Homenagem a
              Ruy Ohtake
Conheça

um pouco

sobre a

história

e obras do

arquiteto e

urbanista
Editorial
Ruy Ohtake tem uma trajetória profissional
que traz a exuberância de edifícios, hotéis
e restaurantes luxuosos, mas também, tra-
balhos sociais que alteraram paradigmas,
como as habitações sociais em formato ar-
redondado em Heliópolis.

O objetivo deste informativo é tornar, ainda
mais, público e reconhecido um exemplo de
criatividade da arquitetura brasileira, que
tornou diferentes ambientes como o Hotel
Unique e as ruas de Heliópolis, em lugares
mais acolhedores e alegres.

O educador Paulo Freire costumava criti-
car o conceito de que criança não pode
ser criada na rua. Pois, segundo ele, a rua
também é um local importante para que
ela possa crescer e se desenvolver. A arqui-
tetura e o urbanismo é um instrumento re-
levante, no caso de São Paulo, desafiador
para se criar e tornar locais públicos em am-
bientes mais alegres, sociais e acolhedores.
Sumário
Biografia.........................4


O estilo Ruy Ohtake
Principais Obras.............6


O trabalho Social
em Heliópolis.................11


Conversando com o
arquiteto.......................14


Entrega de Medalha
Anchieta e Diploma
de Gratidão..................18


Os proponentes da
homenagem Ver Chico
Macena e Dep Paulo Tei
xeira ..............................19

Expediente:
Coordenação: Diane Costa
Textos, Diagramação: Katiele Fran-
ça, Diane Costa e Talita Gomes
(Mandato do vereador Chico Ma-
cena). Colaboração: site e asses-
soria Ruy Ohtake, assessoria Unas.
Fotos: Henrique Boney e Gil. Con-
ceito artistíco: Janaína Cavalcanti
O arquiteto Ruy Ohtake no gabinete do vereador Chico Macena



                           4
Quem é Ruy?
Filho mais velho da renomada artista
plástica Tomie Ohtake e do agrônomo Al-
berto Ohtake, Ruy Ohtake começou sua
produção em 1960, mesmo ano em que
se formou pela FAU-USP – Faculdade de
Arquitetura e Urbanismo da Universida-
de de São Paulo. Desde então, Ruy con-
quista admiradores diferentes cantos do
mundo com suas criações que fundem a
cultura japonesa, a energia da vanguar-
da européia e americana, a exuberân-
cia e as diversidades das paisagens e do
povo brasileiro.
Desde a sua formação, o escritório do ar-
quiteto é movido pela grande quantidade
de demanda. Suas obras, não são somente
requisitadas em território nacional, mas tam-
bém no exterior. Ohtake tornou-se referência
no meio dos arquitetos, e por isso é regular-
mente convidado para representar o Brasil
em diversas palestras, como, o XX Congresso
da UIA- União Internacional dos Arquitetos-,
evento realizado em junho de 1999 na China,
ao lado de fíguras importantes, como, Jean
Nouvel e Tadao Ando.
Ruy também assina o projeto arquitetônico da
butique de óculos solares do Brasil, a OPART,
localizada na Rua Oscar Freire em São Paulo e
Piauí Multimídia, em Teresina - Piauí.




                     5
O estilo R
                          Redondinho de Heliópolis
                                                 São Paulo, 2008
                          Um complexo residencial para habi-
                          tação de interesse social, possui de 29
                          edifícios. Os “redondinhos” tem quatro
                          andares, são adaptados para porta-
                          dores de deficiência, contam com es-
                          paço de convivência, lixeiras seletivas
                          e playground.



Hotel Renaissance
                  São Paulo (SP) 1986
Localizado a uma quadra da Ave-
nida Paulista, este edifício tem uma
expressão forte dentro do denso es-
paço da cidade de São Paulo. Com
500 apartamentos, distribuídos em 25
pavimentos, o hotel possui uma das
mais valiosas coleções de arte. Pai-
néis e esculturas enriquecem ainda
mais o ambiente.


                     Aquário Pantanal
                               Campo Grande (MS), Em construção
                      O maior aquário de água doce do
                      mundo, com 6,6 milhões de litros de
                      água, 263 espécies e sete mil animais.
                      Este projeto audacioso ressalta o estilo
                      contemporâneo do arquiteto. Além do
                      ambiente interno, que inclui um túnel
                      de 180 graus, o aquário terá cinco tan-
                      ques externos, que poderão ser percor-
                      ridos a pé ou em um trajeto aquaviário
                      em barco com fundo de vidro.


                              6
Ruy Ohtake
 Brasília Shopping and Towers
                      Brasília (DF)1991
 Este edifício está inserido no con-
 texto arquitetônico de Brasília.
 As duas torres e arco, que estão
 conectadas com os andares
 superiores. O empreendimento
 é composto por 19 pavimentos,
 duas torres e cada uma delas
 contam com 14 andares e 336
 salas comercias e escritórios.


