O documento descreve a biografia do escritor Monteiro Lobato, destacando sua infância, educação, carreira como promotor e escritor, casamento e família. O texto também resume dois de seus contos, Urupês e Os Faroleiros.
E.E Profª IreneDias Ribeiro Urupês Monteiro Lobato Diego Ferreira Lacerda Diogo Ferreira Lacerda Douglas Luiz Passos 3ª Série B - 2011
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Biografia Nasceu emTaubaté, São Paulo, no dia 18 de abril de 1882. Em homenagem ao seu nascimento, neste dia comemora-se o Dia Nacional do Livro Infantil. Era filho de José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Augusto Lobato. Seu nome verdadeiro era José Renato Monteiro Lobato, mas em 1893 o autor preferiu adotar o nome do pai por desejar usar uma bengala do pai que continha no punho as iniciais JBML. Juca, apelido que Lobato recebeu na infância, brincava em companhia de suas irmãs com legumes e sabugos de milho que eram transformados em bonecos e animais, conforme costume da época. Uma forte influência de sua própria experiência reside na criação do personagem Visconde de Sabugosa.
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Ainda na infância,Juca descobriu seu gosto pelos livros na vasta biblioteca de seu avô. Os seus prediletos tratavam de viagens e aventuras. Ele leu tudo que lá existia, mas desde esta época incomodava a ele o fato de não existir uma literatura infantil tipicamente brasileira. Um fato interessante aconteceu ao então jovem Juca, no ano de 1895: ele foi reprovado em uma prova oral de Português. O ano seguinte foi de total estudo, mergulhado nos livros. Notável é o interesse de Lobato escritor no que diz respeito à Língua Portuguesa, presente em alguns de seus títulos. É na adolescência que começa a escrever para jornaizinhos escolares e descobre seu gosto pelo desenho. Aos 16 anos perde o pai e aos 17 a mãe. A partir de então, sua tutela fica a encargo do avô materno, o Visconde de Tremembé. Formou-se em Direito pela faculdade de seu estado, por vontade do avô, porque preferia ter cursado a Escola de Belas-Artes. Esse gosto pelas artes resultou em várias caricaturas e desenhos que ele enviava para jornais e revistas. Em 1907, 3 anos após sua formatura, exerceu a promotoria em Areias, cidadezinha do interior. Retirou-se depois para uma fazenda em Buquira que herdou do avô, falecido em 1911. Este município, onde surgiu um Lobato fazendeiro, recebeu seu nome em sua homenagem.
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Casou-se com MariaPureza da Natividade, em 28 de março de 1908. Do casamento vieram os quatro filhos: Edgar, Guilherme, Marta e Rute. Em 1918 lançou Urupês , e o êxito fulminante desse livro de contos colocou-o numa posição de vanguarda. Neste mesmo ano, vendeu a fazenda e transferiu-se para São Paulo, onde inaugurou a primeira editora nacional: Monteiro Lobato & Cia. Até então, os livros que circulavam no Brasil eram publicados em Portugal. Por isso, as iniciativas de Lobato deram à indústria brasileira do livro um impulso decisivo para sua expansão. Em 1926, foi nomeado adido comercial da embaixada brasileira nos Estados Unidos, de onde trouxe um notável livro de impressões: América . Usou, assim, suas principais armas em prol do nacionalismo no tocante à exploração de ferro e petróleo no Brasil: os ideais e os livros. Preocupado com o desenvolvimento econômico do país, chegou a fundar diversas companhias para a exploração do petróleo nacional.. O fracasso dessa iniciativa deu-lhe assunto para um artigo: O Escândalo do Petróleo . Já sob o Estado Novo, sua persistência em abordar esse tema como patriota autêntico valeu-lhe três meses de prisão.
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No público infantil,Lobato escritor reencontra as esperanças no Brasil. Escrever para crianças era sua alegria, por isso adorava receber as cartinhas que seu pequenino público escrevia constantemente. Achava que o futuro deveria ser mudado através da criançada, para quem dava um tratamento especial, sem ser infantilizado. O resultado foi sensacional, conseguindo transportar até hoje muitas crianças e adultos para o maravilhoso mundo do Sítio do Pica-pau Amarelo. Faleceu em São Paulo, no dia 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade, por causa de um derrame.
