Cristo, o fim da lei_722014_GGR

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O Objetivo deste material e colocar os textos bíblicos diretos em negrito e sublinhado, somados aos escritos de Ellen White que trazem mais luz sobre o assunto, para facilitar o entendimento, e capacitar a responder as questões da lição.

“Sempre darei a fonte, para que o conteúdo não seja anônimo, e todos tenham a oportunidade de achar, pesquisar e questionar”.

Que... “Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe; e faça resplandecer o seu rosto sobre nós. Para que se conheça na terra o teu caminho, e em todas as nações a tua salvação”. Sal. 67:1-2.

Bom Estudo!

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Cristo, o fim da lei_722014_GGR

  1. 1. Lições Adultos Cristo e Sua lei Lição 7 - Cristo, o fim da lei 10 a 17 de maio Sábado à tarde - "O fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê." Rm 10:4. “Jesus era uma ilustração viva do cumprimento da Lei; mas esse cumprimento não significava a abolição ou aniquilação dela. Cumprindo a Lei, Ele satisfazia toda especificação de seus reclamos.” The Signs of the Times, 14 de março de 1895. cf. Mateus 5:17-20. “Quando a Lei foi proclamada no Sinai, Deus fez conhecida aos homens a santidade de Seu caráter, para que por contraste eles pudessem ver a própria pecaminosidade. A Lei foi dada para convencê-los do pecado e revelar sua necessidade de um Salvador. Ela assim faria quando seus princípios fossem aplicados ao coração pelo Espírito Santo. Essa obra, ainda o faz Ele. Na vida de Cristo, os princípios da Lei tornam-se manifestos; e assim como o Espírito Santo de Deus toca o coração, assim como a luz de Cristo revela aos homens sua necessidade do sangue purificador e da perdoadora justiça dEle, a Lei ainda é um agente em levar-nos a Cristo, para que possamos ser justificados pela fé.” The Signs of the Times, 29 de março de 1910. “Compare o instrumento humano a própria vida com a de Cristo e, mediante a graça que Ele comunica aos que O tornam seu Salvador pessoal, atinja a norma da justiça. ... Os que seguem a Cristo olharão sempre à lei perfeita da liberdade, e pela graça a ele dada por Cristo, moldarão o caráter segundo os requisitos divinos”. Youth's Instructor, 18 de outubro de 1894. “Deus requer de Seus filhos perfeição. Sua lei é um transcrito de Seu caráter, e é o padrão de todo caráter. Essa norma infinita é apresentada a todos para que não haja má compreensão no tocante à espécie de homens que Deus quer ter para compor o Seu reino. A vida de Cristo na Terra foi uma expressão perfeita da lei de Deus, e quando os que professam ser Seus filhos tornarem-se semelhantes a Cristo no caráter, obedecerão aos mandamentos de Deus. Então o Senhor pode contá-los com toda a confiança entre os que formarão a família do Céu.” Parábolas de Jesus, p. 315. Domingo - Onde aumentou o pecado (Rm 5:12-21) Embora aponte pecados, a lei é impotente para livrar-nos deles. No entanto, essa mesma impotência nos mostra nossa necessidade de Jesus, a única solução para o pecado. 1. Leia Romanos 5:12-21. De que forma a mensagem da graça de Deus é revelada nessa passagem? “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram. 13 Porque antes da lei já estava o pecado no mundo, mas onde não há lei o pecado não é levado em conta. 14 No entanto a morte reinou desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão o qual é figura daquele que havia de vir. 15 Mas não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se pela ofensa de um morreram muitos, muito mais a graça de Deus, e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, abundou sobre muitos. 16 Também não é assim o dom como a ofensa, que veio por um só que pecou; porque o juízo veio, na verdade, de uma só ofensa para condenação, mas o dom gratuito veio de muitas ofensas para justificação. 17 Porque, se pela ofensa de um só, a morte veio a reinar por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. 18 Portanto, assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação e vida. 19 Porque, assim como pela desobediência de um só homem muitos foram constituídos pecadores, assim também pela obediência de um muitos serão constituídos justos. 20 Sobreveio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; 21 para que, assim como o pecado veio a reinar na morte, assim também viesse a reinar a graça pela justiça para a vida eterna, por Jesus Cristo nosso Senhor.” (Romanos 5:12-21 RA) ramos@advir.comramos@advir.com
