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1
As Serras de Portugal
Principais núcleos montanhosos
da Península Ibérica
Artur Filipe dos Santos - artur.filipe@uvigo.es
Cadeira de
PATRIMÓNIO CULTURAL PORTUGUÊS
Professor Doutor
Artur Filipe dos Santos
Apesar de Portugal não ser um
país especialmente acidentado, o
certo é que planícies só
no Alentejo. Por todo o país
existem serras com belezas
naturais de tirar a respiração e
que caracterizam a paisagem de
muitas regiões.
2
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
Serra de Montesinho
Apesar de as serras se
concentrarem maioritariamente
no norte e centro de Portugal,
pode-se verificar que se
encontram distribuídas um
pouco por todo o país.
3Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Com origens distintas, cada uma
delas é detentora de grande
beleza, albergando no seu
interior uma grande
biodiversidade e por isso vale a
pena serem exploradas e
valorizadas.
4
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
5
O relevo de Portugal apresenta
uma grande diversidade de
formas. A norte do rio Tejo,
apresenta-se muito acidentado,
com exceção das planícies
litorais, e com uma altitude
média superior a 400 metros,
recortado por vales encaixados e
rios com caudais significativos.
6
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
Serra Amarela, Minho
Por sua vez, a sul do Tejo o relevo
é suavemente ondulado, com
altitudes fracas, onde
predominam as planícies.
7
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
Serra de Monchique, Algarve
As serras com maior altitude
estão situadas a norte do Tejo,
destacando-se as serras da
Estrela (1991 m), Gerês (1508 m),
Marão (1416 m), Montemuro
(1381 m) e Caramulo (1075 m).
8
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
Serra de Corno de Bico, local
Onde nasce o Rio Coura
Afluente do Minho
A sul do Tejo, salientam-se as
serras de S. Mamede (1025 m),
Monchique (902 m) e Caldeirão
(577 m).
9
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
serra de s. mamede
A serra da Estrela é a mais alta
montanha de Portugal
continental.
10
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
11
Fonte: Ensina RTP
A Montanha do Pico, um
estratovulcão que, com 2 351
metros de altitude, constitui a
mais alta montanha de Portugal.
Fica na ilha do Pico, nos Açores.
12
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
Porém, mesmo a
MONTANHA DA Ilha do
Pico fica aquém da
montanha mais alta da
Península Ibérica.
13
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
O Mulhacén é a mais alta
montanha da Espanha
continental e da Península
Ibérica. É o ponto mais elevado
da Serra Nevada na Cordilheira
Penibética e atinge os 3 478,6
metros de altitude.
14
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
Localiza-se no Parque
Natural da Serra Nevada,
no sul da Península
Ibérica.
15
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
Deve o seu nome a Mulei Abul
Hassan, conhecido pelos
Castelhanos como Mulhacén, o
antepenúltimo rei mouro de Granada (r. 1464–1485),
que de acordo com uma lenda está sepultado no topo.
16
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
17
• Mulhacén (3478 m,
Serra Nevada )
• Torrecerredo, (2648 m,
Picos da Europa)
• Pico Almançor (2592 m,
Serra de Gredos,
Sistema Central Ibérico
18
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
•
Lista das três
montanhas mais altas
da Península Ibérica:
• Afloramentos
montanhosos da
Península Ibérica
• Entre as principais
cordilheiras da
península Ibérica estão
a cordilheira Bética
(subdivide-se na
cordilheira Penibética e
cordilheira Subbética), a
cordilheira Cantábrica, o
sistema Central e o
sistema Ibérico
(Província de Burgos).
19
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
• Algumas das serras mais
representativas destas
cordilheiras ou isoladas
são: serra Nevada, serra
de Guadarrama, serra
Morena, picos de Europa,
serra de Gredos, La
Serrota, serra de
Guadarrama, serra da
Estrela, serra do Larouco,
serra da Peneda, serra do
Gerês
20
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
• Serra do Soajo, serra do
Marão, serra de
Montesinho, serra de
Bornes, serra da
Nogueira, serra de
Leomil, serra do
Caramulo, serra da
Marofa, serra de Gata,
serra da Gardunha, serra
da Lousã, serra de Alvelos
ou serra de São Mamede.
21
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
22
O relevo português completa-se
com uma franja de planícies
litorais, realçando-se três grandes
conjuntos: a planície da Beira
Litoral formada pelas planícies
aluviais do Vouga e Mondego, a
planície do Algarve e as planícies
aluviais do Tejo e do Sado.
23
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
Serra de Leomil, Moimenta da Beira
Os arquipélagos dos Açores e
Madeira têm origem vulcânica e
contam com um relevo
acidentado.
24
Património Cultural e Paisagístico Português
Serras de Portugal
pico do areeiro, Madeira
Nos Açores as costas marítimas
são abruptas e rochosas, ao
passo que a região interior é
extremamente montanhosa,
atingindo-se aqui a altitude
máxima de Portugal no Pico, com
2351 metros.
