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PESQUISA AÇÃO
André Orthey
Carla Cristina
Dominique Adam
O que é?

• É um processo de amadurecimento de ideias – com a
 finalidade de entender melhor qual é o problema de pesquisa.

• É importante estar aberto a novos pensamentos, teorias, para
 filtrar aquelas que realmente servem para seu projeto.

• A PA distingue-se claramente da pesquisa científica tradicional
 porque altera ao mesmo tempo o que está sendo pesquisado e
 é limitada pelo contexto e pela ética da prática.
Dimensões principais
• Ontológica: pretende-se conhecer a realidade social, foco da
 pesquisa, de forma a transformá-la;

• Epistemológica: é incompatível com uma abordagem
 positivista uma vez que requer um aprofundamento na
 intersubjetividade da dialética do coletivo. Este tipo de
 pesquisa não pensa-se neutro ou autônomo em relação à
 realidade social.

• Metodológica: privilegia uma metodologia que instaure no
 grupo uma dinâmica de princípios e práticas dialógicas,
 participativas e transformadoras.
Histórico
Principais campos de aplicação
Pesquisa Ação
• Pesquisa e ação podem e devem caminhar juntas quando se
 pretende a transformação da prática.
  A direção, o sentido e a intencionalidade dessa transformação serão o eixo da
  caracterização da abordagem da pesquisa-ação.

• PA colaborativa
  A função do pesquisador será a de fazer parte e cientificizar um processo de
  mudança anteriormente desencadeado pelos sujeitos do grupo.

• PA crítica
  Deve gerar um processo de ação-relfexão coletivo. Com vistas à emancipação
  dos sujeitos e das condições que o coletivo considera opressivas, essa pesquisa
  vai assumindo o caráter de criticidade.
• PA estratégica
  Quando a transformação é previamente planejada, sem a participação dos
  sujeitos, e apenas o pesquisador acompanhará os efeitos e avaliará os
  resultados de sua aplicação.
From Usability Lab to “Design Collaboratorium”:
Reframing Usability Practice Jacob Buur e Susanne Bødker
• Este artigo apresenta um processo exploratório em que três
 empresas de usabilidade, com a ajuda de pesquisadores de
 HCI trabalharam para reenquadrar o próprio processo de
 trabalho.

• Design colaborativo - engenheiros, designers, profissionais de
 usabilidade trabalham juntos.

• Esta reformulação de modo de trabalho tem como objetivo
 mostrar como os erros de usabilidade trazem um feedback
 tardio para o designer, e podem ser evitados se houver a
 colaboração destes e de outros profissionais durante o
 processo.
Proposição de um modelo de referência para o
design de Serviços ecoeficientes em sistemas
produto-serviço.                     Jairo da Costa Junior




   Etapas da fase de planejamento da pesquisa-ação.
   Fonte: Baseado em (TURRIONI; MELLO, 2011).
Ciclos de coleta de dados da pesquisa-ação. Fonte: Baseado em
(TURRIONI; MELLO, 2011).
Etapa de Análise de dados e planejamento das ações da pesquisa-ação.
Fonte: Baseado em (TURRIONI; MELLO, 2011).
Infográfico 2
Referências Bibliográficas
AMÉLIA, M.; FRANCO, S. Pedagogia da Pesquisa-Ação The pedagogy of action
research. , p. 483–502, 2005.

BUUR, J.; BØDKER, S. From usability lab to “design collaboratorium”: reframing usability
practice. Proceedings of the 3rd conference on Designing …, p. 297–307, 2000.
Disponível em: <http://dl.acm.org/citation.cfm?id=347768>. Acesso em: 16/3/2013.

BYRNE, E. Using Action Research in Information Systems Design to Address Change :
A South African Health Information Systems Case Study. , p. 131–141, 2005.

DAVID, M. Problems of participation: The limits of action research. International Journal
of Social Research Methodology, v. 5, n. 1, p. 11–17, 2002. Disponível em:
<http://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/13645570110098037>. .

GRUBBS, J. W. A Community of Voices: Using Allegory as an Interpretive Device in
Action Research on Organizational Change. Organizational Research Methods, v. 4, n.
4, p. 376–392, 2001. Disponível em:
<http://orm.sagepub.com/cgi/doi/10.1177/109442810144004>. .
Referências Bibliográficas
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Research: Case Studies and Design Choices. Organizational Research Methods, v. 6,
n. 3, p. 383–403, 2003. Disponível em:
<http://orm.sagepub.com/cgi/doi/10.1177/1094428103254454>. Acesso em: 11/3/2013.


