2012 aula higiene_bucal_templa

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2012 aula higiene_bucal_templa

  1. 1. Escola de Ciências da Saúde Escola de Ciências da Saúde ECS Curso: Odontologia CONTROLE MECÂNICO DO BIOFILME DENTAL REALIZADO PELO PACIENTE HIGIENE BUCALDisciplina: Odontologia de Promoçãode Saúde I 1
  2. 2. Escola de Ciências da Saúde ECSMEIOS DE CONTROLE DO BIOFILME DENTAL• MECÂNICOS: Escova Dental Fio Dental• QUÍMICOS: Agentes antimicrobianos
  3. 3. Escola de Ciências da Saúde ECSEDUCAÇÃO EM SAÚDE
  4. 4. Escola de Ciências da Saúde ECS EDUCAÇÃO EM SAÚDE PROCESSO AMPLO; ORIENTAÇÃO & INFORMAÇÃO. MOTIVAÇÃOMUDANÇA DE COMPORTAMENTO
  5. 5. Escola de Ciências da Saúde ECSMEIOS E MÉTODOS DE HIGIENE
  6. 6. Escola de Ciências da Saúde ECS ESCOVAÇÃOÉ O MEIO MECÂNICO MAIS DIFUNDIDO PARA O CONTROLE NÃO PROFISSIONAL DO BIOFILME.
  7. 7. Escola de Ciências da Saúde ECS ESCOVAÇÃO NÃO É SINÔNIMO DE LIMPEZA; DIVERSIDADE DE TÉCNICAS:Adequação da técnica do paciente FREQUÊNCIA X QUALIDADE; APÓS AS PRINCIPAIS REFEIÇÕES;
  8. 8. Escola de Ciências da Saúde ECS• EM FRENTE AO ESPELHO E COM ATENÇÃO• NÃO ESQUECER DE HIGIENIZAR PRÓTESES EAPARELHOS ORTODÔNTICOS;• LÍNGUA.
  9. 9. Escola de Ciências da Saúde ECS TÉCNICAS:1.BASS:• Inclinação de 45º da Escova• Movimento Vibratório
  10. 10. Escola de Ciências da Saúde ECS2.BASS MODIFICADA• Movimentos vibratórios + varredura• Inclinação de 45º da Escova
  11. 11. Escola de Ciências da Saúde ECS3.FONES (Bolinha):• Crianças em idade escolar• Movimentos circulares ( V, L, P)• Dentes Cerrados – Faces vestibulares• Faces oclusais - movimentos ântero-posteriores
  12. 12. Escola de Ciências da Saúde ECS4.STILLMAN:• Inclinação da Escova menor que 45º• Movimento Vibratório• Não há penetração no sulco gengival• Indicação: Pacientes com recessão gengival 12
  13. 13. Escola de Ciências da Saúde ECS5.STILLMAN MODIFICADA:• Inclinação da Escova menor que 45º• Não há penetração no sulco gengival• Movimento Vibratório + Varredura em direção aspontas dos dentes• Indicação: Pacientes com recessão gengival 13
  14. 14. Escola de Ciências da Saúde ECS
  15. 15. Escola de Ciências da Saúde ECS
  16. 16. Escola de Ciências da Saúde ECS INSTRUMENTOS PARA CONTROLE MECÂNICO DO BIOFILME1. ESCOVAS DENTÁRIAS: MANUAIS ELÉTRICAS
  17. 17. Escola de Ciências da Saúde ECSESCOVAS DENTÁRIAS:DIVISÕES DA ESCOVA TRADICIONAL: CABEÇA CABO
  18. 18. Escola de Ciências da Saúde ECSCABEÇA DA ESCOVA:• DIFERENTES TAMANHOS:  Grande  Pequena  Média• DIFERENTES FORMATOS:  Oval  Diamante  Quadrada  Retangular  Cônica
