SlideShare uma empresa Scribd logo
Unidade II
MODELOS PEDAGÓGICOS:
SIGNIFICADOS E CONTEXTOS
Embasamento Filosófico e Características
Profª. Elvira Patelli
Para iniciar
“Somos seres históricos, já que nossas
ações e pensamentos mudam no tempo, à
medida que enfrentamos os problemas não
só da vida pessoal, como também da
experiência coletiva. É assim que
produzimos a nós mesmos e a cultura aproduzimos a nós mesmos e a cultura a
que pertencemos”
(Aranha,2006)
Somos tempo e somos, portanto,
espaço e história
As questões de educação são engendradas
nas relações que se estabelecem entre as
pessoas nos diversos segmentos da
sociedade.
A educação não é portanto um fenômenoA educação não é, portanto,um fenômeno
neutro.
Questionamentos básicos
Como entendemos o mundo em que
vivemos?
Quais são as utopias que nos movem
neste mundo?
Que tipo de homem e sociedade
queremos construir?
Qual é a escola dos nossos sonhos?
Tempo, Espaço e História
Idade da Pedra Lascada (Paleolítico);
Nomadismo, coleta dos alimentos;
Idade da Pedra Polida (Neolítico);
Fixação no solo;
Desenvolvimento de técnicas de
agricultura e pastoreio;
A terra pertence a todos e o trabalho e
seus produtos são coletivos.
Nas sociedades tribais
“Tudo o que se sabe aos poucos se
adquire por viver muitas e diferentes
situações de trocas entre pessoas, com o
corpo, com a consciência, com o corpo-e-a-
consciência. As pessoas convivem umas
com as outras e o saber flui pelos atos decom as outras e o saber flui, pelos atos de
quem sabe-e-faz, para quem não-sabe-e-
aprende” (Brandão, 2006)
Espaço e História
Desenvolvimento da técnica e dos ofícios
especializados.
Incremento da agricultura, do pastoreio e
do comércio de excedentes.
Sociedade mais complexa
Divisão de classes
Religião organizada
Estado centralizadorEstado centralizador
Transformações
A complexidade das sociedades provoca
várias divisões:
Coloca a mulher no lar como dependente
do homem.
Traz a segmentação social entre
governantes, sacerdotes, mercadores,
produtores e escravos.
Educação
A educação, antes igualitária e difusa e
acessível a todos da tribo torna-se
privilégio de alguns. Educa-se para o
sagrado, para administração e para o
adestramento.
Educação, tempo e história
Porque sempre que falamos em
educação, nós, brasileiros...
http://www.multirio.rj.gov.br.Acesso em 05.04.2007
http://www.multirio.rj.gov.br/historia
Acesso em 05/04/2007
http://blog.uncovering.org/archives/uploads/2006/060829-
partenon1.jpg
Nossas memórias
Lembramos da vinda dos portugueses para
o Brasil, dos jesuítas, e até dos filósofos
gregos.
Mas retornem comigo no tempo,
compondo uma linha de
compreensão:
Aranha (2006) nos conta que nas
civilizações orientais não existia uma
prática pedagógica propriamente dito, e as
orientações sobre como educar permeiam
os livros sagrados, que oferecem regras
ideais de conduta segundo as prescriçõesideais de conduta segundo as prescrições
religiosas e morais.
Antigo Egito
No Antigo Egito, a transmissão do saber,
tanto religioso como técnico era restrito a
poucos. Era um ensino autoritário cuja
finalidade era curvar o aluno à obediência,
sendo que o falar bem também se
constituía em um importante instrumentoconstituía em um importante instrumento
político.
http://antigoegito.tripod.com/menu1.gift.A
acesso em 05/04/2007
http://upload.wikimedia.or/wikipédia/commons/thumb/e/e1/Bruegel
-Acesso em 05/04/2007
Mesopotâmia
Na Mesopotâmia, à semelhança do Egito a
poderosa classe sacerdotal era depositária
do saber e encarregada da educação, e a
escola formava os escribas, que liam e
copiavam os textos religiosos usando a
escritaescrita.
http://www.dearaujo.ecn.br/cgi-bin/imgs/mosesred.jpg
Acesso em 05/04/2007
Hebreus
Os hebreus por sua vez, desenvolveram
uma nova ética, voltada para os valores da
pessoa, uma vez que os mandamentos são
um apelo ao ser humano interior. As
sinagogas também serviam para a instrução
religiosa pela qual se transmitiam asreligiosa, pela qual se transmitiam as
verdades da Bíblia, cujos cinco primeiros
livros sagrados são chamados Tora
(ensinamento ou instrução). O judaísmo
atribui importância a todo ofício, e
reconhece o valor da educação para oreconhece o valor da educação para o
trabalho.
http://www.svet-je-
lep.com/predstavitve/sponzorirano/slike/shakti_shiva.jpg
Índia
Na Índia, marcada por uma extrema
discriminação de castas a educação
também era discriminadora e privilegiava
os brâmanes, que aprendiam os textos
sagrados dos Vedas e dos Upanishads.
Fonte;http://fotoe magens.blogs.sapo.pt/arquivo/natur39.jpg.
Acesso em 05/04/2007
China
Na China a educação reproduzia um caráter
conservador, voltado para a transmissão
da sabedoria contida nos livros clássicos.
Ainda hoje podemos ter acesso ao mais
antigo livro e talvez o de mais difícil
interpretação o I Chinginterpretação, o I Ching.
Interatividade
Explique a natureza da educação tribal.
Como ela acontece ?
a) Cada um isoladamente;
b) Com a convivência entre todas as
pessoas;
c) Somente entre pessoas da mesma
idade;
d) Pela transmissão escrita;
e) Pela escola formale) Pela escola formal.
E a antiguidade grega?
Os gregos antigos alcançaram um grau de
consciência de si mesmos que não existia
em nenhum outro lugar, com uma nova
concepção de cultura, o lugar ocupado pelo
indivíduo na sociedade. Tudo isso repercute
no ensino e nas teorias educacionais Osno ensino e nas teorias educacionais. Os
filósofos gregos voltavam-se para uma
formação consciente do indivíduo, correto,
sem falhas.
Assim
“A ênfase dada à formação integral deu
origem a um conceito de complexa
definição, ou seja, à Paidéia, palavra que
teria sido cunhada por volta do século V
a.C., mas que exprimia um ideal de
formação constante no mundo grego”formação constante no mundo grego”.
(Aranha, 2006)
Sintetizando
Os povos da Antiguidade Oriental tinham
