A Inovação e sua Gestão em
             Empresas de TIC
“Os desafios para se inovar em TIC”

Porto Alegre, 09 de Março de 2013
                  Eduardo Grizendi
Agenda

• Conceitos, Atividades e Modelos de Processos de Inovação
  em Empresas de TIC
• Gestão da Inovação
• Marco Legal da Inovação em TIC
• Financiamento da Inovação para Empresas de TIC
• Alterações no Marco Legal de Inovação em TIC
• Oportunidades para inovação - os caminhos para inovação
• Os caminhos para a Inovação - dos resultados de P&D para
  o mercado
• Conclusões
• Comentário: O manual de Inovação para Empresas
  Brasileiras de TIC


@Eduardo Grizendi 2013     Porto Alegre, 09 de Março de 2013   2
Conceitos, Atividades e Modelos de
    Processos de Inovação em Empresas de
    TIC




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A Inovação segundo Schumpeter
                         (TDE, 1911)
• Novas combinações de meios produtivos (“materiais e
  forças”)   aparecendo     descontinuamente,    gerando
  desenvolvimento (“realização de novas combinações”):
       – Introdução de um novo bem ou de uma nova qualidade de
         um bem
       – Introdução de um novo método de produção
       – Abertura de um novo mercado
       – Conquista de uma nova fonte de oferta de matérias-primas
         ou de bens manufaturados
       – Estabelecimento de uma nova organização de qualquer
         indústria
• Invenção # Inovação




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A Inovação Tecnológica
                              segundo o Manual de Oslo
                              (3ª Edição) e PINTEC 2008
 • Inovação tipo TPP + Inovação em Marketing + Inovação
   Organizacional
 • Inovação tipo TPP (Oslo, 2ª Edição):
        – Introdução no mercado de um novo produto (bem ou serviço)
          substancialmente aprimorado ou
        – Introdução na empresa de um processo produtivo novo ou
          substancialmente aprimorado
 • Inovação em Marketing:
        – Introdução de um novo método, nova estratégia ou conceito de
          marketing
 • Inovação Organizacional:
        – Introdução de um novo método organizacional nas práticas de
          negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas



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A Inovação segundo as Leis de
                             Inovação e do Bem
   • Lei de Inovação Federal:
          – Art. 2º, IV , inovação: “introdução de novidade ou
            aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte
            em novos produtos, processos ou serviços”
   • Lei do Bem
          – Art. 17º, § 1º, inovação tecnológica: “concepção de novo
            produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de
            novas funcionalidades ou características ao produto ou processo
            que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de
            qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade
            no mercado”
    • Lei de Inovação do Rio Grande do Sul
          – Art. 2º. I - inovação - introdução de novos produtos,
            processos, serviços, marketing ou inovação organizacional, bem
            como aperfeiçoamento dos já existentes, no ambiente produtivo
            ou social visando ampliar a competitividade da empresa no
            mercado local ou global e melhorar as condições devida da
            sociedade do Rio Grande do Sul;
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A Inovação para a Empresa

                                                                    Baseado em apresentação do Instituto Inovação
                  Novo Produto
               Melhoria em Produto
                                                             Inovação Tecnológica
                Novo Processo
              Melhoria em Processo




                                              =
                   Novo Mercado


                Nova Matéria Prima


          Nova Estratégia de Marketing



          Novo Metódo Organizacional




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As Atividades e Modelos do
                               Processo de Inovação
 • Processo de Inovação (Coral, Ogliari e Abreu, 2008):
       –    Ser contínuo e sustentável (não ocasional), além de integrado aos
            demais processos da empresa;
       –    Ser formalizado, porém favorecendo a criatividade dos profissionais;
       –    Priorizar o desenvolvimento na própria organização , mas indicando
            instrumentos para a realização de parcerias para aquisição de
            conhecimentos complementares;
       –    Estar alinhado à estratégia competitiva da empresa;
       –    Ser dirigido ao mercado e orientado ao cliente;

              Priorização não “suicida”.
              Melhor se entendida como “dê preferência ao P&D interno”.
              Ainda melhor se entendida como “P&D interno, ágil e sob medida” =
              “P&D Scrum”
              (Grizendi, 2011)




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Modelo Linear


       Pesquisa
       Pesquisa           Pesquisa
                          Pesquisa     Desenvolvimento
                                       Desenvolvimento
                                       Desenvolvimento             Produ ção
                                                                   Produ ção         Comercializa ç ão
                                                                                     Comercializa ç ão
        B ásica
        b ásica
        b                 Aplicada
                          Aplicada       Experimental
                                         Experimental


     Instituições de Pesquisa e
             Laboratórios                                                           Empresas




       Oferta de Tecnologias
       Oferta de Tecnologias                                               Demandas de tecnologias
                                                                           Demandas de tecnologias




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Modelo Interativo

                                                        PESQUISA
                                                        PESQUISA
                                                        PESQU ISA



                  Feedback                        CONHECIMENTO                         Feedback


                                Inven ção e/ou
                                 Inven ção e/ou          Projeto
                                                         Projeto
          Mercado
          Mercado                                                              Reprojeto e
                                                                               Reprojeto e         Distribui ção e
                                                                                                   Distribui ção e
          Potencial
                                Concepcão de
                                Concep çãodo
                                 Concep ção de          Pesquisa
                                                        detalhado
                                                        Pesquisa
                                                        detalhado               produ ção         Comercializa ção
          Potencial             Projeto B ásico           e teste               produ ção         Comercializa ç ão
                                Pr ojeto
                                Projeto B ásico           e teste



                         Feedback            Feedback               Feedback             Feedback




    Neste modelo, a empresa é o “locus” da inovação e vários
    caminhos são possíveis para se chegar à ela



@Eduardo Grizendi 2013                        Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                       10
O Processo de Inovação
                                   Funil da Inovação


                 Idéias
            Idéias

                     Idéias
            Idéias             Projetos
            Idéias
                                                           Protótipo
                              Projetos
       Idéias Idéias
                                         Projetos                    Protótipo    Produto
         Idéias
              Idéias
       Idéias                                    Projetos
                                Projetos
                   Idéias
            Idéias
                 Idéias




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B
O conceito de Inovação Aberta
                              (“Open Innovation”)

               Inovação Fechada                                       Inovação Aberta




@Eduardo Grizendi 2013            Porto Alegre, 09 de Março de 2013                     12
O conceito de Inovação Aberta
                         (“Open Innovation”)




@Eduardo Grizendi 2013       Porto Alegre, 09 de Março de 2013   13
Caminhos para inovação
                                   As Oportunidades do modelo de
                                   Inovação Aberta (“Open Innovation”)
                                                                                 Other firm´s market


                                                      Licence, spin out, divest                         Our new market


    Internal technology base




                                                                                                   Our current market

                                                                             Internal/external venture
                                                                             handling
     External technology base                       External technology insourcing/ spin-in
            Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D,
            10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004


@Eduardo Grizendi 2013                       Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                            14
Inovação Fechada X Inovação Aberta


             Princípios da Inovação Fechada                 Princípios da Inovação Aberta

             As pessoas talentosas do setor trabalham       Nem todas as pessoas talentosas do setor
             para nós.                                      trabalham     para    nós.   Necessitamos
                                                            trabalhar com pessoas talentosas dentro e
                                                            fora da empresa.
             Para lucrar com o P&D, nós devemos             P&D externo pode criar valor significativo.
             pesquisar, e desenvolver nós mesmos..          P&D interno é necessário para garantir
                                                            uma porção deste valor.
             Se nós mesmos realizarmos nossas               Nós não temos que necessariamente
             pesquisas, conseguiremos chegar primeiro       originar a pesquisa para obter lucro com
             ao mercado.                                    ela.
             A empresa que levar primeiro a inovação        Construir um melhor modelo de negócio é
             para o mercado, será a vencedora.              melhor que levar primeiro para o mercado.
             Se criarmos as maiores e melhores idéias no    Se nós fizermos o melhor uso de idéias
             nosso setor, seremos vencedores.               internas e externas, seremos vencedores
             Devemos proteger nossa Propriedade             Devemos nos beneficiar de outros usos de
             Intelectual (PI) de maneira que os nossos      nossa Propriedade Intelectual (PI) e
             competidores não se beneficiem com nossas      devemos adquirir PI sempre que for
             idéias..                                       vantajoso para nosso modelo de negócio.




@Eduardo Grizendi 2013                   Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                15
Grau de Novidade segundo o Manual
                         de Oslo (2ª Edição)




                                           Manual de Oslo, 2ª edição, tradução FINEP

@Eduardo Grizendi 2013      Porto Alegre, 09 de Março de 2013                          16
A Modelagem do Negócio

•    Baseado em: “How to Describe and Improve
     your Business Model to Compete Better,
     −   http://business-model-design.blogspot.com
•    Representação simplificada da lógica do
     negócio;
•    Descreve:
      −     O que a empresa oferece aos seus clientes;
      −     Como ela chega até eles e se relaciona com
            eles;
      −     Com que recursos, atividades e parceiros ela faz
            isto;
      −     Como ela ganha dinheiro com isto;
•     Distingue-se do modelo de processo de
      negócio e do modelo organizacional;




    @Eduardo Grizendi 2013         Porto Alegre, 09 de Março de 2013   17
Blocos construtivos do Modelo de Negócio

•      Segmentos de Clientes: grupos de clientes com características distintas;
•      Proposta de Valor (“Value Proposition”): conjunto de produtos e serviços
       que satisfazem as necessidades de segmentos de clientes;
•      Canais de Distribuição: canais através dos quais se comunica com os clientes
       e se oferece a Proposta de Valor;
•      Relacionamento com Cliente: tipos de relacionamentos mantidos com cada
       segmento de clientes;
•      Linhas de receita: linhas de receita através das quais se conquista as receitas
       dos clientes;
•      Recursos chave ((“core capabilities”) : recursos chaves sobre os quais o
       modelo de negócio é construído;
•      Atividades chave : atividades mais importantes desenvolvidas para
       implementação do modelo de negócio;
•      Rede de Parceiros: parceiros e fornecedores que participam do negócio;
•      Estrutura de Custos: custos que se incorrem para rodar o modelo de
       negócio;
    @Eduardo Grizendi 2013        Porto Alegre, 09 de Março de 2013                18
Blocos construtivos do Modelo de Negócio



  INFRAESTRUTURA                                         OFERTA               RELACIONAMENTO             CLIENTES
                        REDE DE PARCEIROS                                           COM
                                                                                 O CLIENTE
                                                     PROPOSTA DE
  RECURSOS CHAVE                                                                                     CLIENTES ALVO
                                                        VALOR
                                                                                    CANAIS DE
                         ATIVIDADES CHAVE
                                                                                   DISTRIBUIÇÃO




                           ESTRUTURA DE               FINANCEIRO              LINHAS DE RECEITA
                              CUSTOS



, “How to Describe and Improve your Business Model to Compete Better”, disponível em
http://www.docstoc.com/docs/1953827/How-to-Describe-and-Improve-your-Business-Model-to-Compete-Better-




      @Eduardo Grizendi 2013                   Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                19
Descrevendo o Modelo de Negócio

                         Descrevendo a oferta da empresa


                                        OFERTA


                                    PROPOSTA DE
                                       VALOR


                                   Proposta de valor 1
                                   Proposta de valor 2
                                           …




 Questões chave para identificar as Propostas de Valor
 •    O que está sendo oferecido para o mercado?
 •    Que conjunto de produtos e serviços é oferecido para cada segmento de clientes?
 •    Que necessidades dos clientes são atendidas para cada Proposta de Valor?
 •    São oferecidos diferentes níveis de serviço para diferentes segmentos de clientes?




@Eduardo Grizendi 2013           Porto Alegre, 09 de Março de 2013                         20
Descrevendo o Modelo de Negócio
                         Descrevendo para quem a empresa oferece a
                                     proposta de valor

                                   OFERTA                     CLIENTE


                               PROPOSTA DE
                                                           CLIENTE ALVO
                                  VALOR


                              Proposta de valor 1           Cliente alvo 1
                              Proposta de valor 2           Cliente alvo 2
                                      …                           …




Questões chave para identificar os Clientes Alvo?
•    Para quem se está criando valor?
•    Qualquer que seja a forma de se agrupar os clientes em categoria,...
     o   ...propõe-se a eles ofertas diferenciadas?
     o   ...alcança-se eles através de diferentes canais de distribuição e comunicação?
     o   ...mantêm-se com eles diferentes relacionamentos ( p. ex. mais pessoal)?
     o   ...tem-se lucratividades substancialmente diferenciadas entre eles?


@Eduardo Grizendi 2013                  Porto Alegre, 09 de Março de 2013                 21
Exemplo de Modelo de Negócio


  Skype
                           “eBay”                                           website
deliver voice &                             free VoIP & value                                 global
 video quality                               added services                              (non segmented)
                           software
                                                                            internet
                         development



                           software                                        large scale
                         development                                       low margin


                   free voice-over-IP VoIP telephony & value-added services




@Eduardo Grizendi 2013                 Porto Alegre, 09 de Março de 2013                           22
Gestão da Inovação em Empresas de TIC




@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   23
Conceito de Gestão da Inovação
•     O que é:
       – Gestão do Processo de Inovação:
              • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” )
              • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos
       – Gestão da Propriedade Intelectual
              • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção,
                comercialização
       – Gestão das Oportunidades Tecnológicas
              • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc.
       – Gestão dos Recursos para Inovação
              • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências
                de fomento, etc.
              • Usufruto dos incentivos à inovação
              • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação
       – Gestão da Transferência de Tecnologia
              • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc.
       – Gestão das Empresas Nascentes
              • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc.



    @Eduardo Grizendi 2013             Porto Alegre, 09 de Março de 2013                24
Conceito de Gestão da Inovação

•     O que é:
       – Gestão do Processo de Inovação:
              • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” )
              • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos
       – Gestão da Propriedade Intelectual
              • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção,
                comercialização
       – Gestão das Oportunidades Tecnológicas
              • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc.
       – Gestão dos Recursos para Inovação
              • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências
                de fomento, etc.
              • Usufruto dos incentivos à inovação
              • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação
       – Gestão da Transferência de Tecnologia
              • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc.
       – Gestão das Empresas Nascentes
              • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc.



    @Eduardo Grizendi 2013             Porto Alegre, 09 de Março de 2013                25
Processo de Inovação
                                     Modelo Interativo


                 Idéias
             Idéias
M                                                                                 Produto   M
                   Idéias                                                                   e
e           Idéias            Projetos
            Idéias                                                               Produto    r
r                            Projetos              Protótipo
        Idéias Idéias                                      Protótipo                        c
c         Idéias                     Projetos
a             Idéias                                                                        a
        Idéias                              Projetos                         Produto
d                              Projetos                                                     d
                   Idéias
o           Idéias                                                                Produto   o
                Idéias




    @Eduardo Grizendi 2013               Porto Alegre, 09 de Março de 2013                      26
Stages and Gates




                                                              Fonte: http://www.futurelab.be
@Eduardo Grizendi 2013    Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                    27
As Oportunidades do modelo de
                                    Inovação Aberta (“Open Innovation”)

                                                                                Other firm´s market


                                                     Licence, spin out, divest                         Our new market


    Internal technology base




                                                                                                  Our current market

                                                                            Internal/external venture
                                                                            handling
     External technology base                      External technology insourcing/ spin-in
           Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D,
           10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004


@Eduardo Grizendi 2013                      Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                            28
Conceito de Gestão da Inovação
•     O que é:
       – Gestão do Processo de Inovação:
              • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” )
              • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos
       – Gestão da Propriedade Intelectual
              • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção,
                comercialização
       – Gestão das Oportunidades Tecnológicas
              • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc.
       – Gestão dos Recursos para Inovação
              • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências
                de fomento, etc.
              • Usufruto dos incentivos à inovação
              • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação
       – Gestão da Transferência de Tecnologia
              • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc.
       – Gestão das Empresas Nascentes
              • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc.



    @Eduardo Grizendi 2013             Porto Alegre, 09 de Março de 2013                29
A Importância da Gestão da
                                Propriedade Intelectual
 •     Ferramenta estratégica de desenvolvimento tecnológico
        – No. de Patentes: índice da Produção Tecnológica;
        – Protege e recompensa o esforço de P&D;
        – Promove a divulgação dos resultados tecnológicos
              • Inverso: segredo industrial
        – Gera mais valor para a comercialização das tecnologias;
        – Protege contra a proteção por terceiros;
 •     Banco de patentes
        – Importante fonte de conhecimento
        – Antes de iniciar um esforço em P&D, deve-se fazer busca em bancos de
          patentes nacionais e internacionais;
 •     Jogo jogado mundialmente!
     Valor da Propriedade Intelectual na forma de patente, pode estar além da agregação de
     valor à tecnologia.

     Estratégia de marketing do pesquisador, da instituição de pesquisa ou da empresa, desde
     que entendido e tratada como tal, analisando sua relação de custo e benefício.

     Gestão da Propriedade Intelectual # Gestão da Inovação. É somente uma parte dela
@Eduardo Grizendi 2013              Porto Alegre, 09 de Março de 2013                        30
@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013
@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   32
Legislação sobre a Proteção à PI e o
                              Registro de Programa de Computador no
                              país.
       Legislação                            Finalidade

       Lei de Software- Lei nº. 9.609, de        Dispõe sobre a proteção de propriedade
       19 de fevereiro de 1998.                   intelectual de programa de computador e sua
                                                  comercialização no Brasil
       Lei nº. 9.610, de 19 de fevereiro         Altera, atualiza e consolida a legislação sobre
       de 1998.                                   direitos autorais e dá outras providências.
       Decreto nº. 2556, de 20 de abril          Regulamenta o registro previsto no art. 3º da Lei
       de 1998.                                   nº. 9.609, de 19 de fevereiro de 1998.
       Decreto nº. 91.873, de 04 de              Dá novas atribuições ao Conselho Nacional de
       novembro de 1985                           Direito Autoral.
       Resolução CNDA nº 057, de 6 de            Dispõe sobre o registro de programa de
       julho de 1988                              computador no INPI.
       Resolução n.º 58/98 do INPI               Estabelece normas e procedimentos relativos ao
                                                  registro de programas de computador.
       Resolução n.º 59/98 do INPI               Estabelece os valores das retribuições pelos
                                                  serviços de registro de programas de
                                                  computador



@Eduardo Grizendi 2013                 Porto Alegre, 09 de Março de 2013                              33
Conceito de Gestão da Inovação
•    O que é:
      – Gestão do Processo de Inovação:
             • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” )
             • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos
      – Gestão da Propriedade Intelectual
             • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção,
               comercialização
      – Gestão das Oportunidades Tecnológicas
             • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc.
      – Gestão dos Recursos para Inovação
             • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências
               de fomento, etc.
             • Usufruto dos incentivos à inovação
             • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação
      – Gestão da Transferência de Tecnologia
         • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc.
      – Gestão das Empresas Nascentes
             • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc.



    @Eduardo Grizendi 2013             Porto Alegre, 09 de Março de 2013               34
As Oportunidades do modelo de Inovação
                                  Aberta (“Open Innovation”)
                                                                                Other firm´s market


                                                     Licence, spin out, divest                         Our new market


    Internal technology base




                                                                                                  Our current market

                                                                            Internal/external venture
                                                                            handling
     External technology base                      External technology insourcing/ spin-in
           Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D,
           10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004


@Eduardo Grizendi 2013                      Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                            35
Exemplo: Plataforma P&G de “Open
                         Innovation” - connect + develop




@Eduardo Grizendi 2013      Porto Alegre, 09 de Março de 2013   36
Exemplo: Plataforma P&G de “Open
                         Innovation” - connect + develop




@Eduardo Grizendi 2013        Porto Alegre, 09 de Março de 2013   37
Oportunidades do modelo de Inovação
                                        Aberta (“Open Innovation”)

                                                                                  Other firm´s market


                                                       Licence, spin out, divest                         Our new market


     Internal technology base




                                                                                                    Our current market

                                                                              Internal/external venture
PUCRS, UFRGS, Unisinos, ...                                                   handling
      External technology base                       External technology insourcing/ spin-in
             Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D,
             10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004


 @Eduardo Grizendi 2013                       Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                            38
Conceito de Gestão da Inovação
•     O que é:
       – Gestão do Processo de Inovação:
              • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” )
              • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos
       – Gestão da Propriedade Intelectual
              • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção,
                comercialização
       – Gestão das Oportunidades Tecnológicas
              • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc.
       – Gestão dos Recursos para Inovação
              • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências
                de fomento, etc.
              • Usufruto dos incentivos à inovação
              • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação
       – Gestão da Transferência de Tecnologia
              • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc.
       – Gestão das Empresas Nascentes
              • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc.



