de Março 2010 até Abril 2011
No Governo de Portugal foram
tomadas medidas de reforço e
aceleração da estratégia de
consolidação orçamental prevista
no PEC 2010-2013, com o intuito
de atingir as novas metas de
redução do défice e o controlo do
crescimento da dívida pública.
Março de 2010
PEC 1 (Programa de Estabilidade e
Crescimento)
• Condição de recursos e reforço da fiscalização
      na atribuição das prestações sociais;
•Alterações ao regime do subsídio de
      desemprego;
• Tributação das mais-valias;
• Taxa especial de IRS de 45%;
Medidas Adicionais
• Redução das transferências para o
  Setor Empresarial do Estado;
• Redução das despesas na
  Administração Central;
• Redução de 5% nas remunerações de
  titulares de cargos políticos;
• Redução de despesas de capital;
• Redução da transferência para as
  Administrações Locais e Regionais;
Junho de 2010
            PEC II

Foram acrescentadas medidas
adicionais de reforço e de
aceleração da estratégia de
consolidação orçamental de
redução do défice e de não
crescimento da dívida pública.
Medidas

• Aumento das taxas do IVA para 6%, 13% e 21%;
• Tributação adicional em sede de IRS, 1% ao 3º
  escalão de rendimentos e 1,5% a partir do 4º
  escalão;
• Aumento nas taxas liberatórias de IRS que passam a
  ser de 21,5%;
• Tributação adicional estadual de 2,5% às empresas
  cujo lucro seja superior a 2 milhões de euros;
• Agravamento da tributação em sede de Imposto do
  Selo;
• Redução do vencimento dos cargos políticos e dos
  gestores públicos.
Setembro de 2010


• PEC III:
  mais austeridade para quem trabalha
Medidas
• Suspensão do investimento público previsto
  para 2010;
• Redução de 5% nos salários da função pública
  e congelamento de admissões e progressões
  de carreiras;
• Congelamento de pensões;
• Corte de 20% no Rendimento Social de
  Inserção;
• Corte de 25% no Abono de Família;
• Cortes nos serviços públicos, saúde e
  educação.
14 de outubro de 2010


O líder Parlamentar José Manuel
Pureza afirma que Portugal vai ter
uma recessão económica
"agravada".
27 de outubro de 2010


As negociações entre o PSD e o
Governo com o objectivo de promover
a viabilização do Orçamento do Estado
para 2011 (OE 2011), foram até a quarta
ronda, sem chegar a acordo comum
entre o Executivo e o PSD.
4 de novembro de 2010


O primeiro-ministro, José
Sócrates, afirma que Portugal não
necessita de ajuda para ultrapassar os
seus problemas, recusando assim a
possibilidade de intervenção do FMI no
país.
12 de novembro de 2010


Bloco de Esquerda (BE) apresenta
medidas alternativas ao Orçamento de
Estado para 2011. Estas medidas
permitiriam poupar cerca de 8 mil
milhões de euros anuais.
23 de novembro de 2010

O deputado comunista Honório Novo
garante ao Parlamento que o Governo e
o PSD estão "a fazer tudo" para que o
Fundo Monetário Internacional (FMI)
financie a economia portuguesa,
embora digam que estão contra esta
possibilidade.
26 de novembro de 2010


A aprovação do Orçamento do
Estado para 2011 foi um sinal
positivo no entender do Presidente
da República, Cavaco Silva.
14 de janeiro de 2011

O primeiro-ministro, José Sócrates,
voltou a afirmar que Portugal não tem a
intenção de contar com ajuda
financeira da UE e do Fundo Monetário
Internacional (FMI). “Não é necessário",
assegura, numa entrevista concedida
ao jornal austríaco Kurier.
28 de janeiro de 2011


Pedro Filipe Soares, deputado do Bloco
de Esquerda (BE), defende que o
Fundo Monetário Internacional (FMI)
não é solução para Portugal.
Fevereiro de 2011

O Ministério das Finanças classificou
como um sucesso o leilão de dívida
pública em duas linhas de Bilhetes do
Tesouro (BT), num total de 1 255
milhões de euros. Portugal conseguiu
pagar juros mais baixos e com forte
oferta.
Março de 2011
                 PEC IV
Medidas
• Aumento do IRS e do IRC;
• Cortes nas deduções e benefícios fiscais;
• Pensionistas vão pagar mais IRS e terão
  cortes nas deduções;
• Aumento do IVA em alguns produtos;
• Aumento dos impostos sobre o consumo;
• Aumento dos preço dos transporte.
Redução nas Despesas

