Pare de estimar e comece a previsibilizar!
https://app.flowpace.com/
Não estime
• Ao invés de produzir algo de valor, você
está desperdiçando seu tempo
• Apesar de tudo, não existe razão ou fato
lógico-matemático que nos leve a crer
que, se a história A é mais complexa do
que a história B então certamente a
história A tomará mais tempo para
terminar do que a história B.
https://rodrigoalmeidadeoliveira.wordpress.com/2018/09/18/estimar-ou-nao-estimar/
E não apenas um pouco errado.
Muito errado
Vejamos
Saiba quantos dados precisamos prever
Amostragem
Uma maneira de usar os dados que temos
para fazer predições e previsões
Ela ajuda a descobrir a faixa de valores
possíveis de forma rápida e confiável
Com que rapidez descobrimos um intervalo de valores
por amostragem?
Por quê? Qual a velocidade que obtemos a contagem
de estórias, o tamanho da história, a velocidade, o
rendimento, o tempo de ciclo, e que nos deixa
confiantes de estarmos com as estimativas corretas?
Menor
amostra até
agora
Máximo atual
Minimo atual
Maior amostra
até agora
Q. Em média, qual é a chance da 4ª
amostra estar entre a faixa vista após 3
amostras aleatórias?
(sem duplicatas, distribuição uniforme)?
A. ?1
2
3
4
Menor amostra
até agora
Máximo atual
Minimo atual
Maior amostra
até agora
Q. Em média, qual é a chance da 4ª
amostra estar entre a faixa vista após 3
amostras aleatórias? (sem duplicatas,
distribuição uniforme)
A. ?1
2
3
4
25%
25%
25% de chance de ser maior
que a anterior mais alta
25% de chance de ser menor
que a anterior mais baixa
Menor
amostra até
agora
Máximo atual
Minimo atual
Maior amostra
até agora
Q. Em média, qual é a chance da 4ª
amostra estar entre a faixa vista após 3
amostras aleatórias? (sem duplicatas,
distribuição uniforme)
A. ?1
2
3
4
25%
25%
25% de chance de ser maior
que a anterior mais alta
25% de chance de ser menor
que a anterior mais baixa
A. 50%
% = (n – 1)/(n+1)
% = (3-1)/(3+1)
% = 2/4 = 1/2
% = 0.5
13
Máximo atual
Minimo atual
8,5% de chance de ser
maior que a anterior mais
alta
8,5% de chance de ser
menor que a anterior
mais baixa
Maior amostra
até agora
Menor amostra
até agora
Q. Em média, qual é a chance da 12ª
amostra estar entre o intervalo visto
após 11 amostras aleatórias?
(sem duplicatas, distribuição uniforme)
A. 83%
% = (n-1)/(n+1)
% = (11-1)/(11+1)
% = 0.833
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
Intervalos de Previsão
• "N" = número de amostras anteriores
• % chance da próxima amostra no intervalo
anterior para contagem de amostra anterior
n (n-1)/(n+1) n (n-1)/(n+1)
2 33% 16 88%
3 50% 17 89%
4 60% 18 89%
5 67% 19 90%
6 71% 20 90%
7 75% 21 91%
8 78% 22 91%
9 80% 23 92%
10 82% 24 92%
11 83% 25 92%
12 85% 26 93%
13 86% 27 93%
14 87% 28 93%
15 88% 29 93%
30 94%
0.0%
20.0%
40.0%
60.0%
80.0%
100.0%
120.0%
1
7
13
19
25
31
37
43
49
55
61
67
73
79
85
91
97
Limite de amostras
(1 - (1 / n – 1)) (n-1)/(n+1)
Quanto tempo você
leva para chegar ao
trabalho de manhã?
depende...
AQUI TEM UMA
VAGA!
AQUI TEM UMA
VAGA!
