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SETEMI NEWSS Sempre Trazendo Mais Informação!
Ano 5 - Edição 54Mogi das Cruzes, Setembro de 2017 Distribuição Gratuita
Crescimento por dois trimestres consecutivos
não garante que país saiu da recessão
A economia brasileira cresceu
0,2% entre abril e junho, depois
de avançar 1% nos três primei-
ros meses do ano e, antes
disso, de registrar dois anos
seguidos de queda no Produto
Interno Bruto (PIB). De forma
geral, o fim das recessões é
marcado por dois períodos
consecutivos de aumento do
PIB. Mas no caso do Brasil, o
ponto final do atual ciclo de
crise pode estar em algum
lugar do terceiro trimestre,
avaliam economistas. Em rota
de recuperação, foi muito
próximo de zero.
A fragilidade dos números
aparece nas expectativas de
consultorias e instituições
financeiras para o dado que foi
divulgado pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE).
As projeções para o resultado
do PIB (Produto Interno Bruto)
do segundo trimestre estavam
relativamente dispersas, com
números positivos e negativos,
ressalta Paulo Picchetti,
membro do Comitê Codace da
Fundação Getulio Vargas
(FGV), que, à semelhança de
outras instituições indepen-
dentes presentes em diversos
países, identifica o início e o fim
das recessões.
A identificação do início da
1% dos brasileiros com
deficiência está no
mercado de trabalho
Direitos Humanos
Quase 24% dos brasileiros (45
milhões de pessoas) possuem
algum tipo de deficiência,
segundo o Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística
(IBGE). Muitos enfrentam
dificuldades de inserção social
e exercer uma função profissio-
nal pode ajudar a ultrapassar
essas dificuldades.
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Tecnologia
Brasil será o nosso
próximo mercado, diz
CEO
Um mês após o anúncio,
passado o frenesi inicial da
imprensa americana, 61 dos 80
funcionários da Three Square
Market já convivem com esse
corpo estranho, do tamanho de
um grão de arroz, aplicado
sobre a pele com uma seringa
entre os dedos polegar e
indicador.
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Bolo de Leite
Condensando
Receitas
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crise também não seguiu a
regra geral de dois trimestres
consecutivos de queda do
produto. Segundo o Codace, a
recessão começou no segun-
do trimestre de 2014, intervalo
localizado entre dois períodos
de crescimento do PIB - de
0,5% nos primeiros três meses
do ano e de 0,3% no terceiro
trimestre.
"O resultado (PIB do segundo
trimestre) ainda está muito
próximo da estabilidade",
concorda Solange Srour,
economista-chefe da ARX
Investimentos. Ainda que os
dados não sinalizem a saída
oficial da recessão, ela ponde-
ra, eles reiteram a avaliação de
que a economia está melho-
rando, de que "estamos saindo
do fundo do poço".
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Setembro de 20172 SETEMI NEWS
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Marcos Dantas - MTB 55235
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Gráfica:
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Destaque
A economia brasileira cresceu
0,2% entre abril e junho, depois
de avançar 1% nos três primei-
ros meses do ano e, antes
disso, de registrar dois anos
seguidos de queda no Produto
Interno Bruto (PIB). De forma
geral, o fim das recessões é
marcado por dois períodos
consecutivos de aumento do
PIB. Mas no caso do Brasil, o
ponto final do atual ciclo de
crise pode estar em algum
lugar do terceiro trimestre,
avaliam economistas.
Isso porque, de um lado, a alta
forte observada de janeiro a
março foi bastante concentra-
da na agropecuária. Já o
avanço do segundo trimestre,
apesar de trazer sinais mais
claros de que a economia entra
em rota de recuperação, foi
muito próximo de zero.
A fragilidade dos números
aparece nas expectativas de
consultorias e instituições
financeiras para o dado que foi
divulgado pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE).
