SlideShare uma empresa Scribd logo
O Reino dos Francos e a
Formação do Feudalismo
Fernanda Caroline Stang
Cursinho Popular Unioeste
As invasões bárbaras
O Reino dos Francos
• O mais extenso e duradouro dos reinos bárbaros.
• Dinastia Merovíngia
• Unificou a Gália sob a hegemonia dos francos;
• Clóvis – converteu-se ao cristianismo (496).
• Enfraquecimento dos monarcas merovíngios – os reis indolentes.
• Empoderamento dos majordomus (prefeitos do palácio).
• Majordomus Carlos Martel derrotou os árabes da Batalha de Poitiers.
A Dinastia Carolíngia
• 751 – Pepino, o Breve, foi o primeiro rei da Dinastia Carolíngia.
• Fortaleceu a aliança política com a Igreja Católica.
• 768 – Carlos Magno
• Maior dos soberanos francos.
• Expansão territorial e difusão do cristianismo.
• Distribuiu territórios para a aristocracia rural.
• 843 – Tratado de Verdun
A Transição da Antiguidade ao Feudalismo
• O colono romano foi o precursor do servo medieval.
• Surgimento das villas.
• Relação patrocínio-precário.
• Influências Bárbaras:
• Comitatus
O Feudalismo
• Ruralização da sociedade;
• Fragmentação do poder central;
• Privatização da defesa;
• Clericalização da sociedade;
• Relações de dependência pessoal;
• Mudança de mentalidade.
Economia Feudal
• Economia fechada?
• Sociedade e economia
essencialmente agrárias.
• Baixa produtividade.
• Economia de subsistência.
• Servidão
• Corveia
• Talha
• Formariage
• Mão-morta
• Banalidades
Sociedade Feudal
• “Uns rezam, outros combatem e outros trabalham”.
• Oratores – Clérigos
• Bellatores – Guerreiros
• Laboratores – Trabalhadores
• Grande nobreza – duques, marqueses, condes
• Pequena nobreza – barões, viscondes e cavaleiros
Sociedade Feudal
• A Igreja tentou inibir as guerras privadas:
• Paz de Deus
• Trégua de Deus
• Por que a Igreja se tornou poderosa?
• Ganhava terras
• Cobrava dízimo
• Moral matrimonial: monogamia, exogamia e repressão ao prazer.
Poder Político
• Organização descentralizada e poder fragmentado.
• Enfeudação
• Homenagem
• Investidura
• Contrato de enfeudação
• Suserano
• Vassalo
Agradeço a atenção de vocês dessa
vez!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Feudalizaçõa da europa e o reino dos francos
Feudalizaçõa da europa e o reino dos francosFeudalizaçõa da europa e o reino dos francos
Feudalizaçõa da europa e o reino dos francos
Profdaltonjunior
 
Aula 5
Aula 5Aula 5
Carlos magno
Carlos magnoCarlos magno
Carlos magno
Em Vagyok
 
Alta idade média
Alta idade médiaAlta idade média
Alta idade média
nilohistoria
 
Idade Média
Idade MédiaIdade Média
Idade Média
Marilia Pimentel
 
O império carolíngio
O império carolíngioO império carolíngio
O império carolíngio
Dalton Lopes Reis Jr.
 
A expansão dos francos e o império carolíngio.
A expansão dos francos e o império carolíngio.A expansão dos francos e o império carolíngio.
A expansão dos francos e o império carolíngio.
Joemille Leal
 
Feudalismo
FeudalismoFeudalismo
Feudalismo
Luciana Soares
 
A arte românica
A arte românicaA arte românica
A arte românica
historiando
 
O Império Habsburgo
O Império HabsburgoO Império Habsburgo
O Império Habsburgo
Carmem Rodrigues
 
Reino franco
Reino francoReino franco
Reino franco
Adriana Gomes Messias
 
3 Bimestre
3 Bimestre3 Bimestre
3 Bimestre
dmflores21
 
A formação da Europa Feuldal
A formação da Europa FeuldalA formação da Europa Feuldal
A formação da Europa Feuldal
Shesley Reis
 
