Pedagogia Matriz Curricular

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Matriz Curricular Pedagogia, Programa de Extensão.

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Pedagogia Matriz Curricular

  1. 1. 1 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF PROEX-FUNESO: JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS 1. A União de Escolas Superiores da FUNESO (UNESF) é mantida pela Fundação de Ensino Superior de Olinda (FUNESO), localizada no Campus Universitário da FUNESO, S/N, Jardim Fragoso, Olinda-PE, CEP 53.660-770, instituída pela Lei Municipal n° 3.711, de 07 de julho de 1971. 2. Desde as suas criações as Instituições previam a possibilidade da implantação de Programas de Extensão. No Capítulo II (DAS FINALIDADES DA FUNDAÇÃO), no Artigo 3º, item I do seu Estatuto encontramos: Artigo 3º - A Fundação de Ensino Superior de Olinda – FUNESO tem como finalidade precípua procurar viabilizar a criação e a instalação da UNIVERSIDADE DE OLINDA, bem como: I - criar, instalar e manter unidades de graduação, e pós-graduação e cursos de extensão; No Artigo 45 do Regimento da UNESF podemos ver: Art.45º. Os programas de extensão da UNESF se traduzem por cursos, atividades e serviços, objetivando a preservação, criação, irradiação e difusão de conhecimentos e técnicas vinculadas às diversas áreas do saber, buscando, prioritariamente, solucionar os grandes problemas reais da região e do País. 3. Visando cumprir com seus objetivos, a FUNESO/UNESF criou o PROEX-FUNESO (Programa de Extensão Universitária da FUNESO). Constitui uma modalidade de educação destinada a proporcionar ao estudante com escolaridade compatível conhecimentos que lhe permitam qualificar-se e atualizar-se, além de um possível aproveitamento de disciplinas nos cursos de graduação referenciais da FUNESO ou nos cursos equivalentes de outras Instituições de Ensino Superior devidamente autorizadas pelo MEC, que adotem um programa semelhante. Para isto, o aluno poderá requerer validação dos conteúdos cursados na forma de extensão a nível superior, amparado na Resolução CFE 05/79, alterada pela Resolução CFE 01/94 e Parecer CES/CNE 247/99 e conforme previsto no Artigo 47, Parágrafo 2º, da Lei de Diretrizes e Bases e nas normatizações internas de cada Instituição.
  2. 2. 2 4. Os estudos de extensão universitária apresentam a seguinte base legal: Lei 9394/96, Artigo 44, inciso IV; Artigo 43, inciso VIII; Artigo 47, parágrafo 2° e Artigo 50. Art. 43. A educação superior tem por finalidade: VII - promover a extensão, aberta à participação da população, visando à difusão das conquistas e benefícios resultantes da criação cultural e da pesquisa científica e tecnológica geradas na instituição. Art. 44. A educação superior abrangerá os seguintes cursos e programas: IV - de extensão, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos em cada caso pelas instituições de ensino. Art. 47. § 2º Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderão ter abreviada a duração dos seus cursos, de acordo com as normas dos sistemas de ensino. Art. 50. As instituições de educação superior, quando da ocorrência de vagas, abrirão matrícula nas disciplinas de seus cursos a alunos não regulares que demonstrarem capacidade de cursá-las com proveito, mediante processo seletivo prévio. 5. Os cursos oferecidos neste formato não são CURSOS REGULARES DE GRADUAÇÃO pois, na condição de IES, a UNESF NÃO dispõe de autonomia do MEC para oferecer cursos desta natureza fora da sua sede. 6. Por se tratar de um curso, a nível universitário, é exigida uma escolaridade compatível, ou seja, a conclusão do ensino médio ou equivalente. 7. Para acesso aos cursos do PROEX-FUNESO, o candidato é submetido a um PROCESSO SELETIVO, que não deve ser confundido com o VESTIBULAR das instituições de ensino superior. 8. Compreendendo que os programas de extensão da UNESF-FUNESO buscam “solucionar os grandes problemas reais da Região e do País”, a implantação do projeto ocorre prioritariamente nos municípios desfavorecidos, onde não existam IES oferecendo os cursos equivalentes, na forma de graduação. Tal medida procura salvaguardar os interesses mais imediatos daquelas entidades que foram credenciadas pelo MEC para a oferta de cursos de graduação presenciais e que tiveram todo um investimento financeiro e pedagógico para a liberação dos mesmos.
  3. 3. 3 9. Levando em consideração ainda a realidade econômica de cada município onde o projeto é implantado, são cobrados valores compatíveis com esta realidade, prática esta que contribui para a inclusão social das pessoas e a elevação da sua autoestima. 10. Na sua fase inicial, o PROEX-FUNESO usou como referências os seguintes cursos: Bacharelado em Administração (Portaria de Autorização: 580/98) Licenciatura em Biologia (Portaria de Reconhecimento: 1068/85) Licenciatura em História (Portaria de Reconhecimento: 1068/85) Licenciatura em Letras (Portaria de Reconhecimento: 1068/85) Licenciatura em Matemática (Portaria de Reconhecimento: 870/09) Licenciatura em Pedagogia (Portaria de Reconhecimento: 1068/85)
  4. 4. 4 CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Versão Final Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO Módulo 1 – Sociedade e Educação N° DISCIPLINAS Carga Horária (h) CR CÓD. Teórica Prática Total 01 Sociologia 60 - 60 04 101 02 Filosofia 60 - 60 04 102 03 Português 60 - 60 04 103 04 Matemática 60 - 60 04 104 05 Introdução à Psicologia 60 - 60 04 105 06 Antropologia 60 - 60 04 106 Módulo 2 – Educação e Expressão N° DISCIPLINAS Carga Horária (h) CR CÓD. Teórica Prática Total 01 Psicologia do Desenvolvimento 60 - 60 04 107 02 Metodologia Científica 60 - 60 04 108 03 Filosofia da Educação 60 - 60 04 109 04 Sociologia da Educação 60 - 60 04 110 05 Leitura e Produção de Textos 60 - 60 04 111 06 Ludicidade e Contexto Cultural 60 - 60 04 112 Módulo 3 – A Escola e Seus Espaços N° DISCIPLINAS Carga Horária (h) CR CÓD. Teórica Prática Total 01 Psicologia da Aprendizagem 60 - 60 04 113 02 Alfabetização e Letramento 60 - 60 04 114 03 Literatura Infanto Juvenil 60 - 60 04 115 04 Cotidiano Escolar: Formação Docente 60 - 60 04 116 05 História da Educação 60 - 60 04 117 06 Prática Pedagógica I (A Escola: espaços e caracterizações/ Teorias da Aprendizagem) 68 - 68 04 118
  5. 5. 5 Módulo 4 – A Escola e Seus Atores N° DISCIPLINAS Carga Horária (h) CR CÓD. Teórica Prática Total 01 Didática 60 - 60 04 119 02 Avaliação da Aprendizagem 60 - 60 04 120 03 Metodologia da Língua Portuguesa 60 - 60 04 121 04 Metodologia da Matemática 60 - 60 04 122 05 Corpo e Movimento 60 - 60 04 123 06 Prática Pedagógica II (A Escola e Seus Atores) 68 - 68 04 124 Módulo 5 – A Escola e a Avaliação N° DISCIPLINAS Carga Horária (h) CR CÓD. Teórica Prática Total 01 Diretrizes 60 - 60 04 125 02 Didática II 60 - 60 04 126 03 Metodologia das Ciências Naturais 60 - 60 04 127 04 História da Educação Brasileira 60 - 60 04 128 05 Planejamento / Avaliação 60 - 60 04 140 06 Prática Pedagógica III (A Escola e a Avaliação) 68 - 68 04 129 Módulo 6 – A Escola e os Recursos Didáticos N° DISCIPLINAS Carga Horária (h) CR CÓD. Teórica Prática Total 01 Estatística Aplicada à Educação 60 - 60 04 131 02 Metodologia das Ciências Sociais 60 - 60 04 132 03 Arte / Educação 60 - 60 04 133 04 Educação Especial 60 - 60 04 134 05 Prática Pedagógica IV (A Escola e os Recursos Didáticos) 68 - 68 04 135 06 Noções de Fonoaudiologia 60 - 60 04 147
  6. 6. 6 Módulo 7 – A Escola e a Formação Profissional N° DISCIPLINAS Carga Horária (h) CR CÓD. Teóric a Prática Total 01 Libras I 30 - 30 02 137 02 Libras II 30 - 30 02 144 03 Pesquisa e Prática em Educação 60 - 60 04 139 04 Educação e Trabalho 60 - 60 04 146 05 Teoria dos Currículos 60 - 60 04 141 06 Prática Pedagógica V (A Escola e as Fontes de Pesquisa) 68 - 68 04 142 07 Prática Pedagógica VI (A Escola e a Formação Profissional) 68 - 68 04 149 08 Políticas Públicas e Educação 60 - 60 04 148 Complementação na IES de Destino (8° PERÍODO) N° DISCIPLINAS Carga Horária (h) CR CÓD. Teóric a Prática Total 01 T.C.C. I (Normas e Projeto) 30 - 30 02 038 02 T.C.C. II (Redação e Defesa) 30 - 30 02 045 03 Estágio Supervisionado I (EFR / 6º e 7º Anos) - 100 100 04 030 04 Estágio Supervisionado II (EFR / 8º e 9º Anos) - 100 100 04 036 05 Estágio Supervisionado III (EMR / 1º e 2º Anos) - 100 100 04 043 06 Estágio Supervisionado IV (EMR / 3º Ano e Profissionalizante) - 100 100 04 050 Atividades Acadêmicas Científicas Culturais: 200 horas
  7. 7. 7 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática SOCIOLOGIA / 1º 60 - OBJETIVOS - Compreender a formação, desenvolvimento e possibilidades de aplicação do conhecimento sociológico à educação. - Adotar a referencia conceitual da Sociologia como meio para melhor intervir, decidir e participar na vida organizacional contemporânea. CONTEÚDOS - Conceituação e delimitação do campo de Estudo da Sociologia da Educação. - Principais correntes de Análise das Relações entre Educação e Sociedade. - Educação e Sociedade no Brasil Atual. - Problemas e Perspectivas. BIBLIOGRAFIA ALVES, N. (org.). Formação de professores; pensar e fazer. São Paulo: Cortez, 1992. ___________. Educação e cidadania. São Paulo: Cortez, 1991. CUNHA, C. Educação e autoritarismo no Estado Novo. São Paulo: Cortez Editores, 1991. DEMO, Pedro. Educação e conhecimento: relação necessária, insuficiente e controversa. RJ: Vozes, 2000. Coleção Temas Sociais.
