IMUNIZAÇÃO DA CRIANÇA E
ADOLESCENTE
Prof. En. Paulo Cesar T. C. Júnior
enfp.c.junior@gmail.com
IMUNIZAÇÃO
 Os seres humanos estão
constantemente expostos a agentes
infecciosos, como parasitas,
bactérias, vírus e fungos.
 Resposta natural, inata ou inespecífica.
 Resposta adquirida, adaptativa ou
específica.
IMUNIZAÇÃO
 A imunidade adquirida específica
corresponde à proteção contra cada
agente infeccioso ou antígeno.
 A resposta específica inicia-se
quando os agentes infecciosos são
reconhecidos pelos linfócitos T e B.
 Os linfócitos B iniciam a produção de
anticorpos específicos
 Os linfócitos T viabilizam a produção de
células de memória
IMUNIZAÇÃO
 A primeira classe de imunoglobulina a ser
produzida é a IgM e, posteriormente, a IgG
(resposta primária)
 A IgG ficará presente, na maioria das
vezes, para o resto da vida.
 As imunoglobulinas específicas contra esse
antígeno serão produzidas todas as vezes
em que o organismo entrar em contato com
esse agente etiológico (resposta
secundária)
IMUNIDADE ESPECÍFICA
 Imunidade ativa
 estimulação da resposta imunológica com a
produção de anticorpos específicos
 NATURAL
 ARTIFICIAL - Vacinação
 Imunidade passiva
 é imediata, mas transitória
 anticorpos maternos - transplacentaria ou
amamentação
 administração parenteral de soro ou de
imunoglobulina de origem humana
VACINAÇÃO
 As vacinas permitem a prevenção, o
controle, a eliminação e a erradicação
das doenças imunopreveníveis, assim
como a redução da morbimortalidade
por certos agravos, sendo a sua
utilização bastante custo-efetiva
VACINAS PNI
 Vacina BCG;
 Vacina hepatite B (recombinante) – hepatite B;
 Vacina adsorvida hepatite A (inativada) – hepatite A;
 Vacina poliomielite 1, 2 e 3 (atenuada) – VOP;
 Vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) – VIP;
 Vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis, hepatite B (recombinante) e
Haemophilus influenzae b (conjugada) – penta;
 Vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis – DTP;
 Vacina adsorvida difteria e tétano adulto – dT;
 Vacina rotavírus humano G1P1[8] (atenuada) – VORH ;
 Vacina febre amarela (atenuada) – FA;
 Vacina sarampo, caxumba e rubéola – tríplice viral;
 Vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) – tetra viral;
 Vacina meningocócica C (conjugada) – meningo C;
 Vacina pneumocócica 10-valente (conjugada) – pneumo 10;
 Vacina varicela (atenuada);
 Vacina influenza (inativada);
 Vacina raiva humana;
 Vacina papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18 (recombinante) – HPV.
CONTRAINDICAÇÕES
 A contraindicação é entendida como uma
condição do usuário a ser vacinado que
aumenta, em muito, o risco de um evento
adverso grave ou faz com que o risco de
complicações da vacina seja maior do que o risco
da doença contra a qual se deseja proteger.
 Falsas contraindicações
 atrasam as doses
 diminuem a cobertura vacinal
 Contraindicações verdadeiras
 Falsas contraindicações
 Doença aguda benigna sem febre – quando a
criança não apresenta histórico de doença grave ou
infecção simples das vias respiratórias superiores.
 Prematuridade ou baixo peso ao nascer – as vacinas
devem ser administradas na idade cronológica
recomendada, com exceção para a vacina BCG, que
deve ser administrada nas crianças com peso ≥ 2
kg.
 Ocorrência de evento adverso em dose anterior de
uma vacina, a exemplo da reação local (dor,
vermelhidão ou inflamação no lugar da injeção).
 Diagnósticos clínicos prévios de doença, tais como
tuberculose, coqueluche, tétano, difteria,
poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola.
 Doença neurológica estável ou pregressa com sequela
presente.
 Antecedente familiar de convulsão ou morte súbita.
 Alergias, exceto as alergias graves a algum componente
de determinada vacina (anafilaxia comprovada).
 História de alergia não específica, individual ou familiar.
 História familiar de evento adverso à vacinação (exemplo:
convulsão).