    @Eduardo Grizendi 2013             Porto Alegre, 09 de Março de 2013                39
Marco Legal da Inovação em TIC




@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   40
Marco Legal de Inovação de TIC no
                             País
•      FNDCT & Fundos Setoriais
•      [Política Industrial: Plano Brasil Maior]
•      Programa TI Maior
•      Lei federal de inovação;
•      Leis estaduais de inovação;
         – Amazonas, Mato Grosso, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Santa
           Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco,
           Ceará, Alagoas, Sergipe e Goiás
•      Lei do Bem
         – Cap. III – Incentivos Fiscais a Inovação
         – Cap. IV – Isenção de impostos PIS & COFINS para produtos de
           informática
•      Lei de Informática




    @Eduardo Grizendi 2013      Porto Alegre, 09 de Março de 2013         41
FNDCT & Fundos Setoriais de C&T
•     Fundos Setoriais
       –    Instrumentos de financiamento de projetos e P,D&I em setores da
            economia
       –    Criados a partir de 1999
       –    Gestão compartilhada:
             » Comitês Gestores formados por representantes de: MCT, FINEP,
                 CNPq, Ministério da Área, Agência Reguladora, Comunidade
                 Acadêmica, Setor empresarial e outras entidades ligadas ao tema.
       –    Receitas:
             » Contribuições incidentes sobre exploração de recursos naturais
                 pertencentes à União ou sobre impostos/faturamentos /CIDE de
                 empresas de setores específicos.
•     FNDCT – Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e
      Tecnológico
       –    Constituído de Fundos Setoriais


    @Eduardo Grizendi 2013        Porto Alegre, 09 de Março de 2013                 42
FNDCT & Fundos Setoriais de C&T

•     16 fundos setoriais, sendo 14 específicos e 2 transversais.
•     Fundos Setoriais Específicos
        –   CT-PETRO: Lei 9478                         –   CT-BIOTEC
        –   CT-ENERG: Lei 9991                         –   CT-AGRO
        –   CT-HIDRO – Lei 9993                        –   CT-SAÚDE
        –   CT-TRANSPO: Lei 9992                       –   CT-AERO
        –   CT-MINERAL: Lei 9993                       –   CT-AMAZÔNIA: Lei 10176
        –   CT-ESPACIAL: Lei 9994                      –   CT-AQUAVIÁRIO: Lei 10893
        –   FUNTTEL: Lei 10052
        –   CT-INFO: Lei 10176
•     Fundos Setoriais Transversais
        – Fundo Verde-amarelo: Leis 10168 e 10332
        – CT-INFRA: Lei 10197




    @Eduardo Grizendi 2013          Porto Alegre, 09 de Março de 2013                 43
Plano Brasil Maior
                         Dimensões




@Eduardo Grizendi 2013      Porto Alegre, 09 de Março de 2013   44
Plano TI Maior
                         Ações e Impactos




@Eduardo Grizendi 2013         Eduardo Grizendi   45
A Lei Federal de Inovação
                                  Visão Geral
  •    Lei no. 10.973 de 2 de dezembro de 2004
         – “Dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica
           no ambiente produtivo e dá outras providências”.
         – Regulamentada pelo decreto nº 5.563 de 10/2005
  •    O centro de atenção é a ICT – Instituição Científica e
       Tecnológica
         – Instituição Científica e Tecnológica - ICT: órgão ou entidade da
           administração pública que tenha por missão institucional, dentre outras,
           executar atividades de pesquisa básica ou aplicada de caráter científico
           ou tecnológico;

            Figura jurídica de ICT privada não está formalmente definida na lei federal.
            Aparece como entidade/organização nacional de direito privado sem fins lucrativos
               voltada para atividades de pesquisa.
            Encontrada em diversas leis estaduais de inovação, por exemplo, na lei gaucha de
               inovação,
            A FINEP, em especial, tem utilizado em vários editais este termo, significando
               instituição de pesquisa privada sem fins lucrativos, ou, mais exatamente ICT-
               Instituição Científica e Tecnológica privada


@Eduardo Grizendi 2013               Porto Alegre, 09 de Março de 2013                      46
A Lei Federal de Inovação
                               Pontos Principais
 •    Autoriza a incubação de empresas dentro de ICTs;
 •    Permite a utilização de laboratórios, equipamentos e instrumentos,
      materiais e instalações das ICTs por empresa;
 •    Facilita o licenciamento de patentes e transferência de tecnologias
      desenvolvidas pelas ICTs;
 •    Introduz a participação dos pesquisadores das ICTs nos royalties de
      licenciamento;
 •    Prevê a estruturação de NIT – Núcleo de Inovação Tecnológica, nas ICTs
      para gerir sua política de inovação
 •    Autoriza a concessão de recursos diretamente para a empresa (Subvenção
      Econômica);
 •    Introduz um novo regime fiscal que facilita e incentiva as empresas a
      investirem em P&D (Lei do Bem);
 •    Autoriza a participação minoritária do capital de EPE cuja atividade principal
      seja a inovação;
 •    Autoriza a instituição de fundos mútuos de investimento em empresas cuja
      atividade principal seja a inovação

@Eduardo Grizendi 2013           Porto Alegre, 09 de Março de 2013                     47
A Lei Federal de Inovação
                              Incentivos Diretos e Indiretos
                         IV - DO ESTÍMULO À INOVAÇÃO NAS EMPRESAS

                   INCENTIVOS DIRETOS = SUBVENÇÃO ECONÔMICA

Art. 19
                                       Subvenção
A União, as ICT e as agências de fomento promoverão e incentivarão o desenvolvimento de
produtos e processos inovadores em empresas nacionais e nas entidades nacionais de direito
                                       Econômica
privado sem fins lucrativos voltadas para atividades de pesquisa, mediante a concessão de recursos
financeiros, humanos, materiais ou de infra-estrutura, a serem ajustados em convênios ou
contratos específicos, destinados a apoiar atividades de pesquisa e desenvolvimento, para
                                       FINEP
atender às prioridades da política industrial e tecnológica nacional. .

                                  VI – DISPOSIÇÕES FINAIS
                     INCENTIVOS INDIRETOS = INCENTIVOS FISCAIS

Art. 28
A União fomentará a inovação na empresa mediante a concessão de incentivos fiscais com vistas
na consecução dos objetivos estabelecidos nesta Lei.
                                         Lei do Bem
O Poder Executivo encaminhará ao Congresso Nacional, em até 120 (cento e vinte) dias, contados da
publicação desta Lei, projeto de lei para atender o previsto no caput deste artigo.


@Eduardo Grizendi 2013              Porto Alegre, 09 de Março de 2013                          48
As Leis Estaduais de Inovação

         Estado              Legislação                       Entrada em vigor

         Alagoas             Lei Estadual nº 7.117,           12 de Novembro de 2009.
         Amazonas            Lei Ordinária nº 3.095           17 de Novembro de 2006
         Bahia               Lei Estadual nº 11.174           09 de Dezembro de 2008
         Ceará               Lei Estadual 14.220              16 de Outubro de 2008
         Goiás               Lei Estadual nº 16.922, DE       08 de Fevereiro de 2010.
         Mato Grosso         Lei Complementar nº 297          07 de Janeiro de 2008
         Minas Gerais        Lei Estadual nº 17.348           17 de Janeiro de 2008
         Pernambuco          Lei Estadual nº 13.690           16 de Dezembro de 2008
         Rio de Janeiro      Lei Estadual n° 5.361            29 de Dezembro de 2008
                             Decreto Estadual nº 42.302       12 de fevereiro de 2010
         Rio Grande do Sul   Lei Estadual nº 13.196           13 de Julho de 2009
         São Paulo           Lei Complementar nº 1049         19 de Junho de 2008
                             Decreto nº 53.141,               19 de Junho de 2008
         Santa Catarina      Lei Estadual nº 14.328           15 de Janeiro de 2008
         Sergipe             Lei Estadual nº 6.794            02 de Dezembro de 2009




@Eduardo Grizendi 2013                Porto Alegre, 09 de Março de 2013                  49
A Lei do Bem                                      7


                         Visão Geral
•   MP do Bem, depois Lei do Bem (Lei nº 11.196 11/2005)
•   Vários capítulos
•   Capítulo III - DOS INCENTIVOS À INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
      – Prevista na Lei de inovação
      – “Institui o .. ; dispõe sobre incentivos fiscais para a inovação
        tecnológica;...”.
      – Criou os incentivos fiscais de apoio às atividades de pesquisa,
        desenvolvimento e inovação tecnológica das empresas.
      – Regulamentada pelo decreto nº 5.798 de 06/2006.
      – Normatizada recentemente pela IN RFB nº 1.187, de
        29/08/2011.
  – O centro de atenção é a empresa
• Capítulo IV – DO DO PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL
   – “Institui o .. Programa de Inclusão Digital;...”
      – Eliminou o PIS/PASEP e COFINS na venda a varejo, para empresas e
        órgãos públicos, de microcomputadores, notebooks, mouse, ....
      – Recentemente incluiu o “tablet”
      – Expira em 2014.


@Eduardo Grizendi 2013       Porto Alegre, 09 de Março de 2013                 50
A Inovação Tecnológica segundo o
                           Manual de Oslo (3ª Edição) e o Marco
                           Legal de Inovação
 • Inovação tipo TPP + Inovação em Marketing + Inovação
   Organizacional
 • Inovação tipo TPP (Oslo 2ª Edição):
        – Introdução no mercado de um novo produto (bem ou serviço)
                             Marco Legal da Inovação
          substancialmente aprimorado ou
                                     (atual)
        – Introdução na empresa de um processo produtivo novo ou
          substancialmente aprimorado
 • Inovação em Marketing:Gaucha
                     Lei                               de Inovação
        – Introdução de um novo método, nova estratégia ou conceito de
          marketing
 • Inovação Organizacional:
        – Introdução de um novo método organizacional nas práticas de
          negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas



@Eduardo Grizendi 2013          Porto Alegre, 09 de Março de 2013            51
O conceito de Inovação Aberta
                         (“Open Innovation”)




                         Visão da Lei de Inovação




@Eduardo Grizendi 2013      Porto Alegre, 09 de Março de 2013   52
7
                              A Lei do Bem

•   MP do Bem, depois Lei do Bem (Lei nº 11.196 11/2005)
•   Vários capítulos
•   Capítulo III - DOS INCENTIVOS À INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
      – Prevista na Lei de inovação
      – “Institui o .. ; dispõe sobre incentivos fiscais para a inovação
        tecnológica;...”.
      – Criou os incentivos fiscais de apoio às atividades de pesquisa,
        desenvolvimento e inovação tecnológica das empresas.
      – Regulamentada pelo decreto nº 5.798 de 06/2006.
      – Normatizada recentemente pela IN RFB nº 1.187, de
        29/08/2011.
  – O centro de atenção é a empresa
• Capítulo IV – DO DO PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL
   – “Institui o .. Programa de Inclusão Digital;...”
      – Eliminou o PIS/PASEP e COFINS na venda a varejo, para empresas e
        órgãos públicos, de microcomputadores, notebooks, mouse, ....
      – Recentemente incluiu o “tablet”
      – Expira em 2014.


@Eduardo Grizendi 2013       Porto Alegre, 09 de Março de 2013                 53
O Cap. III da Lei do Bem
                               Os principais Incentivos Fiscais
•     Dedução de 100% dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC)
      do IR e da CSLL
        – + 60% (100+60=160%) dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do
          IR e da CSLL
        – + 20% (160+20=180%) dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do
          IR e da CSLL, incrementando o número de pesquisadores (RH)
        – + 20% (180+20=200%) dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do
          IR e da CSLL, através de pagamentos vinculados a patente concedida ou cultivar registrado
•     Redução de 50% de IPI na aquisição de máquinas em equipamentos, aparelhos e
      instrumentos novos, destinados à P&D de Inovação Tecnológica
•     Depreciação Acelerada integral no ano da aquisição, de máquinas em equipamentos,
      aparelhos e instrumentos novos, destinados à P&D de Inovação Tecnológica
•     Amortização Acelerada na aquisição de bens intangíveis, vinculados exclusivamente
      às atividades de destinados à P&D de Inovação Tecnológica
•     Redução a zero da alíquota do imposto sobre a renda retido na fonte nas remessas
      efetuadas para o exterior destinadas ao registro e manutenção de marcas, patentes e
      cultivares”.


    @Eduardo Grizendi 2013             Porto Alegre, 09 de Março de 2013                        54
O Cap. III da Lei do Bem
                                      Resumo dos incentivos

                                   Principais Incentivos Fiscais da Lei do Bem

                             Dedução Adicional de Dispêndios (*)
                             60% automático
                             10% com incremento de <= 5 % dos pesquisadores
                             20% com incremento de > 5 % dos pesquisadores
        BC do IRPJ & CSLL
                             20% para patente concedida
                             Depreciação Integral no ano de aquisição de ativos tangíveis
                             Amortização acelerada para ativos intangíveis

                             Redução de
                 IPI         50% na aquisição de equipamentos

                             Redução a
        IR Retido na Fonte   0 (zero) em remessas para registro e manutenção de patentes




@Eduardo Grizendi 2013                     Porto Alegre, 09 de Março de 2013                55
O Cap. III da Lei do Bem
                                        Resumo dos benefícios


                                       Estimativa dos Benefícios da Lei do Bem


                                                             Recuperação de
          Despesas Operacionais com M.O. interna e serviços Entre 14,4 a 24% ou 20,4 a 34% (*)
          de terceiros
          Remessas no exterior                                Alí
                                                                quota 0 (zero) no IR Retido na Fonte
          Ativos tangíveis - máquinas e equipamentos         ganho financeiro da depreciação integral
          Ativos intangíveis                                 ganho financeiro da amortização acelerada


                                                             Redução de
          Ativos tangíveis - máquinas e equipamentos         50% do IPI

        (*) 24% de 60% = 14,4 24% de 100% = 24%
           34% de 60% = 20,4%; 34% de 100% = 34%



@Eduardo Grizendi 2013                     Porto Alegre, 09 de Março de 2013                             56
Formulário MCT2012
                         Linhas de P&D/Projetos

 “Na descrição de cada projeto torna-se imprescindível a
   empresa
 observar, dentre outros, os seguintes aspectos:
 a) Destaque o elemento tecnologicamente novo ou inovador do
    projeto;
 b) Se existe aplicação de conhecimento ou técnica de uma
    nova fórmula;
 c) Quais os avanços científicos tecnológicos embutidos em cada
    projeto;
 d) Comente sobre os métodos utilizados;
 e) Cite a data de início e fim de cada projeto




@Eduardo Grizendi 2013     Porto Alegre, 09 de Março de 2013   57
Formulário MCT 2012
                                 Linhas de P&D/Projetos
“Na área de TIC procure destacar os seguintes aspectos:
a) Quais as competências exigidas no desenvolvimento de seus aplicativos;
b) Prestar informações sobre as características inovativas, algoritmos ou técnicas empregadas;
c)   Quais técnicas ou metodologias foram empregadas;
d) Competências técnicas exigidas;
e) Restrições técnicas superadas.
Ressalta-se que as atividades de informática de rotina e que não impliquem avanços científicos ou técnicos
ou não resolvam incertezas tecnológicas não devem ser consideradas como PD&I, tais como:
• Software de aplicação comercial e desenvolvimento de sistemas de informação que utilizem métodos
    conhecidos e ferramentas informáticas já existentes.
• A manutenção dos sistemas existentes.
• A conversão ou tradução de linguagens informáticas.
• A adição de funções para o utilizador das aplicações informáticas.
• A depuração de sistemas informáticos.
• A adaptação de software existente.
• A preparação de documentação para o utilizador”


 @Eduardo Grizendi 2013                Porto Alegre, 09 de Março de 2013                     58
A Lei de Informática

•      Início na Lei nº 8.248/91
         –   Capacitação do setor de informática e automação,
         –   Modificada pela Lei nº 10.176/01,
         –   Modificada pela Lei nº 11.077/04 e
         –   Modificada pelo Decreto nº 5.906/06
         –   Modificada pelo Decreto nº 7.010/09
•      Concede incentivo fiscal às empresas de informática que investem
       em P&D no país, mediante o desconto ou isenção no recolhimento
       do IPI, referente ao produto a ser fabricado no Brasil.
•      Fora da Zona Franca de Manaus
         –   Empresas devem aplicar o mínimo de 4% do faturamento em P&D, segundo
             determinada distribuição de aplicação
         –   Em contra-partida, recebem desconto do IPI
         –   O desconto do imposto recai apenas em produtos de informática e automação
             que atendam às exigências do Processo Produtivo Básico (PPB).
•      Legislação específica para empresas da Zona Franca de Manaus



    @Eduardo Grizendi 2013                                                               59
                                     Porto Alegre, 09 de Março de 2013
A Lei de Informática




@Eduardo Grizendi 2013     Porto Alegre, 09 de Março de 2013   60
A Lei de Informática
                         Incentivos Fiscais




@Eduardo Grizendi 2013      Porto Alegre, 09 de Março de 2013   61
A Lei de Informática
                         Contrapartida da empresa

• Produzir conforme Processo Produtivo Básico
• Investir em P&D
• Implantar Sistema de Qualidade e Programa de Participação
  nos Lucros ou Resultados
• Manter Regularidade Fiscal
• Entregar anualmente o Relatório Demonstrativo do
  cumprimento das obrigações ao MCT




@Eduardo Grizendi 2013        Porto Alegre, 09 de Março de 2013   62
A Lei de Informática
                                                 Obrigações de P&D
                                                                                                           % Mínimos obrigatórios
                                                                                                           % Complementares
                                                                         Aplicações em P&D
                                                                             4% ($ bens
                                                                            incentivados)


                                         Projetos de P&D nas              Projetos de P&D com
                                                                                                                FNDCT – Ctinfo
                                        Empresas Incentivadas           Instituições Credenciadas
                                                                                                                   0,40%
                                                2,16%                              1,44%


                                                           SUDAM (exceto ZFM)
                                                                                          Demais Regiões
                                                             SUDENE E CO
                                                                                             0,80%
                                                                0,64%


                                                    Públicas ou
                                                                               Públicas
                                                     Privadas
                                                     0,448%
                                                                               0,192%                  Projetos de P&D em TI
                                                                                                        (inclusive Seg. da Informação)
                                                                                                       Programas Estruturantes
                                                                                                        (estabelecidos pelo CATI)

                             Interno à própria empresa
                             Empresa contratada                      Centro ou Instituto de Pesquisa
                             Centro ou Instituto de Pesquisa          credenciado
                             Entidade Brasileira de Ensino           Entidade Brasileira de Ensino
                             Incubadora de empresas de base           credenciada
                              tecnológica em TI                       Incubadora de empresas de base
                             Empresa vinculada a incubadora           tecnológica em TI de Instituição de
                             Participação em empresa vinculada        E&P credenciada
                              a incubadora credenciada                Empresa vinculada a incubadora a
                             Até 20% nos programas prioritários       incubadora credenciada de Instituição
                             Até 30% nos programas de apoio           de E&P credenciada
                              ao desenvolvimento do setor de TI.      Programas prioritários


                             NOTA: De acordo com a Lei, ao longo do período 2004/ 2019, os investimentos deverão
                                   ser reduzidos segundo percentuais pré-definidos
@Eduardo Grizendi 2013                                    Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                              63
Financiamento da Inovação em TIC




@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   64
Tratamento tributário dos Incentivos
                                      Fiscais à P&D e Inovação Tecnológica
                                      para Empresas de TIC
                    Lei ou Medida Provisória             Efeito                        Pontos Principais

                    Lei de Informatica                   Introduz   os   incentivos       Isenção ou Redução de até 90 %
                    (Lei nº 8.248/91, Lei nº 8.387/91,   fiscais para as Empresas          do IPI para produtos
                    Decreto nº 5.906/06 e demais         que produzem bens de              comercializados
                    leis e decretos)                     informática e automação
                                                         no país.
                    Capítulo III da Lei nº 11.196/05     Introduz   os   incentivos       Deduções adicionais da Base de
                    (Lei do Bem)                         fiscais para Projetos de          Cálculo do IRPJ e CSLL de 60% a
                                                         Pesquisa                 e        100%;
                                                         Desenvolvimento         da       Depreciação acelerada;
                                                         Inovação Tecnológica na          Amortização acelerada;
                                                         Empresa.                         Crédito do IRRF de remessas para
                                                                                           o exterior para pagamento de
                                                                                           royalties;
                                                                                          Redução a zero do IRRF de
                                                                                           remessas para o exterior para
                                                                                           pagamento de patentes;
                                                                                          Redução de 50% do IPI em
                                                                                           aquisição de equipamentos para
                                                                                           laboratórios;
                    Capítulo IV da Lei nº 11.196/ 05     Introduz  os     incentivos      Redução a 0 (zero) as alíquotas da
                    (Lei do Bem) e Lei nº 12.507/11,     fiscais do Programa de            Contribuição para o PIS/Pasep e da
                    de conversão da MP nº 534, de        Inclusão Digital                  Cofins incidentes sobre a receita
                    2011                                                                   bruta de venda a varejo, de
                                                                                           produtos de informática, incluindo
                                                                                           Tablet PC
                    “Lei do MEC da Inovação” ou          Altera    os   incentivos        Deduções adicionais da Base de
                    “Lei Rouanet da Inovação” - Lei      fiscais do Capítulo III da        Cálculo do IRPJ e CSLL de 50% a
                    nº. 11.487 de 06/2007;               Lei do Bem                        250% em projetos executados com
                    Decreto nº 6.260, de 11/2007                                           ICTs públicas e privadas;
                    Lei nº 11.774 de 09/2008 (antiga     Altera    os   incentivos        Introduz a depreciação integral
                    MP no. 428)                          fiscais do Capítulo III da        acelerada no ano de aquisição;
                                                         Lei do Bem
                    Lei  nº   11.908,  de   03/2009      Altera a Base de Cálculo         Introduz a dedução em dobro de
                    (decorrente do Projeto de Lei de     do IRPJ para empresas             capacitação de software na Base
                    Conversão nº 30 de 2008).            de TI                             de Cálculo do IRPJ para os setores
                                                                                           de TI;
                    Decreto nº 6.909 de 07/2009          Altera    os   incentivos        Detalha/estende para CSLL o
                                                         fiscais do Capítulo III da        tratamento contábil da Depreciação
                                                         Lei do Bem                        Integral e Amortização Acelerada;