  8. 8. 8 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática FILOSOFIA / 1º 60 - OBJETIVOS - Compreender o pensamento filosófico em sua origem como ponto de partida para a construção do pensamento racional dentro de um panorama histórico. - Fundamentar a filosofia na educação. CONTEÚDOS - A atitude filosófica. - O que é filosofia. -Origem da filosofia. - Período e campos de investigação da filosofia grega. - Aspectos da filosofia contemporânea. - Os princípios fundamentais de uma discussão sobre a educação. - O que é educação. BIBLIOGRAFIA CHAUI, Marilena. Iniciação à filosofia. São Paulo: Ática, 2011. ARRUDA, Maria Lucia de; MARTINS, Maria Helena Pires. FILOSOFANDO: introdução à filosofia. 5. Ed. São Paulo: Moderna, 2013. BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é educação. 28. Ed. São Paulo: Brasiliense, 1993.
  9. 9. 9 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática PORTUGUÊS / 1º 60 - OBJETIVOS - Conhecer a leitura e a escrita no processo de Ensino de Comunicação e Expressão em Língua Portuguesa. - Fazer uso de recursos expressivos. Usar a leitura, compreensão e transposição do processo de comunicação oral e escrito para interação teoria e prática. - Aplicar os recursos expressivos da linguagem oral e escrita, que possibilitem maior aprendizado das competências básicas da língua portuguesa. CONTEÚDOS - Fundamentação epistemológica. - Histórico da disciplina de Língua Portuguesa no currículo escolar. - Pressupostos teóricos do ensino operacional e reflexivo da linguagem: a linguagem como interação, o texto como enunciado, os gêneros do discurso. - Teorias de leitura, produção textual e letramento. - Prática de análise: estudo de elaborações didáticas de leitura, produção textual e análise linguística. BIBLIOGRAFIA AZEREDO, J. C. (org.) Língua portuguesa em debate. Rio de Janeiro: Vozes, 2002. BAZERMAN, Charles. Gêneros textuais, tipificação e interação. São Paulo, Cortez: 2005.
  10. 10. 10 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática MATEMÁTICA / 1º 60 - OBJETIVOS Desenvolver o raciocínio lógico dos alunos através de fundamentos de lógica matemática e teoria dos conteúdos, além de fornecer ferramentas básicas para a resolução de problemas matemáticos do cotidiano. CONTEÚDOS - Potenciação, logaritmos e função: noções básicas. - Apresentação de dados em tabelas. - Apresentação de dados em gráficos. - Medidas de tendência central e de dispersão para uma amostra. - Noções sobre correlação. - Noções sobre regressão. - Distribuição normal. - Teste do qui-quadrado. - Teste t. BIBLIOGRAFIA IEZZI, G. Fundamentos de matemática elementar. V. 1, 2, 5, 7,São Paulo: Editora Atual. 2004. DANTE. L. R. Matemática contexto & aplicações. São Paulo: Editora Ática. 2000.
  11. 11. 11 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA / 1º 60 - OBJETIVOS - Conceituar a Psicologia e conhecer seu histórico e seus métodos. - Compreender a motivação do ser humano e de sua Personalidade - Compreender o desenvolvimento humano e os processos básicos do comportamento individual e coletivo. CONTEÚDOS - Psicologia: fundamentos, objetivos e métodos. - Histórico: as primeiras Escolas Psicológicas (Behaviorismo, Gestalt, Psicanálise, Humanismo). - Sensação e Percepção: conceito, aspectos psicológicos e fenomenológicos, fatores determinantes da percepção, organização perceptiva. Motivação e Emoção: conceito e classificação dos motivos, teorias da motivação, desenvolvimento emocional, formas e expressões das emoções, teorias da emoção. - Inteligência: múltiplas inteligências - Comportamento: conceito, padrão de comportamento, causas e modelos. - Personalidade: conceito, teorias da personalidade, mecanismos de defesa. conflito e frustração. BIBLIOGRAFIA BACELAR, Rute. Uma introdução à psicologia. Universidade Católica de Pernambuco: Vozes, 2007. BOCK, Ana Maria Bahia; FURTADO, Odair. Psicologias. Uma introdução ao estudo da psicologia. São Paulo: Saraiva, 2008.
  12. 12. 12 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática ANTROPOLOGIA /1º 60 - OBJETIVOS - Investigar os fundamentos conceituais da antropologia para a educação. - Compreender o homem da ciência antropológica e o homem da ciência da educação. - Identificar as teorias antropológicas para melhor fundamentar a educação. CONTEÚDOS - Conceitos antropológicos. - Métodos da antropologia. - O que é o homem, sua linguagem, trabalho e cultura. - Antropologia e educação: a importância da reflexão antropológica para a Educação. - Escola e cultura: diversos olhares antropológicas sobre o currículo. BIBLIOGRAFIA MARCONI, Marina de Andrade. Antropologia: uma introdução. 7ed. São Paulo: Atlas, 2009. FERNÁNDEZ, González; JESÚS, Leopoldo. Cadernos de Antropologia da Educação: antropologia e educação. Petrópolis/RJ: Vozes, 2005.
  13. 13. 13 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO / 2º 60 - OBJETIVOS - Identificar o conceito e história da Psicologia do Desenvolvimento. - Conhecer teorias e métodos em Psicologia do Desenvolvimento. - Compreender os princípios gerais do desenvolvimento: Cognitivo, Emocional e da Personalidade. - Compreender a adolescência e os processos de construção e identidade. CONTEÚDOS - INTRODUÇÃO À PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO: conceito e história; objetivos e importância; métodos. - VISÃO GERAL DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL: Desenvolvimento Social; Desenvolvimento da Linguagem; Desenvolvimento Emocional; Depressão; Desenvolvimento Cognitivo; Desenvolvimento da Personalidade; Desenvolvimento Psicossexual. - ADOLESCÊNCIA (CONSIDERAÇÕES INICIAIS): o que é adolescência; puberdade e adolescência; transformações físicas na Adolescência; identidade; dilemas; depressão. - OS PROCESSOS DE CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE NA ADOLESCÊNCIA: adolescência, família e novos padrões parentais; adolescência e sexualidade: aborto, gravidez, contracepção e DSTs / AIDS; drogas e violência; afetividade e relações amorosas; adolescência e política; adolescência e religião. BIBLIOGRAFIA BEE, Helen. A criança em desenvolvimento. Porto Alegre: Artmed, 2011. CAMPOS, Dinah M. de Souza. Psicologia da adolescência. Petrópolis: Editora Vozes, 2012. OUTEIRAL, José. Adolescer. Rio de Janeiro: Livraria e Editora Revinter ltda, 2008.
  14. 14. 14 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática METODOLOGIA CIENTÍFICA / 2º 60 - OBJETIVOS - Conhecer o sistema de comunicação na Ciência e diferenciar os canais informal e formal de comunicação. - Conhecer e descrever o processo de elaboração, submissão e tramitação do trabalho científico. - Conceituar Ciência e caracterizar os diferentes tipos de conhecimento científico. - Conceituar pesquisa, caracterizar os diferentes tipos de pesquisa e entender a importância da pesquisa para o desenvolvimento da sociedade. - Diferenciar os métodos científicos. - Entender e elaborar uma resenha crítica, resumo e fichamento. - Descrever e caracterizar as etapas de uma pesquisa. - Elaborar citações e referências a partir das normas da ABNT NBR 10520 e NBR 6023 respectivamente. - Elaborar e apresentar um seminário. CONTEÚDOS - O pesquisador e a Comunicação Científica. - Ciência e Tipos de Conhecimento. - A pesquisa e suas Classificações. - Métodos Científicos. - O Resumo (NBR 6028). - Elaboração de Citações (NBR 10520) e Referências (NBR 6023). - A Resenha Crítica. - O Fichamento. - As etapas da pesquisa.
  15. 15. 15 - Tipos e características dos trabalhos acadêmicos: relatório técnico científico, projeto de pesquisa, monografia, artigo científico. - Apresentação de Seminários. BIBLIOGRAFIA MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Fundamentos da metodologia científica, 6ª Ed. 7 reimp, São Paulo: Atlas, 2009. MEDEIROS, J. B. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos, resenhas, 11ª Ed., São Paulo: Atlas, 2009. SOUZA, F. B.; TORRES, G. R. C.; RIBEIRO, I. J. L. Regimento Interno de trabalho de conclusão de cursos de licenciaturas e bacharelados. Olinda: Fundação de Ensino Superior de Olinda – FUNESO. 87 p., 2012.
  16. 16. 16 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO / 2º 60 - OBJETIVOS - Aprofundar a discussão sobre a filosofia da educação a partir dos filósofos e das teorias pedagógicas. - Compreender a educação no pensamento moderno e pós-moderno como um processo reflexivo e crítico sobre os aspectos psicológicos intervenientes nas organizações. CONTEÚDOS - As teorias pedagógicas e suas correntes filosóficas. - A Pedagogia e as grandes correntes filosóficas. - Uma perspectiva moderna e pós-moderna em educação. - Os filósofos da educação: Descartes, Rousseau, Kant, Nietzsche. - Os filósofos da escola de Frankfurt: Adorno e Horkheimer. Habermas BIBLIOGRAFIA SAVIANI, Dermeval. Escola e democracia. 41 ed. São Paulo: Autores Associados, 2009. POURTOIS, Jean-Pierre; DESMET, Huguette. A educação pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1999. SUCHODOLSKI, Bogdan. A Pedagogia e as grandes correntes filosóficas. 4ª ed. Lisboa: Livros Horizonte, s/d..