  2. 2. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus, 24 sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus Rm 3:23-24. RC Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor. Rm 6:23. RC Temos motivo para incessante gratidão a Deus porque Cristo, por Sua perfeita obediência, reconquistou o paraíso que Adão perdeu pela desobediência. Adão pecou, e os filhos de Adão partilham de sua culpa e suas consequências; mas Jesus assumiu a culpa de Adão, e todos os filhos de Adão que correrem para Cristo, o segundo Adão, podem livrar-se da penalidade da transgressão. Jesus recuperou o Céu para o homem suportando a prova a que Adão deixou de resistir; pois Ele obedeceu perfeitamente à lei, e todos os que têm correta compreensão do plano da redenção verão que não podem estar salvos enquanto continuam na transgressão dos santos preceitos de Deus. Precisam cessar de transgredir a lei e apegar-se às promessas de Deus que se acham à nossa disposição por meio dos méritos de Cristo. Fé e Obras, 88-89. Tudo que foi perdido pelo primeiro Adão será restaurado pelo segundo. Diz o profeta: "A ti, ó Torre do rebanho, monte da filha de Sião, a ti virá; sim, a ti virá o primeiro domínio." Miq. 4:8. E Paulo aponta para a "redenção da possessão de Deus". Efés. 1:14. Deus criou a Terra para ser habitada por seres santos e felizes. Este propósito será cumprido quando, renovada pelo poder de Deus e liberta do pecado e da tristeza, ela se tornar o eterno lar dos remidos. Review and Herald, 22 de outubro de 1908. Segunda - Lei e graça (Rm 6:15-23) Ano Bíblico: 2Cr 8, 9 2. De acordo com Romanos 6:12, 15-23, quais são as implicações de se viver uma vida de graça? Considere especialmente Rm 6:12, 15, 17. “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões;” (Romanos 6:12 RA) “15 De modo que, quanto está em mim, estou pronto para anunciar o evangelho também a vós que estais em Roma. 16 Porque não me envergonho do evangelho, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. 17 Porque no evangelho é revelada, de fé em fé, a justiça de Deus, como está escrito: Mas o justo viverá da fé. 18 Pois do céu é revelada a ira de Deus contra toda a impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça. 19 Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. 20 Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis; 21 porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. 22 Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos, 23 e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.” (Romanos 1:15-23 RA) A influência da esperança evangélica não levará o pecador a considerar a salvação de Cristo como uma questão de livre graça, enquanto continuar vivendo em transgressão à lei de Deus. ... Ela mudará seus caminhos, tornar-se-á leal a Deus mediante a força obtida de seu Salvador, e o levará a uma vida nova e mais pura. Testimonies, vol. 4, págs. 294 e 295. Como foi completo o sacrifício feito em nosso favor, assim deve ser a nossa restauração do aviltamento do pecado. Nenhum ato de impiedade será desculpado pela lei de Deus; injustiça alguma lhe pode escapar à condenação. A ética evangélica não reconhece nenhuma norma senão a perfeição do caráter divino. A vida de Cristo foi um perfeito cumprimento de todo preceito da lei. Ele disse: "Eu tenho guardado os mandamentos de Meu Pai." João 15:10. Sua vida é nosso exemplo de obediência e serviço. Somente Deus pode renovar o coração. "Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade." Filip. 2:13. Mas é-nos ordenado: "Operai a vossa salvação." Filip. 2:12. A Ciência do Bom Viver, págs. 451 e 452. ramos@advir.comramos@advir.com