Métricas nas Práticas Kanban
1.Visualize
2.Limit WIP
3.Gerencie o fluxo
4.Torne as políticas explicitas
5.Implementar loops de feedback
6. Melhorar Colaborativamente, Evoluir
Experimentalmente
(usando modelos / método científico)
Métricas nas Práticas Kanban
1.Visualize
2.Limit WIP
3.Gerencie o fluxo
4.Torne as políticas explicitas
5.Implementar loops de feedback
6. Melhorar Colaborativamente, Evoluir
Experimentalmente
(usando modelos / método científico)
As métricas podem ajudar você a
entender melhor sua demanda e
capacidade
“Quando uma medida se torna um alvo,
ela deixa de ser uma boa medida.”
Lei de Goodhart
https://www.slideshare.net/azheglov/lead-time-what-we-know-about-it
50º percentil:
9 dias ou menos
70º percentil:
15 dias ou menos
85º percentil: 26 dias
ou menos
95º percentil:
37 dias ou menos
Powered by
Percentis e intervalo de confiança
• Faixa de valores possíveis para a magnitude (risco relativo) real do efeito.
• Temos X% de chance do intervalo conter o verdadeiro valor da média populacional.
• Em vez de estimar o parâmetro por um único valor, é dado um intervalo de
estimativas prováveis.
https://connected-knowledge.com/page/4/
Não ignore as caudas longas
https://connected-knowledge.com/page/4/
Alexy Zheglov
@az1Eu
Lean, poucas dependências
• Maior contagem de itens de trabalho
• Itens de trabalho mais granulares
• Menor WIP
• Equipe Auto-Suficiente
• Impedimentos Internos
• Faça: automação
• Faça: Eficiência de Tarefa
Sprint, muitas dependências
• Menor contagem de itens de trabalho
• Itens de trabalho mais pesados
• Maior WIP
• Dependências Externas
• Impedimentos Externos
• Faça: colapso de equipes
• Faça: análise de impedimento
85º dos itens gastam até 28 dias ou
menos para serem finalizados
Powered by
A medição do tempo de entrega não pode ser
separada da compreensão do ponto de
compromisso
Lei de Goodhart
Corolário
https://www.slideshare.net/azheglov/lead-time-what-we-know-about-it
Simulação de Monte Carlo
Simulação de Monte Carlo
Um primeiro exemplo...
Determinando o valor de 𝜋 a partir de simulações estatísticas.
–Imagine um alvo (de raio 1) inscrito em um quadro (de lado 2).
–A ideia é atirar, aleatoriamente, um grande número de dardos e contabilizar quantos
caem dentro do alvo.
–O valor de 𝜋 pode ser aproximado pela razão entre as áreas das figuras ou, de forma
equivalente, pelo número de dardos que caem em uma ou outra região.
–Quanto maior o número de pontos, melhor a aproximação.
Simulação de Monte Carlo
Integração numérica
Determinando o valor de 𝜋 a partir de simulações estatísticas.
Na verdade, o método pode ser aplicado para qualquer problema de
integração numérica...
– Seja 𝐴 a área do retângulo que envolve a região de integração de interesse:
Simulação de Monte Carlo
Quando este processo é realizado com uma grande
massa de dados e por milhares de vezes, os valores
obtidos guardam uma estreita semelhança com os valores
reais no que se refere a variáveis randômicas.
Método de Monte Carlo
Teoria das Filas
“O número médio de itens de trabalho em um sistema estável é
igual à taxa de conclusão média, multiplicada pelo tempo médio
no sistema.”
John Little, 1961
Lead time =
𝑊𝐼𝑃
𝑇ℎ𝑟𝑜𝑢𝑔ℎ𝑝𝑢𝑡
42
Teoria das Filas
• Wait Time + Touch Time = Lead Time
• WIP = Lead Time x Throughput
• Lead Time = WIP / Throughput
• Throughput = WIP / Lead Time
Teoria das Filas
Teoria das Restrições
A Meta (Eliyahu Goldratt)
O processo tem a velocidade do seus
gargalos.
Teoria das Restrições
A Meta (Eliyahu Goldratt)
Métricas e Forecasting
Lei de Little
Teoria das Restrições
Método de Monte Carlo
Fique atento:
• Nunca use uma média para comunicar uma previsão.
• Nunca utilize o resultado mais provável para comunicar uma previsão; o
resultado mais provável não é muito provável. Seus dados de tempo de ciclo
não são normalmente distribuídos por isso não assuma isso ao fazer
previsões.
