SlideShare uma empresa Scribd logo
GRUPO:
CINTIA RAQUEL
FERNANDA DE MELO
FERNANDO MILTON
MARNO GALVÃO
RENATA SIQUEIRA
SIMONY MAGDA
AUTARQUIA EDUCACIONAL DE BELO JARDIM
FACULDADE DE ENFERMAGEM DE BELO JARDIM
CURSO DE BACHARELAOD EM ENFERMAGEM
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL
DOCENTE: PROF.ª ALEXANDRA AGUIAR
CONTROLE DE
ARTRÓPODES E
ROEDORES DE
IMPORTÂNCIA PARA A
SAÚDE PÚBLICA
AUTARQUIA EDUCACIONAL DE BELO JARDIM
FACULDADE DE ENFERMAGEM DE BELO JARDIM
CURSO DE BACHARELAOD EM ENFERMAGEM
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL
INTRODUÇÃO
 LEI No 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999.
Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e
dá outras providências.
 Art. 3o Como parte do processo educativo, todos têm
direito à educação ambiental, incumbindo:
 VI - à sociedade como um todo, manter atenção permanente à
formação de valores, atitudes e habilidades que propiciem a
atuação individual e coletiva voltada para a prevenção, a
identificação e a solução de problemas ambientais.
INTRODUÇÃO
 No último século, observou-se uma melhoria das
condições de vida e saúde da população da maioria
dos países.
 Tal melhoria vem sendo atribuída aos progressos
políticos, econômicos, sociais e ambientais, assim
como aos avanços na saúde pública e na medicina;
INTRODUÇÃO
 Entretanto, ainda
persistem profundas
desigualdades nas
condições de vida e
saúde entre os países e,
dentro deles, entre
regiões e grupos sociais.
INTRODUÇÃO
 Mas, particularmente em
países como o Brasil e
outros da América Latina,
a péssima distribuição de
renda, o analfabetismo e o
baixo grau de escolaridade,
aliados às condições
precárias de habitação,
saneamento e
ambiente, se configuram
como fatores importantes
nas condições de vida e
saúde.
INTRODUÇÃO
 Saneamento do meio pode ser definido como “o
conjunto de todos os fatores do meio físico do Homem
que exercem ou podem exercer efeito deletério sobre seu
bem-estar físico, mental e social”;
 Assim, os principais componentes do saneamento do
meio são:
 abastecimento de água;
 sistemas de coleta e tratamento de águas residuárias;
 drenagem pluvial;
 sistema de limpeza publica (resíduos sólidos);
 controle de artrópodes e roedores de importância para a
saúde pública (moscas, mosquitos, baratas, ratos e outros).
RESÍDUOS SÓLIDOS
 Como fator indireto, os resíduos sólidos domiciliares
tem grande importância na transmissão de doenças, por
exemplo, através de vetores como artrópodes e
roedores, que encontram nos mesmos alimento e
condições adequadas para proliferação.
RESÍDUOS SÓLIDOS
 Estudo da Organização
Pan-Americana da
Saúde conclui que a
correta solução do
problema dos resíduos
sólidos resulta na
redução de 90% das
moscas, 65% dos ratos
e 45% dos mosquitos.
RESÍDUOS SÓLIDOS
 O risco potencial de
transmissão direta de
doenças infecciosas por
qualquer tipo de resíduo
sólido dependerá:
 a) da presença de um agente
infeccioso;
 b) da sua capacidade de
sobrevivência no lixo;
 c) da possibilidade de sua
transmissão do lixo para um
hospedeiro susceptível.
ROEDORES E
ARTRÓPODES
RATOS
RATOS
 Definição: são mamíferos pertencentes a ordem
Rodentia;
 Características: sobrevivem facilmente em diferentes
ambientes, instalando-se em diferentes climas;
 Roedores sinantrópicos (que convivem no mesmo meio
ambiente do homem): silvestres e urbanos;
 Importância em saúde pública, pela transmissão de
doenças.
RATOS
 Programa de controle de roedores:
 deve ter como base o diagnóstico do município ou parte dele quanto
à prevalência das espécies existentes, grau de incidência de doenças
por eles transmitidas, assim como as condições socioeconômicas e
sanitárias da cidade em questão.
 No município de Belo Jardim, o controle é feito juntamente com a
FUNASA e ocorre no tempo das enchentes.
 Não há no Brasil, até a presente data, uma legislação em âmbito
federal específica regulamentadora da atividade do controle de
roedores, seja na área da saúde pública, seja no campo da atividade
privada. Essa regulamentação passa então à responsabilidade dos
Estados pelos seus respectivos códigos sanitários.
RATOS
 Programa de controle de roedores:
 3 espécies:
 Rato de telhado;
 Ratazana (gabiru);
 Camundongo.
RATOS
 O objetivo do programa é a redução no número de
agravos à saúde e nos prejuízos econômicos que
certamente causam:
 queda na oferta de alimentos;
 severos danos às estruturas e materiais em virtude do hábito
de roer;
 altos custos médicos no tratamento de doentes, quando da
ocorrência de doenças transmitidas por roedores nas
comunidades.
RATOS
 TÉCNICAS DE CONTROLE
 ARMADILHAS (FUNASA):
RATOS
 TÉCNICAS DE CONTROLE
 ARMADILHAS (SEC. MUN. SAUDE):
Roedores e artropodes
Roedores e artropodes
RATOS
 CONTROLE BIOLÓGICO
RATOS
 CONTROLE QUÍMICO:
 RATICIDAS.
RATOS
 CONTROLE QUÍMICO:
 RATICIDAS.
Roedores e artropodes
Roedores e artropodes
Roedores e artropodes
RATOS
RATOS
 COMO É FEITO O CONTROLE?
 DENUNCIA;
 BUSCA ATIVA.
RATOS
 BUSCA ATIVA
RATOS
RATOS
RATOS
RATOS
RATOS
RATOS
RATOS
RATOS
RATOS
 DOENÇAS RELACIONADAS
RATOS
 PESTE NEGRA
RATOS
 TIFO MURINO: causado
pela bactéria Rickettsia
typhi, transmitida por
pulgas de rato
infectado.
 PESTE BUBÔNICA:
causada pelo bacilo
Yersinia pestis,
transmitido pelas pulgas
do rato infectado.
RATOS
BARATAS
BARATAS
 Existe 4000 espécies mas só 1%
são “domésticas”;
 São cosmopolitas, só não
existem nas calotas polares;
 Colocam seus ovos em cápsulas
impenetráveis por inseticidas;
 Podem transportar cerca de 40
microrganismos patogênicos,
incluindo o vírus da
poliomielite.
BARATAS
 É também denominada de
barata grande e barata
voadora;
 Fácil de ser encontradas
em áreas úmidas e escuras,
como perto dos banheiros,
cestos de roupas, esgotos e
local de preparo e
armazenamento de
alimentos;
BARATAS
 CONTROLE:
 QUALQUER INSETICIDA MATA BARATAS
BARATAS
 NA SEC. MUN. DE SAUDE:
 CAPTURA E QUEIMA DOS OVOS
BARATAS
 NA SEC. MUN. DE SAUDE:
 BORRIFAÇÃO DE VENENO NO LOCAL
MOSQUITOS
 DENGUE:
transmitida pelos
mosquitos Aedes
aegypti,
A.albopictus e A.
scutellaris;
MOSQUITOS
 FEBRE AMARELA:
transmitida pela
picada do mosquito
Aedes aegypti;
ROEDORES E ARTRÓPODES
 MALÁRIA: causada por
Plasmodium vivax, P.
Malarie, P. Falsiparum e
P. Ovale;
 É trasmitida pela picada
de mosquitos do gênero
Anopheles.
MOSQUITOS
 LEISHMANIOSE
 Ag. etiológicos:
Leishmania donovani
(leishmania viceral) e L.
brasiliensis (leishmania
cutânea).
 É transmitida pela picada
de mosquitos infectados
(Phlebotomus)
MOSQUITOS
MOSQUITOS
MOSQUITOS
 FILARIOSE
 mosquito do gênero Culex
MOSQUITOS
MOSQUITOS
 CONTROLE:
ARANHAS
ARANHAS
 Aranhas
 De hábitos noturno, escondendo-se durante o dia;
 O acidente geralmente ocorre quando a pessoa veste a roupa,
com o animal dentro, comprimindo-o contra o corpo;
 Alguns venenos são extremamente potentes, sendo anestésico,
hemolítico (destrói as células sangüíneas) e proteolítico
(destrói os tecidos, causando necrose).
ARANHAS
 Phoneutria sp.
(armadeira):
 São muito agressivas e