  17. 17. 17 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO / 2º 60 - OBJETIVOS - Apresentar as principais correntes sociológicas dedicadas à educação. - Analisar a educação como uma produção histórica. - Apresentar os pensadores brasileiros na área da Sociologia da Educação CONTEÚDOS - A educação como objeto de estudo sociológico. - A importância da Sociologia no mundo moderno. - O contexto histórico e social de surgimento da Sociologia. - As contribuições da Sociologia positivista. - Os clássicos da Sociologia: Émile Durkheim; Max Weber e a Sociologia compreensiva; Karl Marx e o método materialista, histórico e dialético; Louis Althusser e os Aparelhos Ideológicos de Estado. - Pierre Bourdieu: a escola no contexto social. - Michel Foucault: as relações de poder na educação. - A Sociedade e os indivíduos. - As relações sociais na Modernidade. - A Sociologia do Trabalho. - Temas Sociológicos da Educação. - Sociologia da cultura – etnocentrismo. - Sociologia da cultura – relativização. - Cultura e escola – identidades culturais e desigualdades. - Globalização – a “mundialização” das culturas. BIBLIOGRAFIA CENTRO DE CULTURA LUIZ FREIRE – Repetência escolar e políticas públicas: aprendendo com os alunos, Área de Educação, CCF, 1998. LOURO, Guacira Lopes – Gênero, sexualidade e educação: uma perspectiva pósestruturalista, Editora Vozes, RJ, 1984. TOSCANO, Moema – Introdução à sociologia educacional, Editora Vozes, RJ, 1990
  18. 18. 18 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTOS / 2º 60 - OBJETIVOS - Compreender a leitura e a produção de textos como processo de construção de sentidos e meio de comunicação. CONTEÚDOS - Leitura, análise, produção e revisão de textos. - Elementos da comunicação e funções da linguagem. - Tipologia textual e gêneros textuais. - Estratégias e horizontes de leitura. - Tópico frasal: possibilidades de construção de textos. BIBLIOGRAFIA CEREJA, William Roberto & MAGALHÃES, Thereza Cochar. Texto e interação: uma proposta de produção textual a partir de gêneros e projetos. São Paulo: Atual, 2000. GERALDI, João Wanderley (Org.). O texto na sala de aula. Cascavel-PR: Assoeste, 1984. GERALDI, João Wanderley & CITELLI, Beatriz. Aprender e ensinar com textos de alunos. São Paulo: Cortez, 1997. (Aprender e ensinar com textos, 1)
  19. 19. 19 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática LUDICIDADE E CONTEXTO CULTURAL / 2º 60 - OBJETIVOS - Compreender o uso das atividades de jogos e brinquedos, enquanto atividades práticas no processo de aprendizagem, sua aplicabilidade nos diversos setores da vida social da criança, numa perspectiva teórico-prática pedagógica. CONTEÚDOS - BRINCAR, PRAZER E APRENDIZADO: ludicidade: conceito, história do brinquedo; importância do brincar para o desenvolvimento da criança; ludicidade como ciência - LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: a criança que não sabe brincar – causas e consequências; por que brinquedos?; brinquedos e aprendizagem; brinquedos e linguagem; brinquedos e sociabilidade. - BRINCADEIRA, BRINQUEDOS, TELEVISÃO: o brincar na vida das pessoas; história da infância e suas relações com o brincar e a escola; brincar na escola; classificação e valor do brinquedo. - O LÚDICO NA FORMAÇÃO DO EDUCADOR: o que é preciso para formar o educador; pressupostos da formação lúdica do professor; as propostas pedagógicas das escolas em relação ao lúdico. BIBLIOGRAFIA ALVES, Eva Maria Siqueira. A ludicidade e o ensino de matemática. Campinas, São Paulo: Papirus, 2012. HORN, Cláudia Inês, et al. Pedagogia do brincar. Porto Alegre: Editora Mediação, 2014. SANTOS, Santa Marli Pires dos. O brincar na escola: metodologia lúdico-vivencial, coletânea de jogos, brinquedos e dinâmicas. Petrópolis: Editora Vozes, 2011.
  20. 20. 20 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM / 3º 60 - OBJETIVOS - Reconhecer os tipos e etapas da Aprendizagem. - Compreender as principais teorias da Aprendizagem. - Conceituar Cultura e Aprendizagem. - Articular avaliação e aprendizagem. CONTEÚDOS - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA PSICOLOGIA DA APRENDIZAGEM: conceito; características; tipos, etapas e processos da Aprendizagem. - FATORES QUE INTERFEREM NA APRENDIZAGEM: maturação; condições biopsicossociais da Aprendizagem; sensação e percepção; motivação; emoção; atenção, memória e esquecimento. - CULTURA E APRENDIZAGEM: Aprendizagem e Valores Sociais; Ética na Aprendizagem; Aprendizagem e Pluralidade Cultural. - AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM: êxito e fracasso escolar; intervenção pedagógica frente ao erro; avaliação; produção ou reprodução de conhecimento. - TEORIAS DA APRENDIZAGEM: Albert Bandura – Aprendizagem Social; Burrhus Frederic Skinner – Condicionamento Operante; Carl R. Rogers – Humanista (ensino centrado no estudante ou na educação centrada na pessoa); David Paul Ausubel – Aprendizagem Cognitiva Significativa; Jean Piaget – Teoria do Desenvolvimento Cognitivo; Jerome Bruner – Teoria da Instrução; Lev S. Vigotsky – Teoria Histórico-cultural; Max Wertheimer – Gestalt; Sigmund Freud – Psicanálise. BIBLIOGRAFIA CAMPOS, Dinah M. Souza. Psicologia da aprendizagem. Petrópolis: Editora Vozes, 2012. CARRARA, Kestor e (org.). Introdução à psicologia da educação. Seis abordagens. São Paulo: Avercamp, 2005. DAVIS, Cláudia; OLIVEIRA, Zilma. Psicologia da educação. São Paulo: Cortez, 2007.
  21. 21. 21 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO / 3º 60 - OBJETIVOS - Refletir e discutir sobre os conceitos de alfabetização e letramento, tendo em vista a sua aplicabilidade nas práticas de sala de aula. - Conhecer a Psicogênese da Língua Escrita. - Compreender o processo de alfabetização e letramento. - Vivenciar práticas de alfabetização e letramento. CONTEÚDOS - Ideias, concepções e teorias que sustentam a prática do professor alfabetizador. - Construtivismo e metodologias tradicionais de alfabetização. - Letramento. - Diferentes visões de letramento. - Alfabetização e letramento. - Como se aprende a ler e a escrever. - O processo de alfabetização. - Psicogênese da Língua Escrita. BIBLIOGRAFIA MORAIS, Artur Gomes; ALBUQUERQUE, Eliana Borges Correia; LEAL, Telma Ferraz (Orgs.). Alfabetização: apropriação do sistema de escrita alfabética. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. TEBEROSKY, Ana; TOLCHINSKY, Liliana (Orgs.). Além da Alfabetização: a aprendizagem fonológica, ortográfica, textual e matemática. São Paulo: Ática, 2000. SOARES, Magda. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2007.
  22. 22. 22 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática LITERATURA INFANTO JUVENIL / 3º 60 - OBJETIVOS - Estudar conceitos e contextos da Literatura Infanto-Juvenil: linguagens, características, gêneros, autores, obras e leitores. - Compreender questões de ordem histórica, estética e teórica. - Selecionar livros de Literatura Infanto-Juvenil e alternativas metodológicas para seu uso na Escola. CONTEÚDOS - Linguagem literária. - Gêneros, formas e funções. - Literatura x Literatura Infanto-Juvenil (LIJ). - LIJ: origens sociais e históricas. - Características da obra literária infanto-juvenil: Arte x Pedagogia; Ludismo x Formação do leitor. - Conceitos: Popular x Infantil. - Campo literário infanto-juvenil: produção, leitura e ensino. - Relação autor–texto–leitor. - Relação tema–leitor–discurso. - Modalidades da Literatura Infanto-Juvenil: Narrativa, Poesia, Teatro e Folclore. - Literatura na Escola. - Leitura literária e Temas Transversais. - Critérios de seleção/escolha de obras de LIJ: interesses de leitura. Usos da Biblioteca. BIBLIOGRAFIA ABRAMOVICH, Fanny. Literatura Infantil: gostosuras e bobices. São Paulo: Scipione, 1989. (Pensamento e Ação no Magistério). AGUIAR, Vera Teixeira de & BORDINI, Maria da Glória. Literatura: a formação do leitor – alternativas metodológicas. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1993. (Novas Perspectivas, 27).
  23. 23. 23 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática COTIDIANO ESCOLAR: FORMAÇÃO DOCENTE / 3º 60 - OBJETIVOS - Discutir as contribuições da prática de ensino como componente curricular para a formação do educador. - Identificar os diferentes espaços socioeducativos que contribuem para a formação do professor, reconhecendo o magistério como locus fundamental dessa formação. - Discutir a indissociabilidade prática-teoria-prática como fundamento da atuação docente. - Analisar os condicionantes históricos, culturais, sociais, políticos, econômicos e subjetivos das práticas docentes em escolas de ensino médio e fundamental. - Investigar o cotidiano escolar, reconhecendo as relações, tensões, sujeitos e processos que o produzem. - Reconhecer o cotidiano escolar como espaço de construção de alternativas pedagógicas. CONTEÚDOS - A prática de ensino e a formação do professor. - A indissociabilidade prática-teoria-prática da ação docente. - Os diferentes espaços de formação. - Condicionantes das práticas docentes nas escolas de ensino médio e fundamental. - A investigação do cotidiano escolar e a construção de alternativas pedagógicas. BIBLIOGRAFIA ESTEBAN, M. T, ZACCUR, E. (orgs) Professora-pesquisadora: uma práxis em construção. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. FILHO, A., CASTELLANO, S. (orgs.). Cultura e conhecimento de professores. Rio de Janeiro: DP&A, 2002. FREIRE, P.. Pedagogia da autonomia. Saberes necessários à pratica educativa. São Paulo/Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000.
  24. 24. 24 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO / 3º 60 - OBJETIVOS - Compreender a evolução das ideias pedagógicas, concepções e objetivos da História da Educação e sua importância para a compreensão da realidade educacional hoje. - Analisar as práticas educativas no período antigo, medieval, moderno e contemporâneo. CONTEÚDOS - Da História da Pedagogia à História da Educação. - Os Povos Primitivos. - A Educação na Antiguidade Oriental. - A Grécia e a Pedagogia. - A Educação Romana. - A Educação na Idade Média. - A Educação na Idade Moderna. - A Educação Contemporânea. BIBLIOGRAFIA CAMBI, Francisco. História da pedagogia. São Paulo: Fundação Editora da UNESP (FEU), 1999 – (Encyclopaidéia). SOUZA, Neusa Maria Marques de (org.); MANCINE,Ana Paula Gomes...[et AL.]. História da educação. São Paulo: Avercamp, 2006. VAN LOON, Hendrik Willem. A história da humanidade. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
  25. 25. 25 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática PRÁTICA PEDAGÓGICA I: A ESCOLA: espaços e caracterizações / Teorias da Aprendizagem // 3º 68 - OBJETIVOS - Conhecer a realidade de diferentes escolas. - Reconhecer o papel social da escola. - Identificar o perfil do professor para atuar na contemporaneidade; - Conhecer as diferentes abordagens teóricas e implicações na prática pedagógica. CONTEÚDOS - Conhecimento dos Espaços Escolares: realização de diagnoses, levantamentos e organogramas que permitam estabelecer uma comparação geral entre as escolas públicas e privadas. - Caracterização das Diferentes Escolas: realização de diagnoses, levantamentos e organogramas que permitam estabelecer uma diferenciação entre as escolas do mesmo tipo. - Papel Social da Escola. - Perfil do Professor. - Contextualização e/ou análise das contribuições teóricas. BIBLIOGRAFIA MACEDO, Lino de. Ensaios Pedagógicos: como construir uma escola para todos?. Porto Alegre: Artmed, 2002. IMBERNÓN, Francisco. A Educação no século XXI: os desafios do futuro imediato. Porto Alegre: Artmed, 2000. BRASÍLIA. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional Nº 9394/96.
