SlideShare uma empresa Scribd logo
Pragmática
Estudo do Uso da Língua
Estudo de como se age através
da língua
• Durante muito tempo o uso da língua era
o pano de fundo para o estudo da língua
como sistema
• Teorias do estudo da língua como
sistema:
• Estruturalismo (Saussure): langue vs.
parole; enfase na langue; parole era
considerada a manifestação da língua
• Gerativismo (Chomsky): competência vs.
performance  echo da dichotomia de
Saussure
• A pragmâtica recebeu mais atenção a
partir dos anos 1970, p.ex. Na gramâtica
gerativa percebeu-se que determinados
fenômenos só podem ser descritos ao
considerar o uso da língua
• Na Alemanha: “pragmatische Wende” (“o
torno pragmâtico”)  a geração dos “68”
exigia que a linguística seria uma ciência
socialmente relevante, p.ex. para
professores de escola ou pessoas
trabalhando na mídia  mudança de
currículo, mudança de foco na linguística
• Para as teorias da linguística como estudo de
sistema o uso da língua é a área dos tokens, as
aplicações das possibilidades, os types, dadas
pelo sistema
• Através da perspectiva pragmâtica essa visão é
muito simplificada: O uso da língua na
comunicação não é simplesmente a aplicação
de possibilidades dadas pelo sistema, mas os
falantes escolham as possibilidades segundo as
suas intenções e à base de regras
comunicativas: a pessoa se expressa de
diversas maneiras dependendo do interlocutor e
da situação
 a pragmâtica não se interessa pelos tokens,
pelas enunciações individuais, mas interessa-se
pelas regras da comunicação refletidas nas
enunciações
A pragmática estuda:
• A) a relação entre o que é falado e o que
se diz com isso sobre o mundo
• B) a relação entre o que é falado e as
intenções/ motivações comunicativas do
falante
• C) a maneira como os participantes de
comunicação organizam a sua interação
linguística; como isso reflete a posição
social dos falantes
Temas da pragmâtica:
1) Dêixis
2) Atos de fala
3) Implicaturas conversacionais
4) Princípios da interação conversacional
5) Princípios do uso da língua
6) Polidez
7) Organização de frases in termos de
conhecimento mutual
1) Dêixis
• Exemplo: “A onde você esteve ontem à noite?”
“Estive aqui.”
• Def.: a identificação de pessoas, objetos,
lugares, tempos, etc. relativo a um centro de
orientação, tipicamente a situação da
enunciação
• A dêixis trata das maneiras como línguas
codificam ou gramaticalizam aspectos do
contexto da enunciação ou do evento de fala
• A interpretação de expressões dêicticas
depende do contexto
Dimensões deicticas:
•
•
•
•

Pessoa
Lugar
Tempo
Dêixis discursiva (referente a partes do discurso
no qual a enunciação está localizada)
• Dêixis social (codificação de diferenças sociais
em relação aos papeis dos participantes)
• Dêixis de modo
 exemplos em alemão e português?
2) Teoria dos atos de fala
• Pano de fundo filosófico: uma sentença
precisa ser verificada (é falsa ou
verdadeira)
• Austin: as frases da língua são ações
sobre o real; quando falamos ordenamos,
perguntamos, pedimos, julgamos,
reclamamos etc.  conceito do
“performativo”
Austin (1): Frases constativos e
frases performativos
1) Ich habe heute 150 Seiten Syntaxtheorie
gelesen.
vs.
2) Ich danke Ihnen sehr für Ihre Mitarbeit.
3) Ich taufe dich auf den Namen Angelika.
1) é declaração sobre o mundo,
verdadeira ou falsa
 2), 3) atos; dificil dizer: “não é verdade”
Austin: “How to do things with words”
(“Quando dizer é fazer”)
Verbos performativos:
• Ich verspreche dir, dass ich komme.
• Ich warne dich!
• Ich vergebe dir.
• Entschuldigung.
• Ich erkläre euch hiermit zu Mann und Frau.
Se faz um ato, quando usados na 1a pessoa do
singular (também do plural) no indicativo ativo
In alemão muitas vezes acompanhados pela
partícula “hiermit” (“com isso”, “neste momento”)
Diferenciação entre “explicitamente” e “em
primeiro lugar” ou “implicitamente” performativo

a) Ich verspreche dir, dass ich komme.
vs.
b) Ich komme morgen ganz bestimmt.
Alguns atos precisam de verbos
performativos para serem realizados
Outros atos podem ser realizados sem
utilizar esses verbos (b)
Verbos ilocutivos:
Alguns atos justamente não podem ser
realizados ao utilizar os verbos que
denominam o ato:
p.ex. Ich verleumde Sie. / Eu difamo você.
 difamir não é um verbo performativo,
mas ele denomina uma atividade que se
realiza através da fala
 Sie sind ein alter Nazi.
Problemas com a dichotomia de frase
constativa vs. frase performativa
• Austin que estabeleceu essa dichotomia se
corrigiu depois por vários motivos (i) a (iii):
(i) não são as frases que são constativas ou
performativas  frases são construções de
língua, atos são feitos pelos usuários da língua
ao falar  são os enunciados que são
performativos
o que é verdadeiro ou errado também não são
frases mas proposições; proposições são
expressos por frases em determinadas
situações
(ii) Não existe dichotomia performativo vs.
constativo, p.ex. Sie sind ein alter Nazi.  por
um lado pode ser um ato de fala (difamação),
por outro também uma proposição que pode ser
verdadeira ou falsa (na Alemanha um assunto
comum na justiça)
(iii) todos os enunciados são performativos 
sempre há interlocutores e situações
específicas quando pessoas falam  todos os
enunciados são atos; p.ex. Ich habe heute 150
Seiten Syntaxtheorie gelesen.  o falante quer
fazer acreditar/enganar/impressionar/etc. o
interlocutor
Segundo Austin, ao dizer algo 3 atos são
performados ao mesmo tempo:
• (i) o ato locucional (senso, referência)
• (ii) o ato ilocucional (p.ex. oferta,
promessa, aviso etc.)
• (iii) o ato perlocucional (o efeito no
interlocutor)
O ato locucional:
• a) produzir/emitir sons ou datilografar/ escrever
• b) realizar signos abstratos de um sistema
linguísticoL fonemas, morfemas/ palavras,
frases, textos
• c) referir-se com a língua às coisas no mundo,
expressar uma proposição
 Na concepção de Searle (discípulo de Austin)
a) e b) são o ato enunciativo e c) o ato
proposicional
O ato ilucucional:
d) a pessoa fala para alguém, direciona-se
a algum interlocutor
e) o falante tem uma certa intenção quando
fala, quer informar, comprimentar, avisar,
ameaçar, prometer, persuadir etc.
O ato perlocucional:
f) O falante quer fazer alguém ficar com
medo (ameaçando), ficar alegre
(elogiando) etc.
 a) a f) junto é o ato da fala
• performativos: explicitos e implicitos
p.ex. Hau ab! - Ich fordere dich auf zu
gehen! – Könntest du jetzt bitte gehen?
Mach bitte das Fenster zu! – Hier zieht’s!
– Mir ist kalt.
(podem não dar certo 
“condições de felicidade/ successo”)
 todos os enunciados não somente
expressam proposições como também
performam atos
•
•
•
•
•

