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1ª Parte  A Poluição do Solo
A Poluição do Solo O solo é um corpo vivo, de grande complexidade e muito dinâmico.  Tem como componentes principais a fase sólida, a água e o ar.  O solo deve ser encarado como uma interface entre o ar e a água, sendo  imprescindível à produção de biomassa.  Assim, o solo não é inerte, o mero local onde assentamos os pés, o  simples suporte para habitações e outras infra-estruturas indispensáveis ao  Homem, o seu “caixote do lixo” !.  Sempre que lhe adicionamos qualquer substância estranha, estamos a  poluir o solo e, directa ou indirectamente, a água e o ar.
Contaminação do Solo Figura 1
O uso da terra para centros  urbanos, para as actividades agrícolas,  pecuárias e industriais tem tido como  consequências, elevados níveis de  contaminação. Assim, ao longo dos últimos anos,  têm sido detectados numerosos casos de  contaminação do solo em zonas, quer  urbanas, quer rurais.   Contaminação do solo Figura 1
A contaminação do solo tem-se tornado uma das preocupações ambientais, uma vez  que, geralmente, a contaminação interfere no ambiente global da área afectada  podendo mesmo estar na origem de problemas de saúde pública.
Regra geral, a contaminação do solo torna-se um problema quando: há uma fonte de contaminação;  há vias de transferência de poluentes que viabilizam o alargamento da  área contaminada;  3. há indivíduos e bens ameaçados por essa contaminação. O problema pode ser resolvido por: remoção dos indivíduos ou bens ameaçados;  remoção da fonte de poluição;  bloqueamento das vias de transferência.
Medidas de Recuperação do Solo Figura 2
Medidas de Recuperação do Solo Se o estudo dos solos contaminados é  recente, a investigação e desenvolvimento de  processos e tecnologias de tratamento é  ainda mais. A abordagem das áreas contaminadas  considera, normalmente, três fases  fundamentais: Identificação das áreas contaminadas; Diagnóstico-avaliação das áreas contaminadas;  Tratamento das áreas contaminadas.   Figura 2
Actualmente consideram-se três grandes grupos de métodos de  descontaminação de solo: Descontaminação no local; Descontaminação fora do local; Isolamento da área contaminada.
Esta 3ª opção não se trata verdadeiramente de um processo de  descontaminação, mas sim de uma solução provisória para o problema.  O tratamento do solo como metodologia de recuperação de áreas  contaminadas é uma alternativa cada vez mais significativa relativamente à  sua deposição em aterros sanitários, devido essencialmente ao aumento dos  custos envolvidos .
Tecnologias de Tratamento   A Figura 1 sistematiza os  métodos e técnicas disponíveis para  tratamento de solos contaminados.  As técnicas  exigem a  extracção, por escavação, do solo  contaminado.  O solo extraído pode ser  tratado no local ou em estações de  tratamento, sendo depois reposto no  local de origem ou noutro para  outros fins, depois de descontami- nado.   Figura 1
Tecnologias de Tratamento   Com a tecnologia disponível actualmente, uma parte dos solos  contaminados ainda não é problematicamente descontaminável, devido a  problemas de ordem vária como: emissões gasosas de alto risco,  concentrações residuais inacreditavelmente elevadas ou produção de grandes quantidades de resíduos contaminados.  Isto é particularmente verdade para solos poluídos com hidrocarbonetos  aromáticos halogenados ou metais pesados, bem como solos  contendo elevada percentagem de finos.  Para além destes aspectos, algumas das técnicas utilizadas envolvem elevados  custos de tratamento. Dos diferentes métodos de descontaminação do solo, apenas os  biológicos e a incineração permitem a eliminação ambiental dos poluentes orgânicos,  através da sua mineralização.
FIGURA 3 - Métodos e técnicas de tratamento de solos contaminados FIGURA   3
Tratamento Térmico   As necessidades energéticas das técnicas térmicas são, normalmente,  bastante elevadas, são possíveis emissões de contaminantes perigosos.  Contudo, em determinados casos, podem ser utilizadas temperaturas  substancialmente baixas, levando a consumos de energia relativamente  diminutos.  O processo é ainda passível de minimizar outros tipos de poluição  ambiental, se as emissões gasosas libertadas forem tratadas.  As instalações para este método de tratamento podem ser semi-móveis, os  custos dependem, não só do processo em si, como também do teor de  humidade, tipo de solo e concentração de poluentes, bem como de medidas de  segurança, das regulamentações ambientais em vigor.
Tratamento Físico-Químico   Dos processos físico-químicos, os métodos actualmente mais usados  baseiam-se na lavagem do solo.  Estes métodos fundamentam-se no princípio tecnológico da  transferência de um contaminante do solo para um aceitado de fase líquida  ou gasosa.  Os principais produtos a obter são:  o solo tratado; os contaminantes concentrados. O processo específico de tratamento depende dos tipos de contaminantes,  nomeadamente no que se refere ao tipo de ligação que estabelece com as  partículas  do solo.
