SlideShare uma empresa Scribd logo
Satélites Estacionários
Satélites estacionários
Os satélites estacionários recebem este nome
pelo fato de se apresentarem "parados" em
relação à superfície da Terra. Ou seja, para um
observador na Terra, o satélite parece parado no
céu.
Suas órbitas são circulares, contidas no plano
equatorial. Seu período é de 24 horas (igual ao
de rotação da Terra) e o raio de sua órbita é de
36.000 km, aproximadamente.
Função do satélite estacionário
A aplicação mais importante para esses
satélites está nas telecomunicações. Um
sinal de televisão, por exemplo, é emitido da
Terra para o satélite. Este capta o sinal,
amplifica-o e o emite para o local que deve
receber a transmissão. Este sinal propaga-se
com a velocidade da luz (300.000 km/s),
gastando aproximadamente 0,24s para ir até
o satélite e voltar à terra. Assim, ao
assistirmos a uma cena de um jogo de
futebol na França, por exemplo, estamos
vendo esta cena praticamente no mesmo
instante em que ela ocorre.
Vantagens e desvantagens
Vantagens: A grande vantagem desse tipo de satélite é
que para que seu sinal seja captado, basta apontar a
antena para o ponto certo do céu. Depois disso, não é
mais necessário mudar a posição da antena e nem usar
equipamentos caros para prever o movimento do
satélite.
Desvantagens:A desvantagem é que como todos os
satélites estacionários devem estar sobre a linha do
equador à uma mesma altitude, existe um espaço
limitado para colocá-los no espaço. Além disso, países
que ficam localizados à uma mesma longitude podem
entrar em conflito para decidir quem irá colocar um
satélite para atender a sua população. Tais conflitos
normalmente são julgados pela União Internacional de
Telecomunicações, uma organização internacional.
Curiosidades
Quanto mais alta for a órbita de um satélite
menor é a sua velocidade angular. A altitude
para se colocar o satélite é de 35.786 km, onde
a força centrífuga e a força centrípeta do planeta
se anulam. Note-se que, se a Terra fosse
perfeitamente esférica, a única posição
geoestacionária seria sobre o equador. No caso
real, a assimetria na distribuição das massas
entre os hemisférios faz com que os satélites
geoestacionários devam ser posicionados fora
do equador
Além disso, a irregularidade do campo
gravitacional terrestre, junto com perturbações
orbitais (tanto gravitacionais, como as atrações da
Lua e do Sol, quanto forças não-inerciais, como a
pressão da radiação solar) obrigam que a posição
seja periodicamente corrigida, através de
manobras orbitais.
 O primeiro satélite geoestacionário brasileiro,
que será lançado até 2016, vai levar banda larga
a regiões isoladas e proteger informações
estratégicas do país. O artefato vai ser
construído pela Visiona, uma joint venture entre
a Telebrás e a Embraer. A tecnologia utilizada
será a mesma adotada por países líderes nos
setores aeroespacial e de telecomunicações.
 Diferente dos outros tipos de satélites, o
geoestacionário é posicionado no espaço de
uma forma que, acompanhando o movimento da
Terra, comporte-se como se estivesse sempre
parado em relação ao nosso planeta. Por isso, é
mais adequado para atender regiões onde as
comunicações dependam exclusivamente deste
artefato.
Alunos:
 Elisa (4)
 Igor (7)
 João Marcello (10)
 João Pedro (11)
 Renata (25)
 Tiago (26)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

O sol
O solO sol
I.2 O sistema solar
I.2 O sistema solarI.2 O sistema solar
I.2 O sistema solar
Rebeca Vale
 
8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt
8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt
8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt
DenieleViegaGarcia1
 
O Universo
O UniversoO Universo
O Universo
Alline Sa
 
Sistema Solar
Sistema SolarSistema Solar
Sistema Solar
Catir
 
Cinemática introdução
Cinemática introduçãoCinemática introdução
Cinemática introdução
O mundo da FÍSICA
 
Temperatura e Calor
Temperatura e Calor Temperatura e Calor
Temperatura e Calor
Renato Brasil
 
