Lição 7 (1° 14) os dez mandamentos do senhor

4.109 visualizações

Publicada em

0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
4.109
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
143
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Lição 7 (1° 14) os dez mandamentos do senhor

  1. 1. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Lição 7 – 16/02/2014
  2. 2. Assembléia de Deus Ministério Shekinah TEXTO ÁUREO “Por que o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê" (Rm 10.4).
  3. 3. Assembléia de Deus Ministério Shekinah VERDADE PRÁTICA A lei expõe e condena os nossos pecados, porém, o Senhor Jesus Cristo, pelo seu sangue expiador, nos perdoa e nos justifica mediante a fé.
  4. 4. Assembléia de Deus Ministério Shekinah LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – Êx 20.1-5, 7-10, 12-17 Êxodo 20.1-5 1-Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: 2-Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. 3-Não terás outros deuses diante de mim. 4-Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5-Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. Êxodo 20.7-10 7-Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. 8-Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. 9-Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. 10-Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.
  5. 5. Assembléia de Deus Ministério Shekinah LEITURA BÍBLICA EM CLASSE – Êx 20.1-5,Nm 11.1-3 Êxodo 20.12-17 12-Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá. 13-Não matarás. 14-Não adulterarás. 15-Não furtarás. 16-Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. 17-Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.
  6. 6. Assembléia de Deus Ministério Shekinah I. – OS PROPÓSITOS DA LEI 1. O Decálogo (Êx 20.3-17) 2. Objetivos do Concerto Divino II. – OS DEZ MANDAMENTOS (ÊX 20.1-17) 1. O Primeiro Mandamento 2. O Segundo Mandamento Esboço 3. O Terceiro Mandamento 4. O Quarto Mandamento III. - A CONTINUAÇÃO DOS MANDAMENTOS DIVINOS 1. O Quinto Mandamento 2. O Sexto Mandamento 3. O Sétimo Mandamento 4. O Oitavo Mandamento 5. O Nono Mandamento 6. O Décimo Mandamento da Lição
  7. 7. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Os DEZ MANDAMENTOS podem ser chamados de: - Decálogo ou Dez Palavras (Ex 34.28); - Fogo da Lei (Dt 33.1-2); - Palavra Falada Pelos Anjos (Hb 2.1-2); - Ministério da Morte(II Co 3.7); - Ministério da Condenação (II Co 3.9); - Oráculos Vivos (At 7.38); - Lei Real (Tg 2.8); - Livro da Lei (Dt 30.10; Js 1.8); - Livro de Moisés (II Cr 25.4; 35.12); - Lei de Deus (Lv 26.46) - Foi escrito em duas tábuas de pedras, chamadas TÁBUAS DO PACTO e TÁBUAS DO TESTEMUNHO (Dt 9.9-11; Ex 25.16); - Foram proferidos por Deus - Ex 20:1; Dt 5.4, 22; - Foram escritos por Deus - Ex 32.16; 34.1, 28; Dt 4.13; 10.4 INTRODUÇÃO Hoje estudaremos uma síntese concernente aos Dez Mandamentos que foram entregues por Deus a Moisés. Muitos pensam que os preceitos morais da Lei foram somente para o Antigo Pacto. Todavia, Jesus ressaltou, no Sermão do Monte, que os preceitos morais da Lei são eternos e imutáveis, por isso precisamos conhecê-los. Revista CPAD
  8. 8. Assembléia de Deus Ministério Shekinah TODOS OS JUDEUS DEVERIAM: - Conhecê-los (Ex 18:16); - Observá-los (Dt 4:6; 6:1-2); - Entesourá-los no coração (Dt 6:6; 11:18); - Relembrá-los (Ml 4:4); - Ensiná-los a seus filhos (Dt 6:7; 11:19); - Os reis tinham que copiá-los e estudá-los - Dt 17:18-19; - Os bons reis puseram os Dez Mandamentos em vigor (II Rs 23:24-25; II Cr 31:21); - Os sacerdotes e levitas tinham de ensiná-los (Dt 33:8-10; Ne 8:7; Ml 2:7); - Os escribas eram hábeis nos Dez Mandamentos e expunha-os (Ed 7:6; Mt 23:1-2); - Os jovens eram instruídos na Lei, na instrução pública (Lc 2:46; At 22:1-3); - Os que ignoravam os Dez Mandamentos eram reputados malditos (Jo 7:49)