suas práticas educativas vinculadas às
tradições religiosas recebidas dos
ancestrais.
Sintetizando
Na Grécia clássica, entretanto, houve a
substituição das explicações religiosas
pelo uso da razão autônoma, da
inteligência crítica, capaz de estabelecer
uma lei humana, não divina. Surge assim a
necessidade de pensar num ideal denecessidade de pensar num ideal de
formação, não do herói submetido ao
destino ou ao capricho dos deuses, mas o
cidadão que vai elaborar também a cultura
da sua comunidade. A idéia que atravessa
essa transformação é clara: o projeto, aessa transformação é clara: o projeto, a
utopia substituem a limitação de um
destino traçado.
Educação e Sociedade
Essa situação, de lançar-se de uma
condição para a outra, o educare constitue-
se também enquanto um projeto social.
Como coloca Durkheim (1.973) em relação à
educação “...ela é um fenômeno
eminentemente social”eminentemente social”
Sociedades
“Mas a educação comum varia também de
uma sociedade a outra. Cada sociedade
constrói, para seu uso, certo tipo ideal do
homem. E este ideal é o eixo educativo. Para
cada sociedade, a educação é o meio pelo
qual ela prepara na formação das criançasqual ela prepara, na formação das crianças,
as condições essenciais de sua própria
existência. Assim, cada povo tem a educação
que lhe é própria e que pode servir para
defini-la, da mesma forma que a organização
política, religiosa ou moral (Durkheim,política, religiosa ou moral (Durkheim,
l1973)”.
Modelo Pedagógico e Conjuntura
Histórica
Desde que as atividades coletivas do mundo
tribal foram sendo gradativamente
abandonadas, surgiram as sociedades mais
complexas e nelas se deu a separação do
trabalho e suas especializações e também
sua separação entre trabalho intelectual esua separação entre trabalho intelectual e
trabalho manual.
Educação e Modos de Produção
Compreender as relações que se
estabelecem entre a educação e os modos
de produção da sociedade exige também
compreensão sobre o papel dos modos de
produção na vida do homem enquanto ser
humano e isso só acontece quandohumano e isso só acontece quando
retomamos a idéia colocada no início, de
sermos seres históricos, com espaço e
tempo definidos.
Quando o homem passa a organizar-se em
sociedades mais complexas estabelecendosociedades mais complexas estabelecendo
novas relações com o trabalho e definindo
novos modos de produção, define também
novas formas de pensar
a educação.
A partir do surgimento dos artesãos e dos
primeiros comerciantes, nas pequenas
cidades na Idade Média, inicia-se uma nova
sociedade que substituiria o sistema feudal.
Assim, no capitalismo, as classes não se
relacionarão mais pela servidão a umrelacionarão mais pela servidão a um
senhor feudal, mas pelos meios de
produção e pela contratação livre do
trabalho.
Revolução Industrial
Passagem da manufatura à industria
mecânica.
Introdução das máquinas nas fábricas,
aumentando muito o rendimento do
trabalho e da produção como um todo.
Conseqüências:
Divisão do trabalho;
Produção em série;
Urbanização.
Fragmentação do conhecimento
Com o objetivo de levar ao máximo o
desempenho dos operários, dentro das
fábricas subdivide-se a produção em várias
operações, e cada trabalhador fica
responsável, dentro da linha de montagem,
sempre por uma única parte criando assimsempre por uma única parte, criando assim
uma situação muito distinta de quando o
trabalhador conhecia e executava todo o
processo.
Com isso, deixa de dominar o
conhecimento completo pois conhececonhecimento completo, pois conhece
apenas uma parte dele, e limita seu domínio
técnico sobre o próprio trabalho.
Transformações
Considera-se que hoje vivemos a terceira
fase da revolução industrial, que é
caracterizada pelos grandes complexos
industriais, empresas multinacionais e
automação da produção. Incorpora-se ao
processo produtivo o avanço da robótica eprocesso produtivo o avanço da robótica e
da engenharia genética, usando-se cada
vez mais tecnologia e cada vez menos mão-
de-obra.
http://adorocinema.cidadeinternet.com.br/filmes/temposmodernos
01.jpg
Acesso em 17/04/2007
Novas tecnologias
Entretanto, nos últimos anos, particularmente
a partir da década de 70, o mundo presencia
uma crise do sistema de produção
capitalista, que vai impulsionar,
principalmente nos anos de 1980 e 1990, uma
série de transformações sócio históricas quesérie de transformações sócio-históricas que
afetariam das mais diversas formas a
estrutura social.
E a educação?
“A educação é o elemento-chave na
construção de uma sociedade baseada na
informação, no conhecimento e no
aprendizado. Parte considerável do desnível
entre indivíduos, organizações, regiões e
países deve se à desigualdade depaíses deve-se à desigualdade de
oportunidades relativas ao desenvolvimento
da capacidade de aprender e concretizar
inovações”.
(Livro Verde da Sociedade da Informação )
Professores e escolas precisam
refletir:
O que realmente devem realizar como meio
para o acesso à nova sociedade da
informação?
Qual o tipo de ensino que deve orientar seus
esforços?esforços?
Como formar indivíduos para “aprender a
aprender” de modo a serem capazes de lidar
com as contínuas transformações do nosso
tempo?tempo?
Ou seja:
Como definir novos modelos pedagógicos
para essa sociedade tecnológica em que
vivemos?
Interatividade
Q l l ã t d l d ó iQual a relação entre modelo pedagógico e a
sociedade?
a) O modelo pedagógico independe da
sociedade;
b) A escolha do modelo é feita apenas pelos) p p
pais;
c) O modelo pedagógico imposto favorece a
criatividade social;
d) O modelo pedagógico de cada sociedade
tem por eixo educativo um ideal detem por eixo educativo, um ideal de
homem;
e) O modelo pedagógico é apenas mais uma
instituição social.
É ÓATÉ A PRÓXIMA!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