 Uso de antibiótico, profilático ou terapêutico e antiviral.
 Tratamento com corticosteroides em dias alternados em
dose não imunossupressora.
 Uso de corticosteroides inalatórios ou tópicos ou com
dose de manutenção fisiológica.
 Quando o usuário é contato domiciliar de gestante, uma
vez que os vacinados não transmitem os vírus vacinais do
sarampo, da caxumba ou da rubéola.
 Internação hospitalar.
 Mulheres no período de amamentação (considere as
situações de adiamento para a vacina febre amarela).
CONTRAINDICAÇÕES
 Contraindicações Verdadeiras
 Hipersensibilidade (reação anafilática)
confirmada após o recebimento de dose
anterior
 História de hipersensibilidade a
qualquer componente dos
imunobiológicos
 Usuários com imunodeficiência
ADIAMENTO
 Usuário de dose imunossupressora de corticoide –
vacine 90 dias após a suspensão ou o término do
tratamento.
 Usuário que necessita receber imunoglobulina,
sangue ou hemoderivados – não vacine com vacinas
de agentes vivos atenuados nas quatro semanas
que antecedem e até 90 dias após o uso daqueles
produtos.
 Usuário que apresenta doença febril grave – não
vacine até a resolução do quadro
Vacinação simultânea
 Administração de duas ou mais vacinas no
mesmo momento
 regiões anatômicas diferentes
 vias de administração diferentes.
 As vacinas dos calendários de vacinação podem
ser administradas simultaneamente sem que
ocorra interferência na resposta imunológica
 Exceto: FA, tríplice viral, contra varicela e tetra
viral, que devem ser administradas com
intervalo de 30 dias
CALENDARIO DE VACINAÇÃO
DA CRIANÇA
CALENDÁRIO
VACINAÇÃO
PREMATUROS
CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO
DO ADOLESCENTE
Grupo alvo Idade VACINAS
Adolescentes 10 a 19
anos
- Hepatite B (3doses a depender da situação
vacinal)
– Febre Amarela (1 dose a depender da
situação vacinal)
– Tríplice Viral (2 doses até os 29 anos ou 1
dose em > 30 anos. Idade máxima: 49 anos)
– DT (Reforço a cada 10 anos)
– dTpa (para gestantes a partir da 20ª semana,
que perderam a oportunidade de serem
vacinadas)
– Pneumocócica 23: 1 dose a depender da
situação vacinal anterior (indicada para
população indígena e grupos-alvo específicos)
Eventos Adversos
 Evento adverso pós-vacinação
(EAPV) é qualquer ocorrência
médica indesejada após a vacinação
e que, não necessariamente,
possui uma relação causal com o
uso de uma vacina ou outro
imunobiológico
Eventos Adversos
 Os eventos adversos que podem ser imputados
às vacinações são apenas uma fração dos que
ocorrem após as vacinações.
 inesperados
 esperados
 Entre os eventos esperados,
 Febre, dor e edema local
 convulsões febris, episódio hipotônico-
hiporresponsivo, anafilaxia etc.
 Eventos inesperados são aqueles não
identificados anteriormente, como ocorreu com a
vacina rotavírus (invaginação intestinal),
Vacinas Vivas
 Bacterianas
 BCG – Bacterias vivas atenuadas
 Virais
 SRC (tríplice viral) – Sarampo, rubéola
e caxumba
 Varicela – Catapora
 Vacina contra febre amarela
 Rotavírus
Vias de Administração
 Intradermica
 BCG
 Subcutânea
 Tríplice Viral SCR
 Tetra Viral
 Varicela
 Febre Amarela
 Intramuscular
Dosagem
 Dose habitual
 0,5 ml
 BCG - 0,1 ml
 Hepatite B >19 anos - 1ml
 Influenza Criança
 até 2 anos - 0,25ml
Rotina em Sala de Vacina
 Início dos trabalhos e preparação
 Acolhimento
 Triagem
 Administração do Imunobiológico
 Fim dos trabalhos
Inicio dos Trabalhos
 Verificar se a sala está limpa e em ordem.