  9. 9. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 1. O Decálogo (Êx 20.3-17) 2. Objetivos do Concerto Divino Revista CPAD
  10. 10. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 1. O Decálogo Êx 20.3-17 Os Dez Mandamentos ou o Decálogo é o nome dado ao conjunto de leis que foram escritos por Deus em tábuas de pedra e entregues a Moisés (as Tábuas da Lei). As tábuas de pedra originais foram quebradas, de modo que, segundo Êxodo 34:1, Deus teve de escrever outras. Encontramos primeiramente os Dez Mandamentos em Êxodo 20:2-17. É repetido novamente em Deuteronômio 5:6-21. Decálogo significa dez palavras (Ex 34,28). Estas palavras resumem a Lei, dada por Deus ao povo de Israel, no contexto da Aliança, por meio de Moisés. Este, ao apresentar os mandamentos do amor a Deus (os quatro primeiros) e ao próximo (os outros seis), traça, para o povo eleito e para cada um em particular, o caminho de uma vida liberta da escravidão do pecado. O termo Decálogo literalmente significa "dez enunciados" ou "declarações" (Êx 34.28; Dt 4.13). Ele foi proferido por Deus no Sinai (Êx 20.1), mas também escrito por Ele em duas tábuas de pedra (Êx 31.18). O Decálogo exprime a vontade de Deus em relação ao ser humano. É, na verdade, um resumo da lei moral de Deus. Revista CPAD
  11. 11. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 2. Objetivos do Concerto Divino Os Dez Mandamentos são o resumo da lei moral de Deus para Israel, e descrevem as obrigações para com Deus e o próximo. Cristo e os apóstolos afirmam que, como expressões autênticas da santa vontade de Deus, eles permanecem obrigatórios para o crente do NT (Mt 22.37-39; Mc 12.28-34; Lc 10.27; Rm 13.9; Gl 5.14; Lv 19.18; Dt 6.5; 10.12; 30.6) A lei foi dada por Deus a Israel com os seguintes objetivos: a) Prover um padrão de justiça. A lei entregue pelo Senhor a Moisés é um padrão de moralidade para o caráter e a conduta do homem, seja ele judeu, seja ele gentio (Dt 4.8; Rm 7.12). b) Identificar e expor a malignidade do pecado. "Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse"; isto é, fosse devidamente conhecida (Rm 5.20). "Pela lei vem o conhecimento do pecado", ou seja, o conhecimento pleno da transgressão (Rm 3.20; 7.7). Revista CPAD
  12. 12. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 2. Objetivos do Concerto Divino Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo: Fala a toda a congregação dos filhos de Israel, e dize-lhes: Santos sereis, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo. Levítico 19:1-2 c) Revelar a santidade de Deus. O Senhor revela a sua santidade por intermédio da lei mosaica (Êx 24.15-17; Lv 19.1,2), de igual forma, em o Novo Pacto, Ele revela a todo o mundo o seu seu amor através do seu Filho Jesus (Jo 3.16; Rm 5.8). A lei foi dada por Deus para conduzir a humanidade a Cristo (Rm 10.4). Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Romanos 5:8 Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê. Romanos 10:4 Revista CPAD