• Estimativa e planejamento geralmente servem para tornar seu processo
menos previsível e não mais previsível.
• Não há quase nenhuma correlação entre uma estimativa de ponto de história
e o tempo decorrido que leva para que um item seja concluído.
• Não há necessidade de itens do mesmo tamanho para a previsão. Muito, se
não a maioria da imprevisibilidade, em seu processo é devido às políticas
frágeis que estão implementadas no seu sistema puxado.
• Implementado incorretamente, as políticas de sistema puxado do seu
processo serão tão bem-sucedidas quanto o Titanic.
Estimativas x Lead Time.
É possível ser previsível com o que este gráfico nos mostra?
• WIP alto ou sem limite
• Tecnologia / domínio / produto
• Composição de time
• Usuário, cliente e representante do
cliente
• Multitarefa / falta de foco
• Mercado e concorrentes
• Dependências do sistema
• Dependências de equipe
• Especialização
• Aguardando disponibilidade
• Retrabalho
• Etapas / handoffs (50% * 50% * 50% …)
• Estágios no desenvolvimento da equipe
(Tuckman)
• Política de seleção
• Complicação essencial (quão difícil é problema é
por si só)
Diversas são as fontes de variabilidade que impactam diretamente nas
estimativas criadas.
Quantas, além destas, você pode identificar?
• ConWIP / WIP Sistema (em
todo o sistema, ao invés de ser
somente por coluna)
• Cinco etapas de foco para
eliminar restrições (TOC)
• Agrupamento de bloqueadores
• Reduza os estágios do fluxo de
trabalho
• Políticas explícitas
• Custo de programação,
sequenciamento e seleção de
atrasos
O que você pode fazer sobre a variação?
• WIP baixo e limitado
• Design simples e desacoplado
• Fatias finas e verticais;
• Emparelhamento
• Identifique / faça dependências
visíveis
• Colaborar / Compartilhar o trabalho
(Dimitar Bakardzhiev)
• Pico e estabilização (Dan North)
• Reduza a complexidade acidental
(Liz Keogh)
• Determinar quais ações
seriam diferentes com base
na estimativa
• Critérios de adequação
baseados no cliente
• Orçamento: taxa de
execução da equipe
• Concentre a conversação no
valor, não no custo
• MVP e propriedade do
produto
#NoEstimates e o Negócio
• Criar previsão probabilística o
mais rápido possível (assim que
você tiver dados) – juntos!
• Revisões de Serviço-entrega
(Cadências do Kanban)
• Equipes: Mantenha as equipes
juntas, dedicadas (reduz a
mudança de contexto, estágios
de Tuckman)
• Tenha um fluxo unificado.
• Liberte-se do time box!!!!
Manifesto #NoEstimates
… Nós passamos a valorizar:
1) Probabilístico sobre Determinístico
2) Tempo de entrega sobre o tempo de desenvolvimento
3) Escopo do MVP sobre o escopo total
4) Dados sobre intuição sobre Reduzir as fontes de variação ao melhorar as
estimativas
Ou seja, enquanto houver valor nos itens à direita,
valorizamos mais os itens à esquerda.
Quer saber mais?
Ou melhor. Praticar mais!
Flow Management Certification
Flow Management Certification
Flow Management Certification
Flow Management Certification
Planilha com métricas e simulação de monte carlo
https://bit.ly/2NwgI8C
0
32
187
235
182
117
100
62
36
21
11 6 5 2 1 3
0.00%
20.00%
40.00%
60.00%
80.00%
100.00%
120.00%
0
50
100
150
200
250
0 a 1 1 a 2 2 a 3 3 a 4 4 a 5 5 a 6 6 a 7 7 a 8 8 a 9 9 a 10 10 a
11
11 a
12
12 a
13
13 a
14
14 a
15
15 a
16
Histograma de Entregas - Simulação de Monte Carlo
Frequências % acumulado
REFERÊNCIASGRAEML, Alexandre Reis; PEINADO Jurandir. Administração da produção: operações industriais e de serviços. Curitiba: UnicenP, 2007.