Resumo Urupês – Monteiro Lobato personifica a figura do cabloco, tal como Jeca Tatu que vive de côcoras, dependendo da natureza e tendo uma vida alheia que representa a ignoração e o atraso do homem do campo.
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Personagens Jeca Tatu - É uma personificação do homem caboclo, uma maravilhosa epítome de carne, que nele se resume tudo sobre a sua espécie
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Tempo Tempo Cronológico“ Pelo 13 de maio , mal esvoaça o florido decreto da Princesa e o negro exausto larga num uf! O cabo da enxada, o caboclo olha, coça a cabeça ‘magina e deixa que do velho mundo venha quem nele pegue de novo. “ A 15 de Novembro , troca-se um trono vitalício pela cadeira quadrienal. O país bestifica-se ante o inopinado da mudança.² Tempo Psicológico “ Anos atrás, o orgulho estava numa ascendência de tanga, inçada de penas de tucano, com dramas íntimos e flechaços de curare.
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Espaço “ JecaTatu é um piraquara do Paraíba .” O espaço do conto Urupês, baseia-se no Vale do Paraíba, no interior de São Paulo ou seja onde Jeca Tatu vive.
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Foco Narrativo “Jeca Tatu é um piraquara do Paraíba, maravilhoso epítome de carne onde se resumem todas as características da espécie.” “ Ei-lo que vem falar ao patrão. Entrou, saudou. Seu primeiro movimento após prender entre os lábios a palha de milho, sacar o rolete de fumo e disparar a cusparada d’esguicho, é sentar-se jeitosamente sobre os calcanhares, Só então destrava a língua e a inteligência.” É narrado em 3ª pessoa, pois ele apenas narra a história, mas sem participar dela.
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Estilo Paradoxo “Pobre Jeca Tatu ‘ Como és bonito no romance e feio na realidade” Hipérbole ou Auxese “ A roupa, guarda-a no corpo.” Linguagem Coloquial “ d’alma”,”d’esguicho”,”T’esconjuro”,”d’água.” Linguagem Culta ou Formal “ Às vezes surge numa família um gênio musical cuja fama esvoaça pelas redondezas.”
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Verossimilhança O caboclode antigamente que era marginalizado, excluído da sociedade, considerado como um “tatu”, existe ainda hoje; pois, há pessoas com a cultura do caboclismo que sofre com os preconceitos.”
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Movimento Literário O pré-modernismo (ou ainda estética impressionista ) foi um período literário brasileiro, que marca a transição entre o simbolismo e modernismo e o movimento modernista seguinte. Em Portugal, o pré-modernismo configura o movimento denominado saudosismo. O termo pré-modernismo parece haver sido criado por Tristão de Athayde , para designar os " escritores contemporâneos do neo-parnasianismo, entre 1910 e 1920 ", no dizer de Joaquim Francisco Coelho.
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Conclusão No contoURUPÊS Monteiro Lobato mostra como é a vida do cabloco, como é a casa, a forma de se alimentar, os riscos a saúde e a exposição a várias doenças, onde o personagem Jeca tatu tem cócoras.
Resumo Os Faroleiros – Dois amigos sentados perto do mar conversando algo, um é o narrador e o outro Eduardo, Eduardo olha para o farol e lembra do passado, em que tinha dois amigos, um era Gerebita e o outro Cabrea. Na conversa de Gerebita e Eduardo, Gerebita pergunta a ele sobre assassinatos, premeditando o que ele ia fazer; depois de algum tempo Cabrea aparece morto, na qual, Gerebita o matou, porque Cabrea tinha roubado Maria Rita (mulher de Gerebita) e Gerebita alega que o crime foi em legitima defesa.
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Personagens Narrador - O narrador é quem narra o conto e Eduardo é quem conta a história do farol a ele. Eduardo - É um homem que conhece Gerebita e Cabrea no farol. Gerebita - Um homem de feições duras e pele encorreada, que tinha uma mulher chamada Maria Rita. Cabrea - Era considerado por Gerebita como um mau companheiro, mau homem.