Tratamento Físico-Químico Geralmente a argila têm uma elevada afinidade para a maior parte das  substâncias contaminantes. Assim, para separar os contaminantes do solo, há que remover as ligações  entre estes e partículas do solo, ou extrair as partículas do solo contaminadas.  A fase seguinte consiste na separação do fluido, enriquecido em  contaminantes das partículas de solos limpos.  Adicionalmente pode ser necessário considerar um circuito de exaustão e  tratamento do ar, se for provável a libertação de compostos voláteis.  A aplicação desta técnica pode não ser viável, especialmente quando a fracção  argila do solo é superior a 30%, devido à quantidade de resíduo contaminado  gerado.
Tratamento Biológico   Os métodos biológicos baseiam-se no facto de que os microorganismos  têm possibilidades praticamente ilimitadas para metabolizar compostos  químicos.  Tanto o solo como as águas subterrâneas contêm elevado número de  microorganismos que, gradualmente, se vão adaptando às fontes de energia  e carbono disponíveis, quer sejam açucares facilmente metabolizáveis, quer  sejam compostos orgânicos complexos.
No tratamento biológico, os microorganismos naturais, ou indígenas,  presentes na matriz, são estimulados para uma degradação controlada dos  contaminantes.  Em determinadas situações, pode ser necessário recorrer a  microorganismos específicos ou a microorganismos geneticamente  modificados, de modo a conseguir uma optimização da biodegradação.  Actualmente as principais técnicas biológicas de tratamento incluem:  “ Landfarming;  Comportassem;  Descontaminação no local;  Reactores biológicos;  Outras técnicas inovadoras.
Estas técnicas, à excepção do "Landfarming", estão ainda numa fase de  desenvolvimento.  Recentemente, tem sido dada particular relevância aos métodos biológicos  de descontaminação de solos, tecnologia promissora que pode vir a ter um  papel de importância crescente na recuperação de áreas contaminadas pelas  actividades industriais e urbanas.  O tratamento biológico do solo diminui os riscos para a saúde pública, bem  como para o ecossistema e, ao contrário da incineração ou dos métodos  químicos, não interfere nas propriedades naturais do solo.
2ª Parte Poluição do Ar
Poluição do Ar Fábricas como esta em Cúmbria,  Grã-Bretanha, liberam fumaça que  é transportada por longas distâncias  pelo vento. Figura 1
Por volta de 1661, cientistas da Grã-Bretanha descobriram que a poluição  industrial podia afectar a saúde das pessoas e as plantas das redondezas.  Com o crescimento industrial nos séculos 18 e 19, aumentaram os danos para  a saúde das pessoas e para o meio ambiente.  Entretanto, ninguém pensava que a poluição pudesse ser transportada para  muito longe.  Então, em 1881, um cientista norueguês descobriu um fenómeno que ele  chamou de precipitação suja, o qual ocorria na costa oeste da Noruega, onde não  havia indústria poluidora.  Ele suspeitou que viesse da Grã-Bretanha. Hoje os cientistas provam, sem  sombra de dúvida, que a poluição é conduzida pelo ar a grandes distâncias.  Se alguma prova adicional fosse necessária, seria fornecida pelo acidente na  usina nuclear de Chernobyl, que produziu chuva radioactiva em áreas da Europa  Oriental e Ocidental.  Os efeitos dessa chuva radioactiva sobre o ambiente podem perdurar por  dezenas de anos.
Os países escandinavos reconheceram que a chuva ácida era uma das  causas principais da acidificação de seus lagos.  Muita pesquisa tem sido desenvolvida para mostrar as relações  significativas entre as precipitações de bióxido de enxofre e os danos  ambientais. Aceitando essa evidência, a maioria dos países concorda em reduzir  suas emissões.  Alguns, entretanto, mostram muita má vontade e afirmam que são  necessárias evidências mais contundentes para provar se o bióxido de  enxofre causa de fato um grande malefício ao meio ambiente.
A QUE DISTÂNCIA A POLUIÇÃO PODE SER TRANSPORTADA?
A QUE DISTÂNCIA A POLUIÇÃO PODE SER TRANSPORTADA? Se vós olhar para a fumaça que sai de uma chaminé, verá que em poucos dias do ano ela sobe verticalmente. Na maior parte das vezes ela se inclina, porque o ar ao redor da chaminé está em movimento.  Mesmo quando parece haver apenas uma brisa próxima ao solo, nas camadas mais altas o vento pode ser bem mais forte.
