O documento discute o crescimento do acesso à internet no Brasil, as preocupações com a segurança das urnas eletrônicas e o lançamento de um aplicativo do Google para controle parental no uso de celulares por crianças.
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Ano 6 - Edição 67Mogi das Cruzes, Outubro de 2018 Distribuição Gratuita
Urnas eletrônicas são
seguras?
De acordo com o IBGE (Instituto
Brasileiro de Geografia e
Estatística, 63,8% dos domicílios
brasileiros têm acesso a internet
banda larga por meio de computa-
dores convencionais.
Quando se fala em conexões por
celular, a porcentagem de lares
com acesso à rede chega a
94,8%. Desde a última eleição
geral, em 2014, a quantidade de Página 2
residências conectadas deu um
salto. Naquele ano, 50% das
casas tinham serviços de internet,
o que representava 97 milhões de
pessoas.
Agora, esse número pode passar
de 130 milhões, bem próximo dos
144 milhões de eleitores registra-
dos pelo Tribunal Superior
Eleitoral (TSE).
Tecnologia
App do Google permite
que pais monitorem
filhos em tempo real
Discussões sobre hiperconectivi-
dade, a idade certa para se ter um
celular ou a segurança de crian-
ças na internet não são exata-
mente uma novidade. Já há no
mercado, inclusive, diversas
ferramentas de controle parental
no uso da tecnologia.
O Google acaba de lançar, para
"quase todos os países do mun-
do", inclusive o Brasil, o Family
Link - que, no ano passado, já
havia sido disponibilizado nos
Estados Unidos.
O aplicativo, para sistemas
Android e iOS, permite ter um
controle quase total do que as
crianças fazem no celular.
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Educação
Um em cada cinco estudantes matriculados no
ensino superior estuda a distância, de acordo com o
Censo da Educação Superior divulgado pelo
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
EducacionaisAnísioTeixeira (Inep). Página 2
Educação a distância cresce
17,6% em 2017
Por que o intestino é considerado
nosso 2º cérebro?
Saúde
Página 3
Ele tem mais neurônios que a espinha dorsal e age
independentemente do sistema nervoso central. Do
que estamos falando? Certamente, o intestino não
foi a primeira opção em que você pensou ao anali-
sar a pergunta.
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2.
Outubro de 20182SETEMI NEWS
O Brasil nunca esteve tão conec-
tado como agora e o número de
pessoas com acesso à internet
avança a cada ano. Todo esse
crescimento amplia a demanda
por informação, interação e
capacidade de mobilização
social. No entanto, ao mesmo
tempo que isto permite aos
brasileiros conhecer um novo
mundo baseado nas interações
virtuais, também cria grandes
ameaças à democracia. Em ano
de eleições, esses desafios
precisam ser levados bem mais a
sério. Ataques cibernéticos,
notícias falsas e uso de robôs
para manipular a opinião pública
são grandes entraves que amea-
çam processos democráticos ao
redor do mundo.
O Brasil é um dos poucos países
do mundo que possui um comple-
xo sistema de votação eleitoral
por meio da urna eletrônica. Além
de garantir o voto secreto e
universal, chegando aos locais
mais remotos do país, o equipa-
mento é de fácil utilização e pode
receber uma quantidade incontá-
vel de votos. Mas essa mesma
tecnologia é alvo de dúvidas
quanto à segurança no armaze-
namento das informações.
Destaque
Urnas eletrônicas são seguras?
O temor é de que uma falha na
urna eletrônica possibilite que
pessoas má intencionadas
mudem o resultado das eleições a
nível regional ou até que alterem o
destino de um país inteiro com um
ataque generalizado ao sistema
de votação. Para garantir que isso
não ocorra, o TSE faz uma série
de testes públicos com as urnas,
antes de cada pleito. A convite da
Justiça Eleitoral, especialistas de
vários estados montam equipes e
elaboram ataques contra a urna.
Para definir as estratégias e
encontrar vulnerabilidades no
sistema, os hackers têm acesso
privilegiado aos softwares (pro-
gramas) e hardwares (componen-
tes físicos) que compõem o
aparelho de votações. De acordo
com o TSE, neste ano, 14 especi-
alistas integraram os grupos de
ataque.
O resultado foi preocupante, pois
as equipes encontraram três
vulnerabilidades, que de acordo
com o tribunal, não estavam
presentes nos pleitos anteriores.
O ministro Gilmar Mendes,
presidente do TSE, afirmou que as
falhas encontradas surgiram após
atualização do sistema voltado
para o pleito deste ano. S
SETEMI EDITORA
& COMUNICAÇÃO
Jornalista Profissional:
Marcos Dantas - MTB 55235
Arte e Revisão:
Luzia Miranda
Representante Comercial:
Geralda Cesário
Departamento Jurídico:
Dra. Virgínia M. Oliver da Silva
Gráfica:
Notícias do Alto Tietê Empresa
Jornalística, Gráfica e Ed. Ltda.
