O documento analisa a evolução da educação a distância (EAD) no Brasil desde a década de 1940, observando sua transição de métodos tradicionais para a inclusão da cibercultura com a chegada da internet e da web 2.0. Destaca como a cibercultura oferta novas dinâmicas de interação e coautoria, além de potencializar a produção e compartilhamento de conhecimento. Enfatiza a necessidade de vontade política para que as práticas de EAD sejam repensadas e aprimoradas de forma qualitativa.