A poluição que sai das chaminés  é levada pelo vento.  Uma parte dela pode permanecer  no ar durante uma semana ou mais,  antes de se depositar no solo.  Nesse período ela pode ter  viajado muitos quilómetros. Mesmo  um vento fraco de 16 km/h poderia  transporta-la para além de 1600  km em cinco dias. Quanto mais a poluição  permanece na atmosfera, mais a  sua composição química se altera,  transformando-se num complicado  coquetel de poluentes que prejudica  o meio ambiente.   Figura 2
As árvores funcionam normalmente como um  depósito para o gás carbónico, após absorve-lo, devolvem  à natureza os resíduos de oxigénio.  Mas quando são derramadas e queimadas, o carbono  que contem, assim poluentes gases => Bióxido de Carbono  - combustão de petróleo e de carbono, de incêndios  florestais, Clorofluorcarbono - usado em aerossóis, pela  indústrias de plásticos e em aparelhos de ar-condicionados  e refrigeradores, Metano - produzido pela actividade  agrícola, principalmente em lavouras de arroz e na criação  de gado. Óxido Nitroso - de indústrias de fertilizantes  químicos, queima de madeira e de combustíveis fósseis. Se os homens quiserem realmente salvar o planeta o  primeiro passo é encontrar fontes alternativas e abolir  totalmente o petróleo, o petróleo é o maior causador do  efeito estufa e poluição do mundo. Figura 3
3ª Parte Poluição  dos  Rios
Os rios Os rios são fonte de vida.  Desde a Antiguidade, suas águas são  essenciais para que as pessoas possam viver,  bebendo, banhando-se, navegando, além de  outras utilidades.  Mais recentemente, até mesmo energia  eléctrica é produzida pela força das quedas  de água dos rios, iluminando as cidades.  Um rio sem poluição é aquele em que os  peixes e as plantas crescem naturalmente,  tem águas limpas e cristalinas.  Sua água serve para regar plantações,  tomar banhos e também para beber.  Para um rio ser assim, é preciso que não  se jogue lixo, nem esgoto directamente nele. Figura 1
A poluição da água é a introdução de materiais químicos, físicos e  biológicos que estragam a qualidade da água e afecta o organismo dos  seres vivos.  Esse processo vai desde simples saquinhos de papel até os mais  perigosos poluentes tóxicos, como os pesticidas, metais pesados e  detergentes.  A poluição mais comum é aquela causada pelo lixo que o homem joga nos rios.  O crescimento das cidades e de sua população aumentaram os problemas,  porque o tratamento de esgotos e de fossas não conseguiu acompanhar o ritmo de  crescimento urbano.  Produtos químicos e sujeira dos esgotos são jogados directamente nos rios ou  afectam os lençóis de água que formam as nascentes.  O excesso de sujeira funciona como um escudo para a luz do sol, afectando o  leito dos rios e seu ciclo biológico.  Ou seja, as plantas e animais que nele vivem passam a sofrer problemas.
Rios Poluídos Figura 2
A Poluição dos Rios, A Vida das Pessoas e da Natureza Por exemplo: o nitrogénio e o  fósforo são elementos essenciais  para a vida aquática, mas o excesso  desses elementos, provocado pela  poluição, podem causam um  crescimento acelerado na vegetação  aquática.  Com isso, sobra menos oxigénio,  podendo até mesmo matar os peixes  daquele rio ou lagoa. Figura 3
Talvez mais perigosa do que o  lixo dos esgotos é a poluição  química das indústrias, que jogam  toneladas e mais toneladas de  produtos químicos directamente  nos rios, sem qualquer processo de  filtragem. A exploração de ouro nos rios  da Amazónia, por exemplo, usa o  mercúrio para separar o ouro de  outros materiais.  Esse mercúrio, depois de usado,  é jogado directamente nos rios,  matando grande quantidade de  peixes e plantas.  Com isso, nem os seres vivos  dos rios podem sobreviver, nem o  homem pode usar a água para  beber, tomar banho ou regar  plantações. Figura 4
4ª Parte  Poluição do Mar
Poluição do Mar Não existem mistérios acerca da poluição dos mares.  O pior problema, actualmente, é o enorme despejo de esgoto não - tratado e de  efluentes industriais, sem qualquer preocupação com as possíveis consequências.  Isso foi dito por Stjepan Kecknes, director do Centro de Programas de Actividades  Oceânicas e Costeiras do PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio  Ambiente -, cuja tarefa é auxiliar na limpeza dos mares do nosso planeta.  Oitenta e cinco por cento dos 20 bilhões de toneladas de material poluente  despejados anualmente nos oceanos provêm dos continentes.  Noventa por cento desse material permanece na área costeira, criando sérios  problemas ambientais e de saúde.  Neste capítulo, veremos como os mares se tornam poluídos e quais os prejuízos que  isso acarreta.
Em todo o mundo, grande quantidade de esgoto doméstico é despejado no  mar, mas somente uma parte é previamente tratada.  O oxigénio e as bactérias do mar ajudam bastante a neutralizar o  esgoto, tornando-o inofensivo e permitindo que seja usado por animais e  plantas.  Afinal de contas, o mar está repleto de animais que produzem detritos  durante todo o tempo.  Contudo, a quantidade de resíduos que pode ser despejada nele é  limitada.
Resíduos de fertilizantes fosfatados no Togo, oeste da África, são bombeados directamente no mar. É um método barato de se livrar deles, mas quanto o mar poderá recebê-los antes de começar a sofrer danos?
Resíduos de fertilizantes fosfatados no Togo, oeste da África, são bombeados directamente no mar. É um método barato de se livrar deles, mas quanto o mar poderá recebê-los antes de começar a sofrer danos? O número de pessoas que vivem em cidades litorâneas está crescendo em todo o  nosso planeta, e mais esgoto é produzido sem que o mar possa processá-lo.  Tecnicamente, tratar os esgotos antes de lançá-los no mar não é um problema,  mas custa caro.  As nações em desenvolvimento, em particular, ressentem-se da falta de  recursos financeiros para construir estações de tratamento em número suficiente.  No Sudeste Asiático, onde essas estações são poucas, o problema é mais sério  ainda.  Mesmo as nações ricas frequentemente relutam em gastar dinheiro com estações  de tratamento e, assim, os esgotos acabam sendo lançados nas praias, o que não é  somente desagradável, mas constitui um grave risco para a saúde.