  13. 13. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Antigo Testamento 1º Mandamento - NÃO TERÁS OUTROS DEUSES DIANTE DE MIM - Ex 20:2-3 2º Mandamento - NÃO FARÁS PARA TI IMAGEM DE ESCULTURA - Ex 20:5-6 3º Mandamento - NÃO TOMARÁS O NOME DO SENHOR TEU DEUS EM VÃO - Ex 20:7 4º Mandamento - LEMBRA-TE DO DIA DE SÁBADO PARA O SANTIFICAR - Ex 8-11 5º Mandamento - HONRA A TEU PAI E A TUA MÃE Ex 20:12 6º Mandamento - NÃO MATARÁS - Ex 20:13 7º Mandamento - NÃO ADULTERARÁS - Ex 20:14 8º Mandamento - NÃO FURTARÁS - Ex 20:15 9º Mandamento - NÃO DIRÁS FALSO TESTEMUNHO CONTRA O TEU PRÓXIMO - Ex 20:16 10º Mandamento - NÃO COBIÇARÁS - Ex 20:17 Novo Testamento 1º I Co 8.4-6; At 17:23-31; I Co 10:7, 14 2º I Jo 5:21; Jo 4:23-24 3º Tg 5:12; Mt 5:34, 37 4º NÃO SE ENCONTRA REPETIDO NO NOVO CONCERTO 5º Ef 6:1-4 6º Rm 13:9; Mt 5:22; I Jo 3:15 7º I Cor 6:9-10; Mt 5:27-28 8º Ef 4:28 9º Cl 3:9; Tg 4:11; Ef 4:25 10º Ef 5:3, 5; Lc 12:15, 21
  14. 14. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 1. 2. 3. 4. O Primeiro Mandamento O Segundo Mandamento O Terceiro Mandamento O Quarto Mandamento Revista CPAD
  15. 15. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 1. O Primeiro Mandamento A palavra “deuses” (Eloim ou Elohim), é um termo genérico para divindade, bem como um nome próprio do verdadeiro Deus, revelando-O como o Supremo Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis. Esse termo era, originalmente, um simples apelativo para designar TODOS OS DEUSES e DEUSAS. É usado para: (A) - Deuses pagãos - Gn 31:30; Ex 12:12; (B) - Anjos - Sl 8:5; (C) - Homens - Sl 82:6; e (D) - Juízes - Ex 21:6. Os judeus consagraram este nome como SUBSTANTIVO DO NOME INFALÍVEL DE JEOVÁ. "Não terás outros deuses diante de mim" (Êx 20.3). Neste primeiro mandamento, Deus se revela como o único e verdadeiro Deus (Dt 6.4). Naquela época havia entre as nações falsos deuses. Um exemplo disso é o Egito, onde o povo de Israel estivera por 430 anos. Revista CPAD
  16. 16. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 1. O Primeiro Mandamento Aquele que rejeita o verdadeiro Deus da Bíblia, com toda certeza tem um ídolo: o dinheiro; o marido; a esposa; o filho; o amigo; o orientador espiritual; o animal de estimação; a superstição; a adivinhação; o horóscopo; os obscuros métodos de curar (I Jo 5:21) Nossa adoração e culto devem ser dirigidos somente ao único e verdadeiro Deus. Não devemos cultuar nem os anjos (Ap 19.10), nem os homens (At 10.25,26) ou quaisquer símbolos. O primeiro mandamento da lei, reafirmado em o Novo Testamento, foi a respeito da adoração somente a Deus (1 Co 8.4-6; 1 Tm 1.17; Ef 4.5,6; Mt 4.10). Revista CPAD
  17. 17. Assembléia de Deus Ministério Shekinah OS DEUSES PAGÃOS DA BÍBLIA -Adrameleque - 2Rs 17:31 -Anameleque -Aserá (Astarote, Astarte) - Jz 3:7; 6.25; 1Rs 18.19; 2Rs 17.16; 21.3; 23.4; 23.7 -Asima - 2Rs 17:30 -Astarote (Astarte. Outra forma do nome é Aserá) - Jz 10:6; 1Sm 7.3; 1Rs 11.5; 1Rs 11.33 -Baal-Berite – Jz 8.33; Jz 9.4 -Baal-Peor -Baal – BAAL (BAALIM) – Nm 25.3; Os 2.8; Jr 19.5; 1Rs 18.28 -Baal-Zebube – 2Rs 1.2,3,6,16 -Bel-Merodaque -Bel(Bel-Marduque) – Is 46.1; Jr 50.2; Jr 51.44 -Belzebú (Baal-Zebube) – Mt 10.25 -Bezerro de Ouro – Êx 32.1-24 -Dagom – Jz 16.23,24; 1Sm 5.5,6; 1Cr 10.10 -Diana ou Ártemis – At 19.24,27,28,34,35 OS DEUSES PAGÃOS DA BÍBLIA -Medeba – Is 15.1,2 -Merodaque – Jr 50.2 -Moloque – Lv 8.21; 20.2-5; 2Rs 23.10,13; Jr 49.3 -Nebo – Is 5.2; 46.1 -Nergal – 2Rs 17.30 -Neustã – 2Rs 18.4 -Nibaz – 2Rs 17.31 -Nisroque – Is 37.37,38 -Quemos (Camos) – Jz 11.24; 1Rs 11.7; 2Rs 23.13; Jr 48.13 -Raínha dos Céus (Ishtar/Rainha deusa) – Jr 7.18; 44.17-25 -Sucote-Benote – 2Rs 17.30 -Tartaque – 2Rs 17.31