Alta idade média
Alta idade médiaAlta idade média
Alta idade média
valdeck1
 
Francos e o império de carlos magno
Francos e o império de carlos magnoFrancos e o império de carlos magno
Francos e o império de carlos magno
Weslei Carvalho
 
O reino franco
O reino francoO reino franco
3° ano EM - Bizantinos e Francos.
3° ano EM - Bizantinos e Francos.3° ano EM - Bizantinos e Francos.
3° ano EM - Bizantinos e Francos.
Daniel Alves Bronstrup
 
Trabalho de historia
Trabalho de historia Trabalho de historia
Trabalho de historia
Túlio Arantes
 
A formação da europa feudal 2017
A formação da europa feudal 2017A formação da europa feudal 2017
A formação da europa feudal 2017
Rosangela Leite
 

Mais procurados (19)

Feudalizaçõa da europa e o reino dos francos
Feudalizaçõa da europa e o reino dos francosFeudalizaçõa da europa e o reino dos francos
Feudalizaçõa da europa e o reino dos francos
 
Aula 5
Aula 5Aula 5
Aula 5
 
Carlos magno
Carlos magnoCarlos magno
Carlos magno
 
Alta idade média
Alta idade médiaAlta idade média
Alta idade média
 
Idade Média
Idade MédiaIdade Média
Idade Média
 
O império carolíngio
O império carolíngioO império carolíngio
O império carolíngio
 
A expansão dos francos e o império carolíngio.
A expansão dos francos e o império carolíngio.A expansão dos francos e o império carolíngio.
A expansão dos francos e o império carolíngio.
 
Feudalismo
FeudalismoFeudalismo
Feudalismo
 
A arte românica
A arte românicaA arte românica
A arte românica
 
O Império Habsburgo
O Império HabsburgoO Império Habsburgo
O Império Habsburgo
 
Reino franco
Reino francoReino franco
Reino franco
 
3 Bimestre
3 Bimestre3 Bimestre
3 Bimestre
 
A formação da Europa Feuldal
A formação da Europa FeuldalA formação da Europa Feuldal
A formação da Europa Feuldal
 
Alta idade média
Alta idade médiaAlta idade média
Alta idade média
 
Francos e o império de carlos magno
Francos e o império de carlos magnoFrancos e o império de carlos magno
Francos e o império de carlos magno
 
O reino franco
O reino francoO reino franco
O reino franco
 
3° ano EM - Bizantinos e Francos.
3° ano EM - Bizantinos e Francos.3° ano EM - Bizantinos e Francos.
3° ano EM - Bizantinos e Francos.
 
Trabalho de historia
Trabalho de historia Trabalho de historia
Trabalho de historia
 
A formação da europa feudal 2017
A formação da europa feudal 2017A formação da europa feudal 2017
A formação da europa feudal 2017
 

Semelhante a O reino dos francos e a formação do feudalismo

Os francos, imp. carolingio
Os francos, imp. carolingioOs francos, imp. carolingio
Os francos, imp. carolingio
historiando
 
Os francos, imp. carolingio
Os francos, imp. carolingioOs francos, imp. carolingio
Os francos, imp. carolingio
historiando
 
Barbaros
BarbarosBarbaros
Barbaros
Lilian Larroca
 
Monarquias nacionais
Monarquias nacionaisMonarquias nacionais
Monarquias nacionais
Adriana Gomes Messias
 
A europa da alta idade média
A europa da alta idade médiaA europa da alta idade média
A europa da alta idade média
Ramiro Bicca
 
Feudalismo e crise
Feudalismo e criseFeudalismo e crise
Feudalismo e crise
cattonia
 