• Redução do prazo do subsídio de desemprego;
• Cortes nas pensões acima de 1500€ e
  congelamento das pensões;
• Congelamento dos salários da função pública;
• Redução da comparticipação dos
  medicamentos;
• Redução dos gastos com saúde e educação;
• Cortes nas verbas para as autarquias, regiões
  autónomas e empresas do Estado.
16 de março de 2011


O primeiro-ministro afirma que deixará
o Governo caso as medidas de
austeridade, que compõem o PEC IV,
não sejam aprovadas pelo Parlamento.
23 de março de 2011


Oposição cumpre promessa e chumba
PEC IV.
Resolução contra o PEC IV
apresentada pelo BE, PCP, CDS-PP e
PSD aprovada.
O Primeiro Ministro José
  Sócrates cumpre promessa..


Demite-se em Belém, durante a reunião
que manteve com o Presidente Cavaco
Silva.
A confirmação foi feita em comunicado
pela Presidência da República.
7 de abril de 2011

O Executivo de José Sócrates só
entrega um pedido oficial de apoio
económico externo à Comissão
Europeia (CE) após negociar com os
partidos da oposição os termos
concretos da ajuda.
Como chegou Portugal ao pedido de ajuda externa?..
5 de junho
Eleições legislativas antecipadas
Primeiro-ministro
Pedro Passos Coelho
Ministro do Estado e
das Finanças,
Vítor Gaspar

Ministro da Economia e do
Emprego,
Álvaro Santos Pereira
Ministro de Estado e dos
Negócios Estrangeiros,
Paulo Portas


Ministra da Justiça,
Paula Teixeira da Cruz


Ministro da Administração
Interna, Miguel Macedo
Ministro-Adjunto e dos
Assuntos
Parlamentares, Miguel Relvas

Ministro da Educação, do
Ensino Superior e da Ciência,
Nuno Crato

Ministro da Solidariedade e da
Segurança Social,
Pedro Mota Soares
Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente
 e do Ordenamento do Território,
 Assunção Cristas




 Ministro da Saúde,
 Paulo Macedo




Ministro da Defesa Nacional,
Aguiar Branco
Sites consultados

• http://noticias.portugalmail.pt/categoria
  /politica
• http://www.precariosinflexiveis.org
• http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interi
  or.aspx?
• http://www.tvi24.iol.pt/politica