@Eduardo Grizendi 2013                         Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                                65
Programas de Financiamento a
                                      Inovação
•      FINEP
        –    Programa        Subvenção Econômica;
        –    Programa        FINEP Inova Brasil;
        –    Programa        Brasil Sustentável
        –    Programa        de Inovação em Tecnologia Assistiva:
•      CNPQ
        –    Programa RHAE
•      BNDES
        –    BNDES Inovação;
        –    BNDES Prosoft Empresa:
        –    PROTVD – Fornecedor;
        –    (apoio) BNDES Automático;
        –    (apoio) Cartão BNDES;
        –    (apoio) BNDES Limite de Crédito; Recurso Não Reembolsável para Apoio à Inovação:
        –    (não reembolsável) FUNTEC - Fundo Tecnológico
•      FAPESP
        –    Programa PIPE
•      Banco do Nordeste
        –    Programa INOVAÇÃO


    @Eduardo Grizendi 2013                   Porto Alegre, 09 de Março de 2013                  66
Alterações no Marco Legal de Inovação
       em TIC




@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   67
Mudanças no Marco Legal de
                         P&D&I




@Eduardo Grizendi 2013     Porto Alegre, 09 de Março de 2013   68
Mudanças no Marco Legal de
                         P&D&I




@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   69
Mudanças no Marco Legal de
                               P&D&I
Benefício da Lei do Bem deve abranger optantes do
Simples
 DCI,

 Fernanda Bompan

 SÃO PAULO - O governo de Dilma Rousseff vem demonstrando que quer aumentar os investimentos de
 inovação em diversos setores, exemplo disso é de que até o fim deste mês um conjunto de medidas que
 inclui uma linha de crédito subsidiado de quase R$ 30 bilhões para financiar investimentos deve ser
 anunciado. E uma das expectativas é que os incentivos fiscais previstos na chamada Lei do Bem
 (número 11.196, de 2005) sejam estendidos às empresas optantes do Simples Nacional.
 Apesar de elogiarem a lei, especialistas entrevistados pelo DCI comentam que ainda falta aperfeiçoar
 regras, que acabam por limitar o interesse por investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Além
 de que, para eles, essa norma é pouco divulgada.
 "Um dos benefícios que precisa ser aperfeiçoado é essa questão de que a empresa só pode ter deduzir
 imposto [Imposto de Renda-IR e Contribuição Social sobre Lucro Líquido-CSLL] do investimento feito,
 no ano que ela tiver lucro. Ou seja, se houver investimento, mas não houver lucro, ela perde esse
 benefício. Empresas startups (recém-nascida), que demoram a ter um retorno, e as pequenas, que
 eventualmente não tenham lucro, acabam sendo prejudicadas. Por isso, as grandes são as que mais se
 valem da lei", avalia Pierre Moreau, sócio da Moreau e Balera Advogados.
 ...
 @Eduardo Grizendi 2013                Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                 70
Mudanças no Marco Legal de
                                                   P&D&I
 Tele Síntese
 Regulamento de PD&I pode garantir investimentos de US$ 1,5 b por ano
 Ter, 17 de Maio de 2011 17:25 por Lúcia Berbert



A idéia da Anatel é estipular um percentual maior que 1,5% da ROL das operadoras em investimentos nessa área

A proposta de regulamento de incentivo a investimento em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), em elaboração pela Anatel, prevê
não apenas o estímulo ao investimento direto das operadoras, mas também em parcerias com as universidades e institutos tecnológicos ou na
compra de equipamentos produzidos no Brasil. Ou seja, por meio de estímulos ao investimento pelas operadoras na indústria eletrônica, a
agência quer reduzir os efeitos negativos da importação excessiva de equipamentos de telecom (cerca de 80%) na balança comercial do
Brasil.

A agência deve estabelecer um índice de investimento mínimo anual para as empresas, disse a superintendente executiva da Anatel, Simone
Scholze. Esse valor deve superar 1,5% da receita líquida operacional da empresa. Pelas contas iniciais, esse valor pode chegar a US$ 1,5
bilhão por ano.

A proposta também prevê a criação de um comitê de acompanhamento das ações das operadoras em prol do PD&I, formado por
representantes do governo (Anatel, Minicom, MCT, MDIC e BNDES), associações de prestadoras e de fabricantes, que aplicará um valor a
cada ação, obedecendo a critérios definidos.

A Anatel criará um certificado de excelência em PD&I para as operadoras, que servirá para comprovar a realização de investimentos e de
aquisição de produtos nacionais (fabricados no Brasil, independente da origem do capital). A pontuação obtida pelas prestadoras, por sua vez,
servirá para compor um ranking, que dará benefícios a elas no ato de concessão de outorgas e autorizações de novos serviços, nas licitações
de freqüências, na certificação e homologação de produtos e obtenção de recursos dos fundos setoriais e do BNDES.

A proposta já passou pela área técnica da Anatel e está em análise da conselheira Emília Ribeiro. Depois de aprovada no Conselho Diretor da
agência e, em seguida, entrará em consulta pública. As linhas gerais do regulamento foram apresentadas no Seminário “Estímulos à PD&I no
Setor de Telecomunicações”, realizado nesta terça-feira (17) fruto de parceria entre Anatel e Ipea.




 @Eduardo Grizendi 2013                              Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                                     71
Mudanças no Marco Legal de
                         P&D&I




@Eduardo Grizendi 2013     Porto Alegre, 09 de Março de 2013   72
Mudanças no Marco Legal de
                          P&D& Inovação
• Nova Política Industrial: Brasil Maior
• Programa TI Maior
• Lei Federal de Inovação;
      – Proposta FINEP
• Leis Estaduais de Inovação;
      – AM, MT, BA, MG, SP, SC, RS, RJ, PR, PE, CE, AL,
• Lei de Informática
      – Revisão do MCT
• [Incentivos a P&D ANATEL]
• Lei do Bem
      – Incentivos fiscais a produção de Tablets (Cap. IV)
      – Incentivos fiscais à inovação prometem se estender às Empresas que
        operam no Regime do Lucro Presumido (Cap. III)




@Eduardo Grizendi 2013         Porto Alegre, 09 de Março de 2013         73
Gestão da Inovação em Empresas de TIC
       (continuação)




@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   74
Conceito de Gestão da Inovação
•    O que é:
      – Gestão do Processo de Inovação:
             • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” )
             • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos
      – Gestão da Propriedade Intelectual
             • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção,
               comercialização
      – Gestão das Oportunidades Tecnológicas
             • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc.
      – Gestão dos Recursos para Inovação
             • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências
               de fomento, etc.
             • Usufruto dos incentivos à inovação
             • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação
      – Gestão da Transferência de Tecnologia
         • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc.
      – Gestão das Empresas Nascentes
             • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc.


    @Eduardo Grizendi 2013             Porto Alegre, 09 de Março de 2013               75
Transferência de Tecnologia
                           Estratégia de “Spin-in”
                           Lista de Aquisições

  • Google
  http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Google_acquisitions

  • Yahoo:
  http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_acquisitions_by_Yahoo%21

  • Microsoft
  http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_companies_acquired_by_Microsoft_Corporati
  on




@Eduardo Grizendi 2013         Porto Alegre, 09 de Março de 2013               76
Transferência de Tecnologia
                         Estratégia de “Spin-in” do Google




@Eduardo Grizendi 2013      Porto Alegre, 09 de Março de 2013   77
Transferência de Tecnologia
                         Estratégia de “Spin-in “do Facebook




@Eduardo Grizendi 2013        Porto Alegre, 09 de Março de 2013   78
Caminhos para inovação
                                 As Oportunidades do modelo de Inovação
                                 Aberta (“Open Innovation”)
                                                                                 Other firm´s market


                                                      Licence, spin out, divest                         Our new market


     Internal technology base




                                                                                                   Our current market

                                                                             Internal/external venture
PUCRS, UFRGS, Unisinos, ...                                                  handling
      External technology base                      External technology insourcing/ spin-in
            Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D,
            10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004


 @Eduardo Grizendi 2013                      Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                            79
Oportunidades para inovação - os
       caminhos para inovação




@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   80
Os Caminhos para inovação
                                     As oportunidades no Modelo de
                                     “Closed Innovation”

                                                      Empresa


                                                                    Modelo Fechado
                                                                    Foco em D
                                           Comercialização
                         Desenvolvimento

          Pesquisa

                         Desenvolvimento             PUCRS, UFRGS,
                                                      Unisinos, ...




@Eduardo Grizendi 2013                          Porto Alegre, 09 de Março de 2013    81
Os Caminhos para inovação
                            As oportunidades trazidas pelo Modelo de
                            “Open Innovation” e a Lei de Inovação e a
                            Lei do Bem
                                         Empresa



                                                                                             Scale up
                                                                                         Comercialização
    Modelo Aberto                                                      Desenvolvimento Licenciamentos
    Foco em P&D&I                                                                             Spin-out
                         PUCRS, UFRGS, Unisinos,            Pesquisa

                                   ...                                 Desenvolvimento
                                                                                         Comercialização




                                 Oportunidades




@Eduardo Grizendi 2013             Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                 82
(Modelo Fechado) X (Modelo Aberto +
                                   Leis de inovação + Lei do Bem)


                                                      Empresa



                                                                                                          Scale up
                                                                                                      Comercialização
                                           Comercialização
                                                                                    Desenvolvimento
                         Desenvolvimento
                                                                                                           Spin-out
                                                                         Pesquisa
         Pesquisa
                                                                                    Desenvolvimento
                         Desenvolvimento
                                              PUCRS, UFRGS,
                                               Unisinos, ...
                                                    ...
                                                   Oportunidades




@Eduardo Grizendi 2013                          Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                 83
Os Caminhos para inovação
                                    As Oportunidades do modelo de Inovação
                                    Aberta (“Open Innovation”)
                                                                                 Other firm´s market


                                                        Licence, spin out, divest                         Our new market


      Internal technology base




                                                                                                     Our current market

                                                                               Internal/external venture
PUCRS, UFRGS, Unisinos, ...                                                    handling
       External technology base                       External technology insourcing/ spin-in
              Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D,
              10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004


@Eduardo Grizendi 2013                          Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                          84
Os caminhos para a Inovação - dos
       resultados de P&D para o mercado




@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   85
O que é o mais importante ?


               A IDÉIA
@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   86
Exemplo:
                         Plataforma P&G de “Open Innovation”
                         connect + develop




@Eduardo Grizendi 2013         Porto Alegre, 09 de Março de 2013   87
Exemplo:
                         Plataforma de Inovação da PUCRS
                         Mestrado e Doutorado em TIC




@Eduardo Grizendi 2013      Porto Alegre, 09 de Março de 2013   88
As Oportunidades do modelo de
                                   Inovação Aberta (“Open Innovation”)

                                                                                Other firm´s market


                                                     Licence, spin out, divest                         Our new market


    Internal technology base




                                                                                                  Our current market

                                                                            Internal/external venture
             PUCRS                                                          handling
     External technology base                      External technology insourcing/ spin-in
           Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D,
           10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004


@Eduardo Grizendi 2013                      Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                            89
Depois ?


       O CLIENTE
@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   90
Identificando as oportunidades
• Identificar Tendências
• Mapear Rotas Tecnológicas
• Fazer busca em banco de patentes, identificando
  potenciais tecnologias, produtos e processos
       – Por empresa
       – Por área tecnológica/tecnologia
• Prospectar potenciais clientes
       – Buscar lista de empresas do setor
       – Visitar feiras e congressos empresariais




@Eduardo Grizendi 2013      Porto Alegre, 09 de Março de 2013   91
Identificando as oportunidades




                                                                    Fazer “”cold call”




                                                                   Encontrar na feira




@Eduardo Grizendi 2013         Porto Alegre, 09 de Março de 2013                92
Identificando as oportunidades




                                                                 Visitar
                                                                 Agendar reunião...



@Eduardo Grizendi 2013       Porto Alegre, 09 de Março de 2013                  93
Capturando as oportunidades




Fazer reunião com                 Aproveitar viagem
potencial cliente


                                                                  Enviar proposta




@Eduardo Grizendi 2013        Porto Alegre, 09 de Março de 2013                     94
E depois ?

           O RECURSO

@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   95
Programas de Financiamento a
                                      Inovação
•      FINEP
        –    Programa        Subvenção Econômica;
        –    Programa        FINEP Inova Brasil;
        –    Programa        Brasil Sustentável
        –    Programa        de Inovação em Tecnologia Assistiva:
•      CNPQ
        –    Programa RHAE
•      BNDES
        –    BNDES Inovação;
        –    BNDES Prosoft Empresa:
        –    PROTVD – Fornecedor;
        –    (apoio) BNDES Automático;
        –    (apoio) Cartão BNDES;
        –    (apoio) BNDES Limite de Crédito; Recurso Não Reembolsável para Apoio à Inovação:
        –    (não reembolsável) FUNTEC - Fundo Tecnológico
•      FAPERGS
        –    Programa PIPE
        –    Programa INOVAÇÃO

        + FNDCT+ Lei de Inovação + Lei do Bem + Lei do MEC de Inovação

    @Eduardo Grizendi 2013                   Porto Alegre, 09 de Março de 2013                  96
As leis de inovação federal e gaucha
                             Pontos Principais
•     Autoriza a incubação de empresas dentro de ICTs;
•     Permite a utilização de laboratórios, equipamentos e instrumentos, materiais
      e instalações das ICTs por empresa;
•     Facilita o licenciamento de patentes e transferência de tecnologias
      desenvolvidas pelas ICTs;
•     Introduz a participação dos pesquisadores das ICTs nos royalties de
      licenciamento;
•     Prevê a estruturação de NIT – Núcleo de Inovação Tecnológica, nas ICTs para
      gerir sua política de inovação
•     Autoriza a concessão de recursos diretamente para a empresa (Subvenção
      Econômica);
•     Introduz um novo regime fiscal que facilite e incentive as empresas a investir
      em P&D (Lei do Bem);
•     Autoriza a participação minoritária do capital de EPE cuja atividade principal
      seja a inovação;
•     Autoriza a instituição de fundos mútuos de investimento em empresas cuja
      atividade principal seja a inovação
    @Eduardo Grizendi 2013        Porto Alegre, 09 de Março de 2013               97
...ENFIM...




@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   98
“Processo de destruição criativa”
                         [Schumpeter, 1942]

• Destruição do velho, como consequência do surgimento do
  novo.
     “... que revoluciona a estrutura econômica a partir de dentro,
        destruindo incessantemente o antigo e criando elementos
        novos...”
     “Este processo de destruição criativa é básico para se entender o
       capitalismo. É dele que se constitui o capitalismo e a ele deve se
       adaptar toda a empresa capitalista para sobreviver”
     “... esforço para enfrentar uma situação que tudo indica que
        mudará, ou seja, como uma tentativa dessas empresas de
        firmar-se em um terreno que lhe foge sob os pés”.




@Eduardo Grizendi 2013      Porto Alegre, 09 de Março de 2013         99
As 30 mais importantes inovações
                                   em 30 anos
1.   Internet WWW                                             16. Media file compression (e.g., jpeg, mpeg, mp3)
2.   PC/Laptop computers                                      17. Microfinance
3.   Mobile phones                                            18. Photovoltaic Solar Energy
4.   Email                                                    19. Large scale wind turbines
5.   DNA testing and sequencing/Human genome                  20. Social networking via internet
     mapping
                                                              21. Graphic user interface (GUI)
6.   Magnetic resonance imaging (MRI)
                                                              22. Digital photography/videography
7.   Microprocessors
                                                              23. RFID and applications (e.g. NFC)
8.   Fiber optics
                                                              24. Genetically modified plants
9.   Office software (Spreadsheets, word processors)
                                                              25. Bio fuels
10. Non-invasive laser/robotic surgery (laparoscopy)
                                                              26. Bar codes and scanners
11. Open source software and services (e.g., Linux,
    Wikipedia)                                                27. ATMs
12. Light emitting diodes (first real devices in 1960s;       28. Stents
    in products in mid-70s)
                                                              29. SRAM flash memory
13. Liquid Crystal Displays
                                                              30. Anti retroviral treatment for AIDS
14. GPS Systems
15. Online shopping/ecommerce/auctions (e.g.,             http://www.pbs.org/nbr/site/features/special/top-30-innovations_home/
    eBay)
 @Eduardo Grizendi 2013                    Porto Alegre, 09 de Março de 2013                                            100
Conclusões




@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013   101
Conclusões

•      A Inovação tecnológica tem que gerar riqueza
         – Trazer “dim dim”, “bufunfa”, ...

•      A Inovação pode ser na Empresa, na região/nacional ou no mundo
•      O Modelo de “Open Innovation” e o Marco Legal da Inovação
       trazem novos caminhos para a Inovação;
•      A Gestão da Inovação, incluindo a Gestão da Propriedade
       Intelectual, são importantes para a competitividade da Empresa.
•      A realidade do “Processo de destruição criativa” [Schumpeter,
       1942] , sempre estará trazendo oportunidades;




    @Eduardo Grizendi 2013        Porto Alegre, 09 de Março de 2013   102
Conclusões
  •    O Brasil tem um marco legal para a inovação & linhas de
       financiamento para promovê-la.
       –    Mudanças no marco legal tem sido feitas nos últimos meses
       –    Algumas ainda estão “no forno”
  •    Há um entendimento no mercado que não faltam linhas de
       financiamento.
       –    Naturalmente que não existem em abundância, mas certamente o
            conjunto não é simplório, ao contrário, é significativo.
  •    No entanto, em relação a estas linhas em geral:
       –    Linhas para atividades de P&D para Inovação e não para Inovação,
            simplesmente;
       –    Não há um claro entendimento nelas do que é inovação;

                  As agências deveriam diminuir significativamente o grau de
                  subjetividade do conceito de inovação tecnológica que permeiam
                  os seus programas e linhas de financiamento. Ou se criem
                  critérios específicos, ou se apóiem no conceito abrangente do
                  Marco Legal (Lei de Inovação e Cap.III da Lei do Bem),
                  fundamentalmente no Manual de Oslo, 2ª edição ou 3ª edição,
                  ambos traduzidos pela FINEP

@Eduardo Grizendi 2013             Porto Alegre, 09 de Março de 2013               103
MANUAL DE ORIENTAÇÕES
                                                        GERAIS SOBRE INOVAÇÃO




                                                               Ministério das Relações
                                                                            Exteriores
                                                                     Eduardo Grizendi
                                                                      Janeiro de 2011

           Manual de Inovação para Empresas em Geral
              http://www.finep.gov.br/dcom/manualinovacao.pdf
@Eduardo Grizendi 2013             Porto Alegre, 09 de Março de 2013
MANUAL DE INOVAÇÃO
                                                           PARA EMPRESAS
                                                         BRASILEIRAS DE TIC

                             “Orientações Gerais sobre Inovação
                                      para Empresas do Setor de
                                     Tecnologia da Informação e
                                                  Comunicação”

                                                                         SOFTEX
                                                                 Eduardo Grizendi
                                                                Dezembro de 2012
 http://arquivos.publit.com.br/Manual_de_Inovacao_em_Empresas_TIC
 _Eduardo_Grizendi_SOFTEX.pdf
@Eduardo Grizendi 2013      Porto Alegre, 09 de Março de 2013              105
Conteúdo

• Apresentação
• Cap. 1 - Introdução
• Cap. 2 - Histórico e Visão Geral da Legislação Brasileira
  Básica sobre P&D e Inovação em TIC
• Cap. 3 - Conceitos, Atividades e Modelos de Processos de
  Inovação em Empresas de TIC
• Cap. 4 - A Gestão da Inovação
• Cap. 5 - Financiamento à Inovação para Empresas de TIC
• Cap. 6 - Panorama da Inovação nas Empresas Brasileiras
• Cap. 7 - Exportação, Internacionalização e outros
  programas de apoio a Empresas de TIC
• Cap. 8 – Conclusões
• Anexo - Relação de Sítios Nacionais e Internacionais sobre
  Inovação

@Eduardo Grizendi 2013   Porto Alegre, 09 de Março de 2013     106
Agenda X Conteúdo
                                          •    Apresentação
•    Conceitos, Atividades e
                                          •    Cap. 1 - Introdução
     Modelos de Processos de
                                          •    Cap. 2 - Histórico e Visão Geral da
     Inovação em Empresas de                   Legislação Brasileira Básica sobre
     TIC                                       P&D e Inovação em TIC
•    Gestão da Inovação                   •    Cap. 3 - Conceitos, Atividades e
                                               Modelos de Processos de Inovação
•    Arcabouço Legal da Inovação               em Empresas de TIC
     em TIC                               •    Cap. 4 - A Gestão da Inovação
•    Financiamento à Inovação             •    Cap. 5 - Financiamento à Inovação
                                               para Empresas de TIC
•    Oportunidades para inovação          •    Cap. 6 - Panorama da Inovação nas
     - os caminhos para inovação               Empresas Brasileiras
•    Planejamento Tecnológico             •    Cap.       7       -      Exportação,
                                               Internacionalização      e     outros
     Estratégico                               programas de apoio a Empresas de
•    Conclusões                                TIC
                                          •    Cap. 8 – Conclusões
                                          •    Anexo - Relação de Sítios Nacionais
                                               e Internacionais sobre Inovação
    @Eduardo Grizendi 2013      Porto Alegre, 09 de Março de 2013                 107
Apresentação e Cap. 1 –
                                                           Introdução
• Endereçado às Empresas de TIC
• Sem preocupação com o formalismo de um documento
  acadêmico
• Uso de notas de rodapé para expressar experiência prática ou
  opinião do autor
     O Marco Legal de Inovação brasileiro não explica em nenhum lugar, incluindo o próprio formulário, o termo “serviço industrial” no
     contexto utilizado pelo próprio formulário. Percebe-se, com este adjetivo, uma visão preocupante no MCTI de inovação tecnológica
     somente relacionada ao setor de manufaturas e não uma visão mais atual que contemple também o setor de serviços. De qualquer
     maneira, o setor de serviços, em especial o financeiro, de energia e de telecomunicações, tem se utilizado dos incentivos fiscais do
     Capítulo III da Lei do Bem, conforme relatórios publicados pelo MCTI. Como não houve uma manifestação formal do MCTI contestando a
     utilização dos incentivos pelo setor de serviços, o Manual de Oslo, 2ª Edição, explicita produto como bem ou serviço (sem o adjetivo
     “industrial”), o Manual de Oslo, 3ª Edição, enfatiza a inovação em serviços e os economistas se apropriam do termo “indústria”
     genericamente para qualificar setor da economia, o mercado tem se utilizado dos incentivos fiscais do Capítulo III da Lei do Bem
     normalmente também para o setor de serviços.