A Educação na Pós Modernidade
A Educação na Pós ModernidadeA Educação na Pós Modernidade
A Educação na Pós Modernidade
João Rafael Lopes
 
História da educação conceitos
História da educação conceitosHistória da educação conceitos
História da educação conceitos
Marcilio Sampaio
 
Slide história da educação universal e brasileira - pdf
Slide   história da educação universal e brasileira  - pdfSlide   história da educação universal e brasileira  - pdf
Slide história da educação universal e brasileira - pdf
Prof. Antônio Martins de Almeida Filho
 
Slide história da pedagogia
Slide   história da pedagogiaSlide   história da pedagogia
Slide história da pedagogia
Prof. Antônio Martins de Almeida Filho
 
História da Educação: Conceito histórico
História da Educação: Conceito históricoHistória da Educação: Conceito histórico
História da Educação: Conceito histórico
Vadeilza Castilho
 
Sintese ideias o que é educação brandão
Sintese ideias o que é educação brandãoSintese ideias o que é educação brandão
Sintese ideias o que é educação brandão
Universidade Federal do Ceará
 
1ªaula história educ.brasil
1ªaula história educ.brasil1ªaula história educ.brasil
1ªaula história educ.brasil
Marcilio Sampaio
 
Slide história da educação - pdf
Slide   história da educação - pdfSlide   história da educação - pdf
Slide história da educação - pdf
Prof. Antônio Martins de Almeida Filho
 
Fundamentos da História da Educação
Fundamentos da História da EducaçãoFundamentos da História da Educação
Fundamentos da História da Educação
Herbert Santana
 
Apostila completa concurso professor (1) 1
Apostila completa concurso professor (1) 1Apostila completa concurso professor (1) 1
Apostila completa concurso professor (1) 1
jorge luiz ferreira ferreira
 
Fundamentos Da Educação HistóRia Da EducaçãO
Fundamentos Da Educação   HistóRia Da EducaçãOFundamentos Da Educação   HistóRia Da EducaçãO
Fundamentos Da Educação HistóRia Da EducaçãO
FUBÁ CAFÉ - Ponto de Cultura e Escola de Aprendizado Livre
 
2 2013 cortella_a_escola_e_o_conhecimento
2 2013 cortella_a_escola_e_o_conhecimento2 2013 cortella_a_escola_e_o_conhecimento
2 2013 cortella_a_escola_e_o_conhecimento
Vanderlita Gomes B Marquetti
 
História da educação
História da educação História da educação
História da educação
Valéria Poubell
 
Historia educacao_geral_2
 Historia educacao_geral_2 Historia educacao_geral_2
Historia educacao_geral_2
Joemio Freire
 
História da educação resumo
História da educação resumoHistória da educação resumo
História da educação resumo
zildamisseno
 
Edilberto Sastre
Edilberto SastreEdilberto Sastre
Edilberto Sastre
Luis Fernando Guggenberger
 
Ivan illich sociedade desescolarizada ii - o retorno
Ivan illich   sociedade desescolarizada ii - o retornoIvan illich   sociedade desescolarizada ii - o retorno
Ivan illich sociedade desescolarizada ii - o retorno
Coolmeia, Ideias em Cooperação
 
História da educação geral
História da educação geralHistória da educação geral
História da educação geral
Rosicler Casal Bueno Cardoso
 
IntroduçãO1
IntroduçãO1IntroduçãO1
IntroduçãO1
rogerio
 

Mais procurados (19)

A Educação na Pós Modernidade
A Educação na Pós ModernidadeA Educação na Pós Modernidade
A Educação na Pós Modernidade
 
História da educação conceitos
História da educação conceitosHistória da educação conceitos
História da educação conceitos
 
Slide história da educação universal e brasileira - pdf
Slide   história da educação universal e brasileira  - pdfSlide   história da educação universal e brasileira  - pdf
Slide história da educação universal e brasileira - pdf
 
Slide história da pedagogia
Slide   história da pedagogiaSlide   história da pedagogia
Slide história da pedagogia
 
História da Educação: Conceito histórico
História da Educação: Conceito históricoHistória da Educação: Conceito histórico
História da Educação: Conceito histórico
 
Sintese ideias o que é educação brandão
Sintese ideias o que é educação brandãoSintese ideias o que é educação brandão
Sintese ideias o que é educação brandão
 
1ªaula história educ.brasil
1ªaula história educ.brasil1ªaula história educ.brasil
1ªaula história educ.brasil
 
Slide história da educação - pdf
Slide   história da educação - pdfSlide   história da educação - pdf
Slide história da educação - pdf
 
Fundamentos da História da Educação
Fundamentos da História da EducaçãoFundamentos da História da Educação
Fundamentos da História da Educação
 
Apostila completa concurso professor (1) 1
Apostila completa concurso professor (1) 1Apostila completa concurso professor (1) 1
Apostila completa concurso professor (1) 1
 
Fundamentos Da Educação HistóRia Da EducaçãO
Fundamentos Da Educação   HistóRia Da EducaçãOFundamentos Da Educação   HistóRia Da EducaçãO
Fundamentos Da Educação HistóRia Da EducaçãO
 
2 2013 cortella_a_escola_e_o_conhecimento
2 2013 cortella_a_escola_e_o_conhecimento2 2013 cortella_a_escola_e_o_conhecimento
2 2013 cortella_a_escola_e_o_conhecimento
 
História da educação
História da educação História da educação
História da educação
 
Historia educacao_geral_2
 Historia educacao_geral_2 Historia educacao_geral_2
Historia educacao_geral_2
 
História da educação resumo
História da educação resumoHistória da educação resumo
História da educação resumo
 
Edilberto Sastre
Edilberto SastreEdilberto Sastre
Edilberto Sastre
 
Ivan illich sociedade desescolarizada ii - o retorno
Ivan illich   sociedade desescolarizada ii - o retornoIvan illich   sociedade desescolarizada ii - o retorno
Ivan illich sociedade desescolarizada ii - o retorno
 