  3. 3. A fé em Cristo que salva a alma não é o que muitos imaginam que ela é. "Crede, crede", é o seu brado; "tão- somente crede em Cristo, e sereis salvos. É tudo que tereis de fazer." Embora a fé verdadeira confie inteiramente em Cristo para a salvação, ela conduzirá a perfeita conformidade com a lei de Deus. Fé e Obras, pág. 52. Deus pretende que os Seus seguidores sejam o que Jesus foi quando revestido da natureza humana. Cumpre-nos, em Sua força, viver a vida pura e nobre que o Salvador viveu. A Ciência do Bom Viver, pág. 426. Terça - Miserável homem! (Rm 7:21-25) Ano Bíblico: 2Cr 10–13 3. Leia Romanos 7:13-25. Como devemos entender esses versos? Paulo estava falando de um homem não convertido, ou essa é a experiência de um convertido? Que razões você pode dar para sua resposta? “Logo o bom tornou-se morte para mim? De modo nenhum; mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte por meio do bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se manifestasse excessivamente maligno. 14 Porque bem sabemos que a lei é espiritual; mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. 15 Pois o que faço, não o entendo; porque o que quero, isso não pratico; mas o que aborreço, isso faço. 16 E, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa. 17 Agora, porém, não sou mais eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim. 18 Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; com efeito o querer o bem está em mim, mas o efetuá-lo não está. 19 Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse pratico. 20 Ora, se eu faço o que não quero, já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. 21 Acho então esta lei em mim, que, mesmo querendo eu fazer o bem, o mal está comigo. 22 Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; 23 mas vejo nos meus membros outra lei guerreando contra a lei do meu entendimento, e me levando cativo à lei do pecado, que está nos meus membros. 24 Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte? 25 Graças a Deus, por Jesus Cristo nosso Senhor! De modo que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado.” (Romanos 7:13-25 RA) Não basta percebermos a benignidade de Deus, vermos a benevolência, a ternura paternal de Seu caráter. Não basta reconhecermos a sabedoria e justiça de Sua lei, e que ela se baseia sobre o eterno princípio do amor. Paulo, o apóstolo, reconheceu tudo isto quando exclamou: "Consinto com a lei, que é boa." "A lei é santa; e o mandamento, santo, justo e bom." Acrescentou, porém, na amargura de sua íntima angústia e desespero: "Mas eu sou carnal, vendido sob o pecado." Rom. 7:16, 12 e 14. Ansiava a pureza, a justiça, as quais era impotente para alcançar por si mesmo e exclamou: "Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?" Rom. 7:24. Tal é o brado que tem subido de corações oprimidos, em todas as terras e em todos os tempos. Para todos só existe uma resposta: "Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo." João 1:29. Caminho a Cristo, 19. Paulo reconhecia sua fraqueza, e bem podia duvidar de sua força. Referindo-se à lei, ele diz: "E o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte." Rom. 7:10. Ele confiara nas obras da lei. No tocante à sua vida exterior, declara que, "quanto à lei", era "irrepreensível"; e punha a confiança em sua própria justiça. Mas quando o espelho da lei foi colocado diante dele, e viu a si mesmo como Deus o via, cheio de faltas, manchado pelo pecado, exclamou: "Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?" Rom. 7:24. Paulo contemplou o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Ouviu a voz de Cristo dizendo: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim." João 14:6. Resolveu apossar- se dos benefícios da graça que salva, estar morto para as transgressões e pecados, ter a culpa removida pelo sangue de Cristo, ser revestido da justiça de Cristo, tornar-se um ramo da Videira que vive. Andava com Cristo, e Jesus tornou-Se para ele - não uma parte da salvação, enquanto suas boas obras eram a outra parte - mas o seu tudo em todos, o primeiro e o último, e o melhor em tudo. Tinha a fé que extrai vida de Cristo, que o habilitava a harmonizar a vida com a do Exemplo divino. Essa fé nada reivindica para o seu possuidor devido a sua justiça, mas tudo reivindica em virtude da justiça de Cristo. Signs of the Times, 24 de novembro de 1890. Quarta - A finalidade da lei (Rm 9:30–10:4) Ano Bíblico: 2Cr 14–16 4. Leia Romanos 9:30–10:4. De que modo a salvação é pela fé e não pela lei? ramos@advir.comramos@advir.com