  19. 19. Escola de Ciências da Saúde ECSCERDAS:Duras, Médias, Macias, Extra – MaciasArranjadas em tufos de diferentes configurações:Retos; Multidirecionais;Serrilhados; Inclinados;Alternados; Ondulados etc.Curtos;Longos;
  20. 20. Escola de Ciências da Saúde ECSCABO: DIFERENTES TAMANHOS; ANGULADO; RETO; FLEXÍVEL; RÍGIDO
  21. 21. Escola de Ciências da Saúde ECS
  22. 22. Escola de Ciências da Saúde ECSCARACTERÍSTICAS DA ESCOVA INFANTIL:CABEÇA PEQUENACERDAS MACIASCABO LONGO
  23. 23. Escola de Ciências da Saúde ECSPOSSUEM CORES E DESENHOS VARIADOS
  24. 24. Escola de Ciências da Saúde ECSESCOVA ELÉTRICA PORTADORES DE DEFICIÊNCIA OU COMLIMITAÇÃO DA DESTREZA MANUAL EVOLUÇÃO DE MODELOS(Rotadent, Interplak, Braun-Oral B Plak Control)
  25. 25. Escola de Ciências da Saúde ECS
  26. 26. Escola de Ciências da Saúde ECS
  27. 27. Escola de Ciências da Saúde ECS1. Dividir a cavidade oral em 4 quadrantes;2. Escolher um quadrante para começar;3. Começar a escovação do posterior para o anterior, não esquecendo a face distal do último dente;4. Duas opções:• Escovar todas as superfícies vestibulares, palatinas/linguais e oclusais ou• Higienizar todas as faces dente por dente.
  28. 28. Escola de Ciências da Saúde ECSQUESTIONANDO
  29. 29. Escola de Ciências da Saúde ECS NA VERDADE, POUCO IMPORTA OTIPO DE ESCOVA, SEJA MANUAL OUELÉTRICA, A VARIÁVEL CRÍTICA PARAA DESORGANIZAÇÃO DO BIOFILME É O PACIENTE.
  30. 30. Escola de Ciências da Saúde ECSNENHUMA DIFERENÇA SIGNIFICANTE ENTREA CAPACIDADE DE REMOÇÃO DO BIOFILMEATRAVÉS DOS DIFERENTES MÉTODOS OU DO USO DE DIFERENTES TIPOS DE ESCOVAS PODE AINDA SER ENCONTRADO.
  31. 31. Escola de Ciências da Saúde ECS
  32. 32. Escola de Ciências da Saúde ECS
  33. 33. Escola de Ciências da Saúde ECSA PREVALÊNCIA DE CÁRIE E GENGIVITE ÉMAIOR NAS ÁREAS INTERPROXIMAIS, ONDE A REMOÇÃO DO BIOFILME PELA ESCOVA TRADICIONAL É INEFICIENTE.
  34. 34. Escola de Ciências da Saúde ECSTIPOS DE FIO OU FITA ENCERADO / NÃO ENCERADO; COM / SEM SABOR; COM / SEM FLÚOR USO DE LINHA Nº 10 PASSADOR DE FIO / PORTA FIO
  35. 35. Escola de Ciências da Saúde ECS COADJUVANTES DA LIMPEZA INTERPROXIMAL 2.FIO DENTAL / FITA DENTAL PESSOAS COM PAPILAS GENGIVAIS QUE PREENCHAMTODO O ESPAÇO INTERPROXIMAL; TÉCNICA DE FRICÇÃO ( 2mm de profundidade em molares ); DIVERSAS MARCAS COMERCIAIS.
  36. 36. Escola de Ciências da Saúde ECS1. Dividir a cavidade oral em 4 quadrantes;2. Escolher um quadrante para começar;3. Começar a higienização do posterior para o anterior, não esquecendo a face distal do último dente;4. Introduzir o fio, abraçar a mesial do dente e retirar o fio;5. Introduzir o fio, abraçar a distal do outro dente e remover o fio.