História da educação geral
História da educação geralHistória da educação geral
História da educação geral
 
IntroduçãO1
IntroduçãO1IntroduçãO1
IntroduçãO1
 

Destaque

Organização do Trabalho Pedagogico
Organização do Trabalho PedagogicoOrganização do Trabalho Pedagogico
Organização do Trabalho Pedagogico
mcsales
 
PNAIC - Matemática - Organização do Trabalho Pedagógico
PNAIC - Matemática - Organização do Trabalho PedagógicoPNAIC - Matemática - Organização do Trabalho Pedagógico
PNAIC - Matemática - Organização do Trabalho Pedagógico
ElieneDias
 
Corrigido planejando as visitas às salas de aula -
Corrigido planejando as visitas às salas de aula -Corrigido planejando as visitas às salas de aula -
Corrigido planejando as visitas às salas de aula -
Eunice Mendes de Oliveira
 
Dona Licinha conto1
Dona Licinha    conto1Dona Licinha    conto1
Dona Licinha conto1
Eunice Mendes de Oliveira
 
Atividade 3 5_eunice slides a formiga e a neve c
Atividade 3 5_eunice slides a formiga e  a neve   cAtividade 3 5_eunice slides a formiga e  a neve   c
Atividade 3 5_eunice slides a formiga e a neve c
Eunice Mendes de Oliveira
 
Falarcomdeu sco
Falarcomdeu scoFalarcomdeu sco
Falarcomdeu sco
Eunice Mendes de Oliveira
 
DIA D 2014 - A COMUNIDADE ESCOLAR - O dia d e o pip 2
DIA D 2014 - A COMUNIDADE ESCOLAR - O dia d e o pip 2DIA D 2014 - A COMUNIDADE ESCOLAR - O dia d e o pip 2
DIA D 2014 - A COMUNIDADE ESCOLAR - O dia d e o pip 2
Eunice Mendes de Oliveira
 
Mensagem dia dos pais
Mensagem dia dos paisMensagem dia dos pais
Mensagem dia dos pais
Eunice Mendes de Oliveira
 
Eunice
EuniceEunice
Devocional diario (1)
Devocional diario (1)Devocional diario (1)
Devocional diario (1)
Eunice Mendes de Oliveira
 
Mensagem ao professor
Mensagem ao professorMensagem ao professor
Mensagem ao professor
Eunice Mendes de Oliveira
 
PNAIC - O trabalho com ortografia na escola
PNAIC - O trabalho com ortografia na escolaPNAIC - O trabalho com ortografia na escola
PNAIC - O trabalho com ortografia na escola
ElieneDias
 
Trabahando com crianças do berçário
Trabahando com crianças do berçárioTrabahando com crianças do berçário
Trabahando com crianças do berçário
Eunice Mendes de Oliveira
 
Apresentação1 dia d correto dia dos pais 2013 correto
Apresentação1 dia d correto dia dos pais 2013 corretoApresentação1 dia d correto dia dos pais 2013 correto
Apresentação1 dia d correto dia dos pais 2013 correto
Eunice Mendes de Oliveira
 
O menino que_aprendeu_a_ler[1]
O menino que_aprendeu_a_ler[1]O menino que_aprendeu_a_ler[1]
O menino que_aprendeu_a_ler[1]
Eunice Mendes de Oliveira
 
A Difícil Arte de Conviver
A Difícil Arte de ConviverA Difícil Arte de Conviver
A Difícil Arte de Conviver
lucianaraspa
 
Apresentação flexibilização curricular
Apresentação flexibilização curricularApresentação flexibilização curricular
Apresentação flexibilização curricular
Eunice Mendes de Oliveira
 
Ano 2 pnaic 3º encontro blog2
Ano 2 pnaic 3º encontro blog2Ano 2 pnaic 3º encontro blog2
Ano 2 pnaic 3º encontro blog2
miesbella
 
1 power~1
1 power~11 power~1
Expandindo a qualidade da educação pública de minas gerais
Expandindo a qualidade da educação pública de minas geraisExpandindo a qualidade da educação pública de minas gerais
Expandindo a qualidade da educação pública de minas gerais
Eunice Mendes de Oliveira
 

Destaque (20)

Organização do Trabalho Pedagogico
Organização do Trabalho PedagogicoOrganização do Trabalho Pedagogico
Organização do Trabalho Pedagogico
 
PNAIC - Matemática - Organização do Trabalho Pedagógico
PNAIC - Matemática - Organização do Trabalho PedagógicoPNAIC - Matemática - Organização do Trabalho Pedagógico
PNAIC - Matemática - Organização do Trabalho Pedagógico
 
Corrigido planejando as visitas às salas de aula -
Corrigido planejando as visitas às salas de aula -Corrigido planejando as visitas às salas de aula -
Corrigido planejando as visitas às salas de aula -
 
Dona Licinha conto1
Dona Licinha    conto1Dona Licinha    conto1
Dona Licinha conto1
 
Atividade 3 5_eunice slides a formiga e a neve c
Atividade 3 5_eunice slides a formiga e  a neve   cAtividade 3 5_eunice slides a formiga e  a neve   c
Atividade 3 5_eunice slides a formiga e a neve c
 
Falarcomdeu sco
Falarcomdeu scoFalarcomdeu sco
Falarcomdeu sco
 
DIA D 2014 - A COMUNIDADE ESCOLAR - O dia d e o pip 2
DIA D 2014 - A COMUNIDADE ESCOLAR - O dia d e o pip 2DIA D 2014 - A COMUNIDADE ESCOLAR - O dia d e o pip 2
DIA D 2014 - A COMUNIDADE ESCOLAR - O dia d e o pip 2
 
Mensagem dia dos pais
Mensagem dia dos paisMensagem dia dos pais
Mensagem dia dos pais
 
Eunice
EuniceEunice
Eunice
 
Devocional diario (1)
Devocional diario (1)Devocional diario (1)
Devocional diario (1)
 
Mensagem ao professor
Mensagem ao professorMensagem ao professor
Mensagem ao professor
 
PNAIC - O trabalho com ortografia na escola
PNAIC - O trabalho com ortografia na escolaPNAIC - O trabalho com ortografia na escola
PNAIC - O trabalho com ortografia na escola
 