`    O setor financeiro na verdade, tem tido mais problemas que outros, com a prestação de informações da utilização dos incentivos fiscais do
     Capítulo III da Lei do Bem. Nos relatórios anuais publicados pelo MCTI relacionados ao uso dos incentivos fiscais, até 2009, Ano de
     Referência 2008, as empresas deste setor aparecem freqüentemente em seu Anexo II, que relaciona as empresas que “apresentaram
     informações imprecisas e/ou incompatíveis ao atendimento dos dispositivos da Lei N.º 11.196/05”, ou, como no caso dos últimos dois
     relatórios de 2011, Ano Base 2010 e de 2010, Ano Base 2009, não listadas na lista de empresas que usufruíram do benefício. De qualquer
     maneira, a expectativa do mercado é que estes problemas sejam relacionados às informações prestadas (incompletas ou erroneamente
     interpretadas pelo MCTI) e não ao enquadramento de produtos como inovações em serviço, propriamente dito.

     Esta portaria retirou informações complementares sobre inovação de produto e de processo, que existia na portaria anterior (Portaria MCT
     n° 943/06). O item 8.- Produtos e Processos Tecnologicamente Novos e Substancialmente Aperfeiçoados, deste formulário, trazia os
     seguintes trechos, originados do Manual de Oslo, 2ª Edição e explicitamente encontrados no Manual PINTEC 2005, ainda que tal retirada
     não signifique necessariamente uma mudança de visão do MCTI, na opinião deste autor:



    @Eduardo Grizendi 2013                                                                                                                  108
                                                      Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Cap. 2 - Histórico e Visão Geral da Legislação
    Brasileira Básica sobre Inovação




@Eduardo Grizendi 2013                                       109
                         Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Histórico e Visão Geral da
                         Legislação Brasileira Básica
                         sobre P&D e Inovação em TIC
•   Lei de Informática
•   Lei Federal de Inovação;
•   Leis Estaduais de Inovação;
•   Capítulo III e IV da Lei do Bem
•   Lei de Desoneração de INSS para Empresas de TIC
•   Leis e Decretos que alteraram a Lei de Inovação
•   Leis e Decretos que alteraram a Lei do Bem
      – Art. 19-A da Lei do Bem - A “Lei do MEC da Inovação”
      – Instrução Normativa RFB nº 1.187 de 08/2011




@Eduardo Grizendi 2013                                           110
                             Porto Alegre, 09 de Março de 2013
As Leis Estaduais de Inovação

  Estado                 Legislação                              Entrada em vigor

  Alagoas                Lei Estadual nº 7.117,                  12 de Novembro de 2009.
  Amazonas               Lei Ordinária nº 3.095                  17 de Novembro de 2006
  Bahia                  Lei Estadual nº 11.174                  09 de Dezembro de 2008
  Ceará                  Lei Estadual 14.220                     16 de Outubro de 2008
  Goiás                  Lei Estadual nº 16.922, DE              08 de Fevereiro de 2010.
  Mato Grosso            Lei Complementar nº 297                 07 de Janeiro de 2008
  Minas Gerais           Lei Estadual nº 17.348                  17 de Janeiro de 2008
  Pernambuco             Lei Estadual nº 13.690                  16 de Dezembro de 2008
  Rio de Janeiro         Lei Estadual n° 5.361                   29 de Dezembro de 2008
                         Decreto Estadual nº 42.302              12 de fevereiro de 2010
  Rio Grande do Sul      Lei Estadual nº 13.196                  13 de Julho de 2009
  São Paulo              Lei Complementar nº 1049                19 de Junho de 2008
                         Decreto nº 53.141,                      19 de Junho de 2008
  Santa Catarina         Lei Estadual nº 14.328                  15 de Janeiro de 2008
  Sergipe                Lei Estadual nº 6.794                   02 de Dezembro de 2009




@Eduardo Grizendi 2013                                                                      111
                                      Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Histórico e Visão Geral da
                                        Legislação Brasileira Básica
                                        sobre P&D e Inovação em TIC
                   Legislação                    Ano              Finalidade

                   FNDT                          1969                Criação    do   Fundo   Nacional   de   Desenvolvimento
                   Decreto-Lei nº 719/69.                             Científico e Tecnológico (FNDCT)
                   Programas PDTI/PDTA           1993, alterado      Permitiu a dedução do Imposto de Renda de Pessoa
                   Lei n° 8.661/93               em 1997              Jurídica (IRPJ), redução do Imposto de Produtos
                   (alterada pela Lei nº                              Industrializados (IPI), depreciação acelerada, redução
                             1
                   9.532/97) .                                        de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e IRRF
                                                                      sobre remessas e dedução de despesa com Royalties e
                                                                      Assistência Técnica.
                                                                     A condição para isto era: aprovar junto ao MCTI Plano
                                                                      de P&D para 5 anos (PDTI/PDTA)
                   Política    Nacional     de   1984 a 1986         Estabeleceu os princípios, objetivos e diretrizes da
                   Informática                                        Política Nacional de Informática;
                   Lei n° 7.232/84,                                  Criou o Conselho Nacional de Informática e Automação
                   regulamentada pelo                                 - CONIN;
                   Decreto n° 92.181/85, pelo                        Dispôs sobre a Secretaria Especial de Informática –
                   Decreto n° 93.295/86 e                             SEI;
                   pelo Decreto n° 92.779/86.                        Autorizou a criação da Fundação Centro Tecnológico
                                                                      para Informática – CTI;
                                                                     Instituiu o Plano Nacional de Informática e Automação e
                                                                      o Fundo Especial de Informática e Automação.
                   Lei de Informática            1991 a 2009         Trouxe a isenção ou redução de IPI
                   Lei n° 8.248/91 e Lei                             Impõe a condição para esta isenção ou redução do IPI,
                   nº 8.387/91 (alteradas por                         aplicar no mínimo 4% da receita em P&D, fabricar de
                   diversas leis e                                    acordo com o Processo Produtivo Básico (PPB) e
                   recentemente pelo Decreto                          possuir ISO 9.000;
                   nº 7.010/09).
                   Legislação dos Fundos         1997 a 2007         Criação de 18 Fundos Setoriais, sendo 16 de setores
                             2
                   Setoriais .                                        específicos: Audiovisual, CT- Aero, CT- Agro, CT-
                                                                      Amazônia, CT- Aquaviário, CT- Biotec, CT- Energ, CT-
                                                                      Espacial. CT- Hidro, CT- Info, CT- Infra. CT- Mineral.
                                                                      CT- Petro. CT- Saúde, CT- Transporte e FUNTTEL, e
                                                                      dois transversais: FVA – Fundo Verde-Amarelo e CT-
                                                                      Infra.
                                                                     Receitas oriundas de contribuições incidentes sobre o
                                                                      resultado    da   exploração    de    recursos   naturais
                                                                      pertencentes à União, parcelas do Imposto sobre
                                                                      Produtos Industrializados (IPI) de certos setores e de
                                                                      Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico
                                                                      (CIDE) incidente sobre os valores que remuneram o uso
                                                                      ou    aquisição   de   conhecimentos     tecnológicos   e
                                                                      transferência de tecnologia do exterior.
                                                                     Geridos pelo MCTI e administrados pela FINEP, como
                                                                      sua Secretaria Executiva, com exceção do FUNTTEL,
                                                                      gerido pelo Ministério das Comunicações.
                   Lei n° 10.332/01              2001                Destinou ao Fundo Verde Amarelo, recursos crescentes
                                                                      do IPI sobre bens de TI incentivados (Lei n° 10.176/01)
                                                                      para equalizar juros de empréstimos a P&D; permitiu
                                                                      participar no capital de PME; permitiu subvencionar
                                                                      empresas com PDTI/PDTAs (Lei n°8.661/93); e dar
                                                                      liquidez aos investimentos privados em fundos de risco.
                   Lei n° 10.637/02              2002                Permitiu abater os gastos em P&D na base de cálculo
                                                                      do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e na

                   1
                     Substituído pelos incentivos fiscais do Capítulo III da Lei do Bem.
                   2
                     Em http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/22771.html, encontra-se a legislação completa sobre os
                   fundos.
@Eduardo Grizendi 2013                                                                                                            112
                                                 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Leis e decretos que completam o Marco
                                              Legal de P&D&I para TIC no país
                     Lei ou Medida Provisória         Efeito                   Pontos Principais

                     Art. 19-A da Lei do Bem - “Lei   Altera o Cap. III da        Contempla projetos executados com           ICTs
                     do MEC da Inovação” ou “Lei      Lei do Bem                   públicas;
                     Rouanet da Inovação” - Lei                                   Deduções adicionais de 50 a 250%
                     nº.    11.487    de   06/2007,
                     regulamentado pelo Decreto
                     nº 6.260, de 11/2007
                     Lei nº 11.774 de 09/2008         Altera o Cap. III da a      Contempla também empresas que utilizam da
                     (antiga MP nº 428)               Lei do Bem                   Lei de Informática, inicialmente excluídas da
                                                                                   Lei do Bem;
                                                                                  Introduz a Depreciação integral;
                     Lei nº 11.908, de 03/2009        Altera a Base de            Introduz a dedução em dobro de capacitação
                     (decorrente do Projeto de Lei    Cálculo do IRPJ para         de SW para os setores de TI
                     de Conversão nº 30 de 2008)      empresas de TI
                     Decreto nº 6.909 de 07/2009      Altera a Lei do Bem         Detalha/estende para CSLL o tratamento
                                                                                   contábil     da    Depreciação      integral   e
                                                                                   Amortização Acelerada
                                                                                  Ajusta o conceito de Micro e Pequena
                                                                                   Empresa
                                                                                  Detalha a alteração      da Lei do Bem, para
                                                                                   empresas da Lei de Informática
                     Lei nº 12.350, de 12/2010        Altera  a  Lei   de         Desonera, tributariamente, as subvenções
                     (antiga MP nº 497 de 07/2010)    Inovação e a Lei do          econômicas da Lei de Inovação e das
                                                      Bem                          subvenções de mestres e doutores, da Lei do
                                                                                   Bem
                                                                                  Elimina o incentivo do crédito do IRRF
                                                                                   incidente sobre os valores pagos, remetidos
                                                                                   ou creditados no exterior, a título de royalties,
                                                                                   de assistência técnica ou científica e de
                                                                                   serviços especializados.
                     Lei nº 12.349, de 12/2010        Altera  a    Lei   de       Introduz as fundações de apoio das ICTs no
                     (antiga MP nº 495 de 07/2010).   Inovação                     contexto da Lei de Inovação;
                                                                                  Permite que a FINEP, o CNPq e as Agências
                                                                                   Financeiras Oficiais de Fomento celebrem
                                                                                   convênios e contratos com as fundações de
                                                                                   apoio
                                                                                  Dá tratamento preferencial em aquisições de
                                                                                   bens e serviços pelo poder público para
                                                                                   empresas que invistam em P&D no país e
                                                                                   para as microempresas e empresas de
                                                                                   pequeno porte de base tecnológica, criadas no
                                                                                   ambiente das atividades de pesquisa das ICTs
                     Lei  nº   12.507  de    2011     Altera o art. 28 da         Altera o art. 28 da Lei do Bem - Lei no 11.196,
                     (conversão da MP nº 534/11)      Lei nº 11.196, de            de 21 de novembro de 2005,
                                                      11/2005                     Inclui no Programa de Inclusão Digital Tablet
                                                                                   PC produzido no País conforme processo
                                                                                   produtivo básico;
                                                                                  Revoga dispositivo da Medida Provisória nº
                                                                                   534, de 2011;
                     Art. 13º da Lei nº 12.546, de    Altera o Cap. III da        Estende os benefícios do Art. 19-A do Cap. III
                     12/2011 (conversão da MP nº      Lei     do     Bem,          da Lei do Bem - “Lei do MEC de Inovação” às
                     540, de 08/2011).                alterando a “Lei do          ICT’s - Instituições Científicas e Tecnológicas
                                                      MEC de Inovação”             Privadas,    caracterizadas    como Entidades
                                                                                   Científicas e Tecnológicas Privadas, sem fins
@Eduardo Grizendi 2013                                                             lucrativos,
                                                                                                                                       113
                    Instrução   Normativa RFB nº
                     1.187 de 08/2011
                                                      Porto Alegre, 09III 
                                                       Normatiza o Cap.
                                                       da Lei do Bem,
                                                                        de Março de 2013
                                                                                   Normatiza a utilização dos incentivos fiscais à
                                                                                   inovação do Cap. III da Lei do Bem
Cap. 3 - Conceitos, Atividades e Modelos de
      Processos de Inovação em Empresas de TIC




@Eduardo Grizendi 2013                                       114
                         Porto Alegre, 09 de Março de 2013
A Inovação segundo
                           Schumpeter (TDE, 1911)
• Novas combinações de “materiais” e “forças” que aparecem
  descontinuamente e referem-se a:
     − Introdução de um novo bem — ou seja, um bem com que os
       consumidores ainda não estiverem familiarizados — ou de uma nova
       qualidade de um bem;
     − Introdução de um novo método de produção, ou seja, um método que
       ainda não tenha sido testado pela experiência no ramo próprio da
       indústria de transformação, que de modo algum precisa ser baseada
       numa descoberta cientificamente nova, e pode consistir também em
       nova maneira de manejar comercialmente uma mercadoria;
     − Abertura de um novo mercado, ou seja, de um mercado em que o ramo
       particular da indústria de transformação do país em questão não tenha
       ainda entrado, quer esse mercado tenha existido antes, quer não;
     − Conquista de uma nova fonte de oferta de matérias-primas ou de bens
       semimanufaturados, mais uma vez independentemente do fato de que
       essa fonte já existia ou teve que ser criada.
@Eduardo Grizendi 2013                                                     115
                             Porto Alegre, 09 de Março de 2013
A Inovação Tecnológica
                            segundo o Manual de Oslo
                            (3ª Edição) e PINTEC 2008
• Inovação tipo TPP + Inovação em Marketing + Inovação
  Organizacional
• Inovação tipo TPP (Oslo, 2ª Edição):
      – Introdução no mercado de um novo produto (bem ou serviço)
        substancialmente aprimorado ou
      – Introdução na empresa de um processo produtivo novo ou
        substancialmente aprimorado
• Inovação em Marketing:
      – Introdução de um novo método, nova estratégia ou conceito de
        marketing
• Inovação Organizacional:
      – Introdução de um novo método organizacional nas práticas de
        negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas




@Eduardo Grizendi 2013                                                       116
                              Porto Alegre, 09 de Março de 2013
A Inovação segundo as Leis de
                          Inovação e do Bem
 • Lei de Inovação Federal:
       – Art. 2º, IV , inovação: “introdução de novidade ou
         aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte
         em novos produtos, processos ou serviços”
 • Lei do Bem
       – Art. 17º, § 1º, inovação tecnológica: “concepção de novo
         produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de
         novas funcionalidades ou características ao produto ou
         processo que implique melhorias incrementais e efetivo
         ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior
         competitividade no mercado”




@Eduardo Grizendi 2013                                                 117
                           Porto Alegre, 09 de Março de 2013
A Inovação segundo o Manual de
                          Oslo (3ª Edição) e PINTEC 2008

• Inovação tipo TPP + Inovação em Marketing + Inovação
  Organizacional
• Inovação tipo TPP (Oslo 2ª Edição):
      – Introdução no mercado de um novo produto (bem ou serviço)
                           Marco Legal da Inovação
        substancialmente aprimorado ou
      – Introdução na empresa de um processo produtivo novo ou
        substancialmente aprimorado
                                   (atual)
• Inovação em Marketing:
      – Introdução de um novo método, nova estratégia ou conceito de
        marketing
• Inovação Organizacional:
      – Introdução de um novo método organizacional nas práticas de
        negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas




@Eduardo Grizendi 2013                                                       118
                              Porto Alegre, 09 de Março de 2013
O conceito de Inovação Aberta
                                            (“Open Innovation”)

            Inovação Fechada                                        Inovação Aberta




@Eduardo Grizendi 2013                                                                119
                                Porto Alegre, 09 de Março de 2013
O conceito de Inovação Aberta
                                        (“Open Innovation”)




                         Visão da Lei de Inovação




@Eduardo Grizendi 2013                                          120
                            Porto Alegre, 09 de Março de 2013
A Modelagem de Negócio em
                                                    TIC




   , “How to Describe and Improve your Business Model to Compete Better”, disponível em
   http://www.docstoc.com/docs/1953827/How-to-Describe-and-Improve-your-Business-Model-to-Compete-Better-




@Eduardo Grizendi 2013                                                                                      121
                                         Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Cap. 4 - A Gestão da Inovação




@Eduardo Grizendi 2013                                       122
                         Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Conceito de Gestão da Inovação

•   O que é:
    – Gestão do Processo de Inovação:
          • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” )
          • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos
    – Gestão da Propriedade Intelectual
          • Não divulgação, proteção,         acompanhamento            junto   aos   organismos   de
            proteção, comercialização
    – Gestão das Oportunidades Tecnológicas
          • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc.
    – Gestão dos Recursos para Inovação
          • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a
            agências de fomento, etc.
          • Prestação de contas dos recursos de agências de fomento.
    – Gestão da Transferência de Tecnologia
          • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc.
    – Gestão das Empresas Nascentes
          • Spin-off’s, programas de incubação, etc.
    – Gestão das Competências Tecnológicas
          • Coletivas, individuais, essenciais, etc.