Searle: sistematização do trabalho de
Austin
Estabelece as “condições de felicidade”
(regras para o successo do ato de fala):
a) conteúdo proposicional
b) condição preparatória
c) condição de sinceridade
d) condição essencial

 Fornecem base/ sistema para analisar/
evaluar atos de fala
Exemplo: promessa
• a) conteúdo proposicional: o falante fala sobre
algo no futuro
• b) condições preparatórias: (i) fala sobre algo
que não acontece sozinho, que o falante tem o
poder de realizar; (ii) fala sobre algo que o
falante acha que o interlocutor quer
• c) condição de sinceridade  é necessário que
o falante seja sincero?  condição contestada
5 atos básicos que podem ser
performados através da fala:
• 1) atos assertivos: comprometimento do falante
com a “verdade” da proposição expressada
• 2) atos diretivos: p.ex. aconselhar, ordenar 
falante quer que o interlocutor faça algo
• 3) atos expressivos: p.ex. agradecer, desculparse  expressa estado psicológico do falante
• 4) atos comissivos: p.ex. prometer  o falante
se compromete a uma ação no futuro
• 5) atos declarativos: promovem mudança na
realidade, “falar é fazer”, p.ex. batizar, casar,
nomear
Resumindo:
• Todos os enunciados não só expressam
proposições como também performam atos
• O ato ilocucional é mais “privilegiado” para
realizar a ação
• O ato é associado via convenções com certas
formas de enunciados
• A força ilocucional pode ser expressa
diretamente e de modo convencionalizado por
performativos
• Uma caraterização nítida da força ilocucional é
feita pela especificação de um conjunto de
“condições de felicidade”
• A teoria dos atos de fala se orienta no
enunciado e no que o falante pode fazer e
precisa saber para formular um ato de fala
• Não diz muito sobre como o interlocutor
reconhece a ilocução e perlocução de um
enunciado (além de certos indicadores
linguisticos)
• Não é sempre possível que o interlocutor se
apoia nesses indicadores linguísticos como
mostram os exemplos dos atos de fala indiretos
 a teoria das implicaturas conversacionais
tenta explicar como os interlocutores entendem
os enunciados em situações específicas
3) Implicaturas conversacionais
• Grice (1957): “implicaturas”  2 tipos: a)
as convencionais e b) as conversacionais;
• a) Apesar de fanfarrão, ele é um bom
jogador de futebol.  “apesar de”
(elemento do sistema linguístico) provoca
relação de sentido
• b) ligados ao contexto extralinguístico
 Idéia principal: pessoas tentam manter
certos padrões no comportamento
comunicativo; enunciados são
interpretados com esses padrões na
cabeça; existem princípios que adicionam
ao conteúdo/ especificam o conteúdo
• Exemplos:
• A) “Você quer café?” “Café me faria ficar
acordada.”
• B) “Você vai ao cinema com a gente?”
“Estou com dor de cabeça.”
O princípio de cooperação:
• Faça a sua contribuição na conversação,
atendendo ao que é solicitado, no
momento exigido, visando aos propósitos
comuns e imediatos, de forma
consequente em relação aos
compromissos conversacionais
estabelecidos.
4 máximas:
• 1) máxima de quantidade (seja
informativo)
• 2) máxima de qualidade (seja verdadeiro)
• 3) máxima de relação (seja relevante)
• 4) máxima de modo (seja claro)
Exemplo: carta de reclamação
• Prezados Senhores:
Eu, (XX), proprietário do apto. 1004, situado à (endereço
do apto.), venho através da presente solicitar a V.Sas.
Que vistorie e conserte a pia da cozinha. O serviço de
vedação ao redor da cuba já foi feito há algum tempo
atrás, mas já está saindo tudo.
Certos de vossas atenções, subscrevo-me.
Minha área está provocando uma infiltração do apto.
904 há mais de 2 meses. Eles, já fizeram a reclamação
por escrito.
Atenciosamente
Análise do exemplo:
• 1) máxima de quantidade: o escritor da carta é
informativo e objetivo; não acrescente
informação desnecessária
• 2) máxima da qualidade: escritor fala sobre
coisas que ele pode comprovar; está sendo
“verdadeiro”
• 3) máxima da relação: escritor só escreve sobre
coisas relevantes na situação
• 4) máxima de modo: escritor evita
ambiguidades, está sendo claro
Outros exemplos:
• A1: “A onde está o João?”
• A2: “Que horas são?”
• B: “Alguns bares já estão abertos.”
• A: “Was hast du gesagt?”
• B: “Warum stellst du das Radio nicht noch etwas
lauter?”
 teoria tenta explicar como é possível saber
mais do que é de fato falado

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Análise de Discurso
Análise de DiscursoAnálise de Discurso
Análise de Discurso
Luciane Lira
 
Semântica
SemânticaSemântica
Variação linguistica slide
Variação linguistica   slideVariação linguistica   slide
Variação linguistica slide
Ivana Serrano
 
Aula 8 texto e discurso
Aula 8 texto e discursoAula 8 texto e discurso
Aula 8 texto e discurso
Cláudia Heloísa
 
LÍNGUA & LINGUAGEM
LÍNGUA & LINGUAGEMLÍNGUA & LINGUAGEM
LÍNGUA & LINGUAGEM
Fatima Andreia Tamanini
 