 Hotel Unique                   O hotel Unique é referência mun-
          São Paulo (SP) 2002 dial por sua originalidade e design
                                instigante. Está próximo dos lugares
                                mais badalados da cidade, como
                                a Av. Paulista, o Parque Ibirapue-
                                ra, a Av. Faria Lima, os shoppings
                                Iguatemi e próximo do aeroporto
                                de Congonhas. Composto por 6
                                pavimentos, totalizando 96 apar-
                                tamentos, seus diferencial está na
                                forte característica urbana, traço
                                singular de São Paulo.

 Edifício Berrine
             São Paulo (SP), 2000

 Este edifício é um empreendimento
 comercial, destinado a grandes em-
 presas. Em sua faixada frontal é pos-
 sível identificar a ousadia no uso das
 formas. Localizado na região da Mar-
 ginal do Rio Pinheiros, o prédio conta
 com 17 andares de escritórios, com
 áreas privativas que variam de 667 a
 730 metros quadrados.


                                       7
O estilo R
                             Edifício Lagoa
                                                Rio de Janeiro (RJ) 2003

                             Inspirado na lagoa Rodrigo de Freitas,
                             seu desenho conversa com a beleza da
                             cidade. A ondulação do terraço mais
                             parece ondas do mar. Nesta sintonia
                             que o arquiteto projetou arranjos criati-
                             vos de terraço, a fim de prolongar salas
                             e quartos, além de se destacar entre os
                             demais prédios, pela ousadia e delica-
                             deza de sua obra.

Edifício Santa Catarina
                       São Paulo (SP) 2007
Um projeto ousado e inovador. Inspirado
na contemporaneidade da cidade de
São Paulo, localizado no cartão postal da
cidade, a Avenida Paulista, dono de um
desenho singular o Edifício Santa Catarina
tem 1.000 m² e laje de 18 pavimentos, é
uma espécie de cúpula de vidro. Além
da sua forma, os aros na cor vermelha
completa o desenho que chama a aten-
ção de quem passa pelos arredores.


                              Embaixada do Brasil em Tóquio
                                                   Japão (Tóquio) 1982
                             Com uma fachada curva e verticalizada,
                             a Embaixada que representa o Brasil no
                             Japão, ganha características únicas. O
                             prédio tem cinco pavimentos, e está lo-
                             calizado em uma rua bem estreita, o que
                             dá ao empreendimento uma caracterís-
                             tica ainda mais excitante, além das cores
                             fortes que representa a cultura brasileira.


                                   8
Ruy Ohtake
 Memorial da Cidade, Teresina
      Teresina - Piauí (em construção)

 A valorização dos rios Poti e
 Parnaíba é foco principal des-
 te projeto, que deverá modi-
 ficar de maneira histórica a
 capital do Piauí. A concepção
 prevê a explanada do Rio Par-
 naíba, além da edificação de
 três prédios: O memorial da
 cidade, o Piauí Multimídia e a
 Estação ciência dentro de um
 espaço de 1500 m2.
                            Centro Cultural de Palmital
                                           Palmital - (SP)1982
                             Localizado em uma praça ajardina-
                             da, o edifício possui quatro fachadas
                             diferentes, três delas marcadas com
                             arcos de entrada, e a quarta com
                             brises coloridos, o que dá ao projeto
                             uma característica de contempo-
                             raneidade. Ordenado segundo um
                             módulo de dez metros, é composto
                             por um auditório com capacidade
                             para 120 pessoas, biblioteca, salão
                             de exposições e salas administrativas.



    Central Park
                   São Paulo, (SP) 2008
    Edifício comercial composto por
    sete pavimentos, seu diferencial
    está na sua aparência exube-
    rante e imponente. Localizado
    na cidade de São Paulo, o edifí-
    cio embeleza ainda mais a apa-
    rência de São Paulo.



                                   9
O estilo
                  Ruy Ohtake
                          Edifício Diamond
                                              Belém - (Pará )1988
                             Localizado de frente com a Praça da
                             República, o Edifício residencial conta
                             com 25 apartamentos, um por andar.
                             A temperatura alta, típica da região,
                             em conjunto com a umidade do ar,
                             inspirou o arquiteto em elaborar a
                             abertura do terraço em duas faces,
                             assim os moradores podem aprovei-
                             tar ainda mais a paisagem local.

Centro Cultural de Guarulhos
                        Guarulhos (SP) 2003


    O arquiteto transformou uma antiga
    industria têxtil no Centro Municipal de
    Educação Adamastor. Com quase 8
    mil metros quadrados de construção,
    o local conservou a imagem histórica
    da cidade de Guarulhos e conservou
    a chaminé de 50 metros de altura,
    que a visível distancia se constitui a
    símbolo o conjunto.