  18. 18. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 2. O Segundo Mandamento Adoração significa “Bendizer a Deus por causa da Sua grandeza e glória, louvá-Lo por Sua ação maravilhosa na história da humanidade e agradecer-Lhe pela Sua revelação a nós” - Jo 4:24 cf Apc 4:11; 5:12 - Aquele que quer tornar Deus visível, não tem mais o verdadeiro Deus invisível, mas produziu um ídolo para si. O Segundo Mandamento proíbe duas coisas: (A) - Fazer imagens com fim de adoração; e (B) - Existindo imagens previamente feitas por alguém, prostrar-se diante delas. Este Segundo Mandamento é tão importante, porque os efeitos da adoração psíquica, ou mesmo de costumes pagãos na adoração continuam agindo como opressão até a terceira e quarta geração. Também, este Segundo Mandamento mostra que a verdadeira adoração em espírito tem efeito como bênção de Deus, que se transmite a filhos e netos! "Não farás para ti imagem de escultura" (Êx 20.4-6). Aqui Deus proíbe terminantemente o uso de imagens idolátricas. "Deus é Espírito", disse Jesus (Jo 4.24). Então, não há como adorá-lo por meio de imagens. Querer adorar a Deus por meio de imagens visíveis é falta de fé, pois Cristo é a imagem de Deus (Cl 1.13-23). É abominação ao Senhor a idolatria, ou seja, ter ídolos e ser idólatra (Dt 7.25). Revista CPAD
  19. 19. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 2. O Segundo Mandamento O Senhor havia aparecido a Israel no monte, mas não foi visto, apenas ouvido. Desta forma, não poderiam os israelitas representálo por coisa alguma, pois isto seria um aviltamento da Sua majestade, o que seria um grave pecado (Rm.1:23). Na vida do crente, um ídolo é tudo o que ocupa o primeiro lugar em sua vida, em seu coração, em seu tempo e em sua vontade. Esse ídolo pode ser o acúmulo de riqueza, a busca pela grandeza, pelo sucesso e pela fama. Pode ser também a busca pela popularidade, pelo prazer desenfreado. Há muita gente na igreja se arruinando espiritualmente por causa dos ídolos do coração. Revista CPAD
  20. 20. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 3. O Terceiro Mandamento Para entender o Terceiro Mandamento é necessário o conhecimento do significado das expressões “NOME”, “TOMAR” e “EM VÃO”: (A) - “NOME” - No pensamento hebraico, ligase intimamente à pessoa; umas vezes indica o seu caráter; outras, a posição que ocupa. (B) - “TOMAR” - É pronunciar, expressar, usar ou aplicar a algum interesse. (C) - “EM VÃO” - Significa falsidade, afirmação falsa, vaidade, presunção, coisa vã, oca, fútil, impostura. Assim, o Terceiro Mandamento pode proibir tanto o juramento leviano, fútil, quanto simplesmente o falso juramento. "Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão" (Êx 20.7). O nome de Deus representa Ele mesmo; sua divina natureza; seu infinito poder e seu santo caráter. Este mandamento, portanto, diz respeito à santidade do Senhor. Tomar o nome do Todo-Poderoso em vão é mencioná-lo de modo banal, profano, secular e irreverente. Revista CPAD
  21. 21. Assembléia de Deus Ministério Shekinah Do ponto de vista divino de observação, o nome de Deus é o nome por excelência (Zc 14:9), a ponto de, por temor religioso, Deus só pode ser chamado simplesmente: (A) - O NOME (Lv 24:11; II Sm 6:2); (B) - NOME SANTO (Lv 20:3; Sl 103:1; Ez 20:39; Lc 1:49); (C) - NOME GLORIOSO (Dt 28:58; Ne 9:5; Sl 72:19; Jo 12:28); (D) - NOME GRANDE (I Rs 8:42; Sl 76:1; Jr 44:26); (E) - NOME HONRADO (Dt 28:58); (F) - NOME EMINENTE (Sl 148:13); (G) - NOME TEMÍVEL (Sl 99:9 cf Ml 2:5; cf Dt 28:10; Sl 102:16); (H) - NOME PODEROSO (Pv 18:10; Sl 71:19); (I) - NOME ETERNO (Sl 72:17; Is 63:12); (J) - NOME MARAVILHOSO (Sl 40:5; Jz 13:18); (K) - É UM NOME QUE ESTÁ PERTO (Sl 75:1) (L) - É um nome que é sobre todos os nomes - Fp 2.9-11