DATALYSER. Série – As Sete Ferramentas do Controle da Qualidade – 7FCQ. Disponível em:
<http://www.datalyzer.com.br/site/suporte/administrador/info/arquivos/info44/44.html;. Acesso em Novembro de 2018.
FARIAS, Ana Maria Lima de; LAURENCEL, L. C. Fundamentos de Estatística Aplicada: Módulo I: Estatística Descritiva. Rio de Janeiro/RJ:
Universidade Federal Fluminense, 2000.
http://www.prd.usp.br/disciplinas/docs/pro2712-2005-Alberto_Gregorio/1Ferbasq.pdf
Statistical Methods for Quality Improvement: AOTS, Japão, 1988.
OHNO, T. (1997) - O sistema Toyota de produção além da produção em larga escala. Trad. Cristina Schumacher. Artes Médicas. Porto Alegre.
ROTHER, M. & SHOOK, J. (1999) - Aprendendo a enxergar: mapeando o fluxo de valor para agregar valor e eliminar o desperdício. The Lean
Institute Brasil. São Paulo. STANDARD, C. & DAVIS, D. (1999) - Running today’s factory: a proven strategy for lean manufacturing. Hanser
Gardner Publications. Cincinnati. WARNECKE, H. & HÜSER, M. (1995) - Lean production. International Journal of Production Economics.
Vol.41, p.37-43. WOMACK, J.P.; JONES, D.T. & ROOS, D. (1992) - A máquina que mudou o mundo. Campus. Rio de Janeiro.
MAGENNIS, Troy. The Economic Impact of Software Development Process Choice--Cycle-Time Analysis and Monte Carlo Simulation Results.
In: System Sciences (HICSS), 2015 48th Hawaii International Conference on. IEEE, 2015. p. 5055-5064.
Imagem: http://broadleaf.com.au/resource-material/cost-and-schedule-risk-assessment-risk-factor-modelling
"Moneyball for Software Projects: Agile Metrics for the Metrically Challenged";Troy Magennis goo.gl/VbAEEZ
"High-Level Project Planning using Monte Carlo simulation"; Dimitar Bakardzhiev goo.gl/KkC74b “
#NoEstimates Project Planning using Monte Carlo simulation"; Dimitar Bakardzhiev goo.gl/SDHJYP
"Little's law and predictability"; Daniel Vacanti goo.gl/ETDzg9
"Kanban Metrics in practice at Sky Network Services"; Mattia Battiston goo.gl/tQXqwN
"By the power of metrics";Wolfgang Wiedenroth goo.gl/ebGU3h
"Project planning using Little’s Law"; Dimitar Bakardzhiev goo.gl/rw1X5T
Little, J. D. C., S. C. Graves. 2008. Little’s Law. D. Chhajed, T. J. Lowe,eds. Building Intuition: Insights from Basic Operations Management
Models and Principles. Springer Science + Business Media LLC,New York. J. D. C. Little. Little's law as viewed on its 50th anniversary. Oper.
Res. 59 (2011) 536{539. http://learningagileandlean.wordpress.com/2013/08/01/on-the-practically-useful-properties-of-theweibull-
distribution/
DE FREITAS FILHO, Paulo José. Introdução à modelagem e simulação de sistemas: com aplicações em Arena. Visual Books 2ª edição, 2008.
https://rodrigoalmeidadeoliveira.wordpress.com/2018/08/01/metricas-lean-e-gerenciamento-de-fluxo/
REFERÊNCIAS
Perfil
• Mais de 20 anos de trabalho em T.I.
• Mais de 10 anos de experiência em gestão, em melhoria de
processos de desenvolvimento e qualidade de software
• Kanban Management Professional
• Certified Kanban Coach
• Approved Kanban Professional
• Accredited Training Partner – Lean Kanban
• Project Management Professional (PMP)
• Mestrado em Engenharia e Gestão de Sistemas e Processos, com
ênfase em melhoria e otimização de processos de desenvolvimento e
qualidade de software utilizando metodologias ágeis
• Professor de Pós Graduação e Especialização do IETEC-MG, PUC-MG,
UNA e Faculdade Pitágoras
Contato
• Rodrigo Almeida de Oliveria, MSc, PMP, CKC, AKP
• Tel: 31-9-8415-9186
• Email: rodrigoalmeidadeoliveira@gmail.com
• Site: https://rodrigoalmeidadeoliveira.wordpress.com/
• LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/raoliveira
• Youtube: https://bit.ly/2Jd9V50
Muito
obrigado!