25
Serras de Portugal
montanha do pico
Património Cultural e Paisagístico Português
A Madeira caracteriza-se por ter
uma elevada cadeia montanhosa
na parte central da ilha.
26
Serras de Portugal
pico das torres, Madeira
Património Cultural e Paisagístico Português
A forma de relevo de Portugal e
Continental e das ilhas, a
riqueza hidrográfica do nosso
país, assim como a sua
localização geográfica, na parte
ocidental sul do continente
europeu, transformam o clima
sentido nas diversas regiões
27
Serras de Portugal
Serra do Caramulo
Património Cultural e Paisagístico Português
Portugal continental apresenta
um clima temperado
mediterrânico. À medida que se
progride para o Norte do País, o
clima apresenta-se mais húmido,
as temperaturas mais baixas no
inverno e mais suaves no verão,
tornando-se assim mais evidente
a influência marítima.
28
Serras de Portugal
Serra de S. Macário, S. Pedro do
Sul
Património Cultural e Paisagístico Português
As diferenças entre o Litoral e o
Interior traduzem-se num
progressivo aumento da secura
com o maior afastamento do mar
e, ao mesmo tempo, num maior
contraste entre as temperaturas
do verão e do inverno.
29
Serras de Portugal
Serra da Falperra, Vila Real
Património Cultural e Paisagístico Português
A influência do relevo nas
variações climáticas corresponde
a um acréscimo da precipitação,
mesmo no Interior, devido ao
efeito de barreira que acentua as
diferenças térmicas e de
precipitação e ainda à
moderação das temperaturas no
verão e ao seu maior rigor no
inverno.
30
Serras de Portugal
Serra do Alvão
Património Cultural e Paisagístico Português
Nas áreas insulares, a ilha da
Madeira apresenta na vertente
norte um clima oceânico
(bastante pluviosidade, sem
período seco) e na vertente sul
um clima subtropical (mais
quente e menos chuvoso). O
mesmo acontece com a ilha de
Porto Santo.
31
Serras de Portugal
Pico Ruivo, Madeira
Património Cultural e Paisagístico Português
Os Açores registam nas ilhas
todas do arquipélago
características do clima
temperado marítimo
(temperaturas amenas e
precipitação elevada e
relativamente distribuída ao
longo do ano).
32
Serras de Portugal
Serra de Santa Bárbara, Ilha Terceira
Património Cultural e Paisagístico Português
Nestas áreas insulares o relevo
tem um papel fundamental, pois
são as áreas de maior
pluviosidade.
33
Serras de Portugal
montanha do pico
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Norte
Serra do Gerês
Serra do Larouco
Serra de Montesinho
Serra da Peneda
Serra do Marão
Serra do Soajo
Serra de Montemuro
Serra Amarela
34
Serras de Portugal
Serra do Soajo
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Norte
Serra da Nogueira
Serra da Nogueira
Serra da Cabreira
Serra do Alvão
Serra do Barroso
Serra da Coroa
Serra de Bornes
Serra da Padrela
35
Serras de Portugal
Serra da Cabreira
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Norte
Serra da Falperra
Serra da Freita
Serra de Mairos
Serra de Santa Comba
Serra de Mogadouro
Serra do Reboredo
Serra de Corno de Bico
Serra de Arga
36
Serras de Portugal
Serra de Arga
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Norte
Serra de Oural
Serra da Agrela
Serra de São Tiago
Serra de Valongo
37
Serras de Portugal
Serra de Valongo
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Centro
Serra da Estrela
Serra do Açor
Serra da Gardunha
Serra de Bigorne
Serra da Lousã
Serra do Vidual
Serra da Arada
Serra da Gralheira
38
Serras de Portugal
Serra da Estrela
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Centro
Serra da Malcata
Serra do Caramulo
Serra da Coelheira
Serra de São Macário
Serra de Leomil
Serra do Pisco
39
Serras de Portugal
Serra do Pisco, distrito da Guarda
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Centro
Serra da Marofa
Serra de S. Lourenço
Serra da Lapa
Serra do Moradal
Serra do Arestal
Serra de Aire
40
Serras de Portugal
Serra de Aire
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Centro
Serra de Alvaiázere
Serra dos Candeeiros
Serra de Ansião
Serra da Melriça
Serra do Sicó
41
Serras de Portugal
Serra do Sicó, Condeixa
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Centro
Serra do Buçaco
Serra do Rabaçal
Serra de Monte Figo
Serra da Boa Viagem
42
Serras de Portugal
Serra do Rabaçal, Soure
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Lisboa
Serra de Montejunto
Serra de Sintra
Serra da Arrábida
43
Serras de Portugal
Serra de Montejunto
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Alentejo
Serra de São Mamede
Serra de Marvão
Serra de Ossa
Serra da Adiça
Serra de Monfurado
Serra de Portel
44
Serras de Portugal
Serra de Ossa, Estremoz
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Alentejo
Serra de Arraiolos
Serra de Grândola
Serra do Cercal
45
Serras de Portugal
Serra do Cercal, Odemira
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Algarve
Serra de Monchique
Serra do Caldeirão
Cabeço de Montachique
Serra de Espinhaço de Cão
46
Serras de Portugal
Serra de Espinhaço de Cão
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Açores
Serra do Pico
Serra de Santa Bárbara (Ilha
Terceira)
47
Serras de Portugal
montanha do pico
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por região
Região Madeira
Pico Ruivo
Pico das Torres
Pico do Areeiro
48Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Pico Ruivo
Distribuição das Serras por
Altitude
49
Serras de Portugal
Património Cultural e Paisagístico Português
Distribuição das Serras por
Altitude
50Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Montanha do Pico,
Açores
A Montanha do Pico é
um estratovulcão que,
com 2351 m de
altitude, constitui a
mais alta montanha
de Portugal.
51Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Montanha do Pico, Açores
A sua altitude é mais do dobro da
de qualquer outra montanha dos
Açores. É também o ponto mais
alto da dorsal meso-atlântica,
embora existam pontos mais
altos em ilhas atlânticas, mas fora
da dorsal.
52
Serras de Portugal
Património Cultural e Paisagístico Português
Montanha do Pico, Açores
Medido a partir da zona abissal
contígua, o edifício vulcânico tem
quase 5000 m de altura, quase
metade submersa sob as águas
do oceano Atlântico.
53Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Descrição
No cimo da montanha que constitui a
parte ocidental da ilha do Pico,
localiza-se a cratera do vulcão
propriamente dito e dentro dessa
cratera, numa erupção recente do
ponto de vista geológico surgiu outra
elevação de menor dimensão a que foi
dado o nome de Pico Pequeno ou
Piquinho, com cerca de 70 metros de
altura.
54
Serras de Portugal
Património Cultural e Paisagístico Português
Descrição
Na base desta segunda elevação
emanam fumarolas vulcânicas
com forte teor de enxofre.
55Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Descrição
A cratera apresenta-se
sensivelmente arredondada,
tendo cerca de 700 m de
perímetro por uma profundidade
medida a partir dos bordos de
cerca de 30 metros.
56Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Descrição
A Montanha do Pico foi primeiramente
classificada como reserva em março de
1972 para e por diploma datado de 12
de Maio de 1982 lhe ser atribuído o
estatuto de Reserva Natural da
Montanha do Pico pelo Decreto
Regional 15/82/A que abarca uma área
de aproximadamente 1500 hectares
integrando a parte superior do vulcão
e desenvolvendo-se a partir dos 1200
m até ao ponto mais alto da ilha.
57Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Descrição
O Vulcão do Pico é muito recente
(aproximadamente 750 mil anos
de idade), entrando em atividade
pela última vez no seu flanco
sueste (São João) no século XVIII.
58
Serras de Portugal
Património Cultural e Paisagístico Português
Descrição
É escalável por trilhos marcados
ou por serviço de um guia. Foi
considerado passeio pedestre
apesar de ser algo difícil devido
às diversas condições
meteorológicas que podem
causar com que pessoas "novas"
à montanha se percam do trilho
marcado.
59Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Descrição
Na parte mais baixa das suas
encostas encontra-se a Paisagem
da Cultura da Vinha da Ilha do
Pico, classificada pela UNESCO
como património mundial.
60Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Descrição
A montanha do Pico alberga uma flora
de grande diversidade e raridade,
incluindo espécies endémicas no
arquipélago, bem descrita nas obras de
Rui Teles Palhinha, Pierre Allorge, Ilídio
Botelho Gonçalves e outros
investigadores que ali herborizaram,
contribuindo grandemente para a
riqueza da flora e mesmo da fauna das
florestas da laurissilva de altitude
típicas da Macaronésia.
61Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
62
Macaronésia é um nome moderno
para designar os vários grupos de ilhas
no Atlântico Norte, perto da Europa e
da África, e mais uma extensa faixa
costeira do Noroeste da África,
fronteira a esses grupos de ilhas, que
se estende desde Marrocos até ao
Senegal.
63Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
O nome é originário do grego
(μακάρων = feliz, afortunado; e νῆσοι =
ilhas) para "ilhas abençoadas" ou "ilhas
afortunadas", termo utilizado pelos
antigos geógrafos para as ilhas a oeste
do estreito de Gibraltar.
64Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
A Macaronésia é composta por quatro
arquipélagos:
Açores, (República Portuguesa)
Madeira, incluindo as Ilhas Selvagens
(República Portuguesa)
Canárias, (Reino de Espanha)
Cabo Verde, (República de Cabo Verde)
65Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Estas ilhas isoladas têm biogeografias
únicas no mundo. A maioria dos seres
vivos endémicos estão em risco de
extinção ou extintos.
66Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Descrição
A paisagem que circunda a
montanha é muito variada e
estratificada em altitude. Desde
o ponto mais alto que no Inverno
fica coberto de neve e onde a
vegetação é muito escassa,
resumindo-se a líquenes e outras
entidades do mesmo nível
trófico.
67
Serras de Portugal
Património Cultural e Paisagístico Português
O nível trófico é o nível de
nutrição a que pertence um
indivíduo ou uma espécie, que
indica a passagem de energia
entre os seres vivos num
ecossistema.
Existem três níveis tróficos
principais:
Produtores (autotrofia);
Consumidores; Decompositores
68Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
69
Descrição
À medida que se desce a
montanha a terra praticamente
nua de vegetação começa
lentamente a dar lugar a
vegetação de maior nível trófico
e rapidamente a pastagens de
altitude, locais onde o gado,
principalmente bovino, é
pastoreado com um carácter
predominantemente extensivo
70Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Descrição
Por volta dos 1500
metros de altitude
inicia-se uma
cobertura vegetal de
carácter arbóreo
71Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Descrição
Já na zona de pastagem surgem
várias lagoas como é o caso da
Lagoa do Capitão, situada no
planalto interior, ou a Lagoa do
Caiado, situada esta no planalto
central e integrada num núcleo
de lagoas de várias dimensões.
72Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Descrição
É de salientar que a vegetação
predominante destes locais
apresentar um povoamento
dominado pela vegetação
endémica da floresta laurissilva
como nos contrafortes da própria
montanha.
73
Serras de Portugal
Património Cultural e Paisagístico Português
Descrição
A proteção a toda esta biodiversidade,
tanto do ponto da vista da flora como da
fauna e mesmo da própria litosfera, onde
predominam abundantes correntes de lava
basáltica por entre gigantescas correntes de
bagacina cuja cor é preta na sua grande
maioria, levou à aumentar o nível de
proteção já existente (Reserva Natural da
Montanha do Pico) com a criação da
Reserva Natural do Pico, e mais tarde a
criação do Parque Natural da Montanha do
Pico.
74Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Geomorfologia
A Montanha do Pico apresenta-se como
um vulcão geologicamente recente,
constituído por correntes de lava, onde
se encontram abundantes basaltos e
matérias de projeção onde se destacam
abundantes bagacinas
(Bagacina ou lapilli é a designação dada
aos piroclastos com dimensão máxima
entre os 2 e os 64 mm) na sua grande
maioria de cor preta.
75Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
As vertentes da Montanha do
Pico apresentam declives muito
acentuados que no cimo da
montanha terminam nos bordos
desmantelados da caldeira
vulcânica, local de onde tem
origem o cone do Pico Pequeno
ou Piquinho.
76Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Sendo que o sopé da montanha
termina no planalto central da
ilha excluindo o local da Ponta da
Faca, no concelho da Madalena,
próximo ao Farol da Ponta da
Faca, sitio onde se pode afirmar
que a montanha encontra o mar.
77
Serras de Portugal
Património Cultural e Paisagístico Português
Termina neste em poderosas
correntes de lavas basálticas que
formam baías e promontórios.
Na orla costeira basáltica surgem
com alguma frequência grutas de
erosão devido à abrasão marinha
bem como bocas de túneis de
lava.
78Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos
Serras de Portugal
Nas vertentes altas da montanha
existem abundantes areias e
formações vulcânicas de grande
aparato, como são os Algares
(pequenas cavidades no solo), os
hornitos (são pequenas chaminés
empurradas para cima por um fluxo
de lava subjacente nos vulcões), vales
cavados e de fortes vertentes,
cavernas.