                              Cerquilho
                                        São Paulo (SP) 2005


                             O centro cultural foi projetado para le-
                             var cultura a população local e visitan-
                             tes. O complexo contar com um signi-
                             ficativo conjunto cultural é composto
                             por teatro e bibliotecas. Sua proposta
                             é apresentar algo inovador dentro do
                             espaço urbano


                                   10
O urbanista e o trabalho
social em Heliópolis




Líder comunitário da Unas Heliópolis Buiu. vereador Chico Macena, arquiteto Ruy Ohtake


           Ajudar é trabalhar junto
Ruy afirma que encontra em Heliópolis uma so-
lidariedade que nunca tinha vista. O arquite-
to de mais de 50 anos de carreira, é autor do
projeto de habitação social, que conta com
investimente federal e municipal, “Os Redon-
dinhos”. Essa contrução proporcionou aos mo-
radores da região lares dignos com parques
coloridos e de formas ousadas. As obras e as
modificações no local são de encher os olhos.

A relação de Ruy com Heliópolis surgiu de um
mal entendido. O arquiteto foi entrevistado por
uma revista, na discursão Ruy mencionou que
achava gritante a diferença entre um bairro
com recurso e uma comunidade carente, ele
comparou os bairros do Morumbi com Heliópo-
lis, terras distintas. O periódico de má fé publi-
cou que o arquiteto achava a região feia, por

                                              11
conta disso, lideranças do local entraram em
contato para esclarecer o comentário e per-
guntar como o renomado Ruy Ohtake poderia
ajudá-los para balancear essa diferença, o re-
lacionamento deu seu primeiro passo. Do mal
entendido surgiu uma grande oportunidade.

O projeto social de Ruy Ohtake em Heliópolis
começou em 2003, a convite de um dos líde-
res comunitários do bairro. O trabalho iniciou-se
com intervenções cromáticas, pinturas de três
ruas escolhidas pelos próprios moradores. A par-
tir deste momento, as portas começaram a se
abrir e com o auxílio de um banco foi instalado
uma modesta biblioteca na região. Ruy propôs
que a localização do centro de leitura fosse es-
colhida pelos habitantes, e assim aconteceu.




Biblioteca de Heliópolis, projeto do arquiteto Ruy Ohtake, o acervo atinge toda a população da região

Ohtake quebrou o paradigma de que habitações
ou bairros bonitos são apenas realidades de pes-
soas com maior poder aquisitivo, Heliópolis ganha
nova cara. Com essa primeira reforma realizada,
o arquiteto tornou-se conhecido pela região de

                                                 12
Heliópolis, e alguns anos mais tarde
foi lembrando por um dos membros
da Unas - União de Núcleos Associa-
ções e Sociedades de Moradores
de Heliópolis e São João Clímaco,
para ajudar quando a prefeitura
estudava a construção de três cre-
ches. As escolinhas de jardim de
infância foram edificadas com pro-
                                     Os Rendodinhos nasceram com o
jetos arquitetônicos e padrões da projeto cor
prefeitura. Ruy ajudou a posicioná-las nas
proximidades de duas escolas municipais.
Depois dessa intervenção, nasceu o proje-
to polo educativo e cultural, uma realização
do arquiteto. Sete prédios, pintados com di-
versas cores, e redondos distribuídos em uma
área de 35 mil m², em que é proibido à entra-
da de carros, no local não há muros. Entre as
edificações, um campo verde utilizado pela co-
munidade como parque nos finais de semana.




Projeto Cor. Pintura das casas da comunidade de Heliópolis realizado em parceria com os moradores.



                                                13
Conversando
O arquiteto fala sobre arquitetura, a importância do seu trabal
          “redondinho”, além de sua visão sobre o futuro dos

Qual foi a sua reação quando recebeu um projeto que
iria de encontro com as necessidades da comunidade de
Heliópolis?+

Ruy Ohtake: Com o mesmo entusiasmo que fiz o projeto
do Aquário Pantanal, que está em construção no Mato
Grosso do Sul, um grande empreendimento voltado para
o meio ambiente, mas também sofisticado é a questão de
fazer arquitetura, para Heliópolis.
Qual a diferença de criar um projeto que envolve proje-
tos de luxo, de construções que beneficiam comunidades
carentes?
                                              “Acred
Ruy Ohtake: É evidente que cada pro-   no Brasil é ac
jeto é direcionado para um usuário   comunidades ma
especifico, ou seja, a pessoa que vai
ter atividade dentro da construção.         afirma Oh
Contudo, todos os meus projetos são
realizados com extrema dedicação, entusiasmo, qualquer
que seja a finalidade. Sempre acredito na questão da ci-
dadania, no país.




Ruy Ohtake com lideranças comunitárias de Heliópolis

                           14
com Ohtake
lho em Heliópolis, da atuação da comunidade no projeto
 jovens que moram em comunidades carentes.

      Os “redondinhos” chamam a atenção pela ousadia
      das suas curvas, como alcançou este resultado?

