SlideShare uma empresa Scribd logo
Introdução & Conclusão
mail: tiajanaprof@yahoo.com.br
Introdução
É importante que na introdução haja a apresentação da tese a ser
defendida (dissertação argumentativa) ou do assunto sobre o qual se
vai informar o leitor (dissertação expositiva). O modo como você fará
isso será aprimorado a cada nova redação que produzir. Quanto mais
experiente for o escritor, mais naturalmente será elaborada cada uma
das partes da dissertação.
Introdução por Apresentação Direta
É o modelo mais tradicional de redação. Nele, você inicia seu texto já
expondo sua tese.
Vivemos na era em que para nos inserir no mundo profissional
devemos portar de boa formação e informação. Nada melhor para obtê-las
do que sendo leitor assíduo, quem pratica a leitura está fazendo o mesmo
com a consciência, o raciocínio e a visão crítica.
Introdução por Declaração “bombástica”
Já no início da redação, o autor faz uma declaração que, a princípio
surpreende e, depois, com a argumentação, ela pode ser melhor
explicada ou desdita.
O Brasil se construiu com base numa história de distorções. A
sociedade contemporânea é o resultado de um longo processo de erros,
mentiras e grandes problemas não resolvidos . A moldura da história
brasileira é marcada pelas injustiças e desigualdades que assolam este
país.
Introdução por Indagação
É quando você inicia seu texto através de perguntas retóricas sobre o
tema.
Navegar é preciso. Foi assim que caravelas esbarraram em nossas
praias. Esbarraram? Foi Cabral ou Duarte, descobridor há pouco
descoberto? O passado foi-se sem deixar notícias, mas, e o agora? É
corrupção ou futebol? Sem-terras ou carnaval? Deixemos então o momento
presente, que se tornará passado também incerto frente ao futuro. Mas
que futuro? Venceremos? Ficaremos assim? Brasil, potência do terceiro
mundo, um mulato é brio, sem rosto, mas esfomeado. Quinhentos anos
sustentando-se em finas pernas. Suado, cansado e cheio de questões.
Brasil brasileiro, Brasil, comprado, Brasil vendido, Brasil achado. 
Introdução por Definição
O texto é iniciado utilizando-se de uma definição de um termo central do
tema.
A gíria é um patrimônio comum, é um instrumento de comunicação que
parece imprescindível, sobretudo, para a juventude. Até mesmo as gerações
que a condenavam acabaram por assimilar algumas expressões de maior
ocorrência.
Introdução por Análise do Tema
O autor “decompõe” o tema em partes e as analisa separadamente até juntá-
las num todo lógico e organizado. Induz a uma estratégia argumentativa
similar.
Vivemos em um mundo cada vez mais globalizado, no qual a
dinâmica de informações é intensa e constante. A troca de idéias e
mercadorias entre os mais distantes lugares tornou-se ainda mais
freqüente e rápida após o advento da internet. Dentro desse contexto,
há um importante fator que deve ser levado em consideração: a mídia
como um mecanismo de manipulação das massas.
Introdução por Dados Históricos
Para iniciar o texto, o autor faz uma espécie de “retrospecto histórico” a
fim de situar o leitor tanto em relação ao tema em questão, quanto às
implicações lógico-temporais que serão estabelecidas.
Ao estudarmos nossa história, desde seu descobrimento até os dias
de hoje, depreendemos que, em muitos aspectos o Brasil mudou, mas
em outros pontos essenciais ele continua o mesmo. 
Antes havia grupos indígenas e seus rituais próprios de iniciação,
escravos negros e carroças. Hoje há Carla Peres para todos, proletários
morenos, carros importados. Sim, houve mudanças, como vemos
claramente, de uma cultura variada, ou várias culturas, para a cultura
de nossa massa, da tecnologia precária das caravelas para a tecnologia
de ponta dos clones.
Introdução por Citação
Nos primeiros períodos do texto aparece uma citação que será corroborada ou
retificada pelo autor.
Marcel Proust, grande escritor e exemplo máximo de uma vida
dedicada unicamente à leitura e à literatura, disse em seus escritos “cada
leitor, quando lê, é um leitor de si mesmo”. O que Proust evidencia nessa
frase deixa em aberto uma série de interpretações que podem ser
realizadas a partir do hábito entusiástico e não visto como uma obrigação,
pela leitura.
Introdução por Declaração Oposta
É quando o autor inicia seu texto através de uma declaração ao qual ele irá se
opor no decorrer da argumentação. Este tipo de introdução implica um
raciocínio disjuntivo.
A felicidade não existe. Sim, não existe tal qual se apresenta nos
comerciais de margarina e carros do ano. Ela não se constrói sobre as
aparências superficiais de bens de consumo como as publicidades tentam
inculcar nas nossas cabeças. Se estabelece sobre outros alicerces.
Introdução por Dados Estatísticos
O início do texto trará números que serão comentados e analisados pelo
autor a fim de estabelecer sua argumentação.
De acordo com estatísticas divulgadas pelo Planalto, a maioria
(60%) das crianças que estão expostas ao trabalho infantil se concentra na