@Eduardo Grizendi 2013                                                                                  123
                                    Porto Alegre, 09 de Março de 2013
A Importância da Gestão da
                                        Propriedade Intelectual
•    Ferramenta estratégica de desenvolvimento tecnológico
       – No. de Patentes: índice da Produção Tecnológica;
       – Protege e recompensa o esforço de P&D;
       – Promove a divulgação dos resultados tecnológicos
            • Inverso: segredo industrial
       – Gera mais valor para a comercialização das tecnologias;
       – Protege contra a proteção por terceiros;
•    Banco de patentes
       – Importante fonte de conhecimento
       – Antes de iniciar um esforço em P&D, deve-se fazer busca em bancos de
         patentes nacionais e internacionais;
•    Jogo jogado mundialmente!
    Valor da Propriedade Intelectual na forma de patente, pode estar além da agregação de
    valor à tecnologia.
         Estratégia de marketing do pesquisador, da instituição de pesquisa ou da empresa,
         desde que entendido e tratada como tal, analisando sua relação de custo e benefício.
    Gestão da Propriedade Intelectual # Gestão da Inovação. É somente uma parte dela



@Eduardo Grizendi 2013                                                                     124
                                   Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Legislação sobre a Proteção à PI e
                                      o Registro de Programa de
                                         Computador no país.
       Legislação                            Finalidade

       Lei de Software- Lei nº. 9.609, de        Dispõe sobre a proteção de propriedade
       19 de fevereiro de 1998.                   intelectual de programa de computador e sua
                                                  comercialização no Brasil
       Lei nº. 9.610, de 19 de fevereiro         Altera, atualiza e consolida a legislação sobre
       de 1998.                                   direitos autorais e dá outras providências.
       Decreto nº. 2556, de 20 de abril          Regulamenta o registro previsto no art. 3º da Lei
       de 1998.                                   nº. 9.609, de 19 de fevereiro de 1998.
       Decreto nº. 91.873, de 04 de              Dá novas atribuições ao Conselho Nacional de
       novembro de 1985                           Direito Autoral.
       Resolução CNDA nº 057, de 6 de            Dispõe sobre o registro de programa de
       julho de 1988                              computador no INPI.
       Resolução n.º 58/98 do INPI               Estabelece normas e procedimentos relativos ao
                                                  registro de programas de computador.
       Resolução n.º 59/98 do INPI               Estabelece os valores das retribuições pelos
                                                  serviços de registro de programas de
                                                  computador



@Eduardo Grizendi 2013                                                                                125
                                       Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Cap. 5 - Financiamento à Inovação para
      Empresas de TIC




@Eduardo Grizendi 2013                                       126
                         Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Tratamento Tributário da
                                           Subvenção
    Art. 1º. As subvenções governamentais de que tratam o art. 19 da Lei nº 10.973, de 2
    de dezembro de 2004, e o art. 21 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, não
    serão computadas para fins de determinação da base de cálculo do Imposto sobre a
    Renda da Pessoa Jurídica - IRPJ, da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL,
    da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS, desde que tenham atendido aos
    requisitos estabelecidos na legislação específica, e realizadas as contrapartidas
    assumidas pela empresa beneficiária.


    § 1º. O emprego dos recursos decorrentes das subvenções governamentais de que
    trata o caput não constituirá despesas ou custos para fins de determinação da base
    de cálculo do IRPJ e da CSLL, nem dará direito a apuração de créditos da Contribuição
    para o PIS/PASEP e da COFINS.



                                                                Medida Provisória nº 497 de 2010

@Eduardo Grizendi 2013                                                                         127
                                  Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Tratamento tributário dos
                                     Incentivos Fiscais à P&D e Inovação
              Lei ou Medida Provisória
                                      Tecnológica para Empresas de TIC
                                                   Efeito                        Pontos Principais

              Lei de Informatica                   Introduz   os   incentivos       Isenção ou Redução de até 90 %
              (Lei nº 8.248/91, Lei nº 8.387/91,   fiscais para as Empresas          do IPI para produtos
              Decreto nº 5.906/06 e demais         que produzem bens de              comercializados
              leis e decretos)                     informática e automação
                                                   no país.
              Capítulo III da Lei nº 11.196/05     Introduz   os   incentivos       Deduções adicionais da Base de
              (Lei do Bem)                         fiscais para Projetos de          Cálculo do IRPJ e CSLL de 60% a
                                                   Pesquisa                 e        100%;
                                                   Desenvolvimento         da       Depreciação acelerada;
                                                   Inovação Tecnológica na          Amortização acelerada;
                                                   Empresa.                         Crédito do IRRF de remessas para
                                                                                     o exterior para pagamento de
                                                                                     royalties;
                                                                                    Redução a zero do IRRF de
                                                                                     remessas para o exterior para
                                                                                     pagamento de patentes;
                                                                                    Redução de 50% do IPI em
                                                                                     aquisição de equipamentos para
                                                                                     laboratórios;
              Capítulo IV da Lei nº 11.196/ 05     Introduz  os     incentivos      Redução a 0 (zero) as alíquotas da
              (Lei do Bem) e Lei nº 12.507/11,     fiscais do Programa de            Contribuição para o PIS/Pasep e da
              de conversão da MP nº 534, de        Inclusão Digital                  Cofins incidentes sobre a receita
              2011                                                                   bruta de venda a varejo, de
                                                                                     produtos de informática, incluindo
                                                                                     Tablet PC
              “Lei do MEC da Inovação” ou          Altera    os   incentivos        Deduções adicionais da Base de
              “Lei Rouanet da Inovação” - Lei      fiscais do Capítulo III da        Cálculo do IRPJ e CSLL de 50% a
              nº. 11.487 de 06/2007;               Lei do Bem                        250% em projetos executados com
              Decreto nº 6.260, de 11/2007                                           ICTs públicas e privadas;
              Lei nº 11.774 de 09/2008 (antiga     Altera    os   incentivos        Introduz a depreciação integral
              MP no. 428)                          fiscais do Capítulo III da        acelerada no ano de aquisição;
                                                   Lei do Bem
              Lei  nº   11.908,  de   03/2009      Altera a Base de Cálculo         Introduz a dedução em dobro de
              (decorrente do Projeto de Lei de     do IRPJ para empresas             capacitação de software na Base
              Conversão nº 30 de 2008).            de TI                             de Cálculo do IRPJ para os setores
                                                                                     de TI;
              Decreto nº 6.909 de 07/2009        Altera     os    incentivos        Detalha/estende para CSLL o
@Eduardo Grizendi 2013                           fiscais do Capítulo III da          tratamento contábil da Depreciação   128
                                             Porto Alegre, 09 de Março de 2013
                                                 Lei do Bem                          Integral e Amortização Acelerada;
Programas de Financiamento a
                                              Inovação
•   FINEP
    –   Programa         Subvenção Econômica;
    –   Programa         FINEP Inova Brasil;
    –   Programa         Brasil Sustentável
    –   Programa         de Inovação em Tecnologia Assistiva:
•   CNPQ
    –   Programa RHAE
•   BNDES
    –   BNDES Inovação;
    –   BNDES Prosoft Empresa:
    –   PROTVD – Fornecedor;
    –   (apoio) BNDES Automático;
    –   (apoio) Cartão BNDES;
    –   (apoio) BNDES Limite de Crédito; Recurso Não Reembolsável para Apoio à
        Inovação:
    –   (não reembolsável) FUNTEC - Fundo Tecnológico
•   FAPESP
    –   Programa PIPE
•   Banco do Nordeste
    –   Programa INOVAÇÃO
@Eduardo Grizendi 2013                                                       129
                                      Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Cap. 6 - Panorama da Inovação nas Empresas
      Brasileiras




@Eduardo Grizendi 2013                                       130
                         Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Panorama da Inovação nas
                                   Empresas Brasileiras
  •    Resumo dos resultados da Pesquisa PINTEC 2008 de Inovação
       nas Empresas Brasileiras
  •    Informações complementares sobre a inovação nas empresas
       brasileiras
       –    Informações complementares da PINTEC 2008 no contexto nacional;
       –    Uma visão no contexto mundial, a partir da PINTEC 2008




@Eduardo Grizendi 2013                                                        131
                               Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Ranking Índice Global de
                               Competitividade 2010–2011
                         “The Global Innovation Index 2012 - Stronger
                            Innovation Linkages for Global Growth,
                                       INSEAD & WIPO”




@Eduardo Grizendi 2013                                                  132
                             Porto Alegre, 09 de Março de 2013
As maiores divergências na avaliação
                               entre os países do BRIC
                            “The Global Innovation Index 2012 -
                          Stronger Innovation Linkages for Global
                                 Growth, INSEAD & WIPO”




@Eduardo Grizendi 2013                                              133
                           Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Ranking Índice Global de
                              Competitividade 2010–2011
                         “The Global Competitiveness Report 2010–
                                      2011”, do WEF




@Eduardo Grizendi 2013                                              134
                           Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Pontuação do Brasil
                                    “The Global Competitiveness Report 2010–
                                                 2011”, do WEF


    Pilares                                                                 Pontuação
    Básicos              Instituições                                       3,6
                         Infraestrutura;                                    4,0
                         Ambiente Macroeconômico                            4,0
                         Educação Primária e Saúde                          5,5
    Melhoram a           Educação Superior e Desenvolvimento Profissional   4,3
    Eficiência           Eficiência do Mercado de Bens                      3,7
                         Eficiência do Mercado de Trabalho                  4,1
                         Desenvolvimento do Mercado Financeiro              4,4
                         Propensão Tecnológica;                             3,9
                         Tamanho do Mercado                                 5,6
    De Inovação          Sofisticação de Negócios;                          4,5
    e Sofisticação       Inovação                                           3,5
    dos Negócios




@Eduardo Grizendi 2011                                                                  135
                                       Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Mapeamento da pontuação do Brasil
                            em comparação com países de
                         economia direcionada pela eficiência
                         “The Global Competitiveness Report 2010–
                                      2011”, do WEF




@Eduardo Grizendi 2013                                              136
                           Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Mapeamento da pontuação do Brasil
                         em comparação com outros países
                         “The Global Competitiveness Report 2010–
                                      2011”, do WEF




@Eduardo Grizendi 2013                                              137
                           Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Cap. 8 - Conclusões




@Eduardo Grizendi 2013                                       138
                         Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Conclusões
 •    O Brasil tem um marco legal para a inovação & linhas de
      financiamento para promovê-la.
      –    Mudanças no marco legal tem sido feitas nos últimos meses
      –    Algumas ainda estão “no forno”
 •    Há um entendimento no mercado que não faltam linhas de
      financiamento.
      –    Naturalmente que não existem em abundância, mas certamente o
           conjunto não é simplório, ao contrário, é significativo.
 •    No entanto, em relação a estas linhas em geral:
      –    Linhas para atividades de P&D para Inovação e não para Inovação,
           simplesmente;
      –    Não há um claro entendimento nelas do que é inovação;

               As agências deveriam diminuir significativamente o grau de
               subjetividade do conceito de inovação tecnológica que permeiam
               os seus programas e linhas de financiamento. Ou se criem
               critérios específicos, ou se apóiem no conceito abrangente do
               Marco Legal (Lei de Inovação e Cap.III da Lei do Bem),
               fundamentalmente no Manual de Oslo, 2ª edição ou 3ª edição,
               ambos traduzidos pela FINEP

@Eduardo Grizendi 2013                                                          139
                                Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Anexo




@Eduardo Grizendi 2013                                       140
                         Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Anexos

 Relação de Sítios Nacionais e Internacionais sobre Inovação
      1. Sítios Nacionais
      2. Sítios Internacionais




@Eduardo Grizendi 2013                                               141
                                 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
Obrigado !!!
            Eduardo Grizendi
          egrizendi@gmail.com
           egrizendi@inatel.br
Blog: www.eduardogrizendi.blogspot.com
Slideshare: www.slideshare.net/egrizendi