      Ruy Ohtake: Eu acho que um projeto tem que ter
      uma identidade. A gente consegue formatar essa
      ideia discutindo com a comunidade, não me satisfa-
      ço com discursos, busco concretizar os meus projetos
      em realidade. Acredito que a arquitetura e o urban-
      ismo se completam quando construídas em conjunto.
      E como nasceu a ideia dos “redondinhos”?

ditar                 Ruy Ohtake: Ele nasceu com o pro-
                      jeto da cor, e em Heliópolis isso foi a
credita nas           sementinha, para a ideia dos redond-
ais carentes”,        inhos. Depois desse trabalho a comuni-
                      dade pediu meu auxílio em um projeto
 htake                que valorizasse a região, fui até lá. Em
                      conjunto com a comunidade, decidi-
      mos trabalhar juntos, comigo não tem esse negócio de
      ajudar, eu quero trabalhar junto.




      Ruy discutindo o planejamento urbanístico de Heliópolis

                                   15
Ruy explicando o projeto Polo Cultural em Heliópolis
Quando você decidiu fazer arquitetura? Houve influência
familiar?

Ruy Ohtake: Sim, minha mãe Tomie Ohtake é artísta, desde
pequeno a vejo trabalhar em seu ateliê, então pensava na
arquitetura desde o colegial. Contudo, nunca foi uma coisa
imposta.

Como você vê o futuro das comunidades carentes no
Brasil?

Ruy Ohtake: Acreditar no Brasil é acredita nas comunida-
des mais carentes. Hoje, essas comunidades correspon-
dem a quase 40% da população brasileira, ou seja, cerca
de 80 milhões de brasileiros (adolescentes), que logo, da-
qui há dez anos, esses jovens serão dirigentes do país, das
cidades e das comunidades. Nós temos que preparar e
dar oportunidades.


                            16
Qual foi a sua primeira preocupação, quando criou
os chamados “redondinhos” de Heliópolis?

Ruy Ohtake: Quando eu faço um projeto, como o de
Heliópolis, a primeira coisa que faço é discutir com
a comunidade, para que haja dupla responsabi-
lidade, eu como arquiteto e cidadão e da comu-
nidade como moradora local, que tem vivência da
vida em comunidade.
Em sua opinião, qual é a verdadeira essência do tra-
balho de arquiteto?

Ruy Ohtake: Considero arquitetura tudo que envolve
a atividade humana, pode ser casa, escola, campo
esportivo, hospital, enfim... A arquitetura é uma só,
ou é uma boa arquitetura, ou não é.




Ex- Ministro da Educação, Fernando Haddad, Ruy Ohtake, ver. Chico Macena e Buiú,
liderança de Héliopolis, discutindo melhorias urbanísticas para a região e cidade.


Tem algum arquiteto que você admira e considera as suas
obras inspiradoras ?

Ruy Ohtake: Sim, tem dois arquitetos que admiro, o Vila
Nova Artigas, que foi meu professor na FAU - USP e o Os-
car Niemyer.


                                       17
Entrega de Medalha Anchieta e
Diploma de Gratidão
Toda honraria precisa ser votada e aprovada pe-
los parlamentares da Câmara. Elas são entregues
como forma de reconhecimento de personalidades
que realizaram trabalhos em benefício da cidade
de São Paulo.

O projeto de decreto legislativo que concede a Me-
dalha Anchieta e o Diploma de Gratidão é do hoje
deputado federal, Paulo Teixeira, que quando vere-
ador, em 2005, sugeriu a homenagem ao arquiteto e
urbanista. O vereador Chico Macena ficou ciente da
aprovação da homenagem ao Ruy Ohtake, conver-
sou com o deputado e se propôs a fazer a entrega.

O reconhecimento do trabalho do Ruy Ohtake na
Câmara será ímpar, como suas obras, pois é viabiliza-
do por dois parlamentares municipais, o que teve a
iniciativa em 2005, e o que em parceria concretizou
em 2012.

Embora tenha elaborado diversos projetos em São
Paulo, e terá reconhecimento por meio da homena-
gem, que recebe no dia 11 de junho de 2012, Ruy
Ohtake é uma figura que possui reconhecimento in-
ternacional. É autor de projetos arquitetônicos viabili-
zados em outros países como a embaixada do Brasil
em Tóquio, no Japão.