  37. 37. Escola de Ciências da Saúde ECSTÉCNICA DA FRICÇÃO
  38. 38. Escola de Ciências da Saúde ECS
  39. 39. Escola de Ciências da Saúde ECS
  40. 40. Escola de Ciências da Saúde ECSAna Lúcia H. Teixeira
  41. 41. Escola de Ciências da Saúde ECSAna Lúcia H. Teixeira
  42. 42. Escola de Ciências da Saúde ECS OBSERVAR: ENCORAJAR O USO DO FIO DENTAL E/ OU OUTROSCOADJUVANTES DA LIMPEZA INTERPROXIMAL; AS CRIANÇAS DEVEM SER SUPERVISIONADAS PORADULTOS; APÓS AS PRINCIPAIS REFEIÇÕES.
  43. 43. Escola de Ciências da Saúde ECSOUTROS INSTRUMENTOS PARA REALIZAÇÃO DA HIGIENE INTERPROXIMAL ESCOVAS INTERDENTAIS; PALITO TRIANGULAR. Ana Lúcia H. Teixeira
  44. 44. Escola de Ciências da Saúde ECS3.ESCOVAS INTERDENTAIS: ESPAÇOS INTERDENTAIS MAIS AMPLOS; REMOÇÃO DE PLACA SUPRA-GENGIVAL E PARTE DA PLACASUB-GENGIVAL; ESCOVA INTERPROXIMAL ELÉTRICA.
  45. 45. Escola de Ciências da Saúde ECS
  46. 46. Escola de Ciências da Saúde ECS
  47. 47. Escola de Ciências da Saúde ECS4.PALITO TRIANGULAR:• POUCO DIFUNDIDO NO BRASIL;• MANTEM A REGIÃO SUB – GENGIVAL LIVRE DEPLACA ( 2 - 3 mm );
  48. 48. Escola de Ciências da Saúde ECS
  49. 49. Escola de Ciências da Saúde ECSMEIOS SUPLEMENTARES DE LIMPEZA ESCOVA UNITUFO; SUPER-FLOSS; RASPADOR DE LíNGUA.
  50. 50. Escola de Ciências da Saúde ECS 5.ESCOVA UNITUFO ÁREAS DIFÍCEIS DE SEREM ATINGIDAS COM AESCOVA TRADICIONAL; PACIENTES PORTADORES DE APARELHO FIXO; PACIENTES PORTADORES DE PRÓTESE.
  51. 51. Escola de Ciências da Saúde ECS
  52. 52. Escola de Ciências da Saúde ECS
  53. 53. Escola de Ciências da Saúde ECS
  54. 54. Escola de Ciências da Saúde ECS
  55. 55. Escola de Ciências da Saúde ECS
  56. 56. Escola de Ciências da Saúde ECSPARA TODO O CASO, DEVEMOS LEVAREM CONSIDERAÇÃO AS NECESSIDADES INDIVIDUAIS E AS PREFERÊNCIAS DO PACIENTE.
  57. 57. Escola de Ciências da Saúde ECSHIGIENE BUCALBEBÊS
  58. 58. Escola de Ciências da Saúde ECSTÉCNICA DA GAZE COM ÁGUA FILTRADA E FERVIDA
  59. 59. Escola de Ciências da Saúde ECSQUANDO COMEÇAR????????????????????????? INTRODUÇÃO DE PAPINHAS; NASCIMENTO DOS PRIMEIROS DENTES.
  60. 60. Escola de Ciências da Saúde ECSO EXEMPLO VEM DE CASA.
  61. 61. Escola de Ciências da Saúde ECSCRIANÇAS DE 1- 2 ANOS
  62. 62. Escola de Ciências da Saúde ECS ESTABELECIMENTO DE HÁBITOS DE HIGIENEBUCAL; REALIZADO PELOS RESPONSÁVEIS; INTRODUÇÃO DA ESCOVA / FIO DENTAL.