Introducao analise do discurso
Introducao  analise do discursoIntroducao  analise do discurso
Introducao analise do discurso
Airton Ferreira
 
O que é Literatura?
O que é Literatura?O que é Literatura?
O que é Literatura?
Faell Vasconcelos
 
Análise do discurso anita
Análise do discurso   anitaAnálise do discurso   anita
Análise do discurso anita
Profª Mônica Soares
 
Morfossintaxe
MorfossintaxeMorfossintaxe
Morfossintaxe
Margarete Macedo
 
Funções da linguagem
Funções da linguagemFunções da linguagem
Funções da linguagem
Valeria Nunes
 
Funcionalismo
FuncionalismoFuncionalismo
Análise de (do) discurso
Análise de (do) discursoAnálise de (do) discurso
Teorias da enunciação
Teorias da enunciaçãoTeorias da enunciação
Teorias da enunciação
ma.no.el.ne.ves
 
Fichamento analise do discurso, orlandi
Fichamento analise do discurso, orlandiFichamento analise do discurso, orlandi
Fichamento analise do discurso, orlandi
Nome Sobrenome
 
Lingua e-linguagem2
Lingua e-linguagem2Lingua e-linguagem2
Lingua e-linguagem2
Flávio Ferreira
 
Variações linguísticas
Variações linguísticasVariações linguísticas
Variações linguísticas
Geison Lima
 
Leitura texto e sentido(2)
Leitura texto e sentido(2)Leitura texto e sentido(2)
Leitura texto e sentido(2)
Isis Barros
 
Semântica pragmática
Semântica pragmáticaSemântica pragmática
Semântica pragmática
João Guedes de Souza
 
Semântica
SemânticaSemântica
Semântica
Cláudia Heloísa
 
Funções da linguagem
Funções da linguagemFunções da linguagem
Funções da linguagem
Verônica Carvalho
 

Mais procurados (20)

Análise de Discurso
Análise de DiscursoAnálise de Discurso
Análise de Discurso
 
Semântica
SemânticaSemântica
Semântica
 
Variação linguistica slide
Variação linguistica   slideVariação linguistica   slide
Variação linguistica slide
 
Aula 8 texto e discurso
Aula 8 texto e discursoAula 8 texto e discurso
Aula 8 texto e discurso
 
LÍNGUA & LINGUAGEM
LÍNGUA & LINGUAGEMLÍNGUA & LINGUAGEM
LÍNGUA & LINGUAGEM
 
Introducao analise do discurso
Introducao  analise do discursoIntroducao  analise do discurso
Introducao analise do discurso
 
O que é Literatura?
O que é Literatura?O que é Literatura?
O que é Literatura?
 
Análise do discurso anita
Análise do discurso   anitaAnálise do discurso   anita
Análise do discurso anita
 
Morfossintaxe
MorfossintaxeMorfossintaxe
Morfossintaxe
 
Funções da linguagem
Funções da linguagemFunções da linguagem
Funções da linguagem
 
Funcionalismo
FuncionalismoFuncionalismo
Funcionalismo
 
Análise de (do) discurso
Análise de (do) discursoAnálise de (do) discurso
Análise de (do) discurso
 
Teorias da enunciação
Teorias da enunciaçãoTeorias da enunciação
Teorias da enunciação
 
Fichamento analise do discurso, orlandi
Fichamento analise do discurso, orlandiFichamento analise do discurso, orlandi
Fichamento analise do discurso, orlandi
 
Lingua e-linguagem2
Lingua e-linguagem2Lingua e-linguagem2
Lingua e-linguagem2
 
Variações linguísticas
Variações linguísticasVariações linguísticas
Variações linguísticas
 
Leitura texto e sentido(2)
Leitura texto e sentido(2)Leitura texto e sentido(2)
Leitura texto e sentido(2)
 
Semântica pragmática
Semântica pragmáticaSemântica pragmática
Semântica pragmática
 
Semântica
SemânticaSemântica
Semântica
 
Funções da linguagem
Funções da linguagemFunções da linguagem
Funções da linguagem
 

Semelhante a Teorias do uso da língua - Pragmática

o funcionalismo em lingustica
o funcionalismo em lingusticao funcionalismo em lingustica
o funcionalismo em lingustica
PedroRocha944191
 
O que é discurso helena brandão
O que é discurso helena brandãoO que é discurso helena brandão
O que é discurso helena brandão
Rose Moraes
 
Textos orais e escritos
Textos orais e escritosTextos orais e escritos
Textos orais e escritos
Edilene Pina
 
Semântica
SemânticaSemântica
Semântica
vinivs
 
TP5- Unidades 17 e 18
TP5- Unidades 17  e  18TP5- Unidades 17  e  18
TP5- Unidades 17 e 18
Tatiane Rauber Dedé
 
Tp5
Tp5Tp5
Tp5
cleia
 
Podcast e a oralidade
Podcast e a oralidadePodcast e a oralidade
Podcast e a oralidade
Margarete Tesch
 
Análise de textos de comunicação_Maingueneau
Análise de textos de comunicação_MaingueneauAnálise de textos de comunicação_Maingueneau
Análise de textos de comunicação_Maingueneau
patricia_fox
 
Parte 1 linguística geral apresentação 2012
Parte 1   linguística geral  apresentação 2012Parte 1   linguística geral  apresentação 2012
Parte 1 linguística geral apresentação 2012
Mariana Correia
 
Tga
TgaTga
Sequencia Didática- um exemplo prático
Sequencia Didática- um exemplo práticoSequencia Didática- um exemplo prático
Sequencia Didática- um exemplo prático
guest3d615bd
 
Funções da linguagem
Funções da linguagemFunções da linguagem
Funções da linguagem
John Joseph
 
Apostila Análise Textual - Língua uso e discurso entremeios e fronteiras
Apostila Análise Textual - Língua uso e discurso   entremeios e fronteiras Apostila Análise Textual - Língua uso e discurso   entremeios e fronteiras
Apostila Análise Textual - Língua uso e discurso entremeios e fronteiras
Diego Moreau
 
