REFRAÇÃO DA LUZ PROFESSOR RODRIGO PENNA
Professor Rodrigo Penna - Técnico  em Eletrônica,  CEFET/MG , 1990. - Graduado  em Física,  UFMG , 1994. Licenciatura plena. - Pós-Graduado  em Ensino de Física, Faculdade de Educação,  UFMG , 1999. - Mestre  em Ciências e Técnicas Nucleares, Departamento de Engenharia Nuclear,  UFMG , 2006. -  Doutorando  em Ciências e Técnicas Nucleares, Departamento de Engenharia Nuclear,  UFMG .  Já atuou no Ensino Fundamental, Médio, Pré-Vestibular, Técnico e Superior, nas redes Pública e Privada. Site  na Internet: www. fisicanovestibular Link para curriculum no Sistema Lattes: http://lattes.cnpq.br/6150368513460565 EMAILs [email_address] [email_address]
REFRAÇÃO Quando um raio de luz atinge a superfície de separação entre dois meios transparentes são observados os seguintes fenômenos. Meio 1 Meio 2 parte da luz é   refletida ; parte da luz é   absorvida ; parte da luz é   refratada(atravessa) . RODRIGO PENNA: o quadradinho branco é um ângulo reto. Mostrar os ângulos de incidência, reflexão e refração. .
REFRAÇÃO É o desvio que a luz sofre ao passar de um meio  transparente para outro. (1) (2) Meio 1 Meio 2 RODRIGO PENNA: fig.1 ilustrção fig.2 l-pag.762 RAIO  INCIDENTE RAIO  REFRATADO  1  2 .
LEIS DA REFRAÇÃO 1. O raio incidente, a reta normal e o raio refratado estão no mesmo plano; 2. (1) (2) RAIO  INCIDENTE  1  2 RAIO  REFRATADO
ÍNDICE DE REFRAÇÃO É definido como a razão entre a  velocidade  da luz no vácuo e a velocidade da luz no meio:   (1) (2) RAIO  INCIDENTE RAIO REFRATADO  1  2
LEI DE SNELL RODRIGO PENNA: animar estilo demonstração , então , mas finalmente:
COMENTÁRIOS IMPORTANTES-1 Quando a luz passa de um meio menos para outro mais refringente, o raio se aproxima da normal. Ar (1) Vidro (2) RODRIGO PENNA: animar  1  2 Se
COMENTÁRIOS IMPORTANTES-2 Quando a luz passa de um meio mais para outro menos refringente, o raio se afasta da normal. Ar (2) Vidro (1) Joao Marcio G. Prado: Não existe tabela 16-1 na página 765. Estou repetindo a do slide acima (tabela 16-1 pag 763).  2  1
COMENTÁRIOS IMPORTANTES-3 a luz atravessa sem sofrer desvio.  (1) (2) Quando
FENÔMENOS DEVIDOS À REFRAÇÃO A imagem de um peixe é vista por alguém fora  d’água  acima  de onde o peixe realmente está. O Ar Água I
FENÔMENOS DEVIDOS À REFRAÇÃO A duração do dia é prolongada. SOL IMAGEM
FENÔMENOS DEVIDOS À REFRAÇÃO A imagem de  uma estrela vista por nós não corresponde à sua posição real por causa da refração da luz na atmosfera.   IMAGEM OBJETO Joao Marcio G. Prado: Slide acrescentado por falta de espaço .
ASFALTO MOLHADO NUM DIA QUENTE A temperatura do ar influi em sua densidade e em seu  Índice de Refração . Perto do asfalto quente, o ar tem  menores densidades e Índice de Refração  que as camadas de ar mais “frias” acima.  A  Reflexão Total  da luz dá a impressão de que o asfalto está molhado.
