GOVERNO LULA  E A CRISE INTERNACIONAL
O QUE FOI FEITO ANTES
PLANEJAMENTO Desenvolver o país de forma sustentável, promovendo o crescimento econômico com inclusão social, buscando constituir  um mercado de consumo de massa Desenvolvimento com inclusão social  e educação de qualidade
CRESCIMENTO Governo Lula: 4,1% ao ano Governo FHC: 2,1% ao ano
AUMENTO DE RESERVAS Aumento do comércio exterior Aumento de nossas reservas: hoje US$ 210 bi Pagamento da dívida com o FMI  e com o Clube de Paris
POLÍTICA FISCAL Redução da dívida interna:  de 56% do PIB para 36%
INFLAÇÃO Controle rigoroso dentro da meta Política de valorização do salário mínimo Programas de transferência de renda Aumento do poder aquisitivo das famílias  mais pobres  (a renda dos 10% mais pobres  cresce 7 vezes mais do que a dos mais ricos)
MERCADO INTERNO: A APOSTA Mercado interno foi o principal fator  para contrabalançar a crise externa
SALÁRIO MÍNIMO Hoje, o salário mínimo equivale a quase  duas cestas básicas do DIEESE-SP Em 2002, equivalia a uma
CRÉDITO Aumento do volume de crédito  na economia. Em 2002, o total de crédito  no mercado era de 22% do PIB. Hoje é de 43%.
A NOVA CLASSE MÉDIA 20 milhões de pessoas migraram das classes  D e E (de consumo) para a classe C.
JUROS Redução dos juros Casa própria: era 10,2% a.a, hoje é de 8,6% a.a Financiamento para caminhões,  máquinas e equipamentos: 4,5% a.a
INVESTIMENTOS PÚBLICOS Os investimentos públicos cresceram  de 1,7% para 3,7% do PIB com  os financiamentos do BNDES
REDUÇÃO DA POBREZA Com os programas sociais, o governo  reduziu a pobreza e a desigualdade.  Em 2002, o percentual de indivíduos  na extrema pobreza era de 13%.  No final de 2007, caiu para 7,9%.
EDUCAÇÃO Aumento expressivo dos investimentos em educação: Criação do FUNDEB  (extendido para educação infantil e ensino médio); Criação do PROUNI, que já tem 400 mil bolsistas; Aplicação do ensino técnico de nível médio e superior, com a criação de 214 novas escolas técnicas; Ampliação do ensino superior público federal.  Duplicaram o número de vagas entre 2003 e 2009; Duplicado o número de bolsistas da Capes e do  CNPQ, aumentando o valor das bolsas pagas.
A CRISE A crise internacional começou a atingir  o Brasil a partir do 3º trimestre de 2008 Primeiramente, com a redução de linhas de crédito  que afetaram o setor produtivo e o consumo das famílias Depois, com a queda da demanda e dos  preços de nossas exportações, resultando em  redução da atividade econômica
O QUE FOI FEITO PARA  ENFRENTAR A CRISE Diante desse novo ambiente, o governo adotou  medidas para reverter os efeitos da crise sobre:  a disponibilidade de crédito dos bancos, o capital de giro  das empresas e agricultores, a capacidade de consumo  das famílias e o investimento na construção civil
RESULTADOS A resposta rápida e eficiente tem permitido que  a economia brasileira apresente melhores resultados e  a sociedade sofra menor impacto que a de outros países.
MUITO OBRIGADO. GLEISI HOFFMANN

Governo Lula e a Crise

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    GOVERNO LULA E A CRISE INTERNACIONAL
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    O QUE FOIFEITO ANTES
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    PLANEJAMENTO Desenvolver opaís de forma sustentável, promovendo o crescimento econômico com inclusão social, buscando constituir um mercado de consumo de massa Desenvolvimento com inclusão social e educação de qualidade
  • 4.
    CRESCIMENTO Governo Lula:4,1% ao ano Governo FHC: 2,1% ao ano
  • 5.
    AUMENTO DE RESERVASAumento do comércio exterior Aumento de nossas reservas: hoje US$ 210 bi Pagamento da dívida com o FMI e com o Clube de Paris
  • 6.
    POLÍTICA FISCAL Reduçãoda dívida interna: de 56% do PIB para 36%
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    INFLAÇÃO Controle rigorosodentro da meta Política de valorização do salário mínimo Programas de transferência de renda Aumento do poder aquisitivo das famílias mais pobres (a renda dos 10% mais pobres cresce 7 vezes mais do que a dos mais ricos)
  • 8.
    MERCADO INTERNO: AAPOSTA Mercado interno foi o principal fator para contrabalançar a crise externa
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    SALÁRIO MÍNIMO Hoje,o salário mínimo equivale a quase duas cestas básicas do DIEESE-SP Em 2002, equivalia a uma
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    CRÉDITO Aumento dovolume de crédito na economia. Em 2002, o total de crédito no mercado era de 22% do PIB. Hoje é de 43%.
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    A NOVA CLASSEMÉDIA 20 milhões de pessoas migraram das classes D e E (de consumo) para a classe C.
  • 12.
    JUROS Redução dosjuros Casa própria: era 10,2% a.a, hoje é de 8,6% a.a Financiamento para caminhões, máquinas e equipamentos: 4,5% a.a
  • 13.
    INVESTIMENTOS PÚBLICOS Osinvestimentos públicos cresceram de 1,7% para 3,7% do PIB com os financiamentos do BNDES
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    REDUÇÃO DA POBREZACom os programas sociais, o governo reduziu a pobreza e a desigualdade. Em 2002, o percentual de indivíduos na extrema pobreza era de 13%. No final de 2007, caiu para 7,9%.
  • 15.
    EDUCAÇÃO Aumento expressivodos investimentos em educação: Criação do FUNDEB (extendido para educação infantil e ensino médio); Criação do PROUNI, que já tem 400 mil bolsistas; Aplicação do ensino técnico de nível médio e superior, com a criação de 214 novas escolas técnicas; Ampliação do ensino superior público federal. Duplicaram o número de vagas entre 2003 e 2009; Duplicado o número de bolsistas da Capes e do CNPQ, aumentando o valor das bolsas pagas.
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    A CRISE Acrise internacional começou a atingir o Brasil a partir do 3º trimestre de 2008 Primeiramente, com a redução de linhas de crédito que afetaram o setor produtivo e o consumo das famílias Depois, com a queda da demanda e dos preços de nossas exportações, resultando em redução da atividade econômica
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    O QUE FOIFEITO PARA ENFRENTAR A CRISE Diante desse novo ambiente, o governo adotou medidas para reverter os efeitos da crise sobre: a disponibilidade de crédito dos bancos, o capital de giro das empresas e agricultores, a capacidade de consumo das famílias e o investimento na construção civil
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    RESULTADOS A respostarápida e eficiente tem permitido que a economia brasileira apresente melhores resultados e a sociedade sofra menor impacto que a de outros países.
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