[1] O documento discute os argumentos contra o uso de computadores na educação básica, como a ideia de que crianças precisam aprender habilidades não-tecnológicas e que computadores podem prejudicar o desenvolvimento criativo e social das crianças. [2] Também levanta preocupações de que o uso precoce de computadores pode acelerar o desenvolvimento mental de forma prejudicial e privar as crianças de sua infância. [3] O autor teme que o uso excessivo de computadores na infância pode criar adultos insensíveis e amorais.