Andrea Dantas Andreia de Lima Arituza Guimarães Arlete Elaine Bergamasso  Patrícia Ferreira Sheyla Urdiale 4ºB – Enfermagem Vila Maria DT Profa.:
 
Características exantemática aguda; vírus  reservatório    homem Gênero:  Rubivírus Família:  Tagaviridae
Transmissão contato direto    secreções nasofaríngeas objetos contaminados    pouco frequente transplacentária
Transmissão indivíduos contaminados podem transmitir a doença cerca de 5 dias antes até 5 a 7 dias após o aparecimento do exantema; crianças com rubéola congênita podem eliminar o vírus por até 1 ano;
Transmissão período de incubação    12 a 23 dias sazonalidade    final do inverno início da primavera.
Morbidade e Letalidade crianças 5 a 9 anos e adolescentes; rubéola pós-natal é benigna letalidade; SRC    depende do período de gestação;
Sintomas exantemas (rosto    corpo); dor de cabeça; dor ao engolir; dores no corpo; gânglios (ínguas); febre; coriza.
Diagnóstico Exame físico Exame Laboratorial
Tratamento 25% a 50% são subclínicas. Sintomáticos (antitérmico e analgésico). Repouso. Crianças que nascem com rubéola devem ser mantidas afastadas de outras crianças e gestantes até 1 ano.
Vacina: 95% . Crianças 12 meses. Mulheres    antes de engravidar    puerpério    pós-aborto Prevenção
SRC (Síndrome da Rubéola Congênita) Infecção intrauterina:      crianças sem anomalias;    abortamento espontâneo;    prematuridade;    baixo peso;    surdez;    cardiopatia congênita;    microcefalia;    retardo mental.
Doença de Notificação Compulsória Investigação epidemiológica em até 48h. Investigação encerrada após 60 dias.
Fonte:  http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?idb2006/d0113.def
2002 a 2007 ocorreram 4.408 casos    2006 surtos em RJ, MG, CE, SP, MS e RS;    2007 permanece o surto no estado do RJ    acima de 20 anos e sexo masculino
 
Campanha Nacional de Vacinação Contra a  Rubéola / 2008   Reduzir a incidência de casos de rubéola pós-natal, visando o controle da síndrome de rubéola congênita (SRC).
http://www.brasillivredarubeola.com.br
A ação do Ministério da Saúde faz parte de um compromisso, firmado pelos países das Américas durante reunião da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), de eliminar a doença até 2010.  9 / ago a 12 / set  2008  Rubéola  +  Poliomielite. http://www.brasillivredarubeola.com.br

Rubéola

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    Andrea Dantas Andreiade Lima Arituza Guimarães Arlete Elaine Bergamasso Patrícia Ferreira Sheyla Urdiale 4ºB – Enfermagem Vila Maria DT Profa.:
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    Características exantemática aguda;vírus reservatório  homem Gênero: Rubivírus Família: Tagaviridae
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    Transmissão contato direto  secreções nasofaríngeas objetos contaminados  pouco frequente transplacentária
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    Transmissão indivíduos contaminadospodem transmitir a doença cerca de 5 dias antes até 5 a 7 dias após o aparecimento do exantema; crianças com rubéola congênita podem eliminar o vírus por até 1 ano;
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    Transmissão período deincubação  12 a 23 dias sazonalidade  final do inverno início da primavera.
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    Morbidade e Letalidadecrianças 5 a 9 anos e adolescentes; rubéola pós-natal é benigna letalidade; SRC  depende do período de gestação;
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    Sintomas exantemas (rosto  corpo); dor de cabeça; dor ao engolir; dores no corpo; gânglios (ínguas); febre; coriza.
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    Diagnóstico Exame físicoExame Laboratorial
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    Tratamento 25% a50% são subclínicas. Sintomáticos (antitérmico e analgésico). Repouso. Crianças que nascem com rubéola devem ser mantidas afastadas de outras crianças e gestantes até 1 ano.
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    Vacina: 95% .Crianças 12 meses. Mulheres  antes de engravidar  puerpério  pós-aborto Prevenção
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    SRC (Síndrome daRubéola Congênita) Infecção intrauterina:  crianças sem anomalias;  abortamento espontâneo;  prematuridade;  baixo peso;  surdez;  cardiopatia congênita;  microcefalia;  retardo mental.
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    Doença de NotificaçãoCompulsória Investigação epidemiológica em até 48h. Investigação encerrada após 60 dias.
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    2002 a 2007ocorreram 4.408 casos  2006 surtos em RJ, MG, CE, SP, MS e RS;  2007 permanece o surto no estado do RJ  acima de 20 anos e sexo masculino
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    Campanha Nacional deVacinação Contra a Rubéola / 2008 Reduzir a incidência de casos de rubéola pós-natal, visando o controle da síndrome de rubéola congênita (SRC).
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    A ação doMinistério da Saúde faz parte de um compromisso, firmado pelos países das Américas durante reunião da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), de eliminar a doença até 2010. 9 / ago a 12 / set 2008 Rubéola + Poliomielite. http://www.brasillivredarubeola.com.br