Atos de fala e implicaturas conversacionais.pptx
Atos de fala e implicaturas conversacionais.pptxAtos de fala e implicaturas conversacionais.pptx
Atos de fala e implicaturas conversacionais.pptx
BrendoTeixeira1
 
Letranova 3
Letranova   3Letranova   3
Letranova 3
edner
 
VERBOS - ANÁLISE MORFOLÓGICA DA LÍNGUA PORTUGUESA
VERBOS - ANÁLISE MORFOLÓGICA DA LÍNGUA PORTUGUESAVERBOS - ANÁLISE MORFOLÓGICA DA LÍNGUA PORTUGUESA
VERBOS - ANÁLISE MORFOLÓGICA DA LÍNGUA PORTUGUESA
BerlaPaiva
 
Recursos retóricos
Recursos retóricosRecursos retóricos
Recursos retóricos
Helia Coelho Mello
 
QUESOTES SINTAXE
QUESOTES SINTAXE QUESOTES SINTAXE
QUESOTES SINTAXE
Oris Lima
 
1) a linguagem forense aula para inicio
1) a linguagem forense aula para inicio1) a linguagem forense aula para inicio
1) a linguagem forense aula para inicio
Agassis Rodrigues
 
LIVRO PROPRIETÁRIO - ANÁLISE TEXTUAL
LIVRO PROPRIETÁRIO - ANÁLISE TEXTUALLIVRO PROPRIETÁRIO - ANÁLISE TEXTUAL
LIVRO PROPRIETÁRIO - ANÁLISE TEXTUAL
Os Fantasmas !
 

Semelhante a Teorias do uso da língua - Pragmática (20)

o funcionalismo em lingustica
o funcionalismo em lingusticao funcionalismo em lingustica
o funcionalismo em lingustica
 
O que é discurso helena brandão
O que é discurso helena brandãoO que é discurso helena brandão
O que é discurso helena brandão
 
Textos orais e escritos
Textos orais e escritosTextos orais e escritos
Textos orais e escritos
 
Semântica
SemânticaSemântica
Semântica
 
TP5- Unidades 17 e 18
TP5- Unidades 17  e  18TP5- Unidades 17  e  18
TP5- Unidades 17 e 18
 
Tp5
Tp5Tp5
Tp5
 
Podcast e a oralidade
Podcast e a oralidadePodcast e a oralidade
Podcast e a oralidade
 
Análise de textos de comunicação_Maingueneau
Análise de textos de comunicação_MaingueneauAnálise de textos de comunicação_Maingueneau
Análise de textos de comunicação_Maingueneau
 
Parte 1 linguística geral apresentação 2012
Parte 1   linguística geral  apresentação 2012Parte 1   linguística geral  apresentação 2012
Parte 1 linguística geral apresentação 2012
 
Tga
TgaTga
Tga
 
Sequencia Didática- um exemplo prático
Sequencia Didática- um exemplo práticoSequencia Didática- um exemplo prático
Sequencia Didática- um exemplo prático
 
Funções da linguagem
Funções da linguagemFunções da linguagem
Funções da linguagem
 
Apostila Análise Textual - Língua uso e discurso entremeios e fronteiras
Apostila Análise Textual - Língua uso e discurso   entremeios e fronteiras Apostila Análise Textual - Língua uso e discurso   entremeios e fronteiras
Apostila Análise Textual - Língua uso e discurso entremeios e fronteiras
 
Atos de fala e implicaturas conversacionais.pptx
Atos de fala e implicaturas conversacionais.pptxAtos de fala e implicaturas conversacionais.pptx
Atos de fala e implicaturas conversacionais.pptx
 
Letranova 3
Letranova   3Letranova   3
Letranova 3
 
VERBOS - ANÁLISE MORFOLÓGICA DA LÍNGUA PORTUGUESA
VERBOS - ANÁLISE MORFOLÓGICA DA LÍNGUA PORTUGUESAVERBOS - ANÁLISE MORFOLÓGICA DA LÍNGUA PORTUGUESA
VERBOS - ANÁLISE MORFOLÓGICA DA LÍNGUA PORTUGUESA
 
Recursos retóricos
Recursos retóricosRecursos retóricos
Recursos retóricos
 
QUESOTES SINTAXE
QUESOTES SINTAXE QUESOTES SINTAXE
QUESOTES SINTAXE
 
1) a linguagem forense aula para inicio
1) a linguagem forense aula para inicio1) a linguagem forense aula para inicio
1) a linguagem forense aula para inicio
 
LIVRO PROPRIETÁRIO - ANÁLISE TEXTUAL
LIVRO PROPRIETÁRIO - ANÁLISE TEXTUALLIVRO PROPRIETÁRIO - ANÁLISE TEXTUAL
LIVRO PROPRIETÁRIO - ANÁLISE TEXTUAL
 

Mais de Fabricio Rocha

Um ajuste justo: Análise da eficiência e equidade do gasto público no Brasil ...
Um ajuste justo: Análise da eficiência e equidade do gasto público no Brasil ...Um ajuste justo: Análise da eficiência e equidade do gasto público no Brasil ...
Um ajuste justo: Análise da eficiência e equidade do gasto público no Brasil ...
Fabricio Rocha
 
Vereadores eleitos de Belém 2016 - Resultado final completo
Vereadores eleitos de Belém 2016 - Resultado final completoVereadores eleitos de Belém 2016 - Resultado final completo
Vereadores eleitos de Belém 2016 - Resultado final completo
Fabricio Rocha
 
Comparecimento dos deputados na sessão do dia 16 12-2015
Comparecimento dos deputados na sessão do dia 16 12-2015Comparecimento dos deputados na sessão do dia 16 12-2015
Comparecimento dos deputados na sessão do dia 16 12-2015
Fabricio Rocha
 
ATA DA 69ª REUNIÃO - PLENÁRIO ALEPA - 16-12-15
ATA DA 69ª REUNIÃO - PLENÁRIO ALEPA - 16-12-15ATA DA 69ª REUNIÃO - PLENÁRIO ALEPA - 16-12-15
ATA DA 69ª REUNIÃO - PLENÁRIO ALEPA - 16-12-15
Fabricio Rocha
 
A Formação do Capitalismo Global e a Economia Política do Império Americano
A Formação do Capitalismo Global e a Economia Política do Império AmericanoA Formação do Capitalismo Global e a Economia Política do Império Americano
A Formação do Capitalismo Global e a Economia Política do Império Americano
Fabricio Rocha
 