O gráfico mostra como os  resíduos agrícolas passam para os  regatos e rios, seguindo o seu  caminho até o mar. Figura 1
Muitas cidades do mundo são densamente povoadas e possuem indústrias  pesadas.  Uma grande quantidade de despejos industriais é lançada directamente  no mar ou chega até ele através dos rios nos quais é despejado.  Enquanto o esgoto doméstico é orgânico e pode ser reciclado pelo mar,  grande parte do esgoto industrial é inorgânica, não se decompondo  facilmente e permanecendo inalterada.  Gradualmente, esses dois tipos de esgotos se somam, causando cada vez  mais poluição.  Mais de 100 mil produtos químicos diferentes têm como destino final o  mar e, com frequência, ninguém sabe quais serão as consequências.  A maior parte permanece nas águas costeiras, porém, como o oceano é  um vasto sistema móvel, os compostos químicos vão lentamente se  espalhando por ele.  Ainda não se sabe como esses produtos afectam a vida marinha.
Nem todos os resíduos originam-se directamente das indústrias.  Muitos produtos químicos provêm das casas e são despejados no sistema de  esgoto.  As chuvas carregam o óleo, a graxa e outras sujeiras das estradas, veículos e  construções para os rios e deles para o mar.  Além disso, a chuva que cai no mar está contaminada com poluentes atmosféricos  oriundos das chaminés das fábricas, das unidades de aquecimento central e dos  escarpamentos dos veículos. Quando o petróleo é derramado no oceano, forma uma mancha perigosa para os  animais que vêm à superfície, como pássaros, focas e baleias.  Os vazamentos de petróleo causam grande devastação no litoral.  Em 1980, 50 mil aves marinhas morreram no estreito de Skaggerak, entre a  Suécia e a Dinamarca, como resultado de um único vazamento de petróleo: quando elas  tentavam limpar suas penas com o bico para remover o óleo, envenenavam-se.  Poucas foram salvas e voltaram à sua vida natural.  Uma vez limpo o mar, as populações podem se reconstituir em poucos anos, porém  o sofrimento causado pela poluição é muito perturbador.
Lixo Radiactivo: O tratamento do lixo radioactivo necessita de uma atenção  especial, porque a radioactividade pode causar câncer e alterar o desenvolvimento dos  seres vivos.  Alguns desses resíduos precisam ser guardados com segurança por muitos e muitos  anos. Antigamente, o mar era considerado o lugar ideal para se despejar um tipo de lixo,  pois se achava que ninguém poderia ser prejudicado. Hoje, porém, sabe-se que não é  assim. O Mar da Irlanda foi afectado de modo diferente: a água contendo pequenas  quantidades de material radioactivo da usina de processamento nuclear de Sellafield  está sendo despejada por um tubo dentro desse mar, prática que o tornou o mais  radioactivo do mundo.  O governo irlandês está pressionando para que a usina seja fechada, pois, segundo  ele, o aumento dessa radiação no mar é a causa da elevação, acima do normal, dos  casos de câncer em algumas comunidades costeiras.  Mais recentemente, descobriu-se que grandes bolhas de ar que vêm à superfície  contêm plutônio oriundo de Sellafield.  Esse elemento passa do fundo do mar para a atmosfera, de onde pode ser impelido  para a terra.
O grupo ambientalista Greenpeace atormentou navios que jogavam lixo radioactivo no mar, em 1982. Isso gerou muita publicidade e fez com que esse despejo fosse proibido.
O grupo ambientalista Greenpeace atormentou navios que jogavam lixo radioactivo no mar, em 1982. Isso gerou muita publicidade e fez com que esse despejo fosse proibido. Os bifenóis policlorados são produtos químicos complexos usados na indústria  eléctrica. Podem tornar-se extremamente perigosos se penetrarem na atmosfera, por isso  seu uso está sendo reduzido.  Contudo, eles atingiram o ambiente marinho e agora são encontrados no corpo de  muitos animais.  Cinco toneladas e meia de PCB, da aparelhagem eléctrica da plataforma de  perfuração Pires Alpha, podem estar agora no Mar do Norte, depois do terrível  acidente ocorrido em julho de 1988, que a destruiu.  Quando é absorvido por um animal, o PCB não é eliminado de seu corpo,  permanecendo nele.  A cada nível mais elevado na cadeia alimentar, este se torna mais concentrado.
Esse produto químico pode reduzir a resistência do corpo a doenças, diminuir a capacidade de aprendizagem das crianças, danificar o sistema nervoso central, causar câncer e afectar os fetos.  O Estado de Nova Iorque tem gasto 27 milhões de dólares para limpar 12 km que se estendem pelo Rio Hudson, onde começa a contaminação pelos PCB, devido aos riscos a que as pessoas estão sujeitas.  O plâncton é a base de muitas cadeias alimentares. Se for atingido pela poluição, os efeitos poderão estender-se até o último elo dessas cadeias.
Isto é apenas um agulha em um palheiro que o homem jogo nos rios, nascentes e mares,  97% de todo o Planeta já esta contaminado,  conseguiremos com certeza bater o Recorde em 100% de poluição total,  viva a inteligência desse ser, que com certeza não originou deste planeta,  se pertence-se a natureza deste planeta azul não o destruiria, observe  bem a natureza não destrui ela própria. Acredito que o homem branco deve ter vindo de uma civilização talvez de um planeta já consumido e sem vida.