  26. 26. 26 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática DIDÁTICA (DIDÁTICA GERAL) / 4º 60 - OBJETIVOS - Refletir sobre a importância da Didática na formação do Educador. - Estudar e analisar os aspectos técnico-pedagógicos, como embasamento e condição suficiente do processo Ensino-Aprendizagem. CONTEÚDOS - Conceito de Ensino-Aprendizagem. - As diferentes concepções de educação e Didática: a importância da Educação como processo de mudança, origem e concepção de Didática. - O papel da Didática na formação do educador. - Teorias e Tendências Pedagógicas na prática escolar: tradicional, construtivista e sociointeracionista. - A relação professor-aluno e a aprendizagem. - Profissão de professor: saberes e identidade, compromisso e ética. - Pedagogia de projetos. - Objetivos de ensino: organização do conceito. - Avaliação da aprendizagem: conceito, formas, tipos e instrumentos de avaliação. - Recursos Didáticos. BIBLIOGRAFIA FARIAS, Isabel Maria Sabino de; [et. AL]. Didática e docência: aprendendo a profissão. Brasília: Liber Livro, 2009. LIBÂNEO, José Carlos. Didática e escola em uma sociedade complexa. CEPED. UFG. 2011. PIMENTA, Selma Garrido; e FRANCO, Maria Santoro. Didática: embates contemporâneos. São Paulo: Loyola, 2010.
  27. 27. 27 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM / 4º 60 - OBJETIVOS - Discutir as concepções de avaliação da aprendizagem, com base nas teorias que as fundamentam. - Analisar os instrumentos de avaliação que podem ser utilizados pelos docentes que atuam nos anos iniciais do ensino fundamental nas diversas áreas do conhecimento. CONTEÚDOS - Concepções de Avaliação e Teorias de Aprendizagem. - Práticas Inovadoras de Avaliação. - Princípios e Fundamentos da Avaliação Mediadora/ Libertadora. - Avaliação como compromisso com a aprendizagem. - Forma e Conteúdo de avaliação. - Avaliação em Língua Portuguesa: concepções e princípios. - Avaliação em Matemática: concepções e princípios. - Avaliação em História e Geografia: concepções e princípios. - Avaliação em Ciências: concepções e princípios. - Avaliação e Mudanças Institucionais. - Instrumentos de Avaliação. BIBLIOGRAFIA HOFFMANN, Jussara. Avaliação na Pré-Escola: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. Porto Alegre: Mediação, 2009. SILVA, Jansen Felipe, HOFFMANN, Jussara, ESTABAN, Maria Teresa. Práticas avaliativas e aprendizagens significativas em diferentes áreas do currículo. Porto Alegre: Mediação, 2008. VASCONCELLOS, Celso dos Santos. Avaliação: concepção dialética-libertadora do processo de avaliação escolar. São Paulo: Libertad, 2004 (coleção Cadernos Pedagógicos do Libertad; v. 3).
  28. 28. 28 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática METODOLOGIA DA LÍNGUA PORTUGUESA / 4º 60 - OBJETIVOS - Transmitir conhecimentos teóricos metodológicos para o desenvolvimento da Língua Portuguesa na perspectiva do letramento. - Conhecer os pressupostos filosóficos, psicológicos e metodológicos para o ensino da Língua Portuguesa. - Construir recursos didáticos para o ensino da Língua Portuguesa. - Desenvolver o planejamento e avaliação das experiências. CONTEÚDOS - Linguagem, Língua e o documento oficial para o ensino da Língua Portuguesa: concepções de Linguagem e Língua; sujeito, texto e sentido e as diferentes abordagens pedagógicas; PCN de Língua Portuguesa; caracterização da área de Língua Portuguesa; noções gerais de Linguística, Sociolinguística, Psicolinguística, de Gramática e suas contribuições para o estudo da Língua Materna. - Gêneros Textuais/Discursivos como objetos de ensino de Língua Portuguesa: os gêneros de texto ou de discurso (definições, funcionalidade e caracterização); os gêneros do discurso em Bakhtin (estabilidade e heterogeneidade dos gêneros); Gêneros Primários e Gêneros Secundários; o suporte dos gêneros textuais/do discurso. - Dispositivos Didático-metodológicos e processos escolares de ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa. - Ensino Monológico e dialógico de Língua Portuguesa; - O ensino de Língua Portuguesa e contextos teórico-metodológicos. - Variação Linguística e o ensino de língua portuguesa: Norma Culta e Variedades Linguísticas; Variação Linguística e atividades de letramento em sala de aula; a monitoração na fala e na escrita. - Linguagem Oral (Oralidade): usos e formas; abordagens didático-metodológicas nas práticas da oralidade nos cinco anos iniciais do Ensino Fundamental; a coesão nas narrativas infantis. - A Leitura e suas práticas (para crianças que já sabem decodificar e codificar; estratégias de Leitura. BIBLIOGRAFIA FERREIRO, Emília. Reflexões sobre alfabetização. São Paulo: Ed. Cortez, 1985. PCN/MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental: Língua Portuguesa. Ed. Brasília, MEC, 1998. SOARES, Magda. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Ed. Autêntica, 1998.
  29. 29. 29 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática METODOLOGIA DA MATEMÁTICA / 4º 60 - OBJETIVOS - Identificar a importância do ensino da Matemática para a formação crítica da cidadania. - Discutir sobre conteúdos e métodos para o ensino atual da Matemática. - Elaborar atividades/metodologias para o ensino de Matemática, viável ao uso em sala de aula corroborando as discussões contempladas nos objetivos anteriores. CONTEÚDOS - A Matemática no seu contexto histórico-social. - Os processos mentais básicos para a matemática. - As variáveis envolvidas no ensino-aprendizagem. - Os princípios/características do Sistema de Numeração Decimal. - As estruturas aditivas e multiplicativas, e, suas inversas. - Os algoritmos das quatro operações fundamentais. - O cálculo oral e o escrito, e, a resolução de problemas. BIBLIOGRAFIA CARVALO, Dione Lucchesi. Metodologia do ensino da matemática. São Paulo: Cortez, 2009. CENTURION, Marília. Conteúdo e metodologia da matemática: números e operações. São Paulo: Scipione, 1998. DANTE, Luiz Roberto. Didática da resolução de problemas de matemática. São Paulo: Ática, 2005.
  30. 30. 30 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática CORPO E MOVIMENTO / 4º 60 - OBJETIVOS - Identificar, discutir e analisar os Referenciais Curriculares para a Educação Infantil. - Transmitir noções básicas sobre o desenvolvimento motor. - Conhecer a história da evolução educação física em relação aos conteúdos e métodos de ensino. - Selecionar, analisar, elaborar e aplicar atividades que estimulem o movimento, adequadas às características e necessidades das crianças. - Valorizar o movimento humano como elemento indispensável na formação integral das crianças, ou seja, no seu desenvolvimento motor, físico, cognitivo e sócio – afetivo. CONTEÚDOS MOVIMENTO HUMANO: conceitos; fases de desenvolvimento do movimento humano; pedagogia do movimento humano; consciência corporal; movimento e expressão corporal em relação ao tempo e ao espaço; compreensão do Movimento Humano através de suas funções: Esportes, Atividades Rítmicas, Danças, Recreações. TEORIAS DA CORPOREIDADE: contribuições das teorias aos desafios da educação e da produção do conhecimento de vivências lúdicas visando a consciência corporal; o papel da Educação Física no desenvolvimento da criança; o movimento como atividade de pensar, resolver problemas, de criatividade, criticidade e outras habilidades importantes para a vida da criança; a prática pedagógica da Educação Física contribuindo para ampliação das linguagens, das interações e da leitura de mundo por parte das crianças; os trabalhos da Educação Física interagindo com todas as demais atividades planejadas para a criança; Interdisciplinaridade. METODOLOGIA E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DO MOVIMENTO HUMANO (para crianças de zero a seis anos): práticas pedagógicas do movimento humano; propostas metodológicas de trabalho com a educação física; conhecimento e controle do corpo; atividades rítmicas e expressão corporal: rodas, cantigas, brinquedos cantados, ladainhas e movimentos combinados em ritmos diferentes; jogos - de regras, grandes jogos e pré desportivos; recreação livre e dirigida; psicomotricidade. BIBLIOGRAFIA RODRIGUEZ, C. G. Educação Física Infantil - Motricidade de 1 a 6 anos. São Paulo: Phorte Editora, 2004. MATTOS, M. G. e NEIRA, M. G. Educação Física Infantil: Construindo o Movimento na Escola. São Paulo: Phorte Editora, 2005.
  31. 31. 31 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática PRÁTICA PEDAGÓGICA II: A ESCOLA E SEUS ATORES / 4º 68 - OBJETIVOS - Analisar a realidade da escola e dos seus atores, relacionando com os referencias teóricos curriculares. - Conhecer e confrontar o projeto político pedagógico da escola com a realidade escolar identificando os limites e possibilidades de acordo com sua área/curso. - Elaborar projetos de pesquisa educacional objetivando uma escola inclusiva e a inserção do aluno na melhoria do cotidiano escolar. - Analisar os limites e possibilidades da relação da escola e comunidade, confrontando a luz dos referenciais teóricos curriculares. - Diferenciar capacidades, competências e habilidades. - Exercitar a interdisciplinaridade e a contextualização. - Elaborar Planos de Aulas. CONTEÚDOS - Levantamento da realidade escolar; conhecimento e entrevistas com os atores do ambiente escolar. - Projetos Políticos Pedagógicos (PPPs). - Capacidades, Competências e Habilidades. - Interdisciplinaridade e Contextualização. - Planos de Aulas. - Lei 7.853/1989 (Apoio às Pessoas Portadoras de Deficiência). BIBLIOGRAFIA HADJI, Charles. Pensar e agir a educação da inteligência do desenvolvimento ao desenvolvimento da inteligência. Porto Alegre: Artmed, 2002. PERRENOUD Philippe. 10 novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artmed, 2004. ALVES, Nilda. Pensar e fazer. RJ: Cortez, 2006. FAZENDA, Ivan Corgil, Práticas Interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 1993.