  4. 4. “Que diremos, pois? Que os gentios, que não buscavam a justiça, alcançaram a justiça? Sim, mas a justiça que é pela fé. 31 Mas Israel, que buscava a lei da justiça, não chegou à lei da justiça. 32 Por quê? Porque não foi pela fé, mas como que pelas obras da lei. Tropeçaram na pedra de tropeço, 33 como está escrito: Eis que eu ponho em Sião uma pedra de tropeço e uma rocha de escândalo; e todo aquele que crer nela não será confundido. 1 Irmãos, o bom desejo do meu coração e a oração a Deus por Israel é para sua salvação. 2 Porque lhes dou testemunho de que têm zelo de Deus, mas não com entendimento. 3 Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus. 4 Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.” Rm 9:30-10:4. RC “A lei nos revela o pecado, levando-nos a sentir nossa necessidade de Cristo e a fugirmos para Ele em busca de perdão e paz mediante o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo.” Mensagens escolhidas, p. 234. A lei nos mostra os pecados, da mesma maneira que um espelho nos mostra que nosso rosto não está limpo. O espelho não pode limpar o rosto; esta não é sua finalidade. Assim também com a lei. Ela aponta nossos defeitos, e nos condena, mas não tem poder para salvar- nos. Precisamos ir a Cristo, a fim de obter perdão. Ele tomará nossa culpa sobre Si, e nos justificará perante Deus. E Ele não apenas nos libertará do pecado, mas nos dará poder para obedecer à vontade de Deus. … Hoje em dia, muitos estabelecem normas próprias, pensando ganhar o Céu apesar de negligenciarem a vontade de Deus. Mas os tais estão edificando sobre a areia. São apenas ouvintes. ... Nossa salvação custou a vida do Filho de Deus, e Deus requer que edifiquemos nosso caráter sobre um alicerce que resista ao teste do juízo. Signs of the Times, 24 de setembro de 1896. Há dois erros contra os quais os filhos de Deus - particularmente os que só há pouco vieram a confiar em Sua graça - devem, especialmente, precaver-se. O primeiro, ... é o de tomar em consideração as suas próprias obras, confiando em qualquer coisa que possam fazer, a fim de pôr-se em harmonia com Deus. Aquele que procura tornar-se santo por suas próprias obras, guardando a lei, tenta o impossível. … O erro oposto e não menos perigoso é o de que a crença em Cristo isente o homem da observância da lei de Deus; que, visto como só pela fé é que nos tornamos participantes da graça de Cristo, nossas obras nada têm que ver com nossa redenção. Mas notai aqui que a obediência não é mera aquiescência externa, mas sim o serviço de amor. A lei de Deus é uma expressão de Sua própria natureza; é uma corporificação do grande princípio do amor, sendo, daí o fundamento de Seu governo no Céu e na Terra. ... É a fé, e ela só, que, em vez de dispensar- nos da obediência, nos torna participantes da graça de Cristo, a qual nos habilita a prestar obediência. Caminho a Cristo, págs. 59-61. Quinta - O tutor (Gl 3:19-24) Ano Bíblico: 2Cr 17–20 “Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita, e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro. 20 Ora, o medianeiro não o é de um só, mas Deus é um. 21 Logo, a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se dada fosse uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei. 22 Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. 23 Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. 24 De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que, pela fé, fôssemos justificados.” (Gálatas 3:19-24 RC) 5. Leia Gálatas 3:23, 24. Que imagens Paulo usou para descrever o propósito da lei? Qual é o significado dessas imagens? “Mas, antes que viesse a fé, estávamos sob a tutela da lei e nela encerrados, para essa fé que, de futuro, haveria de revelar-se. 24 De maneira que a lei nos serviu de aio para nos conduzir a Cristo, a fim de que fôssemos justificados por fé.” (Gálatas 3:23-24 RA) ramos@advir.comramos@advir.com