Roteiro2 medidas astronomicas
Roteiro2 medidas astronomicasRoteiro2 medidas astronomicas
Roteiro2 medidas astronomicas
Maria Helena Pereira
 
Conceitos Básicos de Astronomia
Conceitos Básicos de AstronomiaConceitos Básicos de Astronomia
Conceitos Básicos de Astronomia
William Ananias
 
A gravitação universal de newton
A gravitação universal de newtonA gravitação universal de newton
A gravitação universal de newton
albertaratri
 
Introdução à Astronomia
Introdução à AstronomiaIntrodução à Astronomia
Introdução à Astronomia
Carlos Priante
 
Experimento 2 velocidade média
Experimento 2  velocidade médiaExperimento 2  velocidade média
Experimento 2 velocidade média
luciano batello
 
História da astronomia
História da astronomiaHistória da astronomia
História da astronomia
Alison Martins
 
A lua
A luaA lua
A lua
Escola
 
Geografia atmosfera
Geografia atmosferaGeografia atmosfera
Geografia atmosfera
Lilian Larroca
 
Diagrama de fases
Diagrama de fasesDiagrama de fases
Diagrama de fases
Marco Antonio Sanches
 
Radiação solar.2014
Radiação solar.2014Radiação solar.2014
Radiação solar.2014
Idalina Leite
 
Força de atrito
Força de atritoForça de atrito
Força de atrito
Marco Antonio Sanches
 
Busca Por Vida Fora Da Terra
Busca Por Vida Fora Da TerraBusca Por Vida Fora Da Terra
Busca Por Vida Fora Da Terra
luisbrudna
 
Pêndulo simples
Pêndulo simplesPêndulo simples
Pêndulo simples
Denise Marinho
 

Mais procurados (20)

O sol
O solO sol
O sol
 
I.2 O sistema solar
I.2 O sistema solarI.2 O sistema solar
I.2 O sistema solar
 
8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt
8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt
8 ano_A Terra, a Lua e o Sol.ppt
 
O Universo
O UniversoO Universo
O Universo
 
Sistema Solar
Sistema SolarSistema Solar
Sistema Solar
 
Cinemática introdução
Cinemática introduçãoCinemática introdução
Cinemática introdução
 
Temperatura e Calor
Temperatura e Calor Temperatura e Calor
Temperatura e Calor
 
Roteiro2 medidas astronomicas
Roteiro2 medidas astronomicasRoteiro2 medidas astronomicas
Roteiro2 medidas astronomicas
 
Conceitos Básicos de Astronomia
Conceitos Básicos de AstronomiaConceitos Básicos de Astronomia
Conceitos Básicos de Astronomia
 
A gravitação universal de newton
A gravitação universal de newtonA gravitação universal de newton
A gravitação universal de newton
 
Introdução à Astronomia
Introdução à AstronomiaIntrodução à Astronomia
Introdução à Astronomia
 
Experimento 2 velocidade média
Experimento 2  velocidade médiaExperimento 2  velocidade média
Experimento 2 velocidade média
 
História da astronomia
História da astronomiaHistória da astronomia
História da astronomia
 
A lua
A luaA lua
A lua
 
Geografia atmosfera
Geografia atmosferaGeografia atmosfera
Geografia atmosfera
 
Diagrama de fases
Diagrama de fasesDiagrama de fases
Diagrama de fases
 
Radiação solar.2014
Radiação solar.2014Radiação solar.2014
Radiação solar.2014
 
Força de atrito
Força de atritoForça de atrito
Força de atrito
 
Busca Por Vida Fora Da Terra
Busca Por Vida Fora Da TerraBusca Por Vida Fora Da Terra
Busca Por Vida Fora Da Terra
 
Pêndulo simples
Pêndulo simplesPêndulo simples
Pêndulo simples
 

Destaque

Histologia vegetal
Histologia vegetalHistologia vegetal
Histologia vegetal
Elisa Mitye Akiyama
 
Cosmologia - Sistema Solar - Origem do sol e suas características
Cosmologia - Sistema Solar - Origem do sol e suas característicasCosmologia - Sistema Solar - Origem do sol e suas características
Cosmologia - Sistema Solar - Origem do sol e suas características
Wesley Germano Otávio
 
