Colégio João XXIII
“Conhecimento nos faz ir mais longe”
Ensino Fundamental Anos Finais
8º ano - Aula: 30/09
- Capítulo 12:
• Atividade 01 - Leitura da págs. 196 a 199.
• Atividade 02 - Exercícios pág. 203.
Revoltas
Regenciais
Revolta dos Papa-méis
1832 a 1834 - Recife
• Proprietários de terras insatisfeitos com o
governo regencial.
• Queriam a volta de D. Pedro I.
• Para enfrentar o governo armaram a
população, inclusive índios e quilombolas
(chamados de papa-méis, por causa do
consumo de mel silvestre), também chamados
de cabanos.
• Foram Rapidamente derrotados pelo governo.
Revoltas dos Malês
Negros muçulmanos da BA (etnias: nagôs,
mandiga, etc.) - 1835
• Vários negros sabiam ler e escrever em árabe,
por isso facilitou a organização do levante.
• Movimento tinha o objetivo de libertar todos
os escravos islâmicos.
• Exigiam a liberdade de culto.
• Queriam o fim do cristianismo.
• Desejavam implantar uma monarquia islâmica .
• Movimento foi delatado, o governo organizou a
repressão ao movimento.
• Ocorre violentos confrontos, o governo sai
vitorioso.
Sabinada
1837 a 1838 - BA
• Movimento republicano, mas não separatista,
liderados pelo médico Francisco Sabino e o advogado
João Carneiro da Silva.
• Movimento liderado pelas elites.
• Não queriam o fim da escravidão.
• Causas: desejavam manter a autonomia política da
Província; obtida com o Ato Adicional de 1834,
recrutamento obrigatório como imposto.
• Criaram a “República Bahiense”, duraria até a
maioridade de Pedro de Alcântara, herdeiro do
trono.
• O governo regencial enviou tropas para reprimir a
revolta.
• Muitos revoltosos foram presos e mortos.
Balaiada
1838 a 1841 – MA, mas
se espalha até PI e CE
• Crise econômica na província, impostos
elevados, disputas pelo controle local pelas
elites (Cabanos – conservadores X Bem-te-vis –
liberais) e miséria da população.
• Liberais iniciam a revolta, que contou com a
participação das camadas mais pobres e
escravizados.
• Líderes: vaqueiro Raimundo Gomes (cara preta),
o fabricante de balaios (cestos) Manuel dos
Anjos Ferreira e o Negro Cosme Bento.
• Governo mandou tropas para reprimir o
movimento.
Cabanagem
1835 a 1840 – Província do Grão-Pará
• Os revoltados queriam a independência da região.
• Motivos: Disputa política e territorial das elites da província, elites
tomando das decisões políticas e administrativas da província, descaso
do governo para os habitantes da província, cabanos querendo
melhores condições de vida.
• Comerciantes e proprietários de terras iniciaram uma luta.
• Os cabanos (viviam em cabanas, povo ribeirinho composto de
indígenas, negros e mestiços) aproveitando a luta entre as elites
iniciaram a revolta.
• Tomaram a cidade de Belém, proclamando a República independente
da Grão-Pará.
• A república começou a ser governada por Felix Antônio Malcher, queria
acabar com a revolta, foi substituído por Francisco Vinagre.
• Vinagre foi derrotado pelas tropas do governo e preso, Belém voltou
para o domínio do governo.
• Antônio Vinagre e Eduardo Angelim dão continuidade ao movimento,
reconquistam Belém, instaurando novamente um governo rebelde.
• Movimento foi sufocado pelo governo, com mais de 30 mil mortos e os
sobreviventes foram perseguidos e presos.
Farroupilhas ou Guerra dos Farrapos
1835 a 1845 - RS
• Motivos: autonomia provincial e o fim dos altos impostos do
charque gaúcho, que não conseguia disputar com o
uruguaio, limitação da transição de terras e gado entre
gaúchos e uruguaios.
• Bento Gonçalves, líder do movimento, tomam a cidade de
Porto Alegre e cria a República Rio-Grandense.
• Em 1839, os farrapos conseguiram estender o movimento
até Santa Catarina, com auxílio de Davi Canabarro e
Giuseppe Garibaldi, fundaram a República Juliana, na cidade
de Laguna.
• Revoltosos elaboram uma constituição.
• Os vários anos de guerras enfraquece o movimento.
• Revoltosos e governo assinam um acordo de Paz: “Paz de
Ponche Verde”, anistia geral dos revoltosos, incorporação
dos oficiais no exército imperial, devolução de terras
ocupadas aos antigos donos, imposto de 25% no charque
uruguaio.