assumem postura
ameaçadora, "armando o
bote", de onde vem seu
nome. São comuns os
acidentes, podendo ser
graves para crianças
menores de 7 anos.
ARANHAS
 Loxosceles sp. (aranha marrom):
 Não são agressivas e os acidentes são raros, porém geralmente
graves.
ARANHAS
 Caranguejeiras (diversos gêneros)
 Embora sejam muito temidas, os acidentes com elas são raros
e sem gravidade, e por isso não se produz soro contra seu
veneno.
ARANHAS
 Latrodectus sp. (viúva negra)
ARANHAS
 Lycosa ( tarântula )
ARANHAS
 LOXOSCELISMO: é causada pela aranha marrom
(veneno de ação sistêmica, pode ser letal);
ESCORPIÕES
ESCORPIÕES
 No Brasil, escorpiões do Gênero Tityus são os de
importância médica;
 Sendo os escorpiões amarelos, os maiores
responsáveis por acidentes.
 Vale frisar que esses animais não são agressivos, e
que os acidentes ocorrem geralmente por distração
da vítima, ao calçar sapato com o animal dentro,
virar troncos sem luvas, ou pisar em terrenos
propícios, sem a devida proteção.
ESCORPIÕES
ESCORPIÕES
ARANHAS E ESCORPIÕES
 COMO EVITAR ACIDENTES POR ARANHAS E
ESCORPIÕES
 Manter jardins e quintais limpos.
 Evitar o acúmulo de entulhos, lixo doméstico, material e construção
nas proximidades das casas, inclusive terrenos baldios.
 Evitar folhagens densas (trepadeiras, bananeiras e outras) junto às
casas; manter a grama aparada.
 Em zonas rurais, casas de campo, sacudir roupas e sapatos antes de
usar.
 Não pôr a mão em buracos, sob pedras, sob troncos "podres".
 O uso de calçado e de luvas pode evitar acidentes.
 Vedar as soleiras das portas e janelas ao escurecer.
ARANHAS E ESCORPIÕES
 A coleta e criação de animais silvestres são
Regulamentadas pelo Estado, devendo ser
autorizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio
Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis
(Ibama):
 Art. 1º Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do
seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do
cativeiro, constituindo a fauna silvestre, bem como seus
ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedade do
Estado, sendo proibida a sua utilização, perseguição,
destruição, caça ou apanha. (BRASIL, 1967)
MOSCAS
MOSCAS
 Algumas espécies são
utilizadas como agentes de
controle biológico de
plantas daninhas bem
como de insetos pragas.
 Outras já são prejudiciais
ao homem pois provocam
doenças e servem de
hospedeiros para agentes
patogênicos.
MOSCAS
 Inseto muito comum em
áreas rurais e urbanas. No
ambiente urbano algumas
espécies adaptaram-se bem
às condições criadas pelo
homem, enquanto outras
não apresentam tolerância
ao processo de urbanização.
 Normalmente estes insetos
alimentam-se de fezes,
escarros, pus, produtos
animais e vegetais em
decomposição, açúcar, frutas
entre outros.
MOSCAS
 Nome popular: Mosca doméstica
MOSCAS
 Nome popular: Mosca do chifre
MOSCAS
 Nome popular: Varejeira azul
MOSCAS
 Nome popular: Mosquinhas ou mosca da banana
MOSCAS
 CONTROLE
BARBEIRO
BARBEIRO
 A doença de Chagas (DC) é uma das consequências
da infecção humana produzida pelo protozoário
flagelado Trypanosoma cruzi
BARBEIRO
 No Brasil, atualmente predominam os casos crônicos
decorrentes de infecção por via vetorial, com
aproximadamente três milhões de indivíduos
infectados.
 No entanto, nos últimos anos, a ocorrência de
doença de Chagas aguda (DCA) tem sido observada
em diferentes estados, em especial na região da
Amazônia Legal
BARBEIRO
 Segundo dados recentes
da OMS doença de
Chagas atinge 16 a 1 8
milhões de habitantes de
18 países, causando
21.O00 mortes anuais e
uma incidência de
300.000 novos casos por
ano. No Brasil, cerca de 6
milhões de habitantes
são infectados
BARBEIRO
 A transmissão do T. cruzi para o homem ocorre por
meio de um vetor – os triatomíneos;
 Porém esses triatomíneos apenas transmitem o
parasito se estiverem infectados
BARBEIRO
 CONTROLE:
 Melhoria das habitações rurais;
 Combate ao barbeiro;
 Controle do doador de sangue;
 Controle de transmissão congênita;
 Vacinação.
CONCLUSÃO
 LEI No 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999.
Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação
Ambiental e dá outras providências.
 Art. 5o São objetivos fundamentais da educação ambiental:
 I - o desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente
em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos ecológicos,
psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos,
culturais e éticos;
 III - o estímulo e o fortalecimento de uma consciência crítica sobre a
problemática ambiental e social;
 IV - o incentivo à participação individual e coletiva, permanente e
responsável, na preservação do equilíbrio do meio ambiente, entendendo-se
a defesa da qualidade ambiental como um valor inseparável do exercício da
cidadania;
CONCLUSÃO
 Assim, deve haver...
 Ações efetivas por parte do município e da população;
 Colaboração da população com os órgãos ambientais para a
notificação de agravos;
 Melhoria das Políticas Públicas de Saúde e Saneamento Básico
(garantindo o direito à saúde e ao meio ambiente conforme
determina a Constituição Federal);
 Conscientização!
 Medidas Preventivas!
ROEDORES E ARTRÓPODES
 MEDIDAS PREVENTIVAS
 Ações de educação em saúde e ambiental além de
promoção à saúde ambiental devem ser realizadas!!!
 Acondicionamento correto do lixo;
 Controle de córrego e canais abertos;
 Ausência de resíduos de alimentos nas áreas, terrenos,
jardins, ruas, etc;
ROEDORES E ARTRÓPODES
 MEDIDAS PREVENTIVAS
 Ralos e tampas de bueiros firmemente encaixados;
 Fechamento de vãos e buracos;
 Limpeza de instalação de animais;
 Telamento de portas e janelas;
 Utilizar armadilhas;
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁGICAS
 BEZERRA, F. S. B. et al. QUALIDADE DE VIDA E PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS MORADORES DE UMA
COMUNIDADE RURAL DE MOSSORÓ, RN. Revista Verde (Mossoró – RN – Brasil) v.4, n.3, p. 39 -44
julho/setembro de 2009.
 Brasil. Fundação Nacional de Saúde. Manual de controle de roedores. – Brasília: Ministério da Saúde, Fundação
Nacional de Saúde, 2002.
 FREIRE, A., OLIVEIRA, B., SILVINO, K., COSTA, N., PAZ, M. C. F. SANEAMENTO E SAÚDE PÚBLCA NA ÁREA
DE ABRANGÊNCIA DA SECRETARIA EXECUTIVA REGIONAL V, FORTALEZA-Ce. IV Congresso de
pesquisa e inovação da rede norte e nordeste de educação tecnológica. Belém – PA, 2009.
 HELLER, L. Relação entre saúde e saneamento na perspectiva do desenvolvimento. Ciência & Saúde
Coletiva, 3(2):73-84, 1998
 http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/gve_7ed_web_atual_doenca_de_chagas.pdf
 http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/moscas.htm
 MORAES, L. R. S. IMPACTO NA SAÚDE DO ACONDICIONAMENTO E COLETA DOS RESÍDUOS
SÓLIDOS DOMICILIARES. Salvador, BA.
 http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/manual_escorpioes_web.pdf
 http://www.brasilescola.com/animais/escorpiao.htm
 http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/aranhas/aranhas-venenosas-2.php
Roedores e artropodes

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Aula higienização das mãos
Aula higienização das mãosAula higienização das mãos
Aula higienização das mãos
Proqualis
 
Precauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalar
Precauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalarPrecauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalar
Precauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalar
Grupo Ivan Ervilha
 
Infecção hospitalar
Infecção hospitalarInfecção hospitalar
Infecção hospitalar
Rafaela Carvalho
 
Prevenção e Controle de Microrganismo Multirresistente
Prevenção e Controle de Microrganismo MultirresistentePrevenção e Controle de Microrganismo Multirresistente
Prevenção e Controle de Microrganismo Multirresistente
nuiashrl
 
Assistencia domiciliar
Assistencia domiciliarAssistencia domiciliar
Assistencia domiciliar
jorge luiz dos santos de souza
 
Animais peçonhentos
 Animais peçonhentos Animais peçonhentos
Animais peçonhentos
Guita Carvalho
 
Urgência e emergência
Urgência e emergênciaUrgência e emergência
Urgência e emergência
Alexandre Donha
 
Acidentes com animais peçonhentos
Acidentes com animais peçonhentosAcidentes com animais peçonhentos
Acidentes com animais peçonhentos
Denilsi Gonçalves
 
Epidemiologia das doenças transmissíveis
Epidemiologia das doenças transmissíveisEpidemiologia das doenças transmissíveis
Epidemiologia das doenças transmissíveis
Ricardo Alanís
 
Aula 1 orientações gerais e cuidados pessoais
Aula 1 orientações gerais e cuidados pessoaisAula 1 orientações gerais e cuidados pessoais
Aula 1 orientações gerais e cuidados pessoais
Viviane da Silva
 
Aula 1 o ..
Aula 1 o ..Aula 1 o ..
Aula 1 o ..
Vanessa Farias
 
Entidades de classes - Enfermagem
Entidades de classes - EnfermagemEntidades de classes - Enfermagem
Entidades de classes - Enfermagem
Pedro Miguel
 
Calculo de medicação_2
Calculo de medicação_2Calculo de medicação_2
Calculo de medicação_2
Alessandra Gonçalves Natal
 
Política nacional de humanização
Política nacional de humanizaçãoPolítica nacional de humanização
Política nacional de humanização
Priscila Tenório
 
Biossegurança pdf
Biossegurança pdfBiossegurança pdf
Biossegurança pdf
Bianca Mota Machado Araújo
 
Aula 7 endemias brasileiras e controle de vetores
Aula 7   endemias brasileiras e controle de vetoresAula 7   endemias brasileiras e controle de vetores
Aula 7 endemias brasileiras e controle de vetores
Mario Gandra
 
Lista de doenças, agravos e eventos em saúde pública - notificação compulsória
Lista de doenças, agravos e eventos em saúde pública - notificação compulsóriaLista de doenças, agravos e eventos em saúde pública - notificação compulsória
Lista de doenças, agravos e eventos em saúde pública - notificação compulsória
Karynne Alves do Nascimento
 
Aula 1 de epidemiologia
Aula 1 de epidemiologiaAula 1 de epidemiologia
Aula 1 de epidemiologia
Murilo Carvalho
 
Verminoses
VerminosesVerminoses
Verminoses
emanuel
 
Ectoparasitas
EctoparasitasEctoparasitas
Ectoparasitas
ericmarins
 

Mais procurados (20)

Aula higienização das mãos
Aula higienização das mãosAula higienização das mãos
Aula higienização das mãos
 
Precauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalar
Precauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalarPrecauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalar
Precauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalar
 
Infecção hospitalar
Infecção hospitalarInfecção hospitalar
Infecção hospitalar
 
Prevenção e Controle de Microrganismo Multirresistente
Prevenção e Controle de Microrganismo MultirresistentePrevenção e Controle de Microrganismo Multirresistente
Prevenção e Controle de Microrganismo Multirresistente
 
Assistencia domiciliar
Assistencia domiciliarAssistencia domiciliar
Assistencia domiciliar
 
Animais peçonhentos
 Animais peçonhentos Animais peçonhentos
Animais peçonhentos
 
Urgência e emergência
Urgência e emergênciaUrgência e emergência
Urgência e emergência
 
Acidentes com animais peçonhentos
Acidentes com animais peçonhentosAcidentes com animais peçonhentos
Acidentes com animais peçonhentos
 
Epidemiologia das doenças transmissíveis
Epidemiologia das doenças transmissíveisEpidemiologia das doenças transmissíveis
Epidemiologia das doenças transmissíveis
 
Aula 1 orientações gerais e cuidados pessoais
Aula 1 orientações gerais e cuidados pessoaisAula 1 orientações gerais e cuidados pessoais
Aula 1 orientações gerais e cuidados pessoais
 
Aula 1 o ..
Aula 1 o ..Aula 1 o ..
Aula 1 o ..
 
Entidades de classes - Enfermagem
Entidades de classes - EnfermagemEntidades de classes - Enfermagem
Entidades de classes - Enfermagem
 
Calculo de medicação_2
Calculo de medicação_2Calculo de medicação_2
Calculo de medicação_2
 
Política nacional de humanização
Política nacional de humanizaçãoPolítica nacional de humanização
Política nacional de humanização
 
Biossegurança pdf
Biossegurança pdfBiossegurança pdf
Biossegurança pdf
 
Aula 7 endemias brasileiras e controle de vetores
Aula 7   endemias brasileiras e controle de vetoresAula 7   endemias brasileiras e controle de vetores
Aula 7 endemias brasileiras e controle de vetores
 
Lista de doenças, agravos e eventos em saúde pública - notificação compulsória
Lista de doenças, agravos e eventos em saúde pública - notificação compulsóriaLista de doenças, agravos e eventos em saúde pública - notificação compulsória
Lista de doenças, agravos e eventos em saúde pública - notificação compulsória
 
Aula 1 de epidemiologia
Aula 1 de epidemiologiaAula 1 de epidemiologia
Aula 1 de epidemiologia
 
Verminoses
VerminosesVerminoses
Verminoses
 
Ectoparasitas
EctoparasitasEctoparasitas
Ectoparasitas
 

Destaque

Infestação de Insetos e Ratos
Infestação de Insetos e RatosInfestação de Insetos e Ratos
Infestação de Insetos e Ratos
Vinicius Lopes
 
Roedores sinantrópicos estudo de aspectos biológicos para subsidiar o progr...
Roedores sinantrópicos   estudo de aspectos biológicos para subsidiar o progr...Roedores sinantrópicos   estudo de aspectos biológicos para subsidiar o progr...
Roedores sinantrópicos estudo de aspectos biológicos para subsidiar o progr...
Centro de Desenvolvimento, Ensino e Pesquisa em Saúde - CEDEPS
 
Artropodes
ArtropodesArtropodes
Artropodes
Carlos A Tristtao
 
Filo artrópodes 01 características e anatomia
Filo artrópodes 01   características e anatomiaFilo artrópodes 01   características e anatomia
Filo artrópodes 01 características e anatomia
prestao
 
PESQUISA SOBRE SAÚDE DO HOMEM
PESQUISA SOBRE SAÚDE DO HOMEMPESQUISA SOBRE SAÚDE DO HOMEM
PESQUISA SOBRE SAÚDE DO HOMEM
Fernanda Marinho
 
Artrópodes
ArtrópodesArtrópodes
Artrópodes
ArtrópodesArtrópodes
Artrópodes
Iuri Fretta Wiggers
 
Artropodes
ArtropodesArtropodes
Artropodes
Ronnezza Campos
 
Controle de roedores
Controle de roedoresControle de roedores
Controle de roedores
Rodrigo Alves
 
20100824122841 artropodes
20100824122841 artropodes20100824122841 artropodes
20100824122841 artropodes
Daniel Peixoto
 
Artrópodes oficial
Artrópodes   oficialArtrópodes   oficial
Artrópodes oficial
Animais Amados
 
Artrópodes
ArtrópodesArtrópodes
Artrópodes
deisebdias
 
Artrópodes.ppt
Artrópodes.pptArtrópodes.ppt
Artrópodes.ppt
Raquel Souza
 
Apresentação em PowerPoint (rato)
Apresentação em PowerPoint (rato)Apresentação em PowerPoint (rato)
Apresentação em PowerPoint (rato)
sergiopcr
 
Formatação trabalho acadêmico no Word
Formatação trabalho acadêmico no WordFormatação trabalho acadêmico no Word
Formatação trabalho acadêmico no Word
Claudinéia da Silva
 

Destaque (15)

Infestação de Insetos e Ratos
Infestação de Insetos e RatosInfestação de Insetos e Ratos
Infestação de Insetos e Ratos
 
Roedores sinantrópicos estudo de aspectos biológicos para subsidiar o progr...
Roedores sinantrópicos   estudo de aspectos biológicos para subsidiar o progr...Roedores sinantrópicos   estudo de aspectos biológicos para subsidiar o progr...
Roedores sinantrópicos estudo de aspectos biológicos para subsidiar o progr...
 
Artropodes
ArtropodesArtropodes
Artropodes
 
Filo artrópodes 01 características e anatomia
Filo artrópodes 01   características e anatomiaFilo artrópodes 01   características e anatomia
Filo artrópodes 01 características e anatomia
 
PESQUISA SOBRE SAÚDE DO HOMEM
PESQUISA SOBRE SAÚDE DO HOMEMPESQUISA SOBRE SAÚDE DO HOMEM
PESQUISA SOBRE SAÚDE DO HOMEM
 
Artrópodes
ArtrópodesArtrópodes
Artrópodes
 
Artrópodes
ArtrópodesArtrópodes
Artrópodes
 
Artropodes
ArtropodesArtropodes
Artropodes
 
Controle de roedores
Controle de roedoresControle de roedores
Controle de roedores
 
20100824122841 artropodes
20100824122841 artropodes20100824122841 artropodes
20100824122841 artropodes
 
Artrópodes oficial
Artrópodes   oficialArtrópodes   oficial
Artrópodes oficial
 
Artrópodes
ArtrópodesArtrópodes
Artrópodes
 
Artrópodes.ppt
Artrópodes.pptArtrópodes.ppt
Artrópodes.ppt
 
Apresentação em PowerPoint (rato)
Apresentação em PowerPoint (rato)Apresentação em PowerPoint (rato)
Apresentação em PowerPoint (rato)
 
Formatação trabalho acadêmico no Word
Formatação trabalho acadêmico no WordFormatação trabalho acadêmico no Word
Formatação trabalho acadêmico no Word
 

Semelhante a Roedores e artropodes

Controle biológico pela ação de microrganismos
Controle biológico pela ação de microrganismosControle biológico pela ação de microrganismos
Controle biológico pela ação de microrganismos
Faculdade Guaraí - FAG
 
Popula+º+áes texto 2010
Popula+º+áes texto 2010Popula+º+áes texto 2010
Caramujo africano
Caramujo africanoCaramujo africano
Caramujo africano
Raycleia Dias
 
Controle de pragas para hospitais
Controle de pragas para hospitaisControle de pragas para hospitais
Controle de pragas para hospitais
BIOMAX Controle de Pragas
 
microbiologia e parasitologia voltada para a enfermagem
microbiologia e parasitologia voltada para a enfermagemmicrobiologia e parasitologia voltada para a enfermagem
microbiologia e parasitologia voltada para a enfermagem
ssuser5cab6e
 
Aspectos ecológicos e de interesse médico
Aspectos ecológicos e de interesse médicoAspectos ecológicos e de interesse médico
Aspectos ecológicos e de interesse médico
Fellipe França
 
Sinantropismo
SinantropismoSinantropismo
Apostila entomologia basica
Apostila entomologia basicaApostila entomologia basica
Apostila entomologia basica
Karla Daniele Souza
 
Ap ent basica kç
Ap ent basica kçAp ent basica kç
Ap ent basica kç
Érica Vasconcelos
 
809
809809
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
ProfDeboraCursinho
 
Apostila Básica de Entomologia
Apostila Básica de Entomologia Apostila Básica de Entomologia
Apostila Básica de Entomologia
Gregorio Leal da Silva
 
Leptospirose
LeptospiroseLeptospirose
Leptospirose
ACSHospitais
 
Biossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúdeBiossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúde
Wheverton Teixeira
 
7027 27183-1-pb
7027 27183-1-pb7027 27183-1-pb
7027 27183-1-pb
Igor Bulhões
 
Almanaque de bichos que dão em gente - Sonia Hirsch
Almanaque de bichos que dão em gente - Sonia HirschAlmanaque de bichos que dão em gente - Sonia Hirsch
Almanaque de bichos que dão em gente - Sonia Hirsch
AvlisTECH
 
110511746 almanaque-de-bichos-que-dao-em-gente-sonia-hirsch
110511746 almanaque-de-bichos-que-dao-em-gente-sonia-hirsch110511746 almanaque-de-bichos-que-dao-em-gente-sonia-hirsch
110511746 almanaque-de-bichos-que-dao-em-gente-sonia-hirsch
Pedro Paulo Ak
 
Controlo de pragas(word)
Controlo de pragas(word)Controlo de pragas(word)
Controlo de pragas(word)
Dani Malheiro
 
Parasitologia.pptx
Parasitologia.pptxParasitologia.pptx
Parasitologia.pptx
IsadoraPereira32
 
Parasitologia. O que é, parasitas e formas de transmissão
Parasitologia. O que é, parasitas e formas de transmissãoParasitologia. O que é, parasitas e formas de transmissão
Parasitologia. O que é, parasitas e formas de transmissão
IsadoraPereira32
 

Semelhante a Roedores e artropodes (20)

Controle biológico pela ação de microrganismos
Controle biológico pela ação de microrganismosControle biológico pela ação de microrganismos
Controle biológico pela ação de microrganismos
 
Popula+º+áes texto 2010
Popula+º+áes texto 2010Popula+º+áes texto 2010
Popula+º+áes texto 2010
 
Caramujo africano
Caramujo africanoCaramujo africano
Caramujo africano
 
Controle de pragas para hospitais
Controle de pragas para hospitaisControle de pragas para hospitais
Controle de pragas para hospitais
 
microbiologia e parasitologia voltada para a enfermagem
microbiologia e parasitologia voltada para a enfermagemmicrobiologia e parasitologia voltada para a enfermagem
microbiologia e parasitologia voltada para a enfermagem
 
Aspectos ecológicos e de interesse médico
Aspectos ecológicos e de interesse médicoAspectos ecológicos e de interesse médico
Aspectos ecológicos e de interesse médico
 
Sinantropismo
SinantropismoSinantropismo
Sinantropismo
 
Apostila entomologia basica
Apostila entomologia basicaApostila entomologia basica
Apostila entomologia basica
 
Ap ent basica kç
Ap ent basica kçAp ent basica kç
Ap ent basica kç
 
809
809809
809
 
Reino protista
Reino protistaReino protista
Reino protista
 
Apostila Básica de Entomologia
Apostila Básica de Entomologia Apostila Básica de Entomologia
Apostila Básica de Entomologia
 
Leptospirose
LeptospiroseLeptospirose
Leptospirose
 
Biossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúdeBiossegurança nas ações de saúde
Biossegurança nas ações de saúde
 
7027 27183-1-pb
7027 27183-1-pb7027 27183-1-pb
7027 27183-1-pb
 
Almanaque de bichos que dão em gente - Sonia Hirsch
Almanaque de bichos que dão em gente - Sonia HirschAlmanaque de bichos que dão em gente - Sonia Hirsch
Almanaque de bichos que dão em gente - Sonia Hirsch
 
110511746 almanaque-de-bichos-que-dao-em-gente-sonia-hirsch
110511746 almanaque-de-bichos-que-dao-em-gente-sonia-hirsch110511746 almanaque-de-bichos-que-dao-em-gente-sonia-hirsch
110511746 almanaque-de-bichos-que-dao-em-gente-sonia-hirsch
 
Controlo de pragas(word)
Controlo de pragas(word)Controlo de pragas(word)
Controlo de pragas(word)
 
Parasitologia.pptx
Parasitologia.pptxParasitologia.pptx
Parasitologia.pptx
 
Parasitologia. O que é, parasitas e formas de transmissão
Parasitologia. O que é, parasitas e formas de transmissãoParasitologia. O que é, parasitas e formas de transmissão
Parasitologia. O que é, parasitas e formas de transmissão
 

Mais de Fernanda Marinho

ASPECTOS BIOÉTICOS NOS CUIDADOS PALIATIVOS (EUTANÁSIA E DISTANÁSIA).
ASPECTOS BIOÉTICOS NOS CUIDADOS PALIATIVOS (EUTANÁSIA E DISTANÁSIA).ASPECTOS BIOÉTICOS NOS CUIDADOS PALIATIVOS (EUTANÁSIA E DISTANÁSIA).
ASPECTOS BIOÉTICOS NOS CUIDADOS PALIATIVOS (EUTANÁSIA E DISTANÁSIA).
Fernanda Marinho
 
DST/AIDS NAS MULHERES
DST/AIDS NAS MULHERESDST/AIDS NAS MULHERES
DST/AIDS NAS MULHERES
Fernanda Marinho
 
DROGAS NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA
DROGAS NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIADROGAS NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA
DROGAS NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA
Fernanda Marinho
 
SINDROME CORONARIANA AGUDA
SINDROME CORONARIANA AGUDASINDROME CORONARIANA AGUDA
SINDROME CORONARIANA AGUDA
Fernanda Marinho
 
Diabetes mellitus
Diabetes mellitusDiabetes mellitus
Diabetes mellitus
Fernanda Marinho
 
Transtorno de ansiedade
Transtorno de ansiedadeTranstorno de ansiedade
Transtorno de ansiedade
Fernanda Marinho
 
LEVANTAMENTO DE DADOS DO MUNICÍPIO DE CALÇADO-PE
LEVANTAMENTO DE DADOS DO MUNICÍPIO DE CALÇADO-PELEVANTAMENTO DE DADOS DO MUNICÍPIO DE CALÇADO-PE
LEVANTAMENTO DE DADOS DO MUNICÍPIO DE CALÇADO-PE
Fernanda Marinho
 
Administração de Conflito e tomada de decisão
Administração de Conflito e tomada de decisãoAdministração de Conflito e tomada de decisão
Administração de Conflito e tomada de decisão
Fernanda Marinho
 
Acreditação Hospitalar
Acreditação HospitalarAcreditação Hospitalar
Acreditação Hospitalar
Fernanda Marinho
 
Sinasc
SinascSinasc
Transplantes
Transplantes Transplantes
Transplantes
Fernanda Marinho
 
A saúde do trabalhador, seus riscos ocupacionais, aspectos psicossociais, cul...
A saúde do trabalhador, seus riscos ocupacionais, aspectos psicossociais, cul...A saúde do trabalhador, seus riscos ocupacionais, aspectos psicossociais, cul...
A saúde do trabalhador, seus riscos ocupacionais, aspectos psicossociais, cul...
Fernanda Marinho
 
História da enfermagem
História da enfermagemHistória da enfermagem
História da enfermagem
Fernanda Marinho
 
Anatomia, fisiologia, embriologia e biofísica do sistema reprodutor feminino.
Anatomia, fisiologia, embriologia e biofísica do sistema reprodutor feminino.Anatomia, fisiologia, embriologia e biofísica do sistema reprodutor feminino.
Anatomia, fisiologia, embriologia e biofísica do sistema reprodutor feminino.
Fernanda Marinho
 
Cobertura vacinal
Cobertura vacinalCobertura vacinal
Cobertura vacinal
Fernanda Marinho
 
Dst/aids
Dst/aidsDst/aids
Apresentacao eritroblastose fetal
Apresentacao eritroblastose fetalApresentacao eritroblastose fetal
Apresentacao eritroblastose fetal
Fernanda Marinho
 
Podemos definir hipotireoidismo como um estado clínico resultante de quantida...
Podemos definir hipotireoidismo como um estado clínico resultante de quantida...Podemos definir hipotireoidismo como um estado clínico resultante de quantida...
Podemos definir hipotireoidismo como um estado clínico resultante de quantida...
Fernanda Marinho
 
HIPERÊMESE GRAVÍDICA
  HIPERÊMESE GRAVÍDICA  HIPERÊMESE GRAVÍDICA
HIPERÊMESE GRAVÍDICA
Fernanda Marinho
 
Apresentacão meningite
Apresentacão meningiteApresentacão meningite
Apresentacão meningite
Fernanda Marinho
 

Mais de Fernanda Marinho (20)

ASPECTOS BIOÉTICOS NOS CUIDADOS PALIATIVOS (EUTANÁSIA E DISTANÁSIA).
ASPECTOS BIOÉTICOS NOS CUIDADOS PALIATIVOS (EUTANÁSIA E DISTANÁSIA).ASPECTOS BIOÉTICOS NOS CUIDADOS PALIATIVOS (EUTANÁSIA E DISTANÁSIA).
ASPECTOS BIOÉTICOS NOS CUIDADOS PALIATIVOS (EUTANÁSIA E DISTANÁSIA).
 
DST/AIDS NAS MULHERES
DST/AIDS NAS MULHERESDST/AIDS NAS MULHERES
DST/AIDS NAS MULHERES
 
DROGAS NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA
DROGAS NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIADROGAS NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA
DROGAS NA INFÂNCIA E NA ADOLESCÊNCIA
 
SINDROME CORONARIANA AGUDA
SINDROME CORONARIANA AGUDASINDROME CORONARIANA AGUDA
SINDROME CORONARIANA AGUDA
 
Diabetes mellitus
Diabetes mellitusDiabetes mellitus
Diabetes mellitus
 
Transtorno de ansiedade
Transtorno de ansiedadeTranstorno de ansiedade
Transtorno de ansiedade
 
LEVANTAMENTO DE DADOS DO MUNICÍPIO DE CALÇADO-PE
LEVANTAMENTO DE DADOS DO MUNICÍPIO DE CALÇADO-PELEVANTAMENTO DE DADOS DO MUNICÍPIO DE CALÇADO-PE
LEVANTAMENTO DE DADOS DO MUNICÍPIO DE CALÇADO-PE
 
Administração de Conflito e tomada de decisão
Administração de Conflito e tomada de decisãoAdministração de Conflito e tomada de decisão
Administração de Conflito e tomada de decisão
 
Acreditação Hospitalar
Acreditação HospitalarAcreditação Hospitalar
Acreditação Hospitalar
 
Sinasc
SinascSinasc
Sinasc
 
Transplantes
Transplantes Transplantes
Transplantes
 
A saúde do trabalhador, seus riscos ocupacionais, aspectos psicossociais, cul...
A saúde do trabalhador, seus riscos ocupacionais, aspectos psicossociais, cul...A saúde do trabalhador, seus riscos ocupacionais, aspectos psicossociais, cul...
A saúde do trabalhador, seus riscos ocupacionais, aspectos psicossociais, cul...
 
História da enfermagem
História da enfermagemHistória da enfermagem
História da enfermagem
 
Anatomia, fisiologia, embriologia e biofísica do sistema reprodutor feminino.
Anatomia, fisiologia, embriologia e biofísica do sistema reprodutor feminino.Anatomia, fisiologia, embriologia e biofísica do sistema reprodutor feminino.
Anatomia, fisiologia, embriologia e biofísica do sistema reprodutor feminino.
 
Cobertura vacinal
Cobertura vacinalCobertura vacinal
Cobertura vacinal
 
Dst/aids
Dst/aidsDst/aids
Dst/aids
 
Apresentacao eritroblastose fetal
Apresentacao eritroblastose fetalApresentacao eritroblastose fetal
Apresentacao eritroblastose fetal
 
Podemos definir hipotireoidismo como um estado clínico resultante de quantida...
Podemos definir hipotireoidismo como um estado clínico resultante de quantida...Podemos definir hipotireoidismo como um estado clínico resultante de quantida...
Podemos definir hipotireoidismo como um estado clínico resultante de quantida...
 
HIPERÊMESE GRAVÍDICA
  HIPERÊMESE GRAVÍDICA  HIPERÊMESE GRAVÍDICA
HIPERÊMESE GRAVÍDICA
 
Apresentacão meningite
Apresentacão meningiteApresentacão meningite
Apresentacão meningite
 

Roedores e artropodes

  • 1. GRUPO: CINTIA RAQUEL FERNANDA DE MELO FERNANDO MILTON MARNO GALVÃO RENATA SIQUEIRA SIMONY MAGDA AUTARQUIA EDUCACIONAL DE BELO JARDIM FACULDADE DE ENFERMAGEM DE BELO JARDIM CURSO DE BACHARELAOD EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL DOCENTE: PROF.ª ALEXANDRA AGUIAR
  • 2. CONTROLE DE ARTRÓPODES E ROEDORES DE IMPORTÂNCIA PARA A SAÚDE PÚBLICA AUTARQUIA EDUCACIONAL DE BELO JARDIM FACULDADE DE ENFERMAGEM DE BELO JARDIM CURSO DE BACHARELAOD EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: EDUCAÇÃO AMBIENTAL
  • 3. INTRODUÇÃO  LEI No 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.  Art. 3o Como parte do processo educativo, todos têm direito à educação ambiental, incumbindo:  VI - à sociedade como um todo, manter atenção permanente à formação de valores, atitudes e habilidades que propiciem a atuação individual e coletiva voltada para a prevenção, a identificação e a solução de problemas ambientais.
  • 4. INTRODUÇÃO  No último século, observou-se uma melhoria das condições de vida e saúde da população da maioria dos países.  Tal melhoria vem sendo atribuída aos progressos políticos, econômicos, sociais e ambientais, assim como aos avanços na saúde pública e na medicina;
  • 5. INTRODUÇÃO  Entretanto, ainda persistem profundas desigualdades nas condições de vida e saúde entre os países e, dentro deles, entre regiões e grupos sociais.
  • 6. INTRODUÇÃO  Mas, particularmente em países como o Brasil e outros da América Latina, a péssima distribuição de renda, o analfabetismo e o baixo grau de escolaridade, aliados às condições precárias de habitação, saneamento e ambiente, se configuram como fatores importantes nas condições de vida e saúde.
  • 7. INTRODUÇÃO  Saneamento do meio pode ser definido como “o conjunto de todos os fatores do meio físico do Homem que exercem ou podem exercer efeito deletério sobre seu bem-estar físico, mental e social”;  Assim, os principais componentes do saneamento do meio são:  abastecimento de água;  sistemas de coleta e tratamento de águas residuárias;  drenagem pluvial;  sistema de limpeza publica (resíduos sólidos);  controle de artrópodes e roedores de importância para a saúde pública (moscas, mosquitos, baratas, ratos e outros).
  • 8. RESÍDUOS SÓLIDOS  Como fator indireto, os resíduos sólidos domiciliares tem grande importância na transmissão de doenças, por exemplo, através de vetores como artrópodes e roedores, que encontram nos mesmos alimento e condições adequadas para proliferação.
  • 9. RESÍDUOS SÓLIDOS  Estudo da Organização Pan-Americana da Saúde conclui que a correta solução do problema dos resíduos sólidos resulta na redução de 90% das moscas, 65% dos ratos e 45% dos mosquitos.
  • 10. RESÍDUOS SÓLIDOS  O risco potencial de transmissão direta de doenças infecciosas por qualquer tipo de resíduo sólido dependerá:  a) da presença de um agente infeccioso;  b) da sua capacidade de sobrevivência no lixo;  c) da possibilidade de sua transmissão do lixo para um hospedeiro susceptível.
  • 12. RATOS
  • 13. RATOS  Definição: são mamíferos pertencentes a ordem Rodentia;  Características: sobrevivem facilmente em diferentes ambientes, instalando-se em diferentes climas;  Roedores sinantrópicos (que convivem no mesmo meio ambiente do homem): silvestres e urbanos;  Importância em saúde pública, pela transmissão de doenças.
  • 14. RATOS  Programa de controle de roedores:  deve ter como base o diagnóstico do município ou parte dele quanto à prevalência das espécies existentes, grau de incidência de doenças por eles transmitidas, assim como as condições socioeconômicas e sanitárias da cidade em questão.  No município de Belo Jardim, o controle é feito juntamente com a FUNASA e ocorre no tempo das enchentes.  Não há no Brasil, até a presente data, uma legislação em âmbito federal específica regulamentadora da atividade do controle de roedores, seja na área da saúde pública, seja no campo da atividade privada. Essa regulamentação passa então à responsabilidade dos Estados pelos seus respectivos códigos sanitários.
  • 15. RATOS  Programa de controle de roedores:  3 espécies:  Rato de telhado;  Ratazana (gabiru);  Camundongo.
  • 16. RATOS  O objetivo do programa é a redução no número de agravos à saúde e nos prejuízos econômicos que certamente causam:  queda na oferta de alimentos;  severos danos às estruturas e materiais em virtude do hábito de roer;  altos custos médicos no tratamento de doentes, quando da ocorrência de doenças transmitidas por roedores nas comunidades.
  • 17. RATOS  TÉCNICAS DE CONTROLE  ARMADILHAS (FUNASA):
  • 18. RATOS  TÉCNICAS DE CONTROLE  ARMADILHAS (SEC. MUN. SAUDE):
  • 27. RATOS
  • 28. RATOS  COMO É FEITO O CONTROLE?  DENUNCIA;  BUSCA ATIVA.
  • 30. RATOS
  • 31. RATOS
  • 32. RATOS
  • 33. RATOS
  • 34. RATOS
  • 35. RATOS
  • 36. RATOS
  • 37. RATOS
  • 40. RATOS  TIFO MURINO: causado pela bactéria Rickettsia typhi, transmitida por pulgas de rato infectado.  PESTE BUBÔNICA: causada pelo bacilo Yersinia pestis, transmitido pelas pulgas do rato infectado.
  • 41. RATOS
  • 43. BARATAS  Existe 4000 espécies mas só 1% são “domésticas”;  São cosmopolitas, só não existem nas calotas polares;  Colocam seus ovos em cápsulas impenetráveis por inseticidas;  Podem transportar cerca de 40 microrganismos patogênicos, incluindo o vírus da poliomielite.
  • 44. BARATAS  É também denominada de barata grande e barata voadora;  Fácil de ser encontradas em áreas úmidas e escuras, como perto dos banheiros, cestos de roupas, esgotos e local de preparo e armazenamento de alimentos;
  • 45. BARATAS  CONTROLE:  QUALQUER INSETICIDA MATA BARATAS
  • 46. BARATAS  NA SEC. MUN. DE SAUDE:  CAPTURA E QUEIMA DOS OVOS
  • 47. BARATAS  NA SEC. MUN. DE SAUDE:  BORRIFAÇÃO DE VENENO NO LOCAL
  • 48. MOSQUITOS  DENGUE: transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti, A.albopictus e A. scutellaris;
  • 49. MOSQUITOS  FEBRE AMARELA: transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti;
  • 50. ROEDORES E ARTRÓPODES  MALÁRIA: causada por Plasmodium vivax, P. Malarie, P. Falsiparum e P. Ovale;  É trasmitida pela picada de mosquitos do gênero Anopheles.
  • 51. MOSQUITOS  LEISHMANIOSE  Ag. etiológicos: Leishmania donovani (leishmania viceral) e L. brasiliensis (leishmania cutânea).  É transmitida pela picada de mosquitos infectados (Phlebotomus)
  • 58. ARANHAS  Aranhas  De hábitos noturno, escondendo-se durante o dia;  O acidente geralmente ocorre quando a pessoa veste a roupa, com o animal dentro, comprimindo-o contra o corpo;  Alguns venenos são extremamente potentes, sendo anestésico, hemolítico (destrói as células sangüíneas) e proteolítico (destrói os tecidos, causando necrose).
  • 59. ARANHAS  Phoneutria sp. (armadeira):  São muito agressivas e assumem postura ameaçadora, "armando o bote", de onde vem seu nome. São comuns os acidentes, podendo ser graves para crianças menores de 7 anos.