Cosmologia - o Universo
Cosmologia - o UniversoCosmologia - o Universo
Cosmologia - o Universo
Wesley Germano Otávio
 
A física do “muito grande”
A física do “muito grande”A física do “muito grande”
A física do “muito grande”
Vitor Morais
 
Força g
Força gForça g
Força g
Jomar Trabalho
 
Módulo 02
Módulo 02Módulo 02
Módulo 02
Rildo Borges
 
Exercícios de Trabalho Mecânico e Força de Atrito
Exercícios de Trabalho Mecânico e Força de AtritoExercícios de Trabalho Mecânico e Força de Atrito
Exercícios de Trabalho Mecânico e Força de Atrito
Sérgio F. de Lima
 
Cosmologia sistema solar - os planetas
Cosmologia   sistema solar - os planetasCosmologia   sistema solar - os planetas
Cosmologia sistema solar - os planetas
Wesley Germano Otávio
 
Introdução à teoria de relavitivdade
Introdução à teoria de relavitivdade Introdução à teoria de relavitivdade
Introdução à teoria de relavitivdade
Emidia Maria
 
Cinemática mru (frente 1)
Cinemática mru (frente 1)Cinemática mru (frente 1)
Cinemática mru (frente 1)
Gilberto Rocha
 
Cap11p trabalho potencia
Cap11p trabalho potenciaCap11p trabalho potencia
Cap11p trabalho potencia
Ulisses Porto
 
Cinemática vetores (frente 1)
Cinemática vetores (frente 1)Cinemática vetores (frente 1)
Cinemática vetores (frente 1)
Gilberto Rocha
 
Cinemática mruv (frente 1)
Cinemática mruv (frente 1)Cinemática mruv (frente 1)
Cinemática mruv (frente 1)
Gilberto Rocha
 
Trabalho e Energia.
Trabalho e Energia.Trabalho e Energia.
Trabalho e Energia.
Lara Lídia
 
FÍSICA 9º Ano (Ciências) EF UNASP Velocidade média 01/2016
FÍSICA 9º Ano (Ciências) EF UNASP Velocidade média 01/2016FÍSICA 9º Ano (Ciências) EF UNASP Velocidade média 01/2016
FÍSICA 9º Ano (Ciências) EF UNASP Velocidade média 01/2016
Ronaldo Santana
 
Cinemática: Movimento Retilíneo Uniforme e Movimento Uniformemente Variado - ...
Cinemática: Movimento Retilíneo Uniforme e Movimento Uniformemente Variado - ...Cinemática: Movimento Retilíneo Uniforme e Movimento Uniformemente Variado - ...
Cinemática: Movimento Retilíneo Uniforme e Movimento Uniformemente Variado - ...
Lara Lídia
 
Física 9° Ano (Ciências) EF UNASP Transformação das unidades
Física 9° Ano (Ciências) EF UNASP Transformação das unidadesFísica 9° Ano (Ciências) EF UNASP Transformação das unidades
Física 9° Ano (Ciências) EF UNASP Transformação das unidades
Ronaldo Santana
 
Aceleración uniforme
Aceleración uniformeAceleración uniforme
Aceleración uniforme
gilberto umanzor
 
Aplicações das Leis de Newton
Aplicações das Leis de Newton Aplicações das Leis de Newton
Aplicações das Leis de Newton
Karoline Tavares
 
Unidade 3 parte 1
Unidade 3 parte 1Unidade 3 parte 1
Unidade 3 parte 1
Christie Freitas
 

Destaque (20)

Histologia vegetal
Histologia vegetalHistologia vegetal
Histologia vegetal
 
Cosmologia - Sistema Solar - Origem do sol e suas características
Cosmologia - Sistema Solar - Origem do sol e suas característicasCosmologia - Sistema Solar - Origem do sol e suas características
Cosmologia - Sistema Solar - Origem do sol e suas características
 
Cosmologia - o Universo
Cosmologia - o UniversoCosmologia - o Universo
Cosmologia - o Universo
 