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Tempo Tempo Cronológico“ De quinta-feira em diante” “ Certa tarde , Gerebita chamou minha atenção para o agravamento da loucura de Cabrea, e aduziu várias provas concludentes.” Tempo Psicológico “ Dava azo à dúvida uma luz vermelha a piscar na escuridão da noite” Céu e mar fundia-os um só carvão, sem fresta nem pique além da pinta vermelha que, súbito, se fez amarela.
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Espaço “ Céue mar fundia-os um só carvão,sem fresta nem pique além da pinta vermelha que, súbito, se fez amarela.” “ Lá mudou de cor. É farol” “ Certo dia fui aparecer ao cais.” A história passa-se no farol, no cais, sendo que esse lugares fica em áreas litorâneas perto do mar.
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Foco Narrativo “Eduardo interpelou-me de chofre sobre a idéia que eu deles fazia.” “ Certo dia fui espairecer ao cais - e lá estava, de mãos às costas, a seguir o vôo joão-grandes e a notar a gama dos verdes luzentes que à sombra dos barcos ondeia na água represada dos portos, quando uma lancha abicou, e vi descer um homem de feições duras e pele encorreada.” É narrado em 1ª pessoa, pois ele participa da história sendo o amigo de Eduardo.
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Estilo Comparação “- O farol é um romance” Linguagem Coloquial “ d’ocasião”,”p’r’a - mor d’amores”, “Tá, tá, tá, foi o anequim!” Linguagem Culta ou Formal “ A sua fixidez, o variegado de aspectos, o bulício humano, a cidade, os campos, a mulher, as árvores...”
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Verossimilhança Em comparaçãoda obra com a realidade, se vê que ainda existia a desconfiança dos casais e que a pessoa traída de hoje ou do passado sempre queria vingança.
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Movimento Literário O pré-modernismo (ou ainda estética impressionista ) foi um período literário brasileiro, que marca a transição entre o simbolismo e modernismo e o movimento modernista seguinte. Em Portugal, o pré-modernismo configura o movimento denominado saudosismo. O termo pré-modernismo parece haver sido criado por Tristão de Athayde , para designar os " escritores contemporâneos do neo-parnasianismo, entre 1910 e 1920 ", no dizer de Joaquim Francisco Coelho.
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Conclusão Nota-se queo personagem Gerebita premeditou o crime, pois Cabrea o tinha traído, senso que no passado já existia infidelidade nos casais.
Resumo A Colcha de Retalhos – Um homem (narrador) vai até o sítio de José Alvorada para contratar seus serviços. Só que José não estava, então fica conversando com a mulher de José Sinhá Ana, o casal tem uma filha de 14 anos Pingo d’ Água e a avó, Sinhá Joaquina com 70 anos que passava a vida fazendo colchas de retalho, “pedacinhos” que cada vestido Pingo d’ Água vestia. Dois anos ele volta ao sitio e descobre que Sinhá Ana morreu, Pingo d’ Água fugiu com um homem e a sinhá Joaquina triste, magoada e que em pouco tempo ela morreria.
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Personagens Narrador - Como cliente de José José Alvorada - Esposo de Sinh’ Ana e pai de Maria das Dores Sinh’ Ana - Tinha rugas na cara, uma cor estranha e ele estava doente. Maria das Dores (Pingo d’ Água) - Filhas única, tinha 14 anos. Tinha os pés de avenca virados nas grotas noruegas. Sinh’ Joaquina - Uma senhora de 70 anos, mãe de Sinh’ Ana e que guardava pedaços de retalhos de pano.
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Tempo Tempo Cronológico“ Por estes dias de março a natureza acorda tarde.” “ Transcorreram dois anos sem que a tornasse aos Periquitos.” Tempo Psicológico “ Setembro entumecia gomos em cada arbusto.” “ Este cor de batata foi quando tinha dez anos e caiu com sarampo, muito malzinha.”
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Espaço “ Vejoa orla de capim tufada como debrum pelo fio dos barrancos; vejo a roxa-terra da estrada esmaecer logo adiante; e nada mais vejo senão, a espaços, o vulto gotejante dalguns angiqueiros marginais.” “ Ali, a encruzilhada do Labrego” “ Tomo à destra, em direitura ao sítio do José Alvorada” O narrador passa pelos capim, pelas terras roxas, a estrada, até chegar a fazenda de José Alvorada.
