Grupo Espírita Allan Kardec
www.luzdoespiritismo.com
O que é o Espiritismo
Allan Kardec
(5ª parte)
Estudando as obras de Kardec
 A. Qual foi o ponto de
partida das idéias
espíritas modernas?
(O que é o Espiritismo, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 89 a 91.)
Questões Preliminares
Eis, segundo Kardec, a marcha das
coisas: fenômenos espontâneos se
produziram, tais como ruídos estranhos,
pancadas, movimentos de objetos etc.,
sem causa ostensiva conhecida, sob a
influência de certas pessoas.
(O que é o Espiritismo, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 89 a 91.)
Logo se reconheceu nesses ruídos e
movimentos um caráter intencional e
inteligente, do que se concluiu que:
Se todo efeito tem uma causa, todo efeito
inteligente tem uma causa inteligente.
(O que é o Espiritismo, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 89 a 91.)
Quem era ela?
Ela própria respondeu, declarando
pertencer aos seres incorpóreos
chamados Espíritos.
(O que é o Espiritismo, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 89 a 91.)
B. Os Espíritos são seres
abstratos ou possuem
algum revestimento que
os identifica?
 Os Espíritos possuem um invólucro, a que
Kardec deu o nome de perispírito, espécie de
corpo fluídico, vaporoso, diáfano, invisível no
estado normal mas que, em certos casos, pode
tornar-se visível e mesmo tangível.
(Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 92 e 93.)
C. Quais são os meios de
comunicação com os
Espíritos, segundo relata
Allan Kardec no livro que
estamos estudando?
Os meios de comunicação com os
Espíritos são muito variados e dependem
tanto da natureza, mais ou menos
apurada dos Espíritos, quanto das
disposições peculiares às pessoas que
lhes servem de intermediárias.
(Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 93 e 94.)
O mais vulgar, ou universal, consiste
na intuição, isto é, nas ideias e
pensamentos que eles nos sugerem.
(Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 93 e 94.)
Certos Espíritos se comunicam por
pancadas, pela escrita ou pela fala.
(Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 93 e 94.)
 Os médiuns possuem,
para esses diferentes
modos de comunicação,
aptidões especiais.
(Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 93 e 94.)
 Há, assim, médiuns de efeitos físicos,
auditivos, falantes, videntes, desenhadores,
músicos e escreventes.
(Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 93 e 94.)
D. Qual é o sinal pelo qual podemos
reconhecer que uma pessoa é médium?
(Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, pág. 96.)
Até o presente, não se conhece um
diagnóstico ou um sinal que permita
saber se uma pessoa é ou não médium.
(Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, pág. 96.)
Experimentar é o único meio de saber
se a faculdade existe.
 O que sabemos é que os
médiuns são muito
numerosos e é raro não os
encontrar em qualquer dos
membros de nossa família ou
nas pessoas que nos cercam.
(Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, pág. 96.)
A ideia da existência dos Espíritos não
preexistia, nem nasceu do cérebro de
ninguém, mas nos foi dada pelos
próprios Espíritos, e tudo o que
soubemos depois, a seu respeito, foi-
nos por eles ensinado.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 91.)
Texto para leitura
Quem eram os habitantes do mundo
espiritual?
Eram seres à parte, estranhos à
Humanidade? Eram bons ou maus?
Foi a experiência que permitiu
solucionar tais problemas.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 91.)
 Há médiuns de efeitos
físicos, isto é, aptos para
produzir fenômenos
materiais, como pancadas,
movimentos de corpos etc.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 94 e 95.)
 Esta última faculdade é a
mais comum, a que melhor
se desenvolve pelo
exercício e também a mais
preciosa.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 94 e 95.)
Há médiuns auditivos, falantes, videntes,
desenhadores, músicos, escreventes.
A qualidade essencial de um médium
está na natureza dos Espíritos que o
assistem, nas comunicações que recebe,
antes que nos meios de execução.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 95.)
Não se deve tentar ensaio mediúnico
algum antes de acurado estudo.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 95 e 96.)
As comunicações do além-túmulo são
cercadas de mais dificuldades do que se
pensa; elas não estão isentas de
inconvenientes, e mesmo de perigos,
para os que não têm a necessária
experiência.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 95 e 96.)
 Os Espíritos sérios só
comparecem às
reuniões sérias, para
onde os chamam com
recolhimento e para
coisas sérias.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 97.)
(Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 97.)
