design thinking
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Oi :) Nós somos a weme, uma
rede que acelera a inovação e o
empreendedorismo apoiando a evolução
de ecossistemas. Nós conectamos
organizações, startups e indivíduos com
equipes, métodos, recursos e lugares
para fazer ideias e negócios acontecerem.
Somos designers, experts em tecnologia
e mentores que amam (<3): identificar
oportunidades centradas no ser humano;
projetar ideias e trazer protótipos para
a vida e transformar protótipos em
negócios relevantes para o mercado.
Chega mais pro nosso programa de
Design Thinking: temos certeza de que
vamos passar ótimos momentos juntos ;)
Sobre a Weme
O pensamento de Design ou Design Mindset é tão antigo quanto os designers em si, porém,
a ascensão do termo começou em meados da década de 50/60 quando estudiosos passaram
a utilizar conceitos de áreas tradicionalmente criativas para outros segmentos.
O processo desenvolvido por Stanford prega a divergência (amplitude de ideias) e a convergência
(definição de escopo) em cinco etapas que serão mais aprofundadas em seguida de forma que
sejamos capazes de pensar como um Design de forma criativa na resolução de um problema,
mesmo não sendo um!
Nos Estados Unidos como Design Science à Escandinávia como Design Cooperativo.
A disciplina cresceu e passou a envolver psicólogos, engenheiros e os usuários em seus
projetos. O designer nesse contexto se torna um facilitador de um processo com vários
agentes, não o único desenhista do projeto.
Durante a década de 80 e 90 Nigel Cross propôs o estudo de como o designer pensa e
desenvolve projetos, de forma diferente do modelo científico tradicional. Assim foram criadas
metodologias que facilitaram o uso do Design como abordagem criativa para não designers.
Nos anos 2000 a consultoria de design IDEO, fundada por David Kelley, popularizou o uso do
Design Thinking para o mundo corporativo, trazendo para as grandes empresas alguns valores,
releituras e frames dessa abordagem.
O design não só para designers
O design não só para designers
O design colaborativo e focado no usuário
O design como abordagem criativa
A popularização do Design Thinking
Uma brevíssima história sobre Design Thinking
TESTE
EMPATIA
DEFINIÇÃO
IDEAÇÃO
PROTOTIPAÇÃO
empatia
etapas design thinking Referências
A palavra da moda é coisa séria pra gente!
Mas, afinal, o que é isso? Empatia é
a capacidade de colocar-se no lugar do
outro, ou seja, compreender os sentimentos,
necessidades, desejos e valores de alguém.
O objetivo da empatia nesse processo é ouvir
histórias inspiradoras que revelam o modo
como as pessoas fazem as coisas, como
elas pensam, suas necessidades físicas
e emocionais e o que é realmente importante
para elas. É considerada a principal etapa, pois
é a partir dela que entendemos o indivíduo
e o contexto no qual ele está inserido.
Ferramentas
Analisar o que as pessoas fazem e como elas interagem com o ambiente revela o que
elas pensam e sentem. É por meio da observação que somos capazes de capturar as
manifestações físicas e possíveis contradições entre o discurso e as ações realizadas.
O que entendi até agora? Como posso usar na minha atuação profissional e pessoas.
Aprendizados:
É uma ferramenta fácil e rápida de entender o que é importante para a pessoa ou com o que
ela mais se identifica. Por exemplo: se você quer entender o como ela se vê no futuro, prepare
cartões com imagens de carreiras profissionais, família, viagens, dinheiro, etc. Conforme as
escolhas, será possível identificar o que é valor para ela.
Card sorting:
É uma ferramenta útil para entender o perfil para quem
estamos projetando com base nos sentimentos e ações.
Mapa de empatia:
É uma ferramenta que nos ajuda a definir qual é o desafio mais
inspirador que queremos solucionar. Ela nos ajuda a refletir sobre quem
queremos ajudar e quais são as suas principais necessidades.
