O documento descreve casos de sarampo e rubéola no Brasil em 2014-2015, com maior incidência de sarampo no Ceará em 2015. Também discute a situação de sarampo e rubéola em Santa Catarina, com ênfase nas fragilidades do sistema de vigilância como subnotificação e baixa cobertura vacinal em alguns grupos. Por fim, aborda detalhes da Síndrome da Rubéola Congênita e seu impacto nas malformações fetais quando a infecção ocorre nos primeiros meses da gestação.