Princípios da criatividade

       De acordo com Robinson, predomina uma visão limitada de inteligência, baseada em testes
       racionalizados de QI. Ficam de lado, portanto, todas as outras infinitas maneiras de entender
       inteligência e criatividade. Seria preciso, na opinião dele, valorizar tanto as pessoas que pensam
       visualmente quanto as que raciocinam melhor por meio do som ou do movimento, por
       exemplo.

       Algumas dicas podem auxiliar. Confira:
       1 – Atitude: catalisadora de energia criativa e agregadora de habilidades e talentos. Ver-se
       como alguém criativo é passo importante para liberar a imaginação e aproveitar habilidades e
       conhecimentos.
       2 – Desafiar suposições: temos crenças – e somos afetados pelas crenças de outras pessoas –
       que nos impedem de usar a imaginação e resolver os problemas criativamente. É importante
       identificar e listar as suposições, convenções e crenças que afetam a compreensão, análise e
       solução, e livrar das que não são verdadeiras ou que se tornaram obsoletas.
       3 – Quebrar regras: na solução de problemas e na inovação é importante questionar as regras,
       especialmente quando elas aprisionam a mente a velhos hábitos e modos de pensar.
       4 – Não ter medo de errar: grandes invenções raramente resultam de golpe da sorte, mas da
       sucessão de tentativas frustradas.
       5 – Acreditar que há mais de uma solução certa: é essencial separar a fase de geração de
       ideias da fase de julgamento. No trabalho em equipe, deve-se ficar atento para os
       comportamentos que desencorajam as contribuições dos participantes, bloqueiam suas mentes e
       minam o espírito de equipe.
       6 – Persistir: experimentar e ter alguns fracassos faz parte do processo de geração de ideias e
       inovação. O segredo do sucesso está na constância de propósito, em manter-se firme apesar dos
       percalços no caminho.

Fonte: HSM http://goo.gl/WkWfQ



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Princípios da criatividade

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    Princípios da criatividade De acordo com Robinson, predomina uma visão limitada de inteligência, baseada em testes racionalizados de QI. Ficam de lado, portanto, todas as outras infinitas maneiras de entender inteligência e criatividade. Seria preciso, na opinião dele, valorizar tanto as pessoas que pensam visualmente quanto as que raciocinam melhor por meio do som ou do movimento, por exemplo. Algumas dicas podem auxiliar. Confira: 1 – Atitude: catalisadora de energia criativa e agregadora de habilidades e talentos. Ver-se como alguém criativo é passo importante para liberar a imaginação e aproveitar habilidades e conhecimentos. 2 – Desafiar suposições: temos crenças – e somos afetados pelas crenças de outras pessoas – que nos impedem de usar a imaginação e resolver os problemas criativamente. É importante identificar e listar as suposições, convenções e crenças que afetam a compreensão, análise e solução, e livrar das que não são verdadeiras ou que se tornaram obsoletas. 3 – Quebrar regras: na solução de problemas e na inovação é importante questionar as regras, especialmente quando elas aprisionam a mente a velhos hábitos e modos de pensar. 4 – Não ter medo de errar: grandes invenções raramente resultam de golpe da sorte, mas da sucessão de tentativas frustradas. 5 – Acreditar que há mais de uma solução certa: é essencial separar a fase de geração de ideias da fase de julgamento. No trabalho em equipe, deve-se ficar atento para os comportamentos que desencorajam as contribuições dos participantes, bloqueiam suas mentes e minam o espírito de equipe. 6 – Persistir: experimentar e ter alguns fracassos faz parte do processo de geração de ideias e inovação. O segredo do sucesso está na constância de propósito, em manter-se firme apesar dos percalços no caminho. Fonte: HSM http://goo.gl/WkWfQ Visite: www.implantandomarketing.com.br e www.twitter.com/implantandomkt