As projeções para o resultado
do PIB do segundo trimestre
estavam relativamente disper-
sas, com números positivos e
negativos, ressalta Paulo
Picchetti, membro do Comitê
d e D a t a ç ã o d e C i c l o s
Econômicos (Codace) da
Fundação Getulio Vargas
(FGV), que, à semelhança de
outras instituições independen-
tes presentes em diversos
países, identifica o início e o fim
das recessões.
A identificação do início da
crise também não seguiu a
regra geral de dois trimestres
consecutivos de queda do
produto. Segundo o Codace, a
recessão começou no segundo
trimestre de 2014, intervalo
localizado entre dois períodos
de crescimento do PIB - de
0,5% nos primeiros três meses
do ano e de 0,3% no terceiro
trimestre.
"O resultado (PIB do segundo
trimestre) ainda está muito
próximo da estabilidade",
concorda Solange Srour,
economista-chefe da ARX
Investimentos.
Ainda que os dados não sinali-
zem a saída oficial da reces-
são, ela pondera, eles reiteram
a avaliação de que a economia
está melhorando, de que
"estamos saindo do fundo do
poço".
Já para a economista-chefe da
Rosenberg Associados, Thais
Crescimento por dois trimestres não
garante que país saiu da recessão
Marzola Zara,
os dois trimes-
tres consecuti-
v o s d e a l t a
sinalizam que a
recessão ficou
para trás. Os
dados relativos
a o s e g u n d o
t r i m e s t r e
mostram uma
reação impor-
t a n t e d o s
serviços, ela
destaca, e do consumo das
famílias.
No primeiro caso, a atividade
no setor avançou 0,6%, depois
de praticamente dois anos sem
crescimento.
O consumo teve alta de 1,4%
em relação aos três meses
imediatamente anteriores, a
maior desde o terceiro trimes-
tre de 2012.
"A mensagem (que os dados
de atividade têm passado) é
que em algum momento do
terceiro trimestre teremos a
confirmação de que saímos da
recessão", afirma Picchetti,
que também é coordenador do
Í n d i c e d e P r e ç o s a o
Consumidor (IPC) do Instituto
Brasileiro de Economia (Ibre)
da FGV.
O risco é o recrudescimento da
crise política e uma deteriora-
ção ainda maior das contas
públicas.
Se acaso a Reforma da
Previdência não passe de fato
no Congresso, ele ilustra, ou
que seja aprovada uma versão
muito desidratada da proposta
inicial, a situação fiscal do
governo se complica.
Para conseguir pagar as
aposentadorias e pensões, a
solução seria intensificar o
remédio amargo que vem
sendo usado, de corte nas
despesas discricionárias
(aquelas em que o governo
pode mexer) e aumento de
impostos, uma combinação
que não favorece o crescimen-
to econômico. S
Setembro de 2017 3SETEMI NEWS
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P aa id ra
Setembro de 20174 SETEMI NEWS
Direitos
Humanos
1% dos brasileiros com deficiência
está no mercado de trabalho
Quase 24% dos brasileiros (45
milhões de pessoas) possuem
algum tipo de deficiência,
segundo o Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística
(IBGE). Muitos enfrentam
dificuldades de inserção social
e exercer uma função profissio-
nal pode ajudar a ultrapassar
essas dificuldades. Apesar da
importância e da obrigatorieda-
de legal, a inclusão de pessoas
com deficiência no mercado de
trabalho formal ainda é peque-
na. Apenas 403.255 estão
empregados, o que correspon-
de a menos de 1% das 45
milhões de pessoas com
deficiência no país.
Considerando-se apenas a
participação de pessoas com
deficiência intelectual, vem
crescendo no mercado de
trabalho formal. De 25.332
trabalhadores em 2013 passou
para 32.144 em 2015, último
período de dados disponíveis
d a R e l a ç ã o A n u a l d e
Informações Sociais (Rais).
A coordenadora do Setor de
Inserção no Mercado de
Trabalho da Apae-DF, Adriana
Lotti, explica que as pessoas
com deficiência estão mostran-
do sua capacidade, mas que
poucos empregadores dão
oportunidade de trabalho
pensando na função social.
