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Participantes:
Carlota José Cossa
Eina Silvino Nhalusse
Helda Jacinto Francisco Talufo
Klelio Pedro
INSTITUTO MEDIO DE CIENIAS E GESTAO
Modulo: Anatomia e Fisiologia Humana
Tema: Aparelho Urinário
Tutor: Alberto A. Maguande
Maputo, aos 13 de Março de 2024
sumario:
1. APARELHO URINÁRIO GENERALIDADES
2. FUNÇÕES DO APARELHO URINÁRIO
3. O APARELHO URINÁRIO É CONSTITUÍDO POR
4. EMBRIOLOGIA DO APARELHO URINÁRIO.
5. LOCALIZAÇÃO DOS RINS
6. ANATOMIA DO RIM
7. VASCULARIZAÇÃO E INERVAÇÃO DO RIM
8. ANATOMIA MICROSCÓPICA DO RIM
9. ANATOMIA DOS ÓRGÃOS EXCRETORES
10. FUNÇÕES DO APARELHO URINÁRIO
11. FISIOLOGIA DA FORMAÇÃO DA URINA
12. FISIOLOGIA DA MICÇÃO
13. PATOLOGIA URINÁRIA
14. PREVENÇÃO
15. DIFERENÇA (MASCULINO, FEMININO)
2
O aparelho urinário é um conjunto de órgãos cuja função é de
produzir e eliminar do organismo a urina, como um mecanismo
homeostático de manutenção da composição do meio interno.
Aparelho urinário generalidades 3
O sistema urinário integra o sistema excretor dor
organismo e tem como função eliminar os resíduos do
metabolismo celular e controlar a concentração de
substâncias no sangue. Os órgãos que o constituem
são os rins, os ureteres, a bexiga e a uretra
Funções do aparelho urinário 4
O aparelho urinário é constituído
por:
Órgãos secretores
Órgãos excretores
Órgãos secretores, são aqueles que produzem a urina,
portanto, os rins.
• Os rins são órgãos pares (direito e esquerdo) situados no
retroperitónio, formadas por muitas unidades funcionais
chamadas “nefrónios”.
5
6
 Órgãos excretores, são ductos que transportam a urina desde
os órgãos secretores até o exterior do corpo. Incluem: pélvis
renal (em cada rim), é um área dilatada que serve para a
colecção da urina formada nos rins,
 ureteres direito e esquerdo (um que parte de cada pélvis),
bexiga, órgão único onde a urina fica retida (acumulada) por
algum tempo, e
 uretra, através da qual a urina é expelida do corpo.
7
Embriologia do aparelho urinário.
Embriologia do aparelho urinário. O aparelho urinário procede
do mesodermo intermédio.
 Os rins definitivos são desenvolvidos desde a 6ª semana a
partir do metanefros.
A sua função de produção de urina começa só na 10ª semana.
O parênquima renal continua a desenvolver-se anatómica e
funcionalmente até o
8
Localização dos rins
Localização dos rins. Os rins são órgãos pares (direito e
esquerdo), situados na cavidade abdominal na região
retroperitoneal (atrás do peritóneo parietal posterior).
São postero-mediais ao lóbulo hepático direito e ao baço,
respectivamente.
 São inferiores a parte posterior do diafragma, entre as
vértebras T12 e L3.
O rim direito relaciona-se com: glândula supra-renal direita
(ântero-superior), veia cava inferior (medial), lóbulo direito
hepático, vesícula biliar, duodeno, ângulo cólico direito
(anteriores).
O rim esquerdo, geralmente é um pouco maior que o direito e
relaciona-se com: glândula supra-renal esquerda (ântero-
superior e medial), artéria aorta (medial), estômago, pâncreas,
jejuno, baço e ângulo cólico esquerdo (anteriores)
9
Anatomia do rim
Anatomia do rim. Os rins tem forma de feijão, pesam cerca de
120 à 170 g e com 11 à 12 cm de comprimento, com um bordo
convexo lateral, um bordo côncavo medial e dois pólos, superior
e inferior (extremos cefálico e caudal).