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Poluição de...

  • 1. Poluição... ... do solo ... dos rios ... do ar ... do mar
  • 2. 1ª Parte A Poluição do Solo
  • 3. A Poluição do Solo O solo é um corpo vivo, de grande complexidade e muito dinâmico. Tem como componentes principais a fase sólida, a água e o ar. O solo deve ser encarado como uma interface entre o ar e a água, sendo imprescindível à produção de biomassa. Assim, o solo não é inerte, o mero local onde assentamos os pés, o simples suporte para habitações e outras infra-estruturas indispensáveis ao Homem, o seu “caixote do lixo” !. Sempre que lhe adicionamos qualquer substância estranha, estamos a poluir o solo e, directa ou indirectamente, a água e o ar.
  • 5. O uso da terra para centros urbanos, para as actividades agrícolas, pecuárias e industriais tem tido como consequências, elevados níveis de contaminação. Assim, ao longo dos últimos anos, têm sido detectados numerosos casos de contaminação do solo em zonas, quer urbanas, quer rurais. Contaminação do solo Figura 1
  • 6. A contaminação do solo tem-se tornado uma das preocupações ambientais, uma vez que, geralmente, a contaminação interfere no ambiente global da área afectada podendo mesmo estar na origem de problemas de saúde pública.
  • 7. Regra geral, a contaminação do solo torna-se um problema quando: há uma fonte de contaminação; há vias de transferência de poluentes que viabilizam o alargamento da área contaminada; 3. há indivíduos e bens ameaçados por essa contaminação. O problema pode ser resolvido por: remoção dos indivíduos ou bens ameaçados; remoção da fonte de poluição; bloqueamento das vias de transferência.
  • 8. Medidas de Recuperação do Solo Figura 2
  • 9. Medidas de Recuperação do Solo Se o estudo dos solos contaminados é recente, a investigação e desenvolvimento de processos e tecnologias de tratamento é ainda mais. A abordagem das áreas contaminadas considera, normalmente, três fases fundamentais: Identificação das áreas contaminadas; Diagnóstico-avaliação das áreas contaminadas; Tratamento das áreas contaminadas. Figura 2
  • 10. Actualmente consideram-se três grandes grupos de métodos de descontaminação de solo: Descontaminação no local; Descontaminação fora do local; Isolamento da área contaminada.
  • 11. Esta 3ª opção não se trata verdadeiramente de um processo de descontaminação, mas sim de uma solução provisória para o problema. O tratamento do solo como metodologia de recuperação de áreas contaminadas é uma alternativa cada vez mais significativa relativamente à sua deposição em aterros sanitários, devido essencialmente ao aumento dos custos envolvidos .
  • 12. Tecnologias de Tratamento A Figura 1 sistematiza os métodos e técnicas disponíveis para tratamento de solos contaminados. As técnicas exigem a extracção, por escavação, do solo contaminado. O solo extraído pode ser tratado no local ou em estações de tratamento, sendo depois reposto no local de origem ou noutro para outros fins, depois de descontami- nado. Figura 1
  • 13. Tecnologias de Tratamento Com a tecnologia disponível actualmente, uma parte dos solos contaminados ainda não é problematicamente descontaminável, devido a problemas de ordem vária como: emissões gasosas de alto risco, concentrações residuais inacreditavelmente elevadas ou produção de grandes quantidades de resíduos contaminados. Isto é particularmente verdade para solos poluídos com hidrocarbonetos aromáticos halogenados ou metais pesados, bem como solos contendo elevada percentagem de finos. Para além destes aspectos, algumas das técnicas utilizadas envolvem elevados custos de tratamento. Dos diferentes métodos de descontaminação do solo, apenas os biológicos e a incineração permitem a eliminação ambiental dos poluentes orgânicos, através da sua mineralização.
  • 14. FIGURA 3 - Métodos e técnicas de tratamento de solos contaminados FIGURA 3
  • 15. Tratamento Térmico As necessidades energéticas das técnicas térmicas são, normalmente, bastante elevadas, são possíveis emissões de contaminantes perigosos. Contudo, em determinados casos, podem ser utilizadas temperaturas substancialmente baixas, levando a consumos de energia relativamente diminutos. O processo é ainda passível de minimizar outros tipos de poluição ambiental, se as emissões gasosas libertadas forem tratadas. As instalações para este método de tratamento podem ser semi-móveis, os custos dependem, não só do processo em si, como também do teor de humidade, tipo de solo e concentração de poluentes, bem como de medidas de segurança, das regulamentações ambientais em vigor.
  • 16. Tratamento Físico-Químico Dos processos físico-químicos, os métodos actualmente mais usados baseiam-se na lavagem do solo. Estes métodos fundamentam-se no princípio tecnológico da transferência de um contaminante do solo para um aceitado de fase líquida ou gasosa. Os principais produtos a obter são: o solo tratado; os contaminantes concentrados. O processo específico de tratamento depende dos tipos de contaminantes, nomeadamente no que se refere ao tipo de ligação que estabelece com as partículas do solo.
