pesquisa ação

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pesquisa ação

  1. 1. A articulação de saberes da prática e a formação do professor pesquisador:O diálogo entre a universidade ea escola de ensino fundamental Profa. Dra. Leila Pio Mororó Salvador, Ba 05/09/2008
  2. 2. Nos propomos apresentar sobre a pesquisa: A razões para sua realização A sua natureza A sua pertinência e validade
  3. 3. A razões para realização da pesquisa Promover processos de desenvolvimento profissional de professores, oferecendo contribuições teóricas e metodológicas valiosas para a compreensão da formação de professores; Permitir a construção de comunidade reflexiva de investigadores ativos e críticos na escola, re-estabelecendo relações e modificando práticas;
  4. 4.  proporcionar condições para que o professor, que também teoriza sobre o ensino, reflita a respeito da finalidade social de seu trabalho e a reconheça em todas as ações profissionais, consciente, assim, das condições de realização de sua atividade docente; Proporcionar reflexão sobre o desenvolvimento da aprendizagem profissional para os professores experientes e professores iniciantes (estagiários);
  5. 5.  Construir conhecimento a respeito de como se articulam os saberes da prática pedagógica no desenvolvimento do trabalho docente, buscando identificar as formas de apropriação desses saberes pelo professor, considerando o início da aprendizagem profissional da docência.
  6. 6. A natureza da pesquisa-ação Pressupõe a construção em parceria (entre o pesquisador e o docente) do conhecimento a ser produzido sobre o aspecto a ser investigado; Pressupõe a exploração, em contexto real, de um aspecto da prática docente; Pressupõe que o pesquisar não dirigirá um olhar normativo “sobre”, mas procurará, “com” o professor, compreender o aspecto a ser investigado.
  7. 7. Para garantir o rigor...Para Marli André (2001), na pesquisa-ação: Há a necessidade de tratamento adequado da subjetividade; É importante que se distinga ação e pesquisa; E que as questões relativas à ética sejam enfrentadas diretamente.Quais os mecanismos de controle da subjetividade? Como se dá o processo de participação? Quem decide o que vai ou não ser publicado? Como são feitos o controle e a sistematização dos dados?
  8. 8. Da necessidade de estabelecer critériosDadds (1995), propõe que sejam levados em conta os seguintes elementos: a) o conhecimento gerado pela pesquisa; b) a qualidade do texto produzido; c) o impacto da pesquisa na prática do pesquisador; d) o impacto da pesquisa no crescimento e na aprendizagem profissional do pesquisador; e) a qualidade da colaboração na pesquisa.
  9. 9. Anderson e Herr (1999) (a) validade externa: ou seja, que se julgue o valor dos resultados (ou da ação). (b) validade de processo: se a configuração do problema e os procedimentos utilizados permitem chegar aos resultados desejados e se as afirmações foram devidamente sustentadas; (c) validade democrática: se as múltiplas perspectivas e interesses dos participantes foram contemplados; (d) validade catalítica: se a pesquisa levou os participantes a conhecerem melhor a realidade para transformá-la; (e) validade dialógica: se houve iniciativa de busca do diálogo com os pares para discussão do problema e dos resultados da pesquisa.
  10. 10. Pontos comuns nos critérios de julgamento da pesquisa-ação Há preocupações epistemológicas referentes ao tipo de conhecimento produzido; Preocupações metodológicas voltadas ao cuidado com os procedimentos de coleta e análise dos dados; Há preocupações éticas relativas à qualidade da colaboração e às mudanças efetuadas.
  11. 11. A validade da pesquisa 1. A reflexão como condição de trabalho - Análise como análise individual, mas também coletiva, ou seja, feita com os colegas, na escola e em situação de formação. 2. A concepção de diálogo como premissa de conhecimento sobre o objeto em questão – não se pode dialogar sobre o que não se conhece. Conhecer o universo temático da realidade escolar e não, simplesmente, defini-lo à priori. 3. Imersão no contexto pesquisado - interagir com as práticas e regras internas, as redes de amizade e os laços de solidariedade no contexto de trabalho de maneira que a ida a campo aberto nos permite conhecer as pessoas e seu jeito de trabalhar.
  12. 12. A Prática Social como ponto de partida A intervenção do professor que forma, nesse momento, precisa ser direta e intencional a fim de que o aluno que está sendo formado possa saltar de uma situação de compreensão (conhecimentos e experiências) sincrética para uma compreensão sintética da prática social como um todo e da prática educativa em particular.
  13. 13. A Problematização Destacadas as questões que precisam ser resolvidas a respeito da experiência social de ensino escolar. Este momento deve permitir ao aluno/professor estabelecer uma relação consciente com a sua atividade pedagógica, de forma a apreendê-la em suas múltiplas dimensões (teórica e prática) para sobre ela intervir intencionalmente.
  14. 14. A Instrumentalização A intervenção intencional que a problematização originará, exigirá novos procedimentos. A instrumentalização do aluno/professor consiste na apropriação e criação das ferramentas pedagógicas para o desenvolvimento do trabalho docente. Essas ferramentas dizem respeito aos saberes necessários (conteúdos, habilidades, valores, experiência) para o equacionamento dos problemas e necessidades de uma prática pedagógica comprometida com o sucesso do aluno.
  15. 15. A CatarseSegundo Duarte (1996: 61-74), Trata-se da apropriação pela consciência de uma “força” existente objetivamente, a qual, quando incorporada pelo homem, é por ele empregada para modificar a realidade, e do processo pelo qual o homem passa a se relacionar conscientemente e intencionalmente com essa “força”.
  16. 16. A prática social como ponto de chegada O ponto de chegada é a própria prática social e, como uma de suas dimensões, a prática pedagógica, compreendida agora não mais de forma sincrética, mas segundo o seu significado, a finalidade social do ato de ensinar.

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