A física do “muito grande”
A física do “muito grande”A física do “muito grande”
A física do “muito grande”
 
Força g
Força gForça g
Força g
 
Módulo 02
Módulo 02Módulo 02
Módulo 02
 
Exercícios de Trabalho Mecânico e Força de Atrito
Exercícios de Trabalho Mecânico e Força de AtritoExercícios de Trabalho Mecânico e Força de Atrito
Exercícios de Trabalho Mecânico e Força de Atrito
 
Cosmologia sistema solar - os planetas
Cosmologia   sistema solar - os planetasCosmologia   sistema solar - os planetas
Cosmologia sistema solar - os planetas
 
Introdução à teoria de relavitivdade
Introdução à teoria de relavitivdade Introdução à teoria de relavitivdade
Introdução à teoria de relavitivdade
 
Cinemática mru (frente 1)
Cinemática mru (frente 1)Cinemática mru (frente 1)
Cinemática mru (frente 1)
 
Cap11p trabalho potencia
Cap11p trabalho potenciaCap11p trabalho potencia
Cap11p trabalho potencia
 
Cinemática vetores (frente 1)
Cinemática vetores (frente 1)Cinemática vetores (frente 1)
Cinemática vetores (frente 1)
 
Cinemática mruv (frente 1)
Cinemática mruv (frente 1)Cinemática mruv (frente 1)
Cinemática mruv (frente 1)
 
Trabalho e Energia.
Trabalho e Energia.Trabalho e Energia.
Trabalho e Energia.
 
FÍSICA 9º Ano (Ciências) EF UNASP Velocidade média 01/2016
FÍSICA 9º Ano (Ciências) EF UNASP Velocidade média 01/2016FÍSICA 9º Ano (Ciências) EF UNASP Velocidade média 01/2016
FÍSICA 9º Ano (Ciências) EF UNASP Velocidade média 01/2016
 
Cinemática: Movimento Retilíneo Uniforme e Movimento Uniformemente Variado - ...
Cinemática: Movimento Retilíneo Uniforme e Movimento Uniformemente Variado - ...Cinemática: Movimento Retilíneo Uniforme e Movimento Uniformemente Variado - ...
Cinemática: Movimento Retilíneo Uniforme e Movimento Uniformemente Variado - ...
 
Física 9° Ano (Ciências) EF UNASP Transformação das unidades
Física 9° Ano (Ciências) EF UNASP Transformação das unidadesFísica 9° Ano (Ciências) EF UNASP Transformação das unidades
Física 9° Ano (Ciências) EF UNASP Transformação das unidades
 
Aceleración uniforme
Aceleración uniformeAceleración uniforme
Aceleración uniforme
 
Aplicações das Leis de Newton
Aplicações das Leis de Newton Aplicações das Leis de Newton
Aplicações das Leis de Newton
 
Unidade 3 parte 1
Unidade 3 parte 1Unidade 3 parte 1
Unidade 3 parte 1
 

Semelhante a Satélites estacionários

Satélites de comunicação
Satélites de comunicaçãoSatélites de comunicação
Satélites de comunicação
Casimiro Coelho
 
Satélites de comunicação
Satélites de comunicaçãoSatélites de comunicação
Satélites de comunicação
Casimiro Coelho
 
Satélites de comunicação
Satélites de comunicaçãoSatélites de comunicação
Satélites de comunicação
Casimiro Coelho
 
Satélites de comunicação
Satélites de comunicaçãoSatélites de comunicação
Satélites de comunicação
Casimiro Coelho
 
Trabalho sobre GPS
Trabalho sobre GPSTrabalho sobre GPS
Trabalho sobre GPS
Mariana Nascimento
 
Trabalho GPS
Trabalho GPSTrabalho GPS
Trabalho GPS
Mariana Nascimento
 
Pp 01 viagens com gps1 vff
Pp 01   viagens com gps1 vffPp 01   viagens com gps1 vff
Pp 01 viagens com gps1 vff
Binucha
 
Gps (global positioning system)
Gps (global positioning system)Gps (global positioning system)
Gps (global positioning system)
andreaires
 