MTP - Massive Transformative Purpose:
Na fase de Empatia, coletamos dados
da pesquisa em profundidade, temos
uma grande quantidade de post-its com
anotações, além de diversas imagens e
vídeos com registros dos comportamentos
dos nossos usuários. Agora, na etapa
de definição, precisamos fazer escolhas,
exercitar o nosso poder de síntese e dar
sentido a tudo isso para fazer emergir
um desafio que seja relevante para o
nosso usuário. Síntese significa identificar
ressonâncias e padrões significativos,
em meio a essa enxurrada. No começo
desse processo, as coisas tendem a
parecer confusas. #relaxe. É normal! Com
insistência e criatividade, os insights
inspiradores para o desafio que estamos
tentando resolver, emergem como num
passe de mágica ;)
definição
etapas design thinking
Referências
Ferramentas
Um ponto de vista (POV) é o
reenquadramento de um desafio em
uma declaração do problema que
une o que conhecemos do usuário,
o que descobrimos as suas dores e
necessidaades e um insight.
O que entendi até agora? Como posso usar na minha atuação profissional e pessoas.
Representação gráfica da experiência do usuário que pode englobar
a decisão de compra, a compra efetivamente, o pós uso e até mesmo
momentos onde não existe contato com o produto ou serviço.
Utilização de cenários análogos para buscar inspiração para entender
o problema em questão - essa ferramenta pode ser utilizada tanto na
definição, quanto na ideação.
Ponto de vista:
Aprendizados:
Jornada do usuário:
SITUAÇÕES ANÁLOGAS:
Conheci o	
Fiquei surpreso que	
	
Seria uma virada de jogo se
ideação
etapas design thinking
Chegou a hora mais esperada pela maioria:
dar ideias! A Ideação é a etapa na qual
geramos o máximo de ideias possíveis que
resolvam um desafio. O objetivo é pensar
de forma colaborativa em ideias criativas,
sem julgamentos ou negação delas. É uma
etapa de cocriação, então quanto mais
multidisciplinar o grupo, mais diversificadas
tende a ser o resultado!
Referências
Ferramentas A nossa ferramenta
São categorias criadas para alcançar
mais ideias. Por exemplo: Toda ideia
deve custar um milhão de reais,ideias
que seu chefe odiaria, envolver mágica
e fantasia, como o Google (Netflix,
Airbnb..) resolveria esse problema?
O que entendi até agora? Como posso usar na minha atuação profissional e pessoal.
Dinâmica na qual os grupos interagem entre si, contribuindo com novas ideias e até
adotando algumas para o seu próprio desafio. Ou seja, após uma primeira rodada de
ideação, os integrantes são convidados a “espiar” e se inspirar nas ideias dos outros grupos.
Brainwalking:
Ferramenta onde cada um do grupo começa escrevendo uma ideia e passa para a pessoa do lado e
assim por diante. As soluções finais serão junções das ideias de todos os integrantes do grupo.
Brainwriting:
Constraints:
Aprendizados:
Pensar em situações análogas ao desafio ou referências (empresas, pessoas, personagens e etc)
que saberiam ou poderiam resolver o problema de forma inovadora. Por exemplo, “como eu posso
dar um atendimento ao meu cliente tão rápido quanto um Pit Stop de fórmula 1”?
Analogia:
São categorias criadas para alcançar mais ideias. Por exemplo: Toda ideia deve custar um
milhão de reais,ideias que seu chefe odiaria, envolver mágica e fantasia, como empresas
inovadoras (Google, Netflix, AirBnb..) resolveria esse problema?
Constraints:
Ideias que valem 1 milhão
	
Como um super-heroi resolveria?
	
	
Como uma criança resolveria?
Hora de pensar com as mãos!! Depois de
divergir para ter o maior número de ideias
possíveis durante a fase Ideação, é hora de
convergir, avaliar quais soluções melhor se
alinham à sua definição de sucesso e criar
um modelo preliminar. A prototipagem
permite que você teste sua hipótese sem
gastar tempo, dinheiro e outros recursos
criando o produto completo. Isso ajuda a
responder várias questões vitais, incluindo:
• “Temos certeza de que estamos
resolvendo o problema certo?”