região Nordeste e estão na faixa etária dos 5 aos 9 anos. Bem mais que no
Sudeste do país, onde a taxa está em torno dos 20%. Esta disparidade
reflete as distorções históricas a que estão submetidos os habitantes do
Nordeste[...]
Introdução por Fatos Representativos
O autor usará fatos recentes, de notoriedade e, sobretudo, relevantes em
relação ao tema proposta para ilustrar a argumentação que se fará. Os
raciocínios mais adequados a este tipo de texto são os conjuntivo e hipotético.
Desabamento de terra na região Norte da cidade faz mais
vítimas neste inverno. Esta uma manchete de jornal comum no Recife nos
meses chuvosos. Ela ilustra bem o descaso dos governantes com o
interesse público e a segurança social. Mas a população precisa ficar
refém desta prática nociva?
Introdução por Narrativa
O autor usará uma pequena seqüência narrativa a fim de apresentar fatos
de relevância para a construção de sua argumentação.
Saiu cedo para trabalhar, levou o pedaço de pão que será seu
almoço do dia e ficou sonhando com a volta para casa, tarde da noite,
quando espera ter outro pão esperando-o como jantar. Esta podia ser a
rotina de qualquer cidadão trabalhador do país, mas é o dia-dia de
muitas crianças que estão em situação de abandono pela família, pela
sociedade,pelo Estado.
Introdução por Enumeração
O autor enumerará fatos, personalidades, etc. a fim de criar um panorama
do tema que será discutido.
País das ideologias 
          Brasil do pau-brasil, da cana-de-açúcar, do ouro, de D. Pedro, do
café, de Campos Sales, Floriano Peixoto, Nilo Peçanha ... das oligarquias
dissidentes, do tenentismo, de Getúlio, do Estado Novo, da indústria e do
Plano de Metas de “Juscelinos”, “Jangos”, “Jânios”, renúncias, suicídios,
ditaduras e democracias... Depois de praticamente quinhentos anos da
“descoberta”, onde se encontra o achado europeu? 
Conclusão
A conclusão deve conter a síntese de tudo o que foi apresentado no
texto, e não somente em relação às idéias apresentadas no último
parágrafo do desenvolvimento.
Não se devem acrescentar informações novas na conclusão, pois, se
ainda há informações a serem inclusas, o desenvolvimento ainda não
terminou
Conclusão por Resumo
O autor retoma, resumidamente, o que expôs na redação.
Há, contudo, um elemento fundamental nesse povo sofrido,
nesse país de contrastes. É um elemento que mantém o país na
expectativa de um futuro melhor, indispensável para tornar o Brasil
grande, como são grandes suas riquezas, seu território e sua gente. Esse
elemento é a esperança. Aliada à força de vontade para mudar, para
fazer o país crescer, para trabalhar, a esperança pode conduzir o Brasil
a uma nova história, livre das amarras impostas pelos séculos de
dificuldades. 
Conclusão por Proposta
O autor faz uma sugestão sobre o que deve ser feito para transformar a
realidade apontada durante o restante do texto.
O materialismo capitalista destruiu o passado, destruiu muitas
das riquezas do país, o índio, a mata, o povo. Na atual mistura de raças,
não se reconhece o indivíduo capaz de valorizar e engrandecer o país.
Deve-se lembrar que o país, essa nação, enfrentou situações terríveis, e
por estar na atual situação, venceu. O potencial é enorme, basta que
este povo seja o primeiro a coletivamente perceber isso e lutar por fazer
de tais riquezas um bem ao país, e não aos que destruíram muito da
fertilidade desta nação. Somos hoje uma semente, livre, que pode fazer
do futuro um motivo de comemoração. 
Conclusão por Constatação
O autor conclui seu raciocínio através de uma constatação que não foi
expressa anteriormente.
Porém, ao observarmos a Natureza, aprendemos que a mudança
é algo positivo; a adaptação a novas condições é essencial para a
continuidade da vida. Facilidades do mundo moderno devem ser
aproveitadas, por questão de praticidade, conforto, necessidade, e não
como meios ordinários de preencher o espaço da insatisfação pessoal ou
da vaidade do ser humano.
Conclusão por Questionamento
O autor parte de um questionamento para concluir seu raciocínio.
Dentro desse contexto, o Brasil entra para o terceiro milênio e
apaga quinhentas velinhas sem ganhar presente! A independência
econômica está longe de se tornar realidade. O que resta é comemorar
com pizza e carnaval? O mais adequado e convincente é deixar a festa para
depois e trilhar o caminho do desenvolvimento próprio. Educar e politizar a
população brasileira, fazer reforma agrária, combater as violências urbana
e rural, investir em programas assistenciais, combater o racismo, tratar a
Saúde, cuidar da Justiça; enfim, reformar toda a estrutura social,
econômica e política brasileira. Talvez, transformar o Brasil em um país
mais igualitário e economicamente independente, requeira outros
quinhentos anos de história, mas estes quinhentos anos podem ser muito
bem comemorados se nós, brasileiros, começarmos a trabalhar desde já.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