  22. 22. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 4. O Quarto Mandamento O sábado foi um mandamento estabelecido entre Deus e Israel para que o povo israelita, que não quis se aproximar de Deus e que não estava preparado para receber a lei em seus corações e ter relação plena com o Senhor, tivesse um dia de dedicação exclusiva ao Senhor. Por isso mesmo, o escritor aos hebreus disse que aquele sábado representava o descanso que ainda não havia chegado a Israel (Hb.4:1-11). No entanto, quando veio o Senhor Jesus, este descanso também chegou ao povo de Deus. O próprio Cristo disse que deveriam vir a Ele os cansados e oprimidos, que Ele os aliviaria e, assim, encontrariam descanso para as suas almas (Mt.11:28,29). No Novo Testamento não há um só versículo que ordene a guarda do sábado como dia fixo santificado para descanso e adoração ao Senhor. O sábado foi dado como um "sinal" do pacto do Sinai entre Deus e Israel. Assim, o sábado assinala Israel como povo especial de Deus (Êx 31.12,13,17; Ez 20.10-12). A respeito dos demais mandamentos não está dito que eles são "sinais". Para nós, o princípio que permanece é um dia de descanso na semana, para nosso benefício físico e espiritual (Cf. Mc 2.27,28). Nós, cristãos, observamos o domingo como dia de culto, pois Cristo ressuscitou no primeiro dia da semana (Lc 24.1-3). Revista CPAD
  23. 23. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 4. O Quarto Mandamento (1) - Jesus Cristo nunca ordenou a ninguém que guardasse o sábado - Jo 5:16-18 (2) - Os grandes acontecimentos do Cristianismo não se deram no sábado, mas no domingo - Mt 28:1-10; Mc 16:9-11; Lc 24:13-35; Jo 20:1, 11, 19, 26; (Lv 23:16 cf At 2:1-13); At 2:14, 41; Apc 1:10. (3) - A Igreja primitiva guardava o domingo e não o sábado - At 26:6-7; I Cor 16:1-2. (4) - O apóstolo Paulo diz que não devemos julgar alguém que não guarda o sábado, porque todos os dias são iguais - Rm 14:4-6; Cl 2:16-17. (5) - Os judeus invalidaram o sentido e a finalidade do sábado com os seus preceitos, com o seu fanatismo, chegando a perpetrar maldades e violências inomináveis a pretexto de fidelidade a Deus. "Lembra-te do dia de sábado, para o santificar" (Êx 20.8-11). O sábado era um dia de descanso e de adoração a Deus. O termo sábado vem do hebraico shabbath (cessar; interromper). Em Gênesis 2.3 está escrito que: Deus "descansou" (literalmente "cessou", no sentido de alguém interromper o que estava fazendo). A expressão "lembra-te“ indica que o sábado já fora dado por Deus no princípio, e que já era observado para descanso do trabalho e adoração a Deus (Gn 2.13; Êx 20.10). Revista CPAD
  24. 24. Assembléia de Deus Ministério Shekinah O Senhor Jesus fez diversas curas nos sábados e quebrou as tradições com as quais os judeus haviam invalidado o sábado; ensinou, finalmente, que o sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado (Mc 2:27). (6) - O descanso dos cristãos passou a ser celebrado no primeiro dia da semana. O Quarto Mandamento não diz que O DESCANSO deve ser observado no sétimo dia da semana, e, sim, no sétimo dia, depois de se trabalhar seis. A razão desse deslocamento é que o Senhor Jesus ressuscitou no primeiro dia da semana (Jo 20:1-10); apareceu aos discípulos no dia da ressurreição e pela segunda vez uma semana depois, novamente no primeiro dia da semana (Jo 20:19); além disso, os crentes primitivos reuniam-se para o culto no primeiro dia da semana (At 20:7), e as Igrejas da Galácia e de Corinto deviam recolher as ofertas para os crentes pobres da Judéia no primeiro dia da semana (I Cor 16:12). Esse deslocamento se fez em virtude da ênfase que os discípulos deram à comemoração da ressurreição do Senhor. Os crentes continuam a guardar, portanto, o quarto mandamento em sua essência, significado e finalidade.