• “Como nossa ideia atenderá às necessidades
de nossos usuários e aliviará suas dores?”
• “A nossa solução é tecnicamente viável?”
O protótipo é a primeira materialização de uma
hipótese para um novo produto ou serviço. Ele
é o nosso artefacto para a próxima etapa, onde
vamos testar e realmente saber se nossas ideias
são relevantes para o problema e para o usuário.
P.S: Todo o mundo sabe prototipar! Usa
as ferramentas que você já conhece e
tem á mão. Não pense, só faça ;)
prototipação
etapas design thinking
Referências
Ferramentas
No papel: Diagramas, Storyboards e Interfaces
A prototipagem rápida em papel é uma técnica que permite criar e testar interfaces ou
processos com o usuário de maneira rápida e barata. É a forma mais óbvia de materializar uma
ideia e você pode escolher diferentes técnicas para o fazer dependendo do objetivo.
A três dimensões: Maquetes, legos e modelos físicos
Quando o resultado final é um produto físico, você pode usar uma ampla variedade de materiais
para criar modelos para testes. Você pode usar papel, papelão, barro ou espuma, e também
pode redirecionar objetos existentes ao seu redor para construir modelos físicos.
O objetivo de um modelo físico é trazer uma ideia intangível, ou esboço bidimensional, para um
plano físico tridimensional. Isso permite testes muito melhores com os usuários e pode gerar
discussões sobre o fator de forma da solução.
Role-Playing ou protótipo experiencial
Tipo de prototipagem que é muito fácil de criar, e útil para testar a sua ideia através da
dramatização. Você pode aprender muito testando os papéis das pessoas durante uma
encenação antes mesmo de sair do escritório.
O que entendi
até agora? Como
posso usar na
minha atuação
profissional
e pessoas.
Aprendizados:
A nossa ferramenta
teste
etapas design thinking Referências
Este é o estágio final do modelo de 5
estágios, mas em um processo iterativo, os
resultados gerados durante a fase de testes
são freqüentemente usados ​​para redefinir um
ou mais problemas e informar a compreensão
dos usuários, as condições de uso, como
as pessoas pensam, se comportar e sentir
e ter empatia. Mesmo durante esta fase,
alterações e refinamentos são feitos a fim de
descartar soluções problemáticas e obter uma
compreensão mais profunda do produto e de
seus usuários quanto possível.
A nossa ferramenta
1. Ajude o usuário a entrar no seu mundo
Estabeleça o contexto PERGUNTANDO SOBRE SUAS EXPERIÊNCIAS REAIS:
“Você consegue se lembrar da última vez que saiu para jantar com um grande grupo?”
COMECE O EDIFÍCIO DE CENA DA SUA EXPERIÊNCIA REAL
“Ok, você está voltando para o restaurante agora...”
2. Permita que ele experimente o protótipo
CRIE UMA EXPERIÊNCIA real, não explique o que "aconteceria".
Faça com que eles a experimentem agora como se ela existisse.
3. Fale sobre como foi
FALE SOBRE O QUE ELES EXPERIMENTARAM
“Como você se sentiu naquele momento, quando ____ aconteceu?”
“Eu notei que você disse / fez ____. Me fale sobre isso.”
“O que voce gostou?” “O que não gostou?”
“Tem alguma sugestão de melhoria ou mudança?”
CONTINUE A CONVERSA ALÉM DO CONCEITO
“Você poderia me dizer por que isso é importante para você?”
O que entendi até agora? Como posso usar na minha atuação profissional e pessoas.
Aprendizados:
O que você gostou?
Sugestões
O que você não gostou?