REFLEXÃO TOTAL DA LUZ Quando a luz vai passar de um meio   mais refringente para outro   menos refringente,   um fenômeno interessantíssimo pode ocorrer.  Observe o aumento do   ângulo de incidência . (1) (2) O A D RODRIGO PENNA: animar a fig. de forma a realçar o ângulo limite. C 90º
ÂNGULO LIMITE Existe um ângulo a partir do qual a luz não sai mais, é   totalmente refletida (não ocorre absorção). (1) (2) O A D C 90º
CÁLCULO DO ÂNGULO LIMITE Para ângulos de incidência maiores que  o  LIMITE ocorre a  REFLEXÃO TOTAL .  Assim: Mas . E: LEI DE SNELL:
USANDO UM PRISMA COMO “ESPELHO” Através da Reflexão Total, um prisma de vidro ou cristal como o da figura abaixo pode funcionar como um   espelho . RODRIGO PENNA: animar o raio da fig. 45º A B C 45º 45º . 90º 45º 45º
DISPERSÃO DA LUZ  A experiência demonstra que o   índice de refração   da luz varia - apresenta pequenas diferenças -   para cada   cor .  Logo, cada cor viaja numa  velocidade diferente  num mesmo meio material. Índice de Refração do  vidro “ Crown” para diversas cores Cor n Vermelho 1,513 Amarelo 1,517 Verde 1,519 Azul 1,528 Violeta 1,532
ARCO-ÍRIS A luz branca se decompõe em  7 cores básicas   ( monocromáticas ) ao atravessar um prisma ou, no caso do arco-íris, uma gota d’água,  pois cada uma das cores  que a formam sofre um  desvio  ( refração ) diferente. Luz Branca Luz Branca Joao Marcio G. Prado: Não animei este desenho por ser muito complexo. Espero que tenha ficado bom
A COR DE UM OBJETO A luz branca é formada por várias cores.  A  cor de um objeto  depende das suas  propriedades  de reflexão .  Ex. Um corpo verde, ao receber luz branca, reflete preferencialmente a luz verde absorvendo as outras cores. Objeto Verde Objeto Branco Objeto Preto Joao Marcio G. Prado: Animação 1 cliq
LENTES São dispositivos ópticos, muito comuns, cujo funcionamento se baseia nas propriedades da Refração.  Feitas de vidro, plástico, resina ou outro meio transparente, também poderiam ser feitas de água ou ar. Biconvexa Plano -  Convexa Côncavo - Convexa
LENTES Bicôncava Plano -  Côncava Convexo - Côncava
LENTES ESFÉRICAS Aquelas cujas faces são “pedaços” de uma circunferência. Chamamos a reta perpendicular às duas faces de  Eixo da lente - a reta “que passa no meio dela”. Lentes de vidro no ar - Convergente EIXO Normal
LENTES ESFÉRICAS Lentes de vidro no ar - Divergente EIXO Normal
LENTE CONVERGENTE O seu meio é mais grosso que as beiradas. Representação de lente  convergente EIXO
LENTE DIVERGENTE Suas extremidades são mais grossas que seu meio. Representação de lente  divergente . EIXO
FOCO DAS LENTES CONVERGENTES Pontos para os quais  convergem  os raios de luz que  chegam  paralelos  ao eixo ( lente convergente ) ou para os quais  convergem  os  prolongamentos dos raios  ( lente divergente ). Joao Marcio G. Prado: Um clique para cada caso. Lentes divergentes no próximo slide. EIXO F 1 f F 1 F 2 EIXO f f EIXO F 2 F 1
FOCO DAS LENTES DIVERGENTES Joao Marcio G. Prado: Um clique para cada caso.  EIXO F 1 f EIXO F 2 f f F 1 F 2 F 1 EIXO
OBSERVAÇÃO O fato de a lente ser  convergente  ou  divergente   além da própria distância focal depende do  material de que é feita a lente e do  meio  no qual ela está  inserida. AR (n = 1,0) AR (n = 1,0) VIDRO (n = 1,5) F 1 ÁGUA (n = 1,3) ÁGUA (n = 1,3) VIDRO (n = 1,5) F 1 GLICERINA (n = 1,5) GLICERINA (n = 1,5) VIDRO (n = 1,5) CS 2 (n = 1,6) CS 2 (n = 1,6) VIDRO (n = 1,5)
EQUAÇÃO DAS LENTES A mesma usada para os  espelhos esféricos  e a mesma  convenção de sinais . F 1 F 2 A A’ B’ D o D i
BIBLIOGRAFIA Beatriz Alvarenga e Antônio Máximo,  Curso de Física , volume 2.