História-801-slide-07-10.pptx

  • 1.
    Colégio João XXIII “Conhecimentonos faz ir mais longe” Ensino Fundamental Anos Finais 8º ano - Aula: 30/09
  • 2.
    - Capítulo 12: •Atividade 01 - Leitura da págs. 196 a 199. • Atividade 02 - Exercícios pág. 203.
  • 3.
  • 4.
    Revolta dos Papa-méis 1832a 1834 - Recife • Proprietários de terras insatisfeitos com o governo regencial. • Queriam a volta de D. Pedro I. • Para enfrentar o governo armaram a população, inclusive índios e quilombolas (chamados de papa-méis, por causa do consumo de mel silvestre), também chamados de cabanos. • Foram Rapidamente derrotados pelo governo.
  • 5.
    Revoltas dos Malês Negrosmuçulmanos da BA (etnias: nagôs, mandiga, etc.) - 1835 • Vários negros sabiam ler e escrever em árabe, por isso facilitou a organização do levante. • Movimento tinha o objetivo de libertar todos os escravos islâmicos. • Exigiam a liberdade de culto. • Queriam o fim do cristianismo. • Desejavam implantar uma monarquia islâmica . • Movimento foi delatado, o governo organizou a repressão ao movimento. • Ocorre violentos confrontos, o governo sai vitorioso.
  • 6.
    Sabinada 1837 a 1838- BA • Movimento republicano, mas não separatista, liderados pelo médico Francisco Sabino e o advogado João Carneiro da Silva. • Movimento liderado pelas elites. • Não queriam o fim da escravidão. • Causas: desejavam manter a autonomia política da Província; obtida com o Ato Adicional de 1834, recrutamento obrigatório como imposto. • Criaram a “República Bahiense”, duraria até a maioridade de Pedro de Alcântara, herdeiro do trono. • O governo regencial enviou tropas para reprimir a revolta. • Muitos revoltosos foram presos e mortos.
  • 7.
    Balaiada 1838 a 1841– MA, mas se espalha até PI e CE • Crise econômica na província, impostos elevados, disputas pelo controle local pelas elites (Cabanos – conservadores X Bem-te-vis – liberais) e miséria da população. • Liberais iniciam a revolta, que contou com a participação das camadas mais pobres e escravizados. • Líderes: vaqueiro Raimundo Gomes (cara preta), o fabricante de balaios (cestos) Manuel dos Anjos Ferreira e o Negro Cosme Bento. • Governo mandou tropas para reprimir o movimento.
  • 8.
    Cabanagem 1835 a 1840– Província do Grão-Pará • Os revoltados queriam a independência da região. • Motivos: Disputa política e territorial das elites da província, elites tomando das decisões políticas e administrativas da província, descaso do governo para os habitantes da província, cabanos querendo melhores condições de vida. • Comerciantes e proprietários de terras iniciaram uma luta. • Os cabanos (viviam em cabanas, povo ribeirinho composto de indígenas, negros e mestiços) aproveitando a luta entre as elites iniciaram a revolta. • Tomaram a cidade de Belém, proclamando a República independente da Grão-Pará. • A república começou a ser governada por Felix Antônio Malcher, queria acabar com a revolta, foi substituído por Francisco Vinagre. • Vinagre foi derrotado pelas tropas do governo e preso, Belém voltou para o domínio do governo. • Antônio Vinagre e Eduardo Angelim dão continuidade ao movimento, reconquistam Belém, instaurando novamente um governo rebelde. • Movimento foi sufocado pelo governo, com mais de 30 mil mortos e os sobreviventes foram perseguidos e presos.
  • 9.
    Farroupilhas ou Guerrados Farrapos 1835 a 1845 - RS • Motivos: autonomia provincial e o fim dos altos impostos do charque gaúcho, que não conseguia disputar com o uruguaio, limitação da transição de terras e gado entre gaúchos e uruguaios. • Bento Gonçalves, líder do movimento, tomam a cidade de Porto Alegre e cria a República Rio-Grandense. • Em 1839, os farrapos conseguiram estender o movimento até Santa Catarina, com auxílio de Davi Canabarro e Giuseppe Garibaldi, fundaram a República Juliana, na cidade de Laguna. • Revoltosos elaboram uma constituição. • Os vários anos de guerras enfraquece o movimento. • Revoltosos e governo assinam um acordo de Paz: “Paz de Ponche Verde”, anistia geral dos revoltosos, incorporação dos oficiais no exército imperial, devolução de terras ocupadas aos antigos donos, imposto de 25% no charque uruguaio.