Insights
:)
Esperamos que essa jornada tenha sido tão legal para você
quanto foi para nós. E lembre-se: o design é uma forma de
pensar e pode ser aplicado em cada parte do seu dia :)
E aqui vai um presente para
você que chegou até o final
da apostila:
Weme School | Design Thinking

Weme School | Design Thinking

  • 1.
  • 2.
    Nome Personalize seu avatar Telefone E-mail LOGIN Oi :)Nós somos a weme, uma rede que acelera a inovação e o empreendedorismo apoiando a evolução de ecossistemas. Nós conectamos organizações, startups e indivíduos com equipes, métodos, recursos e lugares para fazer ideias e negócios acontecerem. Somos designers, experts em tecnologia e mentores que amam (<3): identificar oportunidades centradas no ser humano; projetar ideias e trazer protótipos para a vida e transformar protótipos em negócios relevantes para o mercado. Chega mais pro nosso programa de Design Thinking: temos certeza de que vamos passar ótimos momentos juntos ;) Sobre a Weme
  • 3.
    O pensamento deDesign ou Design Mindset é tão antigo quanto os designers em si, porém, a ascensão do termo começou em meados da década de 50/60 quando estudiosos passaram a utilizar conceitos de áreas tradicionalmente criativas para outros segmentos. O processo desenvolvido por Stanford prega a divergência (amplitude de ideias) e a convergência (definição de escopo) em cinco etapas que serão mais aprofundadas em seguida de forma que sejamos capazes de pensar como um Design de forma criativa na resolução de um problema, mesmo não sendo um! Nos Estados Unidos como Design Science à Escandinávia como Design Cooperativo. A disciplina cresceu e passou a envolver psicólogos, engenheiros e os usuários em seus projetos. O designer nesse contexto se torna um facilitador de um processo com vários agentes, não o único desenhista do projeto. Durante a década de 80 e 90 Nigel Cross propôs o estudo de como o designer pensa e desenvolve projetos, de forma diferente do modelo científico tradicional. Assim foram criadas metodologias que facilitaram o uso do Design como abordagem criativa para não designers. Nos anos 2000 a consultoria de design IDEO, fundada por David Kelley, popularizou o uso do Design Thinking para o mundo corporativo, trazendo para as grandes empresas alguns valores, releituras e frames dessa abordagem. O design não só para designers O design não só para designers O design colaborativo e focado no usuário O design como abordagem criativa A popularização do Design Thinking Uma brevíssima história sobre Design Thinking TESTE EMPATIA DEFINIÇÃO IDEAÇÃO PROTOTIPAÇÃO
  • 4.
    empatia etapas design thinkingReferências A palavra da moda é coisa séria pra gente! Mas, afinal, o que é isso? Empatia é a capacidade de colocar-se no lugar do outro, ou seja, compreender os sentimentos, necessidades, desejos e valores de alguém. O objetivo da empatia nesse processo é ouvir histórias inspiradoras que revelam o modo como as pessoas fazem as coisas, como elas pensam, suas necessidades físicas e emocionais e o que é realmente importante para elas. É considerada a principal etapa, pois é a partir dela que entendemos o indivíduo e o contexto no qual ele está inserido.
  • 5.
    Ferramentas Analisar o queas pessoas fazem e como elas interagem com o ambiente revela o que elas pensam e sentem. É por meio da observação que somos capazes de capturar as manifestações físicas e possíveis contradições entre o discurso e as ações realizadas. O que entendi até agora? Como posso usar na minha atuação profissional e pessoas. Aprendizados: É uma ferramenta fácil e rápida de entender o que é importante para a pessoa ou com o que ela mais se identifica. Por exemplo: se você quer entender o como ela se vê no futuro, prepare cartões com imagens de carreiras profissionais, família, viagens, dinheiro, etc. Conforme as escolhas, será possível identificar o que é valor para ela. Card sorting: É uma ferramenta útil para entender o perfil para quem estamos projetando com base nos sentimentos e ações. Mapa de empatia: É uma ferramenta que nos ajuda a definir qual é o desafio mais inspirador que queremos solucionar. Ela nos ajuda a refletir sobre quem queremos ajudar e quais são as suas principais necessidades. MTP - Massive Transformative Purpose:
  • 6.