Relatório Final da CPI das milícias - Belém-Pará - 2014-2015
Relatório Final da CPI das milícias - Belém-Pará - 2014-2015Relatório Final da CPI das milícias - Belém-Pará - 2014-2015
Relatório Final da CPI das milícias - Belém-Pará - 2014-2015
Fabricio Rocha
 
A situação Social da População Negra por Estado - Brasil
A situação Social da População Negra por Estado - BrasilA situação Social da População Negra por Estado - Brasil
A situação Social da População Negra por Estado - Brasil
Fabricio Rocha
 
Eleitos para Deputado Estadual - Pará - 2014
Eleitos para Deputado Estadual - Pará -  2014Eleitos para Deputado Estadual - Pará -  2014
Eleitos para Deputado Estadual - Pará - 2014
Fabricio Rocha
 
Eleitos para Deputado Federal - Pará - 2014
Eleitos para Deputado Federal - Pará - 2014Eleitos para Deputado Federal - Pará - 2014
Eleitos para Deputado Federal - Pará - 2014
Fabricio Rocha
 
Entre a Guerra e o Muro - Coletânea Bilingue Comentada Sobre Alguns Poetas da...
Entre a Guerra e o Muro - Coletânea Bilingue Comentada Sobre Alguns Poetas da...Entre a Guerra e o Muro - Coletânea Bilingue Comentada Sobre Alguns Poetas da...
Entre a Guerra e o Muro - Coletânea Bilingue Comentada Sobre Alguns Poetas da...
Fabricio Rocha
 
Vivemos um dejà vu - Guilherme Cavarlho
Vivemos um dejà vu - Guilherme CavarlhoVivemos um dejà vu - Guilherme Cavarlho
Vivemos um dejà vu - Guilherme Cavarlho
Fabricio Rocha
 
Teorias do uso da língua - Pragmática e polidez
Teorias do uso da língua - Pragmática e polidezTeorias do uso da língua - Pragmática e polidez
Teorias do uso da língua - Pragmática e polidez
Fabricio Rocha
 
Dossiê Mulheres Negras retrato das condições de vida das mulheres negras no B...
Dossiê Mulheres Negras retrato das condições de vida das mulheres negras no B...Dossiê Mulheres Negras retrato das condições de vida das mulheres negras no B...
Dossiê Mulheres Negras retrato das condições de vida das mulheres negras no B...
Fabricio Rocha
 
Essen und trinken. gewichte und masseinheinten
Essen und trinken. gewichte und masseinheintenEssen und trinken. gewichte und masseinheinten
Essen und trinken. gewichte und masseinheinten
Fabricio Rocha
 
Ministério da defesa - Garantia da lei e da ordem
Ministério da defesa - Garantia da lei e da ordemMinistério da defesa - Garantia da lei e da ordem
Ministério da defesa - Garantia da lei e da ordem
Fabricio Rocha
 
Brasil: «No es por 0,20. Es por los derechos» Las demandas en las calles y la...
Brasil: «No es por 0,20. Es por los derechos» Las demandas en las calles y la...Brasil: «No es por 0,20. Es por los derechos» Las demandas en las calles y la...
Brasil: «No es por 0,20. Es por los derechos» Las demandas en las calles y la...
Fabricio Rocha
 
Boletim de Análise Politico-Institucional - 04 - 2013 IPEA
Boletim de Análise Politico-Institucional - 04 - 2013  IPEABoletim de Análise Politico-Institucional - 04 - 2013  IPEA
Boletim de Análise Politico-Institucional - 04 - 2013 IPEA
Fabricio Rocha
 
Boletim de Análise Político-Institucional: Participação, Democracia e Racismo?
Boletim de Análise Político-Institucional: Participação, Democracia e Racismo? Boletim de Análise Político-Institucional: Participação, Democracia e Racismo?
Boletim de Análise Político-Institucional: Participação, Democracia e Racismo?
Fabricio Rocha
 
Boletim de economia e política internacional 12
Boletim de economia e política internacional   12Boletim de economia e política internacional   12
Boletim de economia e política internacional 12
Fabricio Rocha
 
Walter Benjamim entre o céu e o inferno
Walter Benjamim entre o céu e o infernoWalter Benjamim entre o céu e o inferno
Walter Benjamim entre o céu e o inferno
Fabricio Rocha
 

Mais de Fabricio Rocha (20)

Um ajuste justo: Análise da eficiência e equidade do gasto público no Brasil ...
Um ajuste justo: Análise da eficiência e equidade do gasto público no Brasil ...Um ajuste justo: Análise da eficiência e equidade do gasto público no Brasil ...
Um ajuste justo: Análise da eficiência e equidade do gasto público no Brasil ...
 
Vereadores eleitos de Belém 2016 - Resultado final completo
Vereadores eleitos de Belém 2016 - Resultado final completoVereadores eleitos de Belém 2016 - Resultado final completo
Vereadores eleitos de Belém 2016 - Resultado final completo
 
Comparecimento dos deputados na sessão do dia 16 12-2015
Comparecimento dos deputados na sessão do dia 16 12-2015Comparecimento dos deputados na sessão do dia 16 12-2015
Comparecimento dos deputados na sessão do dia 16 12-2015
 
ATA DA 69ª REUNIÃO - PLENÁRIO ALEPA - 16-12-15
ATA DA 69ª REUNIÃO - PLENÁRIO ALEPA - 16-12-15ATA DA 69ª REUNIÃO - PLENÁRIO ALEPA - 16-12-15
ATA DA 69ª REUNIÃO - PLENÁRIO ALEPA - 16-12-15
 
A Formação do Capitalismo Global e a Economia Política do Império Americano
A Formação do Capitalismo Global e a Economia Política do Império AmericanoA Formação do Capitalismo Global e a Economia Política do Império Americano
A Formação do Capitalismo Global e a Economia Política do Império Americano
 
Relatório Final da CPI das milícias - Belém-Pará - 2014-2015
Relatório Final da CPI das milícias - Belém-Pará - 2014-2015Relatório Final da CPI das milícias - Belém-Pará - 2014-2015
Relatório Final da CPI das milícias - Belém-Pará - 2014-2015
 