10. tipos de argumento
10. tipos de argumento10. tipos de argumento
10. tipos de argumento
Nastrilhas da lingua portuguesa
 
Repertório
RepertórioRepertório
Repertório
Rayane Roale
 
Fatores de textualidade
Fatores de textualidadeFatores de textualidade
Fatores de textualidade
ma.no.el.ne.ves
 
Texto dissertativo argumentativo
Texto dissertativo argumentativoTexto dissertativo argumentativo
Texto dissertativo argumentativo
Cicero Luciano
 
Coerencia e coesão
Coerencia e coesãoCoerencia e coesão
Coerencia e coesão
Rosana Mayer
 
COMPETÊNCIA 2 - REDAÇÃO NO ENEM
COMPETÊNCIA 2 - REDAÇÃO NO ENEMCOMPETÊNCIA 2 - REDAÇÃO NO ENEM
COMPETÊNCIA 2 - REDAÇÃO NO ENEM
Cynthia Funchal
 
Redação ENEM
Redação ENEMRedação ENEM
Redação ENEM
Cynthia Funchal
 
Intertextualidade
IntertextualidadeIntertextualidade
Intertextualidade
Andriane Cursino
 
Compreensão e interpretação de textos
Compreensão e interpretação de textosCompreensão e interpretação de textos
Compreensão e interpretação de textos
welton santos
 
Diferença entre fato e opinião
Diferença entre fato e opiniãoDiferença entre fato e opinião
Diferença entre fato e opinião
Eliete Sampaio Farneda
 
Aula intertextualidade
Aula intertextualidadeAula intertextualidade
Aula intertextualidade
Abrahão Costa de Freitas
 
Intertextualidade
IntertextualidadeIntertextualidade
Intertextualidade
vanysouza
 
Coesão e coerencia
Coesão e coerenciaCoesão e coerencia
Coesão e coerencia
silnog
 
Enem competências para a redação
Enem   competências para a redaçãoEnem   competências para a redação
Enem competências para a redação
Elaine Maia
 
Artigo de opinião slides
Artigo de opinião slidesArtigo de opinião slides
Artigo de opinião slides
Isis Barros
 
Intertextualidades
IntertextualidadesIntertextualidades
Intertextualidades
ma.no.el.ne.ves
 
Formação das Palavras
Formação das PalavrasFormação das Palavras
Formação das Palavras
Cleber Reis
 
Inferência
InferênciaInferência
Inferência
Marilia Teddy
 
Introdução à literatura
Introdução à literaturaIntrodução à literatura
Introdução à literatura
Ademir Teixeira de Freitas
 
O texto
O textoO texto
O texto
Josué Brazil
 

Mais procurados (20)

10. tipos de argumento
10. tipos de argumento10. tipos de argumento
10. tipos de argumento
 
Repertório
RepertórioRepertório
Repertório
 
Fatores de textualidade
Fatores de textualidadeFatores de textualidade
Fatores de textualidade
 
Texto dissertativo argumentativo
Texto dissertativo argumentativoTexto dissertativo argumentativo
Texto dissertativo argumentativo
 
Coerencia e coesão
Coerencia e coesãoCoerencia e coesão
Coerencia e coesão
 
COMPETÊNCIA 2 - REDAÇÃO NO ENEM
COMPETÊNCIA 2 - REDAÇÃO NO ENEMCOMPETÊNCIA 2 - REDAÇÃO NO ENEM
COMPETÊNCIA 2 - REDAÇÃO NO ENEM
 
Redação ENEM
Redação ENEMRedação ENEM
Redação ENEM
 
Intertextualidade
IntertextualidadeIntertextualidade
Intertextualidade
 
Compreensão e interpretação de textos
Compreensão e interpretação de textosCompreensão e interpretação de textos
Compreensão e interpretação de textos
 
Diferença entre fato e opinião
Diferença entre fato e opiniãoDiferença entre fato e opinião
Diferença entre fato e opinião
 
Aula intertextualidade
Aula intertextualidadeAula intertextualidade
Aula intertextualidade
 
Intertextualidade
IntertextualidadeIntertextualidade
Intertextualidade
 
Coesão e coerencia
Coesão e coerenciaCoesão e coerencia
Coesão e coerencia
 
Enem competências para a redação
Enem   competências para a redaçãoEnem   competências para a redação
Enem competências para a redação
 