Grande parte ainda o faz
apenas para cumprir a cota.
“De qualquer forma, é uma
maneira de irem para o traba-
lho e mostrar que são profissio-
nais, são bons trabalhadores”,
disse.
Segundo a Lei de Cotas (Lei nº
8213/1991), se a empresa tem
entre 100 e 200 empregados,
2% das vagas devem ser
garantidas a beneficiários
reabilitados e pessoas com
deficiência.
A porcentagem varia de acordo
com o número total de contrata-
dos, chegando a um máximo
de 5% caso haja mais de 1.001
funcionários.
De acordo com a coordenadora
Adriana a Lei Brasileira de
Inclusão da Pessoa com
Deficiência (nº. 13.146/2005),
pode ajudar a mudar essa
cultura, mas no longo prazo.
“Às vezes, acho que as pesso-
as têm medo por que não
sabem lidar com a pessoa com
deficiência intelectual, sendo
que é muito simples, não tem
uma fórmula, é só tratá-la
como um funcionário como
outro qualquer.
Só que ela têm de ser respeita-
da, às vezes, na lentidão ou em
alguma atividade, mas ela vai
conseguir fazer o trabalho”,
disse a coordenadora.
Ela explica, inclusive, que as
pessoas com deficiência
precisam ser cobradas no
cumprimento da função da
mesma forma, em relação a
pontualidade, por exemplo.
“Eles não são coitadinhos, são
pessoas como nós que preci-
sam de uma chance para
mostrar que são excelentes
profissionais, que são produti-
vos”, disse.
Segundo a secretária de
Inspeção do Trabalho do
Ministério do Trabalho, Maria
Teresa Pacheco Jensen, caso
as empresas cumprissem a lei,
o número de pessoas com
deficiência que estão empre-
gadas seria maior.
Os auditores-fiscais atuam na
fiscalização e, para ela, existe
mesmo uma resistência ou
dificuldade das empresas
contratarem pessoas com
deficiência, porque muitas,
inicialmente, preferem pagar
as multas, que vão de R$ de
2,2 mil a R$ 228 mil. S
Setembro de 2017 5SETEMI NEWS
Centro Educacional
Seibo
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Setembro de 20176 SETEMI NEWS
Tecnologia Brasil será nosso próximo mercado, diz
CEO que implantou chips em funcionários
Um mês após o anúncio,
passado o frenesi inicial da
imprensa americana, 61 dos 80
funcionários da Three Square
Market já convivem com esse
corpo estranho, do tamanho de
um grão de arroz, aplicado com
uma seringa sob a pele entre
os dedos polegar e indicador.
O chip funciona como um
código de barras e permite que
leitores digitais identifiquem o
nome, a área de trabalho e até
mesmo o cartão de crédito dos
funcionários que decidem
comprar algo para lanchar na
cantina da empresa.
"A adesão foi totalmente
voluntária. Eu mesmo me
surpreendi com o interesse. A
moral da história é que somos
uma empresa de tecnologia e
os funcionários naturalmente
se interessam pelo que é
novo", disse o CEO da Three
Square Market, que era conhe-
cida até hoje como produtora
de máquinas de autoatendi-
mento, como aquelas que
vendem latinhas de Coca-Cola
no metrô ou substituem o
trabalho dos operadores de
caixas em supermercados.
Tratada por Westby como o
início de uma "revolução como
foi a do iPhone", a tecnologia
também desperta preocupa-
ções e críticas, já que poderia
ser utilizada, teoricamente,
para monitorar momentos de
descanso de empregados ou
os trajetos feitos por seus
usuários, incluindo locais mais
frequentados e hábitos de
consumo.
Para que esse tipo de monito-
ramento fosse possível, entre-
tanto, o chip subcutâneo
precisaria ter um dispositivo de
GPS - algo que não está pre-
sente na versão instalada nos
funcionários da empresa de
tecnologia.
Pelo menos por enquanto.
