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Neocolonialismo
[object Object],[object Object],Neocolonialismo Entre os séculos XVI e XVII, o Velho Mundo voltou sua atenção à América, em busca de mercados fornecedores de produtos tropicais e metais preciosos.  ,[object Object],[object Object],[object Object]
[object Object],[object Object],Imperialismo Ou seja, o imperialismo não é, NECESSARIAMENTE, uma forma de política institucionalizada e acordada entre ambas as partes. Como exemplo pode-se falar da relação de dominação econômica dos EUA a diversos países do globo. A dominação pela força do capital é enquadrada no que se pode chamar de imperialismo!
Otto Von Bismarck, Líder alemão, organizou uma reunião de diversos países europeus, mais Turquia e EUA, para decidir regras para a “inevitável” ocupação  africana. Conferência de Berlim (1884-1885) Uma das regras, principais, para a efetivação jurídica da ocupação era a efetiva ocupação do território reclamado. Ou seja, algo similar ao que a história conhece como “UTI POSSIDETIS”. “ UTI POSSIDETIS” O princípio defendido dizia que uma determinada área pertence a quem realmente a ocupa.
A necessidade da ocupação acabou gerando: Conferência de Berlim (1884-1885) Guerras civis patrocinadas pelos europeus. Um grupo recebia o apoio (armas, dinheiro e, principalmente, promessas) para eliminar a oposição  Povos que tinham na palavra a honra, foram levados a fechar contratos em línguas que não conheciam. Acabaram entregando legalmente os respectivos países. As divisões geopolíticas das ocupações não levaram em consideração a divisão cultural e étnica dos povos locais.
 
Insatisfação
A partilha da Ásia segue os mesmos conceitos da africana. A Rússia era um dos países mais interessados na expansão territorial da Ásia, devido à proximidade com seu território. Em 1763, houve a ocupação inglesa na Índia, que até então estava sob o domínio da França.  Em 1763, houve a ocupação inglesa na Índia, que até então estava sob o domínio da França. 
Em 1858, os soldados indianos, chamados cipaios, recrutados pela Companhia das Índias Orientais, se revoltaram contra os ingleses. Os cipaios, formavam um exército bem mais numeroso que os oficiais britânicos presentes na Índia.  Os britânicos conseguiram acabar com a Companhia Britânica das Índias Orientais, e integrar a Índia no Império Britânico.
Guerra do Ópio (1839-1842 / 1856-1860) A Inglaterra (“Sra. Dos Mares) tinha um amplo domínio naval, mas comercialmente se refazia do “Bloqueio Continental”. A Índia estava sob o domínio da Inglaterra.  A China era extremamente fechada comercialmente. Contudo, um produto indiano interessava aos chineses: o ópio. A Inglaterra passa a comercializar o produto com a China.
Guerra do Ópio (1839-1842 / 1856-1860) O problema era que o comércio era ilegal (tráfico). Isso, gerava um lucro enorme para o fornecedor. Por outro lado, o uso do entorpecente aumentava cada vez mais. Muitas vezes, para isso, a droga era “cedida” para gerar a dependência. A economia da China sofre com a saída cada vez maior de moeda para pagar o “produto”. Tal situação faz com que o governo proíba o comércio de ópio.  A Inglaterra foi a maior atingida pela proibição.
Guerra do Ópio (1839-1842 / 1856-1860) Após diversos navios ingleses apreendidos e até afundados pelos chineses ao serem pegos traficando... Muitas toneladas do “produto” queimadas, após serem apreendidas... Do assassinato de um chinês por marinheiros ingleses... E a expulsão de diversos ingleses da China, por causa do ocorrido... A Inglaterra declara guerra à China!
Guerra do Ópio (Tratado de Nanquim) 5 portos são abertos ao comércio com a Inglaterra; Pagamento de indenização pela guerra; A ilha de Hong Kong passa às mãos da Inglaterra; Contudo, os Chefes locais chineses sabotam o máximo possível as transações comerciais.
Guerra do Ópio (Tratado de Tianjim) Mais 11 portos são abertos ao comércio com a Inglaterra; Garantia de livre circulação aos mercadores ingleses; Em 1900, mais de 50 portos estavam abertos aos ingleses e outros europeus... Hong Kong só volta ao domínio chinês em 1997.
Guerra dos Boxers (1899-1900) Um grupo (sociedade) secreto (a) iniciou uma perseguição aos cristãos e europeus alocados na China.  O fato só foi controlado pelo governo chinês com o auxílio de forças estrangeiras. Esse fato acabou por gerar mais presenças estrangeiras em território chinês, além de indenização e liberação de mais portos ao comércio externo.