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Foco Narrativo “-Upa!” “ Cavalgo e parto.” “ Transcorreram dois anos sem que eu tornasse aos Periquitos.” - Este - disse-lhe eu, fingindo recordar-me - é o que ela vestia quando cá estive. É em 1ª pessoa, pois ele aparece na história.
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Estilo Metáfora “Passa as manhãs embrulhada num roupão de neblina e é com espreguiçamentos de mulher vadia que despe os véus da cerração para o banho de sol.” Linguagem Coloquial “ dalguns”,”d avenca”,”D’olhos”,”cor’go” Linguagem Culta ou Formal “ Neste momento entrou a menina de pote à cabeça. Ao vê-la, o pai apontou para a cuia de mel.”
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Verossimilhança Isto éraro de ocorrer em que moças fogem de suas casas para formarem uma família e ainda raríssimo uma velha que guarda retalhos de lembranças da pessoa amada.
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Movimento Literário O pré-modernismo (ou ainda estética impressionista ) foi um período literário brasileiro, que marca a transição entre o simbolismo e modernismo e o movimento modernista seguinte. Em Portugal, o pré-modernismo configura o movimento denominado saudosismo. O termo pré-modernismo parece haver sido criado por Tristão de Athayde , para designar os " escritores contemporâneos do neo-parnasianismo, entre 1910 e 1920 ", no dizer de Joaquim Francisco Coelho.
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Conclusão Mostra-se queaté naquela época havia fuga das jovens caboclas e em que uma pessoa guarda pedacinhos de pano de uma pessoa querida a ela.
Resumo Um SuplícioModerno - Em Itaoca o Coronel Evandro deu o rabo na cerca desde que o competidor Coronel Fidêncio guindou a cotação dos votos. Para o cargo de estafeta puseram Izé Biriba, um caranguejo humano, lerdo e atolambado com a política e topete. Biriba tinha seis léguas diárias a fazer hoje e a desfazer amanhã e sem folga em seu serviço. Porém com o peso do trabalho Biriba cansa de seu serviço, fica contra o Coronel Fidêncio, na próxima eleição; Fidêncio perde e estava mal de saúde, logo depois ele morre e a cidade não honrava Biriba, depois da morte de Fidêncio, a cidade queria Biriba de volta ao cargo, pois ele se demitiu, mas em uma certa noite Biriba desaparece e ninguém mais vê ele.
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Personagens Coronel Evandro - Político que competia com o coronel Fidêncio Coronel Fidêncio - Político e também coronel, oponente do coronel Evandro Izé Biriba - Era um caranguejo humano, lerdo e atolambado de idéias e trabalhava para o coronel Fidêncio
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Tempo Tempo Cronológico“ Teia de Penélope, rochedo de Sísifo, há de permeio entre o ir e o vir a má digestão do jantar requentado e a noite mal dormida; e assim um mês , um ano, dois, três, cinco, enquanto lhes restarem, a ele nádegas, e ao sendeiro lombo. Tempo Psicológico “ - Parecia um homem sério, e no entanto roubou-me cinco alqueires de milho, diz o da venda, calabrês gordo, enricado no passamento de notas falsas.”
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Espaço “ -Nãovê” que estou acompanhando a dona Engrácia, que é parteira em Itaoca.” “ Pela derradeira vez em Itaoca, Biriba balbuciou o “sim senhor”. A história passa-se na cidadezinha de Itaoca, onde essa cidade passa na maioria das histórias do livro URUPÊS.
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Foco Narrativo “Iniciou Biriba o serviço: seis léguas diárias a fazer hoje e a desfazer amanhã, sem outra folga além do último dia dos meses ímpares.” “ Não lhe escapava da boca outro som, embora o exasperasse a contínua repetição do abuso.” É narrado em 3ª pessoa pois o narrador, não está na história.