10
O hilo renal
O hilo renal, que se encontra na parte média do bordo côncavo
medial, é a única porta de entrada do rim, por onde passam as
seguintes estruturas:
 Artéria e veia renais, que levam e retornam o sangue da
circulação geral.
 Nervos renais, ramos do sistema nervoso autónomo.
 Linfáticos renais, que recolhem a linfa do rim.
 Pélvis renal, cavidade que recebe a urina formada no rim, e
que se continua para o exterior do rim pelo uréter, tubo de
drenagem da urina.
11
12
Vascularização e inervação do rim
 Vascularização e inervação do rim. O rim tem uma
vascularização de disposição radial, a partir do hilo, seguindo as
outras estruturas
Constitui-os por:
1. artérias arqueadas
2. artérias interlobulares
3. arteriolas aferentes
13
Anatomia microscópica do rim
 Anatomia microscópica do rim. Cada rim é constituído por cerca
de 1 milhão de nefrónios, unidades morfológicas com a função
de filtrar o sangue para produzir urina.
Constitui-os por:
1. Os nefrónios encontram-se principalmente na medula renal.
Cada nefrónio é um túbulo comprido formado por células
epiteliais em uma única camada
2. túbulo colector. Cada pirâmide é formada por 400 a 500
túbulos colectores, dando o seu aspecto filamentoso.
14
15
ANATOMIA DOS ÓRGÃOS
EXCRETORES
Ureteres. São os tubos localizados em cada rim e que
transportam a urina desde a pélvis renal até a bexiga urinária.
 Bexiga. É uma bolsa elástica que recebe a urina dos rins
através dos ureteres e que funciona como um reservatório
temporário para o armazenamento da urina.
Uretra. A uretra é um tubo que conduz a urina da bexiga para o
meio externo. É diferente entre os dois sexos.
A uretra masculina estende-se do orifício uretral interno na
bexiga urinária até o orifício uretral externo na extremidade do
pénis, onde se abre para o exterior através do meato urinário.
 A uretra feminina é um canal membranoso estreito e curto com
cerca de 4 a 5 cm, estendendo-se desde a bexiga até o orifício
externo, imediatamente anterior à abertura vaginal
16
17
FUNÇÕES DO APARELHO
URINÁRIO
 As funções do rim são:
 Depuração de resíduos metabólicos do sangue.
 Homeostase dos líquidos corporais, regulando a água corporal
total e o volume do LEC (líquido extra celular).
 Homeostase dos electrólitos, retendo ou excretando cada ião
dependendo das suas concentrações plasmáticas.
 Homeostase do equilíbrio ácido-base, como mecanismo final
de uma série de amortecedores intermédios
18
 A função dos ureteres é exclusivamente de transporte da urina
desde os rins até a bexiga.
 O transporte faz-se através de ondas peristálticas
proporcionadas pela contracção do músculo liso do uréter.
Estas ondas começam na pélvis renal e chegam até a bexiga.
Uma onda peristáltica pode durar entre 1 à 5 por minuto a
percorrer o uréter.
 O trajecto intramural (dentro da parede da bexiga) dos ureteres
funciona como esfíncter, o que é fundamental para evitar o
refluxo vesico-ureteral quando a bexiga está cheia e se contrai
19
 A função da bexiga é a regulação da excreção da urina ao
exterior, desta forma, a bexiga é :
 Um reservatório de urina, que evita a saída continua de urina,
que interferiria com outras funções vitais. Esta função é
regulada pelos esfíncteres interno e externo situados em volta
do colo vesical.
 Um órgão que actua na expulsão activa da urina para o
exterior, pelo mecanismo voluntário da micção
20
 A função da uretra é, em ambos sexos, o transporte final da
urina para o exterior durante a micção.