A situação Social da População Negra por Estado - Brasil
A situação Social da População Negra por Estado - BrasilA situação Social da População Negra por Estado - Brasil
A situação Social da População Negra por Estado - Brasil
 
Eleitos para Deputado Estadual - Pará - 2014
Eleitos para Deputado Estadual - Pará -  2014Eleitos para Deputado Estadual - Pará -  2014
Eleitos para Deputado Estadual - Pará - 2014
 
Eleitos para Deputado Federal - Pará - 2014
Eleitos para Deputado Federal - Pará - 2014Eleitos para Deputado Federal - Pará - 2014
Eleitos para Deputado Federal - Pará - 2014
 
Entre a Guerra e o Muro - Coletânea Bilingue Comentada Sobre Alguns Poetas da...
Entre a Guerra e o Muro - Coletânea Bilingue Comentada Sobre Alguns Poetas da...Entre a Guerra e o Muro - Coletânea Bilingue Comentada Sobre Alguns Poetas da...
Entre a Guerra e o Muro - Coletânea Bilingue Comentada Sobre Alguns Poetas da...
 
Vivemos um dejà vu - Guilherme Cavarlho
Vivemos um dejà vu - Guilherme CavarlhoVivemos um dejà vu - Guilherme Cavarlho
Vivemos um dejà vu - Guilherme Cavarlho
 
Teorias do uso da língua - Pragmática e polidez
Teorias do uso da língua - Pragmática e polidezTeorias do uso da língua - Pragmática e polidez
Teorias do uso da língua - Pragmática e polidez
 
Dossiê Mulheres Negras retrato das condições de vida das mulheres negras no B...
Dossiê Mulheres Negras retrato das condições de vida das mulheres negras no B...Dossiê Mulheres Negras retrato das condições de vida das mulheres negras no B...
Dossiê Mulheres Negras retrato das condições de vida das mulheres negras no B...
 
Essen und trinken. gewichte und masseinheinten
Essen und trinken. gewichte und masseinheintenEssen und trinken. gewichte und masseinheinten
Essen und trinken. gewichte und masseinheinten
 
Ministério da defesa - Garantia da lei e da ordem
Ministério da defesa - Garantia da lei e da ordemMinistério da defesa - Garantia da lei e da ordem
Ministério da defesa - Garantia da lei e da ordem
 
Brasil: «No es por 0,20. Es por los derechos» Las demandas en las calles y la...
Brasil: «No es por 0,20. Es por los derechos» Las demandas en las calles y la...Brasil: «No es por 0,20. Es por los derechos» Las demandas en las calles y la...
Brasil: «No es por 0,20. Es por los derechos» Las demandas en las calles y la...
 
Boletim de Análise Politico-Institucional - 04 - 2013 IPEA
Boletim de Análise Politico-Institucional - 04 - 2013  IPEABoletim de Análise Politico-Institucional - 04 - 2013  IPEA
Boletim de Análise Politico-Institucional - 04 - 2013 IPEA
 
Boletim de Análise Político-Institucional: Participação, Democracia e Racismo?
Boletim de Análise Político-Institucional: Participação, Democracia e Racismo? Boletim de Análise Político-Institucional: Participação, Democracia e Racismo?
Boletim de Análise Político-Institucional: Participação, Democracia e Racismo?
 
Boletim de economia e política internacional 12
Boletim de economia e política internacional   12Boletim de economia e política internacional   12
Boletim de economia e política internacional 12
 
Walter Benjamim entre o céu e o inferno
Walter Benjamim entre o céu e o infernoWalter Benjamim entre o céu e o inferno
Walter Benjamim entre o céu e o inferno
 

Último

agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptxagosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
ValdineyRodriguesBez1
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx
6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx
6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx
ALEXANDRODECASTRODOS
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
ARIADNEMARTINSDACRUZ
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
WELTONROBERTOFREITAS
 
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e RiscadoresCap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Shakil Y. Rahim
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
Manuais Formação
 
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
AdrianoMontagna1
 
EXERCÍCIOS ARTRÓPODES E EQUINODERMAS.pdf
EXERCÍCIOS ARTRÓPODES E EQUINODERMAS.pdfEXERCÍCIOS ARTRÓPODES E EQUINODERMAS.pdf
EXERCÍCIOS ARTRÓPODES E EQUINODERMAS.pdf
eltinhorg
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Maurício Bratz
 
Slides Lição 13, CPAD, A Cidade Celestial, 2Tr24.pptx
Slides Lição 13, CPAD, A Cidade Celestial, 2Tr24.pptxSlides Lição 13, CPAD, A Cidade Celestial, 2Tr24.pptx
Slides Lição 13, CPAD, A Cidade Celestial, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...
Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...
Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...
FredPaixaoeSilva
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
bmgrama
 
formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...
JakiraCosta
 
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdfO livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
dataprovider
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
pamellaaraujo10
 

Último (20)

agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptxagosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
agosto - A cidadania - direitos e deveres em países hispanohablantes.pptx
 
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.Loteria - Adição,  subtração,  multiplicação e divisão.
Loteria - Adição, subtração, multiplicação e divisão.
 
6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx
6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx
6_201___6o_ano_aula_01_2024_RESUMO_1_5.pptx
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 01.pptx
 
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇOPALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
PALAVRA SECRETA - ALFABETIZAÇÃO- REFORÇO
 
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de GeografiaAula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
Aula 1 - Ordem Mundial Aula de Geografia
 
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e RiscadoresCap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
Cap. 1_Desenho_Elementos, Suportes e Riscadores
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
 
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
3ª série HIS - PROVA PAULISTA DIA 1 - 1º BIM-24.pdf
 
EXERCÍCIOS ARTRÓPODES E EQUINODERMAS.pdf
EXERCÍCIOS ARTRÓPODES E EQUINODERMAS.pdfEXERCÍCIOS ARTRÓPODES E EQUINODERMAS.pdf
EXERCÍCIOS ARTRÓPODES E EQUINODERMAS.pdf
 
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdfPrimeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
Primeira fase do modernismo Mapa Mental.pdf
 
Slides Lição 13, CPAD, A Cidade Celestial, 2Tr24.pptx
Slides Lição 13, CPAD, A Cidade Celestial, 2Tr24.pptxSlides Lição 13, CPAD, A Cidade Celestial, 2Tr24.pptx
Slides Lição 13, CPAD, A Cidade Celestial, 2Tr24.pptx
 
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptxSlides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
Slides Lição 12, Central Gospel, O Milênio, 1Tr24, Pr Henrique.pptx
 
Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...
Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...
Discursos Éticos e Políticos Acerca do Meio Ambiente e Desenvolvimento Susten...
 