                                           142

Palestra inovação tic eduardo grizendi puc rs 09 03-2013 v 2

  • 1.
    A Inovação esua Gestão em Empresas de TIC “Os desafios para se inovar em TIC” Porto Alegre, 09 de Março de 2013 Eduardo Grizendi
  • 2.
    Agenda • Conceitos, Atividadese Modelos de Processos de Inovação em Empresas de TIC • Gestão da Inovação • Marco Legal da Inovação em TIC • Financiamento da Inovação para Empresas de TIC • Alterações no Marco Legal de Inovação em TIC • Oportunidades para inovação - os caminhos para inovação • Os caminhos para a Inovação - dos resultados de P&D para o mercado • Conclusões • Comentário: O manual de Inovação para Empresas Brasileiras de TIC @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 2
  • 3.
    Conceitos, Atividades eModelos de Processos de Inovação em Empresas de TIC @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 3
  • 4.
    A Inovação segundoSchumpeter (TDE, 1911) • Novas combinações de meios produtivos (“materiais e forças”) aparecendo descontinuamente, gerando desenvolvimento (“realização de novas combinações”): – Introdução de um novo bem ou de uma nova qualidade de um bem – Introdução de um novo método de produção – Abertura de um novo mercado – Conquista de uma nova fonte de oferta de matérias-primas ou de bens manufaturados – Estabelecimento de uma nova organização de qualquer indústria • Invenção # Inovação @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 4
  • 5.
    A Inovação Tecnológica segundo o Manual de Oslo (3ª Edição) e PINTEC 2008 • Inovação tipo TPP + Inovação em Marketing + Inovação Organizacional • Inovação tipo TPP (Oslo, 2ª Edição): – Introdução no mercado de um novo produto (bem ou serviço) substancialmente aprimorado ou – Introdução na empresa de um processo produtivo novo ou substancialmente aprimorado • Inovação em Marketing: – Introdução de um novo método, nova estratégia ou conceito de marketing • Inovação Organizacional: – Introdução de um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 5
  • 6.
    A Inovação segundoas Leis de Inovação e do Bem • Lei de Inovação Federal: – Art. 2º, IV , inovação: “introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços” • Lei do Bem – Art. 17º, § 1º, inovação tecnológica: “concepção de novo produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado” • Lei de Inovação do Rio Grande do Sul – Art. 2º. I - inovação - introdução de novos produtos, processos, serviços, marketing ou inovação organizacional, bem como aperfeiçoamento dos já existentes, no ambiente produtivo ou social visando ampliar a competitividade da empresa no mercado local ou global e melhorar as condições devida da sociedade do Rio Grande do Sul; @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 6
  • 7.
    A Inovação paraa Empresa Baseado em apresentação do Instituto Inovação Novo Produto Melhoria em Produto Inovação Tecnológica Novo Processo Melhoria em Processo = Novo Mercado Nova Matéria Prima Nova Estratégia de Marketing Novo Metódo Organizacional @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 7
  • 8.
    As Atividades eModelos do Processo de Inovação • Processo de Inovação (Coral, Ogliari e Abreu, 2008): – Ser contínuo e sustentável (não ocasional), além de integrado aos demais processos da empresa; – Ser formalizado, porém favorecendo a criatividade dos profissionais; – Priorizar o desenvolvimento na própria organização , mas indicando instrumentos para a realização de parcerias para aquisição de conhecimentos complementares; – Estar alinhado à estratégia competitiva da empresa; – Ser dirigido ao mercado e orientado ao cliente; Priorização não “suicida”. Melhor se entendida como “dê preferência ao P&D interno”. Ainda melhor se entendida como “P&D interno, ágil e sob medida” = “P&D Scrum” (Grizendi, 2011) @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 8
  • 9.
    Modelo Linear Pesquisa Pesquisa Pesquisa Pesquisa Desenvolvimento Desenvolvimento Desenvolvimento Produ ção Produ ção Comercializa ç ão Comercializa ç ão B ásica b ásica b Aplicada Aplicada Experimental Experimental Instituições de Pesquisa e Laboratórios Empresas Oferta de Tecnologias Oferta de Tecnologias Demandas de tecnologias Demandas de tecnologias @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 9
  • 10.
    Modelo Interativo PESQUISA PESQUISA PESQU ISA Feedback CONHECIMENTO Feedback Inven ção e/ou Inven ção e/ou Projeto Projeto Mercado Mercado Reprojeto e Reprojeto e Distribui ção e Distribui ção e Potencial Concepcão de Concep çãodo Concep ção de Pesquisa detalhado Pesquisa detalhado produ ção Comercializa ção Potencial Projeto B ásico e teste produ ção Comercializa ç ão Pr ojeto Projeto B ásico e teste Feedback Feedback Feedback Feedback Neste modelo, a empresa é o “locus” da inovação e vários caminhos são possíveis para se chegar à ela @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 10
  • 11.
    O Processo deInovação Funil da Inovação Idéias Idéias Idéias Idéias Projetos Idéias Protótipo Projetos Idéias Idéias Projetos Protótipo Produto Idéias Idéias Idéias Projetos Projetos Idéias Idéias Idéias @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 11 B
  • 12.
    O conceito deInovação Aberta (“Open Innovation”) Inovação Fechada Inovação Aberta @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 12
  • 13.
    O conceito deInovação Aberta (“Open Innovation”) @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 13
  • 14.
    Caminhos para inovação As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 14
  • 15.
    Inovação Fechada XInovação Aberta Princípios da Inovação Fechada Princípios da Inovação Aberta As pessoas talentosas do setor trabalham Nem todas as pessoas talentosas do setor para nós. trabalham para nós. Necessitamos trabalhar com pessoas talentosas dentro e fora da empresa. Para lucrar com o P&D, nós devemos P&D externo pode criar valor significativo. pesquisar, e desenvolver nós mesmos.. P&D interno é necessário para garantir uma porção deste valor. Se nós mesmos realizarmos nossas Nós não temos que necessariamente pesquisas, conseguiremos chegar primeiro originar a pesquisa para obter lucro com ao mercado. ela. A empresa que levar primeiro a inovação Construir um melhor modelo de negócio é para o mercado, será a vencedora. melhor que levar primeiro para o mercado. Se criarmos as maiores e melhores idéias no Se nós fizermos o melhor uso de idéias nosso setor, seremos vencedores. internas e externas, seremos vencedores Devemos proteger nossa Propriedade Devemos nos beneficiar de outros usos de Intelectual (PI) de maneira que os nossos nossa Propriedade Intelectual (PI) e competidores não se beneficiem com nossas devemos adquirir PI sempre que for idéias.. vantajoso para nosso modelo de negócio. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 15
  • 16.
    Grau de Novidadesegundo o Manual de Oslo (2ª Edição) Manual de Oslo, 2ª edição, tradução FINEP @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 16
  • 17.
    A Modelagem doNegócio • Baseado em: “How to Describe and Improve your Business Model to Compete Better, − http://business-model-design.blogspot.com • Representação simplificada da lógica do negócio; • Descreve: − O que a empresa oferece aos seus clientes; − Como ela chega até eles e se relaciona com eles; − Com que recursos, atividades e parceiros ela faz isto; − Como ela ganha dinheiro com isto; • Distingue-se do modelo de processo de negócio e do modelo organizacional; @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 17
  • 18.
    Blocos construtivos doModelo de Negócio • Segmentos de Clientes: grupos de clientes com características distintas; • Proposta de Valor (“Value Proposition”): conjunto de produtos e serviços que satisfazem as necessidades de segmentos de clientes; • Canais de Distribuição: canais através dos quais se comunica com os clientes e se oferece a Proposta de Valor; • Relacionamento com Cliente: tipos de relacionamentos mantidos com cada segmento de clientes; • Linhas de receita: linhas de receita através das quais se conquista as receitas dos clientes; • Recursos chave ((“core capabilities”) : recursos chaves sobre os quais o modelo de negócio é construído; • Atividades chave : atividades mais importantes desenvolvidas para implementação do modelo de negócio; • Rede de Parceiros: parceiros e fornecedores que participam do negócio; • Estrutura de Custos: custos que se incorrem para rodar o modelo de negócio; @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 18
  • 19.
    Blocos construtivos doModelo de Negócio INFRAESTRUTURA OFERTA RELACIONAMENTO CLIENTES REDE DE PARCEIROS COM O CLIENTE PROPOSTA DE RECURSOS CHAVE CLIENTES ALVO VALOR CANAIS DE ATIVIDADES CHAVE DISTRIBUIÇÃO ESTRUTURA DE FINANCEIRO LINHAS DE RECEITA CUSTOS , “How to Describe and Improve your Business Model to Compete Better”, disponível em http://www.docstoc.com/docs/1953827/How-to-Describe-and-Improve-your-Business-Model-to-Compete-Better- @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 19
  • 20.
    Descrevendo o Modelode Negócio Descrevendo a oferta da empresa OFERTA PROPOSTA DE VALOR Proposta de valor 1 Proposta de valor 2 … Questões chave para identificar as Propostas de Valor • O que está sendo oferecido para o mercado? • Que conjunto de produtos e serviços é oferecido para cada segmento de clientes? • Que necessidades dos clientes são atendidas para cada Proposta de Valor? • São oferecidos diferentes níveis de serviço para diferentes segmentos de clientes? @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 20
  • 21.
    Descrevendo o Modelode Negócio Descrevendo para quem a empresa oferece a proposta de valor OFERTA CLIENTE PROPOSTA DE CLIENTE ALVO VALOR Proposta de valor 1 Cliente alvo 1 Proposta de valor 2 Cliente alvo 2 … … Questões chave para identificar os Clientes Alvo? • Para quem se está criando valor? • Qualquer que seja a forma de se agrupar os clientes em categoria,... o ...propõe-se a eles ofertas diferenciadas? o ...alcança-se eles através de diferentes canais de distribuição e comunicação? o ...mantêm-se com eles diferentes relacionamentos ( p. ex. mais pessoal)? o ...tem-se lucratividades substancialmente diferenciadas entre eles? @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 21
  • 22.
    Exemplo de Modelode Negócio Skype “eBay” website deliver voice & free VoIP & value global video quality added services (non segmented) software internet development software large scale development low margin free voice-over-IP VoIP telephony & value-added services @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 22
  • 23.
    Gestão da Inovaçãoem Empresas de TIC @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 23
  • 24.
    Conceito de Gestãoda Inovação • O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 24
  • 25.
    Conceito de Gestãoda Inovação • O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 25
  • 26.
    Processo de Inovação Modelo Interativo Idéias Idéias M Produto M Idéias e e Idéias Projetos Idéias Produto r r Projetos Protótipo Idéias Idéias Protótipo c c Idéias Projetos a Idéias a Idéias Projetos Produto d Projetos d Idéias o Idéias Produto o Idéias @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 26
  • 27.
    Stages and Gates Fonte: http://www.futurelab.be @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 27
  • 28.
    As Oportunidades domodelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 28
  • 29.
    Conceito de Gestãoda Inovação • O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 29
  • 30.
    A Importância daGestão da Propriedade Intelectual • Ferramenta estratégica de desenvolvimento tecnológico – No. de Patentes: índice da Produção Tecnológica; – Protege e recompensa o esforço de P&D; – Promove a divulgação dos resultados tecnológicos • Inverso: segredo industrial – Gera mais valor para a comercialização das tecnologias; – Protege contra a proteção por terceiros; • Banco de patentes – Importante fonte de conhecimento – Antes de iniciar um esforço em P&D, deve-se fazer busca em bancos de patentes nacionais e internacionais; • Jogo jogado mundialmente! Valor da Propriedade Intelectual na forma de patente, pode estar além da agregação de valor à tecnologia. Estratégia de marketing do pesquisador, da instituição de pesquisa ou da empresa, desde que entendido e tratada como tal, analisando sua relação de custo e benefício. Gestão da Propriedade Intelectual # Gestão da Inovação. É somente uma parte dela @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 30
  • 31.
    @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 32.
    @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 32
  • 33.
    Legislação sobre aProteção à PI e o Registro de Programa de Computador no país. Legislação Finalidade Lei de Software- Lei nº. 9.609, de  Dispõe sobre a proteção de propriedade 19 de fevereiro de 1998. intelectual de programa de computador e sua comercialização no Brasil Lei nº. 9.610, de 19 de fevereiro  Altera, atualiza e consolida a legislação sobre de 1998. direitos autorais e dá outras providências. Decreto nº. 2556, de 20 de abril  Regulamenta o registro previsto no art. 3º da Lei de 1998. nº. 9.609, de 19 de fevereiro de 1998. Decreto nº. 91.873, de 04 de  Dá novas atribuições ao Conselho Nacional de novembro de 1985 Direito Autoral. Resolução CNDA nº 057, de 6 de  Dispõe sobre o registro de programa de julho de 1988 computador no INPI. Resolução n.º 58/98 do INPI  Estabelece normas e procedimentos relativos ao registro de programas de computador. Resolução n.º 59/98 do INPI  Estabelece os valores das retribuições pelos serviços de registro de programas de computador @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 33
  • 34.
    Conceito de Gestãoda Inovação • O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 34
  • 35.
    As Oportunidades domodelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 35
  • 36.
    Exemplo: Plataforma P&Gde “Open Innovation” - connect + develop @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 36
  • 37.
    Exemplo: Plataforma P&Gde “Open Innovation” - connect + develop @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 37
  • 38.
    Oportunidades do modelode Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture PUCRS, UFRGS, Unisinos, ... handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 38
  • 39.
    Conceito de Gestãoda Inovação • O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 39
  • 40.
    Marco Legal daInovação em TIC @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 40
  • 41.
    Marco Legal deInovação de TIC no País • FNDCT & Fundos Setoriais • [Política Industrial: Plano Brasil Maior] • Programa TI Maior • Lei federal de inovação; • Leis estaduais de inovação; – Amazonas, Mato Grosso, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Pernambuco, Ceará, Alagoas, Sergipe e Goiás • Lei do Bem – Cap. III – Incentivos Fiscais a Inovação – Cap. IV – Isenção de impostos PIS & COFINS para produtos de informática • Lei de Informática @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 41
  • 42.
    FNDCT & FundosSetoriais de C&T • Fundos Setoriais – Instrumentos de financiamento de projetos e P,D&I em setores da economia – Criados a partir de 1999 – Gestão compartilhada: » Comitês Gestores formados por representantes de: MCT, FINEP, CNPq, Ministério da Área, Agência Reguladora, Comunidade Acadêmica, Setor empresarial e outras entidades ligadas ao tema. – Receitas: » Contribuições incidentes sobre exploração de recursos naturais pertencentes à União ou sobre impostos/faturamentos /CIDE de empresas de setores específicos. • FNDCT – Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – Constituído de Fundos Setoriais @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 42
  • 43.
    FNDCT & FundosSetoriais de C&T • 16 fundos setoriais, sendo 14 específicos e 2 transversais. • Fundos Setoriais Específicos – CT-PETRO: Lei 9478 – CT-BIOTEC – CT-ENERG: Lei 9991 – CT-AGRO – CT-HIDRO – Lei 9993 – CT-SAÚDE – CT-TRANSPO: Lei 9992 – CT-AERO – CT-MINERAL: Lei 9993 – CT-AMAZÔNIA: Lei 10176 – CT-ESPACIAL: Lei 9994 – CT-AQUAVIÁRIO: Lei 10893 – FUNTTEL: Lei 10052 – CT-INFO: Lei 10176 • Fundos Setoriais Transversais – Fundo Verde-amarelo: Leis 10168 e 10332 – CT-INFRA: Lei 10197 @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 43
  • 44.
    Plano Brasil Maior Dimensões @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 44
  • 45.
    Plano TI Maior Ações e Impactos @Eduardo Grizendi 2013 Eduardo Grizendi 45
  • 46.
    A Lei Federalde Inovação Visão Geral • Lei no. 10.973 de 2 de dezembro de 2004 – “Dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo e dá outras providências”. – Regulamentada pelo decreto nº 5.563 de 10/2005 • O centro de atenção é a ICT – Instituição Científica e Tecnológica – Instituição Científica e Tecnológica - ICT: órgão ou entidade da administração pública que tenha por missão institucional, dentre outras, executar atividades de pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico; Figura jurídica de ICT privada não está formalmente definida na lei federal. Aparece como entidade/organização nacional de direito privado sem fins lucrativos voltada para atividades de pesquisa. Encontrada em diversas leis estaduais de inovação, por exemplo, na lei gaucha de inovação, A FINEP, em especial, tem utilizado em vários editais este termo, significando instituição de pesquisa privada sem fins lucrativos, ou, mais exatamente ICT- Instituição Científica e Tecnológica privada @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 46
  • 47.
    A Lei Federalde Inovação Pontos Principais • Autoriza a incubação de empresas dentro de ICTs; • Permite a utilização de laboratórios, equipamentos e instrumentos, materiais e instalações das ICTs por empresa; • Facilita o licenciamento de patentes e transferência de tecnologias desenvolvidas pelas ICTs; • Introduz a participação dos pesquisadores das ICTs nos royalties de licenciamento; • Prevê a estruturação de NIT – Núcleo de Inovação Tecnológica, nas ICTs para gerir sua política de inovação • Autoriza a concessão de recursos diretamente para a empresa (Subvenção Econômica); • Introduz um novo regime fiscal que facilita e incentiva as empresas a investirem em P&D (Lei do Bem); • Autoriza a participação minoritária do capital de EPE cuja atividade principal seja a inovação; • Autoriza a instituição de fundos mútuos de investimento em empresas cuja atividade principal seja a inovação @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 47
  • 48.
    A Lei Federalde Inovação Incentivos Diretos e Indiretos IV - DO ESTÍMULO À INOVAÇÃO NAS EMPRESAS INCENTIVOS DIRETOS = SUBVENÇÃO ECONÔMICA Art. 19 Subvenção A União, as ICT e as agências de fomento promoverão e incentivarão o desenvolvimento de produtos e processos inovadores em empresas nacionais e nas entidades nacionais de direito Econômica privado sem fins lucrativos voltadas para atividades de pesquisa, mediante a concessão de recursos financeiros, humanos, materiais ou de infra-estrutura, a serem ajustados em convênios ou contratos específicos, destinados a apoiar atividades de pesquisa e desenvolvimento, para FINEP atender às prioridades da política industrial e tecnológica nacional. . VI – DISPOSIÇÕES FINAIS INCENTIVOS INDIRETOS = INCENTIVOS FISCAIS Art. 28 A União fomentará a inovação na empresa mediante a concessão de incentivos fiscais com vistas na consecução dos objetivos estabelecidos nesta Lei. Lei do Bem O Poder Executivo encaminhará ao Congresso Nacional, em até 120 (cento e vinte) dias, contados da publicação desta Lei, projeto de lei para atender o previsto no caput deste artigo. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 48
  • 49.
    As Leis Estaduaisde Inovação Estado Legislação Entrada em vigor Alagoas Lei Estadual nº 7.117, 12 de Novembro de 2009. Amazonas Lei Ordinária nº 3.095 17 de Novembro de 2006 Bahia Lei Estadual nº 11.174 09 de Dezembro de 2008 Ceará Lei Estadual 14.220 16 de Outubro de 2008 Goiás Lei Estadual nº 16.922, DE 08 de Fevereiro de 2010. Mato Grosso Lei Complementar nº 297 07 de Janeiro de 2008 Minas Gerais Lei Estadual nº 17.348 17 de Janeiro de 2008 Pernambuco Lei Estadual nº 13.690 16 de Dezembro de 2008 Rio de Janeiro Lei Estadual n° 5.361 29 de Dezembro de 2008 Decreto Estadual nº 42.302 12 de fevereiro de 2010 Rio Grande do Sul Lei Estadual nº 13.196 13 de Julho de 2009 São Paulo Lei Complementar nº 1049 19 de Junho de 2008 Decreto nº 53.141, 19 de Junho de 2008 Santa Catarina Lei Estadual nº 14.328 15 de Janeiro de 2008 Sergipe Lei Estadual nº 6.794 02 de Dezembro de 2009 @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 49
  • 50.
    A Lei doBem 7 Visão Geral • MP do Bem, depois Lei do Bem (Lei nº 11.196 11/2005) • Vários capítulos • Capítulo III - DOS INCENTIVOS À INOVAÇÃO TECNOLÓGICA – Prevista na Lei de inovação – “Institui o .. ; dispõe sobre incentivos fiscais para a inovação tecnológica;...”. – Criou os incentivos fiscais de apoio às atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica das empresas. – Regulamentada pelo decreto nº 5.798 de 06/2006. – Normatizada recentemente pela IN RFB nº 1.187, de 29/08/2011. – O centro de atenção é a empresa • Capítulo IV – DO DO PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL – “Institui o .. Programa de Inclusão Digital;...” – Eliminou o PIS/PASEP e COFINS na venda a varejo, para empresas e órgãos públicos, de microcomputadores, notebooks, mouse, .... – Recentemente incluiu o “tablet” – Expira em 2014. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 50
  • 51.
    A Inovação Tecnológicasegundo o Manual de Oslo (3ª Edição) e o Marco Legal de Inovação • Inovação tipo TPP + Inovação em Marketing + Inovação Organizacional • Inovação tipo TPP (Oslo 2ª Edição): – Introdução no mercado de um novo produto (bem ou serviço) Marco Legal da Inovação substancialmente aprimorado ou (atual) – Introdução na empresa de um processo produtivo novo ou substancialmente aprimorado • Inovação em Marketing:Gaucha Lei de Inovação – Introdução de um novo método, nova estratégia ou conceito de marketing • Inovação Organizacional: – Introdução de um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 51
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    O conceito deInovação Aberta (“Open Innovation”) Visão da Lei de Inovação @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 52
  • 53.
    7 A Lei do Bem • MP do Bem, depois Lei do Bem (Lei nº 11.196 11/2005) • Vários capítulos • Capítulo III - DOS INCENTIVOS À INOVAÇÃO TECNOLÓGICA – Prevista na Lei de inovação – “Institui o .. ; dispõe sobre incentivos fiscais para a inovação tecnológica;...”. – Criou os incentivos fiscais de apoio às atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica das empresas. – Regulamentada pelo decreto nº 5.798 de 06/2006. – Normatizada recentemente pela IN RFB nº 1.187, de 29/08/2011. – O centro de atenção é a empresa • Capítulo IV – DO DO PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL – “Institui o .. Programa de Inclusão Digital;...” – Eliminou o PIS/PASEP e COFINS na venda a varejo, para empresas e órgãos públicos, de microcomputadores, notebooks, mouse, .... – Recentemente incluiu o “tablet” – Expira em 2014. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 53
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    O Cap. IIIda Lei do Bem Os principais Incentivos Fiscais • Dedução de 100% dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do IR e da CSLL – + 60% (100+60=160%) dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do IR e da CSLL – + 20% (160+20=180%) dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do IR e da CSLL, incrementando o número de pesquisadores (RH) – + 20% (180+20=200%) dos dispêndios com Inovação Tecnológica da Base de calculo (BC) do IR e da CSLL, através de pagamentos vinculados a patente concedida ou cultivar registrado • Redução de 50% de IPI na aquisição de máquinas em equipamentos, aparelhos e instrumentos novos, destinados à P&D de Inovação Tecnológica • Depreciação Acelerada integral no ano da aquisição, de máquinas em equipamentos, aparelhos e instrumentos novos, destinados à P&D de Inovação Tecnológica • Amortização Acelerada na aquisição de bens intangíveis, vinculados exclusivamente às atividades de destinados à P&D de Inovação Tecnológica • Redução a zero da alíquota do imposto sobre a renda retido na fonte nas remessas efetuadas para o exterior destinadas ao registro e manutenção de marcas, patentes e cultivares”. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 54
  • 55.
    O Cap. IIIda Lei do Bem Resumo dos incentivos Principais Incentivos Fiscais da Lei do Bem Dedução Adicional de Dispêndios (*) 60% automático 10% com incremento de <= 5 % dos pesquisadores 20% com incremento de > 5 % dos pesquisadores BC do IRPJ & CSLL 20% para patente concedida Depreciação Integral no ano de aquisição de ativos tangíveis Amortização acelerada para ativos intangíveis Redução de IPI 50% na aquisição de equipamentos Redução a IR Retido na Fonte 0 (zero) em remessas para registro e manutenção de patentes @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 55
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    O Cap. IIIda Lei do Bem Resumo dos benefícios Estimativa dos Benefícios da Lei do Bem Recuperação de Despesas Operacionais com M.O. interna e serviços Entre 14,4 a 24% ou 20,4 a 34% (*) de terceiros Remessas no exterior Alí quota 0 (zero) no IR Retido na Fonte Ativos tangíveis - máquinas e equipamentos ganho financeiro da depreciação integral Ativos intangíveis ganho financeiro da amortização acelerada Redução de Ativos tangíveis - máquinas e equipamentos 50% do IPI (*) 24% de 60% = 14,4 24% de 100% = 24% 34% de 60% = 20,4%; 34% de 100% = 34% @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 56