Pare de começar e comece a previsibilizar

  • 1.
    Pare de estimare comece a previsibilizar! https://app.flowpace.com/
  • 2.
    Não estime • Aoinvés de produzir algo de valor, você está desperdiçando seu tempo • Apesar de tudo, não existe razão ou fato lógico-matemático que nos leve a crer que, se a história A é mais complexa do que a história B então certamente a história A tomará mais tempo para terminar do que a história B. https://rodrigoalmeidadeoliveira.wordpress.com/2018/09/18/estimar-ou-nao-estimar/
  • 5.
    E não apenasum pouco errado. Muito errado
  • 6.
  • 7.
    Saiba quantos dadosprecisamos prever
  • 8.
    Amostragem Uma maneira deusar os dados que temos para fazer predições e previsões Ela ajuda a descobrir a faixa de valores possíveis de forma rápida e confiável
  • 9.
    Com que rapidezdescobrimos um intervalo de valores por amostragem? Por quê? Qual a velocidade que obtemos a contagem de estórias, o tamanho da história, a velocidade, o rendimento, o tempo de ciclo, e que nos deixa confiantes de estarmos com as estimativas corretas?
  • 10.
    Menor amostra até agora Máximo atual Minimoatual Maior amostra até agora Q. Em média, qual é a chance da 4ª amostra estar entre a faixa vista após 3 amostras aleatórias? (sem duplicatas, distribuição uniforme)? A. ?1 2 3 4
  • 11.
    Menor amostra até agora Máximoatual Minimo atual Maior amostra até agora Q. Em média, qual é a chance da 4ª amostra estar entre a faixa vista após 3 amostras aleatórias? (sem duplicatas, distribuição uniforme) A. ?1 2 3 4 25% 25% 25% de chance de ser maior que a anterior mais alta 25% de chance de ser menor que a anterior mais baixa
  • 12.
    Menor amostra até agora Máximo atual Minimoatual Maior amostra até agora Q. Em média, qual é a chance da 4ª amostra estar entre a faixa vista após 3 amostras aleatórias? (sem duplicatas, distribuição uniforme) A. ?1 2 3 4 25% 25% 25% de chance de ser maior que a anterior mais alta 25% de chance de ser menor que a anterior mais baixa A. 50% % = (n – 1)/(n+1) % = (3-1)/(3+1) % = 2/4 = 1/2 % = 0.5
  • 13.
    13 Máximo atual Minimo atual 8,5%de chance de ser maior que a anterior mais alta 8,5% de chance de ser menor que a anterior mais baixa Maior amostra até agora Menor amostra até agora Q. Em média, qual é a chance da 12ª amostra estar entre o intervalo visto após 11 amostras aleatórias? (sem duplicatas, distribuição uniforme) A. 83% % = (n-1)/(n+1) % = (11-1)/(11+1) % = 0.833 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
  • 14.
    Intervalos de Previsão •"N" = número de amostras anteriores • % chance da próxima amostra no intervalo anterior para contagem de amostra anterior n (n-1)/(n+1) n (n-1)/(n+1) 2 33% 16 88% 3 50% 17 89% 4 60% 18 89% 5 67% 19 90% 6 71% 20 90% 7 75% 21 91% 8 78% 22 91% 9 80% 23 92% 10 82% 24 92% 11 83% 25 92% 12 85% 26 93% 13 86% 27 93% 14 87% 28 93% 15 88% 29 93% 30 94% 0.0% 20.0% 40.0% 60.0% 80.0% 100.0% 120.0% 1 7 13 19 25 31 37 43 49 55 61 67 73 79 85 91 97 Limite de amostras (1 - (1 / n – 1)) (n-1)/(n+1)
  • 15.
    Quanto tempo você levapara chegar ao trabalho de manhã?
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
    Métricas nas PráticasKanban 1.Visualize 2.Limit WIP 3.Gerencie o fluxo 4.Torne as políticas explicitas 5.Implementar loops de feedback 6. Melhorar Colaborativamente, Evoluir Experimentalmente (usando modelos / método científico)
  • 20.