"Nós já desenvolvemos toda a
tecnologia de um GPS alimen-
tado pela energia do corpo.
Agora estamos trabalhando
para reduzir o tamanho do
dispositivo até que seja possí-
vel implantá-lo", diz Westby.
O empreendedor diz que, num
futuro próximo, a tecnologia
poderá ser usada para substi-
tuir documentos, fichas
médicas e até tornozeleiras
eletrônicas - bastante conheci-
das no Brasil graças a senten-
ças recentes da operação Lava
Jato.
"As sociedades estão cada vez
mais substituindo o dinheiro
vivo por outras formas de
pagamento. O papel também
está sumindo. O chip poderá
substituir passaportes e você
não vai mais correr o risco de
ter o seu roubado ou de perdê-
lo. Uma pessoa com Alzheimer
ou doenças de memória
poderá ter toda a lista de
remédios que consome deta-
lhada no chip quando for a uma
emergência ou visitar um novo
médico", diz.
Neste ano, pelo menos cinco
estados brasileiros - Goiás,
Espírito Santo, Piauí, Alagoas
e Rio de Janeiro - registraram
falta de tornozeleiras por
excesso de demanda. Em julho
deste ano, o ex-assessor do
presidente Michel Temer
Rodrigo Rocha Loures (PMDB-
PR), flagrado com uma mala
com R$ 500 mil, foi alvo de
investigação por supostamen-
te ter "furado a fila da tornozele-
ira". A empresa de Wetsby, um
economista que migrou para a
indústria da tecnologia em
1997, é a primeira de que se
tem conhecimento nos EUA a
implantar chips em seus funcio-
nários. S
Setembro de 2017 7SETEMI NEWS
Setembro de 20178 SETEMI NEWS
Palavra
Cruzada
Receitas
Esse bolo tem um modo de preparo diferente, vai leite condensa-
do na massa, mas ele fica fofinho igual um bolo normal, o sabor e
textura são únicos e deliciosos.
Bolo de Leite
Condensando
Ingredientes:
• 1 lata de leite condensado
• Mesma medida da lata de leite
• 2 ovos
• 2 colheres (sopa) de manteiga
ou margarina
• 1 xícara de açúcar
• 2 xícaras de farinha de trigo
• 1 colher (sopa) de fermento
em pó
• 1 pitada de sal
Modo de preparo:
Em um liquidificador, bata todos os ingredientes, menos o
fermento, começando pelos líquidos e depois os secos.
Por último adicione o fermento e misture com uma espátula.
Coloque em uma forma untada e enfarinhada.
Leve ao forno pré-aquecido à 180ºC por aproximadamente 40
minutos, ou até que esteja dourado.
Espere esfriar e bom apetite!
Rendimento:8 pedaços.
Tempo de preparo: 50 min.
Setembro de 2017SETEMI NEWS 9
Moda, Beleza e Acessórios
99692-5791QUEM NÃO É VISTO NÃO É LEMBRADO!
ANUNCIE NO SETEMI NEWS
Setembro de 201710 SETEMI NEWS
SETEMI NEWS
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Setembro de 2017SETEMI NEWS 11
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Setembro de 201712 SETEMI NEWS

Setemi News

  • 1.