  32. 32. 32 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática DIRETRIZES (DIRETRIZES DA EDUCAÇÃO BÁSICA) / 5º 60 - OBJETIVOS - Estudar e analisar a organização e funcionamento da educação brasileira, considerando os seus fundamentos políticos, históricos e sociais à luz da legislação nacional vigente. CONTEÚDOS - Evolução histórica da educação brasileira. - Princípios e fins da educação nacional. - Educação Básica: dever do Estado e direito de todo cidadão. - Responsabilidades para com a organização da educação nacional. - Níveis de ensino e modalidades de educação. - Diretrizes curriculares nacionais para a educação básica. - Formação de docentes e valorização dos profissionais de educação. - Financiamento para manutenção e desenvolvimento da educação básica. BIBLIOGRAFIA BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB (Lei nº 9.394/96). BRZEZINSKI, Iria. LDB/1996 Contemporânea: contradições, tensões e compromissos. São Paulo: Cortez. 2014. CARNEIRO, Moaci. LDB fácil. Rio de Janeiro: Vozes, 2013. MESSEDER, Hamurabi. Entendendo a LDB- Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, lei nº 9.394/96. Rio de Janeiro: Campus Editora, 2012
  33. 33. 33 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática DIDÁTICA II (DIDÁTICA EDUCACIONAL) / 5º 60 - OBJETIVOS - Analisar o processo Ensino-Aprendizagem evidenciando a problemática dos componentes didáticos contextualizados com os aspectos Socioeconômicos, Políticos e Culturais. - Refletir sobre a prática pedagógica numa dimensão histórico-crítica fundamentando a eficiência do processo educativo e coerente com os eixos norteadores dos Parâmetros Curriculares Nacionais. CONTEÚDOS - Roteiro geral do fazer: para desencadear e para sustentar um processo de planejamento. - Planejamento educacional e realidade escolar. - Planejamento/ plano. - Objetivos educacionais: determinação do objetivo e formulação de objetivos. - Seleção e organização de conteúdos. - Avaliação do processo de Ensino-Aprendizagem. - Elaboração de planos: de curso, de unidade, de aula e sequência didática. - Recursos didáticos BIBLIOGRAFIA BONNIOL, J. J.; VIAL, M. Modelos de avaliação: textos fundamentais. Porto Alegre: Artmed, 2001. FARIAS, Isabel Maria Sabino. Inovação, mudança e cultura docente. Brasília: Liber Livro, 2006. VEIGA, Ilma P. Alencastro; (Org.). Técnicas de ensino: novos tempos, novas configurações. Campinas, SP: Papirus Editora, 2006.
  34. 34. 34 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática METODOLOGIA DAS CIÊNCIAS NATURAIS / 5º 60 - OBJETIVOS - Estudar e analisar os conteúdos, metodologias e propostas pedagógicas, relacionadas ao processo ensino-aprendizagem das Ciências Naturais, nos anos iniciais do ensino fundamental. CONTEÚDOS - Objetivos do estudo de Ciências Naturais no ensino fundamental. - Relações estabelecidas entre ciências e senso comum. - Fases históricas e tendências no ensino de Ciências. - Os conteúdos de Ciências Naturais em forma de blocos temáticos. - Avaliação do processo ensino-aprendizagem de Ciências. - Os temas transversais no programa de Ciências Naturais. - Orientações didáticas para intervenções problematizadoras. BIBLIOGRAFIA ASTOLFI, Jean;DEVELAY, Michel. A didática das ciências. São Paulo: Papirus, 2008. BIZZO, Nélio. Ciências: fácil ou difícil?. São Paulo: Editora Ática, 2007. DEMÉTRIO, Delizoicoy; ANGOTTI, José André. Metodologia do ensino das ciências. São Paulo: Editora Cortez, 2009.
  35. 35. 35 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA / 5º 60 - OBJETIVOS - Refletir dialeticamente os diversos momentos da educação no Brasil e os modelos das Práticas Educativas que influenciaram no modelo Econômico e Político-Social brasileiro ao longo dos tempos. CONTEÚDOS - Brasil: início da colonização e catequese – a fase jesuítica da escolarização colonial. - O Brasil do século XVII: Brasil na era pombalina. Brasil: a educação no Império. - BRASIL no século XX: pedagogia e educação. Primeira República. Segunda República. A Ditadura Militar. - Grandes Educadores Brasileiros: Fernando de Azevedo, Paulo Freire, Valnir Chagas. Darci Ribeiro e outros. - A educação no terceiro milênio BIBLIOGRAFIA ROMANELLI, Otaiza de O. História da educação no Brasil, 1930-1973. Petrópolis: Vozes, 1980. SAVIANI, Dermeval. História das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas: Autores Associados, 2008. Educação no Brasil: história e historiografia/ Sociedade Brasileira de História da Educação, (Organizadora) – Campinas, SP: Autores Associados, São Paulo: SBHE, 2001.
  36. 36. 36 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática PLANEJAMENTO / AVALIAÇÃO (PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO EDUCACIONAL) / 5º 60 - OBJETIVOS - Caracterizar aspectos básicos do planejamento, justificando sua importância no planejamento educacional. - Analisar os fundamentos do processo do planejamento educacional, justificando sua importância na política nacional de desenvolvimento. - Verificar a importância do planejamento participativo no desenvolvimento das etapas do processo do planejamento nacional. - Conhecer a trajetória da avaliação e a evolução de seu conceito. - Identificar as funções, critérios e categorias da Avaliação Educacional. - Incorporar o papel da avaliação na atual legislação brasileira. CONTEÚDOS - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO PLANEJAMENTO: planejamento no processo histórico; características do processo de planejamento; planejamento no enfoque sistêmico. - FUNDAMENTOS DO PLANEJAMENTO EDUCACIONAL: características do planejamento educacional; níveis do planejamento educacional; processo de planejamento em educação; planejamento participativo na escola. - PROJETOS EM EDUCAÇÃO: natureza do projeto educacional; formas de planejamento; Projeto Político Pedagógico da escola; projeto de ensino-aprendizagem; projeto de curso; plano de aula; projeto de trabalho. - A HISTÓRIA E A EVOLUÇÃO DA AVALIAÇÃO EDUCACIONAL: a evolução do conceito de avaliação; o conceito de avaliação segundo as diferentes concepções; a avaliação na atualidade. - AS FUNÇÕES E CATEGORIAS DA AVALIAÇÃO: funções da avaliação; as categorias da avaliação; avaliação e seus critérios; instrumentos de avaliação. - A AVALIAÇÃO NO SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO: Sistemas de Avaliação - SAEB, ENEM, PROVÃO e ENADE; a avaliação na L.D.B; as orientações sobre avaliação nos Parâmetros Curriculares Nacionais.
  37. 37. 37 BIBLIOGRAFIA VASCONCELOS, C. S., Planejamento: projeto de ensino - aprendizagem e projeto político pedagógico. São Paulo: Libertad, 2007. VIEIRA, S. L., E ALBUQUERQUE, M. G. M., Política e planejamento educacional. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2001. ESTEBAN, M. T., (org), Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. Rio de Janeiro: Cortez, 2003. LUCKESI, C. C., Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez Editora, 2006.
  38. 38. 38 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática PRÁTICA PEDAGÓGICA III: A ESCOLA E A AVALIAÇÃO / 5º 68 - OBJETIVOS - Conhecer e analisar os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). - Reconhecer as diversas modalidades de ensino praticadas, tendo consciência das suas necessidades e das necessidades de seus aperfeiçoamentos. - Elaborar projetos que valorizem a interdisciplinaridade. - Compreender a importância da avaliação na educação, buscando o conhecimento de critérios e instrumentos que possam contribuir no processo. - Demonstrar como fazer uso do preconceito como tema transversal. CONTEÚDOS - Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). - Modalidades de Ensino. - Construção de Projetos Interdisciplinares. - Avaliação (conceitos, critérios e instrumentos). - Leis 10.639/2003 e 11.654/2008 (História e Cultura Afro-Brasileira). BIBLIOGRAFIA MEC. Parâmetros Curriculares Nacionais.Brasil,1994. ESTEBAN, M. T., (org), Avaliação: uma prática em busca de novos sentidos. Rio de Janeiro: Cortez, 2003. HERNANDEZ, Fernando e VENTURA, Montserrat. A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio. Porto Alegre: Artmed, 1998. LUCKESI, C. C., Avaliação da aprendizagem escolar. São Paulo: Cortez Editora, 2006. FAZENDA, Ivan Corgil, Práticas Interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 1993
  39. 39. 39 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOCIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática ESTATÍSTICA APLICADA À EDUCAÇÃO / 6º 60 - OBJETIVOS - Conhecer os conceitos básicos da Estatística para o desenvolvimento de habilidades no trato de dados de natureza quantitativa dos problemas educativos. CONTEÚDOS - História da Estatística e Probabilidade. - Técnicas de amostragem. - Estatística descritiva. - Introdução à Probabilidade. - Variáveis aleatórias e seus modelos de distribuição. - Introdução à Inferência. - Associação entre Variáveis Qualitativas. - Associação entre Variáveis Quantitativas. - Uso de conceitos básicos de Probabilidade e Estatística no Computador. BIBLIOGRAFIA AZEVEDO, Amilcar G. de. Estatística básica. São Paulo: Editora Atlas, 2003. BONINI, Edmundo E; BONINI, Sérgio. Estatística teoria e exercícios. São Paulo: L.P.M., 2000. CRESPO, Antonio. Estatística fácil. São Paulo: Saraiva, 2003.