 Nos homens, além desta função, actua também como
segmento final do aparelho genital, que expulsa o sémen
21
DIFERENÇA (MASCULINO,
FEMININO)
Diferenças entre o trato urinário masculino e feminino
A uretra, no homem, apresenta outra função além da eliminação
da urina, servindo também de passagem ao sêmen durante a
ejaculação. Na mulher, por sua vez, a uretra A uretra feminina é
mais simples que a masculina: localiza-se logo atrás do púbis e
antes da vagina. Na mulher, a uretra é mais curta com certa de
5 cm de comprimento e 8 mm de diâmetro. Enquanto que a
uretra masculina é mais complexa e tem cerca de 16 cm e de 8
e 10 mm de diâmetro, desde a bexiga até o final do pênisé
considerada um órgão exclusivo do sistema urinário.
22
DIFERENÇA (MASCULINO, FEMININO) 23
24
FISIOLOGIA DA FORMAÇÃO DA
URINA
A urina é uma solução aquosa de iões e resíduos do
metabolismo, que podem estar em concentrações variáveis
dependendo das necessidades do organismo
Aspecto. É um líquido transparente de cor amarelada (a
tonalidade da cor pode variar com a concentração dos solutos e
com a dieta), com cheiro característico a amónia.
Composição. A urina é composta por 95% de água e por 5% de
diferentes moléculas
Produção. A urina é produzida ao longo dos nefrónios mediante
três processos diferentes: filtração, reabsorção e secreção.
25
Filtração glomerular. É a passagem de água e solutos
(electrólitos e pequenas moléculas) do sangue que flui pelo
glomérulo, até o interior da cápsula de Bowman, mediante um
processo físico passivo (não consome energia), que se faz a
favor dos gradientes de pressões a um e outro lado da barreira
de filtração.
Reabsorção tubular. É a passagem de água e solutos
(electrólitos e pequenas moléculas) de volta, desde o
ultrafiltrado da cápsula de Bowman para o sangue capilar
Sódio. A reabsorção tubular é baseada principalmente na
reabsorção activa de Na+, que é o processo fisiológico que
mais oxigénio consome no rim.
Água. A reabsorção tubular da água faz-se de maneira passiva
por osmose (sem gasto de energia) a favor do gradiente de
osmolaridade criado pela reabsorção activa de sódio.
26
FISIOLOGIA DA MICÇÃO
A bexiga é o órgão regulador da saída da urina para o exterior,
através da uretra. A função da bexiga realiza-se em duas fases:
armazenamento da urina e esvaziamento.
Fase de armazenamento. A urina é produzida continuamente
pelos rins, passando pelos ureteres até a bexiga, onde começa
a acumular-se
Fase de esvaziamento. Quando a bexiga atinge sua capacidade
máxima (entre 350 e 650 ml), os receptores do interior do
músculo detrusor emitem sinais para se iniciar a fase de
esvaziamento, que se realiza mediante duas
acções:Involuntária, Voluntária.
27
Regulação nervosa da micção
 A micção é um reflexo completamente autonómico da medula
espinhal, mas pode ser inibido ou facilitado por centros do
cérebro.
 Reflexo autonómico. A parede da bexiga contém inervação
simpática e parassimpática, com efeito sobre a musculatura lisa
vesical
 Controlo voluntário. O cérebro também recebe informação do
enchimento da bexiga, que se experimenta como sensação de
desconforto a partir de 150 ml de urina, que aumenta até uma
sensação de micção imperiosa quando se chega aos 500 ml.
28
PATOLOGIA URINÁRIA
As doenças do aparelho urinário, habitualmente dividem-se
entre as que atingem os órgãos secretores (rins) e os órgãos
excretores (ureteres, bexiga e uretra), embora em muitos casos
possam afectar ambos os órgãos.
Insuficiência renal. É a incapacidade dos rins para a formação
de um volume de urina suficiente para eliminar as substâncias
que a constituem
Infecções. São frequentes as infecções do aparelho urinário,
geralmente introduzidas retrogradamente (desde a uretra em
direcção ascendente).