    2867-6433 SETEMI NEWSS SempreTrazendo Mais Informação! Ano 5 - Edição 54Mogi das Cruzes, Setembro de 2017 Distribuição Gratuita Crescimento por dois trimestres consecutivos não garante que país saiu da recessão A economia brasileira cresceu 0,2% entre abril e junho, depois de avançar 1% nos três primei- ros meses do ano e, antes disso, de registrar dois anos seguidos de queda no Produto Interno Bruto (PIB). De forma geral, o fim das recessões é marcado por dois períodos consecutivos de aumento do PIB. Mas no caso do Brasil, o ponto final do atual ciclo de crise pode estar em algum lugar do terceiro trimestre, avaliam economistas. Em rota de recuperação, foi muito próximo de zero. A fragilidade dos números aparece nas expectativas de consultorias e instituições financeiras para o dado que foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As projeções para o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) do segundo trimestre estavam relativamente dispersas, com números positivos e negativos, ressalta Paulo Picchetti, membro do Comitê Codace da Fundação Getulio Vargas (FGV), que, à semelhança de outras instituições indepen- dentes presentes em diversos países, identifica o início e o fim das recessões. A identificação do início da 1% dos brasileiros com deficiência está no mercado de trabalho Direitos Humanos Quase 24% dos brasileiros (45 milhões de pessoas) possuem algum tipo de deficiência, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Muitos enfrentam dificuldades de inserção social e exercer uma função profissio- nal pode ajudar a ultrapassar essas dificuldades. Página 4 Tecnologia Brasil será o nosso próximo mercado, diz CEO Um mês após o anúncio, passado o frenesi inicial da imprensa americana, 61 dos 80 funcionários da Three Square Market já convivem com esse corpo estranho, do tamanho de um grão de arroz, aplicado sobre a pele com uma seringa entre os dedos polegar e indicador. Página 6 Bolo de Leite Condensando Receitas Página 8 Página 8 crise também não seguiu a regra geral de dois trimestres consecutivos de queda do produto. Segundo o Codace, a recessão começou no segun- do trimestre de 2014, intervalo localizado entre dois períodos de crescimento do PIB - de 0,5% nos primeiros três meses do ano e de 0,3% no terceiro trimestre. "O resultado (PIB do segundo trimestre) ainda está muito próximo da estabilidade", concorda Solange Srour, economista-chefe da ARX Investimentos. Ainda que os dados não sinalizem a saída oficial da recessão, ela ponde- ra, eles reiteram a avaliação de que a economia está melho- rando, de que "estamos saindo do fundo do poço". Página 2 Denúncias, reclamações ou sugestões? Envie-nos um e-mail para: atendimento@seteminews.com.br ou entre em contato através do telefone: 99692-5791 Será um prazer atendê-lo! Espaço do Leitor QUEM NÃO É VISTO NUNCA SERÁ LEMBRADO!
  • 2.
    Setembro de 20172SETEMI NEWS SETEMI EDITORA & COMUNICAÇÃO Jornalista Profissional: Marcos Dantas - MTB 55235 Arte e Revisão: Luzia Miranda Representante Comercial: Geralda Cesário Departamento Jurídico: Dra. Virgínia M. Oliver da Silva Gráfica: Notícias do Alto Tietê Empresa Jornalística, Gráfica e Editora Ltda. Distribuição: Mogi das Cruzes TODOS OS ANÚNCIOS AQUI PUBLICADOS SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DO ANUNCIANTE SETEMI NEWS OS ARTIGOS PUBLICADOS NÃO TRADUZEM NECESSARIAMENTE A OPINIÃO DO JORNAL (11) 2867-6433 (11) 97538-0790 (11) 99927-0908 (11) 99692-5791 atendimento@seteminews.com.br E-mail seteminews seteminews.com.br Acesse: Fontes de notícias: • agenciabrasil • bbcbrasil • usp.br • gazeta.com • google images Imagens desta edição: Destaque A economia brasileira cresceu 0,2% entre abril e junho, depois de avançar 1% nos três primei- ros meses do ano e, antes disso, de registrar