79
Serras de Portugal
Lista completa das montanhas de Portugal
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Património Cultural Português - Serras de Portugal - Artur Filipe dos Santos

  • 1. 1 As Serras de Portugal Principais núcleos montanhosos da Península Ibérica Artur Filipe dos Santos - artur.filipe@uvigo.es Cadeira de PATRIMÓNIO CULTURAL PORTUGUÊS Professor Doutor Artur Filipe dos Santos
  • 2. Apesar de Portugal não ser um país especialmente acidentado, o certo é que planícies só no Alentejo. Por todo o país existem serras com belezas naturais de tirar a respiração e que caracterizam a paisagem de muitas regiões. 2 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal Serra de Montesinho
  • 3. Apesar de as serras se concentrarem maioritariamente no norte e centro de Portugal, pode-se verificar que se encontram distribuídas um pouco por todo o país. 3Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 4. Com origens distintas, cada uma delas é detentora de grande beleza, albergando no seu interior uma grande biodiversidade e por isso vale a pena serem exploradas e valorizadas. 4 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal
  • 5. 5
  • 6. O relevo de Portugal apresenta uma grande diversidade de formas. A norte do rio Tejo, apresenta-se muito acidentado, com exceção das planícies litorais, e com uma altitude média superior a 400 metros, recortado por vales encaixados e rios com caudais significativos. 6 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal Serra Amarela, Minho
  • 7. Por sua vez, a sul do Tejo o relevo é suavemente ondulado, com altitudes fracas, onde predominam as planícies. 7 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal Serra de Monchique, Algarve
  • 8. As serras com maior altitude estão situadas a norte do Tejo, destacando-se as serras da Estrela (1991 m), Gerês (1508 m), Marão (1416 m), Montemuro (1381 m) e Caramulo (1075 m). 8 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal Serra de Corno de Bico, local Onde nasce o Rio Coura Afluente do Minho
  • 9. A sul do Tejo, salientam-se as serras de S. Mamede (1025 m), Monchique (902 m) e Caldeirão (577 m). 9 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal serra de s. mamede
  • 10. A serra da Estrela é a mais alta montanha de Portugal continental. 10 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal
  • 12. A Montanha do Pico, um estratovulcão que, com 2 351 metros de altitude, constitui a mais alta montanha de Portugal. Fica na ilha do Pico, nos Açores. 12 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal
  • 13. Porém, mesmo a MONTANHA DA Ilha do Pico fica aquém da montanha mais alta da Península Ibérica. 13 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal
  • 14. O Mulhacén é a mais alta montanha da Espanha continental e da Península Ibérica. É o ponto mais elevado da Serra Nevada na Cordilheira Penibética e atinge os 3 478,6 metros de altitude. 14 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal
  • 15. Localiza-se no Parque Natural da Serra Nevada, no sul da Península Ibérica. 15 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal
  • 16. Deve o seu nome a Mulei Abul Hassan, conhecido pelos Castelhanos como Mulhacén, o antepenúltimo rei mouro de Granada (r. 1464–1485), que de acordo com uma lenda está sepultado no topo. 16 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal
  • 17. 17
  • 18. • Mulhacén (3478 m, Serra Nevada ) • Torrecerredo, (2648 m, Picos da Europa) • Pico Almançor (2592 m, Serra de Gredos, Sistema Central Ibérico 18 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal • Lista das três montanhas mais altas da Península Ibérica:
  • 19. • Afloramentos montanhosos da Península Ibérica • Entre as principais cordilheiras da península Ibérica estão a cordilheira Bética (subdivide-se na cordilheira Penibética e cordilheira Subbética), a cordilheira Cantábrica, o sistema Central e o sistema Ibérico (Província de Burgos). 19 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal
  • 20. • Algumas das serras mais representativas destas cordilheiras ou isoladas são: serra Nevada, serra de Guadarrama, serra Morena, picos de Europa, serra de Gredos, La Serrota, serra de Guadarrama, serra da Estrela, serra do Larouco, serra da Peneda, serra do Gerês 20 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal
  • 21. • Serra do Soajo, serra do Marão, serra de Montesinho, serra de Bornes, serra da Nogueira, serra de Leomil, serra do Caramulo, serra da Marofa, serra de Gata, serra da Gardunha, serra da Lousã, serra de Alvelos ou serra de São Mamede. 21 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal
  • 22. 22
  • 23. O relevo português completa-se com uma franja de planícies litorais, realçando-se três grandes conjuntos: a planície da Beira Litoral formada pelas planícies aluviais do Vouga e Mondego, a planície do Algarve e as planícies aluviais do Tejo e do Sado. 23 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal Serra de Leomil, Moimenta da Beira
  • 24. Os arquipélagos dos Açores e Madeira têm origem vulcânica e contam com um relevo acidentado. 24 Património Cultural e Paisagístico Português Serras de Portugal pico do areeiro, Madeira