 Verificar a temperatura do(s) equipamento(s) de
refrigeração, registrando-a no mapa de registro
diário de temperatura,
 Higienizar as mãos
 Organizar a caixa térmica de uso diário
 Separar os cartões de controle dos indivíduos com
vacinação aprazada para o dia de trabalho
 Retirar do equipamento de refrigeração as vacinas e
separar os diluentes correspondentes na quantidade
necessária ao consumo na jornada de trabalho
 Organizar vacinas e diluentes na caixa térmica, já
com a temperatura recomendada
Acolhimento
 Realize o Acolhimento e triagem com classificação
 Obtenha informações sobre o estado de saúde do usuário,
avaliando as indicações e as possíveis contraindicações
 Oriente o usuário sobre a importância da vacinação e da
conclusão do esquema básico
 Faça o registro do imunobiológico a ser administrado
 Na caderneta de vacinação, date e anote no espaço
indicado: a dose, o lote, a unidade de saúde onde a
vacina foi administrada e o nome legível do
vacinador,
 O aprazamento deve ser calculado e registrada com lápis
na caderneta de saúde, no cartão de vacinação
Administração
 Verifique qual imunobiológico deve ser administrado,
 Higienize as mãos antes e após o procedimento,
 Examine o produto, observando a aparência da solução,
o estado da embalagem, o número do lote e o prazo de
validade.
 Observe a via de administração e a dosagem.
 Prepare o imunobiológico
 Administre o imunobiológico segundo a técnica
específica,
 Observe a ocorrência de eventos adversos pós-
vacinação,
 Despreze o material utilizado na caixa coletora de
material perfurocortante
Fim dos Trabalhos
 Confira no boletim diário as doses de vacinas
administradas no dia.
 Retire as vacinas da caixa térmica de uso diário,
 Retire as bobinas reutilizáveis da caixa térmica, proceda
à sua limpeza e acondicione-as no refrigerador ou no
freezer.
 Despreze os frascos de vacinas multidose que
ultrapassaram o prazo de validade após a sua abertura,
 Verifique e anote a temperatura do equipamento de
refrigeração no(s) respectivo(s) mapa(s) de controle
diário de temperatura
 Certifique-se de que os equipamentos de refrigeração
estão funcionando devidamente.
 Desligue os condicionadores de ar.
 Deixe a sala limpa e em ordem,
OBRIGADO!!!!

Imunização da criança e do adolescente..

  • 1.
    IMUNIZAÇÃO DA CRIANÇAE ADOLESCENTE Prof. En. Paulo Cesar T. C. Júnior enfp.c.junior@gmail.com
  • 2.
    IMUNIZAÇÃO  Os sereshumanos estão constantemente expostos a agentes infecciosos, como parasitas, bactérias, vírus e fungos.  Resposta natural, inata ou inespecífica.  Resposta adquirida, adaptativa ou específica.
  • 3.
    IMUNIZAÇÃO  A imunidadeadquirida específica corresponde à proteção contra cada agente infeccioso ou antígeno.  A resposta específica inicia-se quando os agentes infecciosos são reconhecidos pelos linfócitos T e B.  Os linfócitos B iniciam a produção de anticorpos específicos  Os linfócitos T viabilizam a produção de células de memória
  • 4.
    IMUNIZAÇÃO  A primeiraclasse de imunoglobulina a ser produzida é a IgM e, posteriormente, a IgG (resposta primária)  A IgG ficará presente, na maioria das vezes, para o resto da vida.  As imunoglobulinas específicas contra esse antígeno serão produzidas todas as vezes em que o organismo entrar em contato com esse agente etiológico (resposta secundária)
  • 5.
    IMUNIDADE ESPECÍFICA  Imunidadeativa  estimulação da resposta imunológica com a produção de anticorpos específicos  NATURAL  ARTIFICIAL - Vacinação  Imunidade passiva  é imediata, mas transitória  anticorpos maternos - transplacentaria ou amamentação  administração parenteral de soro ou de imunoglobulina de origem humana
  • 6.
    VACINAÇÃO  As vacinaspermitem a prevenção, o controle, a eliminação e a erradicação das doenças imunopreveníveis, assim como a redução da morbimortalidade por certos agravos, sendo a sua utilização bastante custo-efetiva
  • 7.