29
Sindroma nefrótica (ou Nefrose) é um grupo de doenças (de
diferentes causas), mais frequentes em crianças, que levam a
perda de proteínas pela membrana glomerular, resultando na
perca da pressão osmótica do plasma, o que provoca edemas
generalizados.
 Cálculos. A presença de sais (uratos, fosfatos,…) na urina faz
com que seja possível a sua cristalização, quando a sua
concentração é elevada ou quando existem patologias
associadas (infecções, malformações,…), formando pequenas
pedras chamadas cálculos
 Incontinência urinária. É a incapacidade da bexiga para
armazenar urina, escapando continuamente e sem controlo
para o exterior.
30
PREVENÇÃO
Medidas de prevenção de infecção do trato urinário?
não use produtos químicos na região íntima;
beba bastante água;
tenha cuidado ao se limpar;
evite prender o xixi;
dê preferência a roupas íntimas de algodão
31
CONCLUSÃO
O Sistema urinario e essencial a remocao de residuos do corpo,
regulacao do equilibrio de agua e eletrolitos, e manutencao da
homoestase. Composto pelos rins, ureters, bexiga e uretra, e ele
desepenha um papel crucial da na saude e bem estar papel
crucial na saude e bem estar humanos, garatindo a elimicao
eficaz de substancisa inesejadas
32
Bibliografia (Referências usadas para o
desenvolvimento do conteúdo)
Jacob SW. Anatomia e fisiologia humana. 5ª edição. Brasil:
Guanabara Koogan; 1990.
Moore D. Anatomia orientada para a clínica. 5ª edição. Brasil:
Guanabara Koogan; 2007.
Universidade Nacional del Comahue. Apuntes de Morfofisiologia
(espanhol). 2007. Disponível em:
http://essa.uncoma.edu.ar/academica/materias/morfo/ARCHIVO
%20PDF%202/.
Wecker J. Aula de Anatomia. Disponível em
www.auladeanatomia.com.
33
FIM

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TRABALHO.APARELHO.URINARIO.Resumido.pptx

  • 1. Participantes: Carlota José Cossa Eina Silvino Nhalusse Helda Jacinto Francisco Talufo Klelio Pedro INSTITUTO MEDIO DE CIENIAS E GESTAO Modulo: Anatomia e Fisiologia Humana Tema: Aparelho Urinário Tutor: Alberto A. Maguande Maputo, aos 13 de Março de 2024
  • 2. sumario: 1. APARELHO URINÁRIO GENERALIDADES 2. FUNÇÕES DO APARELHO URINÁRIO 3. O APARELHO URINÁRIO É CONSTITUÍDO POR 4. EMBRIOLOGIA DO APARELHO URINÁRIO. 5. LOCALIZAÇÃO DOS RINS 6. ANATOMIA DO RIM 7. VASCULARIZAÇÃO E INERVAÇÃO DO RIM 8. ANATOMIA MICROSCÓPICA DO RIM 9. ANATOMIA DOS ÓRGÃOS EXCRETORES 10. FUNÇÕES DO APARELHO URINÁRIO 11. FISIOLOGIA DA FORMAÇÃO DA URINA 12. FISIOLOGIA DA MICÇÃO 13. PATOLOGIA URINÁRIA 14. PREVENÇÃO 15. DIFERENÇA (MASCULINO, FEMININO) 2
  • 3. O aparelho urinário é um conjunto de órgãos cuja função é de produzir e eliminar do organismo a urina, como um mecanismo homeostático de manutenção da composição do meio interno. Aparelho urinário generalidades 3
  • 4. O sistema urinário integra o sistema excretor dor organismo e tem como função eliminar os resíduos do metabolismo celular e controlar a concentração de substâncias no sangue. Os órgãos que o constituem são os rins, os ureteres, a bexiga e a uretra Funções do aparelho urinário 4
  • 5. O aparelho urinário é constituído por: Órgãos secretores Órgãos excretores Órgãos secretores, são aqueles que produzem a urina, portanto, os rins. • Os rins são órgãos pares (direito e esquerdo) situados no retroperitónio, formadas por muitas unidades funcionais chamadas “nefrónios”. 5
  • 6. 6