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Estilo Metáfora “É honra penetrar na falange gorda dos carrapatos orçamentivoros que pacientemente devoram o país; é negócio lambiscar ao termo de cada mês um ordenado fixo, tenho arrumadinha, no futuro, a cama fofa da aposentadoria.” Linguagem Coloquial “ É filho d’ algo”, “Dest’arte”, “botar p’r’arriba”, “p’ra trazer uma bala de apito p’r’o seu Juquinha.” Linguagem Culta ou Formal “ Foi como o conheci, guardando costa às amazonas.”
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Verossimilhança A comparaçãopode ser feita através da política, que antes e hoje os políticos disputam o cargo e desde daquela época havia corrupções e sempre tinham seus caranguejos.
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Movimento Literário O pré-modernismo (ou ainda estética impressionista ) foi um período literário brasileiro, que marca a transição entre o simbolismo e modernismo e o movimento modernista seguinte. Em Portugal, o pré-modernismo configura o movimento denominado saudosismo. O termo pré-modernismo parece haver sido criado por Tristão de Athayde , para designar os " escritores contemporâneos do neo-parnasianismo, entre 1910 e 1920 ", no dizer de Joaquim Francisco Coelho.
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Conclusão O coronelEvandro e o coronel Fidêncio eram rivais, percebendo Izé que ele estava sendo usado, decide então sumir do mapa, para não ser mais um caranguejo dos políticos.
Resumo Bucólica – Um homem (narrador) anda por um vilarejo, houve e vê intrigas, algumas histórias e andando por lá fica sabendo da morte de uma menina chamada Anica, filha de Pedro Suã, na qual, a preta agregada aos Suãs conta a história e conta a ele que Anica morreu de sede, sua mãe era ruim, desejava sua morte. Um dia Anica ficou doente e não podia sair da cama, então ela pedindo água, sua mãe não dava água, então ela veio a morrer e a Preta Inácia chega a casa de Pedro e vê Anica morta defronte ao pote de água onde se arrastava.
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Personagens Pedro Suã - Coitado, um bobo que anda pelo cabestro, alcoólatra. Maria Veva - Mulher de Pedro Suã,era horrenda, beiço rachado, olhar mau e um papo daqueles. Inácia - Preta agregada aos suãs. Anica - Filha de Pedro e Maria, ela era uma menina aleijadinha e que estava doente.
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Tempo Tempo Cronológico“ - Coisa de três dias garrou uma doencinha, dor de cabeça, febre.” Tempo Psicológico “ Tanta chuva ontem!...”
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Espaço “ Ocedrão do pasto fendido pelo raio - e hoje, que manhã!” “ Margeia o rio a estrada, ora d’ ocre amarelo, ora roxa-terra; aqui, túnel sob a verdura picada no alto de nesgões de luz; além, escampa. Nos barrancos há tocos de raízes decepadas pelo enxadão e covas de formigueiros mortos onde as corruíras armam ninho. Surgem casebres de palhas.” No espaço passa-se numa vila, com cedros de pasto e casebres de palha.
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Foco Narrativo “Respiro um ar cheiroso, adocicado, e fico-me em enlevo a ver as flores que caem regirantes.” “ Fujo dali com este horrível som a azoinar-me a cabeça. Aquela maleita ambulante é “dona” da árvore.” “ Sem querer, dirijo-me para a casa dele.” O texto é em 1ª pessoa, porque o narrador participa da história.
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Estilo Metáfora “Lágrimas escorriam a fio pela cara da preta e soluços de dor cortavam-lhe as palavras.” Linguagem Coloquial “ vem pina p’r’arrobas.”,”- Então, Nhá, morreu a menina ?”,”Olhei p’ra ele: fez jeito de me falar longe da taturana.” Linguagem Culta ou Formal “ Derreada de flores cor-de-rosa, parece uma só imensa rosa crespa.”
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Verossimilhança Apesar deser não muito raro uma mãe cabocla que deixa morrer sua filha por ter rancor dela e hoje esses casos são raríssimos.
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Movimento Literário O pré-modernismo (ou ainda estética impressionista ) foi um período literário brasileiro, que marca a transição entre o simbolismo e modernismo e o movimento modernista seguinte. Em Portugal, o pré-modernismo configura o movimento denominado saudosismo. O termo pré-modernismo parece haver sido criado por Tristão de Athayde , para designar os " escritores contemporâneos do neo-parnasianismo, entre 1910 e 1920 ", no dizer de Joaquim Francisco Coelho.