Idade Média - História Geral - Prof. Marco Aurélio Gondim [www.gondim.net]
Idade Média - História Geral -  Prof. Marco Aurélio Gondim [www.gondim.net]Idade Média - História Geral -  Prof. Marco Aurélio Gondim [www.gondim.net]
Idade Média - História Geral - Prof. Marco Aurélio Gondim [www.gondim.net]
Marco Aurélio Gondim
 
Invasões bárbaras e formação da europa moderna
Invasões bárbaras e formação da europa modernaInvasões bárbaras e formação da europa moderna
Invasões bárbaras e formação da europa moderna
Fatima Freitas
 
Cultura do mosteiro contextualização
Cultura do mosteiro   contextualizaçãoCultura do mosteiro   contextualização
Cultura do mosteiro contextualização
cattonia
 
Invasesbrbaraseformaodaeuropamoderna 111101132734-phpapp02
Invasesbrbaraseformaodaeuropamoderna 111101132734-phpapp02Invasesbrbaraseformaodaeuropamoderna 111101132734-phpapp02
Invasesbrbaraseformaodaeuropamoderna 111101132734-phpapp02
Fatima Freitas
 
A igreja-na-idade-média-e-as-cruzadas
A igreja-na-idade-média-e-as-cruzadasA igreja-na-idade-média-e-as-cruzadas
A igreja-na-idade-média-e-as-cruzadas
Felipe de Souza
 
O feudalismo 2015
O feudalismo 2015O feudalismo 2015
O feudalismo 2015
Denis Gasco
 
Os Povos Bárbaros - Os Francos - Prof. Medeiros
Os Povos Bárbaros - Os Francos - Prof. MedeirosOs Povos Bárbaros - Os Francos - Prof. Medeiros
Os Povos Bárbaros - Os Francos - Prof. Medeiros
João Medeiros
 
História medieval francos, bizantinos
História medieval   francos, bizantinosHistória medieval   francos, bizantinos
História medieval francos, bizantinos
pmarisa
 
Idade média 1 ano
Idade média 1 anoIdade média 1 ano
Idade média 1 ano
Over Lane
 
Alta Idade Media - trabalho escolar, muito massa
Alta Idade Media - trabalho escolar, muito massaAlta Idade Media - trabalho escolar, muito massa
Alta Idade Media - trabalho escolar, muito massa
EvellynMel
 
Idade média 1 ano
Idade média 1 anoIdade média 1 ano
Idade média 1 ano
Over Lane
 
A formação da europa feudal
A formação da europa feudalA formação da europa feudal
A formação da europa feudal
Salete Lima
 
Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011
Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011
Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011
andrecarlosocosta
 
A alta idade média
A alta idade médiaA alta idade média
A alta idade média
Dione Pereira
 

Semelhante a O reino dos francos e a formação do feudalismo (20)

Os francos, imp. carolingio
Os francos, imp. carolingioOs francos, imp. carolingio
Os francos, imp. carolingio
 
Os francos, imp. carolingio
Os francos, imp. carolingioOs francos, imp. carolingio
Os francos, imp. carolingio
 
Barbaros
BarbarosBarbaros
Barbaros
 
Monarquias nacionais
Monarquias nacionaisMonarquias nacionais
Monarquias nacionais
 
A europa da alta idade média
A europa da alta idade médiaA europa da alta idade média
A europa da alta idade média
 
Feudalismo e crise
Feudalismo e criseFeudalismo e crise
Feudalismo e crise
 
Idade Média - História Geral - Prof. Marco Aurélio Gondim [www.gondim.net]
Idade Média - História Geral -  Prof. Marco Aurélio Gondim [www.gondim.net]Idade Média - História Geral -  Prof. Marco Aurélio Gondim [www.gondim.net]
Idade Média - História Geral - Prof. Marco Aurélio Gondim [www.gondim.net]
 
Invasões bárbaras e formação da europa moderna
Invasões bárbaras e formação da europa modernaInvasões bárbaras e formação da europa moderna
Invasões bárbaras e formação da europa moderna
 
Cultura do mosteiro contextualização
Cultura do mosteiro   contextualizaçãoCultura do mosteiro   contextualização
Cultura do mosteiro contextualização
 