    Métricas nas PráticasKanban 1.Visualize 2.Limit WIP 3.Gerencie o fluxo 4.Torne as políticas explicitas 5.Implementar loops de feedback 6. Melhorar Colaborativamente, Evoluir Experimentalmente (usando modelos / método científico)
  • 21.
    As métricas podemajudar você a entender melhor sua demanda e capacidade
  • 22.
    “Quando uma medidase torna um alvo, ela deixa de ser uma boa medida.” Lei de Goodhart https://www.slideshare.net/azheglov/lead-time-what-we-know-about-it
  • 24.
  • 25.
  • 26.
    85º percentil: 26dias ou menos
  • 27.
    95º percentil: 37 diasou menos Powered by
  • 28.
    Percentis e intervalode confiança • Faixa de valores possíveis para a magnitude (risco relativo) real do efeito. • Temos X% de chance do intervalo conter o verdadeiro valor da média populacional. • Em vez de estimar o parâmetro por um único valor, é dado um intervalo de estimativas prováveis.
  • 29.
  • 30.
  • 32.
    Lean, poucas dependências •Maior contagem de itens de trabalho • Itens de trabalho mais granulares • Menor WIP • Equipe Auto-Suficiente • Impedimentos Internos • Faça: automação • Faça: Eficiência de Tarefa Sprint, muitas dependências • Menor contagem de itens de trabalho • Itens de trabalho mais pesados • Maior WIP • Dependências Externas • Impedimentos Externos • Faça: colapso de equipes • Faça: análise de impedimento
  • 33.
    85º dos itensgastam até 28 dias ou menos para serem finalizados Powered by
  • 34.
    A medição dotempo de entrega não pode ser separada da compreensão do ponto de compromisso Lei de Goodhart Corolário https://www.slideshare.net/azheglov/lead-time-what-we-know-about-it
  • 35.
  • 36.
    Simulação de MonteCarlo Um primeiro exemplo... Determinando o valor de 𝜋 a partir de simulações estatísticas. –Imagine um alvo (de raio 1) inscrito em um quadro (de lado 2). –A ideia é atirar, aleatoriamente, um grande número de dardos e contabilizar quantos caem dentro do alvo. –O valor de 𝜋 pode ser aproximado pela razão entre as áreas das figuras ou, de forma equivalente, pelo número de dardos que caem em uma ou outra região. –Quanto maior o número de pontos, melhor a aproximação.
  • 37.
    Simulação de MonteCarlo Integração numérica Determinando o valor de 𝜋 a partir de simulações estatísticas. Na verdade, o método pode ser aplicado para qualquer problema de integração numérica... – Seja 𝐴 a área do retângulo que envolve a região de integração de interesse:
  • 39.
  • 40.
    Quando este processoé realizado com uma grande massa de dados e por milhares de vezes, os valores obtidos guardam uma estreita semelhança com os valores reais no que se refere a variáveis randômicas. Método de Monte Carlo
  • 41.
    Teoria das Filas “Onúmero médio de itens de trabalho em um sistema estável é igual à taxa de conclusão média, multiplicada pelo tempo médio no sistema.” John Little, 1961
  • 42.
  • 43.
    • Wait Time+ Touch Time = Lead Time • WIP = Lead Time x Throughput • Lead Time = WIP / Throughput • Throughput = WIP / Lead Time Teoria das Filas
  • 44.
    Teoria das Restrições AMeta (Eliyahu Goldratt) O processo tem a velocidade do seus gargalos.
  • 45.
    Teoria das Restrições AMeta (Eliyahu Goldratt)
  • 46.
    Métricas e Forecasting Leide Little Teoria das Restrições Método de Monte Carlo
  • 47.