  40. 40. 40 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática METODOLOGIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS / 6º 60 - OBJETIVOS - Analisar os conceitos principais da disciplina: espaço, tempo, relações sociais, natureza e cultura à luz dos fundamentos teórico-metodológicos das Ciências Sociais. - Organizar e vivenciar situações didáticas relacionadas ao ensino das Ciências Sociais. CONTEÚDOS - Conceito de Ciência. - Objeto das Ciências Humanas. - Concepções teóricas na área das Ciências Humanas. - O método das Ciências Humanas. - As Ciências Humanas na educação infantil e nas séries iniciais do ensino fundamental. - A formação dos conceitos fundamentais das Ciências Humanas e suas relações com conteúdos programáticos e currículos. - Formações do conceito de relações sociais, espaço e tempo na educação infantil e séries iniciais. - Alternativas metodológicas para o ensino das Ciências Humanas. - A questão do livro Didático. - O local e o regional na educação infantil e séries iniciais ao E.F. BIBLIOGRAFIA BRUDEL, F. História e Ciências Sociais. São Paulo: Ed.Biblioteca de Cièncias Humanas,1988. GROSSI, Esther Pilar; Bordin, Jussara. Paixão de aprender. Petrópolis, RJ: Vozes, 1992. RONCA, Antonio Carlos; ESCOBAR, Virgínia Ferreira. Técnicas Pedagógicas: domesticação ou desafio à participação? Petrópolis, RJ: Vozes, 1996.
  41. 41. 41 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária Teórica Prática ARTE E EDUCAÇÃO / 6º 60 - OBJETIVOS - Analisar o ensino da arte no Brasil. - Propor situações didáticas para serem vivenciadas em sala de aula. - Desenvolver habilidades artísticas e críticas. - Valorizar a cultura popular. CONTEÚDOS - As linguagens da Arte. - Artes Visuais como produção cultural e Histórica. - Por que Arte e educação? - Artes Visuais e outras Linguagens da Arte. - Arte e a iniciação da pesquisa científica. - Arte e Religião. - As práticas pedagógicas no cotidiano. - O ensino de Arte. - Conteúdo de Arte referente ao ensino fundamental. - Arte na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. - Avaliação dos conteúdos de artes e da didática aplicada em sala. BIBLIOGRAFIA BARBOSA, Ana Mae; SALES, H. M. O ensino da Arte e sua história. São Paulo: MAC/WSP, 1990. CUNHA, Maria Izabel. O bom professor e sua prática. São Paulo: Papyrus, 1992. FAZENDA, Ivani Corgil. Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 1993.
  42. 42. 42 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática EDUCAÇÃO ESPECIAL / 6º 60 - OBJETIVOS - Conceituar e contextualizar historicamente a Educação Especial. - Apresentar as novas propostas para essa modalidade da educação. - Identificar os sintomas, profilaxia e intervenção psicopedagógica. - Diferenciar Deficiência e Dificuldades de Aprendizagem. - Compreender as Deficiências Sensoriais, Deficiência Mental, Síndrome de Down, Síndrome de Rett, Autismo e Síndrome de Asperger. - Discutir a inclusão. CONTEÚDOS - O CAMPO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL: conceito e histórico; Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional; Princípios que regem o direito à educação das pessoas ditas especiais - CRIANÇA COM NECESSIDADES ESPECIAIS: conceito e características; diagnóstico – prevenção e identificação. - A DINÂMICA DA FAMÍLIA, DA ESCOLA E DA SOCIEDADE, NO DESENVOLVIMENTO DA PESSOA COM NECESSIDADES ESPECIAIS: estudo de caso; anamnese; diferença entre deficiência e necessidades educacionais especiais. - DEFINIÇÃO, CARACTERIZAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DA CRIANÇA COM NECESSIDADES ESPECIAIS: Deficiência Intelectual (DI); Deficiência Visual (DV); Deficiência Auditiva (DA); Deficiência Física (DF). - DISTÚRBIOS E SÍNDROMES: Distúrbios da Aprendizagem - Dislexia, Disgrafia, Disortografia, Discalculia; Padrão de comportamento; Causas e modelos; Autismo e Síndrome de Asperger; Síndrome de Down; Síndrome de Rett. - INCLUSÃO: Educação Inclusiva - convivendo com a mudança para novos paradigmas; Inclusão de crianças com deficiência no ensino regular; a educação numa sociedade inclusiva. BIBLIOGRAFIA GONZALEZ, Eugênio (org.). Necessidades educacionais específicas. Porto Alegre: Artmed, 2007. LEITE, Sérgio Antônio da S. (org.). Afetividade e práticas pedagógicas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006. SAAD, Suad Nader. Preparando o caminho da inclusão, dissolvendo mitos e preconceitos em relação à pessoa com Síndrome de Down. São Paulo: Vetor, 2013.
  43. 43. 43 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática PRÁTICA PEDAGÓGICA IV: A ESCOLA E OS RECURSOS DIDÁTICOS / 6º 68 - OBJETIVOS - Identificar os recursos didáticos e sua aplicabilidade na atuação docente. - Utilizar as novas tecnologias e os vários recursos didáticos na sua pratica pedagógica relacionando o saber e o saber fazer entre a teoria e a prática. - Analisar e discutir as situações problemas identificadas no cotidiano escolar. - Reconhecer a importância do livro didático como suporte teórico e prático para o aluno e instrumento de apoio para o professor. - Reconhecer a importância dos livros paradidáticos para o desenvolvimento da leitura e sua incorporação às práticas cotidianas das salas de aula. - Realizar atividades experimentais a partir do cotidiano das pessoas. - O uso da sexualidade como tema transversal. CONTEÚDOS - Recursos Didáticos tradicionais. - Novas tecnologias a favor da educação. - Análises de Livros Didáticos. - Análises de Livros Paradidáticos. - Experimentos com uso do cotidiano. - Leis 3 /1984 e 120/1999 (Educação Sexual e Saúde Reprodutiva). BIBLIOGRAFIA FREIRE, Paulo. Importância do ato de ler. Ed. Cortez, São Paulo, 1993. CORACINI, Maria José. (Org.) Interpretação, autoria e legitimação do livro didático. São Paulo: Pontes, 1999. ROMANATTO, Mauro Carlos. O Livro Didático: alcances e limites. Disponível em http://www.sbempaulista.org.br/epem/anais/mesas_redondas/mr19-Mauro.doc. Acesso em 13/04/2009.
  44. 44. 44 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática NOÇÕES DE FONOAUDIOLOGIA / 6º 60 - OBJETIVOS - Conhecer a evolução histórica da fonoaudiologia no Brasil. - Discutir sobre a formação do pedagogo e sua articulação com a fonoaudiologia. - Propiciar o conhecimento sobre o processo de fonação e sobre o uso profissional da voz. CONTEÚDOS - Definição de Fonoaudiologia. - Histórico da Fonoaudiologia no Brasil. - Aspectos Fonoaudiológicos no Processo de Ensino e Aprendizagem. - Conceitos de Voz, Fala, Linguagem e Audição. - Noções de anatomofisiologia (da audição e do sistema fonoarticulatório). - Classificação dos transtornos de Voz, Fala, Linguagem e Audição. - Papel da fonoaudiologia na saúde e na educação. - Áreas afins que contribuem para os estudos e a prática fonoaudiológica no ambiente escolar. - Estudo da comunicação humana em seus aspectos normais e patológicos. - Dificuldades escolares relacionadas com os distúrbios de comunicação. BIBLIOGRAFIA CAPPELETTI. I.F. O lugar do fonoaudiólogo na escola. São Paulo: Summus editorial, 1991. COIMBRA, I. M. V.; LUQUE, M.C.F.; MACHADO, S.A. Fonoaudiologia escolar: um campo de trabalho em desenvolvimento. São Paulo: Summus editorial, 1991. FERNANDES, F. D. M. Fonoaudiologia em distúrbios psquiátricos da infância, São Paulo: Lovise, 1996.
  45. 45. 45 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática LIBRAS I (FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO DE SURDOS) / 7º 30 - OBJETIVOS - Apresentar os fundamentos filosóficos, históricos, sociológicos e econômicos da educação de surdos e refletir sobre a realidade atual da comunidade surda. CONTEÚDOS - Nomenclaturas utilizadas na área da surdez. - História da educação de surdos. - Modelos educacionais na educação de surdos. - As identidades surdas. - Legislação e educação de surdos. - Educação Inclusiva. - Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). BIBLIOGRAFIA LACERDA, C. B. F. de e SANTOS, L. F. dos (orgs). Tenho um aluno surdo, e agora? Introdução a LIBRAS e educação dos surdos. Editora EDUFSCAR, 2013. QUADROS, R. M. de e STUMPF, M. R. (orgs). Estudos da Língua de Sinais. Editora Insular, 2013. SACKS, O. W. Vendo Vozes: uma viagem ao mundo dos surdos. São Paulo: Companhia de Bolso, 2010.
  46. 46. 46 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática LIBRAS II (LIBRAS APLICADA À EDUCAÇÃO) / 7º 30 - OBJETIVOS - Conhecer a Língua Brasileira de Sinais para instrumentalizar o estudante a atuar na educação de surdos. - Compreender e respeitar as diferenças e singularidade linguísticas dos surdos. CONTEÚDOS - Desmistificando a língua de sinais. - O alfabeto manual x datilologia. - Nome e sinal pessoal. - As saudações e os cumprimentos. - Os pronomes, advérbios e numerais. - Expressões interrogativas. - Os adjetivos. - Os tipos de verbos. - Os tipos de frases. BIBLIOGRAFIA CAPOVILLA, F. C e MAURICIO, A.C.L. Novo Deit-Libras-2 Volumes. Editora EDUSP, 2013. HONORA, M. e FRIZANCO, M.L.E. Livro Ilustrado de Língua Brasileira de Sinais: desvendando a comunicação pelas pessoas usadas com surdez. São Paulo: Ciranda Cultural, 2010. KOJIMA, C. K. e SEGALA, S. R. Libras – Língua Brasileira de Sinais: a imagem do pensamento. Volumes 1, 2, 3, 4 e 5. São Paulo: Editora Escala, 2008.