Invasesbrbaraseformaodaeuropamoderna 111101132734-phpapp02
Invasesbrbaraseformaodaeuropamoderna 111101132734-phpapp02Invasesbrbaraseformaodaeuropamoderna 111101132734-phpapp02
Invasesbrbaraseformaodaeuropamoderna 111101132734-phpapp02
 
A igreja-na-idade-média-e-as-cruzadas
A igreja-na-idade-média-e-as-cruzadasA igreja-na-idade-média-e-as-cruzadas
A igreja-na-idade-média-e-as-cruzadas
 
O feudalismo 2015
O feudalismo 2015O feudalismo 2015
O feudalismo 2015
 
Os Povos Bárbaros - Os Francos - Prof. Medeiros
Os Povos Bárbaros - Os Francos - Prof. MedeirosOs Povos Bárbaros - Os Francos - Prof. Medeiros
Os Povos Bárbaros - Os Francos - Prof. Medeiros
 
História medieval francos, bizantinos
História medieval   francos, bizantinosHistória medieval   francos, bizantinos
História medieval francos, bizantinos
 
Idade média 1 ano
Idade média 1 anoIdade média 1 ano
Idade média 1 ano
 
Alta Idade Media - trabalho escolar, muito massa
Alta Idade Media - trabalho escolar, muito massaAlta Idade Media - trabalho escolar, muito massa
Alta Idade Media - trabalho escolar, muito massa
 
Idade média 1 ano
Idade média 1 anoIdade média 1 ano
Idade média 1 ano
 
A formação da europa feudal
A formação da europa feudalA formação da europa feudal
A formação da europa feudal
 
Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011
Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011
Ceep resumo2ªfeudal brasilcolônia2011
 
A alta idade média
A alta idade médiaA alta idade média
A alta idade média
 

Mais de fernandacarolinestang

Revisão Enem 2017
Revisão Enem 2017Revisão Enem 2017
Revisão Enem 2017
fernandacarolinestang
 
Revolução Russa
Revolução RussaRevolução Russa
Revolução Russa
fernandacarolinestang
 
Revolução francesa (1789 1799)
Revolução francesa (1789 1799)Revolução francesa (1789 1799)
Revolução francesa (1789 1799)
fernandacarolinestang
 
A revolução industrial
A revolução industrialA revolução industrial
A revolução industrial
fernandacarolinestang
 
O iluminismo
O iluminismoO iluminismo
O iluminismo
fernandacarolinestang
 
As revoluções inglesas
As revoluções inglesasAs revoluções inglesas
As revoluções inglesas
fernandacarolinestang
 
A baixa idade média
A baixa idade médiaA baixa idade média
A baixa idade média
fernandacarolinestang
 
Os modernos estados nacionais
Os modernos estados nacionaisOs modernos estados nacionais
Os modernos estados nacionais
fernandacarolinestang
 
Civilização Romana - Império
Civilização Romana - ImpérioCivilização Romana - Império
Civilização Romana - Império
fernandacarolinestang
 
Roma Antiga Editado
Roma Antiga EditadoRoma Antiga Editado
Roma Antiga Editado
fernandacarolinestang
 
Civilização grega II
Civilização grega IICivilização grega II
Civilização grega II
fernandacarolinestang
 
A civilização grega i
A civilização grega iA civilização grega i
A civilização grega i
fernandacarolinestang
 
As civilizações do antigo oriente
As civilizações do antigo orienteAs civilizações do antigo oriente
As civilizações do antigo oriente
fernandacarolinestang
 
Fenícios, hebreus e persas
Fenícios, hebreus e persasFenícios, hebreus e persas
Fenícios, hebreus e persas
fernandacarolinestang
 
Introdução ao estudo da história e Pré-História
Introdução ao estudo da história e Pré-HistóriaIntrodução ao estudo da história e Pré-História
Introdução ao estudo da história e Pré-História
fernandacarolinestang
 
