Processo penal e processo fiscal - Princípios e regras  J.L. Saldanha Sanches  Professor da Faculdade de Direito de Lisboa
A natureza do procedimento fiscal O direito à auto-avaliação ( self-assessment ) A tributação de acordo com a declaração Princípio da declaração e princípio da verificação
Os deveres de cooperação  Deveres de cooperação e o dever fundamental de pagar impostos Economia e eficiência da gestão fiscal Os deveres de cooperação com a Administração e a averiguação judicial
Processo civil/processo penal/processo fiscal Princípio do dispositivo e princípio da investigação Dever de prova e ónus da prova Ónus da prova em sentido material e deveres de cooperação
A emergência do direito penal fiscal O modelo “lançamento, liquidação e cobrança” As sanções de natureza cível  As empresas e os particulares como gestores fiscais
Os crimes fiscais e os seus factispécies Os deveres de cooperação como regras de conduta Os comportamentos devidos A violação dos deveres de cooperação como objecto de previsão penal
A fraude fiscal ( art. 103º do RGIT) Ocultação de factos ou valores não declarados Viciação da contabilidade (Ocultação de factos ou valores...) Celebração de contratos simulados
A frustração de créditos fiscais (art. 88º do RGIT) Tributo já liquidado ou em processo de liquidação  Fazer desaparecer, ocultar ou onerar o seu património Frustração total ou parcial do crédito tributário
A tributação de rendimento ilícitos O caso Sullivan vs/United States: tributação de rendimento ilícitos e V Emenda  O § 40 da Abgabensordnung O art. 1º do Código do IRC, o art. 1º do Código do IRS e art. 10º da LGT
Os regime fiscal dos rendimento ilícitos O princípio geral do IRC Os acréscimos patrimoniais não justificados do IRS (art. 9ª do Código do IRS) O sinais exteriores de riqueza (art. 89- A da LGT)
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Processo Penal e Processo Fiscal - Princípios e regras

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    Processo penal eprocesso fiscal - Princípios e regras J.L. Saldanha Sanches Professor da Faculdade de Direito de Lisboa
  • 2.
    A natureza doprocedimento fiscal O direito à auto-avaliação ( self-assessment ) A tributação de acordo com a declaração Princípio da declaração e princípio da verificação
  • 3.
    Os deveres decooperação Deveres de cooperação e o dever fundamental de pagar impostos Economia e eficiência da gestão fiscal Os deveres de cooperação com a Administração e a averiguação judicial
  • 4.
    Processo civil/processo penal/processofiscal Princípio do dispositivo e princípio da investigação Dever de prova e ónus da prova Ónus da prova em sentido material e deveres de cooperação
  • 5.
    A emergência dodireito penal fiscal O modelo “lançamento, liquidação e cobrança” As sanções de natureza cível As empresas e os particulares como gestores fiscais
  • 6.
    Os crimes fiscaise os seus factispécies Os deveres de cooperação como regras de conduta Os comportamentos devidos A violação dos deveres de cooperação como objecto de previsão penal
  • 7.
    A fraude fiscal( art. 103º do RGIT) Ocultação de factos ou valores não declarados Viciação da contabilidade (Ocultação de factos ou valores...) Celebração de contratos simulados
  • 8.
    A frustração decréditos fiscais (art. 88º do RGIT) Tributo já liquidado ou em processo de liquidação Fazer desaparecer, ocultar ou onerar o seu património Frustração total ou parcial do crédito tributário
  • 9.
    A tributação derendimento ilícitos O caso Sullivan vs/United States: tributação de rendimento ilícitos e V Emenda O § 40 da Abgabensordnung O art. 1º do Código do IRC, o art. 1º do Código do IRS e art. 10º da LGT
  • 10.
    Os regime fiscaldos rendimento ilícitos O princípio geral do IRC Os acréscimos patrimoniais não justificados do IRS (art. 9ª do Código do IRS) O sinais exteriores de riqueza (art. 89- A da LGT)
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