Pesquisa e 

experimentação 

prática em design.
Carol Tod
Ladies That UX / Out 2019
Tod.
Oi prazer, me chamo
Levanta da cadeira 

e vai pra rua.
O recado que mais dei na vida:
Ou algo assim,
Design mais do que nunca precisa
ser pautado por evidências e
método para causar impacto real
no negócio e valor pro usuário.
Valide com

seu usuário.
Faça um protótipo
Sim.
Mas pera.
Nesses +10 anos 

fazendo discovery
aprendi algumas coisas
Atitudes são diferentes 

de comportamento.
A principal delas é que,
E somos péssimos em
falar sobre nosso
comportamento.
As pessoas mentem sem querer, é sério.
E somos péssimos em
falar sobre nosso
comportamento.
Mas quem sou eu na fila do pão?

Carolina Tod 

@caroltod

Experience Designer / Product Design Specialist
Já participei de +50 projetos
de experiência, produto e
transformação digital
empresas tradicionais e de
tecnologia.
Criei o MMPB
com as
brilhantes
Lilian, Rossi,
Joana e
Nath :)
Sou mãe da
Alicinha
O que é mais importante pra mim hoje é
Ajudar pessoas e empresas a
causar impacto positivo
abraçando a incerteza.
2009
Arquiteto de Informação
Experience Designer

UX Designer

UX Consultant

Interaction Designer

Service Designer
2019
Product Designer
O mais f*da é:
Em mais de 10 anos
trabalhando com discovery e
design de UX eu nunca tive o
mesmo título no cargo.
2009
Arquiteto de Informação
Experience Designer

UX Designer

UX Consultant

Interaction Designer

Service Designer
2019
Product Designer
O mais f*da é:
Em mais de 10 anos
trabalhando com discovery e
design de UX eu nunca tive o
mesmo título no cargo.
E em diversas ocasiões envolvendo decisões de produto fui
descredeciada por meus pares (meninos ou não) e até mesmo
meus gestores sobre minha expertise por ter vindo de agência
de publicidade / consultoria.
2019
Product Designer
Hoje eu sou consultora de
Product Design na Vivo na
equipe de Design que cuida de E-
Care B2C. (Sim, o app Meu Vivo)
<3 e eu encontrei dentro de uma grande corporação
mais diversa, equalitária e inclusiva que eu já trabalhei.
Eu trouxe 6 aprendizados que gostaria que
alguém tivesse compartilhado comigo.
Então no lugar de método
Porque eu bem sei que como mina nesse role ás vezes demora pra
cacete encontrar o abracinho no coração que a gente precisa pra
se sentir menos impostora.



No meu caso demorou 10 anos. E custou quase minha sanidade
mental e a paciência infinita de dois mentores excepcionais e de
todos meus amigos e familiares.
Tudo nessa apresentação 

é fruto da minha experiência pessoal.
Mas é sempre bom lembrar que
The X stands
for Anxiety.
The X isn’t from UX
Sempre vai
ter muita
gente pra te
dizer que
você tá
errado.
E meu jeito
de lidar com
isso foi
tentar olhar
pesquisa
além da
técnica.
Exercite sua

Resiliência.
Se eu puder resumir a próxima hora
Eu trouxe uma
colinha pra te
ajudar.
E não se preocupe,
Qual o Impacto de Negócio?
Por que você tá fazendo essa pesquisa?
Qual é sua amostra?
Qual sua hipótese + arriscada?
Quais são seus métodos?
O que você vai fazer depois?
Esse é o framework mental que
eu uso para diminuir minha
ansiedade quando entro em
projetos de discovery. Ele é
inspirado no Experiment Board
da Javelin com um twist de
negócio.
Ao repassar esse
conhecimento queria
compartilhar o que eu
aprendi sobre todos os
tópicos. Bora lá?
Qual o Impacto de Negócio?
Por que você tá fazendo essa pesquisa?
Qual é sua amostra?
Qual sua hipótese + arriscada?
Quais são seus métodos?
O que você vai fazer depois?
Qual o Impacto de Negócio?
Não somos
messias do
usuário.
Estamos aqui pra
ajudar a diminuir
incertezas de
negócio.
Fazer design e pesquisa é a parte
fácil. Difícil é fazer o produto 

parar de pé e fechar a conta.
Não fui eu que disse. 