História do brasil 12 - Era Vargas
História do brasil 12 - Era VargasHistória do brasil 12 - Era Vargas
História do brasil 12 - Era Vargas
fernandacarolinestang
 
História do brasil 11 - República do Café II
História do brasil 11 - República do Café IIHistória do brasil 11 - República do Café II
História do brasil 11 - República do Café II
fernandacarolinestang
 
História do brasil 10
História do brasil 10História do brasil 10
História do brasil 10
fernandacarolinestang
 
História do brasil 9
História do brasil 9História do brasil 9
História do brasil 9
fernandacarolinestang
 
História do brasil 8
História do brasil 8História do brasil 8
História do brasil 8
fernandacarolinestang
 

Mais de fernandacarolinestang (20)

Revisão Enem 2017
Revisão Enem 2017Revisão Enem 2017
Revisão Enem 2017
 
Revolução Russa
Revolução RussaRevolução Russa
Revolução Russa
 
Revolução francesa (1789 1799)
Revolução francesa (1789 1799)Revolução francesa (1789 1799)
Revolução francesa (1789 1799)
 
A revolução industrial
A revolução industrialA revolução industrial
A revolução industrial
 
O iluminismo
O iluminismoO iluminismo
O iluminismo
 
As revoluções inglesas
As revoluções inglesasAs revoluções inglesas
As revoluções inglesas
 
A baixa idade média
A baixa idade médiaA baixa idade média
A baixa idade média
 
Os modernos estados nacionais
Os modernos estados nacionaisOs modernos estados nacionais
Os modernos estados nacionais
 
Civilização Romana - Império
Civilização Romana - ImpérioCivilização Romana - Império
Civilização Romana - Império
 
Roma Antiga Editado
Roma Antiga EditadoRoma Antiga Editado
Roma Antiga Editado
 
Civilização grega II
Civilização grega IICivilização grega II
Civilização grega II
 
A civilização grega i
A civilização grega iA civilização grega i
A civilização grega i
 
As civilizações do antigo oriente
As civilizações do antigo orienteAs civilizações do antigo oriente
As civilizações do antigo oriente
 
Fenícios, hebreus e persas
Fenícios, hebreus e persasFenícios, hebreus e persas
Fenícios, hebreus e persas
 
Introdução ao estudo da história e Pré-História
Introdução ao estudo da história e Pré-HistóriaIntrodução ao estudo da história e Pré-História
Introdução ao estudo da história e Pré-História
 
História do brasil 12 - Era Vargas
História do brasil 12 - Era VargasHistória do brasil 12 - Era Vargas
História do brasil 12 - Era Vargas
 
História do brasil 11 - República do Café II
História do brasil 11 - República do Café IIHistória do brasil 11 - República do Café II
História do brasil 11 - República do Café II
 
História do brasil 10
História do brasil 10História do brasil 10
História do brasil 10
 
História do brasil 9
História do brasil 9História do brasil 9
História do brasil 9
 
História do brasil 8
História do brasil 8História do brasil 8
História do brasil 8
 

Último

Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
Mary Alvarenga
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
valdeci17
 
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamasConhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
edusegtrab
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
shirleisousa9166
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
Falcão Brasil
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
LeideLauraCenturionL
 
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdfA Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
Falcão Brasil
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
JocelynNavarroBonta
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
Falcão Brasil
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
Falcão Brasil
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
Sandra Pratas
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Falcão Brasil
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
Sandra Pratas
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
portaladministradores
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
principeandregalli
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Falcão Brasil
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Falcão Brasil
 
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptxVOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
mailabueno45
 

Último (20)

TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .TALENTOS DA NOSSA ESCOLA                .
TALENTOS DA NOSSA ESCOLA .
 