  47. 47. 47 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática PESQUISA EM EDUCAÇÃO / 7º 60 - OBJETIVOS - Aprofundar a discussão acerca da pesquisa científica. - Compreender as etapas necessárias para a elaboração do projeto de pesquisa, tendo em vista o Trabalho de Conclusão de Curso. CONTEÚDOS - A investigação científica e a formação do professor. - A docência e a aprendizagem pela resolução de problemas. - Os pressupostos teóricos da investigação científica. - O objeto da investigação científica em educação e os métodos de investigação. - Tipos de pesquisa: exploratória, bibliográfica, descritiva e experimental. - Natureza e métodos adequados aos objetos de investigação em educação. - Pesquisa quantitativa, documental e qualitativa. - O planejamento da pesquisa, a escolha do tema e a delimitação do problema. - A seleção das variáveis/dos aspectos pertinentes ao problema investigado. - A função e os procedimentos da revisão da literatura. - A localização e a avaliação das fontes de consulta. - O uso da biblioteca e dos documentos bibliográficos. - A construção do marco teórico e sua importância para a delimitação do problema, para a construção de hipóteses e sua validação. BIBLIOGRAFIA AQUINO, Ítalo de Souza. Como escrever artigos científicos: sem arrodeio e sem medo da ABNT. João Pessoa: Editora Universitária, UFPB, 2007 COSTA, Antônio Fernando Gomes. Guia para a elaboração científica, dissertações, teses e editoração de livros. Rio de Janeiro: Interciência, 2003. MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos da metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2007.
  48. 48. 48 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática EDUCAÇÃO E TRABALHO / 7º 60 - OBJETIVOS - Compreender e refletir sobre as mutações no mundo do trabalho e da educação frente às modernizações tecnológicas de organização de produção e das relações de trabalho. CONTEÚDOS - A relação da juventude com o trabalho. - As transformações no mundo do trabalho e as novas tecnologias no Brasil. - Juventude e Educação: desafios e possibilidades. - Trabalho e cidadania: que relação é essa? - O trabalho como necessidade social e como valor prático. - Condições de vida e trabalho: as desigualdades sociais, concentração de riqueza. - O jovem trabalhador: exclusão e inclusão no mercado de trabalho. BIBLIOGRAFIA CARNOY, Martim; LEVIN, Henry. A Escola e o trabalho no estado capitalista. São Paulo: Cortez, 1987. FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação, crise do trabalho. São Paulo: Vozes, 1998. SAVIANI, Dermeval. O trabalho como princípio educativo. São Paulo: Vozes, 1994.
  49. 49. 49 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática TEORIAS DO CURRÍCULO / 7º 60 - OBJETIVOS - Analisar o conceito e teorias do currículo tendo em vista a construção do Projeto Político Pedagógico da escola. CONTEÚDOS - O Conceito de Currículo. - A História do Currículo e Tendências Curriculares no Brasil. - Currículo: implicações didático-metodológicas. - Interdisciplinaridade e Currículo. - Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). - Sociedade Educação e Currículo: no Brasil Colônia, Brasil Império, de 1930 à 1964 e no contexto da Ditadura Militar. - Das Teorias Tradicionais às Teorias Críticas. - As Teorias Pós-Críticas. - Depois das Teorias Críticas e Pós-Críticas BIBLIOGRAFIA SACRISTÁN, J. Gimeno. O currículo: uma reflexão sobre a prática. Porto Alegre: Artmed, 2000. SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de identidade; uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte, Autêntica Editora, 2013. ABRAMOWICZ, Anete, BARBOSA, Lúcia Maria de Assunção, SILVÉRIO, Roberto (Orgs.). Educação como prática da diferença. Campinas: Armazém Ipê (Autores Associados), 2006.
  50. 50. 50 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática PRÁTICA PEDAGÓGIVA V: A ESCOLA E AS FONTES DE PESQUISA / 7º 68 - OBJETIVOS - Apresentar e analisar as diferentes fontes de pesquisa que podem ser usadas na prática educacional. - Articular a teoria e a prática, discutindo os dados coletados nas pesquisas de campo. - Discutir as diferentes formas de acesso à Educação Superior. - Utilizar os assuntos drogas e violência como temas transversais. CONTEÚDOS - Fontes de pesquisa para atividades externas: a Pesquisa de Campo. - Fontes de pesquisa para trabalhos em casa e em sala. - O ENEM: normas, aperfeiçoamentos, problemas, aceitação, perspectivas e comparação com outros meios de avaliação educacional. - Exames de acesso à Universidade; Cotas. - O Ensino médio e a compatibilidade de seu conteúdo. - O uso de drogas e violência como temas transversais. BIBLIOGRAFIA BARREIRO, Iraíde Marques de Freitas Barreiro. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. São Paulo: AVERCAMP, 2005. DOURADO, Luiz Fernandes. Plano Nacional de Educação (2011-2020): avaliação e perspectivas. Goias; Editora UFG, 2010. ALBUQUERQUE, Targélia de Souza; ABRAMOWICZ, Mere; CARVALHO, Maria Helena da Costa. Currículo e avaliação: uma articulação necessária. Recife; volume II. Bagaço, 2006.
  51. 51. 51 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM PEDAGOGIA Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática PRÁTICA PEDAGÓGICA VI: A ESCOLA E A FORMAÇÃO PROFISSIONAL / 7º 68 - OBJETIVOS - Apresentar diversas dinâmicas de grupo que possam ser aplicadas em sala de aula. - Demonstrar e discutir situações problematizadoras comuns na realidade do cotidiano escolar. - Identificar os saberes docentes exigidos no cenário atual para o Ensino Médio em sua terceira série e no ensino profissional. - Comentar a dinâmica do trabalho desenvolvido na educação profissional e propor formas de intervenções. - Perceber o momento do estágio como experiência para o seu futuro profissional. - Utilizar o meio ambiente como tema transversal. CONTEÚDOS - Dinâmicas de Grupo. - Situações problematizadoras. - Formação Profissional: aspectos legais e mercado de trabalho. - Lei 9.795/1999, Art.11 (Política Nacional de Educação Ambiental). - O uso do meio ambiente como tema transversal. BIBLIOGRAFIA FARIAS I. M. S. et al. Didática e Docência – aprendendo a profissão. Brasília: Líber Livro, 2009. DOURADO, Luiz Fernandes. Plano Nacional de Educação (2011 – 2020): avaliação e perspectivas. Goiás; Editora UFG, 2010. QUEIROZ, Tânia Dias. Pedagogia de Projetos Interdisciplinares: uma proposta prática de construção do conhecimento a partir de projetos. São Paulo; Editora RIDEEL, 2001.
  52. 52. 52 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF CURSO: TEORIAS E PRÁTICAS EM ADMINISTRAÇÃO Modalidade: Extensão Oferta: Fora do Campus Universitário da FUNESO DISCIPLINA /MÓDULO Carga Horária (h) Teórica Prática POLÍTICAS PÚBLICAS E EDUCAÇÃO / 7º 60 - OBJETIVOS - Estudar as principais políticas públicas educacionais da contemporaneidade articulada aos conceitos de Estado e suas implicações nas definições das políticas públicas na sociedade brasileira. - Compreender a conjuntura nacional, da organização social, política e econômica e suas articulações com a área educacional. CONTEÚDOS - Políticas Públicas e Políticas Educacionais. - Concepções de Estado. - Estado e Políticas Públicas. - Políticas Públicas: conceito e origem. - Políticas públicas Educacionais: conceito e origem. - Perspectivas das Políticas Educacionais Brasileiras: construção da cidadania e Políticas de Inclusão. - Principais Políticas Educacionais. - Esferas: Federal, Estadual e Municipal. - Modelo de Administração das Políticas . BIBLIOGRAFIA LIMA, Antônio Bosco de. Estado, políticas educacionais e gestão compartilhada. São Paulo: Saraiva, 2010. AZEVEDO, Janete M.Lins. A Educação como política pública. Coleção Polêmicas de Nosso Tempo. Campinas / São Paulo: atores associados, 2001. DOURADO, Luiz F.; PARO, Vitor H. (orgs). Políticas públicas e educação básica. São Paulo: Xamã, 2001.
  53. 53. 53 Complementação na IES de Destino (8° PERÍODO) N° DISCIPLINAS Carga Horária (h) CR CÓD. Teóric a Prática Total 01 T.C.C. I (Normas e Projeto) 30 - 30 02 038 02 T.C.C. II (Redação e Defesa) 30 - 30 02 045 03 Estágio Supervisionado I (EFR / 6º e 7º Anos) - 100 100 04 030 04 Estágio Supervisionado II (EFR / 8º e 9º Anos) - 100 100 04 036 05 Estágio Supervisionado III (EMR / 1º e 2º Anos) - 100 100 04 043 06 Estágio Supervisionado IV (EMR / 3º Ano e Profissionalizante) - 100 100 04 050 Atividades Acadêmicas Científicas Culturais: 200 horas
  54. 54. 54 DISCIPLINA Carga Horária (h) Cr Período Teórica Prática PED038 – TCC I (Normas e Projeto) 30 - 2 8º EMENTA - Retomada do Projeto de Pesquisa. - Estrutura  Normas da ABNT  Artigo Científico  Objetivos  Modelo  - Normas da ABNT para elaboração do Artigo Científico. COMPETÊNCIA Instrumentalizar o aluno para a elaboração do trabalho de conclusão de curso, de acordo com as Normas técnica da ABNT. BIBLIOGRAFIA SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002. RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa Social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 2007. MARTINS, G. de Andrade. Manual de elaboração de monografias. São Paulo: Ática. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARTINS, G. de Andrade. Manual de elaboração de monografias. São Paulo: Ática. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. São Paulo: Ática. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 22. .ed. São Paulo: Cortez, 2002.
  55. 55. 55 DISCIPLINA Carga Horária (h) Cr Período Teórica Prática PED045 – TCC II (Redação e Defesa) 30 - 2 8º EMENTA - Redação do Projeto de Pesquisa. - Preparação para apresentação do TCC. - Apresentação do TCC. COMPETÊNCIA Redigir e apresentar o TCC desenvolvido. BIBLIOGRAFIA SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002. RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa Social: métodos e técnicas. São Paulo: Atlas, 2007. MARTINS, G. de Andrade. Manual de elaboração de monografias. São Paulo: Ática. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARTINS, G. de Andrade. Manual de elaboração de monografias. São Paulo: Ática. MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos e resenhas. São Paulo: Ática. SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho científico. 22. .ed. São Paulo: Cortez, 2002.