  • 25. Nos Açores as costas marítimas são abruptas e rochosas, ao passo que a região interior é extremamente montanhosa, atingindo-se aqui a altitude máxima de Portugal no Pico, com 2351 metros. 25 Serras de Portugal montanha do pico Património Cultural e Paisagístico Português
  • 26. A Madeira caracteriza-se por ter uma elevada cadeia montanhosa na parte central da ilha. 26 Serras de Portugal pico das torres, Madeira Património Cultural e Paisagístico Português
  • 27. A forma de relevo de Portugal e Continental e das ilhas, a riqueza hidrográfica do nosso país, assim como a sua localização geográfica, na parte ocidental sul do continente europeu, transformam o clima sentido nas diversas regiões 27 Serras de Portugal Serra do Caramulo Património Cultural e Paisagístico Português
  • 28. Portugal continental apresenta um clima temperado mediterrânico. À medida que se progride para o Norte do País, o clima apresenta-se mais húmido, as temperaturas mais baixas no inverno e mais suaves no verão, tornando-se assim mais evidente a influência marítima. 28 Serras de Portugal Serra de S. Macário, S. Pedro do Sul Património Cultural e Paisagístico Português
  • 29. As diferenças entre o Litoral e o Interior traduzem-se num progressivo aumento da secura com o maior afastamento do mar e, ao mesmo tempo, num maior contraste entre as temperaturas do verão e do inverno. 29 Serras de Portugal Serra da Falperra, Vila Real Património Cultural e Paisagístico Português
  • 30. A influência do relevo nas variações climáticas corresponde a um acréscimo da precipitação, mesmo no Interior, devido ao efeito de barreira que acentua as diferenças térmicas e de precipitação e ainda à moderação das temperaturas no verão e ao seu maior rigor no inverno. 30 Serras de Portugal Serra do Alvão Património Cultural e Paisagístico Português
  • 31. Nas áreas insulares, a ilha da Madeira apresenta na vertente norte um clima oceânico (bastante pluviosidade, sem período seco) e na vertente sul um clima subtropical (mais quente e menos chuvoso). O mesmo acontece com a ilha de Porto Santo. 31 Serras de Portugal Pico Ruivo, Madeira Património Cultural e Paisagístico Português
  • 32. Os Açores registam nas ilhas todas do arquipélago características do clima temperado marítimo (temperaturas amenas e precipitação elevada e relativamente distribuída ao longo do ano). 32 Serras de Portugal Serra de Santa Bárbara, Ilha Terceira Património Cultural e Paisagístico Português
  • 33. Nestas áreas insulares o relevo tem um papel fundamental, pois são as áreas de maior pluviosidade. 33 Serras de Portugal montanha do pico Património Cultural e Paisagístico Português
  • 34. Distribuição das Serras por região Região Norte Serra do Gerês Serra do Larouco Serra de Montesinho Serra da Peneda Serra do Marão Serra do Soajo Serra de Montemuro Serra Amarela 34 Serras de Portugal Serra do Soajo Património Cultural e Paisagístico Português
  • 35. Distribuição das Serras por região Região Norte Serra da Nogueira Serra da Nogueira Serra da Cabreira Serra do Alvão Serra do Barroso Serra da Coroa Serra de Bornes Serra da Padrela 35 Serras de Portugal Serra da Cabreira Património Cultural e Paisagístico Português
  • 36. Distribuição das Serras por região Região Norte Serra da Falperra Serra da Freita Serra de Mairos Serra de Santa Comba Serra de Mogadouro Serra do Reboredo Serra de Corno de Bico Serra de Arga 36 Serras de Portugal Serra de Arga Património Cultural e Paisagístico Português
  • 37. Distribuição das Serras por região Região Norte Serra de Oural Serra da Agrela Serra de São Tiago Serra de Valongo 37 Serras de Portugal Serra de Valongo Património Cultural e Paisagístico Português
  • 38. Distribuição das Serras por região Região Centro Serra da Estrela Serra do Açor Serra da Gardunha Serra de Bigorne Serra da Lousã Serra do Vidual Serra da Arada Serra da Gralheira 38 Serras de Portugal Serra da Estrela Património Cultural e Paisagístico Português
  • 39. Distribuição das Serras por região Região Centro Serra da Malcata Serra do Caramulo Serra da Coelheira Serra de São Macário Serra de Leomil Serra do Pisco 39 Serras de Portugal Serra do Pisco, distrito da Guarda Património Cultural e Paisagístico Português
  • 40. Distribuição das Serras por região Região Centro Serra da Marofa Serra de S. Lourenço Serra da Lapa Serra do Moradal Serra do Arestal Serra de Aire 40 Serras de Portugal Serra de Aire Património Cultural e Paisagístico Português
  • 41. Distribuição das Serras por região Região Centro Serra de Alvaiázere Serra dos Candeeiros Serra de Ansião Serra da Melriça Serra do Sicó 41 Serras de Portugal Serra do Sicó, Condeixa Património Cultural e Paisagístico Português
  • 42. Distribuição das Serras por região Região Centro Serra do Buçaco Serra do Rabaçal Serra de Monte Figo Serra da Boa Viagem 42 Serras de Portugal Serra do Rabaçal, Soure Património Cultural e Paisagístico Português
  • 43. Distribuição das Serras por região Região Lisboa Serra de Montejunto Serra de Sintra Serra da Arrábida 43 Serras de Portugal Serra de Montejunto Património Cultural e Paisagístico Português