Trabahando com crianças do berçário
Trabahando com crianças do berçárioTrabahando com crianças do berçário
Trabahando com crianças do berçário
 
Apresentação1 dia d correto dia dos pais 2013 correto
Apresentação1 dia d correto dia dos pais 2013 corretoApresentação1 dia d correto dia dos pais 2013 correto
Apresentação1 dia d correto dia dos pais 2013 correto
 
O menino que_aprendeu_a_ler[1]
O menino que_aprendeu_a_ler[1]O menino que_aprendeu_a_ler[1]
O menino que_aprendeu_a_ler[1]
 
A Difícil Arte de Conviver
A Difícil Arte de ConviverA Difícil Arte de Conviver
A Difícil Arte de Conviver
 
Apresentação flexibilização curricular
Apresentação flexibilização curricularApresentação flexibilização curricular
Apresentação flexibilização curricular
 
Ano 2 pnaic 3º encontro blog2
Ano 2 pnaic 3º encontro blog2Ano 2 pnaic 3º encontro blog2
Ano 2 pnaic 3º encontro blog2
 
1 power~1
1 power~11 power~1
1 power~1
 
Expandindo a qualidade da educação pública de minas gerais
Expandindo a qualidade da educação pública de minas geraisExpandindo a qualidade da educação pública de minas gerais
Expandindo a qualidade da educação pública de minas gerais
 

Semelhante a Slide modelos pedagógico ii

Escola, cultura e sociedade
Escola, cultura e sociedadeEscola, cultura e sociedade
Escola, cultura e sociedade
Universidade Federal do Ceará
 
Revista educaespecial 1
Revista educaespecial 1Revista educaespecial 1
Revista educaespecial 1
Armazém Do Educador
 
INTRODUÇÃO, HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO
INTRODUÇÃO, HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃOINTRODUÇÃO, HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO
INTRODUÇÃO, HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO
unieubra
 
1_carvalho.pdf
1_carvalho.pdf1_carvalho.pdf
1_carvalho.pdf
AdrianaBueno41
 
1 carvalho
1 carvalho1 carvalho
1 carvalho
KaKa970609
 
Cultura negra e educação
Cultura negra e educaçãoCultura negra e educação
Cultura negra e educação
Aline Vaz
 
Buscadores & polinizadores 4a versão
Buscadores & polinizadores 4a versãoBuscadores & polinizadores 4a versão
Buscadores & polinizadores 4a versão
augustodefranco .
 
Aula 1: Fundamentos legais e princípios da educação
Aula 1: Fundamentos legais e princípios da educaçãoAula 1: Fundamentos legais e princípios da educação
Aula 1: Fundamentos legais e princípios da educação
Israel serique
 
A História da Ed. Física no Mundo - Aula 02.pdf
A História da Ed. Física no Mundo - Aula 02.pdfA História da Ed. Física no Mundo - Aula 02.pdf
A História da Ed. Física no Mundo - Aula 02.pdf
GerardoMarcilioPinto
 
PROJETO EDUCAÇÃO: DIVERSIDADE CULTURAL
PROJETO EDUCAÇÃO: DIVERSIDADE CULTURALPROJETO EDUCAÇÃO: DIVERSIDADE CULTURAL
PROJETO EDUCAÇÃO: DIVERSIDADE CULTURAL
Aline Martendal
 
CurríCulo DiferençAs E Identidades
CurríCulo DiferençAs E IdentidadesCurríCulo DiferençAs E Identidades
CurríCulo DiferençAs E Identidades
Edneide Lima
 
Revista apeoesp educação especial
Revista apeoesp educação especialRevista apeoesp educação especial
Revista apeoesp educação especial
Leila Kanada
 
Educação hipertextual e complexidade humana
Educação hipertextual e complexidade humanaEducação hipertextual e complexidade humana
Educação hipertextual e complexidade humana
Ka Menezes
 
1ªaula história educ.brasil
1ªaula história educ.brasil1ªaula história educ.brasil
1ªaula história educ.brasil
Marcilio Sampaio
 
Tendencias pedagógicas 2013
Tendencias pedagógicas 2013Tendencias pedagógicas 2013
Tendencias pedagógicas 2013
Sa'ndro Soares
 
EDUCACAO FISICA, INCLUSAO E DIVERSIDADE[1].ppt
EDUCACAO FISICA, INCLUSAO E DIVERSIDADE[1].pptEDUCACAO FISICA, INCLUSAO E DIVERSIDADE[1].ppt
EDUCACAO FISICA, INCLUSAO E DIVERSIDADE[1].ppt
Igor Sampaio Pinho
 
Portfólio Gestão do Projeto Educativo
Portfólio Gestão do Projeto Educativo Portfólio Gestão do Projeto Educativo
Portfólio Gestão do Projeto Educativo
PatriciaFrana46
 
O paradigma da educação multicultural amazônica
O paradigma da educação multicultural amazônicaO paradigma da educação multicultural amazônica
O paradigma da educação multicultural amazônica
Hebert Balieiro
 
1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt
1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt
1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt
MARIADAASSUNOSIMOESF
 
1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt
1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt
1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt
AleTavares2
 

Semelhante a Slide modelos pedagógico ii (20)

Escola, cultura e sociedade
Escola, cultura e sociedadeEscola, cultura e sociedade
Escola, cultura e sociedade
 
Revista educaespecial 1
Revista educaespecial 1Revista educaespecial 1
Revista educaespecial 1
 
INTRODUÇÃO, HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO
INTRODUÇÃO, HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃOINTRODUÇÃO, HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO
INTRODUÇÃO, HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO
 
1_carvalho.pdf
1_carvalho.pdf1_carvalho.pdf
1_carvalho.pdf
 
1 carvalho
1 carvalho1 carvalho
1 carvalho
 
Cultura negra e educação
Cultura negra e educaçãoCultura negra e educação
Cultura negra e educação
 
Buscadores & polinizadores 4a versão
Buscadores & polinizadores 4a versãoBuscadores & polinizadores 4a versão
Buscadores & polinizadores 4a versão
 