Os frívolos estão por toda a parte; calam-
se nas reuniões sérias, mas tomam a
desforra nas reuniões frívolas, divertindo-
se, zombando e respondendo a tudo sem
se importarem com a verdade.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 95 e 96.)
Aquele que não se quer dar ao trabalho de
estudar, é antes guiado pela curiosidade
que pelo desejo real de instruir-se.
Ora, os Espíritos não gostam dos
curiosos.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 98.)
A cobiça lhes é também antipática e eles
recusam-se a prestar a tais pessoas
qualquer serviço.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 98.)
O desinteresse absoluto por
compensações materiais é a melhor
garantia da sinceridade do médium.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 98 e 99.)
A natureza da faculdade mediúnica opõe-
se, também, a que ela sirva de profissão,
tendo em vista que o fenômeno depende
de vontade estranha à do médium - o
Espírito - e que ele, no momento preciso,
pode deixá-lo em falta.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 98 e 99.)
A afeição e a simpatia
são os mais poderosos
móveis de atração para
os Espíritos.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 99.)
Fica, assim, fácil de compreender que
não lhes agradam as solicitações de
alguém que tenha a ideia de servir-se
deles para ganhar dinheiro.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 99.)
 Os médiuns verdadeiramente
sérios e devotados procuram
recursos financeiros no trabalho
ordinário e não abandonam suas
profissões: eles não consagram
à mediunidade senão o tempo
que lhe podem dar.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 100.)
Pelos abusos prejudiciais à doutrina que
a exploração da mediunidade acarreta, o
Espiritismo sério tem razão de não
aceitá-la e de repelir o seu auxílio.
(Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 101.)
 ESTUDANDO AS OBRAS DE KARDEC
 Ano 1 - N° 27
 ASTOLFO OLEGÁRIO DE OLIVEIRA FILHO
aoofilho@oconsolador.com.br
Londrina, Paraná (Brasil)
 O CONSOLADOR
Revista Semanal de Divulgação Espírita
O que é o espiritismo parte 5

O que é o espiritismo parte 5

  • 1.
    Grupo Espírita AllanKardec www.luzdoespiritismo.com O que é o Espiritismo Allan Kardec (5ª parte) Estudando as obras de Kardec
  • 2.
     A. Qualfoi o ponto de partida das idéias espíritas modernas? (O que é o Espiritismo, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 89 a 91.) Questões Preliminares
  • 3.
    Eis, segundo Kardec,a marcha das coisas: fenômenos espontâneos se produziram, tais como ruídos estranhos, pancadas, movimentos de objetos etc., sem causa ostensiva conhecida, sob a influência de certas pessoas. (O que é o Espiritismo, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 89 a 91.)
  • 4.
    Logo se reconheceunesses ruídos e movimentos um caráter intencional e inteligente, do que se concluiu que: Se todo efeito tem uma causa, todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. (O que é o Espiritismo, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 89 a 91.)
  • 5.
    Quem era ela? Elaprópria respondeu, declarando pertencer aos seres incorpóreos chamados Espíritos. (O que é o Espiritismo, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 89 a 91.)
  • 6.
    B. Os Espíritossão seres abstratos ou possuem algum revestimento que os identifica?
  • 7.
     Os Espíritospossuem um invólucro, a que Kardec deu o nome de perispírito, espécie de corpo fluídico, vaporoso, diáfano, invisível no estado normal mas que, em certos casos, pode tornar-se visível e mesmo tangível. (Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 92 e 93.)
  • 8.
    C. Quais sãoos meios de comunicação com os Espíritos, segundo relata Allan Kardec no livro que estamos estudando?
  • 9.
    Os meios decomunicação com os Espíritos são muito variados e dependem tanto da natureza, mais ou menos apurada dos Espíritos, quanto das disposições peculiares às pessoas que lhes servem de intermediárias. (Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 93 e 94.)
  • 10.
    O mais vulgar,ou universal, consiste na intuição, isto é, nas ideias e pensamentos que eles nos sugerem. (Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 93 e 94.)
  • 11.
    Certos Espíritos secomunicam por pancadas, pela escrita ou pela fala. (Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 93 e 94.)
  • 12.
     Os médiunspossuem, para esses diferentes modos de comunicação, aptidões especiais. (Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 93 e 94.)
  • 13.
     Há, assim,médiuns de efeitos físicos, auditivos, falantes, videntes, desenhadores, músicos e escreventes. (Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, págs. 93 e 94.)