Artigo de opinião slides
Artigo de opinião slidesArtigo de opinião slides
Artigo de opinião slides
 
Intertextualidades
IntertextualidadesIntertextualidades
Intertextualidades
 
Formação das Palavras
Formação das PalavrasFormação das Palavras
Formação das Palavras
 
Inferência
InferênciaInferência
Inferência
 
Introdução à literatura
Introdução à literaturaIntrodução à literatura
Introdução à literatura
 
O texto
O textoO texto
O texto
 

Destaque

Os direitos do utente
Os direitos do utenteOs direitos do utente
Os direitos do utente
Tayla Monique
 
Introdução - Dissertação Argumentativa
Introdução - Dissertação ArgumentativaIntrodução - Dissertação Argumentativa
Introdução - Dissertação Argumentativa
Cynthia Funchal
 
Panfleto direitos dos usuários do sus[1]
Panfleto direitos dos usuários do sus[1]Panfleto direitos dos usuários do sus[1]
Panfleto direitos dos usuários do sus[1]
Paula Oliveira
 
U. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de Saúde
U. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de SaúdeU. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de Saúde
U. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de Saúde
I.Braz Slideshares
 
Reclamaçoes2
Reclamaçoes2Reclamaçoes2
Reclamaçoes2
Maria Manuela lima
 
Lei de Bases na Saúde
Lei de Bases na SaúdeLei de Bases na Saúde
Lei de Bases na Saúde
Fábio Simões
 
Pessoas com Deficiência - Direitos e Deveres
Pessoas com Deficiência - Direitos e DeveresPessoas com Deficiência - Direitos e Deveres
Pessoas com Deficiência - Direitos e Deveres
Carlos Junior
 
Como se faz uma introdução
Como se faz uma introduçãoComo se faz uma introdução
Como se faz uma introdução
Reflexao Dialogada
 
U. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de Saúde
U. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de SaúdeU. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de Saúde
U. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de Saúde
I.Braz Slideshares
 
1ª aula introdução a informática
1ª aula introdução a informática1ª aula introdução a informática
1ª aula introdução a informática
socrahn
 
Introdução à apresentação
Introdução à apresentaçãoIntrodução à apresentação
Introdução à apresentação
celizgeo
 
Introdução à filosofia
Introdução à filosofiaIntrodução à filosofia
Introdução à filosofia
José Aristides Silva Gamito
 
Sistema Digestivo
Sistema DigestivoSistema Digestivo
Sistema Digestivo
Helena Borralho
 
O Sistema Digestório
O Sistema DigestórioO Sistema Digestório
O Sistema Digestório
LdFlor
 
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escritoComo redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Biblioteca Escolar Ourique
 

Destaque (15)

Os direitos do utente
Os direitos do utenteOs direitos do utente
Os direitos do utente
 
Introdução - Dissertação Argumentativa
Introdução - Dissertação ArgumentativaIntrodução - Dissertação Argumentativa
Introdução - Dissertação Argumentativa
 
Panfleto direitos dos usuários do sus[1]
Panfleto direitos dos usuários do sus[1]Panfleto direitos dos usuários do sus[1]
Panfleto direitos dos usuários do sus[1]
 
U. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de Saúde
U. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de SaúdeU. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de Saúde
U. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de Saúde
 
Reclamaçoes2
Reclamaçoes2Reclamaçoes2
Reclamaçoes2
 
Lei de Bases na Saúde
Lei de Bases na SaúdeLei de Bases na Saúde
Lei de Bases na Saúde
 
Pessoas com Deficiência - Direitos e Deveres
Pessoas com Deficiência - Direitos e DeveresPessoas com Deficiência - Direitos e Deveres
Pessoas com Deficiência - Direitos e Deveres
 
Como se faz uma introdução
Como se faz uma introduçãoComo se faz uma introdução
Como se faz uma introdução
 
U. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de Saúde
U. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de SaúdeU. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de Saúde
U. 1 - Direitos e Deveres do Utente do Serviço Nacional de Saúde
 
1ª aula introdução a informática
1ª aula introdução a informática1ª aula introdução a informática
1ª aula introdução a informática
 
Introdução à apresentação
Introdução à apresentaçãoIntrodução à apresentação
Introdução à apresentação
 
Introdução à filosofia
Introdução à filosofiaIntrodução à filosofia
Introdução à filosofia
 
Sistema Digestivo
Sistema DigestivoSistema Digestivo
Sistema Digestivo
 
O Sistema Digestório
O Sistema DigestórioO Sistema Digestório
O Sistema Digestório
 
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escritoComo redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
 

Semelhante a Introdução e conclusão

Canal da Imprensa - 89
Canal da Imprensa - 89Canal da Imprensa - 89
Canal da Imprensa - 89
Raphael Santos
 