dois anos seguidos de queda no Produto Interno Bruto (PIB). De forma geral, o fim das recessões é marcado por dois períodos consecutivos de aumento do PIB. Mas no caso do Brasil, o ponto final do atual ciclo de crise pode estar em algum lugar do terceiro trimestre, avaliam economistas. Isso porque, de um lado, a alta forte observada de janeiro a março foi bastante concentra- da na agropecuária. Já o avanço do segundo trimestre, apesar de trazer sinais mais claros de que a economia entra em rota de recuperação, foi muito próximo de zero. A fragilidade dos números aparece nas expectativas de consultorias e instituições financeiras para o dado que foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As projeções para o resultado do PIB do segundo trimestre estavam relativamente disper- sas, com números positivos e negativos, ressalta Paulo Picchetti, membro do Comitê d e D a t a ç ã o d e C i c l o s Econômicos (Codace) da Fundação Getulio Vargas (FGV), que, à semelhança de outras instituições independen- tes presentes em diversos países, identifica o início e o fim das recessões. A identificação do início da crise também não seguiu a regra geral de dois trimestres consecutivos de queda do produto. Segundo o Codace, a recessão começou no segundo trimestre de 2014, intervalo localizado entre dois períodos de crescimento do PIB - de 0,5% nos primeiros três meses do ano e de 0,3% no terceiro trimestre. "O resultado (PIB do segundo trimestre) ainda está muito próximo da estabilidade", concorda Solange Srour, economista-chefe da ARX Investimentos. Ainda que os dados não sinali- zem a saída oficial da reces- são, ela pondera, eles reiteram a avaliação de que a economia está melhorando, de que "estamos saindo do fundo do poço". Já para a economista-chefe da Rosenberg Associados, Thais Crescimento por dois trimestres não garante que país saiu da recessão Marzola Zara, os dois trimes- tres consecuti- v o s d e a l t a sinalizam que a recessão ficou para trás. Os dados relativos a o s e g u n d o t r i m e s t r e mostram uma reação impor- t a n t e d o s serviços, ela destaca, e do consumo das famílias. No primeiro caso, a atividade no setor avançou 0,6%, depois de praticamente dois anos sem crescimento. O consumo teve alta de 1,4% em relação aos três meses imediatamente anteriores, a maior desde o terceiro trimes- tre de 2012. "A mensagem (que os dados de atividade têm passado) é que em algum momento do terceiro trimestre teremos a confirmação de que saímos da recessão", afirma Picchetti, que também é coordenador do Í n d i c e d e P r e ç o s a o Consumidor (IPC) do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV. O risco é o recrudescimento da crise política e uma deteriora- ção ainda maior das contas públicas. Se acaso a Reforma da Previdência não passe de fato no Congresso, ele ilustra, ou que seja aprovada uma versão muito desidratada da proposta inicial, a situação fiscal do governo se complica. Para conseguir pagar as aposentadorias e pensões, a solução seria intensificar o remédio amargo que vem sendo usado, de corte nas despesas discricionárias (aquelas em que o governo pode mexer) e aumento de impostos, uma combinação que não favorece o crescimen- to econômico. S
  • 3.
    Setembro de 20173SETEMI NEWS NiHEiSUPERMERCADO Boas compras todo dia! Mercearia - Padaria - Açougue - Hortifruti Endereços: R. Thuller, 875 - Jardim Universo - Loja 1 / Tel. 4722-2270 R. Expedicionário Raimundo Antão da Silva, 65 - Jd. Planalto - Loja 2 / Tel. 2758-9295 Ofertas válidas de 10/09/17 até 20/09/17 Cerveja Itaipava Lt 269 ml R$ 1,59 Coca Cola e Coca Cola Zero 2L R$ 5,89 Macarrão Petybon c/ ovos 500g R$ 1,89 Feijão Carioca Nenê 1kg R$ 3,49 Arroz Comal 5kg tipo 1 R$ 10,99 Molho Tomate Quero sc 340g tradicional R$ 1,29 P aa id ra
  • 4.
