Pesquisa + Ação = Desenvolvimento Profissional Eliane Carolina de Oliveira  (UFG-Doutoranda UFMG) [email_address] [email_a...
MITOS
<ul><li>PESQUISA </li></ul><ul><li>AÇÃO </li></ul><ul><li>PESQUISA-AÇÃO </li></ul><ul><li>procura de respostas para indaga...
Origem da Pesquisa-ação <ul><li>Kurt Lewin (1947) </li></ul><ul><li>... a process by which practitioners attempt to study ...
Origem da Pesquisa-ação <ul><li>Action research is a fancy way of saying let’s study what’s happening at our school and de...
Embasamento para a proposta de pesquisa-ação <ul><li>Profissionais querem melhorar;  </li></ul><ul><li>Todos necessitam de...
O que  não é  Pesquisa-ação <ul><li>Pesquisa-ação não é o que os professores geralmente fazem ao pensar sobre o processo e...
O que  não é  Pesquisa-ação <ul><li>Pesquisa-ação não é feita para outras pessoas. Ela é feita por educadores em suas próp...
O que  não é  Pesquisa-ação <ul><li>Pesquisa-ação não é uma forma de implementar respostas pré-determinadas às situações e...
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Algumas razões a serem consideradas <ul><li>Ela pode nos proporcionar formas de fortalecer nossas relações com nossos pare...
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Algumas razões a serem consideradas <ul><li>A pesquisa-ação pode nos tornar menos dependentes das decisões tomadas por pes...
Etapas da Pesquisa-ação <ul><li>Lewin (1947) </li></ul>Elaboração de uma forma de solucionar um problema Implementação do ...
Etapas da Pesquisa-ação <ul><li>Susman (1983) </li></ul>
Caráter Cíclico da Pesquisa-ação   cole. unisa .ac. za / content /  olcreportfinprint . html
Quem conduz a Pesquisa-ação? <ul><li>Professores individualmente   </li></ul><ul><li>Professores e pesquisadores  </li></u...
Ciclos da Pesquisa-ação no ensino de línguas <ul><li>Nunan (1993) – a pesquisa-ação consiste em um tipo de investigação qu...
Ciclos da Pesquisa-ação <ul><li>1.  Identificação do problema  – a partir de observação do contexto, o professor identific...
Ciclos da Pesquisa-ação <ul><li>2.  Investigação inicial  – identificação preliminar do que está ocorrendo sem, no entanto...
Ciclos da Pesquisa-ação <ul><li>3.  Levantamento de hipótese(s)  – baseado nesses dados iniciais, levanta-se hipótese(s) p...
Ciclos da Pesquisa-ação <ul><li>4.  Plano de intervenção  – desenvolvimento de algum tipo de intervenção ou mudança e form...
Ciclos da Pesquisa-ação <ul><li>5.  Resultados  – análise e avaliação do(s) resultado(s) da(s) ação/ações implementada(s)....
Ciclos da Pesquisa-ação <ul><li>6.  Relato  – descrição dos resultados obtidos e, se necessário, planejamento de intervenç...
Critérios para selecionar um foco de investigação   <ul><li>O foco deve: </li></ul><ul><li>envolver ensino e/ou aprendizag...
Critérios para selecionar um foco de investigação   <ul><li>estar dentro do escopo de ação do(s) participante(s); </li></u...
CONTEXTO <ul><li>Local: Cidade dos Meninos, Ribeirão das Neves/MG </li></ul><ul><li>Duração: abril-julho/2004  </li></ul><...
ETAPAS DA PESQUISA-AÇÃO <ul><li>Identificação do problema </li></ul><ul><li>(2) Investigação inicial </li></ul><ul><ul><ul...
ETAPAS DA PESQUISA-AÇÃO <ul><li>(5) Avaliação dos resultados e (6) Relato </li></ul><ul><ul><li>1. Propiciar aos professor...
Unless and until we find ways to include classroom teachers in the serious discourse about teaching and learning, teachers...
Bibliografia <ul><li>HENSON, K. T.  Teachers as researchers . Handbook of Research on Teacher Education. 2 nd  Ed. New Yor...
Sites <ul><li>Action Research </li></ul><ul><ul><li>http://carbon.cudenver.edu/~mryder/ic_data/act_res.html </li></ul></ul...