                           18
Os proponentes da Homenagem

                       Vereador
                       Chico Macena
                   Autor de mais de 30 leis
                   e 100 projetos, o verea-
                   dor Chico Macena está
                   no segundo mandato na
                   Câmara Municipal.
                   Foi administrador regio-
                   nal de Vila Prudente na
                   gestão da prefeita Luiza
                   Erundina, Presidente da
                   CET na gestão Marta Suplicy.
                   Dentre suas principais con-
                   quistas na Câmara está o
                   impedimento da retirada
                   das questões sociais como
Saúde Educação e Habitação de Interesse social do
Plano Diretor.
Deputado Federal
Paulo Teixeira
Foi Sub-prefeito de São Miguel
Paulista no governo Luiza
Erundina. Como vereador, foi
autor do Projeto de Lei (PL)
para exigir o cumprimento
da função social da proprie-
dade em São Paulo.
Como Secretário da Habita-
ção em São Paulo, no gov-
erno Marta Suplicy, desen-
volveu o programa Morar no
Centro e o Plantas On Line.
Como deputado federal, seu
mandato é referência nas
questões urbana, ambiental
e de tecnologia.
                          19
Instituto Tomie Ohtake




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Contato: 11- 3396-4236
E-mail: faleconosco@chicomacena.com.br
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Livreto - História e Homenagem a Ruy Ohtake