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Partilha da Africa

  • 2.
  • 3.
  • 4. Otto Von Bismarck, Líder alemão, organizou uma reunião de diversos países europeus, mais Turquia e EUA, para decidir regras para a “inevitável” ocupação africana. Conferência de Berlim (1884-1885) Uma das regras, principais, para a efetivação jurídica da ocupação era a efetiva ocupação do território reclamado. Ou seja, algo similar ao que a história conhece como “UTI POSSIDETIS”. “ UTI POSSIDETIS” O princípio defendido dizia que uma determinada área pertence a quem realmente a ocupa.
  • 5. A necessidade da ocupação acabou gerando: Conferência de Berlim (1884-1885) Guerras civis patrocinadas pelos europeus. Um grupo recebia o apoio (armas, dinheiro e, principalmente, promessas) para eliminar a oposição Povos que tinham na palavra a honra, foram levados a fechar contratos em línguas que não conheciam. Acabaram entregando legalmente os respectivos países. As divisões geopolíticas das ocupações não levaram em consideração a divisão cultural e étnica dos povos locais.
  • 6.  
  • 8. A partilha da Ásia segue os mesmos conceitos da africana. A Rússia era um dos países mais interessados na expansão territorial da Ásia, devido à proximidade com seu território. Em 1763, houve a ocupação inglesa na Índia, que até então estava sob o domínio da França.  Em 1763, houve a ocupação inglesa na Índia, que até então estava sob o domínio da França. 
  • 9. Em 1858, os soldados indianos, chamados cipaios, recrutados pela Companhia das Índias Orientais, se revoltaram contra os ingleses. Os cipaios, formavam um exército bem mais numeroso que os oficiais britânicos presentes na Índia. Os britânicos conseguiram acabar com a Companhia Britânica das Índias Orientais, e integrar a Índia no Império Britânico.
  • 10. Guerra do Ópio (1839-1842 / 1856-1860) A Inglaterra (“Sra. Dos Mares) tinha um amplo domínio naval, mas comercialmente se refazia do “Bloqueio Continental”. A Índia estava sob o domínio da Inglaterra. A China era extremamente fechada comercialmente. Contudo, um produto indiano interessava aos chineses: o ópio. A Inglaterra passa a comercializar o produto com a China.
  • 11. Guerra do Ópio (1839-1842 / 1856-1860) O problema era que o comércio era ilegal (tráfico). Isso, gerava um lucro enorme para o fornecedor. Por outro lado, o uso do entorpecente aumentava cada vez mais. Muitas vezes, para isso, a droga era “cedida” para gerar a dependência. A economia da China sofre com a saída cada vez maior de moeda para pagar o “produto”. Tal situação faz com que o governo proíba o comércio de ópio. A Inglaterra foi a maior atingida pela proibição.
  • 12. Guerra do Ópio (1839-1842 / 1856-1860) Após diversos navios ingleses apreendidos e até afundados pelos chineses ao serem pegos traficando... Muitas toneladas do “produto” queimadas, após serem apreendidas... Do assassinato de um chinês por marinheiros ingleses... E a expulsão de diversos ingleses da China, por causa do ocorrido... A Inglaterra declara guerra à China!
  • 13. Guerra do Ópio (Tratado de Nanquim) 5 portos são abertos ao comércio com a Inglaterra; Pagamento de indenização pela guerra; A ilha de Hong Kong passa às mãos da Inglaterra; Contudo, os Chefes locais chineses sabotam o máximo possível as transações comerciais.
  • 14. Guerra do Ópio (Tratado de Tianjim) Mais 11 portos são abertos ao comércio com a Inglaterra; Garantia de livre circulação aos mercadores ingleses; Em 1900, mais de 50 portos estavam abertos aos ingleses e outros europeus... Hong Kong só volta ao domínio chinês em 1997.
  • 15. Guerra dos Boxers (1899-1900) Um grupo (sociedade) secreto (a) iniciou uma perseguição aos cristãos e europeus alocados na China. O fato só foi controlado pelo governo chinês com o auxílio de forças estrangeiras. Esse fato acabou por gerar mais presenças estrangeiras em território chinês, além de indenização e liberação de mais portos ao comércio externo.