  • 44. Distribuição das Serras por região Região Alentejo Serra de São Mamede Serra de Marvão Serra de Ossa Serra da Adiça Serra de Monfurado Serra de Portel 44 Serras de Portugal Serra de Ossa, Estremoz Património Cultural e Paisagístico Português
  • 45. Distribuição das Serras por região Região Alentejo Serra de Arraiolos Serra de Grândola Serra do Cercal 45 Serras de Portugal Serra do Cercal, Odemira Património Cultural e Paisagístico Português
  • 46. Distribuição das Serras por região Região Algarve Serra de Monchique Serra do Caldeirão Cabeço de Montachique Serra de Espinhaço de Cão 46 Serras de Portugal Serra de Espinhaço de Cão Património Cultural e Paisagístico Português
  • 47. Distribuição das Serras por região Região Açores Serra do Pico Serra de Santa Bárbara (Ilha Terceira) 47 Serras de Portugal montanha do pico Património Cultural e Paisagístico Português
  • 48. Distribuição das Serras por região Região Madeira Pico Ruivo Pico das Torres Pico do Areeiro 48Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal Pico Ruivo
  • 49. Distribuição das Serras por Altitude 49 Serras de Portugal Património Cultural e Paisagístico Português
  • 50. Distribuição das Serras por Altitude 50Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 51. Montanha do Pico, Açores A Montanha do Pico é um estratovulcão que, com 2351 m de altitude, constitui a mais alta montanha de Portugal. 51Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 52. Montanha do Pico, Açores A sua altitude é mais do dobro da de qualquer outra montanha dos Açores. É também o ponto mais alto da dorsal meso-atlântica, embora existam pontos mais altos em ilhas atlânticas, mas fora da dorsal. 52 Serras de Portugal Património Cultural e Paisagístico Português
  • 53. Montanha do Pico, Açores Medido a partir da zona abissal contígua, o edifício vulcânico tem quase 5000 m de altura, quase metade submersa sob as águas do oceano Atlântico. 53Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 54. Descrição No cimo da montanha que constitui a parte ocidental da ilha do Pico, localiza-se a cratera do vulcão propriamente dito e dentro dessa cratera, numa erupção recente do ponto de vista geológico surgiu outra elevação de menor dimensão a que foi dado o nome de Pico Pequeno ou Piquinho, com cerca de 70 metros de altura. 54 Serras de Portugal Património Cultural e Paisagístico Português
  • 55. Descrição Na base desta segunda elevação emanam fumarolas vulcânicas com forte teor de enxofre. 55Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 56. Descrição A cratera apresenta-se sensivelmente arredondada, tendo cerca de 700 m de perímetro por uma profundidade medida a partir dos bordos de cerca de 30 metros. 56Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 57. Descrição A Montanha do Pico foi primeiramente classificada como reserva em março de 1972 para e por diploma datado de 12 de Maio de 1982 lhe ser atribuído o estatuto de Reserva Natural da Montanha do Pico pelo Decreto Regional 15/82/A que abarca uma área de aproximadamente 1500 hectares integrando a parte superior do vulcão e desenvolvendo-se a partir dos 1200 m até ao ponto mais alto da ilha. 57Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 58. Descrição O Vulcão do Pico é muito recente (aproximadamente 750 mil anos de idade), entrando em atividade pela última vez no seu flanco sueste (São João) no século XVIII. 58 Serras de Portugal Património Cultural e Paisagístico Português
  • 59. Descrição É escalável por trilhos marcados ou por serviço de um guia. Foi considerado passeio pedestre apesar de ser algo difícil devido às diversas condições meteorológicas que podem causar com que pessoas "novas" à montanha se percam do trilho marcado. 59Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 60. Descrição Na parte mais baixa das suas encostas encontra-se a Paisagem da Cultura da Vinha da Ilha do Pico, classificada pela UNESCO como património mundial. 60Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 61. Descrição A montanha do Pico alberga uma flora de grande diversidade e raridade, incluindo espécies endémicas no arquipélago, bem descrita nas obras de Rui Teles Palhinha, Pierre Allorge, Ilídio Botelho Gonçalves e outros investigadores que ali herborizaram, contribuindo grandemente para a riqueza da flora e mesmo da fauna das florestas da laurissilva de altitude típicas da Macaronésia. 61Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 62. 62
  • 63. Macaronésia é um nome moderno para designar os vários grupos de ilhas no Atlântico Norte, perto da Europa e da África, e mais uma extensa faixa costeira do Noroeste da África, fronteira a esses grupos de ilhas, que se estende desde Marrocos até ao Senegal. 63Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 64. O nome é originário do grego (μακάρων = feliz, afortunado; e νῆσοι = ilhas) para "ilhas abençoadas" ou "ilhas afortunadas", termo utilizado pelos antigos geógrafos para as ilhas a oeste do estreito de Gibraltar. 64Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 65. A Macaronésia é composta por quatro arquipélagos: Açores, (República Portuguesa) Madeira, incluindo as Ilhas Selvagens (República Portuguesa) Canárias, (Reino de Espanha) Cabo Verde, (República de Cabo Verde) 65Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 66. Estas ilhas isoladas têm biogeografias únicas no mundo. A maioria dos seres vivos endémicos estão em risco de extinção ou extintos. 66Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 67. Descrição A paisagem que circunda a montanha é muito variada e estratificada em altitude. Desde o ponto mais alto que no Inverno fica coberto de neve e onde a vegetação é muito escassa, resumindo-se a líquenes e outras entidades do mesmo nível trófico. 67 Serras de Portugal Património Cultural e Paisagístico Português