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    Formulário MCT2012 Linhas de P&D/Projetos “Na descrição de cada projeto torna-se imprescindível a empresa observar, dentre outros, os seguintes aspectos: a) Destaque o elemento tecnologicamente novo ou inovador do projeto; b) Se existe aplicação de conhecimento ou técnica de uma nova fórmula; c) Quais os avanços científicos tecnológicos embutidos em cada projeto; d) Comente sobre os métodos utilizados; e) Cite a data de início e fim de cada projeto @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 57
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    Formulário MCT 2012 Linhas de P&D/Projetos “Na área de TIC procure destacar os seguintes aspectos: a) Quais as competências exigidas no desenvolvimento de seus aplicativos; b) Prestar informações sobre as características inovativas, algoritmos ou técnicas empregadas; c) Quais técnicas ou metodologias foram empregadas; d) Competências técnicas exigidas; e) Restrições técnicas superadas. Ressalta-se que as atividades de informática de rotina e que não impliquem avanços científicos ou técnicos ou não resolvam incertezas tecnológicas não devem ser consideradas como PD&I, tais como: • Software de aplicação comercial e desenvolvimento de sistemas de informação que utilizem métodos conhecidos e ferramentas informáticas já existentes. • A manutenção dos sistemas existentes. • A conversão ou tradução de linguagens informáticas. • A adição de funções para o utilizador das aplicações informáticas. • A depuração de sistemas informáticos. • A adaptação de software existente. • A preparação de documentação para o utilizador” @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 58
  • 59.
    A Lei deInformática • Início na Lei nº 8.248/91 – Capacitação do setor de informática e automação, – Modificada pela Lei nº 10.176/01, – Modificada pela Lei nº 11.077/04 e – Modificada pelo Decreto nº 5.906/06 – Modificada pelo Decreto nº 7.010/09 • Concede incentivo fiscal às empresas de informática que investem em P&D no país, mediante o desconto ou isenção no recolhimento do IPI, referente ao produto a ser fabricado no Brasil. • Fora da Zona Franca de Manaus – Empresas devem aplicar o mínimo de 4% do faturamento em P&D, segundo determinada distribuição de aplicação – Em contra-partida, recebem desconto do IPI – O desconto do imposto recai apenas em produtos de informática e automação que atendam às exigências do Processo Produtivo Básico (PPB). • Legislação específica para empresas da Zona Franca de Manaus @Eduardo Grizendi 2013 59 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
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    A Lei deInformática @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 60
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    A Lei deInformática Incentivos Fiscais @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 61
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    A Lei deInformática Contrapartida da empresa • Produzir conforme Processo Produtivo Básico • Investir em P&D • Implantar Sistema de Qualidade e Programa de Participação nos Lucros ou Resultados • Manter Regularidade Fiscal • Entregar anualmente o Relatório Demonstrativo do cumprimento das obrigações ao MCT @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 62
  • 63.
    A Lei deInformática Obrigações de P&D % Mínimos obrigatórios % Complementares Aplicações em P&D 4% ($ bens incentivados) Projetos de P&D nas Projetos de P&D com FNDCT – Ctinfo Empresas Incentivadas Instituições Credenciadas 0,40% 2,16% 1,44% SUDAM (exceto ZFM) Demais Regiões SUDENE E CO 0,80% 0,64% Públicas ou Públicas Privadas 0,448% 0,192%  Projetos de P&D em TI (inclusive Seg. da Informação)  Programas Estruturantes (estabelecidos pelo CATI)  Interno à própria empresa  Empresa contratada  Centro ou Instituto de Pesquisa  Centro ou Instituto de Pesquisa credenciado  Entidade Brasileira de Ensino  Entidade Brasileira de Ensino  Incubadora de empresas de base credenciada tecnológica em TI  Incubadora de empresas de base  Empresa vinculada a incubadora tecnológica em TI de Instituição de  Participação em empresa vinculada E&P credenciada a incubadora credenciada  Empresa vinculada a incubadora a  Até 20% nos programas prioritários incubadora credenciada de Instituição  Até 30% nos programas de apoio de E&P credenciada ao desenvolvimento do setor de TI.  Programas prioritários NOTA: De acordo com a Lei, ao longo do período 2004/ 2019, os investimentos deverão ser reduzidos segundo percentuais pré-definidos @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 63
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    Financiamento da Inovaçãoem TIC @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 64
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    Tratamento tributário dosIncentivos Fiscais à P&D e Inovação Tecnológica para Empresas de TIC Lei ou Medida Provisória Efeito Pontos Principais Lei de Informatica Introduz os incentivos  Isenção ou Redução de até 90 % (Lei nº 8.248/91, Lei nº 8.387/91, fiscais para as Empresas do IPI para produtos Decreto nº 5.906/06 e demais que produzem bens de comercializados leis e decretos) informática e automação no país. Capítulo III da Lei nº 11.196/05 Introduz os incentivos  Deduções adicionais da Base de (Lei do Bem) fiscais para Projetos de Cálculo do IRPJ e CSLL de 60% a Pesquisa e 100%; Desenvolvimento da  Depreciação acelerada; Inovação Tecnológica na  Amortização acelerada; Empresa.  Crédito do IRRF de remessas para o exterior para pagamento de royalties;  Redução a zero do IRRF de remessas para o exterior para pagamento de patentes;  Redução de 50% do IPI em aquisição de equipamentos para laboratórios; Capítulo IV da Lei nº 11.196/ 05 Introduz os incentivos  Redução a 0 (zero) as alíquotas da (Lei do Bem) e Lei nº 12.507/11, fiscais do Programa de Contribuição para o PIS/Pasep e da de conversão da MP nº 534, de Inclusão Digital Cofins incidentes sobre a receita 2011 bruta de venda a varejo, de produtos de informática, incluindo Tablet PC “Lei do MEC da Inovação” ou Altera os incentivos  Deduções adicionais da Base de “Lei Rouanet da Inovação” - Lei fiscais do Capítulo III da Cálculo do IRPJ e CSLL de 50% a nº. 11.487 de 06/2007; Lei do Bem 250% em projetos executados com Decreto nº 6.260, de 11/2007 ICTs públicas e privadas; Lei nº 11.774 de 09/2008 (antiga Altera os incentivos  Introduz a depreciação integral MP no. 428) fiscais do Capítulo III da acelerada no ano de aquisição; Lei do Bem Lei nº 11.908, de 03/2009 Altera a Base de Cálculo  Introduz a dedução em dobro de (decorrente do Projeto de Lei de do IRPJ para empresas capacitação de software na Base Conversão nº 30 de 2008). de TI de Cálculo do IRPJ para os setores de TI; Decreto nº 6.909 de 07/2009 Altera os incentivos  Detalha/estende para CSLL o fiscais do Capítulo III da tratamento contábil da Depreciação Lei do Bem Integral e Amortização Acelerada; @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 65
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    Programas de Financiamentoa Inovação • FINEP – Programa Subvenção Econômica; – Programa FINEP Inova Brasil; – Programa Brasil Sustentável – Programa de Inovação em Tecnologia Assistiva: • CNPQ – Programa RHAE • BNDES – BNDES Inovação; – BNDES Prosoft Empresa: – PROTVD – Fornecedor; – (apoio) BNDES Automático; – (apoio) Cartão BNDES; – (apoio) BNDES Limite de Crédito; Recurso Não Reembolsável para Apoio à Inovação: – (não reembolsável) FUNTEC - Fundo Tecnológico • FAPESP – Programa PIPE • Banco do Nordeste – Programa INOVAÇÃO @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 66
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    Alterações no MarcoLegal de Inovação em TIC @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 67
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    Mudanças no MarcoLegal de P&D&I @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 68
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    Mudanças no MarcoLegal de P&D&I @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 69
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    Mudanças no MarcoLegal de P&D&I Benefício da Lei do Bem deve abranger optantes do Simples DCI, Fernanda Bompan SÃO PAULO - O governo de Dilma Rousseff vem demonstrando que quer aumentar os investimentos de inovação em diversos setores, exemplo disso é de que até o fim deste mês um conjunto de medidas que inclui uma linha de crédito subsidiado de quase R$ 30 bilhões para financiar investimentos deve ser anunciado. E uma das expectativas é que os incentivos fiscais previstos na chamada Lei do Bem (número 11.196, de 2005) sejam estendidos às empresas optantes do Simples Nacional. Apesar de elogiarem a lei, especialistas entrevistados pelo DCI comentam que ainda falta aperfeiçoar regras, que acabam por limitar o interesse por investir em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Além de que, para eles, essa norma é pouco divulgada. "Um dos benefícios que precisa ser aperfeiçoado é essa questão de que a empresa só pode ter deduzir imposto [Imposto de Renda-IR e Contribuição Social sobre Lucro Líquido-CSLL] do investimento feito, no ano que ela tiver lucro. Ou seja, se houver investimento, mas não houver lucro, ela perde esse benefício. Empresas startups (recém-nascida), que demoram a ter um retorno, e as pequenas, que eventualmente não tenham lucro, acabam sendo prejudicadas. Por isso, as grandes são as que mais se valem da lei", avalia Pierre Moreau, sócio da Moreau e Balera Advogados. ... @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 70
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    Mudanças no MarcoLegal de P&D&I Tele Síntese Regulamento de PD&I pode garantir investimentos de US$ 1,5 b por ano Ter, 17 de Maio de 2011 17:25 por Lúcia Berbert A idéia da Anatel é estipular um percentual maior que 1,5% da ROL das operadoras em investimentos nessa área A proposta de regulamento de incentivo a investimento em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I), em elaboração pela Anatel, prevê não apenas o estímulo ao investimento direto das operadoras, mas também em parcerias com as universidades e institutos tecnológicos ou na compra de equipamentos produzidos no Brasil. Ou seja, por meio de estímulos ao investimento pelas operadoras na indústria eletrônica, a agência quer reduzir os efeitos negativos da importação excessiva de equipamentos de telecom (cerca de 80%) na balança comercial do Brasil. A agência deve estabelecer um índice de investimento mínimo anual para as empresas, disse a superintendente executiva da Anatel, Simone Scholze. Esse valor deve superar 1,5% da receita líquida operacional da empresa. Pelas contas iniciais, esse valor pode chegar a US$ 1,5 bilhão por ano. A proposta também prevê a criação de um comitê de acompanhamento das ações das operadoras em prol do PD&I, formado por representantes do governo (Anatel, Minicom, MCT, MDIC e BNDES), associações de prestadoras e de fabricantes, que aplicará um valor a cada ação, obedecendo a critérios definidos. A Anatel criará um certificado de excelência em PD&I para as operadoras, que servirá para comprovar a realização de investimentos e de aquisição de produtos nacionais (fabricados no Brasil, independente da origem do capital). A pontuação obtida pelas prestadoras, por sua vez, servirá para compor um ranking, que dará benefícios a elas no ato de concessão de outorgas e autorizações de novos serviços, nas licitações de freqüências, na certificação e homologação de produtos e obtenção de recursos dos fundos setoriais e do BNDES. A proposta já passou pela área técnica da Anatel e está em análise da conselheira Emília Ribeiro. Depois de aprovada no Conselho Diretor da agência e, em seguida, entrará em consulta pública. As linhas gerais do regulamento foram apresentadas no Seminário “Estímulos à PD&I no Setor de Telecomunicações”, realizado nesta terça-feira (17) fruto de parceria entre Anatel e Ipea. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 71
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    Mudanças no MarcoLegal de P&D&I @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 72
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    Mudanças no MarcoLegal de P&D& Inovação • Nova Política Industrial: Brasil Maior • Programa TI Maior • Lei Federal de Inovação; – Proposta FINEP • Leis Estaduais de Inovação; – AM, MT, BA, MG, SP, SC, RS, RJ, PR, PE, CE, AL, • Lei de Informática – Revisão do MCT • [Incentivos a P&D ANATEL] • Lei do Bem – Incentivos fiscais a produção de Tablets (Cap. IV) – Incentivos fiscais à inovação prometem se estender às Empresas que operam no Regime do Lucro Presumido (Cap. III) @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 73
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    Gestão da Inovaçãoem Empresas de TIC (continuação) @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 74
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    Conceito de Gestãoda Inovação • O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Usufruto dos incentivos à inovação • Prestação de contas dos recursos e incentivos à inovação – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, Spin-out’s, programas de incubação, etc. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 75
  • 76.
    Transferência de Tecnologia Estratégia de “Spin-in” Lista de Aquisições • Google http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_Google_acquisitions • Yahoo: http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_acquisitions_by_Yahoo%21 • Microsoft http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_companies_acquired_by_Microsoft_Corporati on @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 76
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    Transferência de Tecnologia Estratégia de “Spin-in” do Google @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 77
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    Transferência de Tecnologia Estratégia de “Spin-in “do Facebook @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 78
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    Caminhos para inovação As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture PUCRS, UFRGS, Unisinos, ... handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 79
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    Oportunidades para inovação- os caminhos para inovação @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 80
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    Os Caminhos parainovação As oportunidades no Modelo de “Closed Innovation” Empresa Modelo Fechado Foco em D Comercialização Desenvolvimento Pesquisa Desenvolvimento PUCRS, UFRGS, Unisinos, ... @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 81
  • 82.
    Os Caminhos parainovação As oportunidades trazidas pelo Modelo de “Open Innovation” e a Lei de Inovação e a Lei do Bem Empresa Scale up Comercialização Modelo Aberto Desenvolvimento Licenciamentos Foco em P&D&I Spin-out PUCRS, UFRGS, Unisinos, Pesquisa ... Desenvolvimento Comercialização Oportunidades @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 82
  • 83.
    (Modelo Fechado) X(Modelo Aberto + Leis de inovação + Lei do Bem) Empresa Scale up Comercialização Comercialização Desenvolvimento Desenvolvimento Spin-out Pesquisa Pesquisa Desenvolvimento Desenvolvimento PUCRS, UFRGS, Unisinos, ... ... Oportunidades @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 83
  • 84.
    Os Caminhos parainovação As Oportunidades do modelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture PUCRS, UFRGS, Unisinos, ... handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 84
  • 85.
    Os caminhos paraa Inovação - dos resultados de P&D para o mercado @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 85
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    O que éo mais importante ? A IDÉIA @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 86
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    Exemplo: Plataforma P&G de “Open Innovation” connect + develop @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 87
  • 88.
    Exemplo: Plataforma de Inovação da PUCRS Mestrado e Doutorado em TIC @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 88
  • 89.
    As Oportunidades domodelo de Inovação Aberta (“Open Innovation”) Other firm´s market Licence, spin out, divest Our new market Internal technology base Our current market Internal/external venture PUCRS handling External technology base External technology insourcing/ spin-in Stolen with pride from Prof Henry Chesbrough UC Berkeley, Open Innovation: Renewing Growth from Industrial R&D, 10th Annual Innovation Convergence, Minneapolis Sept 27, 2004 @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 89
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    Depois ? O CLIENTE @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 90
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    Identificando as oportunidades •Identificar Tendências • Mapear Rotas Tecnológicas • Fazer busca em banco de patentes, identificando potenciais tecnologias, produtos e processos – Por empresa – Por área tecnológica/tecnologia • Prospectar potenciais clientes – Buscar lista de empresas do setor – Visitar feiras e congressos empresariais @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 91
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    Identificando as oportunidades Fazer “”cold call” Encontrar na feira @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 92
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    Identificando as oportunidades Visitar Agendar reunião... @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 93
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    Capturando as oportunidades Fazerreunião com Aproveitar viagem potencial cliente Enviar proposta @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 94
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    E depois ? O RECURSO @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 95
  • 96.
    Programas de Financiamentoa Inovação • FINEP – Programa Subvenção Econômica; – Programa FINEP Inova Brasil; – Programa Brasil Sustentável – Programa de Inovação em Tecnologia Assistiva: • CNPQ – Programa RHAE • BNDES – BNDES Inovação; – BNDES Prosoft Empresa: – PROTVD – Fornecedor; – (apoio) BNDES Automático; – (apoio) Cartão BNDES; – (apoio) BNDES Limite de Crédito; Recurso Não Reembolsável para Apoio à Inovação: – (não reembolsável) FUNTEC - Fundo Tecnológico • FAPERGS – Programa PIPE – Programa INOVAÇÃO + FNDCT+ Lei de Inovação + Lei do Bem + Lei do MEC de Inovação @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 96
  • 97.
    As leis deinovação federal e gaucha Pontos Principais • Autoriza a incubação de empresas dentro de ICTs; • Permite a utilização de laboratórios, equipamentos e instrumentos, materiais e instalações das ICTs por empresa; • Facilita o licenciamento de patentes e transferência de tecnologias desenvolvidas pelas ICTs; • Introduz a participação dos pesquisadores das ICTs nos royalties de licenciamento; • Prevê a estruturação de NIT – Núcleo de Inovação Tecnológica, nas ICTs para gerir sua política de inovação • Autoriza a concessão de recursos diretamente para a empresa (Subvenção Econômica); • Introduz um novo regime fiscal que facilite e incentive as empresas a investir em P&D (Lei do Bem); • Autoriza a participação minoritária do capital de EPE cuja atividade principal seja a inovação; • Autoriza a instituição de fundos mútuos de investimento em empresas cuja atividade principal seja a inovação @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 97
  • 98.
    ...ENFIM... @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 98
  • 99.
    “Processo de destruiçãocriativa” [Schumpeter, 1942] • Destruição do velho, como consequência do surgimento do novo. “... que revoluciona a estrutura econômica a partir de dentro, destruindo incessantemente o antigo e criando elementos novos...” “Este processo de destruição criativa é básico para se entender o capitalismo. É dele que se constitui o capitalismo e a ele deve se adaptar toda a empresa capitalista para sobreviver” “... esforço para enfrentar uma situação que tudo indica que mudará, ou seja, como uma tentativa dessas empresas de firmar-se em um terreno que lhe foge sob os pés”. @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 99
  • 100.
    As 30 maisimportantes inovações em 30 anos 1. Internet WWW 16. Media file compression (e.g., jpeg, mpeg, mp3) 2. PC/Laptop computers 17. Microfinance 3. Mobile phones 18. Photovoltaic Solar Energy 4. Email 19. Large scale wind turbines 5. DNA testing and sequencing/Human genome 20. Social networking via internet mapping 21. Graphic user interface (GUI) 6. Magnetic resonance imaging (MRI) 22. Digital photography/videography 7. Microprocessors 23. RFID and applications (e.g. NFC) 8. Fiber optics 24. Genetically modified plants 9. Office software (Spreadsheets, word processors) 25. Bio fuels 10. Non-invasive laser/robotic surgery (laparoscopy) 26. Bar codes and scanners 11. Open source software and services (e.g., Linux, Wikipedia) 27. ATMs 12. Light emitting diodes (first real devices in 1960s; 28. Stents in products in mid-70s) 29. SRAM flash memory 13. Liquid Crystal Displays 30. Anti retroviral treatment for AIDS 14. GPS Systems 15. Online shopping/ecommerce/auctions (e.g., http://www.pbs.org/nbr/site/features/special/top-30-innovations_home/ eBay) @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 100
  • 101.
    Conclusões @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 101
  • 102.
    Conclusões • A Inovação tecnológica tem que gerar riqueza – Trazer “dim dim”, “bufunfa”, ... • A Inovação pode ser na Empresa, na região/nacional ou no mundo • O Modelo de “Open Innovation” e o Marco Legal da Inovação trazem novos caminhos para a Inovação; • A Gestão da Inovação, incluindo a Gestão da Propriedade Intelectual, são importantes para a competitividade da Empresa. • A realidade do “Processo de destruição criativa” [Schumpeter, 1942] , sempre estará trazendo oportunidades; @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 102
  • 103.
    Conclusões • O Brasil tem um marco legal para a inovação & linhas de financiamento para promovê-la. – Mudanças no marco legal tem sido feitas nos últimos meses – Algumas ainda estão “no forno” • Há um entendimento no mercado que não faltam linhas de financiamento. – Naturalmente que não existem em abundância, mas certamente o conjunto não é simplório, ao contrário, é significativo. • No entanto, em relação a estas linhas em geral: – Linhas para atividades de P&D para Inovação e não para Inovação, simplesmente; – Não há um claro entendimento nelas do que é inovação; As agências deveriam diminuir significativamente o grau de subjetividade do conceito de inovação tecnológica que permeiam os seus programas e linhas de financiamento. Ou se criem critérios específicos, ou se apóiem no conceito abrangente do Marco Legal (Lei de Inovação e Cap.III da Lei do Bem), fundamentalmente no Manual de Oslo, 2ª edição ou 3ª edição, ambos traduzidos pela FINEP @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 103
  • 104.
    MANUAL DE ORIENTAÇÕES GERAIS SOBRE INOVAÇÃO Ministério das Relações Exteriores Eduardo Grizendi Janeiro de 2011 Manual de Inovação para Empresas em Geral http://www.finep.gov.br/dcom/manualinovacao.pdf @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 105.
    MANUAL DE INOVAÇÃO PARA EMPRESAS BRASILEIRAS DE TIC “Orientações Gerais sobre Inovação para Empresas do Setor de Tecnologia da Informação e Comunicação” SOFTEX Eduardo Grizendi Dezembro de 2012 http://arquivos.publit.com.br/Manual_de_Inovacao_em_Empresas_TIC _Eduardo_Grizendi_SOFTEX.pdf @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 105
  • 106.
    Conteúdo • Apresentação • Cap.1 - Introdução • Cap. 2 - Histórico e Visão Geral da Legislação Brasileira Básica sobre P&D e Inovação em TIC • Cap. 3 - Conceitos, Atividades e Modelos de Processos de Inovação em Empresas de TIC • Cap. 4 - A Gestão da Inovação • Cap. 5 - Financiamento à Inovação para Empresas de TIC • Cap. 6 - Panorama da Inovação nas Empresas Brasileiras • Cap. 7 - Exportação, Internacionalização e outros programas de apoio a Empresas de TIC • Cap. 8 – Conclusões • Anexo - Relação de Sítios Nacionais e Internacionais sobre Inovação @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 106
  • 107.
    Agenda X Conteúdo • Apresentação • Conceitos, Atividades e • Cap. 1 - Introdução Modelos de Processos de • Cap. 2 - Histórico e Visão Geral da Inovação em Empresas de Legislação Brasileira Básica sobre TIC P&D e Inovação em TIC • Gestão da Inovação • Cap. 3 - Conceitos, Atividades e Modelos de Processos de Inovação • Arcabouço Legal da Inovação em Empresas de TIC em TIC • Cap. 4 - A Gestão da Inovação • Financiamento à Inovação • Cap. 5 - Financiamento à Inovação para Empresas de TIC • Oportunidades para inovação • Cap. 6 - Panorama da Inovação nas - os caminhos para inovação Empresas Brasileiras • Planejamento Tecnológico • Cap. 7 - Exportação, Internacionalização e outros Estratégico programas de apoio a Empresas de • Conclusões TIC • Cap. 8 – Conclusões • Anexo - Relação de Sítios Nacionais e Internacionais sobre Inovação @Eduardo Grizendi 2013 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 107