    Setembro de 20174SETEMI NEWS Direitos Humanos 1% dos brasileiros com deficiência está no mercado de trabalho Quase 24% dos brasileiros (45 milhões de pessoas) possuem algum tipo de deficiência, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Muitos enfrentam dificuldades de inserção social e exercer uma função profissio- nal pode ajudar a ultrapassar essas dificuldades. Apesar da importância e da obrigatorieda- de legal, a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal ainda é peque- na. Apenas 403.255 estão empregados, o que correspon- de a menos de 1% das 45 milhões de pessoas com deficiência no país. Considerando-se apenas a participação de pessoas com deficiência intelectual, vem crescendo no mercado de trabalho formal. De 25.332 trabalhadores em 2013 passou para 32.144 em 2015, último período de dados disponíveis d a R e l a ç ã o A n u a l d e Informações Sociais (Rais). A coordenadora do Setor de Inserção no Mercado de Trabalho da Apae-DF, Adriana Lotti, explica que as pessoas com deficiência estão mostran- do sua capacidade, mas que poucos empregadores dão oportunidade de trabalho pensando na função social. Grande parte ainda o faz apenas para cumprir a cota. “De qualquer forma, é uma maneira de irem para o traba- lho e mostrar que são profissio- nais, são bons trabalhadores”, disse. Segundo a Lei de Cotas (Lei nº 8213/1991), se a empresa tem entre 100 e 200 empregados, 2% das vagas devem ser garantidas a beneficiários reabilitados e pessoas com deficiência. A porcentagem varia de acordo com o número total de contrata- dos, chegando a um máximo de 5% caso haja mais de 1.001 funcionários. De acordo com a coordenadora Adriana a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (nº. 13.146/2005), pode ajudar a mudar essa cultura, mas no longo prazo. “Às vezes, acho que as pesso- as têm medo por que não sabem lidar com a pessoa com deficiência intelectual, sendo que é muito simples, não tem uma fórmula, é só tratá-la como um funcionário como outro qualquer. Só que ela têm de ser respeita- da, às vezes, na lentidão ou em alguma atividade, mas ela vai conseguir fazer o trabalho”, disse a coordenadora. Ela explica, inclusive, que as pessoas com deficiência precisam ser cobradas no cumprimento da função da mesma forma, em relação a pontualidade, por exemplo. “Eles não são coitadinhos, são pessoas como nós que preci- sam de uma chance para mostrar que são excelentes profissionais, que são produti- vos”, disse. Segundo a secretária de Inspeção do Trabalho do Ministério do Trabalho, Maria Teresa Pacheco Jensen, caso as empresas cumprissem a lei, o número de pessoas com deficiência que estão empre- gadas seria maior. Os auditores-fiscais atuam na fiscalização e, para ela, existe mesmo uma resistência ou dificuldade das empresas contratarem pessoas com deficiência, porque muitas, inicialmente, preferem pagar as multas, que vão de R$ de 2,2 mil a R$ 228 mil. S
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    Setembro de 20175SETEMI NEWS Centro Educacional Seibo Centro Educacional Seibo Educação Tradicional e de Qualidade R. Francisco Vaz Coelho, 616 Vila Lavínia - Mogi das Cruzes Educação Infantil Ensino Fundamental Ensino Médio Período Integral Cursos Extracurriculares 4727-4881 / 4794-0702p VENHA NOS VISITAR!