Aula 1: Fundamentos legais e princípios da educação
Aula 1: Fundamentos legais e princípios da educaçãoAula 1: Fundamentos legais e princípios da educação
Aula 1: Fundamentos legais e princípios da educação
 
A História da Ed. Física no Mundo - Aula 02.pdf
A História da Ed. Física no Mundo - Aula 02.pdfA História da Ed. Física no Mundo - Aula 02.pdf
A História da Ed. Física no Mundo - Aula 02.pdf
 
PROJETO EDUCAÇÃO: DIVERSIDADE CULTURAL
PROJETO EDUCAÇÃO: DIVERSIDADE CULTURALPROJETO EDUCAÇÃO: DIVERSIDADE CULTURAL
PROJETO EDUCAÇÃO: DIVERSIDADE CULTURAL
 
CurríCulo DiferençAs E Identidades
CurríCulo DiferençAs E IdentidadesCurríCulo DiferençAs E Identidades
CurríCulo DiferençAs E Identidades
 
Revista apeoesp educação especial
Revista apeoesp educação especialRevista apeoesp educação especial
Revista apeoesp educação especial
 
Educação hipertextual e complexidade humana
Educação hipertextual e complexidade humanaEducação hipertextual e complexidade humana
Educação hipertextual e complexidade humana
 
1ªaula história educ.brasil
1ªaula história educ.brasil1ªaula história educ.brasil
1ªaula história educ.brasil
 
Tendencias pedagógicas 2013
Tendencias pedagógicas 2013Tendencias pedagógicas 2013
Tendencias pedagógicas 2013
 
EDUCACAO FISICA, INCLUSAO E DIVERSIDADE[1].ppt
EDUCACAO FISICA, INCLUSAO E DIVERSIDADE[1].pptEDUCACAO FISICA, INCLUSAO E DIVERSIDADE[1].ppt
EDUCACAO FISICA, INCLUSAO E DIVERSIDADE[1].ppt
 
Portfólio Gestão do Projeto Educativo
Portfólio Gestão do Projeto Educativo Portfólio Gestão do Projeto Educativo
Portfólio Gestão do Projeto Educativo
 
O paradigma da educação multicultural amazônica
O paradigma da educação multicultural amazônicaO paradigma da educação multicultural amazônica
O paradigma da educação multicultural amazônica
 
1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt
1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt
1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt
 
1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt
1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt
1.-A-educacao-como-objeto-de-estudo-sociologico.ppt
 

Mais de Funvic - Fundação de Ensino de Mococa

Material desafio fake-news
Material desafio fake-newsMaterial desafio fake-news
Material desafio fake-news
Funvic - Fundação de Ensino de Mococa
 
Primavera arabe
Primavera arabePrimavera arabe
Pós moder..
Pós moder..Pós moder..
Para ente..
Para ente..Para ente..
Def posmodernismo demar
Def posmodernismo demarDef posmodernismo demar
Modernidade x pos modernidade
Modernidade x pos modernidadeModernidade x pos modernidade
Modernidade x pos modernidade
Funvic - Fundação de Ensino de Mococa
 
Indústria cultural transparências
Indústria cultural transparênciasIndústria cultural transparências
Indústria cultural transparências
Funvic - Fundação de Ensino de Mococa
 
Individualismo
IndividualismoIndividualismo
Impasse neoliberal na educação pedro demo_79
Impasse neoliberal na educação pedro demo_79Impasse neoliberal na educação pedro demo_79
Impasse neoliberal na educação pedro demo_79
Funvic - Fundação de Ensino de Mococa
 
Unidade%20 v%20ead%20o%20aluno%20ensino%20sup
Unidade%20 v%20ead%20o%20aluno%20ensino%20supUnidade%20 v%20ead%20o%20aluno%20ensino%20sup
Unidade%20 v%20ead%20o%20aluno%20ensino%20sup
Funvic - Fundação de Ensino de Mococa
 
Uma mente dois_crebros_1
Uma mente dois_crebros_1Uma mente dois_crebros_1
Uma mente dois_crebros_1
Funvic - Fundação de Ensino de Mococa
 
Tipos de dominacao
Tipos de dominacaoTipos de dominacao
Teorias da evolução
Teorias da evoluçãoTeorias da evolução
Sócrates
SócratesSócrates
Sobre a cidade e as serras
Sobre a cidade e as serrasSobre a cidade e as serras
Sobre a cidade e as serras
Funvic - Fundação de Ensino de Mococa
 
Slides presocraticos
Slides presocraticosSlides presocraticos
Saferdic@s
Saferdic@sSaferdic@s
Revolucao inglesa
Revolucao inglesaRevolucao inglesa
Revolução inglesa iii
Revolução inglesa iiiRevolução inglesa iii
Revolução inglesa ii
Revolução inglesa iiRevolução inglesa ii

Mais de Funvic - Fundação de Ensino de Mococa (20)

Material desafio fake-news
Material desafio fake-newsMaterial desafio fake-news
Material desafio fake-news
 
Primavera arabe
Primavera arabePrimavera arabe
Primavera arabe
 
Pós moder..
Pós moder..Pós moder..
Pós moder..
 
Para ente..
Para ente..Para ente..
Para ente..
 
Def posmodernismo demar
Def posmodernismo demarDef posmodernismo demar
Def posmodernismo demar
 
Modernidade x pos modernidade
Modernidade x pos modernidadeModernidade x pos modernidade
Modernidade x pos modernidade
 
Indústria cultural transparências
Indústria cultural transparênciasIndústria cultural transparências
Indústria cultural transparências
 
Individualismo
IndividualismoIndividualismo
Individualismo
 
Impasse neoliberal na educação pedro demo_79
Impasse neoliberal na educação pedro demo_79Impasse neoliberal na educação pedro demo_79
Impasse neoliberal na educação pedro demo_79
 
Unidade%20 v%20ead%20o%20aluno%20ensino%20sup
Unidade%20 v%20ead%20o%20aluno%20ensino%20supUnidade%20 v%20ead%20o%20aluno%20ensino%20sup
Unidade%20 v%20ead%20o%20aluno%20ensino%20sup
 