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdfApostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
Apostila-Microbiologia-e-Parasitologia-doc.pdf
 
formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...formação - 2º ano São José da Tapera ...
formação - 2º ano São José da Tapera ...
 
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdfO livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
O livro O Corpo Fala, a linguagem da comunicação não verbal.pdf
 
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptxRoteiro para análise do Livro Didático.pptx
Roteiro para análise do Livro Didático.pptx
 

Teorias do uso da língua - Pragmática

  • 1. Pragmática Estudo do Uso da Língua Estudo de como se age através da língua
  • 2. • Durante muito tempo o uso da língua era o pano de fundo para o estudo da língua como sistema • Teorias do estudo da língua como sistema: • Estruturalismo (Saussure): langue vs. parole; enfase na langue; parole era considerada a manifestação da língua • Gerativismo (Chomsky): competência vs. performance  echo da dichotomia de Saussure
  • 3. • A pragmâtica recebeu mais atenção a partir dos anos 1970, p.ex. Na gramâtica gerativa percebeu-se que determinados fenômenos só podem ser descritos ao considerar o uso da língua • Na Alemanha: “pragmatische Wende” (“o torno pragmâtico”)  a geração dos “68” exigia que a linguística seria uma ciência socialmente relevante, p.ex. para professores de escola ou pessoas trabalhando na mídia  mudança de currículo, mudança de foco na linguística
  • 4. • Para as teorias da linguística como estudo de sistema o uso da língua é a área dos tokens, as aplicações das possibilidades, os types, dadas pelo sistema • Através da perspectiva pragmâtica essa visão é muito simplificada: O uso da língua na comunicação não é simplesmente a aplicação de possibilidades dadas pelo sistema, mas os falantes escolham as possibilidades segundo as suas intenções e à base de regras comunicativas: a pessoa se expressa de diversas maneiras dependendo do interlocutor e da situação  a pragmâtica não se interessa pelos tokens, pelas enunciações individuais, mas interessa-se pelas regras da comunicação refletidas nas enunciações
  • 5. A pragmática estuda: • A) a relação entre o que é falado e o que se diz com isso sobre o mundo • B) a relação entre o que é falado e as intenções/ motivações comunicativas do falante • C) a maneira como os participantes de comunicação organizam a sua interação linguística; como isso reflete a posição social dos falantes
  • 6. Temas da pragmâtica: 1) Dêixis 2) Atos de fala 3) Implicaturas conversacionais 4) Princípios da interação conversacional 5) Princípios do uso da língua 6) Polidez 7) Organização de frases in termos de conhecimento mutual
  • 7. 1) Dêixis • Exemplo: “A onde você esteve ontem à noite?” “Estive aqui.” • Def.: a identificação de pessoas, objetos, lugares, tempos, etc. relativo a um centro de orientação, tipicamente a situação da enunciação • A dêixis trata das maneiras como línguas codificam ou gramaticalizam aspectos do contexto da enunciação ou do evento de fala • A interpretação de expressões dêicticas depende do contexto
  • 8. Dimensões deicticas: • • • • Pessoa Lugar Tempo Dêixis discursiva (referente a partes do discurso no qual a enunciação está localizada) • Dêixis social (codificação de diferenças sociais em relação aos papeis dos participantes) • Dêixis de modo  exemplos em alemão e português?
  • 9. 2) Teoria dos atos de fala • Pano de fundo filosófico: uma sentença precisa ser verificada (é falsa ou verdadeira) • Austin: as frases da língua são ações sobre o real; quando falamos ordenamos, perguntamos, pedimos, julgamos, reclamamos etc.  conceito do “performativo”
  • 10. Austin (1): Frases constativos e frases performativos 1) Ich habe heute 150 Seiten Syntaxtheorie gelesen. vs. 2) Ich danke Ihnen sehr für Ihre Mitarbeit. 3) Ich taufe dich auf den Namen Angelika. 1) é declaração sobre o mundo, verdadeira ou falsa  2), 3) atos; dificil dizer: “não é verdade”
  • 11. Austin: “How to do things with words” (“Quando dizer é fazer”) Verbos performativos: • Ich verspreche dir, dass ich komme. • Ich warne dich! • Ich vergebe dir. • Entschuldigung. • Ich erkläre euch hiermit zu Mann und Frau. Se faz um ato, quando usados na 1a pessoa do singular (também do plural) no indicativo ativo In alemão muitas vezes acompanhados pela partícula “hiermit” (“com isso”, “neste momento”)
  • 12. Diferenciação entre “explicitamente” e “em primeiro lugar” ou “implicitamente” performativo a) Ich verspreche dir, dass ich komme. vs. b) Ich komme morgen ganz bestimmt. Alguns atos precisam de verbos performativos para serem realizados Outros atos podem ser realizados sem utilizar esses verbos (b)
  • 13. Verbos ilocutivos: Alguns atos justamente não podem ser realizados ao utilizar os verbos que denominam o ato: p.ex. Ich verleumde Sie. / Eu difamo você.  difamir não é um verbo performativo, mas ele denomina uma atividade que se realiza através da fala  Sie sind ein alter Nazi.
  • 14. Problemas com a dichotomia de frase constativa vs. frase performativa • Austin que estabeleceu essa dichotomia se corrigiu depois por vários motivos (i) a (iii): (i) não são as frases que são constativas ou performativas  frases são construções de língua, atos são feitos pelos usuários da língua ao falar  são os enunciados que são performativos o que é verdadeiro ou errado também não são frases mas proposições; proposições são expressos por frases em determinadas situações
  • 15. (ii) Não existe dichotomia performativo vs. constativo, p.ex. Sie sind ein alter Nazi.  por um lado pode ser um ato de fala (difamação), por outro também uma proposição que pode ser verdadeira ou falsa (na Alemanha um assunto comum na justiça) (iii) todos os enunciados são performativos  sempre há interlocutores e situações específicas quando pessoas falam  todos os enunciados são atos; p.ex. Ich habe heute 150 Seiten Syntaxtheorie gelesen.  o falante quer fazer acreditar/enganar/impressionar/etc. o interlocutor