  5. 5. Aio ou tutor: Heb. * Ômenîm , "cuidador", “tutor”, "guardião". Os 70 filhos de Acabe estavam sob "tutores" (2 Reis 10:1, 5 ; cf Isaías 49:23). Gr. paidagÇgós "o que conduz uma criança". Esta pessoa não era um professor (1 Co 4:15). Esse cargo foi designado com o gr. didaskalos claramente distintos de paidagÇgós nos textos seculares em grego. O paidagÇgós normalmente era um servo de confiança em uma família grega, alguém que tinha a tarefa de cuidar das crianças da família. … Quando as crianças atingiram a idade da maioridade estavam livres de sua supervisão. Segue-se que "professor" não é a tradução mais adequada quando Paulo usou como uma figura da "lei ", dirigindo e disciplinado o povo de Deus até a vinda de Cristo (Gl 3:24, 25); a melhor tradução seria "cuidador", “tutor”, "guardião". DBASD. 6. À luz da explicação do papel do tutor, qual é o propósito da lei para alguém que recebeu a salvação em Cristo? 1. Nós mostrar como proceder em relação à Deus e ao próximo. 2. Nós manter no princípio Divino. 3. Nós ajudar a tomar decisões justas. 4. Nós proteger como um muro, contra a insensatez. Suas proibições são garantias de felicidade ao obediente. 5. Nós trazer paz à consciência que é o resultado de sermos obedientes ao Pai celestial. Que lei é o aio que nos deve levar a Cristo? Respondo: Tanto o código cerimonial como o moral, dos Dez Mandamentos. Mensagens escolhidas, V. 1. p. 233. “Ao olhar o pecador para o grande espelho moral, vê seus defeitos de caráter. Vê-se mesmo tal qual é, maculado, corrupto e condenado. Sabe, porém, ele que a lei não pode, de modo algum, remover a culpa ou perdoar ao transgressor. Ele tem de ir mais longe que isso. A lei é apenas o aio para levá-lo a Cristo. Tem de ele olhar para seu Salvador, o Portador dos pecados.” Mensagens escolhidas, p. 213. "A lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados." Gál. 3:24. Nesta passagem, o Espírito Santo, pelo apóstolo, refere-se especialmente à lei moral. A lei nos revela o pecado, levando-nos a sentir nossa necessidade de Cristo e a fugirmos para Ele em busca de perdão e paz mediante o arrependimento para com Deus e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo. [...] A lei dos Dez Mandamentos não deve ser considerada tanto do lado proibitivo, como do lado da misericórdia. Suas proibições são a segura garantia de felicidade na obediência. Recebida em Cristo, ela opera em nós a purificação do caráter que nos trará alegria através dos séculos da eternidade. Para os obedientes é ela um muro de proteção. Contemplamos nela a bondade de Deus que, revelando aos homens os imutáveis princípios da justiça, procura resguardá-los dos males que resultam da transgressão. Não devemos olhar a Deus como aguardando o momento de punir o pecador por causa de seus pecados. O pecador mesmo acarreta sobre si a punição. Suas próprias ações dão princípio a uma cadeia de circunstâncias que trazem o resultado definido. Cada ato de transgressão reflete sobre o pecador, opera nele uma mudança de caráter e torna-lhe mais fácil transgredir de novo. Preferindo pecar, separam-se os homens de Deus, excluem-se do conduto de bênçãos, e o resultado certo é a ruína e morte. A lei é uma expressão do pensamento de Deus. Quando a recebemos em Cristo ela se torna nosso pensamento. Ergue-nos acima do poder dos desejos e tendências naturais, acima das tentações que levam ao pecado. "Muita paz têm os que amam a Tua lei, e para eles não há tropeço" (Sal. 119:165) - coisa alguma os levará a tropeçar. Não há paz na injustiça; os ímpios estão em guerra contra Deus. Aquele, porém, que recebe a justiça da lei em Cristo, está em harmonia com o Céu. "A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram." Sal. 85: 10. Carta 96, 1896. “Suspiro, SENHOR, por tua salvação; a tua lei é todo o meu prazer”. Sl 119:174. “Espero, SENHOR, na tua salvação e cumpro os teus mandamentos”. Sl 119:166. “Clamo a ti; salva-me, e guardarei os teus testemunhos”. Sl 119:146. “Para o obediente filho de Deus, os mandamentos constituem um deleite”. SDABC, vol. 3, pág. 1.152. ramos@advir.comramos@advir.com

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