Uma mente dois_crebros_1
Uma mente dois_crebros_1Uma mente dois_crebros_1
Uma mente dois_crebros_1
 
Tipos de dominacao
Tipos de dominacaoTipos de dominacao
Tipos de dominacao
 
Teorias da evolução
Teorias da evoluçãoTeorias da evolução
Teorias da evolução
 
Sócrates
SócratesSócrates
Sócrates
 
Sobre a cidade e as serras
Sobre a cidade e as serrasSobre a cidade e as serras
Sobre a cidade e as serras
 
Slides presocraticos
Slides presocraticosSlides presocraticos
Slides presocraticos
 
Saferdic@s
Saferdic@sSaferdic@s
Saferdic@s
 
Revolucao inglesa
Revolucao inglesaRevolucao inglesa
Revolucao inglesa
 
Revolução inglesa iii
Revolução inglesa iiiRevolução inglesa iii
Revolução inglesa iii
 
Revolução inglesa ii
Revolução inglesa iiRevolução inglesa ii
Revolução inglesa ii
 

Slide modelos pedagógico ii

  • 1. Unidade II MODELOS PEDAGÓGICOS: SIGNIFICADOS E CONTEXTOS Embasamento Filosófico e Características Profª. Elvira Patelli
  • 2. Para iniciar “Somos seres históricos, já que nossas ações e pensamentos mudam no tempo, à medida que enfrentamos os problemas não só da vida pessoal, como também da experiência coletiva. É assim que produzimos a nós mesmos e a cultura aproduzimos a nós mesmos e a cultura a que pertencemos” (Aranha,2006)
  • 3. Somos tempo e somos, portanto, espaço e história As questões de educação são engendradas nas relações que se estabelecem entre as pessoas nos diversos segmentos da sociedade. A educação não é portanto um fenômenoA educação não é, portanto,um fenômeno neutro.
  • 4. Questionamentos básicos Como entendemos o mundo em que vivemos? Quais são as utopias que nos movem neste mundo? Que tipo de homem e sociedade queremos construir? Qual é a escola dos nossos sonhos?
  • 5. Tempo, Espaço e História Idade da Pedra Lascada (Paleolítico); Nomadismo, coleta dos alimentos; Idade da Pedra Polida (Neolítico); Fixação no solo; Desenvolvimento de técnicas de agricultura e pastoreio; A terra pertence a todos e o trabalho e seus produtos são coletivos.
  • 6. Nas sociedades tribais “Tudo o que se sabe aos poucos se adquire por viver muitas e diferentes situações de trocas entre pessoas, com o corpo, com a consciência, com o corpo-e-a- consciência. As pessoas convivem umas com as outras e o saber flui pelos atos decom as outras e o saber flui, pelos atos de quem sabe-e-faz, para quem não-sabe-e- aprende” (Brandão, 2006)
  • 7. Espaço e História Desenvolvimento da técnica e dos ofícios especializados. Incremento da agricultura, do pastoreio e do comércio de excedentes. Sociedade mais complexa Divisão de classes Religião organizada Estado centralizadorEstado centralizador
  • 8. Transformações A complexidade das sociedades provoca várias divisões: Coloca a mulher no lar como dependente do homem. Traz a segmentação social entre governantes, sacerdotes, mercadores, produtores e escravos.
  • 9. Educação A educação, antes igualitária e difusa e acessível a todos da tribo torna-se privilégio de alguns. Educa-se para o sagrado, para administração e para o adestramento.
  • 10. Educação, tempo e história Porque sempre que falamos em educação, nós, brasileiros... http://www.multirio.rj.gov.br.Acesso em 05.04.2007
  • 13. Nossas memórias Lembramos da vinda dos portugueses para o Brasil, dos jesuítas, e até dos filósofos gregos.
  • 14. Mas retornem comigo no tempo, compondo uma linha de compreensão: Aranha (2006) nos conta que nas civilizações orientais não existia uma prática pedagógica propriamente dito, e as orientações sobre como educar permeiam os livros sagrados, que oferecem regras ideais de conduta segundo as prescriçõesideais de conduta segundo as prescrições religiosas e morais.
  • 15. Antigo Egito No Antigo Egito, a transmissão do saber, tanto religioso como técnico era restrito a poucos. Era um ensino autoritário cuja finalidade era curvar o aluno à obediência, sendo que o falar bem também se constituía em um importante instrumentoconstituía em um importante instrumento político.
  • 18. Mesopotâmia Na Mesopotâmia, à semelhança do Egito a poderosa classe sacerdotal era depositária do saber e encarregada da educação, e a escola formava os escribas, que liam e copiavam os textos religiosos usando a escritaescrita.
  • 20. Hebreus Os hebreus por sua vez, desenvolveram uma nova ética, voltada para os valores da pessoa, uma vez que os mandamentos são um apelo ao ser humano interior. As sinagogas também serviam para a instrução religiosa pela qual se transmitiam asreligiosa, pela qual se transmitiam as verdades da Bíblia, cujos cinco primeiros livros sagrados são chamados Tora (ensinamento ou instrução). O judaísmo atribui importância a todo ofício, e reconhece o valor da educação para oreconhece o valor da educação para o trabalho.
  • 22. Índia Na Índia, marcada por uma extrema discriminação de castas a educação também era discriminadora e privilegiava os brâmanes, que aprendiam os textos sagrados dos Vedas e dos Upanishads.
  • 24. China Na China a educação reproduzia um caráter conservador, voltado para a transmissão da sabedoria contida nos livros clássicos. Ainda hoje podemos ter acesso ao mais antigo livro e talvez o de mais difícil interpretação o I Chinginterpretação, o I Ching.
  • 25. Interatividade Explique a natureza da educação tribal. Como ela acontece ? a) Cada um isoladamente; b) Com a convivência entre todas as pessoas; c) Somente entre pessoas da mesma idade; d) Pela transmissão escrita; e) Pela escola formale) Pela escola formal.
  • 26. E a antiguidade grega? Os gregos antigos alcançaram um grau de consciência de si mesmos que não existia em nenhum outro lugar, com uma nova concepção de cultura, o lugar ocupado pelo indivíduo na sociedade. Tudo isso repercute no ensino e nas teorias educacionais Osno ensino e nas teorias educacionais. Os filósofos gregos voltavam-se para uma formação consciente do indivíduo, correto, sem falhas.