Caça-palavras - multiplicação
Caça-palavras  -  multiplicaçãoCaça-palavras  -  multiplicação
Caça-palavras - multiplicação
 
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdfIntrodução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
Introdução ao filme Divertida Mente 2 em pdf
 
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamasConhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
Conhecimento sobre Vestimenta Anti chamas
 
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdfCaderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
Caderno_de_referencias_Ocupacaohumana_IV_FlaviaCoelho_compressed.pdf
 
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdfA Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
A Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO).pdf
 
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdfHistória das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
História das ideias pedagógicas no Brasil - Demerval Saviani.pdf
 
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdfA Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
A Guerra do Presente - Ministério da Defesa.pdf
 
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
EBBOK_HORA DO CONTO_O SONHO DO EVARISTO_PAULA FRANCISCO_22_23
 
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONALEMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
EMOCIONES PARA TRABAJAR EN LA AREA SOCIOEMOCIONAL
 
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
A Participação do Brasil nas Operações de Manutenção da Paz da ONU Passado, P...
 
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdfA Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
A Industria Brasileira de Defesa - Situação Atual e Perspectivas de Evolução.pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_MARINELA NEVES & PAULA FRANCISCO_22_23
 
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdfEscola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR).pdf
 
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
EBOOK_HORA DO CONTO_O MONSTRO DAS CORES_ANGELINA & MÓNICA_22_23
 
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdfAPRESENTAÇÃO  CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
APRESENTAÇÃO CURSO FORMAÇÃO EXPERT EM MODERAÇÃO DE FOCUS GROUP.pdf
 
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
Guia Genealógico da Principesca e Ducal Casa de Mesolcina, 2024
 
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
Aviação de Reconhecimento e Ataque na FAB. A Saga dos Guerreiros Polivalentes...
 
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
Manual de Identidade Visual do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Prot...
 
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptxVOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
VOCÊ CONHECE AS HISTÓRIAS DA BIBLÍA - EMOJIES.pptx
 

O reino dos francos e a formação do feudalismo

  • 1. O Reino dos Francos e a Formação do Feudalismo Fernanda Caroline Stang Cursinho Popular Unioeste
  • 3. O Reino dos Francos • O mais extenso e duradouro dos reinos bárbaros. • Dinastia Merovíngia • Unificou a Gália sob a hegemonia dos francos; • Clóvis – converteu-se ao cristianismo (496). • Enfraquecimento dos monarcas merovíngios – os reis indolentes. • Empoderamento dos majordomus (prefeitos do palácio). • Majordomus Carlos Martel derrotou os árabes da Batalha de Poitiers.
  • 4. A Dinastia Carolíngia • 751 – Pepino, o Breve, foi o primeiro rei da Dinastia Carolíngia. • Fortaleceu a aliança política com a Igreja Católica. • 768 – Carlos Magno • Maior dos soberanos francos. • Expansão territorial e difusão do cristianismo. • Distribuiu territórios para a aristocracia rural. • 843 – Tratado de Verdun
  • 5. A Transição da Antiguidade ao Feudalismo • O colono romano foi o precursor do servo medieval. • Surgimento das villas. • Relação patrocínio-precário. • Influências Bárbaras: • Comitatus
  • 6. O Feudalismo • Ruralização da sociedade; • Fragmentação do poder central; • Privatização da defesa; • Clericalização da sociedade; • Relações de dependência pessoal; • Mudança de mentalidade.
  • 7. Economia Feudal • Economia fechada? • Sociedade e economia essencialmente agrárias. • Baixa produtividade. • Economia de subsistência. • Servidão • Corveia • Talha • Formariage • Mão-morta • Banalidades
  • 8. Sociedade Feudal • “Uns rezam, outros combatem e outros trabalham”. • Oratores – Clérigos • Bellatores – Guerreiros • Laboratores – Trabalhadores • Grande nobreza – duques, marqueses, condes • Pequena nobreza – barões, viscondes e cavaleiros
  • 9. Sociedade Feudal • A Igreja tentou inibir as guerras privadas: • Paz de Deus • Trégua de Deus • Por que a Igreja se tornou poderosa? • Ganhava terras • Cobrava dízimo • Moral matrimonial: monogamia, exogamia e repressão ao prazer.
  • 10. Poder Político • Organização descentralizada e poder fragmentado. • Enfeudação • Homenagem • Investidura • Contrato de enfeudação • Suserano • Vassalo
  • 11. Agradeço a atenção de vocês dessa vez!

