O texto discute a origem da corrupção no Brasil e argumenta que ela não é intrínseca, mas sim decorre da falta de investimento em auditoria e fiscalização. Defende que é necessário formar mais auditores, valorizá-los profissionalmente e dar-lhes melhores salários para que possam detectar irregularidades de forma sistemática e impedir a corrupção de se desenvolver.