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Pesquisa + AçãO = Desenvolvimento Profissional

  1. 1. Pesquisa + Ação = Desenvolvimento Profissional Eliane Carolina de Oliveira (UFG-Doutoranda UFMG) [email_address] [email_address]
  2. 2. MITOS
  3. 3. <ul><li>PESQUISA </li></ul><ul><li>AÇÃO </li></ul><ul><li>PESQUISA-AÇÃO </li></ul><ul><li>procura de respostas para indagações propostas. </li></ul><ul><li>combinação dos termos &quot;pesquisa&quot; e &quot;ação&quot;. </li></ul>
  4. 4. Origem da Pesquisa-ação <ul><li>Kurt Lewin (1947) </li></ul><ul><li>... a process by which practitioners attempt to study their problems scientifically in order to guide, correct, and evaluate their decisions and actions. </li></ul><ul><li>Outras definições </li></ul><ul><li>Action research in education is study conducted by colleagues in a school setting of the results of their activities to improve instruction. (Stephen Corey, 1953) </li></ul>
  5. 5. Origem da Pesquisa-ação <ul><li>Action research is a fancy way of saying let’s study what’s happening at our school and decide how to make it a better place. (Carl Glickman, 1992) </li></ul><ul><li>Action research is “learning by doing” - a group of people identify a problem, do something to resolve it, see how successful their efforts were, and if not satisfied, try again. (Rory O’Brien, 1998) </li></ul>
  6. 6. Embasamento para a proposta de pesquisa-ação <ul><li>Profissionais querem melhorar; </li></ul><ul><li>Todos necessitam de oportunidades de crescimento profissional; </li></ul><ul><li>Profissionais podem assumir a responsabilidade pelo próprio desenvolvimento; </li></ul><ul><li>As pessoas querem informações sobre seus desempenhos; </li></ul><ul><li>A colaboração enriquece o desenvolvimento profissional. </li></ul>
  7. 7. O que não é Pesquisa-ação <ul><li>Pesquisa-ação não é o que os professores geralmente fazem ao pensar sobre o processo ensino-aprendizagem. Ela é mais sistemática e mais colaborativa. </li></ul><ul><li>Pesquisa-ação não é simplesmente solucionar problemas. Ela envolve a colocação do problema e a procura dos questionamentos que estão subjacentes nas questões que geralmente fazemos em relação à nossa própria prática. </li></ul>
  8. 8. O que não é Pesquisa-ação <ul><li>Pesquisa-ação não é feita para outras pessoas. Ela é feita por educadores em suas próprias salas de aula e com o auxílio de outros colegas se possível. </li></ul><ul><li>Pesquisa-ação não é hierárquica, isto é, não há relações de subordinação desse àquele. A situação é de educadores trabalhando em conjunto em igualdade de responsabilidade, participação e influência. </li></ul>
  9. 9. O que não é Pesquisa-ação <ul><li>Pesquisa-ação não é uma forma de implementar respostas pré-determinadas às situações existentes. Ela explora, descobre e trabalha para criar soluções específicas para um determinado contexto. </li></ul><ul><ul><li>(adaptado de Kemmis & McTaggart, 1988). </li></ul></ul>
  10. 10. Algumas razões a serem consideradas <ul><li>A pesquisa-ação lida com nossos próprios questionamentos e não os de outras pessoas; </li></ul><ul><li>Ela pode ter início imediato, basta querermos; </li></ul><ul><li>A pesquisa-ação pode levar a um melhor entendimento, e eventual melhora, das nossas práticas educacionais; </li></ul>
  11. 11. Algumas razões a serem consideradas <ul><li>Ela pode nos proporcionar formas de fortalecer nossas relações com nossos pares no trabalho e de quebrar barreiras entre docentes e direção; </li></ul><ul><li>Por meio da prática de pesquisa-ação, podemos ter mais controle sobre nossas tomadas de decisão na sala de aula; </li></ul>
  12. 12. Algumas razões a serem consideradas <ul><li>A pesquisa-ação pode nos fornecer meios alternativos de ver e abordar nossos próprios questionamentos, com novas formas de perceber nossas práticas educacionais. </li></ul><ul><li>A pesquisa-ação nos auxilia a examinar os “hábitos” que desenvolvemos ao longo da nossa prática; o que nós “realmente” estamos fazendo nas nossas aulas; </li></ul>
