O documento discute a variação linguística em sala de aula com base em uma pesquisa etnográfica realizada em duas escolas do Rio Grande do Sul. A pesquisa objetivou identificar como variedades menos privilegiadas de português são tratadas pelos professores e se as práticas dos documentos oficiais são seguidas. Os resultados mostraram que embora o português padrão não tenha sido imposto, atividades para discutir competências comunicativas e variedades linguísticas não foram observadas.