JUNIOR, Jairo da Costa. Serviços Ecoeficientes Em Sistemas Produto-Serviço. Curitiba
2012.,2012.
SCHAFFER, B. S.; RIORDAN, C. M. A Review of Cross-Cultural Methodologies for
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Pesquisa ação

  • 1. PESQUISA AÇÃO André Orthey Carla Cristina Dominique Adam
  • 2. O que é? • É um processo de amadurecimento de ideias – com a finalidade de entender melhor qual é o problema de pesquisa. • É importante estar aberto a novos pensamentos, teorias, para filtrar aquelas que realmente servem para seu projeto. • A PA distingue-se claramente da pesquisa científica tradicional porque altera ao mesmo tempo o que está sendo pesquisado e é limitada pelo contexto e pela ética da prática.
  • 3. Dimensões principais • Ontológica: pretende-se conhecer a realidade social, foco da pesquisa, de forma a transformá-la; • Epistemológica: é incompatível com uma abordagem positivista uma vez que requer um aprofundamento na intersubjetividade da dialética do coletivo. Este tipo de pesquisa não pensa-se neutro ou autônomo em relação à realidade social. • Metodológica: privilegia uma metodologia que instaure no grupo uma dinâmica de princípios e práticas dialógicas, participativas e transformadoras.
  • 5. Principais campos de aplicação
  • 6. Pesquisa Ação • Pesquisa e ação podem e devem caminhar juntas quando se pretende a transformação da prática. A direção, o sentido e a intencionalidade dessa transformação serão o eixo da caracterização da abordagem da pesquisa-ação. • PA colaborativa A função do pesquisador será a de fazer parte e cientificizar um processo de mudança anteriormente desencadeado pelos sujeitos do grupo. • PA crítica Deve gerar um processo de ação-relfexão coletivo. Com vistas à emancipação dos sujeitos e das condições que o coletivo considera opressivas, essa pesquisa vai assumindo o caráter de criticidade. • PA estratégica Quando a transformação é previamente planejada, sem a participação dos sujeitos, e apenas o pesquisador acompanhará os efeitos e avaliará os resultados de sua aplicação.
  • 7. From Usability Lab to “Design Collaboratorium”: Reframing Usability Practice Jacob Buur e Susanne Bødker • Este artigo apresenta um processo exploratório em que três empresas de usabilidade, com a ajuda de pesquisadores de HCI trabalharam para reenquadrar o próprio processo de trabalho. • Design colaborativo - engenheiros, designers, profissionais de usabilidade trabalham juntos. • Esta reformulação de modo de trabalho tem como objetivo mostrar como os erros de usabilidade trazem um feedback tardio para o designer, e podem ser evitados se houver a colaboração destes e de outros profissionais durante o processo.
  • 8.
  • 9. Proposição de um modelo de referência para o design de Serviços ecoeficientes em sistemas produto-serviço. Jairo da Costa Junior Etapas da fase de planejamento da pesquisa-ação. Fonte: Baseado em (TURRIONI; MELLO, 2011).
  • 10. Ciclos de coleta de dados da pesquisa-ação. Fonte: Baseado em (TURRIONI; MELLO, 2011).
  • 11. Etapa de Análise de dados e planejamento das ações da pesquisa-ação. Fonte: Baseado em (TURRIONI; MELLO, 2011).
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 18. Referências Bibliográficas AMÉLIA, M.; FRANCO, S. Pedagogia da Pesquisa-Ação The pedagogy of action research. , p. 483–502, 2005. BUUR, J.; BØDKER, S. From usability lab to “design collaboratorium”: reframing usability practice. Proceedings of the 3rd conference on Designing …, p. 297–307, 2000. Disponível em: <http://dl.acm.org/citation.cfm?id=347768>. Acesso em: 16/3/2013. BYRNE, E. Using Action Research in Information Systems Design to Address Change : A South African Health Information Systems Case Study. , p. 131–141, 2005. DAVID, M. Problems of participation: The limits of action research. International Journal of Social Research Methodology, v. 5, n. 1, p. 11–17, 2002. Disponível em: <http://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/13645570110098037>. . GRUBBS, J. W. A Community of Voices: Using Allegory as an Interpretive Device in Action Research on Organizational Change. Organizational Research Methods, v. 4, n. 4, p. 376–392, 2001. Disponível em: <http://orm.sagepub.com/cgi/doi/10.1177/109442810144004>. .
  • 19. Referências Bibliográficas HUXHAM, C.; VANGEN, S. Researching Organizational Practice through Action Research: Case Studies and Design Choices. Organizational Research Methods, v. 6, n. 3, p. 383–403, 2003. Disponível em: <http://orm.sagepub.com/cgi/doi/10.1177/1094428103254454>. Acesso em: 11/3/2013. JUNIOR, Jairo da Costa. Serviços Ecoeficientes Em Sistemas Produto-Serviço. Curitiba 2012.,2012. SCHAFFER, B. S.; RIORDAN, C. M. A Review of Cross-Cultural Methodologies for Organizational Research: A Best- Practices Approach. 2003. SCHAFFER, B. S.; RIORDAN, C. M. A Review of Cross-Cultural Methodologies for Organizational Research: A Best- Practices Approach. 2003.