Notas do Editor

  1. Vimos que com a crise romana, a fragilidade do exército imperial e a vulnerabilidade das fronteiras, o Império Romano foi sendo cada vez mais assediado por povos estrangeiros, predominantemente de origem germânica, denominados pelos romanos de bárbaros. Os bárbaros eram considerados povos sem cultura e não civilizados. Inicialmente os processos migratórios eram pacíficos. Entretanto, no decorrer dos séculos IV e V, principalmente, os conflitos foram inevitáveis e as invasões passaram a ser violentar com o aumento do fluxo migratório e a tentativa dos romanos de manterem seus domínios territoriais. Gradativamente, os domínios romanos foram ocupados por diversos povos (godos, vândalos, borgúndios, alamanos, lombardos, anglos, saxões, etc.), que provocaram a fragmentação política e territorial da Europa Ocidental e a definitiva queda de Roma em 476, durante o reinado do último imperador romano Rômulo Augusto. A sociedade feudal vai nascer nesse contexto de fusão da cultura das tribos germânicas e sociedade romana.
  2. Uma característica comum aos diversos reinos bárbaros que se constituíram na Europa após a queda de Roma foi a instabilidade política e a curta duração. Entretante o Império Franco ou Carolíngio pode ser considerado uma exceção, pois os francos formaram um reino forte, o mais extenso e duradouro dos reinos bárbaros. Clóvis, com o apoio da Igreja, dominou a Gália e fundou o reino franco. À medida que o poder dos merovíngios se tornava formal e simbólico, o dos majordomus, cada vez mais real e efetivo, assumia caráter hereditário. Em 732, quando os árabes marchavam sobre a Gália, o majordomus Carlos Martel salvou a cristantdade, derrotando-os na célebre Batalha de Poitiers.
  3. Pepino, o Breve (filho do Carlos Martel), com o apoio da Igreja, afastou o último dos soberanos merovíngios, proclamando-se rei dos francos e iniciando a dinastia carolíngia. Em 754, quando Roma sofreu o ataque dos lombardos, o rei os venceu e doou as terras da Itália Central ao papa Estevão II. A doação destas terras pelo rei resultou na formação dos Estados Pontifícios (pertencentes à Igreja), que assim se mantiveram até a unificação da Itália no século XIX (1870).
  4. A partir do século III, o escravismo romano entrou em crise. A produção agrícola caiu. O comércio e a produção artesanal urbana retraíram-se. Para tentar superar a crise, os imperadores do século IV proibiram os colonos de abandonarem as terras onde trabalhavam e fixaram as pessoas a profissões e ofícios. Nessa época, muitos senhores libertaram seus escravos, transformando-os em colonos. Os colonos eram ex-escravos ou camponeses livres, aos quais um grande proprietário arrendava parcela de suas terras, recebendo em troca a renda correspondente, quase sempre em gêneros. Diante da insegurança do final do Império, muitos latifundiários trancafiavam-se em suas villas (grandes propriedades territoriais autossuficientes), onde procuravam se defender, formando exércitos particulares. A população livre foi em busca de proteção. Muitos entregaram suas terras ao senhor (patrocínio) e as receberam de volta como posse (precários). Comitatus – relações mútuas de dependência pessoal estabelecidas entre os chefes (reis) e os guerreiros germânicos). Os reis bárbaros, para manter o cargo, recorriam à prática do comitatus (grupo de guerreiros que por eles combatiam, em troca de várias concessões, como, por exemplo, doações de terras). Aqui podemos encontrar as raízes das relações de fidelidade, lealdade e compromissos mútuos estabelecidos entre os nobres feudais , a suserania e vassalagem