Refração da Luz e Lentes - Conteúdo vinculado ao blog http://fisicanoenem.blogspot.com/

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    REFRAÇÃO DA LUZPROFESSOR RODRIGO PENNA
  • 2.
    Professor Rodrigo Penna- Técnico em Eletrônica, CEFET/MG , 1990. - Graduado em Física, UFMG , 1994. Licenciatura plena. - Pós-Graduado em Ensino de Física, Faculdade de Educação, UFMG , 1999. - Mestre em Ciências e Técnicas Nucleares, Departamento de Engenharia Nuclear, UFMG , 2006. - Doutorando em Ciências e Técnicas Nucleares, Departamento de Engenharia Nuclear, UFMG . Já atuou no Ensino Fundamental, Médio, Pré-Vestibular, Técnico e Superior, nas redes Pública e Privada. Site na Internet: www. fisicanovestibular Link para curriculum no Sistema Lattes: http://lattes.cnpq.br/6150368513460565 EMAILs [email_address] [email_address]
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    REFRAÇÃO Quando umraio de luz atinge a superfície de separação entre dois meios transparentes são observados os seguintes fenômenos. Meio 1 Meio 2 parte da luz é refletida ; parte da luz é absorvida ; parte da luz é refratada(atravessa) . RODRIGO PENNA: o quadradinho branco é um ângulo reto. Mostrar os ângulos de incidência, reflexão e refração. .
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    REFRAÇÃO É odesvio que a luz sofre ao passar de um meio transparente para outro. (1) (2) Meio 1 Meio 2 RODRIGO PENNA: fig.1 ilustrção fig.2 l-pag.762 RAIO INCIDENTE RAIO REFRATADO  1  2 .
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    LEIS DA REFRAÇÃO1. O raio incidente, a reta normal e o raio refratado estão no mesmo plano; 2. (1) (2) RAIO INCIDENTE  1  2 RAIO REFRATADO
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    ÍNDICE DE REFRAÇÃOÉ definido como a razão entre a velocidade da luz no vácuo e a velocidade da luz no meio: (1) (2) RAIO INCIDENTE RAIO REFRATADO  1  2
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    LEI DE SNELLRODRIGO PENNA: animar estilo demonstração , então , mas finalmente:
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    COMENTÁRIOS IMPORTANTES-1 Quandoa luz passa de um meio menos para outro mais refringente, o raio se aproxima da normal. Ar (1) Vidro (2) RODRIGO PENNA: animar  1  2 Se
  • 9.
    COMENTÁRIOS IMPORTANTES-2 Quandoa luz passa de um meio mais para outro menos refringente, o raio se afasta da normal. Ar (2) Vidro (1) Joao Marcio G. Prado: Não existe tabela 16-1 na página 765. Estou repetindo a do slide acima (tabela 16-1 pag 763).  2  1
  • 10.
    COMENTÁRIOS IMPORTANTES-3 aluz atravessa sem sofrer desvio. (1) (2) Quando
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    FENÔMENOS DEVIDOS ÀREFRAÇÃO A imagem de um peixe é vista por alguém fora d’água acima de onde o peixe realmente está. O Ar Água I
  • 12.
    FENÔMENOS DEVIDOS ÀREFRAÇÃO A duração do dia é prolongada. SOL IMAGEM
  • 13.
    FENÔMENOS DEVIDOS ÀREFRAÇÃO A imagem de uma estrela vista por nós não corresponde à sua posição real por causa da refração da luz na atmosfera. IMAGEM OBJETO Joao Marcio G. Prado: Slide acrescentado por falta de espaço .
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    ASFALTO MOLHADO NUMDIA QUENTE A temperatura do ar influi em sua densidade e em seu Índice de Refração . Perto do asfalto quente, o ar tem menores densidades e Índice de Refração que as camadas de ar mais “frias” acima. A Reflexão Total da luz dá a impressão de que o asfalto está molhado.