Parte dessa frase é do Steve Blank.
Mesmo pra designers
experientes essa parte
aqui é a mais difícil.
Alguém quer compartilhar 

alguma história?
Juro que vocês estão 

num lugar seguro, gente.
Precisamos incluir fluxo de pagamentos
com os passos X,Y,Z.
A gente descobriu em discovery que é melhor
pro usuário se fizéssemos o fluxo de cadastro
e pagamento junto ficando X, A, Y e
eliminando o Z.
Ahh legal, mas o fluxo de cadastro A e as
histórias não estão priorizadas. Foca só nas
entregas desse sprint.
🤬
DESIGNER
PRODUTO
PRODUTO
DESIGNER (sozinho no banheiro)
Nosso usuário não se identifica com nosso
propósito e precisamos adicionar mais
essas informações na página. Vimos em outros testes que nossa persona
não se comporta bem e fica confuso quando
apresentamos muita opções.
Mas a gente tem certeza que nosso cliente
prefere desse jeito.
😭
RESEARCH
CLIENTE
CLIENTE
RESEARCH (por dentro)
Precisamos que nosso trabalho de pesquisa seja
mais estratégico.
Mas a gente já tem visão da jornada inteira,
consolidamos 2 anos de pesquisa nela.
Mas esse formato não é acionável. Sinto que nosso
conhecimento acaba não informando outras áreas
mais estratégicas da organização.
UX
GERENTE
GERENTE
UX (sozinho no banheiro)
Segway,

Fitbit,

Google+.
Sinais errados,
apesar de terem
sido feitos com
processo de
design. 



Você conhece mais
algum outro exemplo?
Jornadas são um dos meios de
consolidar pesquisa.
Mas não deve ser o seu fim.
Cuidado com a bilada, cino
Personas também.
E meu anjo,
Presta atenção em quem tá
pagando a conta, bb.
Você está ajudando seu negócio a criar novas
fontes de receitas ou simplesmente
otimizando algo que já existe? Você está
conectado com as questões certas?
Aprendizado 1
Qual o Impacto de Negócio?
Por que você tá fazendo essa pesquisa?
Tudo pode ser uma resposta.
Se você não souber o que procura
Os 5 tipos de pesquisa em desenvolvimento de produto
1. Quem é seu público ?
2. Qual é o problema? O que as pessoas precisam?

3. Como elas resolvem esse problema hoje? Vale a
pena resolver esse problema?
4. As pessoas querem o seu produto?
5. As pessoas conseguem usar o seu produto?
Se você testar tudo de
uma vez não vai saber pra
que está olhando.
Lembre-se que pesquisas sobre público,
problema e solução podem e devem ser
separados. Não acumule todas as incertezas
em um único teste plmdds.
Aprendizado 2
Qual o Impacto de Negócio?
Por que você tá fazendo essa pesquisa?
Qual é sua amostra?
Uma
amostra
de
pesquisa
pode
quebrar ou
fazer seu
produto.
Pior do que não fazer
pesquisa, é fazer e ser
guiado pro lugar errado.
E gente, isso tem acontecido + do que devia.
Tem uma coisa que
não te contam
sobre o diagrama
de adoção de
tecnologia.


Provavelmente essas pessoas já
estão pré dispostas a solucionar
o problema que você encontrou.
E como disciplina ainda falhamos
ao recrutar só essa parte do
espectro.
A treta, e o desafio
da maior parte das
empresas hoje tá
do outro lado.
Dados incorretos não vão
gerar bons resultados.
Se prepare para entender como compor a sua amostra
e quantificar o que você tá dizendo posteriormente.
Outra dica, SE PREPARE: Nunca subestime a
burocracia que vão te meter pra recrutar usuário.
Mesmo se você trabalha em startup.
Aprendizado 3
Qual Objetivo de Negócio?
Por que você tá fazendo essa pesquisa?
Qual é sua amostra?
Qual sua hipótese + arriscada?
Toda vez
que você
fala validar
um panda
fica muito
triste.
Sempre bom
lembrar.
Se você vai
validar alguma
coisa já tá indo
com a intenção
errada.
Você não se
prepara para falhar
e vai ficar catando
padrão onde não
tem.
=
https://www.youtube.com/watch?v=v3iPrBrGSJM
As pessoas querem deixar as casas mais
bonitas com quadros, por isso a gente
vai fazer um app que vai oferecer esse
serviço completo.
Normalmente quando temos ideias falamos assim:
E ele não consegue
pendurar quadro na parede
Furadeira, bucha, prego
Fita adesiva
Ter a casa mais bonita 