18 formas para_voce_comecar_um_texto
18 formas para_voce_comecar_um_texto18 formas para_voce_comecar_um_texto
18 formas para_voce_comecar_um_texto
Maria das Dores Justo
 
18 formas de começar um texto
18 formas de começar um texto18 formas de começar um texto
18 formas de começar um texto
Fabio Dos Santos
 
Prova Enem 2016 - Caderno Branco - Primeiro dia
Prova Enem 2016 - Caderno Branco - Primeiro diaProva Enem 2016 - Caderno Branco - Primeiro dia
Prova Enem 2016 - Caderno Branco - Primeiro dia
Enem Te Conto
 
Como iniciar um texto
Como iniciar um textoComo iniciar um texto
Como iniciar um texto
Aninha Terçariol
 
Estrutura do texto argumentativo
Estrutura do texto argumentativoEstrutura do texto argumentativo
Estrutura do texto argumentativo
7 de Setembro
 
1 enem reda a-ao
1   enem  reda a-ao1   enem  reda a-ao
1 enem reda a-ao
Wallace Rodrigo
 
Autoconceito: a construção de um novo ethos para o consumidor de baixa renda
Autoconceito: a construção de um novo ethos para o consumidor de baixa rendaAutoconceito: a construção de um novo ethos para o consumidor de baixa renda
Autoconceito: a construção de um novo ethos para o consumidor de baixa renda
Pimenta Cultural
 
Enem redação
Enem  redaçãoEnem  redação
Enem redação
fafaluz
 
Candido antonio-o-direito-c3a0-literatura-in-vc3a1rios-escritos
Candido antonio-o-direito-c3a0-literatura-in-vc3a1rios-escritosCandido antonio-o-direito-c3a0-literatura-in-vc3a1rios-escritos
Candido antonio-o-direito-c3a0-literatura-in-vc3a1rios-escritos
Ela Lima
 
Curso Básico de Redação - Fernanda Braga
Curso Básico de Redação - Fernanda BragaCurso Básico de Redação - Fernanda Braga
Curso Básico de Redação - Fernanda Braga
ProfFernandaBraga
 
Carta argumentativa.pptx
Carta argumentativa.pptxCarta argumentativa.pptx
Carta argumentativa.pptx
LuizMartinhoSFilho
 
Entre o coloquial e o culto: orientações para a construção da Redação no ENEM!
Entre o coloquial e o culto: orientações para a construção da Redação no ENEM!Entre o coloquial e o culto: orientações para a construção da Redação no ENEM!
Entre o coloquial e o culto: orientações para a construção da Redação no ENEM!
LOCIMAR MASSALAI
 
Descrecimento web
Descrecimento webDescrecimento web
Descrecimento web
Centro De Ambientais
 
Estruturação dos parágrafos
Estruturação dos parágrafosEstruturação dos parágrafos
Estruturação dos parágrafos
Tio Pablo Virtual
 
Guia de Redação concurso jovem senador 2024
Guia de Redação concurso jovem senador 2024Guia de Redação concurso jovem senador 2024
Guia de Redação concurso jovem senador 2024
CamilaVieira465350
 
parÁgrafo concursos.ppt
parÁgrafo concursos.pptparÁgrafo concursos.ppt
parÁgrafo concursos.ppt
MaiteFerreira4
 
DissertaçãO
DissertaçãODissertaçãO
DissertaçãO
ilk Sala4
 
Dissertação organização e apresentação da tese
Dissertação organização e apresentação da teseDissertação organização e apresentação da tese
Dissertação organização e apresentação da tese
marlospg
 
Vanessaalves redacao-2016-001
Vanessaalves redacao-2016-001Vanessaalves redacao-2016-001
Vanessaalves redacao-2016-001
mattoso1970
 

Semelhante a Introdução e conclusão (20)

Canal da Imprensa - 89
Canal da Imprensa - 89Canal da Imprensa - 89
Canal da Imprensa - 89
 
18 formas para_voce_comecar_um_texto
18 formas para_voce_comecar_um_texto18 formas para_voce_comecar_um_texto
18 formas para_voce_comecar_um_texto
 
18 formas de começar um texto
18 formas de começar um texto18 formas de começar um texto
18 formas de começar um texto
 
Prova Enem 2016 - Caderno Branco - Primeiro dia
Prova Enem 2016 - Caderno Branco - Primeiro diaProva Enem 2016 - Caderno Branco - Primeiro dia
Prova Enem 2016 - Caderno Branco - Primeiro dia
 
Como iniciar um texto
Como iniciar um textoComo iniciar um texto
Como iniciar um texto
 
Estrutura do texto argumentativo
Estrutura do texto argumentativoEstrutura do texto argumentativo
Estrutura do texto argumentativo
 