  • 27. Assim “A ênfase dada à formação integral deu origem a um conceito de complexa definição, ou seja, à Paidéia, palavra que teria sido cunhada por volta do século V a.C., mas que exprimia um ideal de formação constante no mundo grego”formação constante no mundo grego”. (Aranha, 2006)
  • 28. Sintetizando Os povos da Antiguidade Oriental tinham suas práticas educativas vinculadas às tradições religiosas recebidas dos ancestrais.
  • 29. Sintetizando Na Grécia clássica, entretanto, houve a substituição das explicações religiosas pelo uso da razão autônoma, da inteligência crítica, capaz de estabelecer uma lei humana, não divina. Surge assim a necessidade de pensar num ideal denecessidade de pensar num ideal de formação, não do herói submetido ao destino ou ao capricho dos deuses, mas o cidadão que vai elaborar também a cultura da sua comunidade. A idéia que atravessa essa transformação é clara: o projeto, aessa transformação é clara: o projeto, a utopia substituem a limitação de um destino traçado.
  • 30. Educação e Sociedade Essa situação, de lançar-se de uma condição para a outra, o educare constitue- se também enquanto um projeto social. Como coloca Durkheim (1.973) em relação à educação “...ela é um fenômeno eminentemente social”eminentemente social”
  • 31. Sociedades “Mas a educação comum varia também de uma sociedade a outra. Cada sociedade constrói, para seu uso, certo tipo ideal do homem. E este ideal é o eixo educativo. Para cada sociedade, a educação é o meio pelo qual ela prepara na formação das criançasqual ela prepara, na formação das crianças, as condições essenciais de sua própria existência. Assim, cada povo tem a educação que lhe é própria e que pode servir para defini-la, da mesma forma que a organização política, religiosa ou moral (Durkheim,política, religiosa ou moral (Durkheim, l1973)”.
  • 32. Modelo Pedagógico e Conjuntura Histórica Desde que as atividades coletivas do mundo tribal foram sendo gradativamente abandonadas, surgiram as sociedades mais complexas e nelas se deu a separação do trabalho e suas especializações e também sua separação entre trabalho intelectual esua separação entre trabalho intelectual e trabalho manual.
  • 33. Educação e Modos de Produção Compreender as relações que se estabelecem entre a educação e os modos de produção da sociedade exige também compreensão sobre o papel dos modos de produção na vida do homem enquanto ser humano e isso só acontece quandohumano e isso só acontece quando retomamos a idéia colocada no início, de sermos seres históricos, com espaço e tempo definidos. Quando o homem passa a organizar-se em sociedades mais complexas estabelecendosociedades mais complexas estabelecendo novas relações com o trabalho e definindo novos modos de produção, define também novas formas de pensar a educação.
  • 34. A partir do surgimento dos artesãos e dos primeiros comerciantes, nas pequenas cidades na Idade Média, inicia-se uma nova sociedade que substituiria o sistema feudal. Assim, no capitalismo, as classes não se relacionarão mais pela servidão a umrelacionarão mais pela servidão a um senhor feudal, mas pelos meios de produção e pela contratação livre do trabalho.
  • 35. Revolução Industrial Passagem da manufatura à industria mecânica. Introdução das máquinas nas fábricas, aumentando muito o rendimento do trabalho e da produção como um todo. Conseqüências: Divisão do trabalho; Produção em série; Urbanização.
  • 36. Fragmentação do conhecimento Com o objetivo de levar ao máximo o desempenho dos operários, dentro das fábricas subdivide-se a produção em várias operações, e cada trabalhador fica responsável, dentro da linha de montagem, sempre por uma única parte criando assimsempre por uma única parte, criando assim uma situação muito distinta de quando o trabalhador conhecia e executava todo o processo. Com isso, deixa de dominar o conhecimento completo pois conhececonhecimento completo, pois conhece apenas uma parte dele, e limita seu domínio técnico sobre o próprio trabalho.
  • 37. Transformações Considera-se que hoje vivemos a terceira fase da revolução industrial, que é caracterizada pelos grandes complexos industriais, empresas multinacionais e automação da produção. Incorpora-se ao processo produtivo o avanço da robótica eprocesso produtivo o avanço da robótica e da engenharia genética, usando-se cada vez mais tecnologia e cada vez menos mão- de-obra.
  • 39. Novas tecnologias Entretanto, nos últimos anos, particularmente a partir da década de 70, o mundo presencia uma crise do sistema de produção capitalista, que vai impulsionar, principalmente nos anos de 1980 e 1990, uma série de transformações sócio históricas quesérie de transformações sócio-históricas que afetariam das mais diversas formas a estrutura social.
  • 40. E a educação? “A educação é o elemento-chave na construção de uma sociedade baseada na informação, no conhecimento e no aprendizado. Parte considerável do desnível entre indivíduos, organizações, regiões e países deve se à desigualdade depaíses deve-se à desigualdade de oportunidades relativas ao desenvolvimento da capacidade de aprender e concretizar inovações”. (Livro Verde da Sociedade da Informação )
  • 41. Professores e escolas precisam refletir: O que realmente devem realizar como meio para o acesso à nova sociedade da informação? Qual o tipo de ensino que deve orientar seus esforços?esforços? Como formar indivíduos para “aprender a aprender” de modo a serem capazes de lidar com as contínuas transformações do nosso tempo?tempo?
  • 42. Ou seja: Como definir novos modelos pedagógicos para essa sociedade tecnológica em que vivemos?
  • 43. Interatividade Q l l ã t d l d ó iQual a relação entre modelo pedagógico e a sociedade? a) O modelo pedagógico independe da sociedade; b) A escolha do modelo é feita apenas pelos) p p pais; c) O modelo pedagógico imposto favorece a criatividade social; d) O modelo pedagógico de cada sociedade tem por eixo educativo um ideal detem por eixo educativo, um ideal de homem; e) O modelo pedagógico é apenas mais uma instituição social.
  • 44. É ÓATÉ A PRÓXIMA!