  63. 63. Escola de Ciências da Saúde ECS
  64. 64. Escola de Ciências da Saúde ECSCRIANÇASDE 5 – 7 ANOS
  65. 65. Escola de Ciências da Saúde ECS PERÍODO DE TRANSIÇÃO: DENTIÇÃO DECÍDUA – DENTIÇÃODENTIÇÃO PERMANENTE = DENTIÇÃO MISTA; PERÍODO CRÍTICO DA ERUPÇÃO DOS MOLARES PERMANENTES; TÉCNICA TRANSVERSAL; ÉPOCA DAS PEQUENAS CONQUISTAS; É BOM QUE A ÚLTIMA ESCOVAÇÃO SEJA FEITA PELOS PAIS/RESPONSÁVEIS (COORDENAÇÃO MOTORA); FIO DENTAL
  66. 66. Escola de Ciências da Saúde ECS
  67. 67. Escola de Ciências da Saúde ECSCRIANÇAS DE 11 – 14 ANOS
  68. 68. Escola de Ciências da Saúde ECSERUPÇÃO DOS 2º MOLARESMAIOR RISCO PARA REGIÃO INTERPROXIMAL : 1º Passo: Fio Dental 2º Passo: Escovação
  69. 69. Escola de Ciências da Saúde ECSADULTOS
  70. 70. Escola de Ciências da Saúde ECS MUDANÇA DE HÁBITO; ADEQUAR SEUS CONHECIMENTOS E TÉCNICAS; ORIENTAR E TREINAR O USO DOS INSTRUMENTOSADEQUADOS; APERFEIÇOAMENTO.
  71. 71. Escola de Ciências da Saúde ECSIDOSOS
  72. 72. Escola de Ciências da Saúde ECSRETRAÇÃO GENGIVAL;SALIVAÇÃO REDUZIDA;ATIVIDADE MUSCULAR REDUZIDA;MAIOR CONTROLE E REFORÇO.
  73. 73. Escola de Ciências da Saúde ECS DENTIFRÍCIOSFUNÇÃO COSMÉTICAFUNÇÃO PREVENTIVO TERAPÊUTICA
  74. 74. Escola de Ciências da Saúde ECS A REDUÇÃO DA CÁRIE ASSOCIADA AOS DENTIFRÍCIOS FLUORETADOS TEM SIDOEXTENSIVAMENTE RELATADA NA LITERATURA. MAIS DE CEM ESTUDOS MOSTRAM QUE AESCOVAÇÃO COM DENTIFRÍCIO FLUORETADO REDUZ A INCIDÊNCIA DE CÁRIE.
  75. 75. Escola de Ciências da Saúde ECS COMPOSIÇÃO BÁSICA DOS DENTIFRÍCIOS CONSERVANTES ABRASIVOS (P-HIDROXIBENZOATO DE ( CARBONATO DE CÁLCIO, METILA) FOSFATO DICÁLCICO, SILICATO DE SÓDIO)UMECTANTES(SORBITOL,GLICEROL) FLAVORIZANTES (SACARINA SÓDICA, MENTA, VANILA) AGLUTINANTES DETERGENTE (CARBOXIMETILCELULOSE) (LAURIL SULFATO DE SÓDIO) SUBSTÂNCIAS TERAPÊUTICAS (FLUORETO DE SÓDIO, MONOFLUORPOSFATO DE SÓDIO)
  76. 76. Escola de Ciências da Saúde ECS CUIDADO COM A INGESTÃO NÃO DEIXAR AO ALCANCE DAS CRIANÇAS PEQUENAS; CRIANÇAS E BEBÊS ENGOLEM CERCA DE 30% DO DENTIFRÍCIOFLUORETADO; ULTILIZAR NA QUANTIDADE CORRETA; ESTIMULAR A CRIANÇA A CUSPIR (REFLEXO); FLUOROSE INTOXICAÇÃO
  77. 77. Escola de Ciências da Saúde ECS
  78. 78. Escola de Ciências da Saúde ECS
  79. 79. Escola de Ciências da Saúde ECS
  80. 80. Escola de Ciências da Saúde ECSA ESCOVAÇÃO POR CRIANÇAS DEVE SER SUPERVISIONADA ATÉ QUE COMPREENDAM O SIGNIFICADO E USEM PEQUENA QUANTIDADE DE DENTIFRÍCIO.