com quadros
Contratar alguém pra fazer
E ele não consegue 

tem tempo
E ele não tem as
ferramentas
E ele não consegue
escolher
Entenda qual é a mentira
bonita sobre seu usuário (ou
ideia) que você anda
contando.
Qual é a hipótese mais arriscada? A causa e efeito do seu
objeto de pesquisa é direta ou indireta? Qual peça que se
você remover da equação o projeto cai por terra?
Aprendizado 4
Qual Objetivo de Negócio?
Por que você tá fazendo essa pesquisa?
Qual é sua amostra?
Qual sua hipótese + arriscada?
Quais são seus métodos?
Com quantas pessoas eu
preciso testar a minha ideia?
A pergunta que eu mais ouço
5 é o número mágico.

Só que, você já foi atrás da
fonte?
E eu sempre ouço de volta
Jakob Nielsen é uma das
principais referências
quando o assunto é UX e
Usabilidade.
E ele escreveu isso tem
mais ou menos 19 anos.
O que não te falam sobre esse
número é o resto do artigo: 5 usuários
e conduzir o máximo de testes que
você conseguir bancar.
5 usuários x N testes
Se você fosse um investidor, você
colocaria todo seu dinheiro numa
solução que foi concebida a
partir de 5 usuários
qualitativamente?
E pra definir o número e tipo de testes deixo a seguinte colinha:
Métodos quali são ótimos, mas
você já verificou se seus achado se
sustentam com métodos quanti?
É esse o Brasil que eu quero. 

Evidência de vdd, escala e impacto real.
<3 chega, mantega derrete.
Pergunte o que eles fariam
Pergunte o que eles fizeram no passado
Pergunte por histórias especificas do passado.
Peça pra eles mostrarem o que fizeram ou Simule uma nova Experiencia
Observe em tempo real ou teste em tempo real
Quanto mais você sobe

+ Valor no aprendizado

+ Tempo necessário
Escadinha da evidência.

Teresa Torres // Product Talk
Case Real 

Der.me
Revisão Bibliográfica, Benchmark e
Levantamento de Cenário Competitivo
Entrevistas com Dermatologistas aprox. 6 - 8
sessões
Sonda Cultural via Whatsapp aprox. 18 pessoas
Entrevistas individuais aprox. 9 sessões
Testes valor em features e usabilidade em fluxos
aprox. 14 sessões
Pesquisa Quantitativa respostas em todo o
território nacional amostra aprox. 1.000. Serviu para
entendermos a representatividade de mercado de
cada uma das personas que foram geradas do
processo de pesquisa.
der.me é um app de
cuidados com a pele e foi
concebido por um processo
de discovery e visão de
produto de aprox. 3 meses.
Entenda que
cada método
tem seu valor
pra aumentar
seu grau de
confiança e faça
pequenos
experimentos
até chegar no
seu MVP (que
também deve
ser tratado um
experimento)
Entenda o tipo de evidência que
você precisa e planeje seu
discovery em ondas.
Componha seu estudo. Não use métodos de baixa certeza
para perguntas que precisam ser respondidas em escala para
ter valor pro negócio.
Aprendizado 5
Qual Objetivo de Negócio?
Por que você tá fazendo essa pesquisa?
Qual é sua amostra?
Qual sua hipótese + arriscada?
Quais são seus métodos?
O que você vai fazer depois?
Precisamos aumentar o
engajamento com o usuário,
ele só acessa duas vezes ao
mês.
Vocês já ouviram pedido de discovery assim?
2x ao mês é bom?
Mas pera,
A verdade é que, geralmente a
gente não sabe né?
E o pior ainda trás exemplo de fora do produto
pra decidir se a gente tá indo bem. 😉
Compare e Contraste
informações, idéias, métricas.
Se você conseguir lembrar só uma coisa de hoje:
Não é fazer juízo de valor.
Nenhuma ideia é melhor
que a outra em discovery.
E ah, comparar e contrastar
Não é só pra olhar como as outras
pessoas estão fazendo fluxos.
Investigue se aquele produto ou
serviço tá indo bem mesmo. Nem
sempre as decisões de design
fecham a conta.
Benchmark é pra organizar as regras do jogo
E se você achar que não tem
competidor investigue o seu
produto dentro de si mesmo e
façam combinados antes de sair
de casa pra teste.
As UX Metrics tão ai, use-as ao seu favor.
Eu disse, façam
combinados antes de
sair a campo.
o que é sucesso? 