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    Setembro de 20176SETEMI NEWS Tecnologia Brasil será nosso próximo mercado, diz CEO que implantou chips em funcionários Um mês após o anúncio, passado o frenesi inicial da imprensa americana, 61 dos 80 funcionários da Three Square Market já convivem com esse corpo estranho, do tamanho de um grão de arroz, aplicado com uma seringa sob a pele entre os dedos polegar e indicador. O chip funciona como um código de barras e permite que leitores digitais identifiquem o nome, a área de trabalho e até mesmo o cartão de crédito dos funcionários que decidem comprar algo para lanchar na cantina da empresa. "A adesão foi totalmente voluntária. Eu mesmo me surpreendi com o interesse. A moral da história é que somos uma empresa de tecnologia e os funcionários naturalmente se interessam pelo que é novo", disse o CEO da Three Square Market, que era conhe- cida até hoje como produtora de máquinas de autoatendi- mento, como aquelas que vendem latinhas de Coca-Cola no metrô ou substituem o trabalho dos operadores de caixas em supermercados. Tratada por Westby como o início de uma "revolução como foi a do iPhone", a tecnologia também desperta preocupa- ções e críticas, já que poderia ser utilizada, teoricamente, para monitorar momentos de descanso de empregados ou os trajetos feitos por seus usuários, incluindo locais mais frequentados e hábitos de consumo. Para que esse tipo de monito- ramento fosse possível, entre- tanto, o chip subcutâneo precisaria ter um dispositivo de GPS - algo que não está pre- sente na versão instalada nos funcionários da empresa de tecnologia. Pelo menos por enquanto. "Nós já desenvolvemos toda a tecnologia de um GPS alimen- tado pela energia do corpo. Agora estamos trabalhando para reduzir o tamanho do dispositivo até que seja possí- vel implantá-lo", diz Westby. O empreendedor diz que, num futuro próximo, a tecnologia poderá ser usada para substi- tuir documentos, fichas médicas e até tornozeleiras eletrônicas - bastante conheci- das no Brasil graças a senten- ças recentes da operação Lava Jato. "As sociedades estão cada vez mais substituindo o dinheiro vivo por outras formas de pagamento. O papel também está sumindo. O chip poderá substituir passaportes e você não vai mais correr o risco de ter o seu roubado ou de perdê- lo. Uma pessoa com Alzheimer ou doenças de memória poderá ter toda a lista de remédios que consome deta- lhada no chip quando for a uma emergência ou visitar um novo médico", diz. Neste ano, pelo menos cinco estados brasileiros - Goiás, Espírito Santo, Piauí, Alagoas e Rio de Janeiro - registraram falta de tornozeleiras por excesso de demanda. Em julho deste ano, o ex-assessor do presidente Michel Temer Rodrigo Rocha Loures (PMDB- PR), flagrado com uma mala com R$ 500 mil, foi alvo de investigação por supostamen- te ter "furado a fila da tornozele- ira". A empresa de Wetsby, um economista que migrou para a indústria da tecnologia em 1997, é a primeira de que se tem conhecimento nos EUA a implantar chips em seus funcio- nários. S
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    Setembro de 20177SETEMI NEWS
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    Setembro de 20178SETEMI NEWS Palavra Cruzada Receitas Esse bolo tem um modo de preparo diferente, vai leite condensa- do na massa, mas ele fica fofinho igual um bolo normal, o sabor e textura são únicos e deliciosos. Bolo de Leite Condensando Ingredientes: • 1 lata de leite condensado • Mesma medida da lata de leite • 2 ovos • 2 colheres (sopa) de manteiga ou margarina • 1 xícara de açúcar • 2 xícaras de farinha de trigo • 1 colher (sopa) de fermento em pó • 1 pitada de sal Modo de preparo: Em um liquidificador, bata todos os ingredientes, menos o fermento, começando pelos líquidos e depois os secos. Por último adicione o fermento e misture com uma espátula. Coloque em uma forma untada e enfarinhada. Leve ao forno pré-aquecido à 180ºC por aproximadamente 40 minutos, ou até que esteja dourado. Espere esfriar e bom apetite! Rendimento:8 pedaços. Tempo de preparo: 50 min.
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    Setembro de 2017SETEMINEWS 9 Moda, Beleza e Acessórios 99692-5791QUEM NÃO É VISTO NÃO É LEMBRADO! ANUNCIE NO SETEMI NEWS
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    Setembro de 201710SETEMI NEWS SETEMI NEWS Serviços
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    Setembro de 2017SETEMINEWS 11 Alimentação Auto e Afins Gráfica Artes Gráficas ETEMIS 2867-6433 / Cel: 99692-5791 • Cartão de Visita • Flyer • Banner • Panfleto Flyer 90g A partir de R$ 190,00 (5.000 unidades) Cartão de Visita A partir de R$ 48,00 (1.000 unidades) Calendários 2018 Consulte modelos e valores 1 copo depois de acordar ajuda a ativar os orgãos. 1 copo 30 minutos antes da refeição ajuda a digestão. O Poder da Água
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    Setembro de 201712SETEMI NEWS