Universidade de Pernambuco – UPE
Escola Politécnica de Pernambuco – POLI
Aluno: Matheus Phelipe Alves Pinto
Curso: Eng. Computação Turma: BM Período: 1°2017.2
Disciplina: Soc. Meio Ambiente Professor(a): Mirna Data de entrega: 01.09.17
Silogismo
Para haver a expressão eficiente e precisa de nossas ideias ao mundo externo,
devemos saber organizar nossos pensamentos de modo que possamos chegar a um
raciocínio sólido e que mantenha a continuidade do tema por tratado. Um dos modos de
organizar um pensamentoraciocínio de modo a chegar em uma conclusão final é através
da construção de silogismos – que em grego significa “conexão de ideias”.
O silogismo é um conceito estudado pela lógica e se refere a construção de um
raciocínio lógico e coerente, salvas exceções. Baseando-se em argumentos (juízos)
anteriores, o silogismo chega a um desfecho final, chamado conclusão, que é inferido pela
correlação entre as duas últimas premissas propostas, resultando em uma terceira. Vale
ressaltar que, para se chegar a uma conclusão, as chamadas premissas devem gerar uma
conexão precisa e que evite deduções falhas ou até mesmo a dubiedade do raciocínio
elaborado. Como podemos ver abaixo, o silogismo (a) está correto enquanto o (b)
apresenta-se num estado de falácia uma vez que nem todos os animas com olhos são
mamíferos.
Subjetividade
O conceito de subjetividade refere-se ao juízo elaborado de forma
individual por cada um, o qual fomenta as bases de suas opiniões, sendo
estritamente particular. Partindo desse ponto, embora seja uma avaliação
intima de cada ser, existe o envolvimento da esfera social, uma vez que o
indivíduo se encontra inserido em sociedade – tendo vivencias em comum
com os demais. O fator “comum” não atua como padronizador de opiniões e
sim como uma situação e (ou) contexto analisada por emoções e impressões
distintos. Estar em sociedade não impede a formação de opiniões diferentes
daqueles que nos rodeiam, uma vez que não existem experiências
exatamente iguais. Tais opiniões construídas tendem a formar o caráter do
indivíduo, bem como a maneira como irá lidar com suas relações nas
instituições sociais.
“Todos os animais que tem olhos são mamíferos”
“O salmão tem olhos”
“Logo, o salmão é um mamífero”
Silogismo b
“Os elétrons se deslocam com facilidade nos condutores”
“O cobre é um condutor”
“Logo, o cobre conduz corrente elétrica facilmente”
Silogismo a

Silogismo e subjetividade - breve definição

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    Universidade de Pernambuco– UPE Escola Politécnica de Pernambuco – POLI Aluno: Matheus Phelipe Alves Pinto Curso: Eng. Computação Turma: BM Período: 1°2017.2 Disciplina: Soc. Meio Ambiente Professor(a): Mirna Data de entrega: 01.09.17 Silogismo Para haver a expressão eficiente e precisa de nossas ideias ao mundo externo, devemos saber organizar nossos pensamentos de modo que possamos chegar a um raciocínio sólido e que mantenha a continuidade do tema por tratado. Um dos modos de organizar um pensamentoraciocínio de modo a chegar em uma conclusão final é através da construção de silogismos – que em grego significa “conexão de ideias”. O silogismo é um conceito estudado pela lógica e se refere a construção de um raciocínio lógico e coerente, salvas exceções. Baseando-se em argumentos (juízos) anteriores, o silogismo chega a um desfecho final, chamado conclusão, que é inferido pela correlação entre as duas últimas premissas propostas, resultando em uma terceira. Vale ressaltar que, para se chegar a uma conclusão, as chamadas premissas devem gerar uma conexão precisa e que evite deduções falhas ou até mesmo a dubiedade do raciocínio elaborado. Como podemos ver abaixo, o silogismo (a) está correto enquanto o (b) apresenta-se num estado de falácia uma vez que nem todos os animas com olhos são mamíferos. Subjetividade O conceito de subjetividade refere-se ao juízo elaborado de forma individual por cada um, o qual fomenta as bases de suas opiniões, sendo estritamente particular. Partindo desse ponto, embora seja uma avaliação intima de cada ser, existe o envolvimento da esfera social, uma vez que o indivíduo se encontra inserido em sociedade – tendo vivencias em comum com os demais. O fator “comum” não atua como padronizador de opiniões e sim como uma situação e (ou) contexto analisada por emoções e impressões distintos. Estar em sociedade não impede a formação de opiniões diferentes daqueles que nos rodeiam, uma vez que não existem experiências exatamente iguais. Tais opiniões construídas tendem a formar o caráter do indivíduo, bem como a maneira como irá lidar com suas relações nas instituições sociais. “Todos os animais que tem olhos são mamíferos” “O salmão tem olhos” “Logo, o salmão é um mamífero” Silogismo b “Os elétrons se deslocam com facilidade nos condutores” “O cobre é um condutor” “Logo, o cobre conduz corrente elétrica facilmente” Silogismo a