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    REFLEXÃO TOTAL DALUZ Quando a luz vai passar de um meio mais refringente para outro menos refringente, um fenômeno interessantíssimo pode ocorrer. Observe o aumento do ângulo de incidência . (1) (2) O A D RODRIGO PENNA: animar a fig. de forma a realçar o ângulo limite. C 90º
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    ÂNGULO LIMITE Existeum ângulo a partir do qual a luz não sai mais, é totalmente refletida (não ocorre absorção). (1) (2) O A D C 90º
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    CÁLCULO DO ÂNGULOLIMITE Para ângulos de incidência maiores que o LIMITE ocorre a REFLEXÃO TOTAL . Assim: Mas . E: LEI DE SNELL:
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    USANDO UM PRISMACOMO “ESPELHO” Através da Reflexão Total, um prisma de vidro ou cristal como o da figura abaixo pode funcionar como um espelho . RODRIGO PENNA: animar o raio da fig. 45º A B C 45º 45º . 90º 45º 45º
  • 19.
    DISPERSÃO DA LUZ A experiência demonstra que o índice de refração da luz varia - apresenta pequenas diferenças - para cada cor . Logo, cada cor viaja numa velocidade diferente num mesmo meio material. Índice de Refração do vidro “ Crown” para diversas cores Cor n Vermelho 1,513 Amarelo 1,517 Verde 1,519 Azul 1,528 Violeta 1,532
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    ARCO-ÍRIS A luzbranca se decompõe em 7 cores básicas ( monocromáticas ) ao atravessar um prisma ou, no caso do arco-íris, uma gota d’água, pois cada uma das cores que a formam sofre um desvio ( refração ) diferente. Luz Branca Luz Branca Joao Marcio G. Prado: Não animei este desenho por ser muito complexo. Espero que tenha ficado bom
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    A COR DEUM OBJETO A luz branca é formada por várias cores. A cor de um objeto depende das suas propriedades de reflexão . Ex. Um corpo verde, ao receber luz branca, reflete preferencialmente a luz verde absorvendo as outras cores. Objeto Verde Objeto Branco Objeto Preto Joao Marcio G. Prado: Animação 1 cliq
  • 22.
    LENTES São dispositivosópticos, muito comuns, cujo funcionamento se baseia nas propriedades da Refração. Feitas de vidro, plástico, resina ou outro meio transparente, também poderiam ser feitas de água ou ar. Biconvexa Plano - Convexa Côncavo - Convexa
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    LENTES Bicôncava Plano- Côncava Convexo - Côncava
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    LENTES ESFÉRICAS Aquelascujas faces são “pedaços” de uma circunferência. Chamamos a reta perpendicular às duas faces de Eixo da lente - a reta “que passa no meio dela”. Lentes de vidro no ar - Convergente EIXO Normal
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    LENTES ESFÉRICAS Lentesde vidro no ar - Divergente EIXO Normal
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    LENTE CONVERGENTE Oseu meio é mais grosso que as beiradas. Representação de lente convergente EIXO
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    LENTE DIVERGENTE Suasextremidades são mais grossas que seu meio. Representação de lente divergente . EIXO
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    FOCO DAS LENTESCONVERGENTES Pontos para os quais convergem os raios de luz que chegam paralelos ao eixo ( lente convergente ) ou para os quais convergem os prolongamentos dos raios ( lente divergente ). Joao Marcio G. Prado: Um clique para cada caso. Lentes divergentes no próximo slide. EIXO F 1 f F 1 F 2 EIXO f f EIXO F 2 F 1
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    FOCO DAS LENTESDIVERGENTES Joao Marcio G. Prado: Um clique para cada caso. EIXO F 1 f EIXO F 2 f f F 1 F 2 F 1 EIXO
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    OBSERVAÇÃO O fatode a lente ser convergente ou divergente além da própria distância focal depende do material de que é feita a lente e do meio no qual ela está inserida. AR (n = 1,0) AR (n = 1,0) VIDRO (n = 1,5) F 1 ÁGUA (n = 1,3) ÁGUA (n = 1,3) VIDRO (n = 1,5) F 1 GLICERINA (n = 1,5) GLICERINA (n = 1,5) VIDRO (n = 1,5) CS 2 (n = 1,6) CS 2 (n = 1,6) VIDRO (n = 1,5)
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    EQUAÇÃO DAS LENTESA mesma usada para os espelhos esféricos e a mesma convenção de sinais . F 1 F 2 A A’ B’ D o D i
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    BIBLIOGRAFIA Beatriz Alvarengae Antônio Máximo, Curso de Física , volume 2.