  • 17. Tratamento Físico-Químico Geralmente a argila têm uma elevada afinidade para a maior parte das substâncias contaminantes. Assim, para separar os contaminantes do solo, há que remover as ligações entre estes e partículas do solo, ou extrair as partículas do solo contaminadas. A fase seguinte consiste na separação do fluido, enriquecido em contaminantes das partículas de solos limpos. Adicionalmente pode ser necessário considerar um circuito de exaustão e tratamento do ar, se for provável a libertação de compostos voláteis. A aplicação desta técnica pode não ser viável, especialmente quando a fracção argila do solo é superior a 30%, devido à quantidade de resíduo contaminado gerado.
  • 18. Tratamento Biológico Os métodos biológicos baseiam-se no facto de que os microorganismos têm possibilidades praticamente ilimitadas para metabolizar compostos químicos. Tanto o solo como as águas subterrâneas contêm elevado número de microorganismos que, gradualmente, se vão adaptando às fontes de energia e carbono disponíveis, quer sejam açucares facilmente metabolizáveis, quer sejam compostos orgânicos complexos.
  • 19. No tratamento biológico, os microorganismos naturais, ou indígenas, presentes na matriz, são estimulados para uma degradação controlada dos contaminantes. Em determinadas situações, pode ser necessário recorrer a microorganismos específicos ou a microorganismos geneticamente modificados, de modo a conseguir uma optimização da biodegradação. Actualmente as principais técnicas biológicas de tratamento incluem: “ Landfarming; Comportassem; Descontaminação no local; Reactores biológicos; Outras técnicas inovadoras.
  • 20. Estas técnicas, à excepção do "Landfarming", estão ainda numa fase de desenvolvimento. Recentemente, tem sido dada particular relevância aos métodos biológicos de descontaminação de solos, tecnologia promissora que pode vir a ter um papel de importância crescente na recuperação de áreas contaminadas pelas actividades industriais e urbanas. O tratamento biológico do solo diminui os riscos para a saúde pública, bem como para o ecossistema e, ao contrário da incineração ou dos métodos químicos, não interfere nas propriedades naturais do solo.
  • 22. Poluição do Ar Fábricas como esta em Cúmbria, Grã-Bretanha, liberam fumaça que é transportada por longas distâncias pelo vento. Figura 1
  • 23. Por volta de 1661, cientistas da Grã-Bretanha descobriram que a poluição industrial podia afectar a saúde das pessoas e as plantas das redondezas. Com o crescimento industrial nos séculos 18 e 19, aumentaram os danos para a saúde das pessoas e para o meio ambiente. Entretanto, ninguém pensava que a poluição pudesse ser transportada para muito longe. Então, em 1881, um cientista norueguês descobriu um fenómeno que ele chamou de precipitação suja, o qual ocorria na costa oeste da Noruega, onde não havia indústria poluidora. Ele suspeitou que viesse da Grã-Bretanha. Hoje os cientistas provam, sem sombra de dúvida, que a poluição é conduzida pelo ar a grandes distâncias. Se alguma prova adicional fosse necessária, seria fornecida pelo acidente na usina nuclear de Chernobyl, que produziu chuva radioactiva em áreas da Europa Oriental e Ocidental. Os efeitos dessa chuva radioactiva sobre o ambiente podem perdurar por dezenas de anos.
  • 24. Os países escandinavos reconheceram que a chuva ácida era uma das causas principais da acidificação de seus lagos. Muita pesquisa tem sido desenvolvida para mostrar as relações significativas entre as precipitações de bióxido de enxofre e os danos ambientais. Aceitando essa evidência, a maioria dos países concorda em reduzir suas emissões. Alguns, entretanto, mostram muita má vontade e afirmam que são necessárias evidências mais contundentes para provar se o bióxido de enxofre causa de fato um grande malefício ao meio ambiente.
  • 25. A QUE DISTÂNCIA A POLUIÇÃO PODE SER TRANSPORTADA?
  • 26. A QUE DISTÂNCIA A POLUIÇÃO PODE SER TRANSPORTADA? Se vós olhar para a fumaça que sai de uma chaminé, verá que em poucos dias do ano ela sobe verticalmente. Na maior parte das vezes ela se inclina, porque o ar ao redor da chaminé está em movimento. Mesmo quando parece haver apenas uma brisa próxima ao solo, nas camadas mais altas o vento pode ser bem mais forte.
