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Os modernos estados nacionais

  • 1. Os Modernos Estados Nacionais: Absolutismo e Mercantilismo Fernanda Caroline Stang Cursinho Popular Unioeste
  • 2. O Processo de Centralização do Poder Político Absolutismo monárquico. Portugal, Espanha, França e Inglaterra. Burguesia + Monarcas. Os teóricos
  • 3. Principais Características do Estados Modernos  Formação de um exército nacional permanente.  Imposição da justiça real e absolutismo monárquico.  Centralização e unificação administrativa.  Unificação do sistema de pesos e medidas.  Arrecadação de impostos “reais”.  Formação de uma burocracia.
  • 4. Nicolau Maquiavel “O Príncipe” (1513) Características da obra: Utilitarismo Empirismo Antiutopismo Realismo  “Realismo político é o princípio enunciado por Maquiavel, segundo o qual a ação política encontra em si mesma a própria justificação, a garantir a ordem e a liberdade da convivência civil. A política, portanto, constitui uma ciência autônoma e independente de qualquer sistema ético ou religioso.” NICOLA, Ubaldo. Antologia ilustrada de filosofia das origens à Idade Moderna. Rio de Janeiro: Editora Globo, 2005, p. 196
  • 5. Thomas Hobbes (1588 – 1679) “Leviatã” “homo homini lupus”
  • 6. Jean Bodin (1530 – 1596) “Seis Livros da República” A soberania deve ser absoluta, nada deve limitar os poderes do monarca.
  • 7. Jacques Bossuet (1627 – 1704)  “Política Tirada da Sagrada Escritura”  Teoria do direito divino dos reis.  “(...) Não há poder sem a vontade de Deus, todo governo, seja qual for sua origem, justo ou injusto, pacífico ou violento, é legítimo; todo depositário da autoridade, seja qual for, é sagrado; revoltar-se contra ele é cometer um sacrilégio).” Jacques Bossuet
  • 8. Controvérsias e Contradições do Antigo Regime  Estado Capitalista – O estado absolutista tinha um caráter burguês.  Equilíbrio de Classes – O estado representava os interesses da nobreza e da burguesia.  Estado feudal – As monarquias absolutistas constituíram uma nova forma de poder da nobreza. O Estado absolutista era um Estado de caráter predominantemente aristocrático e feudal e que só foi liquidado com as Revoluções Burguesas.
  • 9. Mercantilismo (XV – XVIII)  Política econômica adotada pelos modernos estados nacionais europeus.  Principais características:  Metalismo  Balança comercial favorável  Protecionismo alfandegário  Exploração colonial e concessão de monopólios  Incentivo à construção naval
  • 10. Fim.

Notas do Editor

  1. Uma das mais importantes transformações ocorridas no contexto de formação do mundo moderno foi o processo de centralização política e o consequente surgimento dos Modernos Estados Nacionais, cuja principal característica era o absolutismo monárquico (absoluta concentração de poderes nas mãos dos reis). As primeiras monarquias absolutistas da Europa (Portugal, Espanha, França e Inglaterra) surgiram a partir de uma aliança entre a burguesia (classe social emergente) e os monarcas que desejavam aumentar o seu poder e fortalecer o Estado em uma época na qual a Igreja ainda interferia de maneira frequente nos assuntos de cada reino. Muito interessada em ampliar seus negócios e superar as dificuldades para o desenvolvimento do comércio, a burguesia busca uma aliança com o rei, ao qual também interessa a centralização política. Para concretizar esta aliança, a burguesia oferece recursos para formação do aparelho burocrático, tais como: funcionários para a administração e legistas para justificar o poder monárquico nascente, e também dotação financeira para recrutamento de forças militares e armas de fogo. Deste modo, os monarcas feudais foram impondo sua autoridade sobre a nobreza feudal unificando territórios e centralizando o poder, originando, a partir do século XV, o Estado Moderno. A centralização do poder avançou para o absolutismo monárquico, passando o rei a ser identificado com o Estado e a constituir um dos elementos de unidade nacional, enquanto a população assume a condição de fiéis súditos de um mesmo monarca. A concentração e o fortalecimento do poder real, principais características do absolutismo monárquico, foram justificadas pelas teorias que defendiam a formação de um Estado forte e centralizador. Muitos teóricos absolutistas (filósofos que viveram entre os séculos XV e XVII) defenderam teorias de que o rei deveria governas de maneira autoritária para garantir a formação de um reino forte. De diferentes maneiras, esses teóricos contribuíram para que as monarquias nacionais absolutistas fossem aceitas, pois suas obras influenciaram o pensamento daquela época.
  2. “O Príncipe” (1513) - foi oferecido a Lourenço de Médici, porém só foi publicado em 1532. Utilitarismo – escrever coisas úteis. Empirismo – procurar efetivamente a verdade das coisas. Antiutipismo – crítica aos que imaginaram repúblicas e principados nunca vistos nem conhecidos como realidade. Realismo – mostrar com exemplos a diferença entre o modo como se vive e aquele como se deveria viver.
  3. Rocurava justificar o poder absoluto dos reis. Em sua obra, defendeu a tese de que a sociedade vivia a mais completa anarquia, em estado natural. O rei e o consentimento dos súditos têm poderes ilimitados. EM nome do soberano, os indivíduos abrem mão de seus direitos para se protegerem a violência. Apenas um Estado forte e organizado pode proteger os mais fracos das ambições e violências dos mais fortes.
  4. A obediência dos súditos para com o rei está na mesma proporção da obediência dos filhos para com o pai.
  5. Também defende que o povo deve abdicar de seus direitos, devendo obediência absoluta ao rei. O monarca, enquanto uma representação divina, presta contas somente a Deus.
  6. Por mais que os monarcas procurassem se aliar à burguesia e por mais que a ideologia do absolutismo os colocassem acima das classes sociais, eles estavam diretamente ligados à nobreza de origem feudal. A essa estrutura feudal absolutista, na qual se entrelaçam antigas relações feudais e novas relações capitalistas de produção, dá-se o nome de Antigo Regime.
  7. Foi a política econômica de acumulação primitiva de capital. Metalismo: a doutrina mercantilista media a riqueza de uma nação pela quantidade de metais preciosos acumulados. Portugal e Espanha procuraram entesourar metais preciosos (bulionismo). Balança comercial favorável: vender sempre, comprar nunca ou quase nunca. Exploração colonial e concessão de monopólios: visando a um maior controle do rei sobre os lucros das transações comerciais, o Estado delegava a algumas companhias de comércio direitos exclusivos sobre os novos mercados instalados nas colônias de exploração.