falha? 

e nulidade? 

o que você vai fazer em cada um
dos casos?
Teste de Usabilidade
Amostra 10

Tarefas 4

Grau de confiança: 2 (já foram realizados 2
testes posteriomente)
Sucesso = + de 70% das tarefas completas
por + 50% da Amostra = eu não vou mudar
nada no meu protótipo.
Falha = - de 70% das tarefas completas com
ocorrências de alto e médio grau de
severidade = voltar pra casa compilar
aprendizados, iterar protótipo e refazer
experimento. Considerar mais duas ondas
depois disso.
Enquanto você não tiver segurança e fluência
você pode declarar as hipóteses e
experimentos mais ou menos assim
Não precisa ser tão radical quanto o exemplo
ao lado 😝
Deixe claro as 

regras do jogo
Nunca, jamais - saia pra campo ou coloque
um experimento na rua - sem saber o que
você vai fazer quando você voltar pra casa.
Se prepare pra tomar a rédea da situação -
do seu gestor, do seu PM, do seu VP e do
CEO se você precisar.
Aprendizado 6
Qual Objetivo de Negócio?
Por que você tá fazendo essa pesquisa?
Qual é sua amostra?
Qual sua hipótese + arriscada?
Quais são seus métodos?
O que você vai fazer depois?
E você? Tem 

alguma dica e truque 

a ser compartilhado?
Esse checklist foi a forma que eu encontrei,
obrigada!

vamos manter contato?

carolina.tod@gmail.com

Pesquisa e Experimentação Prática em Design

  • 1.
    Pesquisa e 
 experimentação
 prática em design. Carol Tod Ladies That UX / Out 2019
  • 2.
  • 3.
    Levanta da cadeira
 e vai pra rua. O recado que mais dei na vida:
  • 4.
    Ou algo assim, Designmais do que nunca precisa ser pautado por evidências e método para causar impacto real no negócio e valor pro usuário.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
    Nesses +10 anos
 fazendo discovery aprendi algumas coisas
  • 9.
    Atitudes são diferentes
 de comportamento. A principal delas é que,
  • 10.
    E somos péssimosem falar sobre nosso comportamento.
  • 11.
    As pessoas mentemsem querer, é sério. E somos péssimos em falar sobre nosso comportamento.
  • 12.
    Mas quem soueu na fila do pão?
 Carolina Tod 
 @caroltod
 Experience Designer / Product Design Specialist
  • 13.
    Já participei de+50 projetos de experiência, produto e transformação digital empresas tradicionais e de tecnologia. Criei o MMPB com as brilhantes Lilian, Rossi, Joana e Nath :) Sou mãe da Alicinha
  • 14.
    O que émais importante pra mim hoje é Ajudar pessoas e empresas a causar impacto positivo abraçando a incerteza.
  • 15.
    2009 Arquiteto de Informação ExperienceDesigner
 UX Designer
 UX Consultant
 Interaction Designer
 Service Designer 2019 Product Designer O mais f*da é: Em mais de 10 anos trabalhando com discovery e design de UX eu nunca tive o mesmo título no cargo.
  • 16.
    2009 Arquiteto de Informação ExperienceDesigner
 UX Designer
 UX Consultant
 Interaction Designer
 Service Designer 2019 Product Designer O mais f*da é: Em mais de 10 anos trabalhando com discovery e design de UX eu nunca tive o mesmo título no cargo. E em diversas ocasiões envolvendo decisões de produto fui descredeciada por meus pares (meninos ou não) e até mesmo meus gestores sobre minha expertise por ter vindo de agência de publicidade / consultoria.
  • 17.
    2019 Product Designer Hoje eusou consultora de Product Design na Vivo na equipe de Design que cuida de E- Care B2C. (Sim, o app Meu Vivo) <3 e eu encontrei dentro de uma grande corporação mais diversa, equalitária e inclusiva que eu já trabalhei.
  • 18.
    Eu trouxe 6aprendizados que gostaria que alguém tivesse compartilhado comigo. Então no lugar de método Porque eu bem sei que como mina nesse role ás vezes demora pra cacete encontrar o abracinho no coração que a gente precisa pra se sentir menos impostora.
 