                          Iuras Francisc Efa B3/P

Politica

  • 1.
    de Março 2010até Abril 2011
  • 2.
    No Governo dePortugal foram tomadas medidas de reforço e aceleração da estratégia de consolidação orçamental prevista no PEC 2010-2013, com o intuito de atingir as novas metas de redução do défice e o controlo do crescimento da dívida pública.
  • 3.
    Março de 2010 PEC1 (Programa de Estabilidade e Crescimento) • Condição de recursos e reforço da fiscalização na atribuição das prestações sociais; •Alterações ao regime do subsídio de desemprego; • Tributação das mais-valias; • Taxa especial de IRS de 45%;
  • 4.
    Medidas Adicionais • Reduçãodas transferências para o Setor Empresarial do Estado; • Redução das despesas na Administração Central; • Redução de 5% nas remunerações de titulares de cargos políticos; • Redução de despesas de capital; • Redução da transferência para as Administrações Locais e Regionais;
  • 5.
    Junho de 2010 PEC II Foram acrescentadas medidas adicionais de reforço e de aceleração da estratégia de consolidação orçamental de redução do défice e de não crescimento da dívida pública.
  • 6.
    Medidas • Aumento dastaxas do IVA para 6%, 13% e 21%; • Tributação adicional em sede de IRS, 1% ao 3º escalão de rendimentos e 1,5% a partir do 4º escalão; • Aumento nas taxas liberatórias de IRS que passam a ser de 21,5%; • Tributação adicional estadual de 2,5% às empresas cujo lucro seja superior a 2 milhões de euros; • Agravamento da tributação em sede de Imposto do Selo; • Redução do vencimento dos cargos políticos e dos gestores públicos.
  • 7.
    Setembro de 2010 •PEC III: mais austeridade para quem trabalha
  • 8.
    Medidas • Suspensão doinvestimento público previsto para 2010; • Redução de 5% nos salários da função pública e congelamento de admissões e progressões de carreiras; • Congelamento de pensões; • Corte de 20% no Rendimento Social de Inserção; • Corte de 25% no Abono de Família; • Cortes nos serviços públicos, saúde e educação.
  • 9.
    14 de outubrode 2010 O líder Parlamentar José Manuel Pureza afirma que Portugal vai ter uma recessão económica "agravada".
  • 10.
    27 de outubrode 2010 As negociações entre o PSD e o Governo com o objectivo de promover a viabilização do Orçamento do Estado para 2011 (OE 2011), foram até a quarta ronda, sem chegar a acordo comum entre o Executivo e o PSD.
  • 11.
    4 de novembrode 2010 O primeiro-ministro, José Sócrates, afirma que Portugal não necessita de ajuda para ultrapassar os seus problemas, recusando assim a possibilidade de intervenção do FMI no país.
  • 12.
    12 de novembrode 2010 Bloco de Esquerda (BE) apresenta medidas alternativas ao Orçamento de Estado para 2011. Estas medidas permitiriam poupar cerca de 8 mil milhões de euros anuais.
  • 13.
    23 de novembrode 2010 O deputado comunista Honório Novo garante ao Parlamento que o Governo e o PSD estão "a fazer tudo" para que o Fundo Monetário Internacional (FMI) financie a economia portuguesa, embora digam que estão contra esta possibilidade.
  • 14.
    26 de novembrode 2010 A aprovação do Orçamento do Estado para 2011 foi um sinal positivo no entender do Presidente da República, Cavaco Silva.
  • 15.
    14 de janeirode 2011 O primeiro-ministro, José Sócrates, voltou a afirmar que Portugal não tem a intenção de contar com ajuda financeira da UE e do Fundo Monetário Internacional (FMI). “Não é necessário", assegura, numa entrevista concedida ao jornal austríaco Kurier.
  • 16.
    28 de janeirode 2011 Pedro Filipe Soares, deputado do Bloco de Esquerda (BE), defende que o Fundo Monetário Internacional (FMI) não é solução para Portugal.
  • 17.
    Fevereiro de 2011 OMinistério das Finanças classificou como um sucesso o leilão de dívida pública em duas linhas de Bilhetes do Tesouro (BT), num total de 1 255 milhões de euros. Portugal conseguiu pagar juros mais baixos e com forte oferta.
  • 18.
    Março de 2011 PEC IV Medidas • Aumento do IRS e do IRC; • Cortes nas deduções e benefícios fiscais; • Pensionistas vão pagar mais IRS e terão cortes nas deduções; • Aumento do IVA em alguns produtos; • Aumento dos impostos sobre o consumo; • Aumento dos preço dos transporte.
  • 19.
    Redução nas Despesas •Redução do prazo do subsídio de desemprego; • Cortes nas pensões acima de 1500€ e congelamento das pensões; • Congelamento dos salários da função pública; • Redução da comparticipação dos medicamentos; • Redução dos gastos com saúde e educação; • Cortes nas verbas para as autarquias, regiões autónomas e empresas do Estado.
  • 20.
    16 de marçode 2011 O primeiro-ministro afirma que deixará o Governo caso as medidas de austeridade, que compõem o PEC IV, não sejam aprovadas pelo Parlamento.
  • 21.
    23 de marçode 2011 Oposição cumpre promessa e chumba PEC IV. Resolução contra o PEC IV apresentada pelo BE, PCP, CDS-PP e PSD aprovada.
  • 22.
    O Primeiro MinistroJosé Sócrates cumpre promessa.. Demite-se em Belém, durante a reunião que manteve com o Presidente Cavaco Silva. A confirmação foi feita em comunicado pela Presidência da República.
  • 23.
    7 de abrilde 2011 O Executivo de José Sócrates só entrega um pedido oficial de apoio económico externo à Comissão Europeia (CE) após negociar com os partidos da oposição os termos concretos da ajuda.
  • 24.
    Como chegou Portugalao pedido de ajuda externa?..
  • 25.
    5 de junho Eleiçõeslegislativas antecipadas
  • 26.
    Primeiro-ministro Pedro Passos Coelho Ministrodo Estado e das Finanças, Vítor Gaspar Ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira
  • 27.
    Ministro de Estadoe dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas Ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo
  • 28.
    Ministro-Adjunto e dos Assuntos Parlamentares,Miguel Relvas Ministro da Educação, do Ensino Superior e da Ciência, Nuno Crato Ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares
  • 29.
    Ministra da Agricultura,Mar, Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas Ministro da Saúde, Paulo Macedo Ministro da Defesa Nacional, Aguiar Branco
  • 30.
    Sites consultados • http://noticias.portugalmail.pt/categoria /politica • http://www.precariosinflexiveis.org • http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interi or.aspx? • http://www.tvi24.iol.pt/politica Iuras Francisc Efa B3/P