    Fique atento: • Nuncause uma média para comunicar uma previsão. • Nunca utilize o resultado mais provável para comunicar uma previsão; o resultado mais provável não é muito provável. Seus dados de tempo de ciclo não são normalmente distribuídos por isso não assuma isso ao fazer previsões. • Estimativa e planejamento geralmente servem para tornar seu processo menos previsível e não mais previsível. • Não há quase nenhuma correlação entre uma estimativa de ponto de história e o tempo decorrido que leva para que um item seja concluído. • Não há necessidade de itens do mesmo tamanho para a previsão. Muito, se não a maioria da imprevisibilidade, em seu processo é devido às políticas frágeis que estão implementadas no seu sistema puxado. • Implementado incorretamente, as políticas de sistema puxado do seu processo serão tão bem-sucedidas quanto o Titanic.
  • 48.
    Estimativas x LeadTime. É possível ser previsível com o que este gráfico nos mostra?
  • 49.
    • WIP altoou sem limite • Tecnologia / domínio / produto • Composição de time • Usuário, cliente e representante do cliente • Multitarefa / falta de foco • Mercado e concorrentes • Dependências do sistema • Dependências de equipe • Especialização • Aguardando disponibilidade • Retrabalho • Etapas / handoffs (50% * 50% * 50% …) • Estágios no desenvolvimento da equipe (Tuckman) • Política de seleção • Complicação essencial (quão difícil é problema é por si só) Diversas são as fontes de variabilidade que impactam diretamente nas estimativas criadas. Quantas, além destas, você pode identificar?
  • 50.
    • ConWIP /WIP Sistema (em todo o sistema, ao invés de ser somente por coluna) • Cinco etapas de foco para eliminar restrições (TOC) • Agrupamento de bloqueadores • Reduza os estágios do fluxo de trabalho • Políticas explícitas • Custo de programação, sequenciamento e seleção de atrasos O que você pode fazer sobre a variação? • WIP baixo e limitado • Design simples e desacoplado • Fatias finas e verticais; • Emparelhamento • Identifique / faça dependências visíveis • Colaborar / Compartilhar o trabalho (Dimitar Bakardzhiev) • Pico e estabilização (Dan North) • Reduza a complexidade acidental (Liz Keogh)
  • 51.
    • Determinar quaisações seriam diferentes com base na estimativa • Critérios de adequação baseados no cliente • Orçamento: taxa de execução da equipe • Concentre a conversação no valor, não no custo • MVP e propriedade do produto #NoEstimates e o Negócio • Criar previsão probabilística o mais rápido possível (assim que você tiver dados) – juntos! • Revisões de Serviço-entrega (Cadências do Kanban) • Equipes: Mantenha as equipes juntas, dedicadas (reduz a mudança de contexto, estágios de Tuckman) • Tenha um fluxo unificado. • Liberte-se do time box!!!!
  • 52.
    Manifesto #NoEstimates … Nóspassamos a valorizar: 1) Probabilístico sobre Determinístico 2) Tempo de entrega sobre o tempo de desenvolvimento 3) Escopo do MVP sobre o escopo total 4) Dados sobre intuição sobre Reduzir as fontes de variação ao melhorar as estimativas Ou seja, enquanto houver valor nos itens à direita, valorizamos mais os itens à esquerda.
  • 53.
    Quer saber mais? Oumelhor. Praticar mais!
  • 54.
  • 55.
  • 56.
  • 57.
  • 58.
    Planilha com métricase simulação de monte carlo https://bit.ly/2NwgI8C 0 32 187 235 182 117 100 62 36 21 11 6 5 2 1 3 0.00% 20.00% 40.00% 60.00% 80.00% 100.00% 120.00% 0 50 100 150 200 250 0 a 1 1 a 2 2 a 3 3 a 4 4 a 5 5 a 6 6 a 7 7 a 8 8 a 9 9 a 10 10 a 11 11 a 12 12 a 13 13 a 14 14 a 15 15 a 16 Histograma de Entregas - Simulação de Monte Carlo Frequências % acumulado
  • 59.