  • 1.
    Homenagem a Ruy Ohtake Conheça um pouco sobre a história e obras do arquiteto e urbanista
  • 2.
    Editorial Ruy Ohtake temuma trajetória profissional que traz a exuberância de edifícios, hotéis e restaurantes luxuosos, mas também, tra- balhos sociais que alteraram paradigmas, como as habitações sociais em formato ar- redondado em Heliópolis. O objetivo deste informativo é tornar, ainda mais, público e reconhecido um exemplo de criatividade da arquitetura brasileira, que tornou diferentes ambientes como o Hotel Unique e as ruas de Heliópolis, em lugares mais acolhedores e alegres. O educador Paulo Freire costumava criti- car o conceito de que criança não pode ser criada na rua. Pois, segundo ele, a rua também é um local importante para que ela possa crescer e se desenvolver. A arqui- tetura e o urbanismo é um instrumento re- levante, no caso de São Paulo, desafiador para se criar e tornar locais públicos em am- bientes mais alegres, sociais e acolhedores.
  • 3.
    Sumário Biografia.........................4 O estilo RuyOhtake Principais Obras.............6 O trabalho Social em Heliópolis.................11 Conversando com o arquiteto.......................14 Entrega de Medalha Anchieta e Diploma de Gratidão..................18 Os proponentes da homenagem Ver Chico Macena e Dep Paulo Tei xeira ..............................19 Expediente: Coordenação: Diane Costa Textos, Diagramação: Katiele Fran- ça, Diane Costa e Talita Gomes (Mandato do vereador Chico Ma- cena). Colaboração: site e asses- soria Ruy Ohtake, assessoria Unas. Fotos: Henrique Boney e Gil. Con- ceito artistíco: Janaína Cavalcanti
  • 4.
    O arquiteto RuyOhtake no gabinete do vereador Chico Macena 4
  • 5.
    Quem é Ruy? Filhomais velho da renomada artista plástica Tomie Ohtake e do agrônomo Al- berto Ohtake, Ruy Ohtake começou sua produção em 1960, mesmo ano em que se formou pela FAU-USP – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universida- de de São Paulo. Desde então, Ruy con- quista admiradores diferentes cantos do mundo com suas criações que fundem a cultura japonesa, a energia da vanguar- da européia e americana, a exuberân- cia e as diversidades das paisagens e do povo brasileiro. Desde a sua formação, o escritório do ar- quiteto é movido pela grande quantidade de demanda. Suas obras, não são somente requisitadas em território nacional, mas tam- bém no exterior. Ohtake tornou-se referência no meio dos arquitetos, e por isso é regular- mente convidado para representar o Brasil em diversas palestras, como, o XX Congresso da UIA- União Internacional dos Arquitetos-, evento realizado em junho de 1999 na China, ao lado de fíguras importantes, como, Jean Nouvel e Tadao Ando. Ruy também assina o projeto arquitetônico da butique de óculos solares do Brasil, a OPART, localizada na Rua Oscar Freire em São Paulo e Piauí Multimídia, em Teresina - Piauí. 5
  • 6.
    O estilo R Redondinho de Heliópolis São Paulo, 2008 Um complexo residencial para habi- tação de interesse social, possui de 29 edifícios. Os “redondinhos” tem quatro andares, são adaptados para porta- dores de deficiência, contam com es- paço de convivência, lixeiras seletivas e playground. Hotel Renaissance São Paulo (SP) 1986 Localizado a uma quadra da Ave- nida Paulista, este edifício tem uma expressão forte dentro do denso es- paço da cidade de São Paulo. Com 500 apartamentos, distribuídos em 25 pavimentos, o hotel possui uma das mais valiosas coleções de arte. Pai- néis e esculturas enriquecem ainda mais o ambiente. Aquário Pantanal Campo Grande (MS), Em construção O maior aquário de água doce do mundo, com 6,6 milhões de litros de água, 263 espécies e sete mil animais. Este projeto audacioso ressalta o estilo contemporâneo do arquiteto. Além do ambiente interno, que inclui um túnel de 180 graus, o aquário terá cinco tan- ques externos, que poderão ser percor- ridos a pé ou em um trajeto aquaviário em barco com fundo de vidro. 6
  • 7.
    Ruy Ohtake BrasíliaShopping and Towers Brasília (DF)1991 Este edifício está inserido no con- texto arquitetônico de Brasília. As duas torres e arco, que estão conectadas com os andares superiores. O empreendimento é composto por 19 pavimentos, duas torres e cada uma delas contam com 14 andares e 336 salas comercias e escritórios. Hotel Unique O hotel Unique é referência mun- São Paulo (SP) 2002 dial por sua originalidade e design instigante. Está próximo dos lugares mais badalados da cidade, como a Av. Paulista, o Parque Ibirapue- ra, a Av. Faria Lima, os shoppings Iguatemi e próximo do aeroporto de Congonhas. Composto por 6 pavimentos, totalizando 96 apar- tamentos, seus diferencial está na forte característica urbana, traço singular de São Paulo. Edifício Berrine São Paulo (SP), 2000 Este edifício é um empreendimento comercial, destinado a grandes em- presas. Em sua faixada frontal é pos- sível identificar a ousadia no uso das formas. Localizado na região da Mar- ginal do Rio Pinheiros, o prédio conta com 17 andares de escritórios, com áreas privativas que variam de 667 a 730 metros quadrados. 7
  • 8.
    O estilo R Edifício Lagoa Rio de Janeiro (RJ) 2003 Inspirado na lagoa Rodrigo de Freitas, seu desenho conversa com a beleza da cidade. A ondulação do terraço mais parece ondas do mar. Nesta sintonia que o arquiteto projetou arranjos criati- vos de terraço, a fim de prolongar salas e quartos, além de se destacar entre os demais prédios, pela ousadia e delica- deza de sua obra. Edifício Santa Catarina São Paulo (SP) 2007 Um projeto ousado e inovador. Inspirado na contemporaneidade da cidade de São Paulo, localizado no cartão postal da cidade, a Avenida Paulista, dono de um desenho singular o Edifício Santa Catarina tem 1.000 m² e laje de 18 pavimentos, é uma espécie de cúpula de vidro. Além da sua forma, os aros na cor vermelha completa o desenho que chama a aten- ção de quem passa pelos arredores. Embaixada do Brasil em Tóquio Japão (Tóquio) 1982 Com uma fachada curva e verticalizada, a Embaixada que representa o Brasil no Japão, ganha características únicas. O prédio tem cinco pavimentos, e está lo- calizado em uma rua bem estreita, o que dá ao empreendimento uma caracterís- tica ainda mais excitante, além das cores fortes que representa a cultura brasileira. 8