1 enem reda a-ao
1   enem  reda a-ao1   enem  reda a-ao
1 enem reda a-ao
 
Autoconceito: a construção de um novo ethos para o consumidor de baixa renda
Autoconceito: a construção de um novo ethos para o consumidor de baixa rendaAutoconceito: a construção de um novo ethos para o consumidor de baixa renda
Autoconceito: a construção de um novo ethos para o consumidor de baixa renda
 
Enem redação
Enem  redaçãoEnem  redação
Enem redação
 
Candido antonio-o-direito-c3a0-literatura-in-vc3a1rios-escritos
Candido antonio-o-direito-c3a0-literatura-in-vc3a1rios-escritosCandido antonio-o-direito-c3a0-literatura-in-vc3a1rios-escritos
Candido antonio-o-direito-c3a0-literatura-in-vc3a1rios-escritos
 
Curso Básico de Redação - Fernanda Braga
Curso Básico de Redação - Fernanda BragaCurso Básico de Redação - Fernanda Braga
Curso Básico de Redação - Fernanda Braga
 
Carta argumentativa.pptx
Carta argumentativa.pptxCarta argumentativa.pptx
Carta argumentativa.pptx
 
Entre o coloquial e o culto: orientações para a construção da Redação no ENEM!
Entre o coloquial e o culto: orientações para a construção da Redação no ENEM!Entre o coloquial e o culto: orientações para a construção da Redação no ENEM!
Entre o coloquial e o culto: orientações para a construção da Redação no ENEM!
 
Descrecimento web
Descrecimento webDescrecimento web
Descrecimento web
 
Estruturação dos parágrafos
Estruturação dos parágrafosEstruturação dos parágrafos
Estruturação dos parágrafos
 
Guia de Redação concurso jovem senador 2024
Guia de Redação concurso jovem senador 2024Guia de Redação concurso jovem senador 2024
Guia de Redação concurso jovem senador 2024
 
parÁgrafo concursos.ppt
parÁgrafo concursos.pptparÁgrafo concursos.ppt
parÁgrafo concursos.ppt
 
DissertaçãO
DissertaçãODissertaçãO
DissertaçãO
 
Dissertação organização e apresentação da tese
Dissertação organização e apresentação da teseDissertação organização e apresentação da tese
Dissertação organização e apresentação da tese
 
Vanessaalves redacao-2016-001
Vanessaalves redacao-2016-001Vanessaalves redacao-2016-001
Vanessaalves redacao-2016-001
 

Último

28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
SheylaAlves6
 
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdfO Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
Falcão Brasil
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Falcão Brasil
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
Manuais Formação
 
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsxQue Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Luzia Gabriele
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Miguel Delamontagne
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Falcão Brasil
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
Manuais Formação
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Falcão Brasil
 
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdfPlano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Falcão Brasil
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Falcão Brasil
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Falcão Brasil
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Falcão Brasil
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Luiz C. da Silva
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
Ceiça Martins Vital
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
MariaJooSilva58
 

Último (20)

28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
28 - Agente de Endemias (40 mapas mentais) - Amostra.pdf
 
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdfO Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
O Ministério da Defesa e a Sociedade no Tema de Defesa Nacional.pdf
 
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdfOrganograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
Organograma do Ministério da Defesa (MD).pdf
 
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdfUFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
UFCD_5673_Segurança nos transportes_índice.pdf
 
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsxQue Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
Que Pena Amor! Eugénio de Sá - Soneto.ppsx
 
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
Ensinar Programação 📚 Python 🐍 Método Inovador e Prático 🚀
 
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptxSlides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
Slides Lição 3, Betel, A relevância da Igreja no cumprimento de sua Missão.pptx
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
 
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
UFCD_7224_Prevenção de acidentes em contexto domiciliário e institucional_índ...
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
 
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdfPlano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
Plano Diretor da Tecnologia da Informação PDTIC 2020 a 2023.pdf
 
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
Apresentação Institucional do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prote...
 
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdfOs Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
Os Setores Estratégicos da END - O Setor Cibernético.pdf
 
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptxSlides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Slides Lição 3, CPAD, Rute e Noemi, Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdfEscola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
Escola de Comando e Estado-Maior da Aeronáutica (ECEMAR).pdf
 
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da TerraUma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
Uma Breve História da Origem, Formação e Evolução da Terra
 
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdfP0107 do aluno da educação municipal.pdf
P0107 do aluno da educação municipal.pdf
 
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosasFotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
Fotossíntese e respiração: conceitos e trocas gasosas
 