  • 27. A poluição que sai das chaminés é levada pelo vento. Uma parte dela pode permanecer no ar durante uma semana ou mais, antes de se depositar no solo. Nesse período ela pode ter viajado muitos quilómetros. Mesmo um vento fraco de 16 km/h poderia transporta-la para além de 1600 km em cinco dias. Quanto mais a poluição permanece na atmosfera, mais a sua composição química se altera, transformando-se num complicado coquetel de poluentes que prejudica o meio ambiente.   Figura 2
  • 28. As árvores funcionam normalmente como um depósito para o gás carbónico, após absorve-lo, devolvem à natureza os resíduos de oxigénio. Mas quando são derramadas e queimadas, o carbono que contem, assim poluentes gases => Bióxido de Carbono - combustão de petróleo e de carbono, de incêndios florestais, Clorofluorcarbono - usado em aerossóis, pela indústrias de plásticos e em aparelhos de ar-condicionados e refrigeradores, Metano - produzido pela actividade agrícola, principalmente em lavouras de arroz e na criação de gado. Óxido Nitroso - de indústrias de fertilizantes químicos, queima de madeira e de combustíveis fósseis. Se os homens quiserem realmente salvar o planeta o primeiro passo é encontrar fontes alternativas e abolir totalmente o petróleo, o petróleo é o maior causador do efeito estufa e poluição do mundo. Figura 3
  • 30. Os rios Os rios são fonte de vida. Desde a Antiguidade, suas águas são essenciais para que as pessoas possam viver, bebendo, banhando-se, navegando, além de outras utilidades. Mais recentemente, até mesmo energia eléctrica é produzida pela força das quedas de água dos rios, iluminando as cidades. Um rio sem poluição é aquele em que os peixes e as plantas crescem naturalmente, tem águas limpas e cristalinas. Sua água serve para regar plantações, tomar banhos e também para beber. Para um rio ser assim, é preciso que não se jogue lixo, nem esgoto directamente nele. Figura 1
  • 31. A poluição da água é a introdução de materiais químicos, físicos e biológicos que estragam a qualidade da água e afecta o organismo dos seres vivos. Esse processo vai desde simples saquinhos de papel até os mais perigosos poluentes tóxicos, como os pesticidas, metais pesados e detergentes. A poluição mais comum é aquela causada pelo lixo que o homem joga nos rios. O crescimento das cidades e de sua população aumentaram os problemas, porque o tratamento de esgotos e de fossas não conseguiu acompanhar o ritmo de crescimento urbano. Produtos químicos e sujeira dos esgotos são jogados directamente nos rios ou afectam os lençóis de água que formam as nascentes. O excesso de sujeira funciona como um escudo para a luz do sol, afectando o leito dos rios e seu ciclo biológico. Ou seja, as plantas e animais que nele vivem passam a sofrer problemas.
  • 33. A Poluição dos Rios, A Vida das Pessoas e da Natureza Por exemplo: o nitrogénio e o fósforo são elementos essenciais para a vida aquática, mas o excesso desses elementos, provocado pela poluição, podem causam um crescimento acelerado na vegetação aquática. Com isso, sobra menos oxigénio, podendo até mesmo matar os peixes daquele rio ou lagoa. Figura 3
  • 34. Talvez mais perigosa do que o lixo dos esgotos é a poluição química das indústrias, que jogam toneladas e mais toneladas de produtos químicos directamente nos rios, sem qualquer processo de filtragem. A exploração de ouro nos rios da Amazónia, por exemplo, usa o mercúrio para separar o ouro de outros materiais. Esse mercúrio, depois de usado, é jogado directamente nos rios, matando grande quantidade de peixes e plantas. Com isso, nem os seres vivos dos rios podem sobreviver, nem o homem pode usar a água para beber, tomar banho ou regar plantações. Figura 4
  • 35. 4ª Parte Poluição do Mar
  • 36. Poluição do Mar Não existem mistérios acerca da poluição dos mares. O pior problema, actualmente, é o enorme despejo de esgoto não - tratado e de efluentes industriais, sem qualquer preocupação com as possíveis consequências. Isso foi dito por Stjepan Kecknes, director do Centro de Programas de Actividades Oceânicas e Costeiras do PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente -, cuja tarefa é auxiliar na limpeza dos mares do nosso planeta. Oitenta e cinco por cento dos 20 bilhões de toneladas de material poluente despejados anualmente nos oceanos provêm dos continentes. Noventa por cento desse material permanece na área costeira, criando sérios problemas ambientais e de saúde. Neste capítulo, veremos como os mares se tornam poluídos e quais os prejuízos que isso acarreta.
  • 37. Em todo o mundo, grande quantidade de esgoto doméstico é despejado no mar, mas somente uma parte é previamente tratada. O oxigénio e as bactérias do mar ajudam bastante a neutralizar o esgoto, tornando-o inofensivo e permitindo que seja usado por animais e plantas. Afinal de contas, o mar está repleto de animais que produzem detritos durante todo o tempo. Contudo, a quantidade de resíduos que pode ser despejada nele é limitada.
  • 38. Resíduos de fertilizantes fosfatados no Togo, oeste da África, são bombeados directamente no mar. É um método barato de se livrar deles, mas quanto o mar poderá recebê-los antes de começar a sofrer danos?
  • 39. Resíduos de fertilizantes fosfatados no Togo, oeste da África, são bombeados directamente no mar. É um método barato de se livrar deles, mas quanto o mar poderá recebê-los antes de começar a sofrer danos? O número de pessoas que vivem em cidades litorâneas está crescendo em todo o nosso planeta, e mais esgoto é produzido sem que o mar possa processá-lo. Tecnicamente, tratar os esgotos antes de lançá-los no mar não é um problema, mas custa caro. As nações em desenvolvimento, em particular, ressentem-se da falta de recursos financeiros para construir estações de tratamento em número suficiente. No Sudeste Asiático, onde essas estações são poucas, o problema é mais sério ainda. Mesmo as nações ricas frequentemente relutam em gastar dinheiro com estações de tratamento e, assim, os esgotos acabam sendo lançados nas praias, o que não é somente desagradável, mas constitui um grave risco para a saúde.