  13. 13. Algumas razões a serem consideradas <ul><li>A pesquisa-ação pode nos tornar menos dependentes das decisões tomadas por pessoas que não estão em contato direto com o contexto educacional. </li></ul>
  14. 14. Etapas da Pesquisa-ação <ul><li>Lewin (1947) </li></ul>Elaboração de uma forma de solucionar um problema Implementação do plano Revisão do que foi observado Registro do progresso da ação Plan Observe Act Reflect
  15. 15. Etapas da Pesquisa-ação <ul><li>Susman (1983) </li></ul>
  16. 16. Caráter Cíclico da Pesquisa-ação   cole. unisa .ac. za / content / olcreportfinprint . html
  17. 17. Quem conduz a Pesquisa-ação? <ul><li>Professores individualmente </li></ul><ul><li>Professores e pesquisadores </li></ul><ul><li>Grupos de professores com interesses semelhantes </li></ul><ul><li>Toda a escola </li></ul>
  18. 18. Ciclos da Pesquisa-ação no ensino de línguas <ul><li>Nunan (1993) – a pesquisa-ação consiste em um tipo de investigação que incorpora elementos de intervenção e mudança sendo iniciada e conduzida pelo próprio professor da turma e não um pesquisador externo. </li></ul><ul><li>identificação do problema; </li></ul><ul><li>investigação inicial; </li></ul><ul><li>plano de intervenção; </li></ul><ul><li>avaliação dos resultados; </li></ul><ul><li>relato. </li></ul>
  19. 19. Ciclos da Pesquisa-ação <ul><li>1. Identificação do problema – a partir de observação do contexto, o professor identifica um fenômeno que pode ser uma situação problemática ou não. Em seguida, delimita a área que será o foco da investigação; </li></ul>
  20. 20. Ciclos da Pesquisa-ação <ul><li>2. Investigação inicial – identificação preliminar do que está ocorrendo sem, no entanto, tentar mudar algo: </li></ul><ul><ul><li>Quando acontece? </li></ul></ul><ul><ul><li>Onde acontece? </li></ul></ul><ul><ul><li>Quem é afetado? </li></ul></ul>
  21. 21. Ciclos da Pesquisa-ação <ul><li>3. Levantamento de hipótese(s) – baseado nesses dados iniciais, levanta-se hipótese(s) para o que está ocorrendo por meio de </li></ul><ul><ul><li>reflexão (O que pode estar causando esta situação?); </li></ul></ul><ul><ul><li>conversando com outros professores, e/ou </li></ul></ul><ul><ul><li>lendo e se informando sobre o que já foi escrito sobre o tema. </li></ul></ul>
  22. 22. Ciclos da Pesquisa-ação <ul><li>4. Plano de intervenção – desenvolvimento de algum tipo de intervenção ou mudança e formas de implementá-la. Nesse momento, planeja-se igualmente como coletar dados e como analisá-los para verificar se a ação foi eficaz ou não. </li></ul><ul><ul><li>Observação (auto-observação ou observação pelo colega); </li></ul></ul><ul><ul><li>Notas de campo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Gravação de aulas (áudio e vídeo); </li></ul></ul><ul><ul><li>Diário reflexivo (professor e alunos); </li></ul></ul><ul><ul><li>Entrevista (alunos, pais, professores, administradores); </li></ul></ul><ul><ul><li>Questionário; </li></ul></ul><ul><ul><li>Material documental (trabalhos dos alunos, testes/provas, planos de aula, etc.) </li></ul></ul>
  23. 23. Ciclos da Pesquisa-ação <ul><li>5. Resultados – análise e avaliação do(s) resultado(s) da(s) ação/ações implementada(s). </li></ul><ul><ul><li>A situação sofreu mudanças? </li></ul></ul><ul><ul><li>O problema foi solucionado? </li></ul></ul><ul><ul><li>Que outras intervenções serão necessárias? </li></ul></ul>
  24. 24. Ciclos da Pesquisa-ação <ul><li>6. Relato – descrição dos resultados obtidos e, se necessário, planejamento de intervenções adicionais. </li></ul>
  25. 25. Critérios para selecionar um foco de investigação <ul><li>O foco deve: </li></ul><ul><li>envolver ensino e/ou aprendizagem; </li></ul><ul><ul><li>Manejo de sala de aula; </li></ul></ul><ul><ul><li>Materiais instrucionais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Áreas específicas (leitura, escrita, oralidade..); </li></ul></ul><ul><ul><li>Aluno: comportamento, motivação, desempenho; </li></ul></ul>
  26. 26. Critérios para selecionar um foco de investigação <ul><li>estar dentro do escopo de ação do(s) participante(s); </li></ul><ul><li>ser de interesse para o(s) participante(s); </li></ul><ul><li>ser algo que se gostaria de mudar ou melhorar. </li></ul>