  • 7.  Órgãos excretores, são ductos que transportam a urina desde os órgãos secretores até o exterior do corpo. Incluem: pélvis renal (em cada rim), é um área dilatada que serve para a colecção da urina formada nos rins,  ureteres direito e esquerdo (um que parte de cada pélvis), bexiga, órgão único onde a urina fica retida (acumulada) por algum tempo, e  uretra, através da qual a urina é expelida do corpo. 7
  • 8. Embriologia do aparelho urinário. Embriologia do aparelho urinário. O aparelho urinário procede do mesodermo intermédio.  Os rins definitivos são desenvolvidos desde a 6ª semana a partir do metanefros. A sua função de produção de urina começa só na 10ª semana. O parênquima renal continua a desenvolver-se anatómica e funcionalmente até o 8
  • 9. Localização dos rins Localização dos rins. Os rins são órgãos pares (direito e esquerdo), situados na cavidade abdominal na região retroperitoneal (atrás do peritóneo parietal posterior). São postero-mediais ao lóbulo hepático direito e ao baço, respectivamente.  São inferiores a parte posterior do diafragma, entre as vértebras T12 e L3. O rim direito relaciona-se com: glândula supra-renal direita (ântero-superior), veia cava inferior (medial), lóbulo direito hepático, vesícula biliar, duodeno, ângulo cólico direito (anteriores). O rim esquerdo, geralmente é um pouco maior que o direito e relaciona-se com: glândula supra-renal esquerda (ântero- superior e medial), artéria aorta (medial), estômago, pâncreas, jejuno, baço e ângulo cólico esquerdo (anteriores) 9
  • 10. Anatomia do rim Anatomia do rim. Os rins tem forma de feijão, pesam cerca de 120 à 170 g e com 11 à 12 cm de comprimento, com um bordo convexo lateral, um bordo côncavo medial e dois pólos, superior e inferior (extremos cefálico e caudal). 10
  • 11. O hilo renal O hilo renal, que se encontra na parte média do bordo côncavo medial, é a única porta de entrada do rim, por onde passam as seguintes estruturas:  Artéria e veia renais, que levam e retornam o sangue da circulação geral.  Nervos renais, ramos do sistema nervoso autónomo.  Linfáticos renais, que recolhem a linfa do rim.  Pélvis renal, cavidade que recebe a urina formada no rim, e que se continua para o exterior do rim pelo uréter, tubo de drenagem da urina. 11
  • 12. 12
  • 13. Vascularização e inervação do rim  Vascularização e inervação do rim. O rim tem uma vascularização de disposição radial, a partir do hilo, seguindo as outras estruturas Constitui-os por: 1. artérias arqueadas 2. artérias interlobulares 3. arteriolas aferentes 13
  • 14. Anatomia microscópica do rim  Anatomia microscópica do rim. Cada rim é constituído por cerca de 1 milhão de nefrónios, unidades morfológicas com a função de filtrar o sangue para produzir urina. Constitui-os por: 1. Os nefrónios encontram-se principalmente na medula renal. Cada nefrónio é um túbulo comprido formado por células epiteliais em uma única camada 2. túbulo colector. Cada pirâmide é formada por 400 a 500 túbulos colectores, dando o seu aspecto filamentoso. 14
  • 15. 15
  • 16. ANATOMIA DOS ÓRGÃOS EXCRETORES Ureteres. São os tubos localizados em cada rim e que transportam a urina desde a pélvis renal até a bexiga urinária.  Bexiga. É uma bolsa elástica que recebe a urina dos rins através dos ureteres e que funciona como um reservatório temporário para o armazenamento da urina. Uretra. A uretra é um tubo que conduz a urina da bexiga para o meio externo. É diferente entre os dois sexos. A uretra masculina estende-se do orifício uretral interno na bexiga urinária até o orifício uretral externo na extremidade do pénis, onde se abre para o exterior através do meato urinário.  A uretra feminina é um canal membranoso estreito e curto com cerca de 4 a 5 cm, estendendo-se desde a bexiga até o orifício externo, imediatamente anterior à abertura vaginal 16