  5. No sistema feudal, a propriedade senhorial do feudo incluía o poder militar, o poder judicial, o poder político e até o direito de cunhar moedas. A autoridade do rei, teoricamente o suserano supremo, dependia da extensão e da riqueza de seus feudos. A partir do momento em que o cristianismo tornou-se a religião oficial do Império Romano, a proporção de clérigos na sociedade aumentou enormemente. Além do aumento quantitativo, ocorreu também um aumento qualitativo, pois o clero tornou-se um grupo diferenciado dos demais, possuidor de privilérios especiais e de grande poder político-econômico. O clero detinha o monopólio da comunicação com Deus, tornando-se o responsável pela salvação de todos os homens. Os servos subordinavam-se a um senhor. Este, por sua vez, poderia se subordinar a um outro senhor mais poderoso e assim por diante – eram as relações de suserania e vassalagem. A mentalidade do homem medieval era marcada por um grande sentimento religioso e predominava o pensamento teocêntrico: Deus é a medida de todas as coisas, em vez da síntese clássica, “o homem é a medida de todas as coisas”.
  6. A historiografia tradicional sempre procurou salientar o caráter fechado na economia feudal. Segundo os historiadores atuais, entre os séculos VI e IX houve uma retração das atividades comerciais. Já a partir dos séculos X e XI, ocorreu um grande desenvolvimento urbano e comercial. Portanto, o feudalismo não foi incompatível com o comércio. O sistema feudal só entrou em crise no período da Baixa Idade Média, séculos XIV e XV (epidemias, guerras, etc.). O servo era um camponês que, dispondo de instrumentos de trabalho e do usufruto de uma exploração, se encontrava, todavia, ligado a um senhor por toda espécie de compromissos pessoais e tributos. Havia também os vilões camponeses que possuíam, em geral, uma condição de vida pouco melhor que a maior (os servos), pois muitos possuíam instrumentos de trabalho e pagavam menos importos. Corveia – o camponês trabalhava três dias por semana para o senhor Talha – entrega de parte da produção ao senhor; Formariage – quando se casava, pagada taxa. Mão-morta – quando sucedia ao pai na posse do manso. Banalidades – o camponês pagava quando usava as instalações do senhos, como o forno, o moinho e o lagar.
  7. Era uma sociedade de ordem. O domínio da fé é uno, mas há um triplo estatuto na Ordem. A lei humana impõe duas condições: o nobre e o servo não estão submetidos ao mesmo regime. Os guerreiros são protetores da igreja. Antiga nobreza – grandes feudatários – tinham o direito de enfeudar. A pequena nobreza podia receber feudos, mas não enfeudar. Nobres: vida no castelo, caça, guerra privada, torneios, cavalaria.
  8. Paz de Deus – punia os que violassem os lugares de adoração, roubassem os pobres e injuriassem os sacerdotes. Trágua de Deus – Proibia a luta de sexta-feira ao amanhecer de segunda-feira e em época de plantio e de colheita. Os infratores eram excomungados. Os homens, temerosos do inferno pela vida que tinham levado, doavam-lhe, antes de morrer, suas terras. Outros faziam doações porque achavam novre o trabalho de assistência aos pobres. Ela recebia doações dos vencedores de guerra; não dividia suas terras e cobrava o dízimo (imposto territorial). Na Idade Média, a Igreja foi a maior proprietária de terras. Lembrar que o clero não era homogêneo, tinha o alto clero e o baixo clero.
  9. A organização política feudal era descentralizada e o poder fragmentado, diluído nas mãos dos senhores feudais e do clero. O rei tinha poucos poderes no mundo feudal. Em geral, era uma figura decorativa, tendo poderes apenas no seu feudo. De maneira geral, possuía o poder de direito mas não o exercia de fato. Por meio do contrato de enfeudação, o monarca distribuía terras aos nobres. Homenagem – cerimônia em que o vassalo prestava juramento de fidelidade e de obediência ao suserano. Investidura: entrega ao vassalo de um galho de árvore, uma lança ou outro objeto que simbolizava o feudo.