  56. 56. 56 DISCIPLINA Carga Horária (h) Cr Período Teórica Prática PED030 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO I ---- 100 8 8º EMENTA - Atividades práticas desenvolvidas nas matérias específicas nos 6º e 7º anos do ensino fundamental. - Desenvolvimento de atividades de observação e regência. COMPETÊNCIA Aproximar o aprendiz-professor da realidade concreta, futuro campo profissional, oferecendo condições para que os diferentes saberes recebidos sejam mobilizados no exercício docente. BIBLIOGRAFIA BARREIRO, Iraíde Marques de Freitas & GEBRAN, Raimunda Abou. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. São Paulo: Editora AVEAMP, 2006. BIANCHI, A.C.M.; ALVARENGA, M.; BIANCHI, R. Manual de orientação: estágio supervisionado. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
  57. 57. 57 DISCIPLINA Carga Horária Cr Período Teórica Prática PED036 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ---- 100 8 8º EMENTA - Atividades práticas desenvolvidas nas matérias específicas nos 8º e 9º anos do ensino fundamental. - Desenvolvimento de atividades de observação e regência. COMPETÊNCIA Aproximar o aprendiz-professor da realidade concreta, futuro campo profissional, oferecendo condições para que os diferentes saberes recebidos sejam mobilizados no exercício docente. BIBLIOGRAFIA BARREIRO, Iraíde Marques de Freitas & GEBRAN, Raimunda Abou. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. São Paulo: Editora AVEAMP, 2006. BIANCHI, A.C.M.; ALVARENGA, M.; BIANCHI, R. Manual de orientação: estágio supervisionado. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
  58. 58. 58 DISCIPLINA Carga Horária (h) Cr Período Teórica Prática PED043 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO III ---- 100 8 8º EMENTA - Atividades práticas desenvolvidas nas matérias específicas nos 1º e 2º anos do ensino médio. - Desenvolvimento de atividades de observação e regência. COMPETÊNCIA Aproximar o aprendiz-professor da realidade concreta, futuro campo profissional, oferecendo condições para que os diferentes saberes recebidos sejam mobilizados no exercício docente. BIBLIOGRAFIA BARREIRO, Iraíde Marques de Freitas & GEBRAN, Raimunda Abou. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. São Paulo: Editora AVEAMP, 2006. BIANCHI, A.C.M.; ALVARENGA, M.; BIANCHI, R. Manual de orientação: estágio supervisionado. São Paulo: Cengage Learning, 2009..
  59. 59. 59 DISCIPLINA Carga Horária Cr Período Teórica Prática PED050 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV ---- 100 8 8º EMENTA - Atividades práticas desenvolvidas nas matérias específicas no 3º ano do ensino médio e no ensino profissional. - Desenvolvimento de atividades de observação e regência. COMPETÊNCIA Aproximar o aprendiz-professor da realidade concreta, futuro campo profissional, oferecendo condições para que os diferentes saberes recebidos sejam mobilizados no exercício docente. BIBLIOGRAFIA BARREIRO, Iraíde Marques de Freitas & GEBRAN, Raimunda Abou. Prática de ensino e estágio supervisionado na formação de professores. São Paulo: Editora AVEAMP, 2006. BIANCHI, A.C.M.; ALVARENGA, M.; BIANCHI, R. Manual de orientação: estágio supervisionado. São Paulo: Cengage Learning, 2009.
  60. 60. 60 I - FUNDAMENTAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 1. Visão Inicial Estágio é o tempo de ensinagem que permite alguém aprender um ofício através da prática do mesmo, visando depois exercer esse ofício. Assim, o estágio admite uma relação dialógica e pedagógica entre um profissional participante de um ambiente de trabalho e um aprendiz. O estágio não é uma atividade facultativa, sendo condição sine qua non para, a obtenção de um título ou grau. Entre outros objetivos, pode-se dizer que o estágio curricular é um modo peculiar de treinamento para aprender/atuar e que só pode/deve acontecer em espaços adequado s, considerando-se que o estagiário assuma efetivamente o papel de profissional qualificado. 2. Visão Focal O estágio supervisionado como atividade obrigatória na organização curricular dos cursos de formação profissional qualquer que seja, intrinsecamente articulado com as disciplinas de teoria e prática e os trabalhos acadêmicos, deve ocorrer dentro de um tempo definido em lei e, portanto não deve admitir nem acréscimo nem redução. A formação profissional é um processo coletivo de apropriação do conhecimento, onde o estágio curricular supervisionado é visto como instância de articulação entre “o saber” e o “fazer” pedagógicos. Assim, os conhecimentos, as competências, as habilidades e as atitudes garantem uma formação de qualidade. 3. Visão Funcional O estágio curricular enquanto trabalho escolar coletivo e dinâmico tem como princípios: a) aproximar os espaços escolares e os não escolares tendo por perspectiva a
  61. 61. 61 análise das instituições e das práticas pedagógicas dos professores; b) priorizar o preparo profissional do estagiário, favorecendo a sua formação/exercício da profissão nos diferentes contextos; c) possibilitar que o processo de investigação e intervenção pedagógica sustente a interação entre o ensino e a pesquisa do cotidiano escolar, pautado na construção do conhecimento e na apropriação dos problemas da profissão. II. REQUISITOS PARA O ESTÁGIO O Estágio Curricular Supervisionado é concebido como conteúdo curricular formador do perfil do discente em uma atividade obrigatória tendo em vista a consolidação prévia dos desempenhos profissionais desejados. Os alunos dos cursos de Licenciaturas têm os seus estágios supervisionados divididos em 4 módulos, cada um com 100 horas/aula. Eles são encaminhados a Instituições que ofereçam séries e níveis de ensino compatíveis, indo dos 6º e 7º Anos do Ensino Fundamental Regular ao 3º Ano do Ensino Médio Regular, passando ainda pelo Ensino Profissional, fazendo observação e regência, com acompanhamento do professor das disciplinas específicas. Ao final do estágio, o aluno deverá entregar ao seu professor o memorial e a ficha de frequência comprobatória do cumprimento das atividades. III. CAMPOS DE ESTÁGIO São considerados campos de estágio as escolas públicas e/ou particulares, além de outros espaços educativos formais e não formais que serão previamente selecionados. O campo de estágio deverá apresentar os requisitos mínimos e imprescindíveis na sua infraestrutura, necessários à realização das atividades.
  62. 62. 62 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF ANÁLISE TÉCNICA DE UM LIVRO DIDÁTICO ROTEIRO JUSTIFICATIVA: – Favorecer o desenvolvimento do senso crítico indispensável à função docente. OBJETIVOS: – Analisar tecnicamente um livro didático. – Adotar critério seletivo na adoção de um livro. ORIENTAÇÃO: – Escolher o livro didático considerando a série do Ensino Fundamental ou Médio. – Fazer a análise tendo em vista os itens que se seguem. 1. Aspecto externo / Ficha Técnica: - Autor - Título - Local e data da publicação - Edição - Editora - Número de capítulos / unidades - Número de páginas - Número do volume - Apêndices 2. Aspectos Gerais a serem analisados: - Apresenta linguagem adequada ao nível da série? - O tamanho das letras facilita a leitura? - Os exercícios são coerentes com os textos? - Oferece ilustrações e/ou informações complementares (desenhos, gravuras, mapas, gráficos, fotografias, sites da internet) corretas e atualizadas? - As ilustrações são voltadas à compreensão do texto? - Faz-se acompanhar de manual do professor e caderno de atividades? - Apresenta atividades que atendem as dificuldades individuais? - Oferece exercícios de reforço ? - Apresenta capa atrativa e colorida? - Possui tamanho que facilita o uso?
  63. 63. 63 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF 3. Análise do conteúdo: - Está relacionado ao programa da série? - Apresenta sequência que facilita a compreensão? - Parte do mais simples para o mais complexo? - Estimula a participação do aluno? - Apresenta nomes, datas e fatos corretos? - Permite que o aluno desenvolva o raciocínio indutivo ou dedutivo? - Motiva o aluno a aplicar em situações práticas? - É complementado por notas de rodapé, glossário, referências bibliográficas, etc? 4. Avaliação: - Aspectos mais positivos. - Aspectos mais negativos. - Conceito atribuído ao livro. - Adotaria o livro analisado? Justifique. BOM TRABALHO, CARO DISCENTE!
  64. 64. 64 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF FICHA DE INFORMAÇÕES SOBRE O ALUNO-ESTAGIÁRIO NOME DO ALUNO: _______________________________________________________________ RESIDÊNCIA: _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ TELEFONES PARA CONTATO: _______________________________________________________________ DUAS ESCOLAS PARA ESTÁGIO (COMO SUGESTÃO): _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ LOCALIZAÇÃO DAS ESCOLAS: _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ HORÁRIO DISPONÍVEL PARA O ESTÁGIO _____________________________________________ _______________________________________________________________ SUGESTÕES PARA O ESTÁGIO: _______________________________________________________________ _______________________________________________________________
  65. 65. 65 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF MODELO PARA RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ESTRUTURA DO RELATÓRIO I. CAPA Deve conter os seguintes elementos: - Nome da Faculdade; - Curso; - Título do Trabalho; - Nome do aluno; - Localidade, mês e ano. II. FOLHA DE ROSTO Deve conter os seguintes elementos: - Nome do aluno; - Título do trabalho; - Informações gerais (curso, período atual, faculdade, professor supervisor e data de realização do estágio); - Localidade e ano. III. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. IDENTIFICAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO 3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 3.1. ATIVIDADE (OBSERVAÇÃO) 3.1.1. (O que?) Escrever um título de acordo com o conteúdo. 3.1.2. (Por que?) Escrever um título de acordo com o conteúdo. 3.1.3. (Como?) Escrever um título de acordo com o conteúdo. 3.1.4. (Qual a aprendizagem?) Escrever um título de acordo com o conteúdo. 3.2. ATIVIDADE (REGÊNCIA) 3.2.1. (O que?) Escrever um título de acordo com o conteúdo. 3.2.2. (Por que?) Escrever um título de acordo com o conteúdo. 3.2.3. (Como?) Escrever um título de acordo com o conteúdo. 3.2.4. (Qual a aprendizagem?) Escrever um título de acordo com o conteúdo.
  66. 66. 66 FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE OLINDA – FUNESO UNIÃO DE ESCOLAS SUPERIORES DA FUNESO – UNESF 4. CONCLUSÕES 5. REFERÊNCIAS 6. ANEXOS FICHA DE ACOMPANHAMENTO DO ESTÁGIO FICHAS DE OBSERVAÇÃO FICHAS DE AVALIAÇÃO DA REGÊNCIA PLANOS DE AULA EXERCÍCIOS E TEXTOS PREPARADOS PARA A REGÊNCIA PLANO DE CURSO DECLARAÇÃO DE REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO FICHA DE AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO OUTROS QUE DEPENDERÃO DAS ATIVIDADES REALIZADAS DURANTE O ESTÁGIO. IV ENCADERNAÇÃO Em espiral preto, com capa transparente e contracapa preta. Constarão da encadernação os anexos da observação e da regência. Todos estarão preenchidos e assinados.

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