    VACINAS PNI  VacinaBCG;  Vacina hepatite B (recombinante) – hepatite B;  Vacina adsorvida hepatite A (inativada) – hepatite A;  Vacina poliomielite 1, 2 e 3 (atenuada) – VOP;  Vacina poliomielite 1, 2 e 3 (inativada) – VIP;  Vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis, hepatite B (recombinante) e Haemophilus influenzae b (conjugada) – penta;  Vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis – DTP;  Vacina adsorvida difteria e tétano adulto – dT;  Vacina rotavírus humano G1P1[8] (atenuada) – VORH ;  Vacina febre amarela (atenuada) – FA;  Vacina sarampo, caxumba e rubéola – tríplice viral;  Vacina sarampo, caxumba, rubéola e varicela (atenuada) – tetra viral;  Vacina meningocócica C (conjugada) – meningo C;  Vacina pneumocócica 10-valente (conjugada) – pneumo 10;  Vacina varicela (atenuada);  Vacina influenza (inativada);  Vacina raiva humana;  Vacina papilomavírus humano 6, 11, 16 e 18 (recombinante) – HPV.
  • 8.
    CONTRAINDICAÇÕES  A contraindicaçãoé entendida como uma condição do usuário a ser vacinado que aumenta, em muito, o risco de um evento adverso grave ou faz com que o risco de complicações da vacina seja maior do que o risco da doença contra a qual se deseja proteger.  Falsas contraindicações  atrasam as doses  diminuem a cobertura vacinal  Contraindicações verdadeiras
  • 9.
     Falsas contraindicações Doença aguda benigna sem febre – quando a criança não apresenta histórico de doença grave ou infecção simples das vias respiratórias superiores.  Prematuridade ou baixo peso ao nascer – as vacinas devem ser administradas na idade cronológica recomendada, com exceção para a vacina BCG, que deve ser administrada nas crianças com peso ≥ 2 kg.  Ocorrência de evento adverso em dose anterior de uma vacina, a exemplo da reação local (dor, vermelhidão ou inflamação no lugar da injeção).  Diagnósticos clínicos prévios de doença, tais como tuberculose, coqueluche, tétano, difteria, poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola.
  • 10.
     Doença neurológicaestável ou pregressa com sequela presente.  Antecedente familiar de convulsão ou morte súbita.  Alergias, exceto as alergias graves a algum componente de determinada vacina (anafilaxia comprovada).  História de alergia não específica, individual ou familiar.  História familiar de evento adverso à vacinação (exemplo: convulsão).  Uso de antibiótico, profilático ou terapêutico e antiviral.  Tratamento com corticosteroides em dias alternados em dose não imunossupressora.  Uso de corticosteroides inalatórios ou tópicos ou com dose de manutenção fisiológica.  Quando o usuário é contato domiciliar de gestante, uma vez que os vacinados não transmitem os vírus vacinais do sarampo, da caxumba ou da rubéola.  Internação hospitalar.  Mulheres no período de amamentação (considere as situações de adiamento para a vacina febre amarela).
  • 11.
    CONTRAINDICAÇÕES  Contraindicações Verdadeiras Hipersensibilidade (reação anafilática) confirmada após o recebimento de dose anterior  História de hipersensibilidade a qualquer componente dos imunobiológicos  Usuários com imunodeficiência
  • 12.
    ADIAMENTO  Usuário dedose imunossupressora de corticoide – vacine 90 dias após a suspensão ou o término do tratamento.  Usuário que necessita receber imunoglobulina, sangue ou hemoderivados – não vacine com vacinas de agentes vivos atenuados nas quatro semanas que antecedem e até 90 dias após o uso daqueles produtos.  Usuário que apresenta doença febril grave – não vacine até a resolução do quadro
  • 13.
    Vacinação simultânea  Administraçãode duas ou mais vacinas no mesmo momento  regiões anatômicas diferentes  vias de administração diferentes.  As vacinas dos calendários de vacinação podem ser administradas simultaneamente sem que ocorra interferência na resposta imunológica  Exceto: FA, tríplice viral, contra varicela e tetra viral, que devem ser administradas com intervalo de 30 dias
  • 14.
  • 15.
  • 16.