  25. 25. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 1. O Quinto Mandamento 2. O Sexto Mandamento 3. O Sétimo Mandamento 4. O oitavo Mandamento 5. O Nono Mandamento 6. O Décimo Mandamento Revista CPAD
  26. 26. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 1. O Quinto Mandamento Em Lv 9:13 este mandamento é referido como o dever que os filhos têm de temerem aos pais; em Ef 6:12 Paulo refere-se ao mandamento para exortar os filhos a serem obedientes. Um homem está obrigado a honrar seus pais como honra a Deus. A partir deste Quinto Mandamento Deus aponta para o nosso ambiente, para as pessoas com as quais vivemos. Os filhos adultos não são dispensados desse Quinto Mandamento. Ele se aplica a todo aquele que ainda tem um pai ou uma mãe. (Pv 1:8; 30:17; Cl 3:20). O Senhor Jesus acusou os fariseus de invalidar este mandamento apelando para o voto de CORBÃ (Mc 7:9-13). CORBÃ é um voto que consistia do "Honra a teu pai e a tua mãe" (Êx 20.12). Honrar é respeitar e obedecer, por amor, à autoridade dos pais, e com eles cooperar em tudo. o primeiro mandamento contendo uma promessa de Deus: "Para que se prolonguem os teus dias." seguinte: As pessoas declaravam que tudo quanto possuíam estava dedicado ao Senhor; assim, eram consideradas livres da responsabilidade de sustentar seus pais com os seus bens. Nesse episódio, o sentido do Quinto Mandamento é o dever de amparar os pais. Revista CPAD
  27. 27. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 2. O Sexto Mandamento Deus é o Criador e, por isso, o Senhor de toda a vida (Jo 5:26). Cada vida é preciosa para Deus, a vida do homem mais importante como a do menos importante, do saudável como a do doente, do talentoso como a do débil (Jó 14:1-5). No entendimento de Moisés e do povo de Israel de seu tempo, este mandamento significava uma proibição geral, EXCLUINDO a morte acidental, a causada em legítima defesa e a morte em guerra defensiva; caso contrário, não teria o próprio Senhor incluído na lei, logo a seguir aos Dez Mandamentos, a pena de morte para vários casos (Ex 21:12). Jesus colocou para nós o Sexto Mandamento na clara luz da Sua verdade penetrante (Mt 5:21-22 cf I Jo 3:15) "Não matarás" (Êx 20.13). No original, o termo rasah equivale a matar o ser humano de modo doloso, premeditado, planejado. Este mandamento ressalta a sacralidade da vida humana como dádiva de Deus (At 17.25-28). Há também aqueles que matam o próximo no sentido moral, social e espiritual, mediante a mentira, a falsidade, a difamação, a calúnia, a maledicência e o falso testemunho (1 Jo 3.15). Atualmente há muitos que foram atingidos mortalmente em sua honra e praticamente "morreram". Revista CPAD
  28. 28. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 3. O Sétimo Mandamento Adulterar é violar a fidelidade conjugal, mantendo relação sexual com outra pessoa, que não o cônjuge. O mandamento de Deus abrange tanto o homem como a mulher (Lv 20:10) Mt 5.27-30 - O Senhor Jesus aprofundou e ampliou o sentido do Sétimo Mandamento. Longe de anular este mandamento, Cristo o intensificou, incluindo como adultério muito do que não é apenas tolerado, mas justificado por nossa sociedade permissiva. Semelhantemente, Ele incluiu os pensamentos maldosos na proibição de adultério. Gn 1:27; 2:24 - O matrimônio que Deus instituiu é, portanto, a exclusiva união de um homem e uma mulher, que estão ligados por toda a vida, porque tornaram-se uma só carne. "Não adulterarás" (Êx 20.14). Este mandamento do Senhor está vinculado à sacralidade, pureza e respeito absoluto ao sexo, ao matrimônio e à família. O adultério é um ato sexual ilícito e pecaminoso, de um cônjuge com outra pessoa estranha ao casamento. Enquanto a lei condenava a prática do ato, o Novo Testamento vai além condena os motivos ocultos no coração que levam ao adultério (Mt 5.27,28). Portanto, mais que condenar o ato praticado, Deus espera que em todo o tempo dominemos nossos desejos e nos submetamos ao domínio do Espírito Santo. Revista CPAD
