O documento discute a teoria crítica da Escola de Frankfurt e sua análise da indústria cultural, destacando como os meios de comunicação e a cultura de massa influenciam a sociedade contemporânea e criam consciência dentro de contextos de desigualdade. Os pesquisadores argumentam que a 'indústria da cultura' não apenas aliena e desumaniza o indivíduo, mas também promove conformismo e passividade, impedindo a reflexão crítica e a transformação social. Essa crítica é embasada na observação de que a racionalidade técnica e a produção em série resultam em uma homogeneização da cultura, limitando a liberdade e a individualidade.