    Na fase deEmpatia, coletamos dados da pesquisa em profundidade, temos uma grande quantidade de post-its com anotações, além de diversas imagens e vídeos com registros dos comportamentos dos nossos usuários. Agora, na etapa de definição, precisamos fazer escolhas, exercitar o nosso poder de síntese e dar sentido a tudo isso para fazer emergir um desafio que seja relevante para o nosso usuário. Síntese significa identificar ressonâncias e padrões significativos, em meio a essa enxurrada. No começo desse processo, as coisas tendem a parecer confusas. #relaxe. É normal! Com insistência e criatividade, os insights inspiradores para o desafio que estamos tentando resolver, emergem como num passe de mágica ;) definição etapas design thinking
  • 7.
    Referências Ferramentas Um ponto devista (POV) é o reenquadramento de um desafio em uma declaração do problema que une o que conhecemos do usuário, o que descobrimos as suas dores e necessidaades e um insight. O que entendi até agora? Como posso usar na minha atuação profissional e pessoas. Representação gráfica da experiência do usuário que pode englobar a decisão de compra, a compra efetivamente, o pós uso e até mesmo momentos onde não existe contato com o produto ou serviço. Utilização de cenários análogos para buscar inspiração para entender o problema em questão - essa ferramenta pode ser utilizada tanto na definição, quanto na ideação. Ponto de vista: Aprendizados: Jornada do usuário: SITUAÇÕES ANÁLOGAS: Conheci o Fiquei surpreso que Seria uma virada de jogo se
  • 8.
    ideação etapas design thinking Chegoua hora mais esperada pela maioria: dar ideias! A Ideação é a etapa na qual geramos o máximo de ideias possíveis que resolvam um desafio. O objetivo é pensar de forma colaborativa em ideias criativas, sem julgamentos ou negação delas. É uma etapa de cocriação, então quanto mais multidisciplinar o grupo, mais diversificadas tende a ser o resultado! Referências
  • 9.
    Ferramentas A nossaferramenta São categorias criadas para alcançar mais ideias. Por exemplo: Toda ideia deve custar um milhão de reais,ideias que seu chefe odiaria, envolver mágica e fantasia, como o Google (Netflix, Airbnb..) resolveria esse problema? O que entendi até agora? Como posso usar na minha atuação profissional e pessoal. Dinâmica na qual os grupos interagem entre si, contribuindo com novas ideias e até adotando algumas para o seu próprio desafio. Ou seja, após uma primeira rodada de ideação, os integrantes são convidados a “espiar” e se inspirar nas ideias dos outros grupos. Brainwalking: Ferramenta onde cada um do grupo começa escrevendo uma ideia e passa para a pessoa do lado e assim por diante. As soluções finais serão junções das ideias de todos os integrantes do grupo. Brainwriting: Constraints: Aprendizados: Pensar em situações análogas ao desafio ou referências (empresas, pessoas, personagens e etc) que saberiam ou poderiam resolver o problema de forma inovadora. Por exemplo, “como eu posso dar um atendimento ao meu cliente tão rápido quanto um Pit Stop de fórmula 1”? Analogia: São categorias criadas para alcançar mais ideias. Por exemplo: Toda ideia deve custar um milhão de reais,ideias que seu chefe odiaria, envolver mágica e fantasia, como empresas inovadoras (Google, Netflix, AirBnb..) resolveria esse problema? Constraints: Ideias que valem 1 milhão Como um super-heroi resolveria? Como uma criança resolveria?
  • 10.