  • 14.
    D. Qual éo sinal pelo qual podemos reconhecer que uma pessoa é médium? (Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, pág. 96.)
  • 15.
    Até o presente,não se conhece um diagnóstico ou um sinal que permita saber se uma pessoa é ou não médium. (Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, pág. 96.) Experimentar é o único meio de saber se a faculdade existe.
  • 16.
     O quesabemos é que os médiuns são muito numerosos e é raro não os encontrar em qualquer dos membros de nossa família ou nas pessoas que nos cercam. (Obra citada, capítulo I, Segundo Diálogo, pág. 96.)
  • 17.
    A ideia daexistência dos Espíritos não preexistia, nem nasceu do cérebro de ninguém, mas nos foi dada pelos próprios Espíritos, e tudo o que soubemos depois, a seu respeito, foi- nos por eles ensinado. (Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 91.) Texto para leitura
  • 18.
    Quem eram oshabitantes do mundo espiritual? Eram seres à parte, estranhos à Humanidade? Eram bons ou maus? Foi a experiência que permitiu solucionar tais problemas. (Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 91.)
  • 19.
     Há médiunsde efeitos físicos, isto é, aptos para produzir fenômenos materiais, como pancadas, movimentos de corpos etc. (Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 94 e 95.)
  • 20.
     Esta últimafaculdade é a mais comum, a que melhor se desenvolve pelo exercício e também a mais preciosa. (Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 94 e 95.) Há médiuns auditivos, falantes, videntes, desenhadores, músicos, escreventes.
  • 21.
    A qualidade essencialde um médium está na natureza dos Espíritos que o assistem, nas comunicações que recebe, antes que nos meios de execução. (Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 95.)
  • 22.
    Não se devetentar ensaio mediúnico algum antes de acurado estudo. (Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 95 e 96.)
  • 23.
    As comunicações doalém-túmulo são cercadas de mais dificuldades do que se pensa; elas não estão isentas de inconvenientes, e mesmo de perigos, para os que não têm a necessária experiência. (Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 95 e 96.)
  • 24.
     Os Espíritossérios só comparecem às reuniões sérias, para onde os chamam com recolhimento e para coisas sérias. (Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 97.)
  • 25.
    (Cap. I, SegundoDiálogo, pág. 97.)
  • 26.
    Os frívolos estãopor toda a parte; calam- se nas reuniões sérias, mas tomam a desforra nas reuniões frívolas, divertindo- se, zombando e respondendo a tudo sem se importarem com a verdade. (Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 95 e 96.)
  • 27.
    Aquele que nãose quer dar ao trabalho de estudar, é antes guiado pela curiosidade que pelo desejo real de instruir-se. Ora, os Espíritos não gostam dos curiosos. (Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 98.)
  • 28.
    A cobiça lhesé também antipática e eles recusam-se a prestar a tais pessoas qualquer serviço. (Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 98.)
  • 29.
    O desinteresse absolutopor compensações materiais é a melhor garantia da sinceridade do médium. (Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 98 e 99.)
  • 30.
    A natureza dafaculdade mediúnica opõe- se, também, a que ela sirva de profissão, tendo em vista que o fenômeno depende de vontade estranha à do médium - o Espírito - e que ele, no momento preciso, pode deixá-lo em falta. (Cap. I, Segundo Diálogo, pp. 98 e 99.)
  • 31.
    A afeição ea simpatia são os mais poderosos móveis de atração para os Espíritos. (Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 99.)
  • 32.
    Fica, assim, fácilde compreender que não lhes agradam as solicitações de alguém que tenha a ideia de servir-se deles para ganhar dinheiro. (Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 99.)
  • 33.
     Os médiunsverdadeiramente sérios e devotados procuram recursos financeiros no trabalho ordinário e não abandonam suas profissões: eles não consagram à mediunidade senão o tempo que lhe podem dar. (Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 100.)
  • 34.
    Pelos abusos prejudiciaisà doutrina que a exploração da mediunidade acarreta, o Espiritismo sério tem razão de não aceitá-la e de repelir o seu auxílio. (Cap. I, Segundo Diálogo, pág. 101.)
  • 35.
     ESTUDANDO ASOBRAS DE KARDEC  Ano 1 - N° 27  ASTOLFO OLEGÁRIO DE OLIVEIRA FILHO aoofilho@oconsolador.com.br Londrina, Paraná (Brasil)  O CONSOLADOR Revista Semanal de Divulgação Espírita