  • 9.
    Ruy Ohtake Memorialda Cidade, Teresina Teresina - Piauí (em construção) A valorização dos rios Poti e Parnaíba é foco principal des- te projeto, que deverá modi- ficar de maneira histórica a capital do Piauí. A concepção prevê a explanada do Rio Par- naíba, além da edificação de três prédios: O memorial da cidade, o Piauí Multimídia e a Estação ciência dentro de um espaço de 1500 m2. Centro Cultural de Palmital Palmital - (SP)1982 Localizado em uma praça ajardina- da, o edifício possui quatro fachadas diferentes, três delas marcadas com arcos de entrada, e a quarta com brises coloridos, o que dá ao projeto uma característica de contempo- raneidade. Ordenado segundo um módulo de dez metros, é composto por um auditório com capacidade para 120 pessoas, biblioteca, salão de exposições e salas administrativas. Central Park São Paulo, (SP) 2008 Edifício comercial composto por sete pavimentos, seu diferencial está na sua aparência exube- rante e imponente. Localizado na cidade de São Paulo, o edifí- cio embeleza ainda mais a apa- rência de São Paulo. 9
  • 10.
    O estilo Ruy Ohtake Edifício Diamond Belém - (Pará )1988 Localizado de frente com a Praça da República, o Edifício residencial conta com 25 apartamentos, um por andar. A temperatura alta, típica da região, em conjunto com a umidade do ar, inspirou o arquiteto em elaborar a abertura do terraço em duas faces, assim os moradores podem aprovei- tar ainda mais a paisagem local. Centro Cultural de Guarulhos Guarulhos (SP) 2003 O arquiteto transformou uma antiga industria têxtil no Centro Municipal de Educação Adamastor. Com quase 8 mil metros quadrados de construção, o local conservou a imagem histórica da cidade de Guarulhos e conservou a chaminé de 50 metros de altura, que a visível distancia se constitui a símbolo o conjunto. Cerquilho São Paulo (SP) 2005 O centro cultural foi projetado para le- var cultura a população local e visitan- tes. O complexo contar com um signi- ficativo conjunto cultural é composto por teatro e bibliotecas. Sua proposta é apresentar algo inovador dentro do espaço urbano 10
  • 11.
    O urbanista eo trabalho social em Heliópolis Líder comunitário da Unas Heliópolis Buiu. vereador Chico Macena, arquiteto Ruy Ohtake Ajudar é trabalhar junto Ruy afirma que encontra em Heliópolis uma so- lidariedade que nunca tinha vista. O arquite- to de mais de 50 anos de carreira, é autor do projeto de habitação social, que conta com investimente federal e municipal, “Os Redon- dinhos”. Essa contrução proporcionou aos mo- radores da região lares dignos com parques coloridos e de formas ousadas. As obras e as modificações no local são de encher os olhos. A relação de Ruy com Heliópolis surgiu de um mal entendido. O arquiteto foi entrevistado por uma revista, na discursão Ruy mencionou que achava gritante a diferença entre um bairro com recurso e uma comunidade carente, ele comparou os bairros do Morumbi com Heliópo- lis, terras distintas. O periódico de má fé publi- cou que o arquiteto achava a região feia, por 11
  • 12.
    conta disso, liderançasdo local entraram em contato para esclarecer o comentário e per- guntar como o renomado Ruy Ohtake poderia ajudá-los para balancear essa diferença, o re- lacionamento deu seu primeiro passo. Do mal entendido surgiu uma grande oportunidade. O projeto social de Ruy Ohtake em Heliópolis começou em 2003, a convite de um dos líde- res comunitários do bairro. O trabalho iniciou-se com intervenções cromáticas, pinturas de três ruas escolhidas pelos próprios moradores. A par- tir deste momento, as portas começaram a se abrir e com o auxílio de um banco foi instalado uma modesta biblioteca na região. Ruy propôs que a localização do centro de leitura fosse es- colhida pelos habitantes, e assim aconteceu. Biblioteca de Heliópolis, projeto do arquiteto Ruy Ohtake, o acervo atinge toda a população da região Ohtake quebrou o paradigma de que habitações ou bairros bonitos são apenas realidades de pes- soas com maior poder aquisitivo, Heliópolis ganha nova cara. Com essa primeira reforma realizada, o arquiteto tornou-se conhecido pela região de 12
  • 13.
    Heliópolis, e algunsanos mais tarde foi lembrando por um dos membros da Unas - União de Núcleos Associa- ções e Sociedades de Moradores de Heliópolis e São João Clímaco, para ajudar quando a prefeitura estudava a construção de três cre- ches. As escolinhas de jardim de infância foram edificadas com pro- Os Rendodinhos nasceram com o jetos arquitetônicos e padrões da projeto cor prefeitura. Ruy ajudou a posicioná-las nas proximidades de duas escolas municipais. Depois dessa intervenção, nasceu o proje- to polo educativo e cultural, uma realização do arquiteto. Sete prédios, pintados com di- versas cores, e redondos distribuídos em uma área de 35 mil m², em que é proibido à entra- da de carros, no local não há muros. Entre as edificações, um campo verde utilizado pela co- munidade como parque nos finais de semana. Projeto Cor. Pintura das casas da comunidade de Heliópolis realizado em parceria com os moradores. 13
  • 14.