  • 17. 17
  • 18. FUNÇÕES DO APARELHO URINÁRIO  As funções do rim são:  Depuração de resíduos metabólicos do sangue.  Homeostase dos líquidos corporais, regulando a água corporal total e o volume do LEC (líquido extra celular).  Homeostase dos electrólitos, retendo ou excretando cada ião dependendo das suas concentrações plasmáticas.  Homeostase do equilíbrio ácido-base, como mecanismo final de uma série de amortecedores intermédios 18
  • 19.  A função dos ureteres é exclusivamente de transporte da urina desde os rins até a bexiga.  O transporte faz-se através de ondas peristálticas proporcionadas pela contracção do músculo liso do uréter. Estas ondas começam na pélvis renal e chegam até a bexiga. Uma onda peristáltica pode durar entre 1 à 5 por minuto a percorrer o uréter.  O trajecto intramural (dentro da parede da bexiga) dos ureteres funciona como esfíncter, o que é fundamental para evitar o refluxo vesico-ureteral quando a bexiga está cheia e se contrai 19
  • 20.  A função da bexiga é a regulação da excreção da urina ao exterior, desta forma, a bexiga é :  Um reservatório de urina, que evita a saída continua de urina, que interferiria com outras funções vitais. Esta função é regulada pelos esfíncteres interno e externo situados em volta do colo vesical.  Um órgão que actua na expulsão activa da urina para o exterior, pelo mecanismo voluntário da micção 20
  • 21.  A função da uretra é, em ambos sexos, o transporte final da urina para o exterior durante a micção.  Nos homens, além desta função, actua também como segmento final do aparelho genital, que expulsa o sémen 21
  • 22. DIFERENÇA (MASCULINO, FEMININO) Diferenças entre o trato urinário masculino e feminino A uretra, no homem, apresenta outra função além da eliminação da urina, servindo também de passagem ao sêmen durante a ejaculação. Na mulher, por sua vez, a uretra A uretra feminina é mais simples que a masculina: localiza-se logo atrás do púbis e antes da vagina. Na mulher, a uretra é mais curta com certa de 5 cm de comprimento e 8 mm de diâmetro. Enquanto que a uretra masculina é mais complexa e tem cerca de 16 cm e de 8 e 10 mm de diâmetro, desde a bexiga até o final do pênisé considerada um órgão exclusivo do sistema urinário. 22
  • 24. 24
  • 25. FISIOLOGIA DA FORMAÇÃO DA URINA A urina é uma solução aquosa de iões e resíduos do metabolismo, que podem estar em concentrações variáveis dependendo das necessidades do organismo Aspecto. É um líquido transparente de cor amarelada (a tonalidade da cor pode variar com a concentração dos solutos e com a dieta), com cheiro característico a amónia. Composição. A urina é composta por 95% de água e por 5% de diferentes moléculas Produção. A urina é produzida ao longo dos nefrónios mediante três processos diferentes: filtração, reabsorção e secreção. 25
  • 26. Filtração glomerular. É a passagem de água e solutos (electrólitos e pequenas moléculas) do sangue que flui pelo glomérulo, até o interior da cápsula de Bowman, mediante um processo físico passivo (não consome energia), que se faz a favor dos gradientes de pressões a um e outro lado da barreira de filtração. Reabsorção tubular. É a passagem de água e solutos (electrólitos e pequenas moléculas) de volta, desde o ultrafiltrado da cápsula de Bowman para o sangue capilar Sódio. A reabsorção tubular é baseada principalmente na reabsorção activa de Na+, que é o processo fisiológico que mais oxigénio consome no rim. Água. A reabsorção tubular da água faz-se de maneira passiva por osmose (sem gasto de energia) a favor do gradiente de osmolaridade criado pela reabsorção activa de sódio. 26