 No meu caso demorou 10 anos. E custou quase minha sanidade mental e a paciência infinita de dois mentores excepcionais e de todos meus amigos e familiares.
  • 19.
    Tudo nessa apresentação
 é fruto da minha experiência pessoal. Mas é sempre bom lembrar que
  • 20.
    The X stands forAnxiety. The X isn’t from UX
  • 21.
    Sempre vai ter muita gentepra te dizer que você tá errado.
  • 22.
    E meu jeito delidar com isso foi tentar olhar pesquisa além da técnica.
  • 23.
    Exercite sua
 Resiliência. Se eupuder resumir a próxima hora
  • 24.
    Eu trouxe uma colinhapra te ajudar. E não se preocupe,
  • 25.
    Qual o Impactode Negócio? Por que você tá fazendo essa pesquisa? Qual é sua amostra? Qual sua hipótese + arriscada? Quais são seus métodos? O que você vai fazer depois? Esse é o framework mental que eu uso para diminuir minha ansiedade quando entro em projetos de discovery. Ele é inspirado no Experiment Board da Javelin com um twist de negócio. Ao repassar esse conhecimento queria compartilhar o que eu aprendi sobre todos os tópicos. Bora lá?
  • 26.
    Qual o Impactode Negócio? Por que você tá fazendo essa pesquisa? Qual é sua amostra? Qual sua hipótese + arriscada? Quais são seus métodos? O que você vai fazer depois?
  • 27.
    Qual o Impactode Negócio?
  • 28.
    Não somos messias do usuário. Estamosaqui pra ajudar a diminuir incertezas de negócio.
  • 29.
    Fazer design epesquisa é a parte fácil. Difícil é fazer o produto 
 parar de pé e fechar a conta. Não fui eu que disse. 
 Parte dessa frase é do Steve Blank.
  • 30.
    Mesmo pra designers experientesessa parte aqui é a mais difícil.
  • 31.
    Alguém quer compartilhar
 alguma história? Juro que vocês estão 
 num lugar seguro, gente.
  • 32.
    Precisamos incluir fluxode pagamentos com os passos X,Y,Z. A gente descobriu em discovery que é melhor pro usuário se fizéssemos o fluxo de cadastro e pagamento junto ficando X, A, Y e eliminando o Z. Ahh legal, mas o fluxo de cadastro A e as histórias não estão priorizadas. Foca só nas entregas desse sprint. 🤬 DESIGNER PRODUTO PRODUTO DESIGNER (sozinho no banheiro)
  • 33.
    Nosso usuário nãose identifica com nosso propósito e precisamos adicionar mais essas informações na página. Vimos em outros testes que nossa persona não se comporta bem e fica confuso quando apresentamos muita opções. Mas a gente tem certeza que nosso cliente prefere desse jeito. 😭 RESEARCH CLIENTE CLIENTE RESEARCH (por dentro)
  • 34.
    Precisamos que nossotrabalho de pesquisa seja mais estratégico. Mas a gente já tem visão da jornada inteira, consolidamos 2 anos de pesquisa nela. Mas esse formato não é acionável. Sinto que nosso conhecimento acaba não informando outras áreas mais estratégicas da organização. UX GERENTE GERENTE UX (sozinho no banheiro)
  • 35.
    Segway,
 Fitbit,
 Google+. Sinais errados, apesar deterem sido feitos com processo de design. 
 