  29. 29. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 3. O Oitavo Mandamento Deus nos dá o que precisamos para viver, e também em tempos difíceis podemos experimentar Seu auxílio. Deus nos dá o que precisamos para viver, e também em tempos difíceis podemos experimentar Seu auxílio. Existem formas muito diferentes de furtar, caminhos diferentes e indiretos para apropriar-se de bens alheios através do logro ou para alcançar vantagens ilegais de recursos públicos. Tudo isso é furto, proibido por Deus. Se observássemos e cumpríssemos corretamente as orientações que nos são dadas na Bíblia sobre o trabalho e salário, muitas questões sociais estariam solucionadas e deixaria de haver também muita oportunidade de insatisfação e de roubo (Lc 10:7 cf Tg 5:4-6) "Não furtarás" (Êx 20.15). Furtar é apoderar-se oculta ou disfarçadamente daquilo que pertence a outrem. Isso abrange toda forma de desonestidade, de mentira, de ocultação, por palavra e por atos. É preciso respeitar os bens dos outros. Ter honestidade e pureza nos atos; no viver, no agir, no proceder. Revista CPAD
  30. 30. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 3. O Nono Mandamento Deus repudia toda manifestação de falsidade, porque Ele é a verdade. Em Sua natureza e em Seu caráter não há nenhum engano (Tt 1:1-2) Mt 12:36 - É grave dizer algo injusto. Muitos que pensam poder subsistir diante da Lei de Deus porque não mataram, nem roubaram, nem adulteraram, têm que se calar quando Deus os lembra das suas próprias palavras que falaram. Devemos tomar cuidado para não darmos um falso testemunho contra uma pessoa em juízo, sabendo que isso é passível de pena, principalmente se testemunhamos sob juramento - Mt 7:1-5 cf Rm 14:4. "Não dirás falso testemunho contra o teu próximo" (Êx 20.16). Este mandamento do Senhor trata da nossa honestidade e sinceridade no uso da palavra em relação aos outros. Falso testemunho é falar mal dos outros; acusar e culpar injustamente; difamar; caluniar; mentir (Tg 4.11). Revista CPAD
  31. 31. Assembléia de Deus Ministério Shekinah 3. O Décimo Mandamento No Décimo Mandamento a Palavra de Deus ilumina nosso coração, que é a sede de governo, donde é dirigida toda a vida. Coisas boas e más procedem do coração. Assim, a raiz mais profunda de todos os pecados em pensamentos, palavras e ações é a cobiça do coração. O desejo de possuir algo que o outro tem, leva ao roubo, ao adultério, e ao assassínio. (Tg 1:14-15). A cobiça produz a inveja e da inveja procede o ciúme, que busca meios e caminhos para conseguir o desejado. Mas o ciúme é como um veneno, que contamina a atmosfera, e como uma faca que corta as relações entre os homens. No fundo, porém, essa cobiça é um pecado contra Deus. Aquele que deseja o que pertence a outro, não está satisfeito com o que tem; é ingrato a Deus, que a cada um deu o que é Seu (Hb 13:5). "Não cobiçarás" (Êx 20.17). Este mandamento é o respeito ético a tudo o que pertence aos outros. Isto abrange o controle e o domínio dos apetites da alma, dos impulsos, desejos e vontade do crente. Cobiçar é querer o que pertence a alguém. Querer as coisas dos outros é um desejo insano que precisa ser debelado. Revista CPAD
  32. 32. Assembléia de Deus Ministério Shekinah A Lei expõe e condena os nossos pecados, porém, o Senhor Jesus Cristo, pelo seu sangue expiador, nos perdoa e nos justifica mediante a fé. Revista CPAD

×