    REFERÊNCIASGRAEML, Alexandre Reis;PEINADO Jurandir. Administração da produção: operações industriais e de serviços. Curitiba: UnicenP, 2007. DATALYSER. Série – As Sete Ferramentas do Controle da Qualidade – 7FCQ. Disponível em: <http://www.datalyzer.com.br/site/suporte/administrador/info/arquivos/info44/44.html;. Acesso em Novembro de 2018. FARIAS, Ana Maria Lima de; LAURENCEL, L. C. Fundamentos de Estatística Aplicada: Módulo I: Estatística Descritiva. Rio de Janeiro/RJ: Universidade Federal Fluminense, 2000. http://www.prd.usp.br/disciplinas/docs/pro2712-2005-Alberto_Gregorio/1Ferbasq.pdf Statistical Methods for Quality Improvement: AOTS, Japão, 1988. OHNO, T. (1997) - O sistema Toyota de produção além da produção em larga escala. Trad. Cristina Schumacher. Artes Médicas. Porto Alegre. ROTHER, M. & SHOOK, J. (1999) - Aprendendo a enxergar: mapeando o fluxo de valor para agregar valor e eliminar o desperdício. The Lean Institute Brasil. São Paulo. STANDARD, C. & DAVIS, D. (1999) - Running today’s factory: a proven strategy for lean manufacturing. Hanser Gardner Publications. Cincinnati. WARNECKE, H. & HÜSER, M. (1995) - Lean production. International Journal of Production Economics. Vol.41, p.37-43. WOMACK, J.P.; JONES, D.T. & ROOS, D. (1992) - A máquina que mudou o mundo. Campus. Rio de Janeiro. MAGENNIS, Troy. The Economic Impact of Software Development Process Choice--Cycle-Time Analysis and Monte Carlo Simulation Results. In: System Sciences (HICSS), 2015 48th Hawaii International Conference on. IEEE, 2015. p. 5055-5064. Imagem: http://broadleaf.com.au/resource-material/cost-and-schedule-risk-assessment-risk-factor-modelling "Moneyball for Software Projects: Agile Metrics for the Metrically Challenged";Troy Magennis goo.gl/VbAEEZ "High-Level Project Planning using Monte Carlo simulation"; Dimitar Bakardzhiev goo.gl/KkC74b “ #NoEstimates Project Planning using Monte Carlo simulation"; Dimitar Bakardzhiev goo.gl/SDHJYP "Little's law and predictability"; Daniel Vacanti goo.gl/ETDzg9 "Kanban Metrics in practice at Sky Network Services"; Mattia Battiston goo.gl/tQXqwN "By the power of metrics";Wolfgang Wiedenroth goo.gl/ebGU3h "Project planning using Little’s Law"; Dimitar Bakardzhiev goo.gl/rw1X5T Little, J. D. C., S. C. Graves. 2008. Little’s Law. D. Chhajed, T. J. Lowe,eds. Building Intuition: Insights from Basic Operations Management Models and Principles. Springer Science + Business Media LLC,New York. J. D. C. Little. Little's law as viewed on its 50th anniversary. Oper. Res. 59 (2011) 536{539. http://learningagileandlean.wordpress.com/2013/08/01/on-the-practically-useful-properties-of-theweibull- distribution/ DE FREITAS FILHO, Paulo José. Introdução à modelagem e simulação de sistemas: com aplicações em Arena. Visual Books 2ª edição, 2008. https://rodrigoalmeidadeoliveira.wordpress.com/2018/08/01/metricas-lean-e-gerenciamento-de-fluxo/
  • 60.
  • 61.
    Perfil • Mais de20 anos de trabalho em T.I. • Mais de 10 anos de experiência em gestão, em melhoria de processos de desenvolvimento e qualidade de software • Kanban Management Professional • Certified Kanban Coach • Approved Kanban Professional • Accredited Training Partner – Lean Kanban • Project Management Professional (PMP) • Mestrado em Engenharia e Gestão de Sistemas e Processos, com ênfase em melhoria e otimização de processos de desenvolvimento e qualidade de software utilizando metodologias ágeis • Professor de Pós Graduação e Especialização do IETEC-MG, PUC-MG, UNA e Faculdade Pitágoras
  • 62.
    Contato • Rodrigo Almeidade Oliveria, MSc, PMP, CKC, AKP • Tel: 31-9-8415-9186 • Email: rodrigoalmeidadeoliveira@gmail.com • Site: https://rodrigoalmeidadeoliveira.wordpress.com/ • LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/raoliveira • Youtube: https://bit.ly/2Jd9V50
  • 63.