  81. 81. Escola de Ciências da Saúde ECS HALITOSE É UMA CONDIÇÃO ANORMAL DO HÁLITO, INDICATIVO DEDESEQUILÍBRIO LOCAL OU SISTÊMICO; ETIOLOGIA MULTIFATORIAL DIFÍCIL DE SER DIAGNOSTICADA SABURRA LINGUAL E PERODONTITE – 90% TRATO RESPORATÓRIO – 8% TRATO GASTROINTESTINAL – 1%
  82. 82. Escola de Ciências da Saúde ECS BACTÉRIAS MAIS IMPORTANTES ASSOCIADA S A HALITOSEANAERÓBIOS PROTEOLÍTICOS GRAM NEGATIVOS: Porfhyromonas gingivalis; COMPOSTOS Treponema denticola; SULFURADOS VOLÁTEIS (CSV) Prevotella intermédia Bacteroides forsythus... METILMERCAPTANA E GÁS SULFÍDRICO (ODOR DE OVO PODRE)
  83. 83. Escola de Ciências da Saúde ECS OS PRINCIPAIS NICHOS DE INSTALAÇÃO DESSASBACTÉRIAS RESPONSÁVEIS PELA PRODUÇÃO DO MAL ODOR ORAL ESTÃO NAS FISSURAS LINGUAIS DO DORSO POSTERIOR DA LÍNGUA. Ana Lúcia H. Teixeira
  84. 84. Escola de Ciências da Saúde ECSO BIOFILME ASSOCIADO A LESÕES PERIODONTAIS FUNCIONA COMORESERVATÓRIO DE BACTÉRIAS PARA OUTRAS REGIÕES ORAIS. Ana Lúcia H. Teixeira
  85. 85. Escola de Ciências da Saúde ECSCAUSAS DA HALITOSE90% DOS CASOS DO BIOFILME BACTERIANOLINGUAL (“SABURRA”).LOCAISDOENÇA PERIODONTAL, CÁRIE, REDUÇÃO DOFLUXO SALIVAR, SALIVA.SISTÊMICAHIPOGLICEMIA, DIABETES, FUNÇÃO RENALGRAVE,REFLUXO GASTRO-ESOFÁGICO, PRISÃO DEVENTRE OU DIARRÉIA, CONSUMO DECONDIMENTOS... Ana Lúcia H. Teixeira
  86. 86. Escola de Ciências da Saúde ECS1.DOENÇAS DO ESÔFAGO:• Refluxo Gastroesofágico (Hérnia de Hiato):- Odor de Azedo ( Ácido gástrico );- Irritação: cavidade oral; orofaringe e esôfago.
  87. 87. Escola de Ciências da Saúde ECS• Divertículos Esofágicos:- Associados a uma disfunção motora-Há formação de cavidade onde ocorre acúmulo de alimentosque sofrem ação microbiana e putrefação
  88. 88. Escola de Ciências da Saúde ECS• Infecções do esôfago-Pacientes Imunodeprimidos ou portadores deimunodeficiência(HIV);-Processos Neoplásicos;- uso de quimioterápicos e outros.- Cândida, citomegalovírus, herpes vírus.
  89. 89. Escola de Ciências da Saúde ECS• Câncer de esôfago- Necrose halitose
  90. 90. Escola de Ciências da Saúde ECS2. DOENÇAS DO ESTÔMAGO E DUODENO• Gastrite-Processo inflamatório crônico ou agudo da parede doestômago;- Causas Infecciosas: Helicobacter pylori;- Induzidas por drogas, stress, dentre outros;- Halitose associada a dieta rica em leite e derivados;- Pacientes estressado: Xerostomia e antiperistaltismo.
