O documento apresenta as opiniões de uma pessoa tecnofóbica sobre o uso de computadores na educação. Ela argumenta que (1) os computadores não devem substituir os professores no processo de ensino-aprendizagem; (2) o uso excessivo de computadores pode levar as crianças a desenvolverem um raciocínio rápido demais para o mundo real; e (3) é essencial manter a interação humana entre professores e alunos, que máquinas não podem substituir.