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Conclusão O autormostra a vida difícil de constituir uma família naquela época dos caboclos, em que os pais não cuidavam de seus filhos ou porque não tinham condições.
Resumo O Compradorde Fazendas – Davi Moreira de Sousa, esposo de Dona Isaura, pai de Zilda e Zico. Moreira queira vender a fazenda para pagar as dividas e fica sabendo por um amigo que um comprador chamado Pedro Trancoso de Carvalhais Fagundes está interessado em sua fazenda. A família fez de tudo, comprou comida, arrumou a fazenda; e Pedro conhecendo a fazenda, gostou dela, porém ia dar a resposta depois; porém passou semanas e semanas, Moreira descobre que Pedro é um vigarista. Passado os dias, Pedro Trancoso aposta na lotérica e fica rico e decide comprar a fazenda de Moreira, chegando lá é xingado por Moreira, recebido a cães por Dona Izaura e chutes de Zico, mas Zilda fica chorando e expulsam Pedro, mas ele perdeu um bom negócio que a vida oferecia e o duplo descarte – da filha e da Espiga.
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Personagens Davi Moreirade Sousa - Esposo de Isaura, dono da fazenda, estava em divida e estava desanimado da vida. Dona Isaura - Tinha perdido a viça do outono e estava magoada devido as dividas. Zico - Filho mais velho do casal, levantava as 10 e ficava ate as 11 horas cuidando do sitio, depois ficava com namoricos. Zilda - Filha de 17 anos, também filha do casal ,elegante, porém sentimental e em cisma de amores. Pedro Trancoso de Carvalhais Fagundes - É um vigarista que se fingiu de rico e queria comprar a fazenda de Davi.
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Tempo Tempo Cronológico“ Por todos os cantos imperava o ferrão das saúvas, dia e noite entregues à tosa dos capins para que em outubro se toldasse o céu de nuvens de içás, em saracoteios amorosos com enamorados savitus.” Tempo Psicológico “ Onde um raio de sol denunciava com mais viveza um vício da terra, ali o alucinado velho botava a peneirinha...
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Espaço “Pior fazendaque a da Espiga, nenhuma” “As capoeiras substitutas das matas nativas revelavam pela indiscrição das tabocas a mais safada das terras secas O conto passa-se nas fazendas do Espigão, onde há as matas nativas e terras secas, talvez em um lugar parecido ao campo rural.
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Foco Narrativo “O detentor último, um Davi Moreira de Souza, arrematara-a em praça, convicto de negócio da China; já lá andava, também ele, escalavrado de dívidas, coçando a cabeça, num desânimo...” “ Dentro dessa esborcinada moldura, o fazendeiro avelhuscado por força das sucessivas decepções e, a mais, roído pelo cancro feroz dos juros, sem esperança e sem conserto, coçava cem vezes ao dia a coroa da cabeça grisalha.” É narrado em 3ª pessoa, pois ele não consta na história
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Estilo Perífrase “- Piolhavam os cavalo. Os porcos escopos à peste encruavam na magrém faraônica das vacas egípcias.” Linguagem Coloquial “ d’arranjados.”,”ess’hora”,”- O canastrão? Pff!” Linguagem Culta e Formal “ Já as galerias querem a coisa pelo comprido, a jeito de aproveitar o rico dinheirinho até o derradeiro vintém.”
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Verossimilhança No contofala-se do vigarismo, que não chegam a matar e sim a roubar, mas hoje existe muito mais, isso é, um mundo em matam um ao outro para conseguir o objetivo.
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Movimento Literário O pré-modernismo (ou ainda estética impressionista ) foi um período literário brasileiro, que marca a transição entre o simbolismo e modernismo e o movimento modernista seguinte. Em Portugal, o pré-modernismo configura o movimento denominado saudosismo. O termo pré-modernismo parece haver sido criado por Tristão de Athayde , para designar os " escritores contemporâneos do neo-parnasianismo, entre 1910 e 1920 ", no dizer de Joaquim Francisco Coelho.
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Conclusão No contofala-se dos caboclos que eram vigaristas em que eles roubavam também.