  • 40. O gráfico mostra como os resíduos agrícolas passam para os regatos e rios, seguindo o seu caminho até o mar. Figura 1
  • 41. Muitas cidades do mundo são densamente povoadas e possuem indústrias pesadas. Uma grande quantidade de despejos industriais é lançada directamente no mar ou chega até ele através dos rios nos quais é despejado. Enquanto o esgoto doméstico é orgânico e pode ser reciclado pelo mar, grande parte do esgoto industrial é inorgânica, não se decompondo facilmente e permanecendo inalterada. Gradualmente, esses dois tipos de esgotos se somam, causando cada vez mais poluição. Mais de 100 mil produtos químicos diferentes têm como destino final o mar e, com frequência, ninguém sabe quais serão as consequências. A maior parte permanece nas águas costeiras, porém, como o oceano é um vasto sistema móvel, os compostos químicos vão lentamente se espalhando por ele. Ainda não se sabe como esses produtos afectam a vida marinha.
  • 42. Nem todos os resíduos originam-se directamente das indústrias. Muitos produtos químicos provêm das casas e são despejados no sistema de esgoto. As chuvas carregam o óleo, a graxa e outras sujeiras das estradas, veículos e construções para os rios e deles para o mar. Além disso, a chuva que cai no mar está contaminada com poluentes atmosféricos oriundos das chaminés das fábricas, das unidades de aquecimento central e dos escarpamentos dos veículos. Quando o petróleo é derramado no oceano, forma uma mancha perigosa para os animais que vêm à superfície, como pássaros, focas e baleias. Os vazamentos de petróleo causam grande devastação no litoral. Em 1980, 50 mil aves marinhas morreram no estreito de Skaggerak, entre a Suécia e a Dinamarca, como resultado de um único vazamento de petróleo: quando elas tentavam limpar suas penas com o bico para remover o óleo, envenenavam-se. Poucas foram salvas e voltaram à sua vida natural. Uma vez limpo o mar, as populações podem se reconstituir em poucos anos, porém o sofrimento causado pela poluição é muito perturbador.
  • 43. Lixo Radiactivo: O tratamento do lixo radioactivo necessita de uma atenção especial, porque a radioactividade pode causar câncer e alterar o desenvolvimento dos seres vivos. Alguns desses resíduos precisam ser guardados com segurança por muitos e muitos anos. Antigamente, o mar era considerado o lugar ideal para se despejar um tipo de lixo, pois se achava que ninguém poderia ser prejudicado. Hoje, porém, sabe-se que não é assim. O Mar da Irlanda foi afectado de modo diferente: a água contendo pequenas quantidades de material radioactivo da usina de processamento nuclear de Sellafield está sendo despejada por um tubo dentro desse mar, prática que o tornou o mais radioactivo do mundo. O governo irlandês está pressionando para que a usina seja fechada, pois, segundo ele, o aumento dessa radiação no mar é a causa da elevação, acima do normal, dos casos de câncer em algumas comunidades costeiras. Mais recentemente, descobriu-se que grandes bolhas de ar que vêm à superfície contêm plutônio oriundo de Sellafield. Esse elemento passa do fundo do mar para a atmosfera, de onde pode ser impelido para a terra.
  • 44. O grupo ambientalista Greenpeace atormentou navios que jogavam lixo radioactivo no mar, em 1982. Isso gerou muita publicidade e fez com que esse despejo fosse proibido.
  • 45. O grupo ambientalista Greenpeace atormentou navios que jogavam lixo radioactivo no mar, em 1982. Isso gerou muita publicidade e fez com que esse despejo fosse proibido. Os bifenóis policlorados são produtos químicos complexos usados na indústria eléctrica. Podem tornar-se extremamente perigosos se penetrarem na atmosfera, por isso seu uso está sendo reduzido. Contudo, eles atingiram o ambiente marinho e agora são encontrados no corpo de muitos animais. Cinco toneladas e meia de PCB, da aparelhagem eléctrica da plataforma de perfuração Pires Alpha, podem estar agora no Mar do Norte, depois do terrível acidente ocorrido em julho de 1988, que a destruiu. Quando é absorvido por um animal, o PCB não é eliminado de seu corpo, permanecendo nele. A cada nível mais elevado na cadeia alimentar, este se torna mais concentrado.
  • 46. Esse produto químico pode reduzir a resistência do corpo a doenças, diminuir a capacidade de aprendizagem das crianças, danificar o sistema nervoso central, causar câncer e afectar os fetos. O Estado de Nova Iorque tem gasto 27 milhões de dólares para limpar 12 km que se estendem pelo Rio Hudson, onde começa a contaminação pelos PCB, devido aos riscos a que as pessoas estão sujeitas. O plâncton é a base de muitas cadeias alimentares. Se for atingido pela poluição, os efeitos poderão estender-se até o último elo dessas cadeias.
  • 47. Isto é apenas um agulha em um palheiro que o homem jogo nos rios, nascentes e mares,  97% de todo o Planeta já esta contaminado, conseguiremos com certeza bater o Recorde em 100% de poluição total, viva a inteligência desse ser, que com certeza não originou deste planeta, se pertence-se a natureza deste planeta azul não o destruiria, observe bem a natureza não destrui ela própria. Acredito que o homem branco deve ter vindo de uma civilização talvez de um planeta já consumido e sem vida.
  • 48. Fim !