Satelite.docx
Satelite.docxSatelite.docx
Satelite.docx
AbicssimoSaide1
 
Revisão de grografia (1ºano) part. 1
Revisão de grografia (1ºano) part. 1Revisão de grografia (1ºano) part. 1
Revisão de grografia (1ºano) part. 1
Matheus Boniatti
 
Trabalho sobre GPS II
Trabalho sobre GPS IITrabalho sobre GPS II
Trabalho sobre GPS II
Mariana Nascimento
 
Movimento de um satélite geoestacionário
Movimento de um satélite geoestacionárioMovimento de um satélite geoestacionário
Movimento de um satélite geoestacionário
Casa Ciências
 
Geografia cartografia e geomorfologia
Geografia cartografia e geomorfologiaGeografia cartografia e geomorfologia
Geografia cartografia e geomorfologia
BriefCase
 
Revisão bimestral 6º ano - 4º bimestre 2012
Revisão bimestral   6º ano - 4º bimestre 2012Revisão bimestral   6º ano - 4º bimestre 2012
Revisão bimestral 6º ano - 4º bimestre 2012
Raphaell Garcia
 
Viagens com gps
Viagens com gpsViagens com gps
Viagens com gps
anajaneca
 
GPS EXPLICACAO SOBRE TEMPO RELOGIOS SISTEMA DE GALILEU
GPS EXPLICACAO SOBRE TEMPO RELOGIOS SISTEMA DE GALILEUGPS EXPLICACAO SOBRE TEMPO RELOGIOS SISTEMA DE GALILEU
GPS EXPLICACAO SOBRE TEMPO RELOGIOS SISTEMA DE GALILEU
gabriel soliz
 
Corpos menores do Sistema Solar
Corpos menores do Sistema SolarCorpos menores do Sistema Solar
Corpos menores do Sistema Solar
Lucas Guimaraes
 
Apresentação de introducao ao sensoriamento remoto
Apresentação de introducao ao sensoriamento remotoApresentação de introducao ao sensoriamento remoto
Apresentação de introducao ao sensoriamento remoto
EliakimArajo2
 
Exercicios geografia geral_astronomia
Exercicios geografia geral_astronomiaExercicios geografia geral_astronomia
Exercicios geografia geral_astronomia
Tiago Marinho
 
Cesm satélites meteorológicos parte2 figuras jpg
Cesm satélites meteorológicos parte2 figuras jpgCesm satélites meteorológicos parte2 figuras jpg
Cesm satélites meteorológicos parte2 figuras jpg
Dante Napoli
 

Semelhante a Satélites estacionários (20)

Satélites de comunicação
Satélites de comunicaçãoSatélites de comunicação
Satélites de comunicação
 
Satélites de comunicação
Satélites de comunicaçãoSatélites de comunicação
Satélites de comunicação
 
Satélites de comunicação
Satélites de comunicaçãoSatélites de comunicação
Satélites de comunicação
 
Satélites de comunicação
Satélites de comunicaçãoSatélites de comunicação
Satélites de comunicação
 
Trabalho sobre GPS
Trabalho sobre GPSTrabalho sobre GPS
Trabalho sobre GPS
 
Trabalho GPS
Trabalho GPSTrabalho GPS
Trabalho GPS
 
Pp 01 viagens com gps1 vff
Pp 01   viagens com gps1 vffPp 01   viagens com gps1 vff
Pp 01 viagens com gps1 vff
 
Gps (global positioning system)
Gps (global positioning system)Gps (global positioning system)
Gps (global positioning system)
 
Satelite.docx
Satelite.docxSatelite.docx
Satelite.docx
 
Revisão de grografia (1ºano) part. 1
Revisão de grografia (1ºano) part. 1Revisão de grografia (1ºano) part. 1
Revisão de grografia (1ºano) part. 1
 
Trabalho sobre GPS II
Trabalho sobre GPS IITrabalho sobre GPS II
Trabalho sobre GPS II
 
Movimento de um satélite geoestacionário
Movimento de um satélite geoestacionárioMovimento de um satélite geoestacionário
Movimento de um satélite geoestacionário
 