  • 27. FISIOLOGIA DA MICÇÃO A bexiga é o órgão regulador da saída da urina para o exterior, através da uretra. A função da bexiga realiza-se em duas fases: armazenamento da urina e esvaziamento. Fase de armazenamento. A urina é produzida continuamente pelos rins, passando pelos ureteres até a bexiga, onde começa a acumular-se Fase de esvaziamento. Quando a bexiga atinge sua capacidade máxima (entre 350 e 650 ml), os receptores do interior do músculo detrusor emitem sinais para se iniciar a fase de esvaziamento, que se realiza mediante duas acções:Involuntária, Voluntária. 27
  • 28. Regulação nervosa da micção  A micção é um reflexo completamente autonómico da medula espinhal, mas pode ser inibido ou facilitado por centros do cérebro.  Reflexo autonómico. A parede da bexiga contém inervação simpática e parassimpática, com efeito sobre a musculatura lisa vesical  Controlo voluntário. O cérebro também recebe informação do enchimento da bexiga, que se experimenta como sensação de desconforto a partir de 150 ml de urina, que aumenta até uma sensação de micção imperiosa quando se chega aos 500 ml. 28
  • 29. PATOLOGIA URINÁRIA As doenças do aparelho urinário, habitualmente dividem-se entre as que atingem os órgãos secretores (rins) e os órgãos excretores (ureteres, bexiga e uretra), embora em muitos casos possam afectar ambos os órgãos. Insuficiência renal. É a incapacidade dos rins para a formação de um volume de urina suficiente para eliminar as substâncias que a constituem Infecções. São frequentes as infecções do aparelho urinário, geralmente introduzidas retrogradamente (desde a uretra em direcção ascendente). 29
  • 30. Sindroma nefrótica (ou Nefrose) é um grupo de doenças (de diferentes causas), mais frequentes em crianças, que levam a perda de proteínas pela membrana glomerular, resultando na perca da pressão osmótica do plasma, o que provoca edemas generalizados.  Cálculos. A presença de sais (uratos, fosfatos,…) na urina faz com que seja possível a sua cristalização, quando a sua concentração é elevada ou quando existem patologias associadas (infecções, malformações,…), formando pequenas pedras chamadas cálculos  Incontinência urinária. É a incapacidade da bexiga para armazenar urina, escapando continuamente e sem controlo para o exterior. 30
  • 31. PREVENÇÃO Medidas de prevenção de infecção do trato urinário? não use produtos químicos na região íntima; beba bastante água; tenha cuidado ao se limpar; evite prender o xixi; dê preferência a roupas íntimas de algodão 31
  • 32. CONCLUSÃO O Sistema urinario e essencial a remocao de residuos do corpo, regulacao do equilibrio de agua e eletrolitos, e manutencao da homoestase. Composto pelos rins, ureters, bexiga e uretra, e ele desepenha um papel crucial da na saude e bem estar papel crucial na saude e bem estar humanos, garatindo a elimicao eficaz de substancisa inesejadas 32
  • 33. Bibliografia (Referências usadas para o desenvolvimento do conteúdo) Jacob SW. Anatomia e fisiologia humana. 5ª edição. Brasil: Guanabara Koogan; 1990. Moore D. Anatomia orientada para a clínica. 5ª edição. Brasil: Guanabara Koogan; 2007. Universidade Nacional del Comahue. Apuntes de Morfofisiologia (espanhol). 2007. Disponível em: http://essa.uncoma.edu.ar/academica/materias/morfo/ARCHIVO %20PDF%202/. Wecker J. Aula de Anatomia. Disponível em www.auladeanatomia.com. 33
  • 34. FIM