 Você conhece mais algum outro exemplo?
  • 36.
    Jornadas são umdos meios de consolidar pesquisa. Mas não deve ser o seu fim. Cuidado com a bilada, cino
  • 37.
  • 38.
    Presta atenção emquem tá pagando a conta, bb. Você está ajudando seu negócio a criar novas fontes de receitas ou simplesmente otimizando algo que já existe? Você está conectado com as questões certas? Aprendizado 1
  • 39.
    Qual o Impactode Negócio? Por que você tá fazendo essa pesquisa?
  • 40.
    Tudo pode seruma resposta. Se você não souber o que procura
  • 41.
    Os 5 tiposde pesquisa em desenvolvimento de produto 1. Quem é seu público ? 2. Qual é o problema? O que as pessoas precisam?
 3. Como elas resolvem esse problema hoje? Vale a pena resolver esse problema? 4. As pessoas querem o seu produto? 5. As pessoas conseguem usar o seu produto?
  • 42.
    Se você testartudo de uma vez não vai saber pra que está olhando. Lembre-se que pesquisas sobre público, problema e solução podem e devem ser separados. Não acumule todas as incertezas em um único teste plmdds. Aprendizado 2
  • 43.
    Qual o Impactode Negócio? Por que você tá fazendo essa pesquisa? Qual é sua amostra?
  • 44.
  • 45.
    Pior do quenão fazer pesquisa, é fazer e ser guiado pro lugar errado. E gente, isso tem acontecido + do que devia.
  • 46.
    Tem uma coisaque não te contam sobre o diagrama de adoção de tecnologia.
  • 47.
    