    Hora de pensarcom as mãos!! Depois de divergir para ter o maior número de ideias possíveis durante a fase Ideação, é hora de convergir, avaliar quais soluções melhor se alinham à sua definição de sucesso e criar um modelo preliminar. A prototipagem permite que você teste sua hipótese sem gastar tempo, dinheiro e outros recursos criando o produto completo. Isso ajuda a responder várias questões vitais, incluindo: • “Temos certeza de que estamos resolvendo o problema certo?” • “Como nossa ideia atenderá às necessidades de nossos usuários e aliviará suas dores?” • “A nossa solução é tecnicamente viável?” O protótipo é a primeira materialização de uma hipótese para um novo produto ou serviço. Ele é o nosso artefacto para a próxima etapa, onde vamos testar e realmente saber se nossas ideias são relevantes para o problema e para o usuário. P.S: Todo o mundo sabe prototipar! Usa as ferramentas que você já conhece e tem á mão. Não pense, só faça ;) prototipação etapas design thinking
  • 11.
    Referências Ferramentas No papel: Diagramas,Storyboards e Interfaces A prototipagem rápida em papel é uma técnica que permite criar e testar interfaces ou processos com o usuário de maneira rápida e barata. É a forma mais óbvia de materializar uma ideia e você pode escolher diferentes técnicas para o fazer dependendo do objetivo. A três dimensões: Maquetes, legos e modelos físicos Quando o resultado final é um produto físico, você pode usar uma ampla variedade de materiais para criar modelos para testes. Você pode usar papel, papelão, barro ou espuma, e também pode redirecionar objetos existentes ao seu redor para construir modelos físicos. O objetivo de um modelo físico é trazer uma ideia intangível, ou esboço bidimensional, para um plano físico tridimensional. Isso permite testes muito melhores com os usuários e pode gerar discussões sobre o fator de forma da solução. Role-Playing ou protótipo experiencial Tipo de prototipagem que é muito fácil de criar, e útil para testar a sua ideia através da dramatização. Você pode aprender muito testando os papéis das pessoas durante uma encenação antes mesmo de sair do escritório. O que entendi até agora? Como posso usar na minha atuação profissional e pessoas. Aprendizados: A nossa ferramenta
  • 12.
    teste etapas design thinkingReferências Este é o estágio final do modelo de 5 estágios, mas em um processo iterativo, os resultados gerados durante a fase de testes são freqüentemente usados ​​para redefinir um ou mais problemas e informar a compreensão dos usuários, as condições de uso, como as pessoas pensam, se comportar e sentir e ter empatia. Mesmo durante esta fase, alterações e refinamentos são feitos a fim de descartar soluções problemáticas e obter uma compreensão mais profunda do produto e de seus usuários quanto possível.
  • 13.
    A nossa ferramenta 1.Ajude o usuário a entrar no seu mundo Estabeleça o contexto PERGUNTANDO SOBRE SUAS EXPERIÊNCIAS REAIS: “Você consegue se lembrar da última vez que saiu para jantar com um grande grupo?” COMECE O EDIFÍCIO DE CENA DA SUA EXPERIÊNCIA REAL “Ok, você está voltando para o restaurante agora...” 2. Permita que ele experimente o protótipo CRIE UMA EXPERIÊNCIA real, não explique o que "aconteceria". Faça com que eles a experimentem agora como se ela existisse. 3. Fale sobre como foi FALE SOBRE O QUE ELES EXPERIMENTARAM “Como você se sentiu naquele momento, quando ____ aconteceu?” “Eu notei que você disse / fez ____. Me fale sobre isso.” “O que voce gostou?” “O que não gostou?” “Tem alguma sugestão de melhoria ou mudança?” CONTINUE A CONVERSA ALÉM DO CONCEITO “Você poderia me dizer por que isso é importante para você?” O que entendi até agora? Como posso usar na minha atuação profissional e pessoas. Aprendizados: O que você gostou? Sugestões O que você não gostou? Insights
  • 14.
    :) Esperamos que essajornada tenha sido tão legal para você quanto foi para nós. E lembre-se: o design é uma forma de pensar e pode ser aplicado em cada parte do seu dia :) E aqui vai um presente para você que chegou até o final da apostila: