AD2 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Curso: Licenciatura em Pedagogia Pólo: Nova Iguaçu Alunos: - Fernando Cardoso Antunes Matrícula: 20081208552 - Rogério Plácido da Silva Matrícula: 20081208371 2011-1
EAD: ANTES E DEPOIS  DA CIBERCULTURA
Estudos sobre a história da EAD no Brasil (Barros, 1994; Giusta, 2002) evidenciam que esta modalidade iniciou-se nas proximidades da década de 1940. Pautada notadamente em material impresso, a primeira geração da EAD no Brasil cumpriu os fins a que se destinava: promover acesso ao conhecimento socialmente legitimado a segmentos sociais menos favorecidos, mediante ações de educação formal e informal. Além do material impresso, o rádio também se situou como importante difusor dos cursos oferecidos na EAD da época.
Com a chegada das fitas e vídeos cassete a EAD incorporou estes dispositivos ao desenho didático de seus cursos, com materiais instrucionais que, a partir de então, também faziam uso destas mídias, em complemento ao rádio e ao material impresso. - O MEC repassa recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) às Secretarias de Educação para aquisição de kits, compostos de televisão, videocassete, antena parabólica, receptor de sinais de satélite e fitas VHS . - A TV Escola funciona em circuito aberto, sem codificação, via satélite, com  recepção por antena parabólica. A programação é transmitida a todo o país, através do satélite Brasilsat, e é gravada cm fita de videocassete para  posterior utilização pelos professores, diretores e alunos.  - Tal como foi idealizado, o Telecurso 2000 pode ser acompanhado  individualmente, com o auxílio dos programas de televisão e dos livros, ou em recepção organizada em telessalas, onde grupos de alunos se reúnem para assistir às aulas pela televisão ou com auxílio do videocassete, com o apoio de orientadores de aprendizagem.
O CD  e  o  DVD ____________________________________________ Anos mais tarde, o CD e o DVD viriam a cumprir, respectivamente, as funções da fita e do vídeo cassete. Entretanto, apesar da chegada desses dispositivos midiáticos, a lógica da mídia de massa predominava nos cursos desenvolvidos em EAD, pois eles ainda eram pensados a partir de uma abordagem instrucionista, em que o aluno seguia seu percurso de formação, com o apoio de materiais autoinstrucionais e, eventualmente, contava com algum tipo de interação com a equipe de formação, por carta ou telefone. ______________________________________________________________________ Neste período foram produzidos dez cursos, entre eles, a primeira experiência em software, em 1992. Mais tarde, o Cead passa a contar com um  grupo de especialistas nessa área, que já utilizam recursos de multimídia e estão produzindo cursos apresentados em CD-ROM.
INTERNET Com a chegada da internet ampliou-se a interação entre formandos e formadores através de fóruns e listas de discussões. Primeira Geração Ainda não permitia a vivência plena da dialogia digital e da mediação partilhada (PESCE & BRUNO, 2007) entre professores e alunos, pois aos estudantes cabia acessar as informações do curso e, no melhor dos casos, interagir com o professor e com seus colegas de modo assíncrono, via fóruns e listas de discussão. A vivência do conceito de coautoria ainda não se pronunciava. A primeira geração da internet durou duas décadas e meia, entre seu nascimento enquanto ArpaNet, em 1969, até o surgimento da web gráfica, em meados da década de 1990. Foi uma internet pequena, principalmente acadêmica, pela qual se navegava usando comandos escritos contra tela preta Segunda Geração Chamada de Web 2.0, é neste momento que a cibercultura se consolida. E assim a arquitetura interextadual, hipermidiática, dialógica e coautoral da cibetcultura pôde ser pensada com mais propriedade no âmbito educacional. Na cibercultura veiculada na Web 2.0, o usuário insere-se como produtor e desenvolvedor de conteúdo e não somente como receptor de mensagem e/ou conteúdo de aprendizagem postado por outras pessoas. A segunda geração da rede foi a da web gráfica navegada via Netscape ou Explorer na qual os mais tarimbados pioneiros tinham a própria homepage.
CIBERCULTURA A cibercultura, ao conjugar texto, áudio, imagem, animação e vídeo, assume uma natureza hipermidiática, que potencializa as formas de publicação, compartilhamento e organização de informações e amplia os espaços de interação (PRIMO, 2008). Para Pierre Lévy (1997), analogamente à escrita e à imprensa, as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) trazem consigo um novo modo de pensar o mundo e de conceber as relações com o conhecimento. Os games e ambientes imersivos, como Second Life, ratificam a oportuna observação de Lévy e podem ser levados em conta na elaboração de desenhos didáticos de cursos em EAD. Para Antoun (2008), em contraposição à mídia irradiada, as redes sociais da cibercultura promovem comunidades de atividade ou interesse, graças à democratização não só do acesso à informação, mas também da publicação de produção de opiniões postadas como comentários nos ambientes digitais. Costa (2008) salienta a relevância das redes sociais, pela capacidade de ação e potencialidade cooperativa, advertindo que o fenômeno social da Web 2.0 nos força a pensar em outras formas de nos organizarmos em comunidades. A cibercultura acena outra lógica para a EAD, que não a instrumental, pragmática e prescritiva, que apostem na importância da formação dialógica (PESCE, 2008).
CIBERCULTURA  E  EDUCAÇÃO A escola do século XXI deve formar o indivíduo para uma sociedade cibercultural, a qual é caracterizada pela virtualização das organizações (Levy, 1999) permitindo que seus sujeitos se relacionem de diferentes formas em tempo real. Para que esteja apto a conviver em tal sociedade, a escola deve-se comprometer a formar um sujeito autônomo, hábil em selecionar informações e reelaborar conceitos.
FONTES: www.pucsp.br/tead/n2/pdf/artigo1.pdf http://www.slideshare.net/nicepeda/educao-e-cibercultura http://www.google.com/search?hl=pt-BR&client=ubuntu&channel=fs&q=Primeir www.fotosearch.com.br/...imagens/computador.html ALVES, Nilda. Cibercultura: O que muda na educação.

Respostas..

  • 1.
    AD2 EDUCAÇÃO ADISTÂNCIA Curso: Licenciatura em Pedagogia Pólo: Nova Iguaçu Alunos: - Fernando Cardoso Antunes Matrícula: 20081208552 - Rogério Plácido da Silva Matrícula: 20081208371 2011-1
  • 2.
    EAD: ANTES EDEPOIS DA CIBERCULTURA
  • 3.
    Estudos sobre ahistória da EAD no Brasil (Barros, 1994; Giusta, 2002) evidenciam que esta modalidade iniciou-se nas proximidades da década de 1940. Pautada notadamente em material impresso, a primeira geração da EAD no Brasil cumpriu os fins a que se destinava: promover acesso ao conhecimento socialmente legitimado a segmentos sociais menos favorecidos, mediante ações de educação formal e informal. Além do material impresso, o rádio também se situou como importante difusor dos cursos oferecidos na EAD da época.
  • 4.
    Com a chegadadas fitas e vídeos cassete a EAD incorporou estes dispositivos ao desenho didático de seus cursos, com materiais instrucionais que, a partir de então, também faziam uso destas mídias, em complemento ao rádio e ao material impresso. - O MEC repassa recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) às Secretarias de Educação para aquisição de kits, compostos de televisão, videocassete, antena parabólica, receptor de sinais de satélite e fitas VHS . - A TV Escola funciona em circuito aberto, sem codificação, via satélite, com recepção por antena parabólica. A programação é transmitida a todo o país, através do satélite Brasilsat, e é gravada cm fita de videocassete para posterior utilização pelos professores, diretores e alunos. - Tal como foi idealizado, o Telecurso 2000 pode ser acompanhado individualmente, com o auxílio dos programas de televisão e dos livros, ou em recepção organizada em telessalas, onde grupos de alunos se reúnem para assistir às aulas pela televisão ou com auxílio do videocassete, com o apoio de orientadores de aprendizagem.
  • 5.
    O CD e o DVD ____________________________________________ Anos mais tarde, o CD e o DVD viriam a cumprir, respectivamente, as funções da fita e do vídeo cassete. Entretanto, apesar da chegada desses dispositivos midiáticos, a lógica da mídia de massa predominava nos cursos desenvolvidos em EAD, pois eles ainda eram pensados a partir de uma abordagem instrucionista, em que o aluno seguia seu percurso de formação, com o apoio de materiais autoinstrucionais e, eventualmente, contava com algum tipo de interação com a equipe de formação, por carta ou telefone. ______________________________________________________________________ Neste período foram produzidos dez cursos, entre eles, a primeira experiência em software, em 1992. Mais tarde, o Cead passa a contar com um grupo de especialistas nessa área, que já utilizam recursos de multimídia e estão produzindo cursos apresentados em CD-ROM.
  • 6.
    INTERNET Com achegada da internet ampliou-se a interação entre formandos e formadores através de fóruns e listas de discussões. Primeira Geração Ainda não permitia a vivência plena da dialogia digital e da mediação partilhada (PESCE & BRUNO, 2007) entre professores e alunos, pois aos estudantes cabia acessar as informações do curso e, no melhor dos casos, interagir com o professor e com seus colegas de modo assíncrono, via fóruns e listas de discussão. A vivência do conceito de coautoria ainda não se pronunciava. A primeira geração da internet durou duas décadas e meia, entre seu nascimento enquanto ArpaNet, em 1969, até o surgimento da web gráfica, em meados da década de 1990. Foi uma internet pequena, principalmente acadêmica, pela qual se navegava usando comandos escritos contra tela preta Segunda Geração Chamada de Web 2.0, é neste momento que a cibercultura se consolida. E assim a arquitetura interextadual, hipermidiática, dialógica e coautoral da cibetcultura pôde ser pensada com mais propriedade no âmbito educacional. Na cibercultura veiculada na Web 2.0, o usuário insere-se como produtor e desenvolvedor de conteúdo e não somente como receptor de mensagem e/ou conteúdo de aprendizagem postado por outras pessoas. A segunda geração da rede foi a da web gráfica navegada via Netscape ou Explorer na qual os mais tarimbados pioneiros tinham a própria homepage.
  • 7.
    CIBERCULTURA A cibercultura,ao conjugar texto, áudio, imagem, animação e vídeo, assume uma natureza hipermidiática, que potencializa as formas de publicação, compartilhamento e organização de informações e amplia os espaços de interação (PRIMO, 2008). Para Pierre Lévy (1997), analogamente à escrita e à imprensa, as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) trazem consigo um novo modo de pensar o mundo e de conceber as relações com o conhecimento. Os games e ambientes imersivos, como Second Life, ratificam a oportuna observação de Lévy e podem ser levados em conta na elaboração de desenhos didáticos de cursos em EAD. Para Antoun (2008), em contraposição à mídia irradiada, as redes sociais da cibercultura promovem comunidades de atividade ou interesse, graças à democratização não só do acesso à informação, mas também da publicação de produção de opiniões postadas como comentários nos ambientes digitais. Costa (2008) salienta a relevância das redes sociais, pela capacidade de ação e potencialidade cooperativa, advertindo que o fenômeno social da Web 2.0 nos força a pensar em outras formas de nos organizarmos em comunidades. A cibercultura acena outra lógica para a EAD, que não a instrumental, pragmática e prescritiva, que apostem na importância da formação dialógica (PESCE, 2008).
  • 8.
    CIBERCULTURA E EDUCAÇÃO A escola do século XXI deve formar o indivíduo para uma sociedade cibercultural, a qual é caracterizada pela virtualização das organizações (Levy, 1999) permitindo que seus sujeitos se relacionem de diferentes formas em tempo real. Para que esteja apto a conviver em tal sociedade, a escola deve-se comprometer a formar um sujeito autônomo, hábil em selecionar informações e reelaborar conceitos.
  • 9.
    FONTES: www.pucsp.br/tead/n2/pdf/artigo1.pdf http://www.slideshare.net/nicepeda/educao-e-ciberculturahttp://www.google.com/search?hl=pt-BR&client=ubuntu&channel=fs&q=Primeir www.fotosearch.com.br/...imagens/computador.html ALVES, Nilda. Cibercultura: O que muda na educação.