à tona figuras históricas ou até figuras lendárias, situando-as em seu tempo e momento reais. IV. Retrata diferente partes do país, focalizando seus hábitos, costumes, linguagens, tradições, sempre em oposição aos valores urbanos da corte Tais características referem-se, respectivamente, aos romances: a) históricos, indianistas, urbanos, regionalistas. b) regionalistas, históricos, indianistas, urbanos. c) indianistas, históricos, regionalistas, urbanos. d) urbanos, indianistas, regionalistas, históricos. e) urbanos, indianistas, históricos, regionalista. em dia com o vestibular
  29. 29. 03 (UFV-MG) A respeito de Senhora, romance de José de Alencar, todas as alternativa abaixo estão corretas, exceto: a) O amor verdadeiro redime a mulher de seu orgulho e o homem de seu interesse. b) O espaço é o Rio de Janeiro, especificamente o Centro, Laranjeira e Santa Tereza. c) O narrador é onisciente, de terceira pessoa. d) O sentimento da natureza, comum aos românticos, faltava ao herói. e) Não se analisa no romance a psicologia da personagem principal. em dia com o vestibular
  30. 30. 03 (UFV-MG) A respeito de Senhora, romance de José de Alencar, todas as alternativa abaixo estão corretas, exceto: a) O amor verdadeiro redime a mulher de seu orgulho e o homem de seu interesse. b) O espaço é o Rio de Janeiro, especificamente o Centro, Laranjeira e Santa Tereza. c) O narrador é onisciente, de terceira pessoa. d) O sentimento da natureza, comum aos românticos, faltava ao herói. e) Não se analisa no romance a psicologia da personagem principal. em dia com o vestibular
  31. 31. 03 (UFV-MG) A respeito de Senhora, romance de José de Alencar, todas as alternativa abaixo estão corretas, exceto: a) O amor verdadeiro redime a mulher de seu orgulho e o homem de seu interesse. b) O espaço é o Rio de Janeiro, especificamente o Centro, Laranjeira e Santa Tereza. c) O narrador é onisciente, de terceira pessoa. d) O sentimento da natureza, comum aos românticos, faltava ao herói. e) Não se analisa no romance a psicologia da personagem principal. em dia com o vestibular
  32. 32. 03 (UFV-MG) A respeito de Senhora, romance de José de Alencar, todas as alternativa abaixo estão corretas, exceto: a) O amor verdadeiro redime a mulher de seu orgulho e o homem de seu interesse. b) O espaço é o Rio de Janeiro, especificamente o Centro, Laranjeira e Santa Tereza. c) O narrador é onisciente, de terceira pessoa. d) O sentimento da natureza, comum aos românticos, faltava ao herói. e) Não se analisa no romance a psicologia da personagem principal. em dia com o vestibular
  33. 33. 05 (USF-SP) Observe as seguintes proposições, a respeito do Romantismo do Brasil. I. José de Alencar procurou documentar a realidade nacional dentro de uma visão crítica que antecipa a postura dos primeiros modernistas. II. Memórias de um Sargento de Milícias é um romance que, por focalizar uma época próxima e por ter um anti-herói com personagem central, antecipa características do Realismo. III. Os romances de Joaquim Manuel de Macedo narram histórias fáceis, típicas do gosto romântico-burguês de sua época. Pode-se afirmar que: a) As proposições I, II e III estão corretas. b) Somente as proposições I e II estão corretas. c) Somente as proposições II e III estão corretas. d) Somente a proposição II está correta. e) Somente a proposição III está correta. em dia com o vestibular
  34. 34. 05 (USF-SP) Observe as seguintes proposições, a respeito do Romantismo do Brasil. I. José de Alencar procurou documentar a realidade nacional dentro de uma visão crítica que antecipa a postura dos primeiros modernistas. II. Memórias de um Sargento de Milícias é um romance que, por focalizar uma época próxima e por ter um anti-herói com personagem central, antecipa características do Realismo. III. Os romances de Joaquim Manuel de Macedo narram histórias fáceis, típicas do gosto romântico-burguês de sua época. Pode-se afirmar que: a) As proposições I, II e III estão corretas. b) Somente as proposições I e II estão corretas. c) Somente as proposições II e III estão corretas. d) Somente a proposição II está correta. e) Somente a proposição III está correta. em dia com o vestibular

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