  • 68. O nível trófico é o nível de nutrição a que pertence um indivíduo ou uma espécie, que indica a passagem de energia entre os seres vivos num ecossistema. Existem três níveis tróficos principais: Produtores (autotrofia); Consumidores; Decompositores 68Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 69. 69
  • 70. Descrição À medida que se desce a montanha a terra praticamente nua de vegetação começa lentamente a dar lugar a vegetação de maior nível trófico e rapidamente a pastagens de altitude, locais onde o gado, principalmente bovino, é pastoreado com um carácter predominantemente extensivo 70Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 71. Descrição Por volta dos 1500 metros de altitude inicia-se uma cobertura vegetal de carácter arbóreo 71Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 72. Descrição Já na zona de pastagem surgem várias lagoas como é o caso da Lagoa do Capitão, situada no planalto interior, ou a Lagoa do Caiado, situada esta no planalto central e integrada num núcleo de lagoas de várias dimensões. 72Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 73. Descrição É de salientar que a vegetação predominante destes locais apresentar um povoamento dominado pela vegetação endémica da floresta laurissilva como nos contrafortes da própria montanha. 73 Serras de Portugal Património Cultural e Paisagístico Português
  • 74. Descrição A proteção a toda esta biodiversidade, tanto do ponto da vista da flora como da fauna e mesmo da própria litosfera, onde predominam abundantes correntes de lava basáltica por entre gigantescas correntes de bagacina cuja cor é preta na sua grande maioria, levou à aumentar o nível de proteção já existente (Reserva Natural da Montanha do Pico) com a criação da Reserva Natural do Pico, e mais tarde a criação do Parque Natural da Montanha do Pico. 74Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 75. Geomorfologia A Montanha do Pico apresenta-se como um vulcão geologicamente recente, constituído por correntes de lava, onde se encontram abundantes basaltos e matérias de projeção onde se destacam abundantes bagacinas (Bagacina ou lapilli é a designação dada aos piroclastos com dimensão máxima entre os 2 e os 64 mm) na sua grande maioria de cor preta. 75Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 76. As vertentes da Montanha do Pico apresentam declives muito acentuados que no cimo da montanha terminam nos bordos desmantelados da caldeira vulcânica, local de onde tem origem o cone do Pico Pequeno ou Piquinho. 76Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 77. Sendo que o sopé da montanha termina no planalto central da ilha excluindo o local da Ponta da Faca, no concelho da Madalena, próximo ao Farol da Ponta da Faca, sitio onde se pode afirmar que a montanha encontra o mar. 77 Serras de Portugal Património Cultural e Paisagístico Português
  • 78. Termina neste em poderosas correntes de lavas basálticas que formam baías e promontórios. Na orla costeira basáltica surgem com alguma frequência grutas de erosão devido à abrasão marinha bem como bocas de túneis de lava. 78Património Cultural e Paisagístico Português - Artur Filipe dos Santos Serras de Portugal
  • 79. Nas vertentes altas da montanha existem abundantes areias e formações vulcânicas de grande aparato, como são os Algares (pequenas cavidades no solo), os hornitos (são pequenas chaminés empurradas para cima por um fluxo de lava subjacente nos vulcões), vales cavados e de fortes vertentes, cavernas. 79 Serras de Portugal Lista completa das montanhas de Portugal http://montanhasportugal.blogspot.pt/
  • 80. Artur Filipe dos Santos – Blogues e Redes Sociais www.arturfilipesantos.wix.com/arturfilipesantos https://www.facebook.com/arturfilipe.santos https://twitter.com/arturfilipesant https://politicsandflags.wordpress.com https://omeucaminhodesantiago.wordpress.com http://comunicacionpatrimoniomundial.blogia.com https://pt.linkedin.com/pub/artur-filipe-dos-santos/1a/aa9/b09 http://pt.slideshare.net/arturfilipesantos http://www.doyoubuzz.com/artur-filipe-dos-santos http://orcid.org/0000-0002-5635-0531 http://uvigo.academia.edu/ArturFilipedosSantos HASHTAGS: #arturfilipedossantos; #patrimoniomundial; #historiadoporto; #patrimoniocultural, #caminodesantiago; #patrimoniodahumanidade; #uscontemporanea; #vexilologia; #protocolo; #cerimonial Página Pessoal Facebook Twitter Wordpress Wordpress Blogia Linkedin Slideshare Doyobuzz ORCID Academia.edu
  • 81. 81 Grato pela sua atenção Artur Filipe dos Santos artur.filipe@uvigo.es www.arturfilipesantos.wix.com/arturfilipesantos