  • 16. Segundo Austin, ao dizer algo 3 atos são performados ao mesmo tempo: • (i) o ato locucional (senso, referência) • (ii) o ato ilocucional (p.ex. oferta, promessa, aviso etc.) • (iii) o ato perlocucional (o efeito no interlocutor)
  • 17. O ato locucional: • a) produzir/emitir sons ou datilografar/ escrever • b) realizar signos abstratos de um sistema linguísticoL fonemas, morfemas/ palavras, frases, textos • c) referir-se com a língua às coisas no mundo, expressar uma proposição  Na concepção de Searle (discípulo de Austin) a) e b) são o ato enunciativo e c) o ato proposicional
  • 18. O ato ilucucional: d) a pessoa fala para alguém, direciona-se a algum interlocutor e) o falante tem uma certa intenção quando fala, quer informar, comprimentar, avisar, ameaçar, prometer, persuadir etc. O ato perlocucional: f) O falante quer fazer alguém ficar com medo (ameaçando), ficar alegre (elogiando) etc.  a) a f) junto é o ato da fala
  • 19. • performativos: explicitos e implicitos p.ex. Hau ab! - Ich fordere dich auf zu gehen! – Könntest du jetzt bitte gehen? Mach bitte das Fenster zu! – Hier zieht’s! – Mir ist kalt. (podem não dar certo  “condições de felicidade/ successo”)  todos os enunciados não somente expressam proposições como também performam atos
  • 20. • • • • • Searle: sistematização do trabalho de Austin Estabelece as “condições de felicidade” (regras para o successo do ato de fala): a) conteúdo proposicional b) condição preparatória c) condição de sinceridade d) condição essencial  Fornecem base/ sistema para analisar/ evaluar atos de fala
  • 21. Exemplo: promessa • a) conteúdo proposicional: o falante fala sobre algo no futuro • b) condições preparatórias: (i) fala sobre algo que não acontece sozinho, que o falante tem o poder de realizar; (ii) fala sobre algo que o falante acha que o interlocutor quer • c) condição de sinceridade  é necessário que o falante seja sincero?  condição contestada
  • 22. 5 atos básicos que podem ser performados através da fala: • 1) atos assertivos: comprometimento do falante com a “verdade” da proposição expressada • 2) atos diretivos: p.ex. aconselhar, ordenar  falante quer que o interlocutor faça algo • 3) atos expressivos: p.ex. agradecer, desculparse  expressa estado psicológico do falante • 4) atos comissivos: p.ex. prometer  o falante se compromete a uma ação no futuro • 5) atos declarativos: promovem mudança na realidade, “falar é fazer”, p.ex. batizar, casar, nomear
  • 23. Resumindo: • Todos os enunciados não só expressam proposições como também performam atos • O ato ilocucional é mais “privilegiado” para realizar a ação • O ato é associado via convenções com certas formas de enunciados • A força ilocucional pode ser expressa diretamente e de modo convencionalizado por performativos • Uma caraterização nítida da força ilocucional é feita pela especificação de um conjunto de “condições de felicidade”
  • 24. • A teoria dos atos de fala se orienta no enunciado e no que o falante pode fazer e precisa saber para formular um ato de fala • Não diz muito sobre como o interlocutor reconhece a ilocução e perlocução de um enunciado (além de certos indicadores linguisticos) • Não é sempre possível que o interlocutor se apoia nesses indicadores linguísticos como mostram os exemplos dos atos de fala indiretos  a teoria das implicaturas conversacionais tenta explicar como os interlocutores entendem os enunciados em situações específicas
  • 25. 3) Implicaturas conversacionais • Grice (1957): “implicaturas”  2 tipos: a) as convencionais e b) as conversacionais; • a) Apesar de fanfarrão, ele é um bom jogador de futebol.  “apesar de” (elemento do sistema linguístico) provoca relação de sentido • b) ligados ao contexto extralinguístico
  • 26.  Idéia principal: pessoas tentam manter certos padrões no comportamento comunicativo; enunciados são interpretados com esses padrões na cabeça; existem princípios que adicionam ao conteúdo/ especificam o conteúdo • Exemplos: • A) “Você quer café?” “Café me faria ficar acordada.” • B) “Você vai ao cinema com a gente?” “Estou com dor de cabeça.”
  • 27. O princípio de cooperação: • Faça a sua contribuição na conversação, atendendo ao que é solicitado, no momento exigido, visando aos propósitos comuns e imediatos, de forma consequente em relação aos compromissos conversacionais estabelecidos.
  • 28. 4 máximas: • 1) máxima de quantidade (seja informativo) • 2) máxima de qualidade (seja verdadeiro) • 3) máxima de relação (seja relevante) • 4) máxima de modo (seja claro)
  • 29. Exemplo: carta de reclamação • Prezados Senhores: Eu, (XX), proprietário do apto. 1004, situado à (endereço do apto.), venho através da presente solicitar a V.Sas. Que vistorie e conserte a pia da cozinha. O serviço de vedação ao redor da cuba já foi feito há algum tempo atrás, mas já está saindo tudo. Certos de vossas atenções, subscrevo-me. Minha área está provocando uma infiltração do apto. 904 há mais de 2 meses. Eles, já fizeram a reclamação por escrito. Atenciosamente
  • 30. Análise do exemplo: • 1) máxima de quantidade: o escritor da carta é informativo e objetivo; não acrescente informação desnecessária • 2) máxima da qualidade: escritor fala sobre coisas que ele pode comprovar; está sendo “verdadeiro” • 3) máxima da relação: escritor só escreve sobre coisas relevantes na situação • 4) máxima de modo: escritor evita ambiguidades, está sendo claro
  • 31. Outros exemplos: • A1: “A onde está o João?” • A2: “Que horas são?” • B: “Alguns bares já estão abertos.” • A: “Was hast du gesagt?” • B: “Warum stellst du das Radio nicht noch etwas lauter?”  teoria tenta explicar como é possível saber mais do que é de fato falado