    Conversando O arquiteto falasobre arquitetura, a importância do seu trabal “redondinho”, além de sua visão sobre o futuro dos Qual foi a sua reação quando recebeu um projeto que iria de encontro com as necessidades da comunidade de Heliópolis?+ Ruy Ohtake: Com o mesmo entusiasmo que fiz o projeto do Aquário Pantanal, que está em construção no Mato Grosso do Sul, um grande empreendimento voltado para o meio ambiente, mas também sofisticado é a questão de fazer arquitetura, para Heliópolis. Qual a diferença de criar um projeto que envolve proje- tos de luxo, de construções que beneficiam comunidades carentes? “Acred Ruy Ohtake: É evidente que cada pro- no Brasil é ac jeto é direcionado para um usuário comunidades ma especifico, ou seja, a pessoa que vai ter atividade dentro da construção. afirma Oh Contudo, todos os meus projetos são realizados com extrema dedicação, entusiasmo, qualquer que seja a finalidade. Sempre acredito na questão da ci- dadania, no país. Ruy Ohtake com lideranças comunitárias de Heliópolis 14
  • 15.
    com Ohtake lho emHeliópolis, da atuação da comunidade no projeto jovens que moram em comunidades carentes. Os “redondinhos” chamam a atenção pela ousadia das suas curvas, como alcançou este resultado? Ruy Ohtake: Eu acho que um projeto tem que ter uma identidade. A gente consegue formatar essa ideia discutindo com a comunidade, não me satisfa- ço com discursos, busco concretizar os meus projetos em realidade. Acredito que a arquitetura e o urban- ismo se completam quando construídas em conjunto. E como nasceu a ideia dos “redondinhos”? ditar Ruy Ohtake: Ele nasceu com o pro- jeto da cor, e em Heliópolis isso foi a credita nas sementinha, para a ideia dos redond- ais carentes”, inhos. Depois desse trabalho a comuni- dade pediu meu auxílio em um projeto htake que valorizasse a região, fui até lá. Em conjunto com a comunidade, decidi- mos trabalhar juntos, comigo não tem esse negócio de ajudar, eu quero trabalhar junto. Ruy discutindo o planejamento urbanístico de Heliópolis 15
  • 16.
    Ruy explicando oprojeto Polo Cultural em Heliópolis Quando você decidiu fazer arquitetura? Houve influência familiar? Ruy Ohtake: Sim, minha mãe Tomie Ohtake é artísta, desde pequeno a vejo trabalhar em seu ateliê, então pensava na arquitetura desde o colegial. Contudo, nunca foi uma coisa imposta. Como você vê o futuro das comunidades carentes no Brasil? Ruy Ohtake: Acreditar no Brasil é acredita nas comunida- des mais carentes. Hoje, essas comunidades correspon- dem a quase 40% da população brasileira, ou seja, cerca de 80 milhões de brasileiros (adolescentes), que logo, da- qui há dez anos, esses jovens serão dirigentes do país, das cidades e das comunidades. Nós temos que preparar e dar oportunidades. 16
  • 17.
    Qual foi asua primeira preocupação, quando criou os chamados “redondinhos” de Heliópolis? Ruy Ohtake: Quando eu faço um projeto, como o de Heliópolis, a primeira coisa que faço é discutir com a comunidade, para que haja dupla responsabi- lidade, eu como arquiteto e cidadão e da comu- nidade como moradora local, que tem vivência da vida em comunidade. Em sua opinião, qual é a verdadeira essência do tra- balho de arquiteto? Ruy Ohtake: Considero arquitetura tudo que envolve a atividade humana, pode ser casa, escola, campo esportivo, hospital, enfim... A arquitetura é uma só, ou é uma boa arquitetura, ou não é. Ex- Ministro da Educação, Fernando Haddad, Ruy Ohtake, ver. Chico Macena e Buiú, liderança de Héliopolis, discutindo melhorias urbanísticas para a região e cidade. Tem algum arquiteto que você admira e considera as suas obras inspiradoras ? Ruy Ohtake: Sim, tem dois arquitetos que admiro, o Vila Nova Artigas, que foi meu professor na FAU - USP e o Os- car Niemyer. 17
  • 18.
    Entrega de MedalhaAnchieta e Diploma de Gratidão Toda honraria precisa ser votada e aprovada pe- los parlamentares da Câmara. Elas são entregues como forma de reconhecimento de personalidades que realizaram trabalhos em benefício da cidade de São Paulo. O projeto de decreto legislativo que concede a Me- dalha Anchieta e o Diploma de Gratidão é do hoje deputado federal, Paulo Teixeira, que quando vere- ador, em 2005, sugeriu a homenagem ao arquiteto e urbanista. O vereador Chico Macena ficou ciente da aprovação da homenagem ao Ruy Ohtake, conver- sou com o deputado e se propôs a fazer a entrega. O reconhecimento do trabalho do Ruy Ohtake na Câmara será ímpar, como suas obras, pois é viabiliza- do por dois parlamentares municipais, o que teve a iniciativa em 2005, e o que em parceria concretizou em 2012. Embora tenha elaborado diversos projetos em São Paulo, e terá reconhecimento por meio da homena- gem, que recebe no dia 11 de junho de 2012, Ruy Ohtake é uma figura que possui reconhecimento in- ternacional. É autor de projetos arquitetônicos viabili- zados em outros países como a embaixada do Brasil em Tóquio, no Japão. 18
  • 19.
    Os proponentes daHomenagem Vereador Chico Macena Autor de mais de 30 leis e 100 projetos, o verea- dor Chico Macena está no segundo mandato na Câmara Municipal. Foi administrador regio- nal de Vila Prudente na gestão da prefeita Luiza Erundina, Presidente da CET na gestão Marta Suplicy. Dentre suas principais con- quistas na Câmara está o impedimento da retirada das questões sociais como Saúde Educação e Habitação de Interesse social do Plano Diretor. Deputado Federal Paulo Teixeira Foi Sub-prefeito de São Miguel Paulista no governo Luiza Erundina. Como vereador, foi autor do Projeto de Lei (PL) para exigir o cumprimento da função social da proprie- dade em São Paulo. Como Secretário da Habita- ção em São Paulo, no gov- erno Marta Suplicy, desen- volveu o programa Morar no Centro e o Plantas On Line. Como deputado federal, seu mandato é referência nas questões urbana, ambiental e de tecnologia. 19
  • 20.
    Instituto Tomie Ohtake Aponte o visor do seu celular e fotografe a imagem ao lado para acessar o site do mandato www.chicomacena.com.br Mandato do vereador Chico Macena Viaduto Jacareí n° 100- 418- 4° andar Contato: 11- 3396-4236 E-mail: faleconosco@chicomacena.com.br Acompanhe o mandato nas redes sociais