Introdução e conclusão

  • 1. Introdução & Conclusão mail: tiajanaprof@yahoo.com.br
  • 2. Introdução É importante que na introdução haja a apresentação da tese a ser defendida (dissertação argumentativa) ou do assunto sobre o qual se vai informar o leitor (dissertação expositiva). O modo como você fará isso será aprimorado a cada nova redação que produzir. Quanto mais experiente for o escritor, mais naturalmente será elaborada cada uma das partes da dissertação.
  • 3. Introdução por Apresentação Direta É o modelo mais tradicional de redação. Nele, você inicia seu texto já expondo sua tese. Vivemos na era em que para nos inserir no mundo profissional devemos portar de boa formação e informação. Nada melhor para obtê-las do que sendo leitor assíduo, quem pratica a leitura está fazendo o mesmo com a consciência, o raciocínio e a visão crítica.
  • 4. Introdução por Declaração “bombástica” Já no início da redação, o autor faz uma declaração que, a princípio surpreende e, depois, com a argumentação, ela pode ser melhor explicada ou desdita. O Brasil se construiu com base numa história de distorções. A sociedade contemporânea é o resultado de um longo processo de erros, mentiras e grandes problemas não resolvidos . A moldura da história brasileira é marcada pelas injustiças e desigualdades que assolam este país.
  • 5. Introdução por Indagação É quando você inicia seu texto através de perguntas retóricas sobre o tema. Navegar é preciso. Foi assim que caravelas esbarraram em nossas praias. Esbarraram? Foi Cabral ou Duarte, descobridor há pouco descoberto? O passado foi-se sem deixar notícias, mas, e o agora? É corrupção ou futebol? Sem-terras ou carnaval? Deixemos então o momento presente, que se tornará passado também incerto frente ao futuro. Mas que futuro? Venceremos? Ficaremos assim? Brasil, potência do terceiro mundo, um mulato é brio, sem rosto, mas esfomeado. Quinhentos anos sustentando-se em finas pernas. Suado, cansado e cheio de questões. Brasil brasileiro, Brasil, comprado, Brasil vendido, Brasil achado. 
  • 6. Introdução por Definição O texto é iniciado utilizando-se de uma definição de um termo central do tema. A gíria é um patrimônio comum, é um instrumento de comunicação que parece imprescindível, sobretudo, para a juventude. Até mesmo as gerações que a condenavam acabaram por assimilar algumas expressões de maior ocorrência.
  • 7. Introdução por Análise do Tema O autor “decompõe” o tema em partes e as analisa separadamente até juntá- las num todo lógico e organizado. Induz a uma estratégia argumentativa similar. Vivemos em um mundo cada vez mais globalizado, no qual a dinâmica de informações é intensa e constante. A troca de idéias e mercadorias entre os mais distantes lugares tornou-se ainda mais freqüente e rápida após o advento da internet. Dentro desse contexto, há um importante fator que deve ser levado em consideração: a mídia como um mecanismo de manipulação das massas.
  • 8. Introdução por Dados Históricos Para iniciar o texto, o autor faz uma espécie de “retrospecto histórico” a fim de situar o leitor tanto em relação ao tema em questão, quanto às implicações lógico-temporais que serão estabelecidas. Ao estudarmos nossa história, desde seu descobrimento até os dias de hoje, depreendemos que, em muitos aspectos o Brasil mudou, mas em outros pontos essenciais ele continua o mesmo.  Antes havia grupos indígenas e seus rituais próprios de iniciação, escravos negros e carroças. Hoje há Carla Peres para todos, proletários morenos, carros importados. Sim, houve mudanças, como vemos claramente, de uma cultura variada, ou várias culturas, para a cultura de nossa massa, da tecnologia precária das caravelas para a tecnologia de ponta dos clones.
  • 9. Introdução por Citação Nos primeiros períodos do texto aparece uma citação que será corroborada ou retificada pelo autor. Marcel Proust, grande escritor e exemplo máximo de uma vida dedicada unicamente à leitura e à literatura, disse em seus escritos “cada leitor, quando lê, é um leitor de si mesmo”. O que Proust evidencia nessa frase deixa em aberto uma série de interpretações que podem ser realizadas a partir do hábito entusiástico e não visto como uma obrigação, pela leitura.
  • 10. Introdução por Declaração Oposta É quando o autor inicia seu texto através de uma declaração ao qual ele irá se opor no decorrer da argumentação. Este tipo de introdução implica um raciocínio disjuntivo. A felicidade não existe. Sim, não existe tal qual se apresenta nos comerciais de margarina e carros do ano. Ela não se constrói sobre as aparências superficiais de bens de consumo como as publicidades tentam inculcar nas nossas cabeças. Se estabelece sobre outros alicerces.