    CALENDÁRIO DE VACINAÇÃO DOADOLESCENTE Grupo alvo Idade VACINAS Adolescentes 10 a 19 anos - Hepatite B (3doses a depender da situação vacinal) – Febre Amarela (1 dose a depender da situação vacinal) – Tríplice Viral (2 doses até os 29 anos ou 1 dose em > 30 anos. Idade máxima: 49 anos) – DT (Reforço a cada 10 anos) – dTpa (para gestantes a partir da 20ª semana, que perderam a oportunidade de serem vacinadas) – Pneumocócica 23: 1 dose a depender da situação vacinal anterior (indicada para população indígena e grupos-alvo específicos)
  • 17.
    Eventos Adversos  Eventoadverso pós-vacinação (EAPV) é qualquer ocorrência médica indesejada após a vacinação e que, não necessariamente, possui uma relação causal com o uso de uma vacina ou outro imunobiológico
  • 18.
    Eventos Adversos  Oseventos adversos que podem ser imputados às vacinações são apenas uma fração dos que ocorrem após as vacinações.  inesperados  esperados  Entre os eventos esperados,  Febre, dor e edema local  convulsões febris, episódio hipotônico- hiporresponsivo, anafilaxia etc.  Eventos inesperados são aqueles não identificados anteriormente, como ocorreu com a vacina rotavírus (invaginação intestinal),
  • 19.
    Vacinas Vivas  Bacterianas BCG – Bacterias vivas atenuadas  Virais  SRC (tríplice viral) – Sarampo, rubéola e caxumba  Varicela – Catapora  Vacina contra febre amarela  Rotavírus
  • 20.
    Vias de Administração Intradermica  BCG  Subcutânea  Tríplice Viral SCR  Tetra Viral  Varicela  Febre Amarela  Intramuscular
  • 22.
    Dosagem  Dose habitual 0,5 ml  BCG - 0,1 ml  Hepatite B >19 anos - 1ml  Influenza Criança  até 2 anos - 0,25ml
  • 23.
    Rotina em Salade Vacina  Início dos trabalhos e preparação  Acolhimento  Triagem  Administração do Imunobiológico  Fim dos trabalhos
  • 27.
    Inicio dos Trabalhos Verificar se a sala está limpa e em ordem.  Verificar a temperatura do(s) equipamento(s) de refrigeração, registrando-a no mapa de registro diário de temperatura,  Higienizar as mãos  Organizar a caixa térmica de uso diário  Separar os cartões de controle dos indivíduos com vacinação aprazada para o dia de trabalho  Retirar do equipamento de refrigeração as vacinas e separar os diluentes correspondentes na quantidade necessária ao consumo na jornada de trabalho  Organizar vacinas e diluentes na caixa térmica, já com a temperatura recomendada
  • 28.
    Acolhimento  Realize oAcolhimento e triagem com classificação  Obtenha informações sobre o estado de saúde do usuário, avaliando as indicações e as possíveis contraindicações  Oriente o usuário sobre a importância da vacinação e da conclusão do esquema básico  Faça o registro do imunobiológico a ser administrado  Na caderneta de vacinação, date e anote no espaço indicado: a dose, o lote, a unidade de saúde onde a vacina foi administrada e o nome legível do vacinador,  O aprazamento deve ser calculado e registrada com lápis na caderneta de saúde, no cartão de vacinação
  • 29.
    Administração  Verifique qualimunobiológico deve ser administrado,  Higienize as mãos antes e após o procedimento,  Examine o produto, observando a aparência da solução, o estado da embalagem, o número do lote e o prazo de validade.  Observe a via de administração e a dosagem.  Prepare o imunobiológico  Administre o imunobiológico segundo a técnica específica,  Observe a ocorrência de eventos adversos pós- vacinação,  Despreze o material utilizado na caixa coletora de material perfurocortante
  • 30.
    Fim dos Trabalhos Confira no boletim diário as doses de vacinas administradas no dia.  Retire as vacinas da caixa térmica de uso diário,  Retire as bobinas reutilizáveis da caixa térmica, proceda à sua limpeza e acondicione-as no refrigerador ou no freezer.  Despreze os frascos de vacinas multidose que ultrapassaram o prazo de validade após a sua abertura,  Verifique e anote a temperatura do equipamento de refrigeração no(s) respectivo(s) mapa(s) de controle diário de temperatura  Certifique-se de que os equipamentos de refrigeração estão funcionando devidamente.  Desligue os condicionadores de ar.  Deixe a sala limpa e em ordem,
  • 32.