  • 108.
    Apresentação e Cap.1 – Introdução • Endereçado às Empresas de TIC • Sem preocupação com o formalismo de um documento acadêmico • Uso de notas de rodapé para expressar experiência prática ou opinião do autor O Marco Legal de Inovação brasileiro não explica em nenhum lugar, incluindo o próprio formulário, o termo “serviço industrial” no contexto utilizado pelo próprio formulário. Percebe-se, com este adjetivo, uma visão preocupante no MCTI de inovação tecnológica somente relacionada ao setor de manufaturas e não uma visão mais atual que contemple também o setor de serviços. De qualquer maneira, o setor de serviços, em especial o financeiro, de energia e de telecomunicações, tem se utilizado dos incentivos fiscais do Capítulo III da Lei do Bem, conforme relatórios publicados pelo MCTI. Como não houve uma manifestação formal do MCTI contestando a utilização dos incentivos pelo setor de serviços, o Manual de Oslo, 2ª Edição, explicita produto como bem ou serviço (sem o adjetivo “industrial”), o Manual de Oslo, 3ª Edição, enfatiza a inovação em serviços e os economistas se apropriam do termo “indústria” genericamente para qualificar setor da economia, o mercado tem se utilizado dos incentivos fiscais do Capítulo III da Lei do Bem normalmente também para o setor de serviços. ` O setor financeiro na verdade, tem tido mais problemas que outros, com a prestação de informações da utilização dos incentivos fiscais do Capítulo III da Lei do Bem. Nos relatórios anuais publicados pelo MCTI relacionados ao uso dos incentivos fiscais, até 2009, Ano de Referência 2008, as empresas deste setor aparecem freqüentemente em seu Anexo II, que relaciona as empresas que “apresentaram informações imprecisas e/ou incompatíveis ao atendimento dos dispositivos da Lei N.º 11.196/05”, ou, como no caso dos últimos dois relatórios de 2011, Ano Base 2010 e de 2010, Ano Base 2009, não listadas na lista de empresas que usufruíram do benefício. De qualquer maneira, a expectativa do mercado é que estes problemas sejam relacionados às informações prestadas (incompletas ou erroneamente interpretadas pelo MCTI) e não ao enquadramento de produtos como inovações em serviço, propriamente dito. Esta portaria retirou informações complementares sobre inovação de produto e de processo, que existia na portaria anterior (Portaria MCT n° 943/06). O item 8.- Produtos e Processos Tecnologicamente Novos e Substancialmente Aperfeiçoados, deste formulário, trazia os seguintes trechos, originados do Manual de Oslo, 2ª Edição e explicitamente encontrados no Manual PINTEC 2005, ainda que tal retirada não signifique necessariamente uma mudança de visão do MCTI, na opinião deste autor: @Eduardo Grizendi 2013 108 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 109.
    Cap. 2 -Histórico e Visão Geral da Legislação Brasileira Básica sobre Inovação @Eduardo Grizendi 2013 109 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 110.
    Histórico e VisãoGeral da Legislação Brasileira Básica sobre P&D e Inovação em TIC • Lei de Informática • Lei Federal de Inovação; • Leis Estaduais de Inovação; • Capítulo III e IV da Lei do Bem • Lei de Desoneração de INSS para Empresas de TIC • Leis e Decretos que alteraram a Lei de Inovação • Leis e Decretos que alteraram a Lei do Bem – Art. 19-A da Lei do Bem - A “Lei do MEC da Inovação” – Instrução Normativa RFB nº 1.187 de 08/2011 @Eduardo Grizendi 2013 110 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 111.
    As Leis Estaduaisde Inovação Estado Legislação Entrada em vigor Alagoas Lei Estadual nº 7.117, 12 de Novembro de 2009. Amazonas Lei Ordinária nº 3.095 17 de Novembro de 2006 Bahia Lei Estadual nº 11.174 09 de Dezembro de 2008 Ceará Lei Estadual 14.220 16 de Outubro de 2008 Goiás Lei Estadual nº 16.922, DE 08 de Fevereiro de 2010. Mato Grosso Lei Complementar nº 297 07 de Janeiro de 2008 Minas Gerais Lei Estadual nº 17.348 17 de Janeiro de 2008 Pernambuco Lei Estadual nº 13.690 16 de Dezembro de 2008 Rio de Janeiro Lei Estadual n° 5.361 29 de Dezembro de 2008 Decreto Estadual nº 42.302 12 de fevereiro de 2010 Rio Grande do Sul Lei Estadual nº 13.196 13 de Julho de 2009 São Paulo Lei Complementar nº 1049 19 de Junho de 2008 Decreto nº 53.141, 19 de Junho de 2008 Santa Catarina Lei Estadual nº 14.328 15 de Janeiro de 2008 Sergipe Lei Estadual nº 6.794 02 de Dezembro de 2009 @Eduardo Grizendi 2013 111 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 112.
    Histórico e VisãoGeral da Legislação Brasileira Básica sobre P&D e Inovação em TIC Legislação Ano Finalidade FNDT 1969  Criação do Fundo Nacional de Desenvolvimento Decreto-Lei nº 719/69. Científico e Tecnológico (FNDCT) Programas PDTI/PDTA 1993, alterado  Permitiu a dedução do Imposto de Renda de Pessoa Lei n° 8.661/93 em 1997 Jurídica (IRPJ), redução do Imposto de Produtos (alterada pela Lei nº Industrializados (IPI), depreciação acelerada, redução 1 9.532/97) . de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e IRRF sobre remessas e dedução de despesa com Royalties e Assistência Técnica.  A condição para isto era: aprovar junto ao MCTI Plano de P&D para 5 anos (PDTI/PDTA) Política Nacional de 1984 a 1986  Estabeleceu os princípios, objetivos e diretrizes da Informática Política Nacional de Informática; Lei n° 7.232/84,  Criou o Conselho Nacional de Informática e Automação regulamentada pelo - CONIN; Decreto n° 92.181/85, pelo  Dispôs sobre a Secretaria Especial de Informática – Decreto n° 93.295/86 e SEI; pelo Decreto n° 92.779/86.  Autorizou a criação da Fundação Centro Tecnológico para Informática – CTI;  Instituiu o Plano Nacional de Informática e Automação e o Fundo Especial de Informática e Automação. Lei de Informática 1991 a 2009  Trouxe a isenção ou redução de IPI Lei n° 8.248/91 e Lei  Impõe a condição para esta isenção ou redução do IPI, nº 8.387/91 (alteradas por aplicar no mínimo 4% da receita em P&D, fabricar de diversas leis e acordo com o Processo Produtivo Básico (PPB) e recentemente pelo Decreto possuir ISO 9.000; nº 7.010/09). Legislação dos Fundos 1997 a 2007  Criação de 18 Fundos Setoriais, sendo 16 de setores 2 Setoriais . específicos: Audiovisual, CT- Aero, CT- Agro, CT- Amazônia, CT- Aquaviário, CT- Biotec, CT- Energ, CT- Espacial. CT- Hidro, CT- Info, CT- Infra. CT- Mineral. CT- Petro. CT- Saúde, CT- Transporte e FUNTTEL, e dois transversais: FVA – Fundo Verde-Amarelo e CT- Infra.  Receitas oriundas de contribuições incidentes sobre o resultado da exploração de recursos naturais pertencentes à União, parcelas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de certos setores e de Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE) incidente sobre os valores que remuneram o uso ou aquisição de conhecimentos tecnológicos e transferência de tecnologia do exterior.  Geridos pelo MCTI e administrados pela FINEP, como sua Secretaria Executiva, com exceção do FUNTTEL, gerido pelo Ministério das Comunicações. Lei n° 10.332/01 2001  Destinou ao Fundo Verde Amarelo, recursos crescentes do IPI sobre bens de TI incentivados (Lei n° 10.176/01) para equalizar juros de empréstimos a P&D; permitiu participar no capital de PME; permitiu subvencionar empresas com PDTI/PDTAs (Lei n°8.661/93); e dar liquidez aos investimentos privados em fundos de risco. Lei n° 10.637/02 2002  Permitiu abater os gastos em P&D na base de cálculo do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e na 1 Substituído pelos incentivos fiscais do Capítulo III da Lei do Bem. 2 Em http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/22771.html, encontra-se a legislação completa sobre os fundos. @Eduardo Grizendi 2013 112 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 113.
    Leis e decretosque completam o Marco Legal de P&D&I para TIC no país Lei ou Medida Provisória Efeito Pontos Principais Art. 19-A da Lei do Bem - “Lei Altera o Cap. III da  Contempla projetos executados com ICTs do MEC da Inovação” ou “Lei Lei do Bem públicas; Rouanet da Inovação” - Lei  Deduções adicionais de 50 a 250% nº. 11.487 de 06/2007, regulamentado pelo Decreto nº 6.260, de 11/2007 Lei nº 11.774 de 09/2008 Altera o Cap. III da a  Contempla também empresas que utilizam da (antiga MP nº 428) Lei do Bem Lei de Informática, inicialmente excluídas da Lei do Bem;  Introduz a Depreciação integral; Lei nº 11.908, de 03/2009 Altera a Base de  Introduz a dedução em dobro de capacitação (decorrente do Projeto de Lei Cálculo do IRPJ para de SW para os setores de TI de Conversão nº 30 de 2008) empresas de TI Decreto nº 6.909 de 07/2009 Altera a Lei do Bem  Detalha/estende para CSLL o tratamento contábil da Depreciação integral e Amortização Acelerada  Ajusta o conceito de Micro e Pequena Empresa  Detalha a alteração da Lei do Bem, para empresas da Lei de Informática Lei nº 12.350, de 12/2010 Altera a Lei de  Desonera, tributariamente, as subvenções (antiga MP nº 497 de 07/2010) Inovação e a Lei do econômicas da Lei de Inovação e das Bem subvenções de mestres e doutores, da Lei do Bem  Elimina o incentivo do crédito do IRRF incidente sobre os valores pagos, remetidos ou creditados no exterior, a título de royalties, de assistência técnica ou científica e de serviços especializados. Lei nº 12.349, de 12/2010 Altera a Lei de  Introduz as fundações de apoio das ICTs no (antiga MP nº 495 de 07/2010). Inovação contexto da Lei de Inovação;  Permite que a FINEP, o CNPq e as Agências Financeiras Oficiais de Fomento celebrem convênios e contratos com as fundações de apoio  Dá tratamento preferencial em aquisições de bens e serviços pelo poder público para empresas que invistam em P&D no país e para as microempresas e empresas de pequeno porte de base tecnológica, criadas no ambiente das atividades de pesquisa das ICTs Lei nº 12.507 de 2011 Altera o art. 28 da  Altera o art. 28 da Lei do Bem - Lei no 11.196, (conversão da MP nº 534/11) Lei nº 11.196, de de 21 de novembro de 2005, 11/2005  Inclui no Programa de Inclusão Digital Tablet PC produzido no País conforme processo produtivo básico;  Revoga dispositivo da Medida Provisória nº 534, de 2011; Art. 13º da Lei nº 12.546, de Altera o Cap. III da  Estende os benefícios do Art. 19-A do Cap. III 12/2011 (conversão da MP nº Lei do Bem, da Lei do Bem - “Lei do MEC de Inovação” às 540, de 08/2011). alterando a “Lei do ICT’s - Instituições Científicas e Tecnológicas MEC de Inovação” Privadas, caracterizadas como Entidades Científicas e Tecnológicas Privadas, sem fins @Eduardo Grizendi 2013 lucrativos, 113 Instrução Normativa RFB nº 1.187 de 08/2011 Porto Alegre, 09III  Normatiza o Cap. da Lei do Bem, de Março de 2013 Normatiza a utilização dos incentivos fiscais à inovação do Cap. III da Lei do Bem
  • 114.
    Cap. 3 -Conceitos, Atividades e Modelos de Processos de Inovação em Empresas de TIC @Eduardo Grizendi 2013 114 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 115.
    A Inovação segundo Schumpeter (TDE, 1911) • Novas combinações de “materiais” e “forças” que aparecem descontinuamente e referem-se a: − Introdução de um novo bem — ou seja, um bem com que os consumidores ainda não estiverem familiarizados — ou de uma nova qualidade de um bem; − Introdução de um novo método de produção, ou seja, um método que ainda não tenha sido testado pela experiência no ramo próprio da indústria de transformação, que de modo algum precisa ser baseada numa descoberta cientificamente nova, e pode consistir também em nova maneira de manejar comercialmente uma mercadoria; − Abertura de um novo mercado, ou seja, de um mercado em que o ramo particular da indústria de transformação do país em questão não tenha ainda entrado, quer esse mercado tenha existido antes, quer não; − Conquista de uma nova fonte de oferta de matérias-primas ou de bens semimanufaturados, mais uma vez independentemente do fato de que essa fonte já existia ou teve que ser criada. @Eduardo Grizendi 2013 115 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 116.
    A Inovação Tecnológica segundo o Manual de Oslo (3ª Edição) e PINTEC 2008 • Inovação tipo TPP + Inovação em Marketing + Inovação Organizacional • Inovação tipo TPP (Oslo, 2ª Edição): – Introdução no mercado de um novo produto (bem ou serviço) substancialmente aprimorado ou – Introdução na empresa de um processo produtivo novo ou substancialmente aprimorado • Inovação em Marketing: – Introdução de um novo método, nova estratégia ou conceito de marketing • Inovação Organizacional: – Introdução de um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas @Eduardo Grizendi 2013 116 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 117.
    A Inovação segundoas Leis de Inovação e do Bem • Lei de Inovação Federal: – Art. 2º, IV , inovação: “introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços” • Lei do Bem – Art. 17º, § 1º, inovação tecnológica: “concepção de novo produto ou processo de fabricação, bem como a agregação de novas funcionalidades ou características ao produto ou processo que implique melhorias incrementais e efetivo ganho de qualidade ou produtividade, resultando maior competitividade no mercado” @Eduardo Grizendi 2013 117 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 118.
    A Inovação segundoo Manual de Oslo (3ª Edição) e PINTEC 2008 • Inovação tipo TPP + Inovação em Marketing + Inovação Organizacional • Inovação tipo TPP (Oslo 2ª Edição): – Introdução no mercado de um novo produto (bem ou serviço) Marco Legal da Inovação substancialmente aprimorado ou – Introdução na empresa de um processo produtivo novo ou substancialmente aprimorado (atual) • Inovação em Marketing: – Introdução de um novo método, nova estratégia ou conceito de marketing • Inovação Organizacional: – Introdução de um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas @Eduardo Grizendi 2013 118 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 119.
    O conceito deInovação Aberta (“Open Innovation”) Inovação Fechada Inovação Aberta @Eduardo Grizendi 2013 119 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 120.
    O conceito deInovação Aberta (“Open Innovation”) Visão da Lei de Inovação @Eduardo Grizendi 2013 120 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 121.
    A Modelagem deNegócio em TIC , “How to Describe and Improve your Business Model to Compete Better”, disponível em http://www.docstoc.com/docs/1953827/How-to-Describe-and-Improve-your-Business-Model-to-Compete-Better- @Eduardo Grizendi 2013 121 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 122.
    Cap. 4 -A Gestão da Inovação @Eduardo Grizendi 2013 122 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 123.
    Conceito de Gestãoda Inovação • O que é: – Gestão do Processo de Inovação: • Identificação de estágios e pontos de decisão (“stages and gates” ) • Sujeito às boas práticas de Gestão de Projetos – Gestão da Propriedade Intelectual • Não divulgação, proteção, acompanhamento junto aos organismos de proteção, comercialização – Gestão das Oportunidades Tecnológicas • Prospecção tecnológica, diligência tecnológica, “Spin-in’s “, etc. – Gestão dos Recursos para Inovação • Atração, contratação, elaboração e submissão de projetos de P&D&I a agências de fomento, etc. • Prestação de contas dos recursos de agências de fomento. – Gestão da Transferência de Tecnologia • Valoração, Licenciamento, transferência, contratação, etc. – Gestão das Empresas Nascentes • Spin-off’s, programas de incubação, etc. – Gestão das Competências Tecnológicas • Coletivas, individuais, essenciais, etc. @Eduardo Grizendi 2013 123 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 124.
    A Importância daGestão da Propriedade Intelectual • Ferramenta estratégica de desenvolvimento tecnológico – No. de Patentes: índice da Produção Tecnológica; – Protege e recompensa o esforço de P&D; – Promove a divulgação dos resultados tecnológicos • Inverso: segredo industrial – Gera mais valor para a comercialização das tecnologias; – Protege contra a proteção por terceiros; • Banco de patentes – Importante fonte de conhecimento – Antes de iniciar um esforço em P&D, deve-se fazer busca em bancos de patentes nacionais e internacionais; • Jogo jogado mundialmente! Valor da Propriedade Intelectual na forma de patente, pode estar além da agregação de valor à tecnologia. Estratégia de marketing do pesquisador, da instituição de pesquisa ou da empresa, desde que entendido e tratada como tal, analisando sua relação de custo e benefício. Gestão da Propriedade Intelectual # Gestão da Inovação. É somente uma parte dela @Eduardo Grizendi 2013 124 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 125.
    Legislação sobre aProteção à PI e o Registro de Programa de Computador no país. Legislação Finalidade Lei de Software- Lei nº. 9.609, de  Dispõe sobre a proteção de propriedade 19 de fevereiro de 1998. intelectual de programa de computador e sua comercialização no Brasil Lei nº. 9.610, de 19 de fevereiro  Altera, atualiza e consolida a legislação sobre de 1998. direitos autorais e dá outras providências. Decreto nº. 2556, de 20 de abril  Regulamenta o registro previsto no art. 3º da Lei de 1998. nº. 9.609, de 19 de fevereiro de 1998. Decreto nº. 91.873, de 04 de  Dá novas atribuições ao Conselho Nacional de novembro de 1985 Direito Autoral. Resolução CNDA nº 057, de 6 de  Dispõe sobre o registro de programa de julho de 1988 computador no INPI. Resolução n.º 58/98 do INPI  Estabelece normas e procedimentos relativos ao registro de programas de computador. Resolução n.º 59/98 do INPI  Estabelece os valores das retribuições pelos serviços de registro de programas de computador @Eduardo Grizendi 2013 125 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 126.
    Cap. 5 -Financiamento à Inovação para Empresas de TIC @Eduardo Grizendi 2013 126 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 127.
    Tratamento Tributário da Subvenção Art. 1º. As subvenções governamentais de que tratam o art. 19 da Lei nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004, e o art. 21 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005, não serão computadas para fins de determinação da base de cálculo do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica - IRPJ, da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS, desde que tenham atendido aos requisitos estabelecidos na legislação específica, e realizadas as contrapartidas assumidas pela empresa beneficiária. § 1º. O emprego dos recursos decorrentes das subvenções governamentais de que trata o caput não constituirá despesas ou custos para fins de determinação da base de cálculo do IRPJ e da CSLL, nem dará direito a apuração de créditos da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS. Medida Provisória nº 497 de 2010 @Eduardo Grizendi 2013 127 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 128.
    Tratamento tributário dos Incentivos Fiscais à P&D e Inovação Lei ou Medida Provisória Tecnológica para Empresas de TIC Efeito Pontos Principais Lei de Informatica Introduz os incentivos  Isenção ou Redução de até 90 % (Lei nº 8.248/91, Lei nº 8.387/91, fiscais para as Empresas do IPI para produtos Decreto nº 5.906/06 e demais que produzem bens de comercializados leis e decretos) informática e automação no país. Capítulo III da Lei nº 11.196/05 Introduz os incentivos  Deduções adicionais da Base de (Lei do Bem) fiscais para Projetos de Cálculo do IRPJ e CSLL de 60% a Pesquisa e 100%; Desenvolvimento da  Depreciação acelerada; Inovação Tecnológica na  Amortização acelerada; Empresa.  Crédito do IRRF de remessas para o exterior para pagamento de royalties;  Redução a zero do IRRF de remessas para o exterior para pagamento de patentes;  Redução de 50% do IPI em aquisição de equipamentos para laboratórios; Capítulo IV da Lei nº 11.196/ 05 Introduz os incentivos  Redução a 0 (zero) as alíquotas da (Lei do Bem) e Lei nº 12.507/11, fiscais do Programa de Contribuição para o PIS/Pasep e da de conversão da MP nº 534, de Inclusão Digital Cofins incidentes sobre a receita 2011 bruta de venda a varejo, de produtos de informática, incluindo Tablet PC “Lei do MEC da Inovação” ou Altera os incentivos  Deduções adicionais da Base de “Lei Rouanet da Inovação” - Lei fiscais do Capítulo III da Cálculo do IRPJ e CSLL de 50% a nº. 11.487 de 06/2007; Lei do Bem 250% em projetos executados com Decreto nº 6.260, de 11/2007 ICTs públicas e privadas; Lei nº 11.774 de 09/2008 (antiga Altera os incentivos  Introduz a depreciação integral MP no. 428) fiscais do Capítulo III da acelerada no ano de aquisição; Lei do Bem Lei nº 11.908, de 03/2009 Altera a Base de Cálculo  Introduz a dedução em dobro de (decorrente do Projeto de Lei de do IRPJ para empresas capacitação de software na Base Conversão nº 30 de 2008). de TI de Cálculo do IRPJ para os setores de TI; Decreto nº 6.909 de 07/2009 Altera os incentivos  Detalha/estende para CSLL o @Eduardo Grizendi 2013 fiscais do Capítulo III da tratamento contábil da Depreciação 128 Porto Alegre, 09 de Março de 2013 Lei do Bem Integral e Amortização Acelerada;
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    Programas de Financiamentoa Inovação • FINEP – Programa Subvenção Econômica; – Programa FINEP Inova Brasil; – Programa Brasil Sustentável – Programa de Inovação em Tecnologia Assistiva: • CNPQ – Programa RHAE • BNDES – BNDES Inovação; – BNDES Prosoft Empresa: – PROTVD – Fornecedor; – (apoio) BNDES Automático; – (apoio) Cartão BNDES; – (apoio) BNDES Limite de Crédito; Recurso Não Reembolsável para Apoio à Inovação: – (não reembolsável) FUNTEC - Fundo Tecnológico • FAPESP – Programa PIPE • Banco do Nordeste – Programa INOVAÇÃO @Eduardo Grizendi 2013 129 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 130.
    Cap. 6 -Panorama da Inovação nas Empresas Brasileiras @Eduardo Grizendi 2013 130 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 131.
    Panorama da Inovaçãonas Empresas Brasileiras • Resumo dos resultados da Pesquisa PINTEC 2008 de Inovação nas Empresas Brasileiras • Informações complementares sobre a inovação nas empresas brasileiras – Informações complementares da PINTEC 2008 no contexto nacional; – Uma visão no contexto mundial, a partir da PINTEC 2008 @Eduardo Grizendi 2013 131 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 132.
    Ranking Índice Globalde Competitividade 2010–2011 “The Global Innovation Index 2012 - Stronger Innovation Linkages for Global Growth, INSEAD & WIPO” @Eduardo Grizendi 2013 132 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
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    As maiores divergênciasna avaliação entre os países do BRIC “The Global Innovation Index 2012 - Stronger Innovation Linkages for Global Growth, INSEAD & WIPO” @Eduardo Grizendi 2013 133 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 134.
    Ranking Índice Globalde Competitividade 2010–2011 “The Global Competitiveness Report 2010– 2011”, do WEF @Eduardo Grizendi 2013 134 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
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    Pontuação do Brasil “The Global Competitiveness Report 2010– 2011”, do WEF Pilares Pontuação Básicos Instituições 3,6 Infraestrutura; 4,0 Ambiente Macroeconômico 4,0 Educação Primária e Saúde 5,5 Melhoram a Educação Superior e Desenvolvimento Profissional 4,3 Eficiência Eficiência do Mercado de Bens 3,7 Eficiência do Mercado de Trabalho 4,1 Desenvolvimento do Mercado Financeiro 4,4 Propensão Tecnológica; 3,9 Tamanho do Mercado 5,6 De Inovação Sofisticação de Negócios; 4,5 e Sofisticação Inovação 3,5 dos Negócios @Eduardo Grizendi 2011 135 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 136.
    Mapeamento da pontuaçãodo Brasil em comparação com países de economia direcionada pela eficiência “The Global Competitiveness Report 2010– 2011”, do WEF @Eduardo Grizendi 2013 136 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 137.
    Mapeamento da pontuaçãodo Brasil em comparação com outros países “The Global Competitiveness Report 2010– 2011”, do WEF @Eduardo Grizendi 2013 137 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 138.
    Cap. 8 -Conclusões @Eduardo Grizendi 2013 138 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
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    Conclusões • O Brasil tem um marco legal para a inovação & linhas de financiamento para promovê-la. – Mudanças no marco legal tem sido feitas nos últimos meses – Algumas ainda estão “no forno” • Há um entendimento no mercado que não faltam linhas de financiamento. – Naturalmente que não existem em abundância, mas certamente o conjunto não é simplório, ao contrário, é significativo. • No entanto, em relação a estas linhas em geral: – Linhas para atividades de P&D para Inovação e não para Inovação, simplesmente; – Não há um claro entendimento nelas do que é inovação; As agências deveriam diminuir significativamente o grau de subjetividade do conceito de inovação tecnológica que permeiam os seus programas e linhas de financiamento. Ou se criem critérios específicos, ou se apóiem no conceito abrangente do Marco Legal (Lei de Inovação e Cap.III da Lei do Bem), fundamentalmente no Manual de Oslo, 2ª edição ou 3ª edição, ambos traduzidos pela FINEP @Eduardo Grizendi 2013 139 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 140.
    Anexo @Eduardo Grizendi 2013 140 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 141.
    Anexos Relação deSítios Nacionais e Internacionais sobre Inovação 1. Sítios Nacionais 2. Sítios Internacionais @Eduardo Grizendi 2013 141 Porto Alegre, 09 de Março de 2013
  • 142.
    Obrigado !!! Eduardo Grizendi egrizendi@gmail.com egrizendi@inatel.br Blog: www.eduardogrizendi.blogspot.com Slideshare: www.slideshare.net/egrizendi 142