Distribuição:
Mogi das Cruzes
TODOS OS ANÚNCIOS AQUI PUBLICADOS
SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE
DO ANUNCIANTE
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Fontes de notícias:
• bbcbrasil
www.seteminews.com.br
Um em cada cinco estudantes
matriculados no ensino superior
estuda a distância, de acordo com
o Censo da Educação Superior
divulgado pelo Instituto Nacional
d e E s t u d o s e P e s q u i s a s
Educacionais Anísio Teixeira
(Inep). Enquanto o ensino presen-
cial apresentou queda nas
matrículas, a educação a distân-
cia (EaD) registrou o maior salto
desde 2008.
Segundo os dados do censo, as
matrículas em EaD cresceram
17,6% de 2016 para 2017. Os
estudantes de educação a
distância (EaD) chegaram a
quase 1,8 milhão em 2017 – o
equivalente a 21,2% do total de
matrículas em todo o ensino
superior. O número de cursos no
país também aumentou, de 2016
para 2017, passou de 1.662 para
2.108, o que representa aumento
de 26,8%.
No total, o ensino superior tem
cerca de 8,3 milhões de estudan-
tes em cursos de graduação.
Desses, 6,5 milhões estão matri-
culados em cursos presenciais.
Ao contrário do que ocorreu nos
cursos de EaD, o número de
estudantes nos presenciais caiu
0,4% de 2016 para 2017.
Educação
Educação a distância cresce
17,6% em 2017
S
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3.
Outubro de 20183SETEMI NEWS
Saúde
Por que o intestino é considerado
nosso 2º cérebro?
Ele tem mais neurônios que a
espinha dorsal e age independen-
temente do sistema nervoso
central. Do que estamos falando?
Certamente, o intestino não foi a
primeira opção em que você
pensou ao analisar a pergunta,
mas trata-se dele - e é justamente
por isso que muitos o consideram
de "o segundo cérebro" do corpo.
Assim, os médicos acreditam
cada vez mais que a função do
nosso sistema digestivo vai muito
além de simplesmente processar
a comida que ingerimos. E mais,
eles estão investigando se ele
poderia ser usado para tratamen-
to de doenças mentais ou sistema
imunológico. Abaixo alguns fatos
surpreendentes sobre o nosso
"segundo cérebro":
1. Um sistema nervoso autônomo:
diferente de qualquer outro órgão
do corpo, nosso intestino pode
funcionar sozinho. Tem sua
própria autonomia para tomar
decisões, não precisa que o
cérebro lhe diga o que fazer.
2. 70% das células do nosso
sistema imunológico vivem no
intestino: isso torna a saúde do
nosso intestino a chave para
nossa imunidade às doenças.
3. 50% das fezes são bactérias:
não são apenas restos de comida:
aproximadamente metade de
nossas fezes é formada por
bactérias.
4. Quanto mais diversificada a
dieta, mais diversificado é o
microbioma: em nosso intestino
vivem trilhões de micróbios, que
gostam de diferentes alimentos.
5. Seu intestino está ligado aos
seus níveis de estresse e ao seu
estado de ânimo: se você tem
problemas intestinais, algo
fundamental que precisa fazer é
observar a quanto estresse você
está submetido.
6. Você pode melhorar sua saúde
digestiva e o seu microbioma
intestinal: siga uma dieta diversifi-
cada para diversificar o microbio-
ma intestinal; reduza o nível de
estresse; evite álcool, cafeína e
comidas apimentadas. S
App do Google permite que pais
monitorem filhos em tempo real
Discussões sobre hiperconectivi-
dade, a idade certa para se ter um
celular ou a segurança de crian-
ças na internet não são exata-
mente uma novidade. Já há no
mercado, inclusive, diversas
ferramentas de controle parental
no uso da tecnologia. Mas, agora,
um dos gigantes da internet
resolveu entrar neste nicho e criou
um aplicativo que tem dado o que
falar. O Google acaba de lançar,
para "quase todos os países do
mundo", inclusive o Brasil, o
Family Link - que, no ano passa-
do, já havia sido disponibilizado
nos Estados Unidos.
O aplicativo, para sistemas
Android e iOS, permite ter um
controle quase total do que as
crianças fazem no celular, de
ferramentas instaladas no apare-
lho aos horários em que ele é
usado e até mesmo sua localiza-
ção. Estes atributos, porém, têm
colocado a questão: o controle
prometido é excessivo?
O objetivo é ajudar as crianças "a
encontrar um equilíbrio" - por
exemplo, estabelecendo um
horário para ir dormir e desligar o
celular. Afinal, cientistas vêm
apontando que o uso demasiado
do dispositivo pode afetar a
criatividade e a habilidade inter-
pessoal. Cada vez que seja
necessário um descanso, é
possível bloquear o uso do
aparelho de maneira remota,
promete o aplicativo. Mas, talvez,
a ferramenta mais polêmica do
produto seja a que permite
monitorar a localização da criança
e o conteúdo de suas buscas na
internet - através do acesso ao
histórico de navegação.
"É útil saber onde seus filhos
estão, onde quer que estejam. O
Family Link pode ajudar a localizá-
los, contanto que eles carreguem
seus aparelhos com eles", explica
o Google.
Os pais também podem, remota-
mente e em tempo real, bloquear
e desbloquear as páginas que as
crianças podem ver e monitorar
todos os acessos.
Tecnologia
S
Rafa Gomes,
12 anos
Cantora e aluna
do kumon