Geografia cartografia e geomorfologia
Geografia cartografia e geomorfologiaGeografia cartografia e geomorfologia
Geografia cartografia e geomorfologia
 
Revisão bimestral 6º ano - 4º bimestre 2012
Revisão bimestral   6º ano - 4º bimestre 2012Revisão bimestral   6º ano - 4º bimestre 2012
Revisão bimestral 6º ano - 4º bimestre 2012
 
Viagens com gps
Viagens com gpsViagens com gps
Viagens com gps
 
GPS EXPLICACAO SOBRE TEMPO RELOGIOS SISTEMA DE GALILEU
GPS EXPLICACAO SOBRE TEMPO RELOGIOS SISTEMA DE GALILEUGPS EXPLICACAO SOBRE TEMPO RELOGIOS SISTEMA DE GALILEU
GPS EXPLICACAO SOBRE TEMPO RELOGIOS SISTEMA DE GALILEU
 
Corpos menores do Sistema Solar
Corpos menores do Sistema SolarCorpos menores do Sistema Solar
Corpos menores do Sistema Solar
 
Apresentação de introducao ao sensoriamento remoto
Apresentação de introducao ao sensoriamento remotoApresentação de introducao ao sensoriamento remoto
Apresentação de introducao ao sensoriamento remoto
 
Exercicios geografia geral_astronomia
Exercicios geografia geral_astronomiaExercicios geografia geral_astronomia
Exercicios geografia geral_astronomia
 
Cesm satélites meteorológicos parte2 figuras jpg
Cesm satélites meteorológicos parte2 figuras jpgCesm satélites meteorológicos parte2 figuras jpg
Cesm satélites meteorológicos parte2 figuras jpg
 

Mais de Elisa Mitye Akiyama

Capitalismo industrial
Capitalismo industrialCapitalismo industrial
Capitalismo industrial
Elisa Mitye Akiyama
 
Angiospermas
AngiospermasAngiospermas
Angiospermas
Elisa Mitye Akiyama
 
Trabalho de biologia aneuploidias sexuais,
Trabalho de biologia   aneuploidias sexuais,Trabalho de biologia   aneuploidias sexuais,
Trabalho de biologia aneuploidias sexuais,
Elisa Mitye Akiyama
 
Pardos no brasil
Pardos no brasilPardos no brasil
Pardos no brasil
Elisa Mitye Akiyama
 
Trabalho de geografia
Trabalho de geografiaTrabalho de geografia
Trabalho de geografia
Elisa Mitye Akiyama
 
Sais (cloreto de sódio)
Sais (cloreto de sódio)Sais (cloreto de sódio)
Sais (cloreto de sódio)
Elisa Mitye Akiyama
 
Floresta amazônica
Floresta amazônica Floresta amazônica
Floresta amazônica
Elisa Mitye Akiyama
 

Mais de Elisa Mitye Akiyama (7)

Capitalismo industrial
Capitalismo industrialCapitalismo industrial
Capitalismo industrial
 
Angiospermas
AngiospermasAngiospermas
Angiospermas
 
Trabalho de biologia aneuploidias sexuais,
Trabalho de biologia   aneuploidias sexuais,Trabalho de biologia   aneuploidias sexuais,
Trabalho de biologia aneuploidias sexuais,
 
Pardos no brasil
Pardos no brasilPardos no brasil
Pardos no brasil
 
Trabalho de geografia
Trabalho de geografiaTrabalho de geografia
Trabalho de geografia
 
Sais (cloreto de sódio)
Sais (cloreto de sódio)Sais (cloreto de sódio)
Sais (cloreto de sódio)
 
Floresta amazônica
Floresta amazônica Floresta amazônica
Floresta amazônica
 

Último

EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
Sandra Pratas
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Falcão Brasil
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Luzia Gabriele
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Falcão Brasil
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Falcão Brasil
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Mary Alvarenga
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Centro Jacques Delors
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
Falcão Brasil
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Falcão Brasil
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
portaladministradores
 
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdfLivro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
CarolineSaback2
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Falcão Brasil
 

Último (20)

EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_CARLA MORAIS_22_23
 
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdfAviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
Aviação de Asas Rotativas. Aos Rotores, o Sabre!.pdf
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsxOceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
Oceano, Fonte de Vida e Beleza Maria Inês Aroeira Braga.ppsx
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdfPortfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
Portfólio Estratégico da Marinha do Brasil (MB).pdf
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
 
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
Desafio matemático -  multiplicação e divisão.Desafio matemático -  multiplicação e divisão.
Desafio matemático - multiplicação e divisão.
 
