• 1818 - Primeira transfusão com sangue humano; • 1901 - Descritos os principais tipos de células vermelhas: A,B,O, AB; • Primeiros bancos de sangue (Brasil) - pós 2 ᵅ G.M.;
• 1954 - primeiro transplante  bem sucedido  de órgãos (Boston) ; • 1960 - início de transplantes  de órgãos entre não parentes  (sem rejeiçã o). NO BRASIL  • Início dos  transplantes de órgãos  (1964).
• Avalia o comportamento moral no exercício da profissão; • Centrada na pessoa enferma. ÉTICA NA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS • P arâmetros para a doação de órgãos: - Gravidade do receptor; - Lista de espera.
• A maioria das religiões: transplante  de órgãos = doação e amor ao próximo •   Algumas religiões: só é aceito o “transplante limpo”
•  Paciente – direito de escolha quanto ao tratamento (religião, valores, culturas). •  Cabe ao médico fornecer informações e esclarecer ao paciente as opções de diagnósticos e tratamentos.
•  Art. 21 –É direito do médico  indicar  o procedimento  adequado ao paciente, observadas as práticas reconhecidamente aceitas e respeitando as normas legais vigentes no País. • Art.56 – É  vedado ao médico desrespeitar o direito do paciente de decidir  livremente sobre a execução de práticas diagnósticas ou terapêuticas,  salvo em caso de iminente perigo de vida.
Se refere à  coleta ,  processamento ,  estocagem ,  distribuição  e  aplicação  do sangue e de seus componentes.
 
•  Recusam transfusões de sangue; •  Aceitam:   - o tratamento médico em geral; - hemodiluição; - recuperação intra-operatória de células sanguíneas; -uso de equipamentos de hemodiálise; -uso de produtos recombinantes; •  Direito de recusa de tratamento  ≠  escolha de morte ;
TRATAMENTOS ALTERNATIVOS  •  Expansores de volume (transfusões isovolêmicas) •  Terapias de oxigênio
TRANSFUSÃO DE SANGUE Indicações de transfusão: cirurgias, traumatismos, hemorragias e casos de grande perda de sangue. TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS E TECIDOS • Transplante de órgãos: - cirurgia de substituição • Transplante de tecidos: - não é necessária uma intervenção cirúrgica – células injetadas na corrente sanguínea ( renovação celular).
Diante do Art. 21 e 56 do código de ética medica:  conflito entre a autonomia de vontade do paciente e o dever de beneficência do médico,  mesmo por razões religiosas deve-se respeitar a autonomia do paciente, já que o bem estar  (condições psiquicas)  deste é um dos motivos para o  sucesso do tratamento. Nesse sentido, o médico para exercer sua  função,  conhecendo a existência de conflitos em face de valores religiosos deve se especializar a fim de proporcionar aos seus pacientes um  tratamento alternativo , que mantenha o respeito as crenças religiosas . Não cabe , portanto, ao médico ou a qualquer pessoa  desconsiderar ou minimizar os valores de ordem religiosa  do paciente, diante dos mais elevados interesses profissionais. Diante de tal situação , é dever do médico aconselhar o seu paciente  esclarecendo as formas de tratamento , os riscos  e caso o mesmo não queira se submeter ao tratamento indicado, por questões de consciência religiosa, terá o médico cumprido o seu papel, e ao respeitar a autonomia do paciente  estará eticamente protegido . Por outro lado, como futuros profissionais da área de saúde, acreditamos que a formação acadêmica do médico  prioriza a preservação da vida  sob quaisquer circunstâncias. Para algumas pessoas, contudo, talvez seja difícil  acatar a recusa de um tratamento médico  com base em princípios religiosos, pois pode parecer um ato de suicídio e, naturalmente, o  suicídio  é algo que dificilmente será aceito pela sociedade e pela Medicina.
 

Transplante de órgãos e tecidos e transfusões sanguíneas

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    • 1818 -Primeira transfusão com sangue humano; • 1901 - Descritos os principais tipos de células vermelhas: A,B,O, AB; • Primeiros bancos de sangue (Brasil) - pós 2 ᵅ G.M.;
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    • 1954 -primeiro transplante bem sucedido de órgãos (Boston) ; • 1960 - início de transplantes de órgãos entre não parentes (sem rejeiçã o). NO BRASIL • Início dos transplantes de órgãos (1964).
  • 4.
    • Avalia ocomportamento moral no exercício da profissão; • Centrada na pessoa enferma. ÉTICA NA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS • P arâmetros para a doação de órgãos: - Gravidade do receptor; - Lista de espera.
  • 5.
    • A maioriadas religiões: transplante de órgãos = doação e amor ao próximo • Algumas religiões: só é aceito o “transplante limpo”
  • 6.
    • Paciente– direito de escolha quanto ao tratamento (religião, valores, culturas). • Cabe ao médico fornecer informações e esclarecer ao paciente as opções de diagnósticos e tratamentos.
  • 7.
    • Art.21 –É direito do médico indicar o procedimento adequado ao paciente, observadas as práticas reconhecidamente aceitas e respeitando as normas legais vigentes no País. • Art.56 – É vedado ao médico desrespeitar o direito do paciente de decidir livremente sobre a execução de práticas diagnósticas ou terapêuticas, salvo em caso de iminente perigo de vida.
  • 8.
    Se refere à coleta , processamento , estocagem , distribuição e aplicação do sangue e de seus componentes.
  • 9.
  • 10.
    • Recusamtransfusões de sangue; • Aceitam: - o tratamento médico em geral; - hemodiluição; - recuperação intra-operatória de células sanguíneas; -uso de equipamentos de hemodiálise; -uso de produtos recombinantes; • Direito de recusa de tratamento ≠ escolha de morte ;
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    TRATAMENTOS ALTERNATIVOS • Expansores de volume (transfusões isovolêmicas) • Terapias de oxigênio
  • 12.
    TRANSFUSÃO DE SANGUEIndicações de transfusão: cirurgias, traumatismos, hemorragias e casos de grande perda de sangue. TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS E TECIDOS • Transplante de órgãos: - cirurgia de substituição • Transplante de tecidos: - não é necessária uma intervenção cirúrgica – células injetadas na corrente sanguínea ( renovação celular).
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    Diante do Art.21 e 56 do código de ética medica: conflito entre a autonomia de vontade do paciente e o dever de beneficência do médico, mesmo por razões religiosas deve-se respeitar a autonomia do paciente, já que o bem estar (condições psiquicas) deste é um dos motivos para o sucesso do tratamento. Nesse sentido, o médico para exercer sua função, conhecendo a existência de conflitos em face de valores religiosos deve se especializar a fim de proporcionar aos seus pacientes um tratamento alternativo , que mantenha o respeito as crenças religiosas . Não cabe , portanto, ao médico ou a qualquer pessoa desconsiderar ou minimizar os valores de ordem religiosa do paciente, diante dos mais elevados interesses profissionais. Diante de tal situação , é dever do médico aconselhar o seu paciente esclarecendo as formas de tratamento , os riscos e caso o mesmo não queira se submeter ao tratamento indicado, por questões de consciência religiosa, terá o médico cumprido o seu papel, e ao respeitar a autonomia do paciente estará eticamente protegido . Por outro lado, como futuros profissionais da área de saúde, acreditamos que a formação acadêmica do médico prioriza a preservação da vida sob quaisquer circunstâncias. Para algumas pessoas, contudo, talvez seja difícil acatar a recusa de um tratamento médico com base em princípios religiosos, pois pode parecer um ato de suicídio e, naturalmente, o suicídio é algo que dificilmente será aceito pela sociedade e pela Medicina.
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