O documento discute como o acesso à tecnologia e à internet varia entre classes sociais devido às desigualdades socioeconômicas no Brasil. Também argumenta que as escolas precisam capacitar professores e adaptar currículos para usar tecnologias de forma a melhorar a aprendizagem e preparar estudantes para o futuro. Investimentos em computadores nas escolas precisam ser acompanhados de erradicação do analfabetismo.