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
Slide | Eurodeputados Portugueses (2024-2029) - Parlamento Europeu (atualiz. ...
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
 
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.pptAnálise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
Análise dos resultados do desmatamento obtidos pelo SIAD.ppt
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
 
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdfLivro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
Livro - Planejamento em Orientação Educacional - Heloísa Lück.pdf
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
 

Satélites estacionários

  • 2. Satélites estacionários Os satélites estacionários recebem este nome pelo fato de se apresentarem "parados" em relação à superfície da Terra. Ou seja, para um observador na Terra, o satélite parece parado no céu. Suas órbitas são circulares, contidas no plano equatorial. Seu período é de 24 horas (igual ao de rotação da Terra) e o raio de sua órbita é de 36.000 km, aproximadamente.
  • 3. Função do satélite estacionário A aplicação mais importante para esses satélites está nas telecomunicações. Um sinal de televisão, por exemplo, é emitido da Terra para o satélite. Este capta o sinal, amplifica-o e o emite para o local que deve receber a transmissão. Este sinal propaga-se com a velocidade da luz (300.000 km/s), gastando aproximadamente 0,24s para ir até o satélite e voltar à terra. Assim, ao assistirmos a uma cena de um jogo de futebol na França, por exemplo, estamos vendo esta cena praticamente no mesmo instante em que ela ocorre.
  • 4. Vantagens e desvantagens Vantagens: A grande vantagem desse tipo de satélite é que para que seu sinal seja captado, basta apontar a antena para o ponto certo do céu. Depois disso, não é mais necessário mudar a posição da antena e nem usar equipamentos caros para prever o movimento do satélite. Desvantagens:A desvantagem é que como todos os satélites estacionários devem estar sobre a linha do equador à uma mesma altitude, existe um espaço limitado para colocá-los no espaço. Além disso, países que ficam localizados à uma mesma longitude podem entrar em conflito para decidir quem irá colocar um satélite para atender a sua população. Tais conflitos normalmente são julgados pela União Internacional de Telecomunicações, uma organização internacional.
  • 5. Curiosidades Quanto mais alta for a órbita de um satélite menor é a sua velocidade angular. A altitude para se colocar o satélite é de 35.786 km, onde a força centrífuga e a força centrípeta do planeta se anulam. Note-se que, se a Terra fosse perfeitamente esférica, a única posição geoestacionária seria sobre o equador. No caso real, a assimetria na distribuição das massas entre os hemisférios faz com que os satélites geoestacionários devam ser posicionados fora do equador
  • 6. Além disso, a irregularidade do campo gravitacional terrestre, junto com perturbações orbitais (tanto gravitacionais, como as atrações da Lua e do Sol, quanto forças não-inerciais, como a pressão da radiação solar) obrigam que a posição seja periodicamente corrigida, através de manobras orbitais.
  • 7.  O primeiro satélite geoestacionário brasileiro, que será lançado até 2016, vai levar banda larga a regiões isoladas e proteger informações estratégicas do país. O artefato vai ser construído pela Visiona, uma joint venture entre a Telebrás e a Embraer. A tecnologia utilizada será a mesma adotada por países líderes nos setores aeroespacial e de telecomunicações.  Diferente dos outros tipos de satélites, o geoestacionário é posicionado no espaço de uma forma que, acompanhando o movimento da Terra, comporte-se como se estivesse sempre parado em relação ao nosso planeta. Por isso, é mais adequado para atender regiões onde as comunicações dependam exclusivamente deste artefato.
  • 8. Alunos:  Elisa (4)  Igor (7)  João Marcello (10)  João Pedro (11)  Renata (25)  Tiago (26)