  91. 91. Escola de Ciências da Saúde ECS• Úlcera Grastroduodenal e Câncer Bucal- As úlceras e carcinomas não causam halitose a não ser quese encontrem complicados devido à necrose ou infecçãosecundária
  92. 92. Escola de Ciências da Saúde ECS3. DOENÇAS DOS INTESTINOS DELGADO E GROSSO• Gastroenterite Aguda- Infecções intestinais geralmente de origem infecciosa;- diarréia desidratação redução do fluxo salivar salivaviscosa Saburra Lingual Halitose
  93. 93. Escola de Ciências da Saúde ECS4. DOENÇAS HEPÁTICAS• Hepatite, Cirrose, Neoplasias: Dimetilsulfeto expirado.• Halito com odor de terra molhada, peixe, rato5. DOENÇAS PANCREÁTICAS• Diabetes• Hálito Cetônico TRATAMENTO RELACIONADO À CAUSA
  94. 94. Escola de Ciências da Saúde ECSHÁLITOS / PATOLOGIAS:: HÁLITO CETÔNICO : PACIENTE DIABÉTICO; HÁLITO METÁLICO : PACIENTE COM GENGIVITE HÁLITO DE NINHO DE RATO : PACIENTE COM PÊNFIGO; HÁLITO DE URÉIA : PACIENTES RENAIS CRÔNICOS ( CERRI, 2002 )
  95. 95. Escola de Ciências da Saúde ECS DIAGNÓSTICO ANAMNESE E EXAME CLÍNICO APURADOS; HALÍMETRO / HALIMETER ENCAMINHAMENTO MÉDICO DEPENDENDO DAPATOLOGIA DE BASE
  96. 96. Escola de Ciências da Saúde ECS HALÍMETRO/HALIMETERAPARELHO QUE MEDE A PRESENÇA DOS COMPOSTOS SULFURADOS VOLÁTEIS EM PARTES POR BILHÃO
  97. 97. Escola de Ciências da Saúde ECSBOSY,1997; NEVES,2002:MÁU HÁLITO = EXCLUSÃO SOCIALSILVA & CERRI ( 2002 ):A HALITOSE É UM PROBLEMA QUE INTERFERESOCIALMENTE NO RELACIONAMENTO ENTRE ASPESSOAS
  98. 98. Escola de Ciências da Saúde ECS TRATAMENTO:• FRASCELLA ( 1998 ):DIÓXIDO DE CLORO =MELHORIA DO ODOR BUCAL POR ATÉ 4 HORAS.•VAN STEENBERGHE ( 1997 );NILES ( 1999 ); SHARMA ( 1999):CREME DENTAL COM TRICLOSAN = CONTROLE DO MÁUHÁLITO POR ALGUMAS HORAS.• BRUNETTE(1998):CREME DENTAL COM BICARBONATO = REDUÇÃO DAHALITOSE POR ATÉ 3 HORAS.
  99. 99. Escola de Ciências da Saúde ECS• LOESCHE (1999): ESCOVAÇÃO DA LÍNGUA + AGENTES ANTIMICROBIANOS = SUCESSO.• CLARK ( 1997 ); SPIELMAN ( 1996 ):O TRATAMENTO DA HALITOSE PODE EXIGIR UMACOMBINAÇÃO DE TRATAMENTO PERIODONTAL,SUBSTITUIÇÃO DE RESTAURAÇÕES RETENTIVAS DEALIMENTOS E A ESCOVAÇÃO DIÁRIA DA LÍNGUA, ALÉM DE,CONSULTAS PARA AVALIAÇÃO DE OUTRAS CONDIÇÕES
  100. 100. Escola de Ciências da Saúde ECSCHAIM ( 2001 ):RASPADOR DE LINGUA SIMPLIFICADO ( RLS ) x ESCOVA DENTALFACILIDADE DE USO; MAIS PRÁTICO; SENSAÇÃODE LIMPEZA; SENSAÇÃO DELIMPEZA;NÃO PROVOCA FERIMENTOS; MAIOR ÂNSIAABRANGE TODA A SUDERFÍCIE LINGUALDE UMA SÓ VEZ;MENOR QUANTIDADE DE MOVIMENTOS;MENOR PROCESSO DE ÂNSIA
  101. 101. Escola de Ciências da Saúde ECS TRATAMENTO RELACIONADO COM A CAUSA HIGIENIZAR O DORSO DA LÍNGUA – REMOÇÃO DA SABURRARASPADORES DE LÍNGUA OU LIMPADORES DE LÍNGUAESCOVAÇÃO DA LÍNGUA2 vezes por dia – manhã e noite
  102. 102. Escola de Ciências da Saúde ECSFIM

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