 Provavelmente essas pessoasjá estão pré dispostas a solucionar o problema que você encontrou. E como disciplina ainda falhamos ao recrutar só essa parte do espectro.
  • 48.
    A treta, eo desafio da maior parte das empresas hoje tá do outro lado.
  • 49.
    Dados incorretos nãovão gerar bons resultados. Se prepare para entender como compor a sua amostra e quantificar o que você tá dizendo posteriormente. Outra dica, SE PREPARE: Nunca subestime a burocracia que vão te meter pra recrutar usuário. Mesmo se você trabalha em startup. Aprendizado 3
  • 50.
    Qual Objetivo deNegócio? Por que você tá fazendo essa pesquisa? Qual é sua amostra? Qual sua hipótese + arriscada?
  • 51.
    Toda vez que você falavalidar um panda fica muito triste. Sempre bom lembrar.
  • 52.
    Se você vai validaralguma coisa já tá indo com a intenção errada. Você não se prepara para falhar e vai ficar catando padrão onde não tem. = https://www.youtube.com/watch?v=v3iPrBrGSJM
  • 53.
    As pessoas queremdeixar as casas mais bonitas com quadros, por isso a gente vai fazer um app que vai oferecer esse serviço completo. Normalmente quando temos ideias falamos assim:
  • 54.
    E ele nãoconsegue pendurar quadro na parede Furadeira, bucha, prego Fita adesiva Ter a casa mais bonita 
 com quadros Contratar alguém pra fazer E ele não consegue 
 tem tempo E ele não tem as ferramentas E ele não consegue escolher
  • 55.
    Entenda qual éa mentira bonita sobre seu usuário (ou ideia) que você anda contando. Qual é a hipótese mais arriscada? A causa e efeito do seu objeto de pesquisa é direta ou indireta? Qual peça que se você remover da equação o projeto cai por terra? Aprendizado 4
  • 56.
    Qual Objetivo deNegócio? Por que você tá fazendo essa pesquisa? Qual é sua amostra? Qual sua hipótese + arriscada? Quais são seus métodos?
  • 57.
    Com quantas pessoaseu preciso testar a minha ideia? A pergunta que eu mais ouço
  • 58.
    5 é onúmero mágico.
 Só que, você já foi atrás da fonte? E eu sempre ouço de volta
  • 59.
    Jakob Nielsen éuma das principais referências quando o assunto é UX e Usabilidade. E ele escreveu isso tem mais ou menos 19 anos.
  • 60.
    O que nãote falam sobre esse número é o resto do artigo: 5 usuários e conduzir o máximo de testes que você conseguir bancar. 5 usuários x N testes
  • 61.
    Se você fosseum investidor, você colocaria todo seu dinheiro numa solução que foi concebida a partir de 5 usuários qualitativamente? E pra definir o número e tipo de testes deixo a seguinte colinha:
  • 62.
    Métodos quali sãoótimos, mas você já verificou se seus achado se sustentam com métodos quanti? É esse o Brasil que eu quero. 
 Evidência de vdd, escala e impacto real. <3 chega, mantega derrete.
  • 63.
    Pergunte o queeles fariam Pergunte o que eles fizeram no passado Pergunte por histórias especificas do passado. Peça pra eles mostrarem o que fizeram ou Simule uma nova Experiencia Observe em tempo real ou teste em tempo real Quanto mais você sobe
 + Valor no aprendizado
 + Tempo necessário Escadinha da evidência.
 Teresa Torres // Product Talk
  • 64.
    Case Real 
 Der.me RevisãoBibliográfica, Benchmark e Levantamento de Cenário Competitivo Entrevistas com Dermatologistas aprox. 6 - 8 sessões Sonda Cultural via Whatsapp aprox. 18 pessoas Entrevistas individuais aprox. 9 sessões Testes valor em features e usabilidade em fluxos aprox. 14 sessões Pesquisa Quantitativa respostas em todo o território nacional amostra aprox. 1.000. Serviu para entendermos a representatividade de mercado de cada uma das personas que foram geradas do processo de pesquisa. der.me é um app de cuidados com a pele e foi concebido por um processo de discovery e visão de produto de aprox. 3 meses.
  • 65.
    Entenda que cada método temseu valor pra aumentar seu grau de confiança e faça pequenos experimentos até chegar no seu MVP (que também deve ser tratado um experimento)
  • 66.
    Entenda o tipode evidência que você precisa e planeje seu discovery em ondas. Componha seu estudo. Não use métodos de baixa certeza para perguntas que precisam ser respondidas em escala para ter valor pro negócio. Aprendizado 5
  • 67.
    Qual Objetivo deNegócio? Por que você tá fazendo essa pesquisa? Qual é sua amostra? Qual sua hipótese + arriscada? Quais são seus métodos? O que você vai fazer depois?
  • 68.
    Precisamos aumentar o engajamentocom o usuário, ele só acessa duas vezes ao mês. Vocês já ouviram pedido de discovery assim?
  • 69.
    2x ao mêsé bom? Mas pera,
  • 70.
    A verdade éque, geralmente a gente não sabe né? E o pior ainda trás exemplo de fora do produto pra decidir se a gente tá indo bem. 😉
  • 71.
    Compare e Contraste informações,idéias, métricas. Se você conseguir lembrar só uma coisa de hoje:
  • 72.
    Não é fazerjuízo de valor. Nenhuma ideia é melhor que a outra em discovery. E ah, comparar e contrastar
  • 73.
    Não é sópra olhar como as outras pessoas estão fazendo fluxos. Investigue se aquele produto ou serviço tá indo bem mesmo. Nem sempre as decisões de design fecham a conta. Benchmark é pra organizar as regras do jogo
  • 74.
    E se vocêachar que não tem competidor investigue o seu produto dentro de si mesmo e façam combinados antes de sair de casa pra teste. As UX Metrics tão ai, use-as ao seu favor.
  • 75.
    Eu disse, façam combinadosantes de sair a campo. o que é sucesso? 
 falha? 
 e nulidade? 
 o que você vai fazer em cada um dos casos?
  • 76.
    Teste de Usabilidade Amostra10
 Tarefas 4
 Grau de confiança: 2 (já foram realizados 2 testes posteriomente) Sucesso = + de 70% das tarefas completas por + 50% da Amostra = eu não vou mudar nada no meu protótipo. Falha = - de 70% das tarefas completas com ocorrências de alto e médio grau de severidade = voltar pra casa compilar aprendizados, iterar protótipo e refazer experimento. Considerar mais duas ondas depois disso. Enquanto você não tiver segurança e fluência você pode declarar as hipóteses e experimentos mais ou menos assim Não precisa ser tão radical quanto o exemplo ao lado 😝
  • 77.
    Deixe claro as
 regras do jogo Nunca, jamais - saia pra campo ou coloque um experimento na rua - sem saber o que você vai fazer quando você voltar pra casa. Se prepare pra tomar a rédea da situação - do seu gestor, do seu PM, do seu VP e do CEO se você precisar. Aprendizado 6
  • 78.
    Qual Objetivo deNegócio? Por que você tá fazendo essa pesquisa? Qual é sua amostra? Qual sua hipótese + arriscada? Quais são seus métodos? O que você vai fazer depois?
  • 79.
    E você? Tem
 alguma dica e truque 
 a ser compartilhado? Esse checklist foi a forma que eu encontrei,
  • 80.