  • 11. Introdução por Dados Estatísticos O início do texto trará números que serão comentados e analisados pelo autor a fim de estabelecer sua argumentação. De acordo com estatísticas divulgadas pelo Planalto, a maioria (60%) das crianças que estão expostas ao trabalho infantil se concentra na região Nordeste e estão na faixa etária dos 5 aos 9 anos. Bem mais que no Sudeste do país, onde a taxa está em torno dos 20%. Esta disparidade reflete as distorções históricas a que estão submetidos os habitantes do Nordeste[...]
  • 12. Introdução por Fatos Representativos O autor usará fatos recentes, de notoriedade e, sobretudo, relevantes em relação ao tema proposta para ilustrar a argumentação que se fará. Os raciocínios mais adequados a este tipo de texto são os conjuntivo e hipotético. Desabamento de terra na região Norte da cidade faz mais vítimas neste inverno. Esta uma manchete de jornal comum no Recife nos meses chuvosos. Ela ilustra bem o descaso dos governantes com o interesse público e a segurança social. Mas a população precisa ficar refém desta prática nociva?
  • 13. Introdução por Narrativa O autor usará uma pequena seqüência narrativa a fim de apresentar fatos de relevância para a construção de sua argumentação. Saiu cedo para trabalhar, levou o pedaço de pão que será seu almoço do dia e ficou sonhando com a volta para casa, tarde da noite, quando espera ter outro pão esperando-o como jantar. Esta podia ser a rotina de qualquer cidadão trabalhador do país, mas é o dia-dia de muitas crianças que estão em situação de abandono pela família, pela sociedade,pelo Estado.
  • 14. Introdução por Enumeração O autor enumerará fatos, personalidades, etc. a fim de criar um panorama do tema que será discutido. País das ideologias            Brasil do pau-brasil, da cana-de-açúcar, do ouro, de D. Pedro, do café, de Campos Sales, Floriano Peixoto, Nilo Peçanha ... das oligarquias dissidentes, do tenentismo, de Getúlio, do Estado Novo, da indústria e do Plano de Metas de “Juscelinos”, “Jangos”, “Jânios”, renúncias, suicídios, ditaduras e democracias... Depois de praticamente quinhentos anos da “descoberta”, onde se encontra o achado europeu? 
  • 15. Conclusão A conclusão deve conter a síntese de tudo o que foi apresentado no texto, e não somente em relação às idéias apresentadas no último parágrafo do desenvolvimento. Não se devem acrescentar informações novas na conclusão, pois, se ainda há informações a serem inclusas, o desenvolvimento ainda não terminou
  • 16. Conclusão por Resumo O autor retoma, resumidamente, o que expôs na redação. Há, contudo, um elemento fundamental nesse povo sofrido, nesse país de contrastes. É um elemento que mantém o país na expectativa de um futuro melhor, indispensável para tornar o Brasil grande, como são grandes suas riquezas, seu território e sua gente. Esse elemento é a esperança. Aliada à força de vontade para mudar, para fazer o país crescer, para trabalhar, a esperança pode conduzir o Brasil a uma nova história, livre das amarras impostas pelos séculos de dificuldades. 
  • 17. Conclusão por Proposta O autor faz uma sugestão sobre o que deve ser feito para transformar a realidade apontada durante o restante do texto. O materialismo capitalista destruiu o passado, destruiu muitas das riquezas do país, o índio, a mata, o povo. Na atual mistura de raças, não se reconhece o indivíduo capaz de valorizar e engrandecer o país. Deve-se lembrar que o país, essa nação, enfrentou situações terríveis, e por estar na atual situação, venceu. O potencial é enorme, basta que este povo seja o primeiro a coletivamente perceber isso e lutar por fazer de tais riquezas um bem ao país, e não aos que destruíram muito da fertilidade desta nação. Somos hoje uma semente, livre, que pode fazer do futuro um motivo de comemoração. 
  • 18. Conclusão por Constatação O autor conclui seu raciocínio através de uma constatação que não foi expressa anteriormente. Porém, ao observarmos a Natureza, aprendemos que a mudança é algo positivo; a adaptação a novas condições é essencial para a continuidade da vida. Facilidades do mundo moderno devem ser aproveitadas, por questão de praticidade, conforto, necessidade, e não como meios ordinários de preencher o espaço da insatisfação pessoal ou da vaidade do ser humano.
  • 19. Conclusão por Questionamento O autor parte de um questionamento para concluir seu raciocínio. Dentro desse contexto, o Brasil entra para o terceiro milênio e apaga quinhentas velinhas sem ganhar presente! A independência econômica está longe de se tornar realidade. O que resta é comemorar com pizza e carnaval? O mais adequado e convincente é deixar a festa para depois e trilhar o caminho do desenvolvimento próprio. Educar e politizar a população brasileira, fazer reforma agrária, combater as violências urbana e rural, investir em programas assistenciais, combater o racismo, tratar a Saúde, cuidar da Justiça; enfim, reformar toda a estrutura social, econômica e política brasileira. Talvez, transformar o Brasil em um país mais igualitário e economicamente independente, requeira outros quinhentos anos de história, mas estes quinhentos anos podem ser muito bem comemorados se nós, brasileiros, começarmos a trabalhar desde já.