  27. 27. CONTEXTO <ul><li>Local: Cidade dos Meninos, Ribeirão das Neves/MG </li></ul><ul><li>Duração: abril-julho/2004 </li></ul><ul><li>Participantes </li></ul><ul><ul><li>Professora de inglês - Rede Estadual </li></ul></ul><ul><ul><li>9 turmas = 292 alunos – 1º ao 3º Ensino Médio </li></ul></ul><ul><ul><li>Aluno da Graduação da FALE - UFMG </li></ul></ul><ul><ul><li>Aluna Pós-Graduação/Pesquisadora </li></ul></ul><ul><li>Projeto “ARADO”  pesquisa + ensino + extensão </li></ul>
  28. 28. ETAPAS DA PESQUISA-AÇÃO <ul><li>Identificação do problema </li></ul><ul><li>(2) Investigação inicial </li></ul><ul><ul><ul><li>• questionário (alunos) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>• entrevista (professora) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>• observação de aulas -aluno graduação e pesquisadora </li></ul></ul></ul><ul><li>(3) Levantamento de hipótese </li></ul><ul><ul><li>• material didático </li></ul></ul><ul><li>(4) Plano de intervenção </li></ul><ul><li>Processo de reflexão </li></ul><ul><li>Criação </li></ul><ul><ul><ul><li>• banco de figuras; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>• banco de jogos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>• textos autênticos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>• banco de músicas. </li></ul></ul></ul><ul><li>Leituras teóricas; </li></ul><ul><li>Sites da internet , </li></ul><ul><li>Estratégias de leitura; </li></ul>
  29. 29. ETAPAS DA PESQUISA-AÇÃO <ul><li>(5) Avaliação dos resultados e (6) Relato </li></ul><ul><ul><li>1. Propiciar aos professores da rede pública a oportunidade de educação continuada; </li></ul></ul><ul><ul><li>2. Propiciar aos estagiários da licenciatura em inglês um contexto de estágio com suporte de profissionais experientes em contextos diversificados; </li></ul></ul><ul><ul><li>3. Transformar o espaço de estágio em um local de experiências colaborativas; </li></ul></ul><ul><ul><li>4. Intervir de forma colaborativa; </li></ul></ul><ul><ul><li>5. Fornecer alternativas para a produção do material didático; </li></ul></ul><ul><ul><li>6. Professor como condutor de pesquisa, tornando-se produtor de conhecimento; nível 2 de Henson (1996) - Professor como pesquisador júnior; </li></ul></ul><ul><ul><li>7. Processo inicial de reflexão; </li></ul></ul><ul><ul><li>8. Curto espaço de tempo; </li></ul></ul>
  30. 30. Unless and until we find ways to include classroom teachers in the serious discourse about teaching and learning, teachers will continue to be forced to implement research based on questions hatched in laboratories, far from the realities of the public school classroom. Sagor (1997, p. 59)
  31. 31. Bibliografia <ul><li>HENSON, K. T. Teachers as researchers . Handbook of Research on Teacher Education. 2 nd Ed. New York: Simon & Schuster Macmillan, 1996, p.53-64. </li></ul><ul><li>NUNAN, D. Action Research in the Language Classroom. IN: RICHARDS, J. C. e NUNAN, D. (eds) Second Language Teacher Education. Cambridge, Cambridge University Press, p. 62-81, 1990. </li></ul><ul><li>__________ Action Research in Language Education. IN: EDGE, J. RICHARDS, K. (eds.), Teachers Develop Teachers Research : papers on classroom research and teacher development. Oxford, Heinemann, p. 39-50, 1993. </li></ul><ul><li>THIOLLENT, M Metodologia da Pesquisa-Ação . São Paulo, Cortez Editora Autores Associados, 1992. </li></ul><ul><li>SAGOR, R. How To Conduct Collaborative Action Research, 1992. </li></ul>
  32. 32. Sites <ul><li>Action Research </li></ul><ul><ul><li>http://carbon.cudenver.edu/~mryder/ic_data/act_res.html </li></ul></ul><ul><li>Action Research at Queen’s University </li></ul><ul><ul><li>http://educ.queensu.ca/~ar/ </li></ul></ul><ul><li>Action Research for professional development </li></ul><ul><ul><li>http://www.jeanmcniff.com/booklet1.html </li></ul></ul><ul><li>Participatory Action Research </li></ul><ul><ul><li>http://www2.fhs.usyd.edu.au/arow/arer/004.htm </li></ul></ul><ul><li>Action Research.net </li></ul><ul><ul><li>http://www.bath.ac.uk/~edsajw/ </li></ul></ul>

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