  • 60. ARANHAS  Loxosceles sp. (aranha marrom):  Não são agressivas e os acidentes são raros, porém geralmente graves.
  • 61. ARANHAS  Caranguejeiras (diversos gêneros)  Embora sejam muito temidas, os acidentes com elas são raros e sem gravidade, e por isso não se produz soro contra seu veneno.
  • 62. ARANHAS  Latrodectus sp. (viúva negra)
  • 63. ARANHAS  Lycosa ( tarântula )
  • 64. ARANHAS  LOXOSCELISMO: é causada pela aranha marrom (veneno de ação sistêmica, pode ser letal);
  • 66. ESCORPIÕES  No Brasil, escorpiões do Gênero Tityus são os de importância médica;  Sendo os escorpiões amarelos, os maiores responsáveis por acidentes.  Vale frisar que esses animais não são agressivos, e que os acidentes ocorrem geralmente por distração da vítima, ao calçar sapato com o animal dentro, virar troncos sem luvas, ou pisar em terrenos propícios, sem a devida proteção.
  • 69. ARANHAS E ESCORPIÕES  COMO EVITAR ACIDENTES POR ARANHAS E ESCORPIÕES  Manter jardins e quintais limpos.  Evitar o acúmulo de entulhos, lixo doméstico, material e construção nas proximidades das casas, inclusive terrenos baldios.  Evitar folhagens densas (trepadeiras, bananeiras e outras) junto às casas; manter a grama aparada.  Em zonas rurais, casas de campo, sacudir roupas e sapatos antes de usar.  Não pôr a mão em buracos, sob pedras, sob troncos "podres".  O uso de calçado e de luvas pode evitar acidentes.  Vedar as soleiras das portas e janelas ao escurecer.
  • 70. ARANHAS E ESCORPIÕES  A coleta e criação de animais silvestres são Regulamentadas pelo Estado, devendo ser autorizadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama):  Art. 1º Os animais de quaisquer espécies, em qualquer fase do seu desenvolvimento e que vivem naturalmente fora do cativeiro, constituindo a fauna silvestre, bem como seus ninhos, abrigos e criadouros naturais são propriedade do Estado, sendo proibida a sua utilização, perseguição, destruição, caça ou apanha. (BRASIL, 1967)
  • 72. MOSCAS  Algumas espécies são utilizadas como agentes de controle biológico de plantas daninhas bem como de insetos pragas.  Outras já são prejudiciais ao homem pois provocam doenças e servem de hospedeiros para agentes patogênicos.
  • 73. MOSCAS  Inseto muito comum em áreas rurais e urbanas. No ambiente urbano algumas espécies adaptaram-se bem às condições criadas pelo homem, enquanto outras não apresentam tolerância ao processo de urbanização.  Normalmente estes insetos alimentam-se de fezes, escarros, pus, produtos animais e vegetais em decomposição, açúcar, frutas entre outros.
  • 74. MOSCAS  Nome popular: Mosca doméstica
  • 75. MOSCAS  Nome popular: Mosca do chifre
  • 76. MOSCAS  Nome popular: Varejeira azul
  • 77. MOSCAS  Nome popular: Mosquinhas ou mosca da banana
  • 80. BARBEIRO  A doença de Chagas (DC) é uma das consequências da infecção humana produzida pelo protozoário flagelado Trypanosoma cruzi
  • 81. BARBEIRO  No Brasil, atualmente predominam os casos crônicos decorrentes de infecção por via vetorial, com aproximadamente três milhões de indivíduos infectados.  No entanto, nos últimos anos, a ocorrência de doença de Chagas aguda (DCA) tem sido observada em diferentes estados, em especial na região da Amazônia Legal
  • 82. BARBEIRO  Segundo dados recentes da OMS doença de Chagas atinge 16 a 1 8 milhões de habitantes de 18 países, causando 21.O00 mortes anuais e uma incidência de 300.000 novos casos por ano. No Brasil, cerca de 6 milhões de habitantes são infectados
  • 83. BARBEIRO  A transmissão do T. cruzi para o homem ocorre por meio de um vetor – os triatomíneos;  Porém esses triatomíneos apenas transmitem o parasito se estiverem infectados
  • 84. BARBEIRO  CONTROLE:  Melhoria das habitações rurais;  Combate ao barbeiro;  Controle do doador de sangue;  Controle de transmissão congênita;  Vacinação.
  • 85. CONCLUSÃO  LEI No 9.795, DE 27 DE ABRIL DE 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.  Art. 5o São objetivos fundamentais da educação ambiental:  I - o desenvolvimento de uma compreensão integrada do meio ambiente em suas múltiplas e complexas relações, envolvendo aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos;  III - o estímulo e o fortalecimento de uma consciência crítica sobre a problemática ambiental e social;  IV - o incentivo à participação individual e coletiva, permanente e responsável, na preservação do equilíbrio do meio ambiente, entendendo-se a defesa da qualidade ambiental como um valor inseparável do exercício da cidadania;
  • 86. CONCLUSÃO  Assim, deve haver...  Ações efetivas por parte do município e da população;  Colaboração da população com os órgãos ambientais para a notificação de agravos;  Melhoria das Políticas Públicas de Saúde e Saneamento Básico (garantindo o direito à saúde e ao meio ambiente conforme determina a Constituição Federal);  Conscientização!  Medidas Preventivas!
  • 87. ROEDORES E ARTRÓPODES  MEDIDAS PREVENTIVAS  Ações de educação em saúde e ambiental além de promoção à saúde ambiental devem ser realizadas!!!  Acondicionamento correto do lixo;  Controle de córrego e canais abertos;  Ausência de resíduos de alimentos nas áreas, terrenos, jardins, ruas, etc;
  • 88. ROEDORES E ARTRÓPODES  MEDIDAS PREVENTIVAS  Ralos e tampas de bueiros firmemente encaixados;  Fechamento de vãos e buracos;  Limpeza de instalação de animais;  Telamento de portas e janelas;  Utilizar armadilhas;
  • 89. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁGICAS  BEZERRA, F. S. B. et al. QUALIDADE DE VIDA E PERCEPÇÃO AMBIENTAL DOS MORADORES DE UMA COMUNIDADE RURAL DE MOSSORÓ, RN. Revista Verde (Mossoró – RN – Brasil) v.4, n.3, p. 39 -44 julho/setembro de 2009.  Brasil. Fundação Nacional de Saúde. Manual de controle de roedores. – Brasília: Ministério da Saúde, Fundação Nacional de Saúde, 2002.  FREIRE, A., OLIVEIRA, B., SILVINO, K., COSTA, N., PAZ, M. C. F. SANEAMENTO E SAÚDE PÚBLCA NA ÁREA DE ABRANGÊNCIA DA SECRETARIA EXECUTIVA REGIONAL V, FORTALEZA-Ce. IV Congresso de pesquisa e inovação da rede norte e nordeste de educação tecnológica. Belém – PA, 2009.  HELLER, L. Relação entre saúde e saneamento na perspectiva do desenvolvimento. Ciência & Saúde Coletiva, 3(2):73-84, 1998  http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/gve_7ed_web_atual_doenca_de_chagas.pdf  http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/moscas.htm  MORAES, L. R. S. IMPACTO NA SAÚDE DO ACONDICIONAMENTO E COLETA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DOMICILIARES. Salvador, BA.  http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/manual_escorpioes_web.pdf  http://www.brasilescola.com/animais/escorpiao.htm  http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/aranhas/aranhas-venenosas-2.php